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Archive for Abril, 2010

Depois da vitória do Benfica diante do Olhanense por cinco bolas a zero, os encarnados esperavam um deslize dos bracarenses para se sagrarem campeões a duas jornadas do fim. Todavia, o Sp. Braga continua a fazer um campeonato excepcional e, na Figueira da Foz, apoiado por cerca de 7000 adeptos arsenalistas, goleou a Naval por quatro bolas a zero, mantendo, assim, o sonho do título por, pelo menos, mais uma jornada.

  

Benfica 5-0 Olhanense

Teve pouca história o duelo entre águias e algarvios. Aos 18 minutos, com o Benfica a ganhar 2-0 (golos de Cardozo e Di Maria) e Delson expulso na Olhanense, percebia-se que a dúvida sobre o vencedor havia terminado. Assim sendo, restava saber qual seria dimensão da vitória encarnada, até porque este Benfica de Jorge Jesus não costuma tirar o pé do acelerador.

Marcariam mais três tentos as águias (dois golos de Cardozo e um de Pablo Aimar), encerrando o resultado num 5-0 final. Uma vitória justa e incontestável, diante de um adversário, que, em inferioridade numérica desde muito cedo, pouco pode fazer para contrariar a superioridade encarnada.

Com esta vitória, as águias estão a apenas um ponto do título e podem ser campeãs em pleno Estádio do Dragão.

Naval 0-4 Sp. Braga

A épica história dos arsenalistas conheceu mais uma bonita página, este domingo, na Figueira da Foz. Diante da Naval, com cerca de 7000 adeptos bracarenses nas bancadas, o Sp. Braga fez uma magnifica exibição, dominando o jogo do princípio ao fim e colorindo o marcador com golos de Luís Aguiar (2), Matheus e Paulão. Com esta vitória por 4-0, os bracarenses mantêm o sonho do título, ainda que ténue (precisam de vencer os dois últimos jogos e o Benfica perder os seus…), mas estão a apenas dois pontos de assegurarem uma inédita presença na Liga dos Campeões.

V. Setúbal 2-5 FC Porto

A equipa portista atravessa o melhor momento da temporada e, desta feita, coube ao aflito Vitória de Setúbal pagar a factura. Os dragões entraram muito fortes e, ao intervalo, já venciam por 2-0 com golos de Falcao e Maicon.

Na segunda metade, os sadinos, a lutarem pela manutenção, ainda reduziram por Henrique, mas rapidamente Guarín e Belluschi colocaram o resultado num incontestável 1-4 para os dragões.

Até final, ainda assistiríamos a mais dois golos, um para cada lado. Primeiro bisou Henrique e depois bisou Falcao, terminando o jogo com uma vitória expressiva, mas justa dos portistas por cinco bolas a duas. Com este resultado o FC Porto continua a sonhar com o segundo lugar e os sadinos continuam sem assegurar a manutenção.

U. Leiria 1-1 Sporting

Os leões desperdiçaram ontem, no Magalhães Pessoa, golos que dariam para ganhar pelo menos dois jogos e acabaram por sair penalizados com um empate que pode adiar a conquista do quarto lugar por mais uma jornada.

O Sporting entrou muito forte e, na primeira parte, dominou totalmente o jogo, marcando um golo por Liedson e falhando um mão cheia de oportunidades. Depois, na segunda metade, os verde e brancos voltaram a sofrer um golo de bola parada, por Cássio, e viram Djuricic, com um punhado de excelentes intervenções, evitar o segundo golo leonino.

Assim sendo, os leões acabaram por empatar a uma bola. Este resultado, caso o V. Guimarães vença hoje o Belenenses, obriga o Sporting a fazer mais um ponto nas duas últimas jornadas para garantir o quarto posto.

