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José Mourinho joga o presente e futuro na "Champions"

Mourinho joga o presente e futuro na “Champions”

O Sorteio dos oitavos de final da Liga dos Campeões colocou o Real Madrid no caminho do Manchester United naquele que, provavelmente, é o duelo mais interessante da prova, pois o outro grande desafio (BarcelonaxMilan), acaba por ser apenas um confronto entre dois nomes do passado, pois, actualmente, o Barça é uma equipa infinitamente superior aos “rossoneri”.

No entanto, mais que um grande jogo entre o actual líder da Premier League e o campeão em título da Liga Espanhola, defrontam-se dois antigos rivais da Liga Inglesa, José Mourinho e Alex Ferguson, além de que, mais do que tudo isso, este é um confronto entre o actual e o que muitos dizem futuro treinador do Manchester United.

De facto, existe uma crescente e forte corrente de opinião, entre jornalistas, futebolistas e treinadores do Reino Unido, que defende que José Mourinho é o homem ideal para abraçar o lugar de Alex Ferguson em 2013/14 (ou 2014/15) quando Sir Alex se retirar da sua extensa e gloriosa carreira.

Curiosamente, este duelo surge numa altura em que o Real Madrid já perdeu o campeonato (13 pontos não são recuperáveis no contexto actual da Liga Espanhola) e em que a posição de José Mourinho está cada vez mais fragilizada. De facto, e porque a Taça do Rei conta pouco para a exigente família merengue, só a Liga dos Campeões pode salvar a pele do treinador português.

Na verdade, a ironia começa aqui. José Mourinho dificilmente resistirá a uma eliminação nos oitavos de final da “Champions”, pois sem campeonato espanhol para ganhar e com o fim do percurso europeu, o “Special One” torna-se um treinador demasiado caro para as ambições reduzidas até ao final da temporada 2012/13. Além disso, será o segundo ano consecutivo sem conseguir o tão ambicionado sucesso europeu e isso, valha a verdade, deverá ser fatal para Mourinho.

Assim sendo, o treinador português pode acabar por cair na “Champions” e no Real Madrid com a equipa que muitos avançam que pode ser a sua futura equipa, criando um paradoxo que pode fomentar uma mudança de paradigma. De facto, uma coisa são os “red devils” avançarem para um treinador de sucesso presente e que se assuma como alternativa equiparada a Sir Alex, outra, ao invés, é avançarem para um treinador despedido e que, curiosamente, até caiu com o Manchester United.

Obviamente que tudo isto são suposições e o Real Madrid tem todas as condições para superar o conjunto inglês e, inclusivamente, avançar até à conquista da Liga dos Campeões, todavia, esta partida com o Manchester United acaba por ser muito mais que uma eliminatória da “Champions”, tendo o condão de jogar com o presente e futuro do melhor treinador português de sempre.

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Peseiro não tem o ADN dos vencedores

José Peseiro é um excelente treinador do panorama futebolístico português. Dotado de elevados conhecimentos e com uma visão abrangente do desporto rei, o actual técnico do Sporting de Braga é conhecido por colocar as equipas a jogarem um futebol romântico e bastante agradável à vista, todavia, falha em algo extremamente importante: ganhar nos momentos chave.

A situação já não é nova. No Sporting, muitos ainda idolatram o ano do quase, esquecendo que José Peseiro, em 34 jornadas, fez 61 pontos, ou seja, menos onze que Paulo Bento (entrou à sétima jornada) na época seguinte e menos doze que Fernando Santos em 2003/04. Para terem uma ideia do fraco desempenho global dos três grandes nessa temporada, lembre-se que o Benfica de Trapattoni foi campeão com 65 pontos, enquanto o FC Porto de Mourinho foi campeão em 2003/04 com 82 pontos e o de Co Adriaanse foi campeão em 2005/06 com 79 pontos.

Nessa temporada, o Sporting tinha tudo para ser campeão nacional, pois tinha muito melhor plantel que o Benfica e, tendo um plantel equivalente ao do FC Porto, beneficiava de uma maior estabilidade que uma equipa azul-e-branca ainda a digerir a saída de José Mourinho. Ao contrário do que muitos dizem, os leões não perderam esse campeonato graças à cabeçada de Luisão, mas, ao invés, por uma série de resultados impensáveis, como perder em casa com o Penafiel (0-2) e Marítimo (0-1) ou somar empates caseiros com equipas como o U. Leiria, V. Setúbal e Académica.

Também nessa altura, era habitual o Sporting perder pontos na recta final dos jogos, foi assim na derrota (2-3) na Choupana ou no empate (2-2) em Aveiro. Era um futebol apaixonante, ofensivo, mas que, quando tinha a presa dento do saco, muitas vezes não o sabia fechar, permitindo volte-faces dolorosos como o da final da Taça UEFA diante do CSKA Moscovo.

