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Hélder Almeida é um "oito" de grande futuro

Hélder Almeida é um “oito” de grande futuro

Na equipa de Iniciados A do Sporting, que está a apenas um ponto de se sagrar campeã nacional, actuam inúmeros futebolistas promissores, sendo um exemplo claro o médio-centro Hélder Almeida, futebolista que forma com Pedro Almeida (“seis”) e Moreto Cassamá (“dez”), um miolo leonino verdadeiramente luxuoso.

Nascido a 10 de Setembro de 1998, em Viseu, Hélder Miguel Esteves Almeida iniciou a sua carreira no Académico de Viseu, contudo, transferiu-se para o Sporting quando ainda era sub-11.

Nos leões, tem feito a sua progressão natural, destacando-se na estreia num campeonato nacional na actual época e logo numa muito promissora equipa de Iniciados A, que, se bem se lembram, venceu todos os dez jogos da segunda fase e, na fase final, soma quatro triunfos e apenas uma derrota (0-1 no Seixal na última jornada).

Médio-centro cerebral

Hélder Almeida é um médio-centro na escola de João Moutinho, ou seja, um futebolista que é tacticamente irrepreensível, sabendo marcar muito bem os tempos do jogo e mostrando-se muito eficaz nas transições defesa/ataque e ataque/defesa.

Tecnicamente não é um jogador muito vistoso, mas raramente falha um passe, beneficiando também de uma grande  inteligência posicional e de uma muito boa visão de jogo.

Raçudo e muito “adulto” na forma como joga, Hélder Almeida é daqueles futebolistas que cumpre sempre com o que lhe é pedido e é também por isso que Telmo Costa, treinador dos Iniciados A verde-e-brancos, não abdica do jovem, seja na sua posição natural (“oito”), ou numa das alas do ataque, quando é pretendido dar maior consistência à equipa leonina.

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Josué seria uma mais-valia para o novo Sporting

Josué seria uma mais-valia para o novo Sporting

van Wolfswinkel já partiu e, por certo, muitos outros vão abandonar o plantel verde-e-branco. Alguns como Boulahrouz, Jeffrén ou Adrien Silva dificilmente deixarão saudades na massa associativa leonina, contudo, as previsíveis saídas de elementos como Rui Patrício, Diego Capel ou mesmo Bruma prometem deixar a família sportinguista à beira de um ataque de nervos e de uma claro medo do futuro.

Ainda assim, penso que não há razões para temores gigantescos. Se houver critério e se souber escolher, é perfeitamente possível fazer uma equipa que possa lutar pelo terceiro lugar na próxima temporada e que garanta, pelo menos, o quarto lugar da classificação geral.

Muitos de vós vão dizer que o quarto lugar não é um lugar à “Sporting” e que mesmo o terceiro é limitado para aquilo que deviam ser as ambições verde-e-brancas. Contudo, desde 2009/10, passaram-se quatro temporadas e, em duas delas, os leões ficaram em quarto lugar, nesta vão ficar na mais remota e positiva das hipóteses no quinto e, em 2010/11, é verdade que os verde-e-brancos atingiram o terceiro lugar, mas foi in extremis e devido ao Sporting de Braga ter priorizado a campanha europeia nessa temporada (atingiu a final da Liga Europa).

Se a isto acrescentarmos que o orçamento nessas temporadas foi sempre superior ao que vamos ter em 2013/14, concluímos que o quarto lugar deve ser apontado como o objectivo mínimo, esperando, obviamente, poder lugar por algo superior a isso. Realisticamente, superior ao quarto só existe o terceiro, pois FC Porto e Benfica, por mais que possa custar aos verde-e-brancos, estão num patamar inalcançável na actualidade.

Assim sendo, há que preparar um plantel menos oneroso e que privilegie a evolução. Ou seja, a aposta tem de ser feita em jogadores jovens que possam evoluir e não em jogadores que apesar de poderem dar um incremento de qualidade a curto-prazo, não possam ser rentabilizados. A crise financeira não o permite.

