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Archive for Março, 2010

Os dinamarqueses nunca o vão esquecer e, provavelmente, Sarganis também não vai esquecer aquela partida em Copenhaga a 15 de Outubro de 1980. Nesse encontro, Nikos Sarganis fez, possivelmente, a melhor exibição de um guarda-redes de sempre e ajudou a preservar uma vitória da Grécia, diante da Dinamarca, por uma bola a zero. Após esse jogo, a imprensa dinamarquesa apelidou o grego de “Fantasma” devido à sua omnipresença e a capacidade de defender as bolas mais impossíveis. Uma alcunha que perdurou e que é fiel à enorme qualidade de Sarganis.

 

O guarda-redes grego iniciou a carreira no pequeníssimo Ilisiakos, mas rapidamente saltou para o Kastoria. Neste clube, ganhou, surpreendentemente, a Taça da Grécia em 80 e saltou para o gigante Olympiakos, onde ganhou três campeonatos e começou a construir a sua lenda. Sarganis era um guarda-redes rápido, agil como um gato, parecia estar sempre em todo o lado, fazendo da baliza minúscula.

Surpreendentemente, em 1985, haveria de trocar o clube de Pireu pelo arqui-rival Panathinaikos, onde, em cinco temporadas, venceu mais dois campeonatos e continuou a demonstrar toda a sua qualidade. Neste clube, destaque para em 88 ter marcado o penálti decisivo na final da Taça da Grécia diante do…Olympiakos.

Nos anos em que jogou nesses dois gigantes, Sarganis tornou-se num jogador fundamental na selecção grega, pela qual obteve 58 internacionalizações.

A seguir a actuar no Panathinaikos, ainda esteve no Athinaikos e no PAOK, mas os seus tempos de glória já estavam distantes. Todavia, ainda há quem diga que, no Parken, em Copenhaga, a sua presença ainda se faz sentir…

 

Vejam os melhores momentos de Sarganis

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O jogo que pode decidir o campeão nacional disputa-se no Estádio da Luz, este Sábado, pelas 20h15. Benfica e Braga defrontam-se com a certeza que uma vitória do Benfica por 2-0 ou mais de dois golos de diferença, deixará os encarnados com o título à sua mercê. Ainda assim, a jornada tem outros pontos de interesse, como a deslocação do FC Porto a Belém e a deslocação dos leões ao campo do Marítimo.

 

Benfica – Braga

Jorge Jesus e Domingos Paciência têm a consciência que se trata de um desafio em que não podem falhar. O Benfica, apesar de ter três pontos de vantagem, tem de vencer, pois o seu calendário (recepção ao Sporting, deslocação ao Dragão, por ex.) obriga os encarnados a terem uma margem pontual mais confortável para gerir. Por outro lado, o Braga sabe que uma derrota na Luz, principalmente uma pesada que lhes retire vantagem no confronto directo, seria uma machadada quase fatal nas suas ambições de ser campeão nacional. Assim sendo, espera-se um jogo explosivo, com um Benfica provavelmente a assumir mais as despesas do encontro e o Braga a jogar, matreiramente, na expectativa.

Belenenses – FC Porto

O FC Porto está a oito pontos do Braga, mas ainda sonha com uma quebra dos bracarenses e, assim, poder chegar ao segundo lugar e à Liga dos Campeões. Para isso, porém, não poderá perder mais pontos até ao final da temporada e o próximo jogo não será nada fácil. Os dragões deslocam-se ao campo do Belenenses, que está em último, mas vem de uma moralizadora vitória em Olhão (3-1). Assim sendo, trata-se de um duelo de vontades em que veremos qual será a mais poderosa: a dos azuis e brancos em chegarem à Champions, ou a dos belenenses em fugir à descida.

Marítimo – Sporting

Os leões deslocam-se à Madeira no rescaldo do “caso Izmailov”. Numa boa fase (três vitórias consecutivas na Liga Sagres), o Sporting quererá vencer o Marítimo, cimentar o quarto lugar e garantir, o mais rápido possível, o acesso à Liga Europa. Por outro lado, os madeirenses, longe do sonho europeu, jogarão sem pressão e irão, por certo, complicar os intentos leoninos. Bom jogo em prespectiva.

 

Nos outros jogos, destaque para o Leixões – Naval. Um encontro importantíssimo para a equipa de Matosinhos, que, se perder, estará praticamente condenada à descida; Por outro lado, o V. Setúbal recebe o Nacional e, se ganhar, ficará muito perto da assegurar a manutenção; Ainda referente a esta jornada, o V. Guimarães recebe a Académica e procurará uma vitória que os mantenha no quinto lugar da classificação; Por fim, teremos os encontros: Rio Ave-Olhanense, em que os algarvios tentarão pontuar frente aos tranquilos vilacondenses e o U. Leiria – P. Ferreira, duas equipas tranquilas, mas a espreitarem a europa.

