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Mourinho deposita quase todas as esperanças de vencer o Barça em Ronaldo

Mais um duelo entre o Real Madrid e o Barcelona e, como já tem sido (quase sempre) hábito, um domínio total e incontestável dos catalães diante de uns madrilenos mais preocupados em (tentarem) não deixar o Barcelona jogar que em aproveitar os excelentes valores que têm ao dispor no seu plantel para discutirem o jogo com armas semelhantes, ou pelo menos de forma mais digna e consentânea com os históricos pergaminhos de um enorme clube como é o Real Madrid.

Ontem, em pleno Santiago Bernabéu, chegou a ser constrangedor ver a facilidade como o Barcelona trocava de forma segura a bola a todo o campo, perante uma equipa do Real Madrid que não esboçava qualquer reacção para além de recuar em bloco e tentar acertar no jogador do Barcelona que estivesse mais perto para que pudesse parar, constantemente, o ritmo de jogo da equipa de Guardiola.

Na verdade, o 1-2 chega mesmo a ser um resultado simpático, tal foi o domínio do Barça, perante um Real Madrid que apenas existiu nos primeiros quinze minutos, uma altura em que até conseguiu chegar ao golo por mérito desse grande jogador que é Cristiano Ronaldo, mas também por demérito de Piqué, que lhe abriu uma auto-estrada, e Pinto, que abordou de forma muito deficiente o remate do internacional português.

Mas a culpa desta enorme discrepância exibicional entre merengues e catalães também é de José Mourinho que, ontem, fez-me lembrar Jesualdo Ferreira e a sua eterna vontade de inventar em jogos de teor de dificuldade mais elevado, com os (maus) resultados que daí quase sempre advinham.

Perante o plantel que o Real Madrid tinha ao seu dispor para o clássico, seria previsível um onze com Casillas na baliza; um sector defensivo com Sérgio Ramos e Fábio Coentrão nas laterais e Pepe e Ricardo Carvalho no centro; um duplo-pivot no meio-campo com Lass e Xabi Alonso, Özil a “dez”, Ronaldo numa ala, Kaká na outra (ou mesmo Higuaín se quisessem outro tipo de poder de fogo) e Benzema na frente de ataque. Mesmo que quisesse ser mais conservador, havia sempre a hipótese de subir Coentrão para a ala e lançar Marcelo, passando Ronaldo para o flanco direito.

Contudo, Mourinho aproveitou para utilizar um meio-campo com três jogadores quase exclusivamente defensivos (Xabi Alonso, Lass e Pepe), surpreender tudo e todos com a utilização de Altintop na lateral direita (muito esforçado, mas sofreu pesadelos com a acção de Iniesta no seu flanco) e deixar o ataque quase exclusivamente à acção do trio Higuaín-Benzema-Ronaldo.

Durante algum tempo, a estratégia ainda foi resultando, até porque o Barça não estaria à espera de um sistema tão conservador como o utilizado pelo treinador português e, também, pela velocidade e repentismo de Cristiano Ronaldo que, como se sabe, mesmo sozinho e desapoiado, é capaz de ser extremamente perigoso se lhe derem muito espaço como foi o caso do golo que apontou.

No entanto, com o passar dos minutos, os catalães foram se habituando ao sistema e o Real Madrid deixou pura e simplesmente de existir ou, vamos lá, existia mas só do meio-campo para trás, recuado, amedrontado com as movimentações de Messi e companhia, e apenas preocupado em que o jogo terminasse o mais cedo possível.

Ainda pensei, o Real Madrid está a ganhar e isto é uma estratégia para cansar o Barça e procurar fazer o segundo golo em contra-ataque. Mas não, a equipa não esticava com o 1-0, não esticou depois de Puyol empatar a contenda e mal esboçou uma reacção após Abidal ter dado a volta ao resultado. No relvado, restava Pepe a criar conflitos em todos os lances em que intervia, simulando agressões, efectuando entradas duras e, até, pisando de forma intempestiva Messi, num lance que ainda pode custar muito caro ao internacional português.

Uma vez mais, o Real Madrid perdia um jogo com o Barcelona e, mais que isso, perdia de forma clara e sem margem para discussão, mostrando um medo do adversário que deveria envergonhar um clube que sempre foi conhecido pelo futebol atractivo praticado e por enorme cultura de futebol de ataque.

Ontem, ouvi Luís Freitas Lobo dizer que uma coisa é o Real Madrid ser campeão e outra é o Real Madrid ganhar ao Barcelona e estou completamente de acordo. O Real Madrid até poderá ser campeão perdendo todos os jogos com o Barcelona e Mourinho no final recordar que um campeonato se faz em 38 jogos e não em dois contra o Barça, mas devo dizer ao treinador português que já muitos treinadores foram despedidos no Real Madrid sendo campeões e apenas porque o futebol não era o mais apaixonante para o adepto merengue. Além disso, imagine-se que os madrilenos perdem o campeonato (pelo segundo ano consecutivo), a Taça (só um milagre salvará o Real Madrid em Camp Nou) e a Supertaça (que perderam no início da época) para o Barcelona de Guardiola? Restará a “Champions”, mas, aí, também existe Barcelona…

Mourinho tem de repensar o seu futebol e a forma como aborda estes jogos. Ninguém lhe exige nem pode exigir que jogue aberto e sem cautelas porque isso é suicídio perante a equipa catalã, mas o treinador português tem de perceber que mais do que se preocupar em anular o Barcelona, tem de se consciencializar que é necessário criar alguma coisa para vencer. Colocar essa missão exclusivamente nos ombros de Cristiano Ronaldo não é justo nem realista. O português é um fenómeno, mas é humano…

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Fetfatzidis em acção no Olympiakos

No Olympiakos, actua um dos mais promissores e talentosos jogadores da actualidade, o médio-ofensivo/extremo: Ioannis Fetfatzidis.