Nesse sentido, torço o nariz a contratações de jogadores como Edinho, Cícero ou Hugo Viana. Existem alternativas mais jovens, e com margem de progressão bem mais promissora. Para o ano vai existir uma espécie de ano zero em Alvalade e um ano zero só faz sentido se houver um projecto de crescimento sustentado assente nessa primeira pedra. É assim que penso e seria assim que formaria o plantel do Sporting para 2013/14.

Num mero exercício hipotético e pegando no tal plantel de 20 jogadores que Bruno de Carvalho quer implementar na próxima época, este seria uma hipótese perfeitamente viável para um orçamento de 20 milhões de euros, que se pensa ser a base de 2013/14.

  • Guarda-Redes: Marcelo Boeck e Douglas (ex-V. Guimarães)
  • Lateral-Direito: Miguel Lopes e Cédric Soares
  • Lateral-Esquerdo: Jefferson (ex-Estoril)
  • Defesa-Central: Marcos Rojo, Tiago Ilori, Eric Dier e Steven Vitória (ex-Estoril)
  • Médio-Defensivo: Rinaudo e Gonçalo Santos (ex-Estoril)
  • Médio-Centro: André Martins e Schaars
  • Médio-Ofensivo: Labyad e Josué (ex-Paços de Ferreira)
  • Extremo/Avançado: André Carrillo, Bruma e Viola 
  • Ponta de Lança: Ghilas (ex-Moreirense) e Suk (ex-Marítimo)

Perante um plantel curto como o previsto, é preciso apostar na polivalência de alguns jogadores e mesmo as posições que foram pensadas com apenas um jogador (lateral-esquerdo), terão sempre em mente a possibilidade de haver jogadores que, não tendo essa como posição prioritária, poderão lá actuar, como é exemplo Marcos Rojo (a lateral-esquerdo).

Para além disso, existe sempre a equipa B, e, para a próxima temporada, futebolistas como Zezinho, João Mário, Ricardo Esgaio, Diego Rubio ou Vítor Golas seriam chamados sempre que necessário, promovendo-se, dessa forma, uma motivação extra para a equipa secundária, pois, com um plantel principal mais curto, os recrutamentos à equipa B serão naturalmente mais frequentes.

Obviamente que a manutenção de jogadores com elevado potencial como Bruma, Labyad, Carrillo, Dier, Ilori ou Marcos Rojo, para além da aquisição de outros como Josué ou Ghilas terá um custo elevado para um orçamento limitado, todavia, convenhamos que, mesmo com um orçamento de cerca de 20 milhões, será possível fazê-lo desde que se abdique dos jogadores que eu passo a citar.

Para vender porque é impossível mantê-los

  • Rui Patrício
  • Diego Capel

Para vender porque o rendimento/vencimento não justifica a sua permanência no clube

  • Adrien Silva
  • Jeffrén
  • Elias (está emprestado ao Flamengo, mas seria importante conseguir fazer já algum encaixe)
  • Gelson Fernandes (está emprestado, mas seria importante conseguir fazer já algum encaixe)
  • André Santos (actualmente emprestado ao Deportivo, a cedência termina no final da época e seria importante tentar fazer um encaixe, mesmo que mínimo)
  • Diogo Salomão (actualmente emprestado ao Deportivo, a cedência termina no final da época e seria importante tentar fazer um encaixe, mesmo que mínimo)

Para libertar mesmo que a custo zero

  • Boulahrouz
  • Bojinov
  • Pranjic
  • Evaldo

Para usar como contrapartida para facilitar contratações ou, em último caso, libertar a custo zero, mantendo partes do passe

  • Nuno Reis
  • Renato Neto
  • Wilson Eduardo
  • Owusu

Na minha opinião, este seria um excelente arrumar de casa para uma temporada que se espera de verdadeira transição, prometendo, acima de tudo, um plantel mais competitivo, barato e com uma excelente margem de progressão e de ganhos financeiros futuros. Na verdade, tem de se começar rapidamente a mudança de paradigma e estou convicto que assim seria a forma mais acertada.