Ontem, mal vi Beto sair de forma disparatada no lance do golo de van Persie, disse em voz alta: “O Sp. Braga ainda vai perder este jogo.” Fui preconceituoso, admito, mas não me enganei e, mais grave do que isso, vejo que José Peseiro não mudou nada de há oito temporadas para cá. Continua o mesmo romântico que coloca sorrisos nos adeptos, apenas para depois transformar esses sorrisos em desespero, à medida que os minutos passam e a bonança se transforma em tempestade.

A falha de Beto no lance do empate dos “red devils” é gritante, mas o Sp. Braga não podia ter continuado com o mesmo esquema de jogo diante dos ingleses. José Peseiro não soube resguardar a equipa e não deixa de ser irónico que o Manchester United, a perder no recinto de uma equipa menos cotada, consiga empatar num lance em que os bracarenses estavam descompensados em zona defensiva. Convido o José Peseiro a ver o vídeo do Celtic-Barcelona de ontem e a tirar algumas ilações.

O ex-treinador do Sporting continua a revelar os mesmos problemas. Excelente técnico a montar a equipa, é pouco lesto a alterá-la, denotando muitos problemas em reagir a alterações tácticas do adversário e acabando, invariavelmente, por permitir cambalhotas no marcador de jogos que, aparentemente, pareciam ganhos.

Enquanto isso se mantiver, dificilmente José Peseiro deixará de ser o treinador do “quase”, mantendo-se, ao invés, como um treinador que as pessoas simpatizam, mas que nunca será visto como um treinador ganhador. O futuro pode contrariar-me, mas, pelos últimos exemplos, a máxima parece manter-se “Uma vez Peseiro, para sempre Peseiro…”

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O último obstáculo verde-e-branco no sonho de chegar à final da Liga Europa é uma forte e dinâmica equipa basca que já teve o condão de ultrapassar equipas como o Manchester United ou o Schalke 04: Athletic Bilbau. Bandeira da comunidade basca (apenas podem actuar jogadores bascos, de origem basca ou formados desde cedo no escalões de formação do Athletic), “Los Leones” são um dos clubes com mais títulos em Espanha, sendo o quarto clube com mais ligas espanholas (oito) e o segundo com mais taças do rei (vinte e quatro). A nível europeu, todavia, o melhor que conseguiram foi uma final da Taça UEFA em 1976/77, feito que, espera-se, não voltem a repetir na actual temporada.

O San Mamés é um inferno

Quem é o Athletic Bilbau?

Fundado em 1898, o Athletic Bilbau é um clube com 114 anos de história e de títulos, tendo desde cedo se assumido como um dos grandes clubes de Espanha.

Desde que foi criado, o clube baseia a sua política na utilização exclusiva de jogadores bascos, sejam eles do País Basco, Navarra ou País Basco Francês, ainda que nos últimos tempos essa política tenha sido aligeirada e jogadores de origem basca mas de outros locais, assim como atletas não bascos mas formados desde muito cedo nas camadas jovens do Athletic também possam ser chamados à equipa principal.

Apesar dessa política restrita, o Athletic assumiu-se sempre como uma equipa que ombreava de igual para igual com os maiores de Espanha, tendo conquistado oito campeonatos domésticos e vinte e quatro taças do rei. Ainda assim, desde 1983/84, “Los Leones” nunca mais conseguiram conquistar um título, situação que também foi agravada com o advento da Lei Bosman e a proliferação de estrangeiros no seio da Liga Espanhola.

Tendo uma história rica em termos domésticos, o Athletic Bilbau, todavia, nunca conseguiu grandes feitos a nível europeu, sendo que a sua melhor campanha surgiu em 1976/77, quando alcançou a final da Taça UEFA, mas perdeu no duelo decisivo com a Juventus (2-1 e 0-1).

Bielsa é dos melhores treinadores do Mundo

Como joga?

Treinado pelo mago argentino Marcelo Bielsa, o Athletic Bilbau é uma equipa de grande qualidade individual e colectiva que, pelo seu estilo de jogo, é muitas vezes considerada uma espécie de pequeno barça.

Actuando num 4x3x3 pleno de mobilidade e criatividade, “Los Leones” são extremamente fortes do meio-campo para a frente, onde jogadores como o médio-ofensivo De Marcos, os extremos Susaeta e Muniain e o ponta de lança Llorente formam um quarteto de enorme qualidade atacante.

Mais atrás, a equipa basca tem menos qualidade individual, todavia, jogadores como o lateral-direito ofensivo Iraola e o trinco Javi Martinez (não pode jogar em Alvalade) também garantem talento ao conjunto de Bielsa.