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A época do Sporting acabou, mas nem por isso o clube deixa de ser notícia. Infelizmente pelas piores razões. O caso que envolve Izmailov, Costinha e o departamento médico é o espelho de que o Sporting é como um vulcão, que mesmo estando estável pode entrar em erupção em qualquer momento.

Tudo parecia estar bem em Alvalade, as exibições eram convincentes, a esperança numa final de época estável e capaz de salvar a honra do clube parecia ser uma realidade inabalável graças ao bom trabalho que Carlos Carvalhal vinha a fazer. No entanto, o caso referido vem, de novo, expor a fragilidade da estrutura do Sporting ao nível das relações internas e externas.

As fugas de informação e a má gestão da comunicação do clube – no timming, na forma e no conteúdo, são um dos grandes problemas que o Sporting tem de resolver para a próxima temporada. Esta época fica marcada, não só pelo mau desempenho desportivo, mas pelo discurso incoerente, e por vezes descabido, do presidente José Eduardo Bettencourt, pelo uso de linguagem pouco cuidada dos responsáveis leoninos, pela incapacidade de transmitir qual o projecto e o rumo delineado para o clube. Resumindo, o Sporting sofre de um problema crónico ao nível da comunicação.

Este problema, se não for resolvido rapidamente, pode colocar em causa o projecto e estrutura do clube. É necessário alguém com a capacidade e formação para gerir estes assuntos. A contratação prioritária para o Sporting 2010/2011 é um director de comunicação. 

PS: Uma palavra para Costinha que parece determinado em impor uma nova cultura do clube. No entanto, todas as fases de transição são susceptíveis de turbulência e se “o Ministro” não se fizer rodear de alguém que seja capaz de alinhar essa nova realidade com a percepção existente pode estar a colocar em causa a sua imagem e o sucesso da sua passagem por Alvalade.

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Como benfiquista, tenho de começar este artigo dando os Parabéns ao Benfica, a todos os jogadores, dirigentes e adeptos. Mas tenho de congratular uma pessoa em especial, o mister Jorge Jesus.

No entanto, ainda não é hoje que vou escrever apenas para falar de Jesus, o homem que colocou o Benfica a jogar 10 vezes melhor e que fala uma língua própria (imagino uma conversa entre Manuel Machado e Jorge Jesus, dois homens com uma língua própria). Hoje vou falar do Benfica e do facto de ser uma grande instituição e ter uma grande equipa de futebol.

Normalmente quando se fala de Futebol tem-se como termo de comparação os 11 bases de cada equipa, mas a verdade é que isso é apenas uma amostra do que é uma verdadeira equipa. Aqui esquecemo-nos da importância que todos os elementos do plantel têm para o sucesso no final de uma época que vai ser altamente sobrecarregada. E o Benfica neste momento é uma grande equipa pois tem um grande 11 e, mais importante ainda, tem um grande banco.

A equipa da Luz tem o melhor 11 da Liga Sagres (sem sombra para dúvidas), mas a força da equipa vê-se no banco e o Benfica bem pode agradecer aos suplentes, à segunda-linha, aos esquecidos, o título que já ganhou e os títulos que eu espero que venha a ganhar.

Quando muitos congratularam-se por o Benfica ter ganho ao Porto na final da Carlsberg Cup por 3-0 (num jogo fraco), eu tenho outra visão e congratulei-me por ver grandes exibições de alguns “suplentes”, como:

· Airton – temos futuro 6 do Benfica e, quem sabe, da selecção brasileira.

· Ruben Amorim – grande, fez um bom jogo contra o Porto. É dos jogadores mais inteligentes do futebol português.

· Carlos Martins – o renegado de Alvalade. Aimar, não fiques chateado mas neste momento o Martins é o dono do lugar 10 do Benfica e já merece uma chamada à Selecção. Quando encarrila ninguém o pára. Que golão!

· Kardec – jogo de grande luta e onde levou muita porrada. Mostrou muito trabalho e que tem futuro. Precisa de melhorar o posicionamento na grande área.

Já com o Marselha, o jogo foi decidido por um inesperado Kardec. Conclusão, o Benfica não tem um 11, o Benfica tem um plantel. Uma equipa só consegue ganhar algo com um plantel forte e a verdade é que não me lembro de ver o SLB com um plantel tão forte e completo – faltam apenas dois laterais, um esquerdo e um direito.

Nota: Eu detesto falar de arbitragem mas não consigo compreender como o Bruno Alves não foi expulso no jogo contra o Benfica. Fiquei ainda mais surpreso quando li que este jogador fez 27 jogos na selecção sem ver um único amarelo e em 9 épocas em Portugal, apenas viu um cartão vermelho. Fenómenos Paranormais? E o burro sou eu…

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Há poucos dias apresentei o atleta croata Mandzukic como um bom avançado para uma equipa portuguesa. Pois bem, hoje apresento um que, quanto a mim, seria um bom parceiro para o Mario Mandzukic: Robert Lewandowski.

