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Archive for Junho, 2011

Peres Bandeira era o seleccionador

Agora que estamos à beira de nova participação no Mundial de sub-20, desta feita, a disputar na Colômbia, achei interessante recordar aquela que foi a primeira presença portuguesa no certame. Há trinta e dois anos, no Japão, Portugal participou na segunda edição do Mundial de sub-20, levando uma equipa de jogadores cheios de sonhos a terras nipónicas e efectuando uma participação digna, mas sem grande brilho, pois a equipa lusitana não haveria de passar dos quartos de final. Ainda assim, a equipa das quinas conseguiu revelar jogadores que haveriam de ser bastante importantes no futebol nacional como Zé Beto, Quim, Bastos Lopes ou Diamantino e tornou-se percursora de uma nova mentalidade futebolística que, dez anos mais tarde, iria garantir o título mundial em Riade…

Surpreendente derrota com o Canadá não evitou apuramento

Portugal estreou-se da pior forma no Mundial de sub-20, perdendo de forma inesperada com o Canadá (1-3) no primeiro jogo do Grupo C. Após um golo de Branko Segota (7′), Grilo (46′) ainda empatou para a equipa nacional, todavia, Segota (66′) novamente e Nagy (79′) garantiram o triunfo da equipa canadiana. Com este resultado, Portugal via-se obrigado a não perder com o Paraguai para continuar a sonhar com o apuramento para os quartos de final.

Curiosamente, num jogo que se previa bem mais complicado que o disputado com a equipa da América do Norte, os lusos haveriam de surpreender vencendo os sul-americanos por 1-0 (golo de Ferreira aos 23 minutos). Graças a este magro triunfo e caso o Canadá-Paraguai não terminasse empatado, bastaria a Portugal um empate diante da Coreia do Sul para assegurar a passagem aos oitavos de final.

Antes de começar o jogo com os sul-coreanos, soube-se que o Paraguai havia vencido o Canadá por 3-0 e, assim, bastaria mesmo um empate à equipa das quinas para seguir em frente na prova. Diante de uma Coreia que precisava de vencer, o jogo foi duro e intenso, contudo, Portugal defendeu-se bastante bem e segurou um precioso nulo que colocava a equipa nacional nos quartos de final do Mundial de sub-20.

Uruguai foi carrasco no prolongamento

Nos quartos de final, Portugal defrontou o Uruguai, equipa que era super-favorita, pois havia vencido União Soviética (1-0), Hungria (2-0) e Rep. Guiné (5-0), vencendo facilmente o Grupo D.

Contudo, Portugal, treinado por Peres Bandeira, foi fazendo de tudo para evitar o golo uruguaio, utilizando todas as manhas habituais do futebol luso para impedir o tento dos favoritos sul-americanos.

A estratégia resultou na perfeição até ao minuto 94, quando Ruben Paz, já no prolongamento, fez o golo que garantiu à equipa uruguaia a vitória (1-0) e o apuramento para as semi-finais. Portugal terminava assim, nos quartos de final, a primeira presença num Mundial de sub-20.

Maradona com a taça do Mundial sub-20

Argentina campeã com o goleador Ramon Diaz e… Diego Maradona

O grande vencedor deste Mundial de Sub-20 foi a Argentina que conquistou o certame, vencendo todos os jogos da prova, marcando 20 golos e sofrendo apenas dois.

Na fase de grupos, os sul-americanos despacharam Indonésia (5-0), Jugoslávia (1-0) e Polónia (4-1), superando depois a Argélia (5-0) nos quartos de final, Uruguai (2-0) nas semi-finais e União Soviética (3-1) na final.

As estrelas dos argentinos foram o avançado Ramon Diaz, que marcou oito golos e foi o melhor marcador da prova e, também, Diego Maradona, que com apenas dezoito anos, mostrou todo o seu talento e assumiu-se como a principal estrela do Mundial de sub-20.