Equipa sem medo de ter a bola e de assumir o jogo, é fortíssima nas transições, sendo assim um conjunto híbrido que tanto se sente à vontade numa estratégia de ataque continuado, como sabe ser letal em lances de contra-ataque.

Nesse seguimento estratégico e com essa ideologia de futebol de qualidade, o Athletic deverá aparecer em Alvalade com o seguinte onze: Gorka Iraizoz; Iraola, Ekiza, Amorebieta e Aurtenetxe; Iturraspe, Ander Herrera e De Marcos; Susaeta, Llorente e Muniain.

Fernando Llorente é um matador

Quem é que o Sporting deve ter debaixo de olho? Llorente

Aquele que talvez seja o jogador mais decisivo da equipa de Bilbau é um ponta de lança alto e possante que funciona como referência ofensiva do conjunto basco: Fernando Llorente.

Aos 27 anos, o avançado basco já soma 20 internacionalizações (7 golos) pela selecção espanhola e leva (quase) todo o seu percurso desportivo ao serviço do Athletic Bilbau, clube onde concretizou por 81 vezes em 232 jogos da liga espanhola.

Jogador com 1,95 metros, trata-se, naturalmente, de um jogador com forte presença na área, sendo muito difícil de marcar e que em cada duas ocasiões que lhe chegam aos pés ou à cabeça, factura pelo menos uma.

Ainda assim, caso o seu marcador directo esteja atento na marcação e não deixe que o esférico chegue em condições ao poderoso avançado basco, este não reúne características que lhe permitam contornar essa situação, acabando por desaparecer um pouco do jogo. Para bem do Sporting, esperemos que assim aconteça.

Como chegou às semi-finais?

Playoff: Athletic Bilbau vs Trabzonspor (TUR) 0-0, não se realizando a segunda mão, pois o Trabzonspor foi repescado para a “Champions”

Fase de grupos:

  • Athletic Bilbau vs PSG (FRA) 2-0 e 2-4
  • Athletic Bilbau vs Red Bull Salzburgo (AUT) 2-2 e 1-0
  • Athletic Bilbau vs Slovan Bratislava (ESL) 2-1 e 2-1

Classificação:

  1. Athletic Bilbau 13 pontos
  2. Red Bull Salzburgo (AUT) 10 pts
  3. PSG (FRA) 10 pts
  4. Slovan Bratislava (ESL) 1 pt

16/Final: Athletic Bilbau (ESP) vs Lokomotiv Moscovo (RUS) 1-0 e 1-2

8/Final: Athletic Bilbau vs Manchester United (ING) 2-1 e 3-2

4/Final: Athletic Bilbau vs Schalke 04 (ALE) 2-2 e 4-2

As possibilidades do Sporting Clube de Portugal

O último obstáculo para o Sporting chegar à final da Liga Europa é um osso duro de roer, mas o grande Sporting que eliminou o Manchester City e Metalist terá condições mais que suficientes para superar uma equipa que, apesar da excelente campanha europeia, se encontra apenas na sétima posição da Liga Espanhola e a quarenta!! pontos do líder Real Madrid.

Será, no entanto, necessário manietar a linha de construção ofensiva do Athletic composta por jogadores como Muniain e De Marcos, mas, também, anular o forte ponta de lança internacional espanhol Llorente. Depois, se os leões aliarem esse factor à exploração da mais frágil linha defensiva, nomeadamente o lateral-esquerdo Aurtenetxe, tudo poderá estar alinhado para vermos os verde-e-brancos na final de Bucareste.

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Xhaka é uma pérola do Basileia

Um dos jogadores que mais me agradou ver nesta primeira fase da Liga dos Campeões foi um médio-centro do Basileia, o kosovar naturalizado suíço: Granit Xhaka.

Nascido a 27 de Setembro de 1992 no Kosovo, Granit Xhaka é o irmão mais novo de Taulant Xhaka (também ele futebolista) e encontra-se na Suíça desde muito novo, tendo iniciado a sua carreira em 2000 nas escolas de formação do Concordia Basileia.

Em 2002, transferiu-se para o Basileia, clube que representa até este momento, tendo se estreado profissionalmente na temporada 2010/11, mais concretamente a 4 de Agosto de 2010, num jogo diante dos húngaros do Debrecen (3-1) a contar para as eliminatórias da Liga dos Campeões.

Até este momento, o médio-centro já soma 45 jogos (3 golos) pelo Basileia, assumindo-se como peça fundamental do conjunto suíço e tendo inclusivamente conquistado o título nacional helvético em 2010/11.

Peça importante na selecção suíça

Internacional por todos os escalões de formação pela Suíça, o jovem jogador do Basileia teve o seu momento mais alto em 2009, quando se sagrou campeão mundial de sub-17 ao serviço da selecção helvética.

