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Posts Tagged ‘Dínamo Moscovo’

Frechaut com a camisola das quinas

Presente no histórico e inédito título boavisteiro e peça importante na ascensão do Sporting de Braga no espectro futebolístico português, Frechaut chegou mesmo a representar a selecção nacional por dezassete vezes, tendo estado presente no Mundial 2002 e nos Jogos Olímpicos 2004, duas provas de má memória para a equipa das quinas. Defesa-direito ou médio-defensivo, Frechaut era um jogador rápido e raçudo mas também mostrava excelente posicionamento e uma técnica apreciável, cotando-se como uma mais valia significativa para qualquer clube que representou.

Campeão no Bessa é um produto das escolas sadinas

Nuno Miguel Frechaut Barreto nasceu a 24 de Setembro de 1977 em Lisboa, tendo iniciado a sua carreira futebolística no V. Setúbal, clube pelo qual se estreou profissionalmente em 1996/97. No Vitória, Frechaut havia de permanecer até 1999/00, tendo efectuado 76 jogos e dois golos pelo clube sadino.

Em 2000/01, transferiu-se para o Boavista, clube onde se sagrou campeão nacional logo na primeira temporada. Nos axadrezados, havia de se manter até 2004/05, tendo passado no Porto os melhores momentos da sua carreira desportiva, pois, além de campeão nacional, foi também no Bessa que iria garantir o direito a chegar à selecção nacional.

Peça importante na ascensão bracarense 

Em 2005, trocou o Boavista pelo Dínamo Moscovo, mas não foi muito feliz na experiência russa, tendo regressado a Portugal a meio de 2005/06 para representar o Sp. Braga.

Nos arsenalistas, impôs se rapidamente, tendo-se assumido como peça regular do onze bracarense durante a segunda metade dessa época e nas três temporadas seguintes. Ao todo, fez 76 jogos (4 golos) pelo Sp. Braga.

Já no decorrer da temporada 2009/10, Frechaut trocou a equipa minhota pelos franceses do Metz, clube da Ligue II que representou nas últimas duas temporadas, mas sem se conseguir assumir como titular absoluto.

No último dia de mercado do defeso de Verão, Frechaut, então com 33 anos, transferiu-se sem custos para a Naval, clube que tem representado com dignidade, mas onde demonstra estar bastante longe dos seus tempos áureos.

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Actual líder do campeonato russo, o Zenit São Petersburgo chega a este duelo dos oitavos de final da Liga dos Campeões diante do Benfica após ter ficado em segundo lugar no seu grupo, curiosamente, à frente de outra equipa portuguesa, o FC Porto. Clube milionário graças ao patrocínio da Gazprom (maior empresa de gás do Mundo), o Zenit tem conhecido um passado recente cheio de títulos, tendo conquistado inclusivamente a Taça UEFA em 2007/08 e procurando agora, pela primeira vez na sua história, o acesso aos quartos de final da prova mais importante do continente europeu.

O Zenit actua no Estádio Petrovsky

Quem é o Zenit?

O Zenit São Petersburgo foi fundado em 1925, mas nunca foi um gigante no futebol soviético, tendo apenas ganho uma Taça da União Soviética (1944) e um campeonato soviético (1984), numa fase em que o futebol da URSS era dominado pelos clubes moscovitas e pelo Dínamo Kiev.

No entanto, já depois da dissolução da União Soviética, o clube de São Petersburgo chegou mesmo a cair na nova segunda divisão da Federação Russa, tendo regressado em 1996 e recebido um grande incremento de qualidade quando beneficiou do patrocínio da Gazprom.

Esse enriquecimento haveria de garantir frutos em 2007 com o primeiro título russo, tendo ainda o Zenit conquistado a Taça UEFA em 2007/08, a Supertaça Europeia em 2008 e novo campeonato russo em 2010, assumindo-se, neste momento, como um dos grandes clubes da Rússia, tendo grandes jogadores como Bruno Alves, Danny, Kerzhakov e Criscito.

Luciano Spalletti é o treinador do Zenit

Como joga?

Treinado pelo italiano Luciano Spalletti, o Zenit é um conjunto que sabe praticar bom futebol, mas também é conservador quando necessário, podendo actuar com o bloco demasiado baixo em inúmeras partidas como foi exemplo o duelo diante do FC Porto na última jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões.

Defensivamente é uma equipa bastante segura, destacando-se Bruno Alves como chave da boa qualidade do sector, tendo depois no ataque elementos rápidos e perigosíssimos como Lazovic ou Faizulin, ainda que esteja orfã por lesão daquele que é a grande estrela da companhia, o internacional português Danny.