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Jesualdo é essencial para o momento actual do Sporting

Jesualdo é essencial para o momento actual do Sporting

Devo começar por dizer que não acho Jesualdo Ferreira um treinador fora de série. Não é. Trata-se de um treinador demasiado académico, ou seja, daqueles técnicos que dominam quase na perfeição os aspectos teóricos, mas que, depois, têm algum défice na leitura mais instintiva do jogo, acabando por ser demasiado reféns de dogmas.

Para além disso, o “Professor” (a alcunha que lhe é dada encaixa na perfeição pela razão supra-citada…) tem uma concepção de jogo algo conservadora, ou seja, terá sempre dificuldade para ser bem visto por adeptos que anseiam por futebol de ataque e constantes exibições convincentes.

Ora, um Sporting normal (já nem digo um Sporting forte…) sempre teve na sua génese uma certa necessidade de procurar um futebol bonito e atractivo e isso, muitas vezes, faz com que os adeptos deturpem os próprios números na sua mente e se lembrem, simplesmente, daquelas exibições mais míticas.

Querem exemplos? Nunca ouvi nenhum adepto suspirar por Fernando Santos, mas o actual seleccionador grego terminou a época de 2003/04 com 73 pontos e apenas a nove do super-FC Porto campeão europeu de José Mourinho. Nessa época e apesar de terminado a um ponto do Benfica, depois de uma fraca recta final temporada, foi a única equipa que ainda beliscou a superioridade azul-e-branca. Ainda assim, todos o esquecem. Porquê? Porque o futebol não era super-ofensivo, não era esmagador, não era “à Sporting”.

Um ano depois chegou José Peseiro. Tinha uma das melhores equipas do Sporting dos últimos tempos e duas vantagens sobre Fernando Santos: José Mourinho havia saído e o Benfica estava mais fraco que na temporada anterior. Dessa época muitos falam de um Sporting que teve o azar de perder tudo numa semana, que dava goleadas e exibições magistrais. Pois é, mas também se esquecem de muita coisa.

Peseiro não perdeu esse campeonato no Estádio da Luz e com o golo de Luisão. Perdeu por ser derrotado em casa com equipas como o Marítimo, Penafiel ou Nacional e empatar com o Sp. Braga (não confundir com o actual), V. Setúbal, União de Leiria e Académica. Fez uma grande carreira europeia? Fez. Mas sejamos sinceros, que equipas de top eliminou? O Newcastle United (14º da Premier League)? o Middlesbrough (7º)? o AZ (3º da Eredivisie a 23 pontos do PSV)? o Feyenoord (4º)? Já nem vou falar que perdeu a final, em casa, diante do CSKA Moscovo. Avancemos…

Esta atracção leonina por treinadores de futebol vistoso, mesmo que de fim inconsequente, parece tornar Jesualdo Ferreira desajustado ao Sporting actual, contudo, este Sporting não é um Sporting normal.

Esta equipa com 107 anos de história está a passar a maior crise de que há memória e, para o ano, ninguém pode esperar um futebol vistoso e ganhador. A próxima temporada é um ano zero, um ano de reestruturação desportiva e que vai implicar uma novo paradigma. Um paradigma a que, infelizmente, os adeptos verde-e-brancos vão ter de se habituar nas próximas épocas e que passa por o Sporting se consciencializar que não pode competir com o Benfica ou FC Porto. Custa? Claro que sim, mas há que encarar a realidade dura e como ela é.

Neste momento, o Sporting tem de passar por uma “braguização”, que não deve ser entendida por uma colocação ao nível do Sporting de Braga, pois as histórias e potencialidades de ambos os clubes nem se comparam, mas, ao invés, uma aposta mais forte nas estruturas e quando digo estruturas digo internas e externas.