Com apenas 18 anos, em Junho de 2011, o médio-centro haveria de garantir a primeira internacionalização A pela Suíça, estreando-se em Wembley num empate (2-2) com a Inglaterra. Desde essa partida, Xhaka haveria de fazer mais cinco partidas pela equipa helvética, assumindo-se como peça muito importante do meio-campo suíço e marcando o seu primeiro golo pela “Nati” numa vitória diante do Luxemburgo (1-0).

Médio-centro de grande inteligência posicional

Granit Xhaka é um médio-centro de 1,83 metros, que faz da sua grande capacidade posicional e inteligência a ler o jogo os seus grandes recursos. Forte fisicamente e com bons recursos técnicos, trata-se de um jogador que garante segurança à frente da defesa, tanto pela forma como cobre bem os espaços como pela fácil recuperação de bola.

No último jogo diante do Manchester United, formando com Cabral o duplo-pivot defensivo, foi o elemento do duo com mais responsabilidades ofensivas, percebendo-se facilmente que tem boa capacidade de construção e é efectivo nas transições defesa/ataque.

Pelas suas caractéristicas, é ideal para actuar ao lado de um trinco de tracção mais defensiva num 4x2x3x1, mas também pode actuar como “seis” puro ou “oito” num 4x3x3.

Neste momento, com apenas 19 anos, trata-se de um jovem muito talentoso e que merece que qualquer clube português interessado num bom médio-centro esteja de olho nele.

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Malafeev segurou o nulo no FC Porto-Zenit

O FC Porto não conseguiu superar o Zenit de São Petersburgo em duelo da Liga dos Campeões e, dessa forma, ficou privado do apuramento para os oitavos de final da prova milionária, situação que para além do prestígio desportivo, também priva os dragões de conquistarem três milhões de euros. Todavia, tanto no plano desportivo como financeiro, será que se tratou de uma eliminação assim tão prejudicial?

Primeiro pensemos pelo plano desportivo. O FC Porto tem uma excelente equipa e, de facto, apenas Falcao está ausente da grande equipa que se exibiu por essa Europa fora na temporada transacta. Todavia, a saída do avançado colombiano não foi minimamente compensada pelos responsáveis azuis-e-brancos, que teriam ficado bem mais servidos com uma solução como a do Sporting (van Wolfswinkel), um atacante móvel, lutador, com sentido de baliza e capacidade de luta, do que com Kléber, que apesar do talento inegável, está a ter muitas dificuldades na transição psicológica de um clube médio para um clube de top.

Para além disso, Vítor Pereira também está a revelar-se um erro de casting, pois revela-se incapaz de motivar a equipa e impotente para oferecer ao FC Porto aquilo que de melhor os portistas ofereceram em 2010/11, uma excelente dinâmica posicional, que fazia com que todos os elementos soubessem o que fazerem dentro de campo. Ontem, diante do conjunto russo, o FC Porto até nem jogou propriamente mal, mas sentia-se que muitos elementos se escondiam do jogo, receosos, algo estranho e pouco habitual no clube azul-e-branco.

Nesse seguimento, partindo do princípio que Pinto da Costa não vai abdicar facilmente de Vítor Pereira e que, financeiramente, será difícil encontrar um avançado que faça a diferença neste mercado de Janeiro, dificilmente um apuramento para a fase seguinte da Liga dos Campeões garantiria um percurso muito longo, pois mesmo sendo primeiro do grupo (Curiosamente a derrota do Apoel Nicósia diante do Shakhtar garantia isso ao FC Porto), teria sempre a possibilidade de encontrar equipas complicadas como o Milan, Manchester United (se o Benfica vencer e não houver surpresa na Suíça), Nápoles/Manchester City, etc. E mesmo que tivesse fortuna no sorteio e passasse aos quartos de final, esse seria garantidamente o último degrau para os azuis-e-brancos, pois, aí, só um milagre os faria resistir a um Barcelona, Real Madrid, Bayern ou Chelsea.

Assim sendo, uma passagem para a Liga Europa é muito mais interessante do ponto de vista de crescimento da equipa, pois o FC Porto terá a possibilidade de defrontar equipas exigentes, mas que estão ao seu alcance, podendo, nessa competição, ambicionar perfeitamente o que fez em 2010/11, ou seja, vencer o ceptro.

Por outro lado, em termos financeiros, o desastre também pode não ser assim tão notório, porque vejamos: na Liga dos Campeões, se os portistas passassem aos oitavos de final, recebiam mais 3 milhões de euros, enquanto que se fossem eliminados nos quartos de final, receberiam mais 3,3 milhões de euros, ou seja, um total de 6,3 milhões de euros.

