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Arquivo de Março, 2011


Wendt com a camisola do FC Copenhaga

Falado como possível reforço do Sporting e, também do Benfica, Oscar Wendt é um dos grandes talentos do futebol escandinavo, actuando num dos gigantes dessa zona geográfica, os dinamarqueses do FC Copenhaga.

Nascido a 24 de Outubro de 1985 em Skövde, Suécia, Oscar Wendt cumpriu o seu percurso como jogador juvenil no IFK Skövde da sua terra natal, tendo se transferido para o IFK Gotemburgo em 2003.

No histórico clube que conta com duas taças UEFA no seu reportório, Wendt foi actuando pouco nas épocas de 2003 (9 jogos em todas as competições) e 2004 (14 jogos em todas as competições), apenas se assumindo como titular em 2005 (43 jogos, 3 golos) e na primeira metade da temporada 2006 (25 jogos, 1 golo).

A meio da época de 2006, o lateral-esquerdo sueco transferiu-se para o FC Copenhaga, que se preparava para iniciar o campeonato dinamarquês de 2006/07. Nesse clube da capital da Dinamarca, Oscar Wendt rapidamente se assumiu como uma peça fundamental do quarteto defensivo, sendo o dono absoluto do lado esquerdo do sector recuado e somando, até hoje, 129 jogos e cinco golos ao serviço do actual campeão dinamarquês.

Lateral seguro a defender e com grande qualidade no capítulo do cruzamento

Internacional sueco por 14 ocasiões, Oscar Wendt é um lateral-esquerdo de boa estampa física, que sabe defender o seu flanco e ajudar os centrais quando a bola é cruzada para o coração da área. Muito bom em termos posicionais, trata-se de um lateral que sobe muito bem pelo flanco canhoto, sendo evoluído tecnicamente e exímio a fazer cruzamentos para a área adversária, seja em lances de bola corrida ou de bola parada.

Pelas suas características, tanto pode funcionar como lateral ofensivo ou como defesa-esquerdo puro, dependendo pura e simplesmente das intenções do treinador, pois o internacional sueco irá actuar em ambas as situações com a mesma qualidade e entrega ao jogo.

Com 25 anos e grande experiência internacional por actuar tanto na selecção sueca como na Liga dos Campeões, Oscar Wendt será, certamente, um excelente reforço para o clube português que avançar para a sua contratação.

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André Pires no Estádio do Restelo

Num Belenenses que está a passar uma fase complicada nos lugares baixos da Liga Orangina, actua um defesa-esquerdo que tem tido poucas oportunidades, mas que tem talento para se assumir como um dos bons valores de uma posição que costuma ter muitas carências no futebol português, a de defesa-esquerdo.

Nascido a 7 de Fevereiro de 1990 em Sobral de Monte Agraço, André Ferro Pires iniciou a sua carreira futebolística nas escolas do Encarnação e Olivais, tendo passado depois pelas camadas jovens do Sporting e do Oeiras, antes de chegar aos juniores do Belenenses em 2008/09.

Nessa mesma temporada, o lateral-esquerdo ainda fez dois jogos pela equipa principal dos azuis, pensando-se que pudesse com o tempo ganhar o seu espaço no lado canhoto da defesa azul. Contudo, tanto na época seguinte (8 jogos), como na actual (7 jogos), o internacional sub-20 nunca conseguiu assumir-se como titular indiscutível, pensando-se que o empréstimo a outro clube pode ser a solução para que não estagne a sua evolução.

Lateral de perfil ofensivo

André Pires iniciou a sua carreira futebolística como médio-esquerdo e isso percebe-se claramente no perfil ofensivo do seu jogo. Rápido e incisivo, é um jogador muito perigoso na transição defesa-ataque, ainda que também defenda com critério e seja uma jogador bastante interessante do ponto de vista táctico.

Apesar dessa capacidade defensiva, é preferível que tenha um lateral, do lado oposto, de perfil mais defensivo, para que possa subir com maior facilidade e à vontade pelo flanco, pois é com liberdade ofensiva que consegue dar tudo de si em prol da equipa.

Outra hipótese, caso o outro lateral também seja muito ofensivo, é optar por um esquema 5-3-2 ou mesmo 3-5-2, para que André Pires possa funcionar como ala, até porque tem pulmão para o constante vai e vem no flanco.