Na minha opinião, o Sporting tem de se fortalecer por dentro e, para isso, tem de afastar todos os elementos supérfluos que por lá habitam e condicionam o crescimento do clube. Bruno de Carvalho parece estar a fazer essa “limpeza” e, aí, estou a cem por cento com o presidente do Sporting.

Depois, há que recuperar os poderes nas altas esferas do futebol português. Foi esse trabalho de base que Luís Filipe Vieira soube fazer, calmamente, ao longo dos anos e com os resultados que se vêem. Lembram-se onde estava o Benfica há doze anos? São coisas que levam tempo, mas têm de ser feitas, pois, caso contrário, o Sporting será sempre um “calimero” das arbitragens, não retirando quaisquer benefícios palpáveis desse constante “choro”.

É neste estado de coisas que entendo que Jesualdo Ferreira é o treinador ideal para o momento actual do leão. Na próxima temporada, o mais importante para o Sporting é diminuir o fosso para os dois actuais gigantes do futebol português e discutir o terceiro lugar com o Sp. Braga. (esqueçam o Paços de Ferreira, que esta época não se repete…)

Para isso, é preciso potenciar uma série de jovens talentosos (as gerações de 93 e 94 são das mais fortes da história do Sporting) e começar a construir uma equipa de futuro. Formar e evoluir têm de ser conceitos fundamentais.

Ora, isso são as principais qualidades de Jesualdo. Já repararam no que tem evoluído Ilori ou Bruma com o “Professor”? E mesmo Rinaudo e Viola? Existe muito trabalho de base e muita paciência do actual treinador do Sporting e, neste momento, é o que o leão precisa.

Por outro lado, perante o plantel ainda mais jovem que o Sporting terá em 2013/14 será necessária outra das grandes qualidades de Jesualdo Ferreira: a gestão psicológica. Será preciso gerir as euforias e as depressões de uma época que, garantidamente, terá das duas coisas e, nisso, o actual treinador verde-e-branco é especialista. De facto, basta verificar  a forma como ele pegou esta temporada numa equipa completamente destruída e com riscos sérios de cair à Liga de Honra e conseguiu fazê-la renascer das cinzas.

Para além disso, é preciso realismo. É preciso perceber que, muitas vezes, há que reconhecer a superioridade do adversário e ser-se mais pragmático e matreiro. Lembram-se do Sporting-FC Porto, que muitos dizem que foi o momento em que o Sporting quebrou finalmente com a época desastrosa? Nesse jogo, Jesualdo Ferreira aceitou a superioridade azul-e-branca e jogou retraído e organizado, arrancando um ponto (podia ter ganho com um van Wolfswinkel mais acertado) e um grande “boost” psicológico para a equipa.

Daqui a dois ou três anos, se tudo correr bem, o Sporting vai precisar de um treinador diferente de Jesualdo Ferreira. Contudo, neste momento, o Sporting precisa mais de um gestor e de um formador que de um treinador de top e, como tal, o meu voto vai para o “Professor”. Que continue o seu excelente trabalho nos leões.

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Hosiner é o melhor marcador da Bundesliga Austríaca

Hosiner é o melhor marcador da Bundesliga Austríaca

Uma das principais atracções da actual edição da Bundesliga Austríaca é Philipp Hosiner, ponta de lança mortífero do Áustria Viena que é o actual melhor marcador do campeonato com 29 golos.

Nascido a 15 de Maio de 1989 em Eisenstadt, Áustria, Philipp Hosiner iniciou a sua carreira profissional na equipa secundária do TSV Munique, clube germânico onde apontou 12 golos em 31 jogos em 2008/09. Depois de uma passagem de pouco sucesso por outro modesto clube alemão (SV Sandhausen) em 2009/10, Hosiner regressou à Áustria e os seus números mostraram logo a sua apetência pelo tento, pois somou 13 golos em 33 jogos pelo First Vienna da segunda divisão austríaca em 2010/11.