Na Liga Europa, caso o FC Porto chegue às meias-finais, a equipa portista receberá 1,6 milhões de euros, valor que passa para 3,6 milhões caso seja finalista e 4,6 milhões caso vença a Liga Europa. A isso, terá sempre que juntar as receitas de bilheteira e lembre-se que, caso chegue às meias-finais, fará sempre quatro jogos em casa, ao contrário de um jogo caso fosse eliminado nos oitavos de final da “Champions” e dois no caso de ser eliminado nos quartos de final dessa mesma prova.

Depois, há ainda as questões do ranking português na UEFA. A eliminação do FC Porto priva-o imediatamente de cinco pontos bónus, mas, continuando na Liga dos Campeões, dificilmente faria muito mais que isso, ao contrário da Liga Europa. Para terem uma ideia, em 2008/09 o FC Porto chegou aos quartos de final da “Champions League” e somou 17, 3570 pontos. O ano passado, na Liga Europa, somou 31, 7600, ou seja, quase o dobro.

Como tal, só no final da temporada poderemos perceber se este 0-0 diante do Zenit foi negativo ou uma benesse para os portistas que, caso as coisas corram bem na segunda prova mais importante do futebol europeu, ainda podem agradecer a todos os santinhos as grandes intervenções de Malafeev no Estádio do Dragão.

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Gadi Brumer é uma referência

Podia ter sido o primeiro e único jogador israelita a actuar no Manchester United, no entanto, apesar de ter feito um excelente “trial” ao serviço dos “Red Devils”, acabou por não ficar no clube inglês que, na altura, preferiu o norueguês Ronny Johnsen. Esse teste aconteceu no ano de 1996 e, após essa data, Gadi Brumer esteve muitas vezes perto de clubes da Premier League, todavia, preferiu sempre manter-se no clube de sempre e no qual se tornou um ídolo e uma referência para todos os jovens israelitas que lá chegam, ambicionando seguir-lhe as pisadas, o Maccabi Telavive.

Uma vida ao serviço do Maccabi Telavive

Nascido a 5 de Novembro de 1973 em Joanesburgo, África do Sul, Gadi Brumer apenas conheceu um clube durante toda a sua carreira: o Maccabi Telavive, que representou entre 1991 e 2004.

Durante esse período, o líbero israelita efectuou 316 jogos (7 golos), conquistando três campeonatos de Israel, quatro taças de Israel e uma “Toto Cup” (Taça da Liga de Israel).

As suas constantes boas exibições ao serviço do gigante da capital israelita, valeram-lhe o interesse de vários clubes europeus no seu concurso, tendo, inclusivamente, o tal teste no Manchester United, que quase levou o jogador a assinar pelos “Red Devils”

Ainda assim, nunca nada se concretizou e o israelita foi permanecendo no Maccabi Telavive, tornando-se num dos poucos futebolistas mundiais que apenas conheceram um clube na sua carreira.

Um líbero de qualidade

Internacional israelita por 24 ocasiões, Gadi Brumer era um líbero à maneira antiga, que jogava sempre de cabeça levantada e comandava todo o sector defensivo do Maccabi Telavive.

Muito inteligente em termos posicionais, tratava-se de um jogador raçudo e com enorme espírito de combate, nunca dando um lance por perdido e nunca facilitando minimamente a tarefa aos adversários.

O seu amor pelo Maccabi Telavive e pelo jogo, fez com que jogasse inúmeras vezes lesionado, funcionando como exemplo tanto para colegas como adversários que sempre admiraram a sua entrega e talento.

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Coluna levanta uma Taça de Portugal

Muito se fala de Eusébio da Silva Ferreira e, muitas vezes, se esquece de um médio-centro que, na altura, foi claramente um dos melhores jogadores do Mundo, pelo seu pulmão, qualidade técnica e posicionamento táctico perfeito. Enchendo o campo e nunca fazendo nada ao acaso, Mário Coluna, ou o “Monstro Sagrado” como ficaria eternamente conhecido, era um líder e um criativo, que equilibrava a sua equipa e desequilibrava o adversário, assumindo-se como um grande fenómeno futebolístico pela beleza e eficiência do seu futebol.

Um símbolo do Sport Lisboa e Benfica

Mário Esteves Coluna nasceu a 6 de Agosto de 1935 em Inhaca, Moçambique, tendo iniciado a sua carreira bem cedo no Desportivo de Lourenço Marques, clube histórico da antiga colónia portuguesa.

Em 1954/55, com 19 anos, transferiu-se para o Benfica, clube que representaria até 1969/70. Durante essas longas dezasseis épocas, o “Monstro Sagrado” efectuou 677 jogos (150 golos) pelos encarnados, assumindo-se como o grande líder do meio-campo das águias, ainda que nos primeiros tempos tenha sido testado como avançado-centro por Otto Glória.