No duelo diante do Benfica e apesar das ausências de Danny e Criscito, o clube russo deverá manter o 4x3x3, actuando com um onze que não deve andar longe do seguinte: Zhevnov; Anyukov, Bruno Alves, Hubocan e Lombaerts; Zyrianov, Shirokova e Denisov; Faizulin, Kerzhakov e Lazovic.

Kerzhakov é um avançado de qualidade

Quem é que o Benfica deve ter debaixo de olho? Kerzhakov

Na ausência de Danny, a grande estrela do Zenit é o ponta de lança internacional russo Kerzhakov, jogador que tem grande experiência internacional ao serviço de clubes como o de São Petersburgo, mas também o Sevilha e o Dínamo Moscovo. Produto das escolas do Zenit, o avançado-centro marcou 95 golos em 205 jogos entre 2001 e 2006 com a camisola do clube patrocinado pela Gazprom, tendo garantido depois uma transferência para Espanha e para o Sevilha.

No futebol espanhol, nunca brilhou ao nível que havia feito no Zenit e, assim, regressou à Rússia em 2008, transferindo-se para o Dínamo Moscovo onde, em duas épocas, efectuou excelente registo (59 jogos, 23 golos). De regresso ao Zenit desde 2010, o internacional russo já marcou 33 golos em 59 jogos, tendo sido peça importante na conquista do título russo no ano em que regressou a São Petersburgo.

Pelas suas características: mobilidade, capacidade técnica e enorme frieza na hora de atirar à baliza, trata-se de um jogador que os benfiquistas não deverão deixar respirar neste duelo dos oitavos de final, obrigando a dupla Garay-Luisão a atenções redobradas na marcação ao internacional russo.

Como chegou aos 8/final?

Fase de Grupos:

  • Zenit vs Apoel Nicósia (CHI) 0-0 e 1-2
  • Zenit vs FC Porto (POR) 3-1 e 0-0
  • Zenit vs Shakhtar Donetsk (UCR) 1-0 e 2-2
Classificação:
  1. Apoel Nicósia (CHI) 9 pontos
  2. Zenit 9 pontos
  3. FC Porto (POR) 8 pontos
  4. Shakhtar Donetsk (UCR) 5 pontos

Confrontos com equipas portuguesas em provas da UEFA

Taça UEFA (2005/06): Zenit vs V. Guimarães 2-1

Liga Europa (2009/10): Zenit vs Nacional 1-1 e 3-4

Liga dos Campeões (2011/12): Zenit vs FC Porto 3-1 e 0-0

As possibilidades do Sport Lisboa e Benfica

Por várias razões, entendo que o Benfica é superior ao clube russo, tanto a nível de plantel como das condicionantes que envolvem esta partida: o campeonato russo está parado e a grande estrela do Zenit (Danny) está impedido de actuar por lesão.

Ainda assim, os encarnados terão de ser uma equipa muito inteligente na forma como abordarão a eliminatória, pois o clube russo é uma equipa muito fria e eficaz e, se conseguir um bom resultado em São Petersburgo, não terá qualquer problema de “estacionar o autocarro” no Estádio da Luz para defender a vantagem.

Assim sendo, o Benfica terá de ser uma equipa muito concentrada e matreira o quanto baste, para que possa superar com naturalidade este adversário russo.

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Karyaka não foi feliz no Benfica

Nem todos os insucessos desportivos de certos jogadores que chegaram a Portugal derivam de problemas de falta de talento ou de indisciplina. Existem casos de jogadores talentosos e que até são dignos profissionais, mas que depois, por uma razão ou outra, nunca conseguem vingar verdadeiramente no clube para onde se transferiram, acabando por deixá-lo rapidamente e sem grande honra ou glória. Um desses exemplos actuou no Benfica durante ano e meio e apesar de ter demonstrado alguma qualidade, pouco ou nada jogou, acabando por deixar os encarnados quase em anonimato na pausa invernal de 2007/08.

Fez a formação futebolística em Dnipropetrovsk

Andrei Karyaka nasceu a 1 de Abril de 1978 em Dnipropetrovsk, Ucrânia, ainda que tenha assumido a nacionalidade russa e tenha mesmo representado a equipa principal da Rússia por 27 ocasiões (6 golos).

O percurso como jogador juvenil foi efectuado na sua cidade natal, tendo o médio de origem ucraniana actuado nas escolas de formação de Dnipropetrovsk até 1995, ano em que se transferiu para o Metalurh Donetsk. Nesse clube, Karyaka haveria de permanecer até 1997, efectuando 41 jogos e 6 golos.