Nascido a 21 de Dezembro de 1990 e produto das escolas do gigante de Pireu, Fetfatzidis iniciou a sua carreira sénior em 2009, sendo que só nos últimos tempos tem se tornado uma opção mais frequente para os treinadores do Olympiakos.

Capaz de jogar tanto atrás do avançado como a extremo (talvez esteja mais talhado para esta posição), o jovem grego é um jogador rápido, de excelente técnica individual, com muita mobilidade e boa visão de jogo. Apesar de ainda ter muito que limar em termos tácticos, é, em termos de potencial, um dos jogadores mais interessantes do actual futebol europeu.

Estas qualidades levaram o jovem helénico de apenas 19 anos a chegar à selecção grega (tem 2 internacionalizações) e a renovar contrato com o Olympiakos até 2015 e com uma cláusula de rescisão a rondar os 12 milhões e meio de euros.

Jogador a quem chamam o “Messi” vermelho, trata-se, assim, de um atleta desiquilibrador e com elevadas doses de magia para descobrirem num jogo do Olympiakos na Liga Grega ou, quiçá, num jogo da selecção grega, curiosamente treinada pelo português Fernando Santos.

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A Argentina, bicampeã mundial (1978 e 1986), tem, nos últimos tempos, enfrentado desilusões atrás de desilusões nos campeonatos do mundo de futebol. A equipa azul celeste, depois de ter sido vice-campeã em 1990, participou em todos os campeonatos mundiais, mas nunca passou dos quartos de final, sendo que, em 2002, nem passou da primeira fase. Este ano, treinada pelo muito contestado Diego Maradona, a Argentina leva um dos melhores ataques de que há memória: Agüero, Messi, Tevez, Higuaín, Diego Milito… Porém, o meio-campo e, acima de tudo, a defesa, estão longe de entusiasmar e as dificuldades com que os sul-americanos passaram a qualificação provam isso mesmo. Restará, agora, a Diego Maradona, provar que as suas ideias são correctas e arrancar para um excelente campeonato do mundo ou, ao invés, desiludir, uma vez mais, 40 milhões de argentinos.

A Qualificação

A Argentina, integrada na zona sul-americana de qualificação, fez uma fase de classificação muito pobre para uma equipa com os seus pergaminhos. A equipa azul-celeste não conseguiu ganhar um único jogo diante de Paraguai (1-1 e 0-1), Brasil (0-0 e 1-3) e, até, Equador (1-1 e 0-2), perdendo, ainda, na Bolívia por seis bolas a uma.

Ainda assim, os argentinos chegaram à última jornada a necessitarem de apenas um empate, no Uruguai, para assegurarem o apuramento directo. Nesse jogo, a Argentina foi uma equipa de raça e enorme coração, acabando por vencer a partida com um golo do ex-portista Mário Bolatti.

Os azul-celestes conseguiram, assim, com enorme sofrimento, o apuramento para o Mundial 2010.

Zona sul-americana – Classificação

  1. Brasil 34 pts
  2. Chile 33 pts
  3. Paraguai 33 pts
  4. Argentina 28 pts
  5. Uruguai 24 pts
  6. Equador 23 pts
  7. Colômbia 23 pts
  8. Venezuela 22 pts
  9. Bolívia 15 pts
  10. Peru 13 pts

O que vale a selecção argentina?

O ataque da selecção argentina é, certamente, o melhor ataque do campeonato do mundo. Com atletas ao dispor como: Messi, Agüero, Tevez, Higuaín ou Diego Milito, o problema para Maradona será o da escolha. Com elementos móveis e outros mais fixos, o seleccionador poderá optar pelas mais variadas duplas/triplas de ataque, consoante o adversário e/ou esquema pretendido.

No entanto, o meio campo, tirando os alas: Di Maria e Maxi Rodríguez, está longe de entusiasmar. Verón é um bom “regista” que pauta bem o jogo a meio campo, mas, aos 35 anos, já não tem o pulmão de outrora, parecendo, por vezes, desaparecer perigosamente do jogo. Depois, o trinco escolhido por Diego Maradona (Mascherano), apesar de ter qualidade, não parece ser a melhor opção para o lugar. A situação torna-se ainda mais incompreensível, quando o seu suplente é Bolatti e, por exemplo, Cambiasso nem sequer foi convocado.

Na defesa, Maradona, à excepção de Clemente Rodríguez (lateral direito de raíz), apenas levou defesas centrais. A ideia do antigo astro do Nápoles será criar uma linha defensiva compacta para que o meio campo e o ataque possam soltar melhor a sua magia. Mas, se, por exemplo, Heinze é competente como defesa-esquerdo, temos dúvidas que Otamendi (um excelente defesa-central) consiga funcionar como lateral direito.

Em príncipio, Maradona deverá optar por um 4-4-2 com Messi e Higuaín na frente. No entanto, não será descabida a hipótese de, mantendo o duplo pivot: Mascherano/Verón, a equipa optar por um ataque híbrido com Di Maria como extremo esquerdo puro, Messi a flectir da direita para o meio e Agüero a funcionar como segundo avançado a apoiar Higuaín ou Diego Milito.

Integrada no Grupo B, com Grécia, Coreia do Sul e Nigéria, a equipa azul-celeste, independentemente do esquema utilizado por Maradona, deverá passar o agrupamento sem problemas e em primeiro lugar.

O Onze Base

Tal como dissemos anteriormente, a dúvida no onze argentino passa por não sabermos se Maradona optará por um 4-4-2 puro ou se, ao invés, optará pela segunda hipótese no mesmo esquema, mas num sistema mais híbrido.