Pelo Benfica, conquistou duas taças dos campeões, dez campeonatos nacionais e sete taças de Portugal, tendo estado também presente em outras três finais da Taça dos Campeões, perdidas para o Milan (1963), Inter (1965 e Manchester United (1968).

Após ter dezasseis anos de Benfica, Mário Coluna ainda actuou dois anos pelos franceses do Lyon, antes de se retirar definitivamente no final da temporada 1971/72, à beira de completar 37 anos.

Capitão da selecção nacional no Mundial 66

Entre 1955 e 1968, Mário Coluna efectuou 57 jogos (8 golos) pela selecção nacional portuguesa, tendo sido o capitão da equipa das quinas entre 1966 e 1968.

O seu momento mais alto ao serviço da equipa lusitana, foi ter capitaneado Portugal durante o Mundial 66, quando a equipa de todos nós alcançou o terceiro lugar na prova. Até hoje, a melhor classificação portuguesa num campeonato do Mundo.

Seria um “box to box” de eleição no futebol moderno

Mário Coluna era um médio-centro/interior-esquerdo de grande talento individual, que era capaz de manter os mesmos níveis físicos e exibicionais durante os noventa minutos do jogo. Rápido e com um posicionamento no terreno irrepreensível, era um atleta extraordinário nas transições defesa-ataque e ataque-defesa, sendo aquilo que hoje se chama usualmente de “box to box”.

Autêntico líder dentro de campo, criativo e com um excelente remate de meia distância, tratava-se de um fenómeno que, neste momento, encaixaria em qualquer equipa de topo do futebol mundial.

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Comitiva leonina mostra Taça das Taças a Salazar

A 15 de Maio de 1964, o Sporting venceu o MTK Budapeste (1-0) na finalíssima da Taça das Taças, conseguindo, dessa forma, o seu primeiro e único troféu europeu. Foi um percurso longo e sinuoso que obrigou a dois playoffs de desempate com Atalanta e Lyon; uma reviravolta com o Manchester United (5-0) após os leões perderem a primeira mão por 4-1; e, inclusivamente, uma finalíssima, pois o primeiro jogo da final com a equipa húngara, terminou empatado a três bolas. Ainda assim, o grande caminho valeu a pena, pois, hoje, todos os portugueses recordam com saudade do “Cantinho de Morais”, um momento mágico que garantiu para Portugal a sua única Taça das Taças.

A uma difícil pré-eliminatória seguiu-se um rebuçado cipriota

O percurso dos leões na Taça das Taças (1963/64) iniciou-se na pré-eliminatória e logo diante de uma equipa de respeito, os italianos da Atalanta. Após perderem em Bérgamo (0-2) e vencerem em Alvalade (3-1), os verde-e-brancos beneficiaram da ausência do desempate por golos fora para avançarem para um playoff de desempate, disputado em Barcelona. Nesse desafio decisivo, os leões foram mais fortes e, após o 1-1 no tempo regulamentar, venceram os italianos no prolongamento por 3-1, apurando-se para a primeira ronda da prova.

Curiosamente, a primeira eliminatória da Taça das Taças foi bem mais acessível, com os leões a atropelarem os cipriotas do Apoel Nicósia com um agregado de 18-1. Curiosamente, ambos os jogos realizaram-se em Portugal, sendo que, no primeiro, os verde-e-brancos venceram por 16-1, num resultado que ainda é recorde das competições europeias.

Manchester United e Lyon não resistiram aos leões

Após o rebuçado cipriota, veio um osso bem duro de roer, o Manchester United e o primeiro jogo, disputado em Old Trafford, cumpriu com todas as piores expectativas, com o Sporting a perder por quatro bolas a uma. No entanto, na segunda mão dos quartos de final, os leões, talvez beneficiando de algum snobismo dos “red devils” que, provavelmente, julgavam que a eliminatória estava decidida, golearam o Manchester United por cinco bolas a zero, num jogo mágico em que Osvaldo Silva fez um hat-trick.

Eliminado o colosso inglês, faltava apenas uma etapa para chegar à final e o adversário que caiu em sorte aos leões foi o Lyon. Após dois empates (0-0 em Lyon e 1-1 em Lisboa), teve, novamente de se disputar um playoff de desempate, onde o Sporting venceu por 1-0 e garantiu o tão ambicionado acesso à final da Taça das Taças para defrontarem o MTK Budapeste

Sporting precisou de duas finais para conquistar a Taça das Taças

Essa final, disputada a 13 de Maio de 1964, no Estádio Heysel, em Bruxelas, e para apenas cerca de 3200 espectadores, começou melhor para os húngaros, que, graças a um golo de Sandor (19′) se colocaram em vantagem. Depois, os leões deram a volta ao resultado (2-1), antes do MTK fazer o mesmo, fazendo o 3-2 a quinze minutos do final.