Passagens pelo CSKA Kiev e Krylya Sovetov antes de chegar à Luz

Após a experiência em Donetsk, o médio russo continuou na Ucrânia, mas transferiu-se para o CSKA Kiev, onde permaneceu durante dois anos com relativo sucesso, tendo depois se transferido para o futebol russo em 2000, trocando o clube da capital ucraniana pelo Krylya Sovetov.

No clube russo, o médio haveria de finalmente se impor verdadeiramente, permanecendo na equipa de Samara até 2005, somando 130 jogos e 49 golos e conseguindo inclusivamente chegar à selecção russa, nação que representou no Euro 2004 disputado em Portugal.

Passagem sem glória pelo Benfica

No defeso de 2006/07, Karyaka era um internacional russo bastante pretendido por vários clubes de nomeada da Europa, acabando por se transferir para Portugal e para o Benfica. Conhecido por ser um médio-centro ou ala-esquerdo de boa qualidade técnica, o russo chegou com vontade de conquistar o seu espaço no clube encarnado, todavia, acabou por só fazer 16 jogos (3 golos) durante a época e meia em que esteve em Lisboa.

Nesse período, o internacional russo também foi prejudicado por uma pseudo-entrevista que teria dado a um jornal russo e em que dizia que Portugal era um país retrógada e que não gostava do seu papel no Benfica. Karyaka acabou por processar esse orgão de comunicação social e chegou-se à conclusão que essa entrevista havia sido fabricada.

Jogador livre após passagens pelo Saturn e Dínamo de Moscovo

Após sair dos encarnados, o médio transferiu-se para o Saturn, clube onde permaneceu até 2010, sendo sempre titular e somando um total de 108 jogos e 18 golos. Em 2011/12, todavia, o internacional russo voltou a mudar de ares, mudando-se para a capital russa e para o Dínamo Moscovo, clube onde não foi especialmente feliz, tendo actuado em apenas 11 jogos oficiais até ter rescindido o contrato recentemente.

Neste momento, o internacional russo tem 33 anos, mas continua há procura de um clube onde possa terminar, dignamente, a longa carreira desportiva.

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Shunin é uma promessa russa

No histórico Dínamo de Moscovo do campeonato russo desponta um jovem guarda-redes internacional russo que tem um futuro muito promissor à sua frente: Anton Shunin.

Nascido a 27 de Janeiro de 1987 em Moscovo, Rússia, Anton Shunin é um produto das escolas do Dínamo Moscovo, clube pelo qual se estreou profissionalmente a 21 de Abril de 2007 num desafio diante do Khimki que o Dínamo venceu por 2-1.

Nessa temporada de 2007, o jovem guarda-redes acabou a época com 25 jogos realizados e pensou-se que teria pegado de estaca na baliza do clube da capital russa, todavia não foi isso que aconteceu.

Entre 2008 e 2010, Shunin nunca foi titular absoluto no Dínamo Moscovo, somando um total de 26 jogos realizados ao longo dessas três temporadas. Contudo, na actual temporada de 2011/12, época em que o campeonato russo faz uma transição para um calendário de Outono-Primavera, o guarda-redes russo voltou a assumir-se como principal dono da baliza do clube moscovita, somando 33 jogos pelo Dínamo Moscovo e conseguindo, inclusivamente, regressar à selecção russa.

Guarda-redes frio e elástico

Anton Shunin é um guarda-redes típico da escola russa, revelando-se bastante frio e seguro entre os postes, jamais inventando ou arriscando em demasia.

Com 1,91 metros, trata-se de um elemento muito seguro no jogo aéreo, sendo bastante forte nos cruzamentos para a área, ainda que apesar da elevada estatura, também seja um jogador bastante seguro junto à relva.

Elástico e corajoso a sair-se aos pés dos avançados, trata-se de um guarda-redes completo e promissor ao qual os clubes portugueses deviam estar de olho.

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Esta é apenas a terceira participação da Austrália num campeonato do mundo, todavia, a evolução dos “cangurus” é impressionante. O percurso no Mundial 2006 foi brilhante e passou pela eliminação do Japão e da Croácia. Nessa competição, a equipa australiana apenas caiu nos oitavos de final aos pés da Itália (0-1) e o golo que lhes custou a eliminação só surgiu nos descontos, através de um penalti muito duvidoso. Agora, quatro anos mais tarde e beneficiando da mudança da Confederação da Oceania para a Confederação Asiática (situação que em muito melhorou a sua competitividade), os cangurus prentendem, pelo menos, fazer uma campanha igual à do campeonato do mundo anterior. Veremos se Gana, Sérvia e Alemanha estão pelos ajustes.