Restante jornada

Nos outros jogos, destaque para a vitória da Académica em Matosinhos (3-1), que garantiu a manutenção da briosa e praticamente condenou o Leixões à descida; Depois, na Choupana, o Nacional não foi além de um empate com o P. Ferreira (1-1). Este resultado compromete os sonhos europeus de madeirenses e pacenses; Por outro lado, em Vila do Conde, o Marítimo também se deve ter despedido da Europa, após empatar sem golos diante do Rio Ave; A jornada termina hoje com o V. Guimarães-Belenenses, um desafio que, se os azuis não vencerem, vai significar a sua descida à Liga Vitalis.

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Na ressaca do segundo ano consecutivo sem ser campeão, o Benfica sentiu que tinha de ir buscar um goleador para alcançar o título nacional. Procurou pela América do Sul, África, Europa de Leste e ia desesperando até que a direcção encarnada pensou: “E a Escandinávia? Que tal um novo Magnusson ou um novo Manniche?” Assim chegaria à Luz um sueco, que, apesar de alto, não era louro e era mais tosco que qualquer jogador que tenha vestido a camisola do Benfica: Martin Pringle.

Demorou muito tempo até alguém reparar no “talento” de Pringle e, assim, o ponta de lança só chegou à primeira divisão sueca, em 1994, com 23 anos, para vestir a camisola do Helsingborgs.

No clube de Helsingborg, em duas temporadas, Pringle destacou-se. Marcou 15 golos em 64 jogos, chegou à selecção (sim, é verdade, e até marcou um golo…) e chamou a atenção de alguns clubes britânicos de menor nomeada.

Ainda assim, deve ter ficado boquiaberto com o interesse do Benfica e não demorou a aceitar o convite encarnado, viajando, no defeso de 1996, para Lisboa para jogar pela equipa de Eusébio.

Nos encarnados esteve três temporadas e marcou… seis golos. O sueco mostrou ser um avançado sem nenhuma técnica, mobilidade ou faro de golo, restando-lhe, como qualidades, a entrega e a simpatia fora dos relvados. Na sua passagem pelo Benfica, Pringle chegou mesmo a ser parodiado por programas cómicos, que troçavam da sua “finta da máquina de lavar”. Uma simples finta de passar a bola por um lado para ir buscar pelo outro, que teria sido ensinada por João Vieira Pinto e que o internacional sueco demorou meses a aprender e, mesmo assim, executava mal.

Assim sendo, foi sem surpresa que, em 1999, Pringle abandonou o Benfica e foi para o Charlton Athletic. Em Inglaterra, apesar de continuar a não marcar muitos golos, adaptou-se melhor ao futebol jogado em terras de sua majestade e tornou-se num jogador importante do Charlton. Contudo, em 2001, teve diversas lesões que o obrigaram a ficar um ano fora dos relvados.

Depois, quando regressou, foi emprestado ao Grimsby Town, onde, ao segundo jogo, partiu a perna em dois sítios. Essa grave lesão resultou no final da carreira de Martin Pringle.

Depois de retirado, Pringle tornou-se treinador de futebol feminino, mas, desde 2009, tornou-se treinador de uma equipa masculina da terceira divisão sueca, o Vastra Frolunda. Nesse clube, quando os seus jogadores estão mais desmotivados, pode sempre dizer: “Vamos pessoal, se eu cheguei ao Benfica, vocês também podem ganhar ao Sylvia ou ao Husqvarna…”

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Stojkovic na selecção jugoslava

Stojkovic era um mágico com a bola nos pés. Um jogador que fazia o que queria com o esférico, colocando-o, quase sempre, onde queria e onde todos pensavam impossível. Um médio ofensivo que valia a pena ver e que tornava o preço do bilhete totalmente irrisório perante o seu enorme talento.

Começou a carreira no modesto Radnicki Nis, em 1981, aos 16 anos. Esteve nesse clube cinco temporadas e começou a mostrar as qualidades que o iriam elevar a uma lenda do futebol ex-jugoslavo.