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Diego Rubio é um menino cheio de talento

Uma grande promessa do futebol chileno e sul-americano é este avançado que pode chegar ao Sporting Clube de Portugal, o avançado Diego Rubio.

Nascido a 17 de Maio de 1993 em Santiago do Chile, Diego Iván Rubio Köstner começou nas camadas jovens do Universidad Católica, todavia, mudou-se para o Colo Colo em 2007, mantendo-se nesse clube chileno até este momento.

Em Janeiro último, apesar de ter apenas 17 anos, Diego Rubio foi incluído na principal equipa do Colo Colo, assumindo-se rapidamente como um dos jogadores preferidos dos adeptos e somando, até à data, impressionantes oito golos em onze jogos oficiais.

Avançado com extraordinária velocidade e poder de desmarcação

Aos 18 anos, Diego Rubio revela uma frieza inesperada para um jogador da sua idade, sendo normalmente letal na hora H, ou seja, no momento de atirar à baliza.

Rápido, bom tecnicamente e muito móvel, o internacional chileno (estreou-se recentemente diante do Paraguai) destaca-se pelo seu fantástico poder de desmarcação, sabendo movimentar-se de forma perfeita no limite do fora de jogo.

Também usado a “dez”, é, todavia, como avançado-centro que consegue trazer cá para fora o máximo do seu talento e qualidade, prevendo-se que possa evoluir até um patamar de excelência no contexto do futebol mundial.

Neste momento, com apenas 18 anos e com um passe estranhamente avaliado em apenas um milhão de euros, trata-se de um excelente investimento para o Sporting 2011/12.

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Everton é o matador de Almelo

No modesto Heracles Almelo da primeira divisão holandesa, actua um avançado-centro brasileiro de 28 anos que seria uma excelente adição para uma equipa média-alta do futebol nacional como o Sp. Braga, Vitória de Guimarães ou Nacional. Refiro-me a Everton Ramos da Silva.

Nascido a 8 de Junho de 1983 em São Paulo, o ponta de lança passou pelas camadas jovens do Goianesa, Osasco e Barueri, antes de se estrear profissionalmente ao serviço deste último clube em 2003.

Entre 2003 e 2006, Everton Ramos da Silva marcou 53 golos em 70 jogos, chamando a atenção de vários clubes europeus e transferindos-e para o Heracles Almelo em 2006.

Um goleador no clube de Almelo

Everton está no Heracles desde 2006 e depois de três épocas em que o clube holandês andou pelos últimos lugares da classificação e o avançado canarinho marcou nove, oito e cinco golos respectivamente, a fortuna do ponta de lança e do próprio clube de Almelo mudou radicalmente nas últimas duas temporadas.

Em 2009/10, Everton marcou 14 golos em 34 jogos, ajudando o Heracles a atingir a sexta posição, enquanto na temporada transacta o brasileiro marcou tantos golos (15) como o novo reforço do Sporting, Ricky van Wolkswinkel, auxiliando o clube holandês a terminar a Eredivisie na oitava posição.

Um matador que também pode jogar a extremo

Everton Ramos da Silva é um avançado-centro de 1,77 metros que se sabe movimentar muito bem nas imediações da área adversária de forma a encontrar as melhores zonas de finalização.

Tecnicamente evoluído e com um extraordinário faro de golo, é um jogador que se adapta tanto a jogar sozinho na frente, como ao lado de outro avançado, dando sempre tudo em prol da equipa.

As suas características, também lhe permitem jogar mais encostado à linha, todavia, nessa posição, deve jogar como falso extremo, ou seja, com total liberdade para fazer diagonais na direcção da baliza adversária.

Neste momento, aos 28 anos, e com o passe avaliado em cerca de um milhão de euros, seria um investimento bastante fiável para quem necessita de um goleador.