Em 2011/12, o ponta de lança teve a primeira oportunidade no campeonato principal do seu país e, com a camisola do Admira Wacker, somou 10 golos em 31 jogos da Bundesliga. Na actual temporada, Phillip Hosiner ainda iniciou a campanha no Admira Wacker, contudo, depois de dois golos em dois jogos, mudou-se para o Áustria Viena, clube que lidera isoladamente o campeonato austríaco, muito por culpa dos 27 tentos que o avançado de 23 anos já apontou.

Avançado com incrível faro de golo

Os 29 golos (2 pelo Admira e 27 pelo Áustria) que Phillop Hosiner já marcou na Bundesliga Austríaca não são uma casualidade e são a demonstração em números da grande qualidade de um ponta de lança que soma duas internacionalizações e dois golos pela selecção principal da Áustria.

Muito frio na hora de atirar à baliza, o ponta de lança é daqueles jogadores que raramente falha no momento da finalização, sabendo rematar de forma colocada e quase sempre sem hipóteses para o guarda-redes. Rápido e um fantástico gestor da linha de fora de jogo, Hosiner consegue ficar inúmeras vezes isolado frente ao guarda-redes adversário, sendo, dessa forma, um quebra-cabeças para as defesas contrárias.

Móvel e com uma técnica apreciável, Hosiner é um futebolista que parece mais talhado para um esquema com dois pontas de lança, até porque tem apetência para procurar tabelinhas e combinar com os colegas. Ainda assim, as suas características também encaixam facilmente num esquema com apenas um avançado-centro, desde que, obviamente, receba apoio directo de pelo menos um dos extremos ou do “dez”.

Neste momento, aos 23 anos, é um ponta de lança ainda com grande margem de progressão e que eu gostaria de ver evoluir num campeonato de maior qualidade. Talvez não seja ainda muito caro para as bolsas dos principais clubes portugueses e, num momento em que vai ficar sem Ricky van Wolfswinkel, que jeito daria este Phillip Hosiner ao Sporting.

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Iuri Medeiros é um talento leonino

Iuri Medeiros é um talento leonino

O açoriano Iuri Medeiros é uma das grandes promessas do Sporting Clube de Portugal, podendo assumir-se como mais um extremo de qualidade a sair das camadas jovens verde-e-brancas.

Nascido a 10 de Julho de 1994 na Horta, Açores, Iuri José Picanço Medeiros é um produto das escolas do clube verde-e-branco, sendo internacional português nos escalões de sub-15, sub-16, sub-17 e sub-18.

Nos leões, foi sempre peça importante das equipas que representou, com os números do extremo-esquerdo açoriano a provarem esse facto (14 golos em 25 jogos nos Iniciados em 2008/09, 18 golos em 25 jogos nos Juvenis em 2009/10, 15 golos em 29 jogos nos Juvenis em 2010/11 e 13 golos em 34 jogos nos Juniores em 2011/12.

Na actual temporada, tem alternado entre os juniores e o Sporting B, somando já 449 minutos de utilização na equipa secundária verde-e-branca. Por outro lado, tem brilhado na NextGen, onde soma três golos e é uma peça importantíssima na manobra ofensiva de uma equipa verde-e-branca que já está apurada para os quartos de final.

Como joga?

Iuri Medeiros é preferencialmente um extremo-esquerdo, sendo veloz, tecnicista e fortíssimo nos lances de um contra um. Para além disso, é forte no capítulo do passe, cruzando e servindo bem os companheiros.

Bom finalizador, peca por ainda não revelar a maturidade necessária para o definitivo salto para o patamar de jogadores como Eric Dier ou mesmo João Mário. O talento, todavia, está lá e é imenso.

Pelas suas características, o jovem açoriano também poderá actuar noutras posições do ataque, sendo credível que também seja utilizado, por exemplo, como segundo avançado.