A Qualificação

Na 3ª Fase de apuramento, sabendo que se apuravam duas equipas, os australianos relaxaram um pouco e acabaram por terminar o agrupamento com duas derrotas. Mesmo assim, num grupo forte com Qatar, Iraque e China, terminaram no primeiro posto com os mesmos pontos do segundo classificado: Qatar.

No entanto, a participação na 4ª e última fase de apuramento foi impressionante. Diante de Japão, Bahrain, Qatar e Uzbequistão, os cangurus venceram seis jogos, empataram dois e não perderam nenhum, terminando na primeira posição com mais cinco pontos que a selecção nipónica.

Nesta campanha, destaque para a vitória caseira diante do Japão (2-1) e das duas vitórias diante da complicada selecção do Bahrain (1-0 e 2-0), que, lembre-se, eliminou a Arábia Saudita de José Peseiro.

Em suma, tratou-se de uma excelente caminhada que só poderia terminar com o apuramento australiano para o campeonato do mundo de futebol.

3ª Fase: Grupo 1 – Classificação

  1. Austrália 10 pts
  2. Qatar 10 pts
  3. Iraque 7 pts
  4. China 6 pts

4ª Fase: Grupo A – Classificação

  1. Austrália 20 pts
  2. Japão 15 pts 
  3. Bahrain 10 pts
  4. Qatar 6 pts
  5. Uzbequistão 4 pts

O que vale a selecção australiana?

Apesar da selecção australiana vir do outro lado do mundo, trata-se de uma equipa de perfil europeu, pois quase todos os seus jogadores actuam em clubes do velho continente. A equipa de Phil Verbeek, apesar de calculista e de privilegiar o colectivo, tem  também excelentes valores individuais como Kewell e Cahill e deverá disputar o segundo lugar do Grupo D com Gana e Sérvia.

Actuando em 4-4-2 clássico, a Austrália apresenta um esquema defensivo composto por um guarda-redes muito seguro (Schwarzer), dois laterais muito ofensivos (Chipperfield e Emerton) e, depois, no centro da defesa, um duo experiente: Moore e Lucas Neill, sendo que Rhys Williams, central do Middlesbrough, também é uma excelente opção.

No meio campo, Jason Culina é um médio defensivo que não se limita a destruir jogo, pois é muito bom no passe curto e combina muito bem com o box to box e grande estrela da equipa: Tim Cahill. Ao médio do Everton cabe a exigente tarefa de construção de jogo ofensivo dos “socceroos”, mas, também, de ajudar Culina nas tarefas defensivas. Depois, nas alas, encontramos Bresciano (à esquerda) e Wilkshire (à direita). Dois atletas que atacam bem, mas que também são seguros a defender, dando muita consistência táctica à equipa australiana.

Por fim, o ataque está entregue a Holman e Kewell. Nenhum deles é um ponta de lança puro, pois ambos são jogadores muito móveis que gostam de cair para as linhas e confundir as marcações. Apesar de nenhum ser um verdadeiro goleador, poderão criar muitos problemas às defesas contrárias, nomeadamente, Kewell, um jogador de grande qualidade técnica, fortíssimo no um contra um e que costuma ser letal na finalização. No caso de Phil Verbeek querer dar mais poder de fogo aos cangurus, basta retirar Holman, recuar um pouco Kewell e lançar, como ponta de lança fixo, o atacante do Nagoya: Kennedy.

Uma equipa muito homogénea e de boa qualidade que pode surpreender por terras sul-africanas.

O Onze Base

Temos muitas dúvidas se o seleccionador Verbeek vai optar por Holden ou Kennedy, mas, se optar pelo atacante mais móvel, o onze deverá ser Schwarzer (Fulham) na baliza; Chipperfield (Basileia), a defesa-esquerdo, Emerton (Blackburn), à defesa direito e Moore (Kavala) e Neill (Galatasaray) como centrais; Depois, no meio campo, Culina (Gold Coast) a trinco, Cahill (Everton), a médio centro, e Bresciano (Palermo) e Wilkshire (Dínamo Moscovo) como alas; Por fim, no ataque, dois atacantes plenos de mobilidade: Kewell (Galatasaray) e Holman (AZ).

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

O grupo dos australianos não é nada fácil, todavia, se não parecem ter condições de disputar o primeiro lugar com os alemães, aparentam ter as mesmas hipóteses de sérvios e ganeses na luta pelo segundo lugar. Aliás, se os cangurus continuarem a demonstrar a grande consistência táctica que têm apresentado até aqui, poderão, inclusivamente, ter alguma vantagem na luta pelo último posto de apuramento para os oitavos de final.

 Calendário – Grupo D (Mundial 2010)

  • 13 de Junho: Austrália vs Alemanha
  • 19 de Junho: Austrália vs Gana
  • 23 de Junho: Austrália vs Sérvia

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