Pensou-se no pior para as cores verde-e-brancas, todavia, um golo de Figueiredo a dez minutos do fim acabou por garantir o empate a três bolas e, segundo o regulamento da época, uma finalíssima.

Dois dias depois, em Antuérpia e, desta feita, para cerca de 13000 espectadores, os verde-e-brancos acabaram por marcar cedo, de canto directo, por João Morais (19′) e, depois, souberam aguentar os ímpetos húngaros para conquistarem a Taça das Taças e escreverem o momento mais alto da história do futebol leonino a nível internacional.

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Na época de 1984/85, após um brilhante percurso em que eliminou os checoslovacos do Dukla de Praga, os franceses do Paris SG, os jugoslavos do Partizan, os ingleses do Manchester United e os jugoslavos do Zeljeznicar, os húngaros do Videoton atingiam a final da Taça UEFA, onde iriam defrontar o todo poderoso Real Madrid. Nessa final, a equipa de Székesfehérvár não teve quaisquer hipóteses, acabando vergada com uma derrota caseira (0-3) e uma insuficiente vitória fora (1-0). Apesar do desaire, esse momento acabou por ser um momento mágico na vida de um clube que, apesar de ter quase setenta anos, nunca conquistou, sequer, um campeonato da Hungria.

Videoton precisou de 26 anos para alcançar a primeira divisão húngara

O Videoton foi fundado em 1941 como Székesfehérvári Vadásztölténygyár SK por uma empresa que fabricava armas para o exército húngaro. No entanto, o clube só teve a felicidade de alcançar a promoção ao principal campeonato da Hungria em 1967, quando terminou o campeonato da segunda divisão em segundo lugar.

Nessa estreia no escalão principal (1968), foi a primeira vez que usaram a denominação: Videoton, graças a um patrocínio de uma fábrica de produtos eléctricos com o mesmo nome. Contudo, em termos desportivos, a época não correu muito bem, pois o Videoton terminou em penúltimo lugar e acabou por descer de divisão.

O Videoton actua no Estádio Sóstoi

Após regressar ao escalão principal, cimentou-se na primeira divisão

Apesar da primeira estadia no principal campeonato húngaro não ter corrido da melhor forma, o regresso a esse mesmo escalão não tardou, pois, após descer à segunda divisão, conquistou esse mesmo campeonato (1968/69) e subiu novamente à primeira divisão.

A partir daqui, o Videoton cimentou-se como clube de primeiro escalão, garantindo classificações que variaram entre o décimo e o quarto lugar, até que, em 1975/76, alcançou a melhor classificação de sempre no campeonato húngaro, o segundo lugar.

Ainda assim, esse excelente classificação não gerou crescimento no clube húngaro, pois este, nos anos seguintes, teve classificações modestas, apenas voltando à ribalta em 1982, quando atingiu a final da Taça da Hungria, perdendo com o Újpest por duas bolas a zero.

R. Madrid foi mais forte na final da Taça UEFA

Surpreendente carreira na Taça UEFA valeu-lhe histórica final

Após ter terminado o campeonato húngaro de 1983/84 na terceira posição, o Videoton conquistou, por direito próprio, o acesso à Taça UEFA da época seguinte. Nessa competição, a equipa húngara apenas pretendia fazer uma participação digna, mas acabou por superar todas as expectativas.

Na primeira eliminatória, afastou a equipa do Dukla Praga (1-0 e 0-0), seguindo-se o Paris Saint-Germain (4-2 e 1-0) e o Partizan (0-2 e 5-0). Apesar de já se poder considerar um feito digno de registo ter eliminado esses clubes de renome e atingir os quartos de final, o mais surpreendente surgiu aí, quando sorteados com o todo poderoso Manchester United, acabaram por eliminar os “red devils” nos penaltis (5-4).

Assim sendo, faltava apenas um passo para chegar à final e, motivados pela eliminação do forte clube inglês, os húngaros acabaram por ser mais fortes que os jugoslavos do Zeljeznicar (3-1 e 1-2) e alcançar uma histórica presença no jogo decisivo da terceira competição mais importante da UEFA.

Nessa final, acabou por ser decisiva a derrota caseira do Videoton, que, no seu Estádio, não resistiu ao poder do Real Madrid e perdeu por 3-0 com golos de Míchel, Santillana e Jorge Valdano. Na segunda mão, o Videoton até foi vencer ao Santiago Bernabéu por 1-0, mas o golo de Májer foi curto para as ambições húngaras e o Real Madrid conquistou a Taça UEFA.