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Fabio Borini é um talento do futebol italiano

Encontra-se emprestado ao Swansea City do segundo escalão do futebol inglês, uma das grandes promessas do futebol italiano e do Chelsea, o atacante Fabio Borini.

Nascido a 29 de Março de 1991 em Bentivoglio, Itália, Fabio Borini iniciou a sua carreira desportiva aos dez anos no Bolonha, tendo se transferido, em 2007, para as camadas jovens do Chelsea.

No clube londrino, tornou-se numa das principais escolhas do plantel de reservas em 2008/09, situação que se manteve na temporada seguinte, onde também se estreou pelo plantel principal do Chelsea, contabilizando oito jogos em todas as competições.

Na actual temporada, porém, não teve qualquer oportunidade ao serviço da equipa “A” dos blues, acabando por ser emprestado ao Swansea City no passado dia 17 de Março de 2011. Curiosamente, no jogo de estreia diante do Nottingham Forest, Fabio Borini não deixou os seus créditos por mãos alheias, marcando dois golos.

Avançado muito móvel e com excelente faro de golo

Internacional sub-21 italiano, Fabio Borini é um avançado muito móvel e com uma capacidade excepcional de estar no sítio certo para facturar, seja de cabeça ou com o pé direito.

Com uma técnica individual apreciável, raçudo e com grande pulmão, não pára um instante, sendo um jogador muito difícil de marcar pelos defesas contrários.

As suas características físicas e técnicas, aconselham que actue num esquema de dois pontas de lança, em que possa ser o elemento mais móvel, sendo que caso a equipa actue com apenas um ponta de lança, Fabio Borini deve ser utilizado numa posição mais recuada, como falso “dez” nas costas do ponta de lança.

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Joca é uma promessa leonina

Na equipa de Iniciados do Sporting, actua um médio ofensivo muito mexido e tecnicamente evoluído: Jorge Fernandes, também conhecido por Joca.

Nascido a 30 de Janeiro de 1996 em Braga, Jorge Samuel Figueiredo Fernandes está nos leões desde 2007/08, tendo começado nos verde-e-brancos ainda no futebol de sete.

Neste momento, integrado na equipa de Iniciados “B” dos leões, tem demonstrado ser um jogador com elevado potencial, como foi um bom exemplo a boa exibição que efectuou diante do Colégio São João de Brito (5-0).

Móvel e tecnicista

Joca é um jogador que apresenta uma grande mobilidade dentro de campo, demonstrando capacidade de encher o miolo, pela forma como muitas vezes parece ser uma figura omnipresente.

De baixa estatura (cerca de 1,40 metros), tem um centro de gravidade muito baixo, o que lhe facilita o drible e a capacidade de se desembaraçar dos adversários. Depois, o grande pulmão, permite-lhe defender e atacar com a mesma qualidade e critério.

Trata-se, assim, de um jogador ideal para a posição de “box to box”, num esquema 4-3-3 ou 4-4-2 com duplo pivot.

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Jonatan Viera é um ídolo dos adeptos do Las Palmas

Na segunda liga espanhola actua um internacional sub-21 espanhol de grande qualidade que tanto pode ser utilizado como médio-ofensivo como avançado de suporte: Jonathan Viera.

Nascido a 21 de Outubro de 1989, em Las Palmas, Jonathan Viera Ramos iniciou a carreira no Atlético Féria, tendo chegado ao Las Palmas em 2008 para integrar o Las Palmas Atlético, uma espécie de equipa B do Las Palmas.

Esteve duas temporadas nessa equipa secundária, tendo jogado na II divisão B e na III divisão espanhola, tendo, na actual temporada, integrado definitivamente o plantel principal do Las Palmas.

Nesta época de 2010/11, tem se revelado uma das principais atracções da II Liga espanhola, somando 22 jogos e 3 golos e deliciando os adeptos com o seu futebol de velocidade, técnica e drible curto.

Criatividade e velocidade são os lemas de Jonathan

Com apenas 1, 70 metros, trata-se de um jogador com um centro de gravidade muito baixo, o que lhe permite driblar facilmente os adversários devido às rápidas mudanças de velocidade e ao seu magnífico jogo de pés.

Rápido e tecnicamente evoluído, é como “dez” que surge mais vezes no relvado, ainda que as suas características também lhe permitam actuar atrás do ponta de lança.