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Bernardo Carlos é internacional sub-17

Bernardo Carlos é internacional sub-17

Um dos bons valores da equipa de Juvenis A do Sporting é o defesa-direito Bernardo Carlos, futebolista que forma um excelente quarteto defensivo com o lateral-esquerdo João Serrano e a dupla de centrais: Hugo Meira/Bruno Wilson.

Nascido a 12 de Fevereiro de 1996 em Lisboa, Bernardo Figueiredo Ramalho Carlos encontra-se no Sporting desde infantil, destacando-se como um elemento de grande talento desde muito novo.

Neste momento, faz parte de uma equipa de Juvenis A do Sporting muito talentosa, onde, para além dos defesas mencionados, também militam outros elementos de qualidade como os médios José Lúcio e Rafael Barbosa, os extremos Lisandro Semedo e Fábio Martins, e os avançados José Postiga e Matheus Pereira.

Defesa completo

Bernardo Carlos é um lateral-direito de grande qualidade posicional, sabendo subir no seu flanco com critério, sem nunca desguarnecer a defesa. Quando avança, trata-se de um jogador incisivo e com boa qualidade de passe e no cruzamento para a área.

Defensivamente, trata-se de um jogador com boa inteligência posicional, que recupera bem e é agressivo no bom sentido do termo, mostrando-se bastante maduro para um futebolista de apenas 17 anos.

Pelas suas características, é um lateral que tanto pode assumir um perfil mais ofensivo ou defensivo consoante os desejos do seu treinador, adivinhando-se um futuro muito risonho para o internacional sub-17 português.

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Batalha é um talento

Rui Batalha

O Sacavenense é um clube que tem feito um trabalho bastante louvável nas suas camadas jovens, sabendo, também, aproveitar alguns talentos mal aproveitados pelos clubes de topo em Portugal. Um bom exemplo disso é Rui Batalha, antigo jogador do Sporting, que, agora, brilha em Sacavém.

Rui Pedro Reis Batalha nasceu a 29 de Junho de 1996 e começou a sua carreira no Sporting, clube que representou até 2009/10. Depois, o extremo mudou-se para o Mafra, tendo ainda passado pelo Sintrense até chegar ao Sacavenense na actual época de 2012/13 e assumir-se, rapidamente, como um grande talento da equipa de Juvenis A.

Extremo rápido e desconcertante

Rui Batalha é um futebolista que, preferencialmente, encosta no flanco esquerdo do ataque, revelando velocidade, criatividade, pulmão e uma superior entrega ao jogo.

Intenso, incisivo e com inteligência no posicionamento táctico, Rui Batalha explora muito bem a linha do fora de jogo para se isolar, sendo, também, fortíssimo em lances de um contra um.

Bom marcador de lances de bola parada (marcou um fantástico golo diante do… Sporting), o avançado do Sacavenense é, portanto, um jogador muito completo e que promete voos mais altos no futebol português.

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Matheus Pereira brilha nos Juvenis A do Sporting

Matheus Pereira brilha nos Juvenis A do Sporting

A equipa de Juvenis A do Sporting contém inúmeros jogadores de valor e para além do extenso rol de internacionais portugueses onde surgem nomes como José Postiga, Lisandro Semedo, José Lúcio, Rafael Barbosa, Hugo Meira, Bruno Wilson, João Serrano ou Bernardo Carlos, aparece o nome de um brasileiro muito talentoso e promissor: Matheus Pereira.

Nascido a 16 de Maio de 1996 em Belo Horizonte, Brasil, o futebolista mineiro chegou ao Sporting ainda muito jovem e oriundo do modesto Trafaria, tendo crescido no conjunto verde-e-branco nos últimos três anos.

Neste momento, é parte integrante da talentosa equipa de Juvenis A do Sporting, alternando entre a posição “dez” e o ataque, tendo também sido chamado por Abel ao recente compromisso da equipa de Juniores diante do Real, duelo em que até foi titular.

Prodígio técnico que é fantástico na marcação de livres directos

Matheus Pereira é um jogador que se destaca pela evoluída capacidade técnica, que usa com mestria para se superar os adversários, mesmo em espaços muito curtos.