Depois, em 1986, assinou pelo Estrela Vermelha de Belgrado e, aí, rapidamente tornou-se no jogador de maior destaque na Liga Jugoslava. Em quatro anos, fez 116 jogos e 54 golos, conquistando dois campeonatos jugoslavos e uma Taça da Jugoslávia. Nesse período, Stojkovic foi ainda eleito, por duas vezes, o melhor jogador do campeonato jugoslavo.

No seguimento do enorme impacto que teve no E. Vermelha, haveria de, em 1990, assinar pelo Marselha, todavia, em três épocas em França (teve emprestado em 91/92 ao Verona) nunca alcançou o brilho que mostrou no clube de Belgrado. Ainda assim, viu, do banco, o Olympique de Marselha conquistar a Taça dos Campeões diante do seu clube do coração, o E. Vermelha, em 1993.

Posteriormente, terminaria depois a carreira no Japão, em 2001, no Nagoya Grampus Eight, onde esteve sete anos e onde foi uma das peças mais importantes para o crescimento do futebol nipónico. Perante a fraca qualidade inicial da Liga, foram jogadores como Zico ou Stojkovic que ajudaram o desporto rei a evoluir no Japão e a tornar o futebol nipónico numa potência continental.

O sérvio, durante a sua carreira, participou em 2 mundiais (1990 e 1998) e dois europeus (1984 e 2000) e conseguiu ser internacional por 84 vezes. Provavelmente, será recordado por todos como o melhor jogador sérvio de sempre e o vídeo abaixo é apenas uma pequena amostra do seu enorme talento.

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A 11 de Maio de 1988, no culminar da sua primeira participação europeia, o Malines defrontava, em Estrasburgo, o Ajax na final da Taça das Taças. Os holandeses, que haviam vencido a edição anterior, eram favoritos e poucos acreditavam numa vitória belga. Contudo, a equipa do Malines encheu-se de brio e conquistou o título graças a um golo de Piet den Boer e a uma magnífica exibição do seu guarda-redes, um tal de Michel Preud’Homme. Foi a última vez que um clube belga venceu uma competição europeia…

O Malines foi fundado em 1904, mas só nos anos 40 tornou-se num clube de prestígio do futebol belga. Nessa década, o Malines ganhou três campeonatos nacionais (43, 46 e 48) e era um clube temido nos relvados da Bélgica.

No entanto, a partir dos anos 50, o clube perdeu força e, nos anos 60 e 70, o clube alternou entre a primeira e segunda divisão, sem conseguir qualquer destaque no seio do futebol belga.

Assim sendo, foi preciso esperar até ao final dos anos 80, para o Malines voltar à ribalta. O primeiro passo, foi a conquista da Taça da Bélgica, em 1986/87, diante do RFC Liége (1-0).

Depois, na época seguinte e na sua primeira participação europeia, o Malines haveria de conquistar a Taça das Taças. Após eliminar Dínamo Bucareste, St. Mirren, Dínamo Minsk e Atalanta, o Malines defrontou o Ajax no desafio decisivo. Tratou-se de uma final muito dura para os belgas, mas um golo solitário de Den Boer e uma magnífica exibição do lendário Michel Preud’Homme permitiu ao Malines vencer o Ajax por uma bola a zero.

Após essa conquista, o Malines ainda conquistaria a Supertaça Europeia, em 1988, diante do PSV (3-1 no agregado) e sagrar-se ia campeão belga em 1988/89, mas a estes triunfos seguiu-se o declínio do clube belga.

Acabariam por descer à segunda divisão em 1996/97 e, a partir daí, voltaram a ser um clube que dança entre a primeira e segunda divisões, tal como nas décadas de 60 e 70.

Neste momento, o Malines está há três épocas seguidas na primeira divisão da Bélgica, mas as classificações têm sido modestas e os adeptos continuam à espera do regresso à glória passada. Até lá, resta-lhes a lembrança de momentos como o do vídeo abaixo.

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Um número 10 de eleição tem de ter técnica, inteligência, criatividade, visão de jogo e tem de ter um pequeno extra que pode fazer a diferença entre ser muito bom e genial, fazer muitos golos.