No esquema 4-4-2 clássico, os sul-americanos deverão jogar com Romero (AZ) na baliza; um quarteto defensivo com Heinze (Marselha), Otamendi (Velez Sarsfield), Samuel (Inter) e Demichelis (Bayern), sendo que Heinze (à esquerda) e Otamendi (à direita) serão os laterais; um meio campo com Mascherano (Liverpool) e Verón (Estudiantes) como duplo-pivot, Di Maria (Benfica) a ala esquerdo e Maxi Rodriguéz (Liverpool) no flanco oposto; por fim, no ataque, a dupla: Messi (Barcelona) e Higuaín (Real Madrid)

No o 4-4-2 híbrido, a única nuance seria a saída de Maxi Rodríguez para entrar Agüero (Atl. Madrid), passando Messi para a direita e ficando Agüero a apoiar o ponta de lança Higuaín.

 Classificação – Previsão “A Outra Visão”

Apesar das dificuldades que passou na fase de qualificação, pensamos que, no campeonato do mundo, a Argentina vai mostrar maior competência, pois terá mais tempo para trabalhar em conjunto e evoluir. Assim sendo, é provável que a equipa azul-celeste ganhe o Grupo B sem grandes problemas e, provavelmente, conquistando triunfos nos três jogos.

Calendário – Grupo B (Mundial 2010)

  • 12 de Junho: Argentina vs Nigéria
  • 17 de Junho: Argentina vs Coreia do Sul
  • 23 de Junho: Argentina vs Grécia 

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A festa do título nerazzurri

O Inter de Milão de Mourinho e o Barcelona de Pep Guardiola conquistaram, este fim de semana, os títulos de Itália e Espanha, respectivamente. Os nerazzurri foram ao recinto do despromovido Siena e venceram por 1-0 graças a um golo do inevitável Diego Milito; enquanto os azulgrana venceram, em casa, o Valladolid, por 4-0 com golos de Messi (2), Pedro e Prieto (p.b.). Estes resultados deixaram os perseguidores: AS Roma e Real Madrid em segundo lugar e, pior que isso, sem quaisquer títulos conquistados esta época.Liga Italiana – Mourinho faz a dobradinha

Liga Italiana – Mourinho faz a dobradinha

Depois da conquista da Taça de Itália, o Inter tinha as contas do título bastante simplificadas, pois bastava-lhe ganhar ao Siena, em casa, para vencer a Série A. A correr por fora encontrava-se a Roma, que tinha de vencer em Verona, o Chievo, e esperar que os nerazzurri tropeçassem.

Apesar das dificuldades, os romanos ainda foram campeões virtuais durante algum tempo, que foi o tempo que durou desde que a Roma abriu o activo em Verona (golo de Vucinic aos 39′) e o Inter se manteve empatado em Siena.

Nessa altura, o Inter falhou golos atrás de golos e chegou-se a temer o pior para os pupilos de José Mourinho. No entanto, aos 59 minutos, Milito fez o golo do título.

Nessa fase, a Roma já vencia por 2-0 e o Inter sabia que não poderia conceder o golo do empate. Assim sendo, a equipa de Milão continuou a carregar sobre o Siena para fazer o segundo golo, ainda que, sem sucesso.

No entanto, apesar de não terem conseguido esse golo da tranquilidade, os nerazzurri mantiveram as suas redes invioláveis e, assim, conquistaram o título da Série A, o quinto consecutivo.

A equipa de Mourinho poderá, ainda, conquistar a “tripla” esta temporada, pois, depois de ter vencido a Taça e a Série A, ainda pode vencer a “Champions League” caso vença, na final, os alemães do Bayern Munique.

Dados finais da Liga Italiana:

Campeão: Inter

Qualificados para a Liga dos Campeões: Inter, Roma, Milan, Sampdória

Qualificados para a Liga Europa: Palermo, Nápoles, Juventus

Descem à Série B: Atalanta, Siena, Livorno

Liga Espanhola – Barça conquistou bicampeonato

O Barça sabia que lhe bastava vencer o Valladolid, em casa, para conquistar o título espanhol e esperava-se que os catalães entrassem ao ataque para resolverem rapidamente o jogo.

No entanto, o Barcelona, nos primeiros minutos, ainda sofreu alguns sustos, principalmente por intermédio do angolano Manucho e ainda pairou no ar a possibilidade de uma surpresa. Porém, aos 27 minutos, o Barça abriu o activo após autogolo de Prieto e o jogo sofreu uma viragem radical.

Os azulgrana acalmaram e começaram a dominar o jogo, chegando rapidamente ao segundo golo por Pedro (31′). A partir desse momento, o jogo passou a ter sentido único e, até final, os catalães ainda iriam fazer mais dois golos da autoria do melhor marcador da Liga Espanhola, Lionel Messi.

Apesar da vitória gorda por 4-0, os catalães nem precisavam de ter vencido, pois, em Málaga, o Real Madrid, desinspirado, não foi além de um empate (1-1). Assim sendo, pelo segundo ano consecutivo, o Barça venceu o campeonato e o Real Madrid terminou na segunda posição.

Dados finais da Liga Espanhola

Campeão: Barcelona

Qualificados para a Liga dos Campeões: Barcelona, Real Madrid, Valência e Sevilha

Qualificados para a Liga Europa: Atl. Madrid, Maiorca e Getafe

Descem à 2ª Liga: Valladolid, Tenerife e Xerez

Liga Francesa – Lyon e Auxerre asseguram acesso à Liga dos Campeões

Com o título entregue ao Marselha, restava, na Ligue 1, a emoção da luta pelo acesso à Liga Milionária.

A equipa do Lille partia para a última jornada em segundo lugar e com tudo para conquistar o acesso à “Champions”, contudo, na deslocação a Lorient, acabou por perder 2-1 e por acabar a Ligue 1 em… quarto lugar.