Com apenas 20 anos e internacional esperança espanhol, é um jogador a descobrirem rapidamente para comprovarem como pode vir a ser um dos grandes talentos do futebol europeu.

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Steven Vitória na selecção

Na Liga Orangina, mais concretamente no Estoril-Praia, actua um central imperial no jogo aéreo e que é uma garantia de segurança para a defesa canarinha: Steven Vitória.

Nascido a 11 de Janeiro de 1987 no Canadá, Steven de Sousa Vitória é de origem portuguesa, tendo inclusivamente representado a equipa das quinas nos escalões de sub-19 e sub-20.

A sua carreira desportiva começou no Canadá, ao serviço do Woodbridge Strikers, tendo, em 2005, passado pelos juniores do FC Porto, clube que nunca representou no futebol sénior.

Vários empréstimos sem nunca conseguir um lugar no plantel principal dos dragões

Entre 2006 e 2010, ligado contratualmente aos azuis-e-brancos, o defesa-central esteve emprestado a clubes como o Tourizense (2006/07 – 12 jogos, 1 golo); Olhanense (2007/08 e 2008/09 – 45 jogos, 1 golo); e Sp. Covilhã (2009/10 – 30 jogos, 1 golo) e, apesar de ter conseguido destacar-se, nomeadamente nos algarvios e nos serranos, nunca teve uma oportunidade no FC Porto, tendo terminado o seu vínculo aos portistas em 2010.

Livre para assinar por outro clube, transferiu-se para o Estoril, clube que representa desde a actual temporada e onde se tem assumido como peça importante da defesa canarinha, somando 24 jogos e 1 golo pela equipa estorilista.

Defesa-central muito alto e forte no jogo aéreo

Com 1, 95 metros, Steven Vitória não prima pela velocidade, sendo necessário que actue ao lado de um defesa-central mais rápido que possa dobrá-lo.

Ainda assim, é um jogador que não é facilmente ultrapassável, pois tem boa capacidade posicional e, além disso, dá um excelente contributo em termos de jogo aéreo, onde é quase insuperável.

Para equipas com baixa estatura e que sofrem com lances pelo ar, trata-se de um jogador muito importante, tanto para jogar de início, como para entrar, perto do final de um jogo, quando o adversário insiste no chuveirinho para a área.

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Tiago Duque é um jovem internacional português

Na equipa de Juvenis do Sporting Clube de Portugal actua um defesa-central que prima pela elevada qualidade que apresenta: Tiago Duque.

Nascido a 25 de Junho de 1994, Tiago Miguel Pereira Duque é natural da Amora, onde se iniciou no futebol ao serviço do clube local: Amora FC, passando depois para o Ginásio de Corroios na temporada 2008/09.

Na temporada passada, voltou a mudar de ares, trocando o Corroios pelo Sporting, onde, entretanto, ganhou o seu espaço como peça importante no centro da defesa verde-e-branca que disputa, neste momento, o Nacional de Juvenis.

Defesa-central seguro e sóbrio

Tiago Duque costuma fazer dupla no centro da defesa com Tobias Figueiredo, demonstrando bons níveis de concentração e boa capacidade de desarme.

Seguro pelo ar e pelo chão, controla melhor a agressividade que o colega de sector, sendo mais fiável nesse aspecto. Rápido e bom na antecipação, pode jogar como central mais fixo ou mais solto, consoante o que o treinador achar mais conveniente para a equipa.

Aos 16 anos, trata-se de um jogador a descobrirem num encontro dos leões no Nacional de Juvenis, ou, quem sabe, numa partida da selecção nacional de sub-17.

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Em Anfield a festa foi bracarense

Pela primeira vez na sua longa história de competições europeias, Portugal conseguiu a assinalável marca de colocar três equipas nos quartos finais da mesma prova europeia, neste caso, a Liga Europa. Em 1993/94, o nosso país havia colocado três equipas nos quartos de final das provas europeias, mas, nesse caso, em competições diferentes. Assim sendo, há que destacar o enorme feito de Benfica, FC Porto e Sporting de Braga, que, além do sucesso desportivo e do prestígio que granjearam por ultrapassarem mais um degrau, também garantiram, praticamente, o sexto lugar no ranking UEFA, que nos garantirá três equipas na “Champions” de 2012/13.