O colombiano Giovanni Moreno é um exemplo de um atleta que, por ter todos os atributos acima referidos, se pode tornar num fenómeno do futebol internacional. Jogando como número 10 ou segundo avançado, Moreno já fez, desde 2008, 33 golos em 69 jogos pelo Atlético Nacional da Liga Colombiana

O jovem de 23 anos é dono de uma altura invulgar para a posição (1,90 metros), mas é dono de uma excelente técnica individual e de um magnífico remate de pé esquerdo, tanto a curta como a longa distância.

A brilhar nos relvados colombianos há alguns anos e já internacional pelo seu país, Giovanni Moreno é observado por grandes clubes europeus como o Olympiakos e o Atl. Madrid, estando prestes a dar o salto.

Trata-se, sem dúvida, de um jogador a equacionar pelos clubes portugueses. Deixo um vídeo para terem noção das suas enormes qualidades.

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No final da Jornada 28, a Liga Sagres poderá ter um novo campeão. Para isso, basta que o Benfica (recebe o Olhanense) faça melhor que o Sp. Braga (desloca-se à Figueira da Foz). Assim sendo, será, por certo uma jornada explosiva que terá também um importantíssimo, o V. Setúbal-FC Porto. Um encontro que colocará frente a frente uma equipa que procura alcançar a manutenção e outra que ainda sonha com a “Champions League”.

 

Benfica-Olhanense

O Benfica, por certo, deseja ser campeão o mais rápido possível e terá esperança que isso aconteça já esta jornada. Para isso, basta vencer (se o Braga empatar ou perder) ou empatar (se os arsenalistas perderem) com a Olhanense. No entanto, as águias não defrontam uma equipa fácil, pois os algarvios, apesar de lutarem pela manutenção, praticam um futebol positivo e já empataram no Dragão (2-2). Assim sendo, prevê-se um excelente jogo no Estádio da Luz.

Naval-Sp. Braga

O campeonato dos bracarenses tem sido excepcional, mas as esperanças no título vão se perdendo à medida que o Benfica não vacila diante de nenhum dos seus adversários. Ainda assim, o Braga tudo fará para adiar ao máximo o título encarnado e também não se pode esquecer que o segundo lugar não está garantido, pois o FC Porto está a cinco pontos… Como tal, diante da tranquila Naval, só a vitória interessa aos arsenalistas.

V. Setúbal-FC Porto

O regresso de Hulk permitiu ao FC Porto mostrar a melhor face da época, todavia, para azar dos portistas, esta nova cara surgiu tarde demais para serem campeões. Ainda assim, existe uma ligeira esperança no segundo lugar e consequente acesso à “Champions League”. Assim sendo, só a vitória interessa diante de uma equipa que, por ainda lutar pela manutenção, tudo fará para dificultar a missão dos dragões.

U. Leiria-Sporting

Nesta altura da época, a garantia matemática do quarto lugar é o único objectivo desportivo dos leões. Contudo, Carvalhal quererá fazer um excelente final de época para mostrar que tinha valor para continuar a treinar os verde e brancos. Assim sendo, diante de um adversário que ainda sonha com a Liga Europa, espera-se que o Sporting dê tudo por alcançar mais uma vitória e garantir, definitivamente, o quarto lugar na Liga Sagres.

Leixões-Académica

Jogo explosivo em Matosinhos. O Leixões, quatro pontos abaixo da linha de água, joga um dos últimos cartuchos para a manutenção na Liga Sagres. Contudo, defronta uma Académica que ainda não está salva e que, por isso, tudo fará para não perder este encontro. Trata-se, sem dúvida, de um duelo a não perder.