Ricardo Costa (33′) ainda colocou o Lille em vantagem, todavia, Kevin Gameiro (37′) e Jouffre (66′) marcaram para o Lorient e colocaram “Les Dogues” fora da Liga dos Campeões.

Aproveitaram o desaire, as equipas do Lyon e Auxerre, que, assim, irão jogar a “Champions” na próxima temporada. O Olympique de Lyon venceu o Le Mans, em casa, por 2-0 e acabou em segundo lugar; enquanto o Auxerre venceu em Sochaux (2-1) e terminou na terceira posição.

Dados finais da Liga Francesa:

Campeão: Marselha

Qualificados para a Liga dos Campeões: Marselha, Lyon e Auxerre

Qualificados para a Liga Europa: Lille, Montpellier e PSG

Descem à Ligue 2: Le Mans, Boulogne e Grenoble

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Bastava uma vitória pela margem mínima para que o Chelsea, diante do Wigan, na última jornada da Liga Inglesa, se sagrasse campeão. Contudo, os londrinos não fizeram por menos e venceram os pupilos de Roberto Martinez por oito bolas a zero, conquistando a Premier League em grande estilo. Este resultado, frustrou os desejos do Manchester United, que cumpriu a sua parte (venceu o Stoke City, em casa, por 4-0), mas acabou traído pela magnífica exibição dos “blues”; Em Espanha, por outro lado, Barcelona (venceu em Sevilha por 3-2) e Real Madrid (venceu o Athletic, em casa, por 5-1), continuam separados por um ponto, com vantagem catalã; Situação similar em Itália, onde o líder Inter venceu o Chievo, em casa, por 4-3 e a perseguidora Roma recebeu e venceu o Cagliari por 2-1. “nerazzurri” e “giallorossi” continuam, assim, separados por um ponto, com vantagem para os pupilos de José Mourinho.

Liga Inglesa – Ancelotti campeão na época de estreia

Muitos torceram o nariz perante a chegada de Carlo Ancelotti para treinar o Chelsea, todavia, a verdade é que logo na sua primeira época, o treinador italiano sagrou-se campeão. Diante do Wigan, bastava aos londrinos uma vitória por um a zero, mas os “blues” tinham outros planos e nomeadamente Drogba sentia que o título de melhor marcador estava à sua mercê. Assim sendo, o Chelsea entrou muito forte e rapidamente chegou ao golo por Anelka (6′). Posteriormente, Caldwell foi expulso no Wigan e o castelo de Martinez caiu, facilitando a tarefa dos londrinos que foram ampliando a vantagem com golos de Lampard (32′), Kalou (54′), Anelka (56′), Drogba (63′, 68′ e 80′) e Ashley Cole (90′). Assim sendo, os londrinos conseguiram a felicidade colectiva do título e individual por Didier Drogba ter sido o melhor marcador da Premiership. Este resultado impediu, assim, o tetra do Manchester United, que venceu o Stoke City (4-0), mas terminou em segundo lugar, a um ponto dos “blues”.

Dados finais da Liga Inglesa:

Campeão: Chelsea

Qualificados para a Liga dos Campeões: Chelsea, M. United, Arsenal e Tottenham

Qualificados para a Liga Europa: Manchester City, Aston Villa e Liverpool

Descem à “Championship”: Burnley, Hull City e Portsmouth

 

Liga Espanhola – Barça passa teste de Sevilha e aproxima-se do título

O Barça entrou forte na Andaluzia e, à meia hora, já vencia por 2-0 graças a golos de Messi e Bojan. A postura dominadora manteve-se e, a partir do minuto 56, as coisas tornaram-se ainda mais facilitadas com a expulsão de Konko. Beneficiando dessa superioridade numérica, o Barcelona haveria de ampliar a vantagem com um golo de Pedro (64′) e pensou-se que o jogo estaria irremediavelmente decidido. Contudo, de forma surpreendente, o Sevilha renasceu das cinzas e, mesmo com menos um elemento, fez dois golos (Kanouté (69′) e Luís Fabiano (71′)), colocando os “azulgrana” sob alguma pressão. Ainda assim, os catalães souberam segurar as rédeas do desafio e guardar a preciosa vitória (3-2) até final.

Com esta vitória, o Barça só não será campeão se não vencer o Valladolid, em casa, e o Real Madrid (ganhou ao Athletic nesta jornada por 5-1) vencer, fora, o aflito Málaga.

Liga Italiana -  Internazionale a uma vitória do título

Os pupilos de José Mourinho entraram para a recepção ao Chievo com a esperança de serem campeões já neste desafio. Para isso bastava vencerem a equipa de Verona e esperarem um desaire da Roma, em casa, diante do Cagliari.

Ainda assim, o jogo até começou mal para os “nerazzurri”, que entraram a perder com um autogolo de Motta. Todavia, o Inter soube reagir e transformou o 0-1 em 4-1 com golos de Mantovani (p.b.), Cambiasso, Milito e Balotelli. Passado algum tempo, o Cagliari marcava em Roma e foi o delírio no Giuseppe Meazza, um êxtase que colocou totalmente em segundo plano o golo de Granoche, para o Chievo a reduzir para 2-4. Nessa altura, sonhava-se com o título conquistado, nesse mesmo dia, mas a Roma soube dar a volta ao resultado com um bis de Totti e frustrou o sonho interista, que ainda sofreu o 4-3 (marcou Pelissier), tremeu, mas segurou o triunfo até final.

Assim sendo, à partida para a última jornada, o Inter necessita de vencer em Siena para ser campeão, enquanto a AS Roma necessita de vencer o Chievo (fora) e esperar que os “nerazzurri” não vençam o Siena.