Paris SG 1-1 Benfica (Os encarnados apuraram-se com 3-2 no agregado)

O Benfica sabia de antemão que o 2-1 que trazia de Lisboa era curto e que teria de sofrer na cidade luz. Ainda assim, o Benfica entrou personalizado e até foi a primeira equipa a marcar, por intermédio de Nico Gaitán (27′) a concluir bonita jogada de contra-ataque.

No entanto, os gauleses não baixaram os braços e, até final da primeira metade, foram capazes de igualar o jogo, graças a um grande golo de Bodmer (35′) e, inclusivamente, tiveram algumas oportunidades para empatarem a eliminatória, valendo, aí, a falta de pontaria dos atacantes parisienses e a boa exibição do guarda-redes Roberto.

Após o intervalo, os encarnados apareceram novamente em melhor plano e até tiveram boas oportunidades para fazerem um segundo tento que sentenciasse a eliminatória, contudo, foram infelizes na finalização, acabando por ser obrigados a sofrer até ao final do encontro.

De facto, o Paris Saint-Germain teve algumas ocasiões para empatar a eliminatória, todavia, uma defesa milagrosa de Roberto a remate de Hoarou (79′) e uma escorregadela de Maurice (90+5′), quando tinha tudo para marcar, acabou por impedir que o marcador sofresse alterações e permitiu que a equipa portuguesa alcançasse o apuramento para os quartos de final.

FC Porto 2-1 CSKA Moscovo (os azuis-e-brancos apuraram-se com 3-1 no agregado)

Os dragões traziam uma magra vantagem da capital russa (1-0), mas não se encostaram à sombra dela, tendo chegado ao um a zero logo no primeiro minuto, na sequência de um livre de Hulk em que Akinfeev ficou muito mal na fotografia.

Na resposta, Wagner Love ainda tirou à barra, mas seria o FC Porto a aproveitar mais um disparate do guarda-redes do CSKA, para, aos 24 minutos, ampliar para 2-0, graças a um golo de Freddy Guarín.

A perderem por 2-0 neste encontro e 3-0 no cômputo da eliminatória, a equipa moscovita ainda reagiu de pronto, tendo reduzido aos 29 minutos com um golo de Tosic. Contudo, quando se esperava que esse golo tornasse a eliminatória mais emocionante, isso não se veio a verificar.

De facto, até final do jogo, o FC Porto teve sempre o controlo do mesmo, contando, inclusivamente, com um golo anulado a Rolando, num lance em que o internacional português ajeitou a bola com a mão antes de atirar para a baliza. Em suma, uma vitória inteiramente justa da equipa portuguesa que provou, nos dois jogos, que era superior ao CSKA Moscovo.

Liverpool 0-0 Sp. Braga (os arsenalistas apuraram-se com 1-0 no agregado)

O 1-0 que os bracarenses traziam da Pedreira era curto, mas dava direito de sonhar com a passagem à fase seguinte, até porque os arsenalistas já tinham ido vencer a Sevilha (4-3), depois de terem vencido os andaluzes, em casa, pelo mesmo um a zero.

Ainda assim, esperava-se uma grande pressão do Liverpool desde o primeiro minuto, uma pressão que deveria vir tanto de dentro de campo como de fora dele, todavia, para bem da equipa portuguesa, nada disso se verificou.

O Liverpool foi sempre uma equipa amorfa, sem criatividade e sem ideias, permitindo que o Sporting de Braga fosse sustendo os frágeis intentos dos ingleses sem grandes problemas.

De facto, durante todo o jogo, o principal momento de pânico para a defesa arsenalista, surgiu num lance em que o árbitro deixou que Skrtel, em claro fora de jogo, tivesse uma oportunidade para se isolar perante Artur Moraes. Aí, o guarda-redes brasileiro foi enorme e negou o golo ao defesa-central eslovaco.

Assim sendo, o Sporting de Braga garantiu o zero a zero final e alcançou um feito histórico, eliminando um Liverpool que, mesmo longe dos melhores tempos, será sempre o Liverpool

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Marcus Pedersen tem estado na ribalta

Nos holandeses do Vitesse actua um ponta de lança combativo e com um excelente sentido de baliza, que pode dar muito que falar no futuro: Marcus Pedersen.