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A "Era" Godinho Lopes tem surpreendido

Antes de mais, mas porque alguns sabem e outros suspeitam, eu sou sportinguista. Talvez não seja aquele sportinguista que estão habituados e que destila ódio no Benfica e, numa menor escala, no FC Porto, mas sou daqueles que sente o clube verde-e-branco desde tenra idade, seguindo o clube com paixão desde os seis anos de idade, ou seja, desde a temporada 1989/90.

Apesar de tudo, sempre tive a capacidade de analisar friamente o dia a dia dos leões, criticando sempre que havia algo para criticar, até porque é bem mais fácil criticarmos aquilo de que realmente gostamos, porque até é uma maneira de aliviar o stress e, de certa forma, lidar com a tristeza que isso nos transmite.

E vamos ser sinceros, as duas últimas temporadas foram um desastre e, mesmo o termo desastre, poderá ser entendido como um eufemismo…

Em apenas um par de épocas, conseguimos ficar a uma enorme distância do Benfica e do FC Porto, sendo que mesmo o Braga superou-nos largamente na temporada 2009/10 e, mesmo nesta, só nos cedeu o terceiro lugar, porque, valha a verdade, apostou tudo e mais alguma coisa na sua (excelente) campanha europeia.

Assim sendo, independentemente de termos ficado ligeiramente à frente dos bracarenses no campeonato transcato, penso que é honesto afirmar que pelo combinado das duas últimas temporadas, o Sporting parte no quarto lugar da grelha de partida. Triste? Sim, mas realista.

O plantel da última época, apesar de honestamente não ser tão mau como muitos o pintaram, era, ainda assim, demasiado curto tanto em quantidade como em qualidade para uma equipa do gabarito dos leões. Afinal, quantos jogadores do Sporting teriam lugar no onze do FC Porto ou no Benfica? Rui Patrício em ambos e, quanto muito, João Pereira e Izmailov nos encarnados.

Como tal, a tarefa de qualquer direcção que pegasse no Sporting Clube de Portugal seria sempre hercúlea e, em primeira instância, nunca poderá passar por muito mais que um afastamento valente em relação ao Sporting de Braga e uma aproximação ao Benfica e ao FC Porto. Porque, sinceramente, é extremamente difícil que os leões, em apenas uma temporada, consigam atingir o patamar de equipas que nas últimas duas épocas estiveram anos-luz à frente do Sporting.

Honestamente, o meu candidato preferido nem era Godinho Lopes. Pareceu-me demasiado inseguro e frágil e, sinceramente, pareceu-me perceber muito pouco de futebol. A lista de jogadores, como se veio a confirmar por só ter vindo Rodríguez, verificou-se rapidamente que era pouco fiável e apenas para granjear algumas centenas de votos de sócios mais iludidos e/ou aterrorizados com a ideia de Bruno de Carvalho ser um novo “Vale e Azevedo”…

Ainda assim, o facto de (aparentemente) perceber pouco de futebol acabou por ser um dos grandes trunfos do novo Presidente do Sporting, pois nota-se facilmente que apesar de Godinho Lopes afirmar que “tem sempre a última palavra”, as decisões do planeta futebol, tanto ao nível de dispensas ou contratações passam a 99,9% pela dupla Luís Duque/Carlos Freitas. 

Esta dupla, apesar de não ser perfeita, é um enorme avanço para o Sporting. São duas pessoas que têm um profundo conhecimento do mercado e, no caso de Luís Duque, trata-se de alguém que sabe o que quer e para onde vai, sendo um profissional que irá bater o punho na mesa sempre que verificar que o Presidente está, de certa forma, a limitar ou a condicionar a sua mentalidade de maior risco que quer incutir no Sporting.

Até agora e em poucos meses, a mudança tem sido radical. É verdade que as contratações não tem sido daquelas de chamar dezenas de milhares de jogadores ao estádio, mas têm sido inteligentes e criteriosas: Schaars e Rinaudo (penso que posso contar com o argentino) são dois excelentes médios e que vão dar outra dimensão ao anteriormente frágil miolo leonino; van Wolfswinkel é um “matador”, algo que o Sporting não tem desde a saída de Liedson, sendo também jovem e promissor e Rodríguez é, na minha honesta opinião, melhor que qualquer central do plantel.