Liga Alemã – Bayern limitou-se a confirmar o título

Com uma diferença de golos realísticamente inultrapassável, restava ao Bayern confirmar o título de forma matemática. Na deslocação a Berlim, para defrontar o relegado Hertha, os bávaros mostraram o seu poder e venceram por 3-1. Curiosamente, até podiam ter perdido pela inimaginável diferença de golos, pois o perseguidor Schalke 04 não foi além de um empate em Mainz (0-0).

Dados finais da Liga Alemã

Campeão: Bayern

Qualificados para a Liga dos Campeões: Bayern, Schalke 04 e Werder Bremen

Qualificados para a Liga Europa: Leverkusen, Dortmund e Estugarda

Joga o Playoff de permanência: Nuremberga

Desceram à 2ª Bundesliga: Bochum e Hertha de Berlim

 

Liga Francesa – Lille mais perto de ser segundo classificado

Com o título decidido e entregue ao Marselha, resta pouca coisa para lutar na Ligue 1. Ainda assim, um objectivo importante é o segundo lugar e consequente apuramento directo para a “Champions” e o Lille, após vencer, em casa, o campeão Marselha, por 3-2, aproximou-se desse objectivo, tendo agora dois pontos de vantagem sobre o terceiro, Auxerre.

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A uma jornada do final da Premier League, os “blues”, ao vencerem o Liverpool em Anfield Road, aproximaram-se bastante da conquista do campeonato inglês. Bastará, agora, ao Chelsea, vencer o Wigan Athletic, em casa, na última jornada para se sagrar campeão; Por outro lado, em Espanha, o líder Barcelona (venceu em Villarreal por 4-1) e o segundo classificado Real Madrid (venceu o Osasuna, em casa, por 3-2) continuam separados por um ponto; Situação similar no Calcio, pois o líder Inter (venceu em Roma, a Lázio, por 2-0) e a perseguidora AS Roma (venceu em Parma por 2-1) também estão a um miserável ponto de distância.

Liga Inglesa – “Blues” perto de vencerem a Premier League

Num jogo muito intenso entre “reds” e “blues”, o Chelsea beneficiou de um erro de Gerrard, que, a tentar atrasar o esférico a Reina, ofereceu o golo a Drogba. Ora, esse golo apareceu um pouco contra a corrente do jogo, mas teve o condão para catapultar os londrinos para uma exibição segura e, perante um Liverpool em quebra física, Lampard, na segunda parte, fez o 0-2 final que coloca o Chelsea, a uma jornada do fim, a uma vitória de ser campeão.

Ainda assim, falta esse pequeno passo aos “blues” e, caso haja surpresa no Chelsea-Wigan, quem poderá aproveitar é o Manchester United, que continua na luta pelo título após ter vencido fora o Sunderland, graças a um golo de Nani. Foi um jogo que os “red devils” poderiam ter goleado, mas a falta de inspiração de Berbatov impediu resultado mais volumoso.

O Manchester United termina o campeonato, em casa, diante do Stoke City, tendo de ganhar e esperar, pelo menos, um empate do Chelsea para ser campeão.

Liga Espanhola – Barça e Real continuam sem vacilar

Barcelona e Real Madrid continuam a ultrapassar todos os obstáculos com maior ou menor dificuldade, mantendo a La Liga ao rubro. Em Villarreal, o Barça atropelou o seu opositor por 4-1, com golos de Messi (2), Xavi e Bojan, respondendo o Villarreal com um tento de Llorente.  Por outro lado, os madrilenos tiveram mais dificuldades, pois tiveram a perder por duas vezes com o Osasuna. Todavia, conseguiram sempre empatar e, sobre o minuto, 89, Cristiano Ronaldo, que já tinha feito um tento, bisou e deu a vitória ao Real Madrid por 3-2.

Com estes resultados e a três jornadas do fim, Barcelona (90 pts) e Real Madrid (89 pts) prometem muita emoção até ao final da Liga Espanhola.

Liga Italiana – Inter passa teste ”laziale” e mantém Roma a um ponto

A Roma havia vencido com relativa tranquilidade, o Parma, fora, por duas bolas a uma e tinha esperança num deslize “nerazzurri na deslocação à capital italiana para defrontar a Lázio. Contudo, o Inter, diante de uma equipa que ainda luta pela manutenção, fez um bom jogo e acabou por vencer de forma fácil a Lázio por duas bolas a zero (golos de Samuel e Motta). Nesse encontro, foi curioso assistirmos aos adeptos “laziale” a torcer pelo Inter, pois, aparentemente, a possível descida é bem menos assustadora que a imagem do seu eterno rival a conquistar o “scudetto”.

Após a jornada 35 e a três jogos do final da Série A, o líder Internazionale e a segunda classificada AS Roma, continuam separados por apenas um ponto.

Liga Alemã – Bayern virtual campeão

O Bayern venceu o Bochum por 3-1 graças a  um hat-trick de Müller e, após o desaire caseiro do Schalke 04 diante do Werder Bremen (0-2), garantiu, a uma jornada do fim, três pontos de vantagem sobre a equipa de Genselkirchen. A equipa bávara só não pode festejar oficialmente o título, pois o critério de desempate é a diferença de golos, todavia, com 17 golos de vantagem sobre o rival, só um desastre de proporções inimagináveis pode tirar o título ao Bayern Munique.

Outras Ligas – Twente sagra-se campeão holandês

O Twente conquistou a Eredivisie pela primeira vez, após vencer, em Breda, o NAC, por 2-0. A equipa acabou assim o campeonato com mais um ponto que o Ajax, que, apesar de ter goleado fora o NEC Nijmegen (4-0), teve de se contentar com o segundo lugar; Por outro lado, em França, o Marselha empatou em Auxerre (0-0) e mantém-se, assim, na liderança, tendo mais cinco pontos que o segundo, curiosamente, o próprio Auxerre. 