Trata-se de um atleta polaco de apenas 21 anos, mas que já conta com 20 internacionalizações e 6 golos pela sua selecção. É um ponta de lança rápido, desmarca-se muito bem, remata com os dois pés e é extremamente frio na hora da finalização. Outro talento de Lewandowski é a sua grande mobilidade.

Ainda a actuar no Lech Poznan da Liga Polaca, onde, desde 2008, já fez 50 jogos e 27 golos e, apesar de se tratar de um atleta muito jovem, já demonstra uma enorme maturidade, parecendo-me preparado para dar o salto para um futebol mais exigente. Numa outra Liga, como a portuguesa, poderia potenciar ainda mais os seus talentos naturais e tornar-se num dos melhores avançados do futebol actual.

Se duvidam, vejam o vídeo abaixo e confirmem a minha tese

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O adepto de futebol pode ter alturas em que está decepcionado com a sua equipa, mas, lá no fundo, acredita sempre na vitória, por mais inesperadas que sejam as probabilidades. Eu sou assim: eu estou muito aborrecido com a época do FC Porto, mas, apesar das recentes exibições desastrosas, acreditei que o meu clube iria conquistar a Taça da Liga e o regresso de Fernando aos treinos deixou-me mais esperançado.

Comecei a perder as esperanças, quando soube que Varela não seria opção para o resto da época. E fiquei com vontade de desligar a televisão no momento do frango de Nuno. Mesmo assim, continuei a acreditar, porque o Porto costuma vender caras as derrotas. Não foi isso, porém, o que aconteceu. Aliás, salvo raras excepções, este dragão anda muito manso e é facilmente derrotado.

Contra o Benfica, o FC Porto voltou a andar perdido dentro de campo e as atitudes irracionais de Raul Meireles e Bruno Alves ao longo da partida são inexplicáveis. Com as saídas de Lucho e Pedro Emanuel, os adeptos contavam com este dois elementos para a continuação da famosa mística e serem vozes fortes no balneário. A verdade é que têm estado em claro sub-rendimento e têm tido atitudes pouco dignas de capitães. Aliás, até fiquei admirado pelo facto de estes dois internacionais terem acabado o jogo.

Do actual plantel, muito poucos são os elementos que merecem vestir a camisola azul e branca. Não há mística, nem empenho. E isso, frente a um rival, é imperdoável. O resultado de 3-0 acaba por ser lisongeiro, pois este super Benfica poderia ter marcado muito mais.

Também reconheço que as ausências de jogadores importantes têm sido nuclear para os recentes maus resultados. Esta época, Jesualdo Ferreira já se viu privado, por largos momentos, de Fucile, Fernando, Raul Meireles, Varela, Rodríguez, Mariano, Hulk e Farias. Deste todos, talvez o mal amado Mariano seja o jogador menos espectacular, mas já provou, por diversas alturas, que é um jogador útil. E neste momento o FC Porto só tem disponível um extremo: Cristian Rodríguez. Claro que isto não é desculpa para os maus resultados, antes pelo contrário, pois as segundas opções deveriam ter melhor qualidade, principalmente a meio-campo. A recente má fase dos dragões está directamente relacionada com a ausência de Fernando, um jogador sem rival no plantel.

Contudo, no caso dos extremos e ponta-de-lanças, não havia muito mais a fazer. O gabinete de prospecção do FC Porto preveniu-se para estas situações de lesões ou castigos nestas posições, mas houve demasiado azar ao mesmo tempo. Também penso que devia ter sido contratado mais um extremo, em Janeiro, para prevenir o longo castigo de Hulk, que já era esperado. Talvez seja altura de apostar em jovens, como Alex e Caetano, embora o primeiro também esteja a contas com uma lesão.

Penso que a chave para a decisão da Taça da Liga esteve mesmo nas aquisições de Inverno e nas segundas opções. Rúben Micael teve um começo promissor no Porto, mas tem vindo a realizar exibições deprimentes. Enquanto os novos elementos do Benfica, Airton, Éder Luís e Alan Kardec, a demonstram ser opções viáveis. Também Carlos Martins e Rúben Amorim provaram ser excelentes alternativas aos habituais titulares.

Por último, queria lamentar os incidentes ocorridos antes do encontro, provocados por adeptos afectos ao FC Porto. Adeptos desses não são dignos da grandeza de um clube como o nosso e nem da arte que é o futebol.