Das outras contratações: Arias e Carrillo, vou esperar para ver, pois tratam-se de jogadores com muito potencial, mas que pela tenra idade e reduzida experiência serão sempre incógnitas na sua possível adaptação. Ainda assim, se for criado (como acredito que está a ser criado) um grupo forte e mais competitivo, estes jogadores terão uma possibilidade de sucesso muito maior.

Para além disso, o Sporting contratou um treinador muito competente e com margem de progressão (Domingos) e tem demonstrado uma política de comunicação muito diferente para melhor. Agora, as contratações apenas se sabem (quase) em cima da hora, aumentando exponencialmente a possibilidade de sucesso e, também, fazendo com que os negócios possam ser feitos por um valor bem mais baixo do que o que acontece quando o interesse é demasiado publicitado.

Assim sendo, tem sido um bom começo e, sinceramente, estou esperançado que esta nova direcção do Sporting volte a colocar os leões no caminho do sucesso. Veremos se os leões, finalmente, se aproximam de FC Porto e Benfica, pois isso, para além de ser bom para o Sporting e para os sportinguistas, também seria bastante positivo para dragões e águias e para o futebol português, pois quanto maior for a concorrência, maior é a possibilidade de evolução e competitividade além-fronteiras do nosso desporto rei.

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Marcelo Labarthe no Grémio

No Verão de 2005, no rescaldo da temporada do “quase”, o Sporting foi ao Rio Grande do Sul adquirir aquele que se dizia ser uma das grandes promessas do Internacional de Porto Alegre e, mais do que isso, o novo “Deco”: Marcelo Labarthe. Rotulado de grande talento, mas com apenas 21 anos, o Sporting entendeu que era melhor emprestá-lo a outros clubes portugueses, para que, futuramente, explodisse nos verde-e-brancos. Todavia, os leões rapidamente perceberam que alguém que não se impõe no Beira-Mar ou no Vitória de Setúbal dificilmente será uma mais valia para o Sporting Clube de Portugal…

Produto das escolas do Internacional

Marcelo Martini Labarthe nasceu a 12 de Agosto de 1984 em Porto Alegre, Brasil, e frequentou as escolas de um dos grandes clubes do Estado do Rio Grande do Sul, o Internacional de Porto Alegre.

Após alguns jogos pela equipa principal do “Colorado”, começou-se a falar do talento do jovem “dez”, que se dizia reunir as características de outro jogador que havia brilhado em Portugal: Deco.

Assim sendo, o Sporting avançou para a sua contratação em 2005, emprestando-o, nessa temporada de 2005/06 ao Beira-Mar, onde Labarthe não conseguiu confirmar tudo o que se dizia sobre si, efectuando apenas 13 jogos num clube que, na altura, estava no segundo escalão do futebol português.

Apesar da desilusão na experiência em Aveiro, o Sporting entendeu dar mais uma oportunidade ao criativo brasileiro, emprestando-o, em 2006/07, ao Vitória de Setúbal. Nos sadinos, todavia, o sucesso voltou a ser o mesmo, ou seja, (quase) nulo, com Marcelo Labarthe a não fazer mais do que onze jogos de futebol pálido e pouco inspirado.

Nunca confirmou o seu potencial

Após o empréstimo ao Vitória de Setúbal, o Sporting percebeu que Labarthe nunca seria uma mais-valia e deixou de ter um vínculo contratual com o brasileiro.

Assim sendo, em 2007, o canarinho regressou ao Brasil e ao Rio Grande do Sul, para representar o Grémio, todavia, não criou qualquer impacto, mudando-se, dois anos depois, para o Japão, onde representou o Ventforet Kofu.

Após novo insucesso, desta vez em terras nipónicas, Marcelo Labarthe regressou ao Brasil, onde já representou clubes modestos como o Uberlândia, Caxias do Sul e, neste momento, já com 26 anos, o São José.