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O Barcelona venceu, no Santiago Bernabéu, o Real Madrid por 2-0 e ficou mais perto do bicampeonato. Os catalães, com esta vitória, têm agora três pontos de avanço e vantagem no confronto directo sobre os madrilenos; Em Itália, a Roma é a nova líder da Série A, após vencer, em casa, a Atalanta por 2-1 e beneficiar do empate do Inter em Florença (2-2). Os romanos têm agora um ponto de vantagem sobre o Internazionale e quatro sobre o Milan que não foi além de um empate caseiro com o Catania (2-2); Em Inglaterra, o Chelsea, mesmo sem jogar, continua líder, pois o Manchester United não foi além de um empate, a zeros, diante do Blackburn. Os londrinos têm apenas um ponto de vantagem sobre os “red devils”, mas têm menos um jogo que a equipa de Alex Ferguson.

Liga Espanhola – Barcelona vence R. Madrid e é líder isolado

Considerado por grande parte da imprensa espanhola como o jogo do século, o Real Madrid-Barcelona terminou com a vitória dos catalães por duas bolas a zero. O Barça foi superior do princípio ao fim e venceu com toda a justiça  com golos de Lionel Messi e Pedro. Esta resultou mostrou, uma vez mais, a superioridade da Escola do Barça sobre os muitos milhões habitualmente gastos pelo Real Madrid. O Barcelona tem agora caminho aberto para o título, pois tem três pontos de avanço e ainda vantagem no confronto directo sobre os madrilenos, quando faltam sete jornadas para o final da La Liga.

Liga Italiana – Roma sobe à liderança da Série A

A AS Roma venceu a Atalanta por duas bolas a uma com golos de Vucinic e Cassetti (Tiribocchi marcou para a equipa de Bérgamo) e subiu à liderança do campeonato italiano. Os romanos, para isso, beneficiaram de mais um tropeção do Inter que, desta vez, não foi além de um empate em Florença (2-2) num jogo que os interistas não souberam segurar a vantagem depois de estarem a vencer por duas bolas a uma. Assim sendo, a AS Roma lidera a Série A com mais um ponto que o Internazionale e quatro que o Milan que também não passa por uma boa fase, pois, desta feita, tropeçou, em casa, com o Catania (2-2).

Liga Inglesa – Chelsea continua líder mesmo sem jogar

O Chelsea só joga hoje diante do Bolton, todavia, a jornada 34 já lhe deu uma alegria, que passou pelo empate do Manchester United em Blackburn (0-0), num jogo muito desinspirado dos “red devils”. Agora, os “blues” têm um ponto de avanço sobre o M. United e três sobre o Arsenal (também joga hoje, fora, com o Tottenham), todavia, ambas as equipas londrinas têm menos um jogo que o conjunto treinado por Alex Ferguson.

Liga Alemã – Bayern apenas empata mas aumenta vantagem sobre o Schalke 04

O Bayern até esteve a vencer em Leverkusen, graças a um tento de Robben, porém, um golo de Vidal, garantiu ao Bayer um empate a uma bola. Ainda assim, a equipa de Munique aumentou para dois pontos a vantagem sobre o Schalke 04, pois o segundo classificado deslocou-se a Hannover e foi copiosamente derrotado por quatro bolas a duas. Assim sendo, a quatro jornadas do fim da Bundesliga, o Bayern têm 60 pontos, o Schalke 04 (2º) tem 58 e o Bayer Leverkusen (3º) tem 54.

Outras Ligas – Panathinaikos conquista campeonato grego.

O Panathinaikos recebeu e venceu sem dificuldade o Iraklis por duas bolas a zero (golos de Cissé e Ninis), conquistando o vigésimo título grego da sua história. Este resultado tornou inútil a vitória do Olympiakos no campo do Panthrakikos (2-0); Em França, o Marselha recebeu e goleou o Nice por quatro bolas a uma e lídera a Ligue 1 com dois pontos de avanço e menos um jogo que o Auxerre (2º), que venceu em Nancy (1-0); Por fim, na Holanda, o Twente recebeu e venceu o Heerenveen (2-0), mantendo a vantagem de  quatro pontos em relação ao Ajax (2º), que esmagou o VVV Venlo por sete bolas a zero.

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Desalento Real após nova derrota com o Barça

O Barcelona, ontem, no Santiago Bernabéu, deu um passo decisivo rumo à conquista do título espanhol. Uma vitória por duas bolas a zero com golos de Messi e Pedro foi suficiente para colocar os catalães com três pontos de avanço (e vantagem no confronto directo) sobre o rival madrileno. Uma vitória saborosa e especialmente sentida, pois ontem, o Barça apresentou, em campo, oito jogadores das suas escolas: Valdés, Puyol, Piqué, Iniesta, Busquets, Xavi, Pedro e Messi.

Neste contexto particular, o Barça não tem rival na Europa. Os catalães, que também são treinados por alguém da casa (Pep Guardiola), são a melhor equipa da actualidade na fusão dos jogadores da cantera com grandes estrelas internacionais como Ibrahimovic ou Henry.

O Barcelona tem, neste momento, uma identidade própria e um estilo de jogo único. Podemos dizer que quando vemos o Barça jogar sentimos que não estão a jogar na Táctica A, B ou C, mas, ao invés, sentimos que estão a jogar à Barcelona e, isso, é meio caminho andado para o sucesso.

Na verdade isso é, neste momento, aquilo que os coloca um passo à frente do seu rival Real Madrid. Os madrilenos ainda tentaram, no passado, utilizar uma estratégia celebrizada por Florentino Pérez de: “Zidanes e Pavones”, todavia, a fraca qualidade de grande parte dos atletas das escolas do Real, aliada a conflitos de egos das suas principais vedetas gerou muitos problemas e insucesso desportivo.