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Um hat-trick de Lionel Messi manteve o Barça colado ao Real Madrid no topo da Liga Espanhola. A equipa catalã venceu em Saragoça (4-2), enquanto os madrilenos também não vacilaram e venceram, em casa, o Sporting de Gijón (3-1); Em Itália, o Inter de Mourinho voltou a desiludir, pois não foi além de um empate em Palermo (1-1), todavia, continua líder, pois o Milan, em casa, não fez melhor (empatou 1-1 com o Nápoles); Na Premier League, o Manchester United venceu, em Old Trafford, o Liverpool por duas bolas a uma e continua líder isolado.

Liga Espanhola – Barcelona e Real Madrid continuam colados na liderança

Começam a faltar adjectivos para caracterizar a excelente época do argentino Messi. Esta jornada, o jogador a quem já comparam a Maradona fez mais três golos e foi o principal responsável pela vitória do Barcelona, em Saragoça, por quatro bolas a duas. Neste jogo, a equipa catalã foi sempre superior e venceu com justiça um adversário que luta pela manutenção na La Liga. Por outro lado, no Santiago Bernabéu, o Real Madrid venceu o Sp. Gijón por três bolas a uma. Ainda assim, os madrilenos ainda passaram por um susto, pois aos 53 minutos, Barral colocou os asturianos na frente. Todavia, golos de Van der Vaart, Xabi Alonso e Higuaín deram a volta ao marcador. Na La Liga, Real Madrid e Barça estão sozinhos na frente com 68 pontos, mas os madrilenos têm vantagem no goal average. O terceiro, Valência, está a 18 pontos…

Liga Italiana – Milan não aproveita novo deslize interista

Na jornada 29, o Inter voltou a perder pontos, pois não foi além de um empate, na Sicília, diante do Palermo (1-1). A equipa de Mourinho ainda saiu na frente com um golo de Diego Milito (10′ g.p.), mas, apenas 15 minutos depois, Cavani empatou. No entanto, o Milan falhou o assalto à liderança da Série A, pois, em casa, também não foi além de um empate com o Nápoles (1-1). Assim sendo, o grande vencedor da ronda foi a AS Roma, que venceu a Udinese, em casa, por quatro bolas a duas (golos de Vucinic (3) e Toni) e está agora a apenas quatro pontos do líder Inter e a três pontos do Milan (2º).

Liga Inglesa – Manchester United vence Liverpool e continua líder

Os “Red Devils” receberam o Liverpool e até começaram mal, pois, logo aos cinco minutos, Torres abriu o activo para a equipa da cidade dos Beatles. Todavia, o Manchester United voltou a demonstrar toda a sua força e Rooney (12′) e Ji-Sung Park (60′) deram a vitória à equipa de Alex Ferguson por 2-1. Por outro lado, o Arsenal continua na perseguição ao líder, pois, em casa, venceu tranquilamente o West Ham (2-0). Quem desiludiu foi o Chelsea que não foi além de um empate em Blackburn (1-1). Assim sendo, o Manchester United continua na liderança da Premier League com mais dois pontos que o Arsenal (2º) e quatro que o Chelsea (3º). Os “blues”, todavia, têm menos um desafio.

Liga Francesa – Em França a Ligue 1 continua ao rubro

Na Ligue 1, os três da frente venceram todos. O Bordéus (1º) venceu o Lille por 3-1 com golos de Ciani, Jussiê e Gourcuff; o Montpellier (2º) venceu com dificuldade o Valenciennes, em casa, por 2-1; e o Auxerre (3º) precisou de um golo de Pedretti, já nos descontos, para levar de vencido o Le Mans (2-1). Quem também continua a sonhar com o título é o Marselha que, em casa, venceu o Lyon por 2-1. Assim sendo, a Liga Francesa continua explosiva, pois o Bordéus (-1 jogo) lidera com os mesmos pontos do Montpellier e apenas mais um ponto que o Auxerre. O Marselha (-1 jogo), por sua vez, é quarto a três pontos do líder.

Outras Ligas – Bayern surpreendido em Frankfurt

O Bayern Munique foi surpreendentemente derrotado em Frankfurt (1-2), mas continua líder na Bundesliga. Os bávaros têm agora apenas um ponto de vantagem sobre o Schalke 04 (2º), que empatou 2-2 em Hamburgo e mantêm os três de avanço diante do Leverkusen (3º) que perdeu em Dortmund (0-3); Na Holanda, por outro lado, o Twente empatou com o PSV (1-1) em Eindhoven, mas continua lider isolado da Eredivisie. A equipa que foi eliminada pelo Sporting na Champions lidera com quatro pontos de avanço sobre o Ajax (2º) e cinco sobre o PSV (3º); Por fim, na Grécia, o PAOK continua a má fase e perdeu, em casa, com o AEK (0-1). A equipa de Salónica caiu, assim, para terceira, pois o Olympiakos venceu na casa do líder Panathinaikos por 1-0. O PAO lidera agora com quatro pontos de avanço do Olympiakos (2º) e cinco do PAOK de Fernando Santos. 

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