 

Nos outros jogos, destaque para o Nacional-P. Ferreira e V. Guimarães-Belenenses. Madeirenses (36 pts.) e Vimarenenses (37 pts.) estão separados por apenas um ponto e lutam pelo último lugar que dá acesso à Liga Europa (o quinto) defrontando adversários que parecem resignados ao meio da tabela (no caso do Paços) e à descida (no caso do Belenenses); Por fim, saliente-se o Rio Ave-Marítimo, entre uma equipa tranquila (vilacondenses) e outra que ainda sonha com a Europa (maritimistas).

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Paulo Sérgio o futuro treinador do Sporting

Após o anúncio da saída de Carlos Carvalhal todos se questionaram quem seria o treinador do Sporting para a próxima temporada. Muito se falou, mas, mais uma vez, todos nós “rematámos ao lado”.

Nomes como Paul Le Guen, Manuel José ou Villas Boas eram falados e todos obedeciam a um critério válido e óbvio. Le Guen, entre outros (não portugueses), seria visto como o estrangeiro de qualidades inquestionáveis, que traria prestígio, métodos de trabalho e uma nova maneira de estar ao clube. Manuel José seria visto como um treinador com grande experiência, conhecedor do futebol português e que após experiências ganhadoras fora de Portugal tinha as condições para treinar e ter sucesso num grande clube português. O caso de Vilas Boas era visto como um treinador jovem e com experiência de trabalho em grandes clubes europeus ao lado de José Mourinho, o que lhe atenuava a pouca experiência “a solo”.

Diferentes critérios que se podiam aceitar para uma escolha que se pedia arrojada. No entanto, o resultado nada teve de arrojado e podemos mesmo dizer que “a montanha pariu um rato”. Pedia-se mais e uma aposta mais arrojada, que fosse capaz de mobilizar os sportinguistas.

Não tenho nada contra Paulo Sérgio, mas apesar de lhe reconhecer valor ao nível técnico-táctico, tenho grandes dúvidas se não será cedo para treinar um clube grande e arrisco-me a dizer que era preferível ficarmos com Carlos Carvalhal – que tem feito um bom trabalho, dentro do possível. Não será cedo para Paulo Sérgio dar o salto? Não tendo largos anos de experiência como treinador, nem qualquer experiência em clubes de topo, arrisco-me a dizer que, apesar das qualidades e potencial, pode não estar preparado para treinar um clube grande.

Nos últimos 20 anos, poucos foram os treinadores campeões em Portugal em situações de falta de experiência (anos de carreira ou experiências ao mais alto nível). Apenas me recordo de Fernando Santos, que treinou o FC Porto numa série de vitórias e sob o “efeito Jardel”, e claro de Bölöni, com uma equipa onde, também, figurava o “Super Mário”. Todos os outros tinham anos de carreira (Trapattoni, Robson, Jaime Pacheco, Jesualdo Ferreira) ou vivência de clubes grandes como jogador/treinador/adjunto (Inácio, Co Adriaanse ou António Oliveira). Se acreditarmos no que o historial do nosso campeonato nos diz, Le Guen, Manuel José e Vilas Boas teriam mais chances de ser campeões do que o treinador escolhido.

Da minha parte, o treinador Paulo Sérgio terá todo o apoio e benefício da dúvida. Mas não posso apoiar uma escolha em que os critérios são pouco claros e o historial de treinadores campeões não corre nada a seu favor. Estará Paulo Sérgio preparado e terá as condições para levar o Sporting ao título de campeão? O tempo o dirá.

PS: uma nota para a participação do Sporting no torneio quadrangular nos Estados Unidos. Dá prestígio participar neste tipo de torneios, mas existe um pormenor de que todos se esqueceram: datas. Como é possível se planear uma época desportiva sem olhar ao calendário? O Sporting joga a 3º pré-eliminatória da Liga Europa a 29 de Julho, enquanto o torneio acaba a 25 do mesmo mês. Quatro dias de diferença, contando que existe uma viagem de oito horas e um jetlag de cinco horas, acrescentando a hipótese de o Sporting jogar fora a primeira mão. Ou o Sporting cancela o torneio, ou tenho grandes dúvidas em relação à condição da equipa para esse jogo.

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