Rápido e inteligente em termos posicionais, o brasileiro, quando colocado na posição “nove”, deambula por toda a frente de ataque, sendo um futebolista ideal para usar como falso ponta-de-lança num trio ou um duo ofensivo de grande mobilidade e constantes trocas de posição.

Pelo seu virtuosismo técnico, também encaixa perfeitamente na posição “dez”, local onde tem liberdade para se destacar pela evoluída visão de jogo e boa capacidade de passe.

Também fortíssimo na marcação de livres directos (marcou dois sublimes num recente Sacavenense-Sporting do Nacional de Juvenis), trata-se, portanto, de uma das fortes promessas do conjunto verde-e-branco.

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Bruno Wilson é neto de Mário Wilson

Bruno Wilson é neto de Mário Wilson

A equipa de Juvenis A do Sporting está repleta de internacionais e de grandes promessas do futebol português, sendo uma delas o defesa-central Bruno Wilson, esteio e líder do quarteto defensivo.

Nascido a 27 de Dezembro de 1996, Bruno Ricardo Valdez Wilson tem os genes de um antigo grande jogador (e treinador) do futebol português, o seu avô Mário Wilson, e iniciou a sua carreira no Oeiras, tendo ainda passado pelo Benfica, antes de se transferir para o Sporting em 2004/05, ainda no futebol de sete.

Nos leões, o jovem de 16 anos tem se assumido como uma das figuras da formação verde-e-branca, somando seis internacionalizações sub-16 e tendo, inclusivamente, assinado um contrato profissional com o Sporting.

Um patrão da defesa

Bruno Wilson é um defesa-central que se assume como o verdadeiro patrão da defesa, pois tem características que fazem dele um líder natural do quarteto defensivo da equipa de Juvenis A do Sporting.

Muito difícil de bater pelo ar ou junto à relva, Bruno Wilson revela uma enorme inteligência posicional e uma bastante evoluída qualidade técnica, sendo, dessa forma, um defesa-central que sabe sair a jogar com critério.

Formando uma excelente dupla de centrais com Hugo Meira, Bruno Wilson tem feito um percurso extremamente promissor, antevendo-se um excelente futuro para o internacional sub-16.

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Luís Vaz é um médio de talento

Luís Vaz é um médio de talento

Já elogiei bastante a equipa de Iniciados A do Sporting, pois esta, principalmente do meio-campo para a frente, contém talentos para dar e vender, saltando à vista os nomes de Moreto Cassamá, Hélder Almeida, Idrisa Sambú, Gonçalo Agrelos, Leonardo Almeida, entre outros exemplos, como o futebolista que vamos falar hoje: Luís Vaz.

Nascido a 24 de Janeiro de 1998, Luís Miguel Santos Vaz encontra-se no Sporting desde 2011/12, assumindo-se como titular da equipa de Iniciados A, onde alterna entre a posição seis e a oito.

Mais efectivo a “oito”

Observei várias vezes “in loco” as actuações de Luís Vaz e devo admitir que o vi muito mais vezes na posição de médio-defensivo que de médio-centro, o vulgo “oito”

Contudo, fiquei muito mais impressionado com Luís Vaz na posição oito e com Bruno Paz nas suas costas como “trinco”, pois o jovem de 14 anos libertou-se muito mais, aliando a boa capacidade defensiva e de recuperação de bolas, a uma efectiva qualidade nas transições defesa/ataque e na capacidade de empurrar a equipa para a frente.

Por outro lado, quando actua a “seis”, Luís Vaz parece mais preso e como que se lhe cortassem um pouco as pernas naquilo que pode e sabe fazer, percebendo-se que o médio-centro leonino aprecia a maior liberdade associada à posição “oito”

Com excelente pulmão, boa capacidade de passe e inteligência na ocupação de espaços, trata-se de um elemento que pode evoluir num jogador de grande futuro no espectro da formação leonina.

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