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Wass será concorrente de Maxi Pereira nas águias

Seguindo as pisadas de Manniche, Daniel Wass será mais um jogador dinamarquês a vestir a camisola do Sport Lisboa e Benfica, reforçando uma posição que, o ano passado, não garantiu (quase) nenhuma concorrência a Maxi Pereira: Lateral-direito.

Nascido a 31 de Maio de 1989 em Gladsaxe, Dinamarca, Daniel Wass é um produto das escolas do modesto Avarta, tendo chegado ao Brondby em 2007.

No clube dos arredores de Copenhaga, o lateral-direito rapidamente se assumiu como uma peça importante da equipa sénior, tendo chegado à titularidade do Brondby na temporada 2008/09, quando efectuou 28 jogos em 33 possíveis no campeonato dinamarquês.

Empréstimo ao Fredrikstad foi um erro

Apesar da ascensão de Wass, o treinador Kent Nielsen entendeu que o dinamarquês deveria ser emprestado para continuar a evoluir e cedeu o lateral-direito aos noruegueses do Fredrikstad. Contudo, no histórico clube da Noruega, Wass não se conseguiu impor, regressando apenas três meses depois ao Brondby.

De novo no histórico clube dinamarquês, Wass rapidamente assegurou um lugar no onze, tendo, na actual temporada, efectuado 39 jogos (7 golos) em todas as competições, ainda que após a primavera, tenha sido mais utilizado a ala-direito que propriamente a lateral.

Lateral-direito de vocação ofensiva

Apesar de ter apenas 22 anos, Daniel Wass chega ao Benfica com a experiência de ter feito quase 100 jogos oficiais pelo Brondby, esperando-se que não sinta um grande choque na transição para os encarnados.

Preferencialmente um lateral-direito de perfil atacante, Wass também pode jogar como ala-direito, principalmente em encontros em que se pretenda usar uma estratégia mais conservadora e de rigor táctico.

Rápido, evoluído tecnicamente e inteligente nas transições defesa/ataque e ataque/defesa, o internacional dinamarquês é muito difícil de bater em lances de um contra um, sabendo posicionar-se no relvado e sendo extremamente fiável na forma como aborda os lances. Para além disso, trata-se de um jogador que é forte nos lances de bola parada e muito inteligente nas incursões ofensivas, cruzando e finalizando com muita qualidade.

Se tudo correr bem com a adaptação ao Benfica, este lateral-direito de 22 anos pode ser uma das grandes surpresas da próxima edição da Superliga.

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Kelvin joga nos seniores desde os 16 anos

Chegou ao FC Porto um avançado brasileiro de grande qualidade e potencial, que pode ser uma das revelações de futuro dos dragões: Kelvin.

Nascido a 1 de Julho de 1993 no Brasil, Kelvin Mateus de Oliveira é um produto das escolas do Paraná, clube que representa profissionalmente desde 2010, ou seja, desde os 16 anos de idade.

No clube da II Divisão brasileira, o polivalente atacante começou por efectuar onze jogos (dois golos) em 2010, mas, neste ano de 2011, começou a assumir-se como peça fundamental do Paraná, somando 20 jogos (6 golos) até esta fase da actual temporada do futebol canarinho.

Pode fazer várias posições de ataque

Kelvin é um esquerdino de grande velocidade e qualidade técnica, que gosta de procurar o um contra um com os adversários, momento do jogo em que é especialmente forte.

Capaz de actuar tanto nas alas, como nas costas do ponta de lança, Kelvin é um jogador que garante imprevisibilidade à sua equipa, precisando, no entanto, de evoluir bastante em termos de posicionamento táctico.

Neste momento, com 17 anos, chega a um clube que lhe deverá garantir boas condições para progredir em termos futebolísticos, restando saber se o brasileiro tem a capacidade de confirmar todo o enorme potencial que tem mostrado até hoje.

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