Nascido a 8 de Junho de 1990 em Hamar, Noruega, Marcus Pedersen iniciou a sua carreira como jogador juvenil do Strange, tendo passado para o bem mais conhecido Ham Kam em 2005. Pelo Hamarkameratene (por algum motivo utilizam o diminutivo Ham Kam…), Marcus Pedersen estreou-se no futebol sénior em 2006, ainda que só tivesse feito quatro jogos oficiais. Depois, na temporada seguinte, o jovem continuou a aparecer na equipa principal do clube norueguês, mas voltou a fazer poucos jogos (seis), ainda que tenha conseguido marcar o primeiro golo como sénior.

Destacou-se no Strømsgodset

No início da temporada 2008, com apenas 17 anos, transferiu-se para o Strømsgodset, onde garantiu rapidamente a titularidade. De facto, ao longo de toda a época, Marcus Pedersen fez 24 jogos e marcou 10 golos, contribuindo para que o Strømsgodset conseguisse a manutenção no principal escalão norueguês.

Na temporada seguinte, o avançado somava 11 golos em 19 jogos, quando acabou transferido, a 30 de Agosto, para o Vitesse, onde actua neste momento. Apesar de apenas ter 20 anos, tem se adaptado bem a um novo país e a um campeonato mais competitivo, somando 4 golos em 13 jogos e começando a ganhar o seu espaço na equipa holandesa.

O “Rooney norueguês”

Marcus Pedersen é um atacante rápido, possante e muito combativo, sendo muitas vezes comparado a Wayne Rooney pela comunicação social norueguesa. Bom tecnicamente e com um excelente sentido de baliza, parece estar sempre no sítio certo para finalizar sempre com qualidade.

Tanto ao lado de outro avançado num esquema de dois pontas de lança, como sozinho num 4-3-3, Marcus Pedersen destaca-se como um avançado muito perigoso e difícil de marcar, sendo que, aos 20 anos, e com toda a carreira pela frente, será difícil adivinhar até onde pode chegar o norueguês.

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Miguel Rosa dá criatividade ao meio-campo azul

Uma das promessas do futebol encarnado evolui, neste momento, na Liga Orangina ao serviço do Belenenses. Refiro-me ao médio-ofensivo Miguel Rosa.

Miguel Alexandre Jesus Rosa nasceu a 13 de Janeiro de 1989 em Lisboa e é um produto das escolas do Sport Lisboa e Benfica, onde. em 2007/08, teve um magnífico último ano de Juniores, marcando 18 golos em 32 jogos.

Na passagem para o futebol sénior, os responsáveis encarnados emprestaram-no ao Estoril onde evoluiu na época 2008/09, terminando a temporada com 24 jogos efectuados e 4 golos apontados.

Explosão no Carregado, confirmação no Belenenses

No ano seguinte, apesar de ter sido emprestado ao bem modesto Carregado, que haveria de descer de divisão no final da temporada, Miguel Rosa continuou a demonstrar todo o seu talento, oferecendo criatividade e golos ao clube ribatejano. De facto, ao longo de uma época muito fraca em termos colectivos, Miguel Rosa conseguiu marcar 13 golos em 33 jogos e provar que merecia uma oportunidade no Benfica.

Ainda assim, os encarnados entenderam que ainda não era a hora de Miguel Rosa e preferiram emprestá-lo novamente na actual temporada, desta feita, ao histórico Belenenses. Nos azuis, quando caminhamos para o final da época, o médio-ofensivo já apontou 8 golos em 23 jogos, mantendo-se com números muito interessantes para um “dez”

“Dez ” ou “oito” de grande talento

Miguel Rosa, com apenas 1,74 metros, é digno de se utilizar a frase feita “Pequeno grande jogador”. Jogador rápido e criativo, é muito inteligente com a bola no pé, sabendo quando e como deve executar e também tem uma capacidade finalizadora bastante apreciável, como se pode perceber pelos golos que tem marcado ao longo da sua carreira.

Apesar de ser mais indicado para actuar numa posição “dez” seja em 4-4-2 losango ou em 4-3-3, o médio criativo também pode recuar para uma posição mais de “box to box”, seja como “oito” num 4-3-3 ou como jogador com características mais ofensivas de um duplo-pivot num 4-4-2 clássico ou 4-2-3-1.

Ainda assim, pela suas características físicas e técnicas, é preferível que o deixem na posição “dez”, onde estará sempre mais propício a usar a sua elevada criatividade para criar inúmeros desequilíbrios às equipas contrárias.

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