André Alves é a estrela do actual Videoton

Sucesso só regressou nos tempos recentes

Após a histórica presença na final da Taça UEFA, o Videoton regressou a classificações modestas e a épocas de pouco brilho. Contudo, foi se mantendo na primeira divisão até 1998/99 quando desceu à segunda divisão vinte e nove anos depois.

Essa descida, porém, foi o início da renovação do clube, que conquistou a segunda divisão em 1999/00 e regressou novamente ao primeiro escalão, alcançando, no ano seguinte, a final da Taça da Hungria pela segunda vez, ainda que, tal como na primeira final, tenha saído derrotado (2-5 com o Debrecen).

Em 2006, depois de ter mudado a sua denominação para FC Fehérvar, o clube conquistou o seu primeiro título importante, a Taça da Húngria, após vencer o Vasas (2-2 e 6-5 g.p.) na final.

Dois anos depois, o clube húngaro haveria de conquistar a Taça da Liga (1-0 e 2-0 na final diante do Debrecen), título que haveria de revalidar no ano seguinte, após vencer o Pécsi Mecsek FC (3-1).

Em 2009/10, além de ter reassumido a denominação de Videoton FC, igualou a melhor classificação no campeonato húngaro, terminando na segunda posição.

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Berbatov foi o herói da jornada

Desde que se formou a nova Premier League, que apenas três jogadores tinham marcado cinco golos na mesma partida e, no passado fim-de-semana, foi a vez de Dimitar Berbatov se juntar a esta restrita elite. O Manchester United recebeu, venceu e humilhou o Blackburn por expressivos 7-1, com 5 golos do avançado búlgaro. A juntar a isto, o facto de que esta vitória valeu o primeiro lugar isolado. Esta situação, pode também ser um incentivo extra para o futuro próximo, pois avizinham-se jogos complicados para os homens de Alex Ferguson, nomeadamente os confrontos com Arsenal e Chelsea. Quanto ao jogo, não há muito a dizer, como se pode adivinhar pelos números foi um domínio absoluto do Manchester.

Em Villa Park, os locais parecem um pouco longe da forma que apresentaram na época passada, encontrando-se num modesto e um tanto desconfortável décimo quinto lugar. Defrontaram o Arsenal e acabaram por dar aos visitantes 45 minutos de avanço que estes aproveitaram para marcar 2 golos. Já na segunda parte, apareceram com outra disposição e quase faziam ao Arsenal o mesmo que o Tottenham. O resultado final de 2-4 não espelha as dificuldades que os Gunners passaram, valeram-lhes os primeiros 45 minutos e alguma eficácia nos segundos. Depois de uma semana amarga, com a derrota frente aos Spurs seguida de outra frente ao Braga, voltaram aos resultados positivos e estão colados ao Chelsea em segundo lugar.

No Manchester City mais do mesmo, com mais um empate e uma exibição pouco convincente. Em casa do Stoke, tiveram muitas dificuldades na etapa inicial e podem mesmo dar-se por satisfeitos pelo nulo ao intervalo. A segunda parte foi mais equilibrada com oportunidades para os dois lados. O City acabaria mesmo por marcar, aos 81 minutos, por Micah Richards e parecia ter sentenciado o jogo. No entanto, os homens da casa não baixaram os braços e, nos nove minutos que lhes restaram, marcaram o golo do empate. Teria sido muito injusto se o City tivesse levado os 3 pontos. Mancini que se cuide, pois esta equipa está muito longe do potencial que tem.

White Hart Lane, 90 minutos, Tottenham e Liverpool empatados a 1 golo após Martin Skrtel, defesa do Liverpool ter marcado os dois golos e Jermain Defoe ter falhado um penalti. Tudo parecia indicar um empate num jogo emotivo e de futebol espetáculo. Errado, Lennon já em tempo de descontos, trás injustiça ao jogo e marca o segundo para o Tottenham. A haver um vencedor seria o Liverpool que esteve muito perdulário. Mais uma boa exibição de Raúl Meireles que visou várias vezes a baliza adversária, parecendo estar a crescer a importância do português no Liverpool. Esta vitória deixa os Spurs ainda na luta pelo título.

Finalmente, o Chelsea, de visita a Newcastle onde a equipa local recém promovida tem dado bem conta de si. A provar o anterior, ficou a exibição e o resultado frente aos actuais campeões: 1-1. Na verdade, foi mais um empate decepcionante e comprometedor para Ancelotti que vê o primeiro lugar a fugir-lhe para os rivais de Manchester. Muito pouco fez esta equipa perante um Newcastle bem arrumado e combativo, valendo Kalou para evitar males maiores. Para quem parecia fugir isolado no inicio de época, tudo parece ter mudado em pouco tempo, não só o Chelsea perdeu a liderança mas parece ter perdido também a motivação. A ver vamos como seguirá a corrida para o título.

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