Ao invés, o Barcelona consegue integrar essas estrelas na perfeição, parecendo que atletas como Ibrahimovic, que até era algo problemático, já jogava no Barça desde criança. Antes vimos Eto’o, Deco ou Larsson fazerem exactamente o mesmo.

Claro que ter talentos como Xavi, Iniesta, Bojan ou Messi ajuda nessa integração e na homogeneidade da equipa, mas esses talentos não nascem por acaso. São fruto de um projecto que não é mais que uma adaptação do projecto do Ajax e que esse grande senhor do futebol que se chama Johan Cruijff soube implementar no Barcelona.

Depois, os catalães, ao terem dinheiro para juntarem grandes estrelas internacionais à sua cantera, tornam o Barcelona, neste momento, uma equipa com condições para ter ainda mais sucesso do que o mítico Ajax dos anos 70 e tornar inúteis os muitos milhões gastos pelo Real Madrid.

O Barcelona é, assim, a prova que ter um milionário como presidente e gastar milhões de euros, por si só, não é suficiente. Só havendo uma identidade própria, um modelo de jogo enraizado e uma escola de qualidade permite a um clube tornar-se verdadeiramente gigante e almejar ganhar tudo como, na verdade, o Barça já ganhou.

Veremos se, no futuro, as equipas europeias pegam no modelo do Barça e tentam adaptá-lo à sua realidade ou se, ao invés, continuam a pensar que gastar milhões em meia dúzia de estrelas lhes garantirá sucesso imediato. Penso que os últimos dois anos de confronto: Real Madrid-Barcelona pode auxiliá-los na resposta…

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Um hat-trick de Lionel Messi manteve o Barça colado ao Real Madrid no topo da Liga Espanhola. A equipa catalã venceu em Saragoça (4-2), enquanto os madrilenos também não vacilaram e venceram, em casa, o Sporting de Gijón (3-1); Em Itália, o Inter de Mourinho voltou a desiludir, pois não foi além de um empate em Palermo (1-1), todavia, continua líder, pois o Milan, em casa, não fez melhor (empatou 1-1 com o Nápoles); Na Premier League, o Manchester United venceu, em Old Trafford, o Liverpool por duas bolas a uma e continua líder isolado.

Liga Espanhola – Barcelona e Real Madrid continuam colados na liderança

Começam a faltar adjectivos para caracterizar a excelente época do argentino Messi. Esta jornada, o jogador a quem já comparam a Maradona fez mais três golos e foi o principal responsável pela vitória do Barcelona, em Saragoça, por quatro bolas a duas. Neste jogo, a equipa catalã foi sempre superior e venceu com justiça um adversário que luta pela manutenção na La Liga. Por outro lado, no Santiago Bernabéu, o Real Madrid venceu o Sp. Gijón por três bolas a uma. Ainda assim, os madrilenos ainda passaram por um susto, pois aos 53 minutos, Barral colocou os asturianos na frente. Todavia, golos de Van der Vaart, Xabi Alonso e Higuaín deram a volta ao marcador. Na La Liga, Real Madrid e Barça estão sozinhos na frente com 68 pontos, mas os madrilenos têm vantagem no goal average. O terceiro, Valência, está a 18 pontos…

Liga Italiana – Milan não aproveita novo deslize interista

Na jornada 29, o Inter voltou a perder pontos, pois não foi além de um empate, na Sicília, diante do Palermo (1-1). A equipa de Mourinho ainda saiu na frente com um golo de Diego Milito (10′ g.p.), mas, apenas 15 minutos depois, Cavani empatou. No entanto, o Milan falhou o assalto à liderança da Série A, pois, em casa, também não foi além de um empate com o Nápoles (1-1). Assim sendo, o grande vencedor da ronda foi a AS Roma, que venceu a Udinese, em casa, por quatro bolas a duas (golos de Vucinic (3) e Toni) e está agora a apenas quatro pontos do líder Inter e a três pontos do Milan (2º).

Liga Inglesa – Manchester United vence Liverpool e continua líder

Os “Red Devils” receberam o Liverpool e até começaram mal, pois, logo aos cinco minutos, Torres abriu o activo para a equipa da cidade dos Beatles. Todavia, o Manchester United voltou a demonstrar toda a sua força e Rooney (12′) e Ji-Sung Park (60′) deram a vitória à equipa de Alex Ferguson por 2-1. Por outro lado, o Arsenal continua na perseguição ao líder, pois, em casa, venceu tranquilamente o West Ham (2-0). Quem desiludiu foi o Chelsea que não foi além de um empate em Blackburn (1-1). Assim sendo, o Manchester United continua na liderança da Premier League com mais dois pontos que o Arsenal (2º) e quatro que o Chelsea (3º). Os “blues”, todavia, têm menos um desafio.

Liga Francesa – Em França a Ligue 1 continua ao rubro

Na Ligue 1, os três da frente venceram todos. O Bordéus (1º) venceu o Lille por 3-1 com golos de Ciani, Jussiê e Gourcuff; o Montpellier (2º) venceu com dificuldade o Valenciennes, em casa, por 2-1; e o Auxerre (3º) precisou de um golo de Pedretti, já nos descontos, para levar de vencido o Le Mans (2-1). Quem também continua a sonhar com o título é o Marselha que, em casa, venceu o Lyon por 2-1. Assim sendo, a Liga Francesa continua explosiva, pois o Bordéus (-1 jogo) lidera com os mesmos pontos do Montpellier e apenas mais um ponto que o Auxerre. O Marselha (-1 jogo), por sua vez, é quarto a três pontos do líder.

Outras Ligas – Bayern surpreendido em Frankfurt

O Bayern Munique foi surpreendentemente derrotado em Frankfurt (1-2), mas continua líder na Bundesliga. Os bávaros têm agora apenas um ponto de vantagem sobre o Schalke 04 (2º), que empatou 2-2 em Hamburgo e mantêm os três de avanço diante do Leverkusen (3º) que perdeu em Dortmund (0-3); Na Holanda, por outro lado, o Twente empatou com o PSV (1-1) em Eindhoven, mas continua lider isolado da Eredivisie. A equipa que foi eliminada pelo Sporting na Champions lidera com quatro pontos de avanço sobre o Ajax (2º) e cinco sobre o PSV (3º); Por fim, na Grécia, o PAOK continua a má fase e perdeu, em casa, com o AEK (0-1). A equipa de Salónica caiu, assim, para terceira, pois o Olympiakos venceu na casa do líder Panathinaikos por 1-0. O PAO lidera agora com quatro pontos de avanço do Olympiakos (2º) e cinco do PAOK de Fernando Santos. 

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O Milan sofreu bastante, mas um golo de Seedorf nos descontos permitiu à equipa de Leonardo vencer o Chievo e aproximar-se do Inter na Serie A, pois a equipa de Mourinho foi surpreendentemente derrotada em Catania (1-3). A vantagem do Inter é agora de apenas um ponto; Em Espanha, Real Madrid e Barça continuam com os mesmos pontos no topo da La Liga. Os madrilenos venceram em Valladolid (4-1) e os catalães receberam e venceram o Valência por 3-0; Por sua vez, na Premier League, o Manchester United venceu o Fulham (3-0) e continua na liderança do campeonato com dois pontos de avanço sobre o Chelsea que, contudo, tem menos um encontro.

Liga Italiana – Golaço de Seedorf coloca Milan a um ponto do Inter

A partida diante do Chievo caminhava para o seu final e Inzaghi, sozinho, já tinha falhado duas ou três excelentes oportunidades de golo. Pensava-se que a estrelinha de Mourinho iria mais uma vez funcionar quando Clarence Seedorf, descaído para o lado direito, desfere um daqueles remates cruzados indefensáveis e dá a vitória ao AC Milan por uma bola a zero.  Este resultado colocou pressão na equipa de Mourinho porque, em Catania, o Internazionale voltou a mostrar que não está numa grande fase da época e, após estar a ganhar, permitiu a reacção do Catania, acabando copiosamente derrotado por três bolas a uma. Assim, o Inter continua líder, todavia, diminiu a vantagem para o Milan (2º) para apenas um ponto e para a terceira classificada Roma (empatou em Livorno 3-3) para apenas seis pontos.

Liga Espanhola – Messi e Higuaín fazem hat-tricks e deixam tudo na mesma no topo da La Liga

Em Valladolid, o Real Madrid não teve dificuldades para vencer a equipa local por quatro bolas a uma num jogo muito durinho. A equipa madrilena foi sempre superior e viu Higuaín (por três vezes) e Cristiano Ronaldo marcarem os golos que mantêm os merengues no topo da tabela classificativa. Por outro lado, em Nou Camp, o Barcelona também não vacilou e venceu sem dificuldade o Valência com três tentos de Messi. Assim sendo, os madrilenos continuam na liderança, apesar de terem exactamente os mesmos pontos do segundo classificado: Barcelona.

Liga Inglesa – Bis de Rooney ajuda “Red Devils” a manterem a liderança

O Manchester United recebeu e venceu o Fulham por três bolas a zero num desafio que voltou a demonstrar o excelente momento de forma de Wayne Rooney. O internacional inglês fez mais uma excelente exibição coroada com dois golos (o outro tento do jogo foi de Berbatov) e, assim, manteve os “Red Devils” no topo da Premier League. Por outro lado, o Chelsea (2º) também não perdoou e venceu, em casa, o West-Ham por 4-1. Já o terceiro classificado, Arsenal, venceu o Hull City por duas bolas a uma, num jogo em que teve de sofrer muito, porque o golo da vitória (marcado por Bendtner) só surgiu ao terceiro minuto de descontos. Assim sendo, o M. United continua no topo da tabela com mais dois pontos que Chelsea e Arsenal, todavia, os “Blues” têm menos um jogo disputado.

Liga Francesa - Golo de Paulo Machado impede vitória do Marselha

Na Ligue 1, o Marselha deslocou-se a Toulouse e não foi além do empate a uma bola. Tratou-se de um jogo muito equilibrado e os marselheses até saíram na frente com um golo de Brandão, todavia, Paulo Machado acabaria por empatar a partida e frustrar a aproximação do Marselha ao topo da Liga. Contudo, Bórdéus (1º) e Montpellier (2º) também não aproveitaram o deslize, pois empataram em Monaco (0-0) e, em casa, diante do Auxerre (1-1) respectivamente. Assim sendo, o Bordéus, que tem menos um jogo, continua líder com os mesmos pontos do Montpellier, mais um que o Auxerre (3º), mais dois que Lille (4º) e Lyon (5º) e mais três que o sexto classificado Marselha, que também tem menos um jogo. A Ligue 1 continua, desta forma, ao rubro.

Outras Ligas – Bayern vence Friburgo e mantém a liderança da Bundesliga

Na Alemanha nada de novo, o Bayern venceu, em casa, o Friburgo (2-1) e continua no topo do campeonato. Os Bávaros têm mais dois pontos que o segundo Schalke (venceu o Estugarda, em casa, por dois a um) e mais três que o Leverkusen, que venceu o Hamburgo em casa (4-2) e é terceiro classificado;  Por fim, na Grécia, desilusão para o PAOK de Fernando Santos que perdeu o derbi de Salónica diante do Aris (0-2). Este resultado, coloca agora a águia bicéfala a cinco pontos do líder Panathinaikos, que venceu, fora, o Asteras Tripolis por uma bola a zero.

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