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Archive for Outubro, 2011

Sime Vrsaljko é uma promessa do futebol croata

No Dínamo Zagreb e na selecção croata actua um promissor lateral-direito que pode almejar a altos voos no contexto do futebol europeu. Refiro-me a Sime Vrsaljko.

Nascido a 1o de Janeiro de 1992 em Zadar, Croácia, Sime Vrsaljko iniciou a sua carreira futebolística no Zadar, saltando depois para Dínamo Zagreb e acabando emprestado em 2009/10 ao clube satélite do gigante da capital croata, o Locomotiva.

No modesto clube de Zagreb nem terminou a temporada, tendo saltado novamente para o Dínamo Zagreb, onde actua desde meio dessa época de 2009/10 e pelo qual já realizou 27 jogos (1 golo). No clube onde neste momento actua Tonel, Vrsaljko já conquistou dois campeonatos croatas e uma Taça da Croácia, o que para um jogador de apenas 19 anos é bastante significativo.

Uma promessa como Modric

Sime Vrsaljko é preferencialmente um lateral-direito de perfil ofensivo, ainda que também possa actuar como ala-direito se o treinador assim o desejar.

Rápido, raçudo e com enorme pulmão, o internacional croata é muito forte nas transições defesa/ataque e ataque/defesa, sendo seguro a defender e incisivo no processo ofensivo, assumindo-se como um lateral extremamente completo e promissor.

Na missão defensiva, o jogador do Dínamo destaca-se pelo posicionamento inteligente, pela capacidade de antecipação e de desarme, demonstrando ainda qualidade no jogo aéreo. Por outro lado, no processo ofensivo, Sime Vrsaljko destaca-se pela velocidade como ganha a linha, pela técnica individual e pela boa qualidade no cruzamento, que garante, invariavelmente, boas assistências para os avançados do Dínamo Zagreb.

Neste momento, aos 19 anos, o jogador que há tempos foi considerado uma promessa ao nível de Modric, continua o seu trajecto em ascensão no futebol europeu e começa a espreitar um merecido voo para uma liga mais representativa do futebol do velho continente.

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L. Pimenta é um produto das escolas do Benfica

No Atlético actua uma jovem promessa lusitana criada nas escolas do Sport Lisboa e Benfica e que, por certo, almejará regressar um dia ao ninho da águia: Leandro Pimenta.

Nascido a 9 de Julho de 1990 em Albufeira, Leandro António Coelho Pimenta é um produto das escolas do Sport Lisboa e Benfica, tendo brilhado nas camadas jovens encarnadas como médio polivalente que tanto podia jogar numa posição mais defensiva, como a interior-esquerdo ou, inclusivamente, médio ofensivo.

Numa espiral de empréstimos

Em 2009/10, na transição para futebolista sénior, Leandro Pimenta foi emprestado ao Beira-Mar, então na Liga de Honra. No clube aveirense, porém, o médio português não se conseguiu impor, terminando a temporada com apenas 533 minutos realizados em todas as competições oficiais.

Na temporada seguinte, Leandro Pimenta foi emprestado ao Fátima, mas voltou a não ser feliz, não se assumindo como titular no clube que acabou por descer à II divisão nacional no final da época.

Na actual época, foi a vez do jovem português ser emprestado ao Atlético e, aí, finalmente Leandro Pimenta se assumiu como titular absoluto, somando 11 jogos como titular pelo clube da Tapadinha e sendo, claramente, uma das peças fundamentais de uma equipa que se assume como uma surpreendente candidata à subida ao primeiro escalão.

Médio polivalente que também pode jogar como lateral

Leandro Pimenta é preferencialmente um médio-centro, que tanto pode jogar numa posição mais defensiva como em sectores mais ofensivos do relvado, demonstrando ter boa técnica individual, interessante visão de jogo e um posicionamento no terreno de jogo de grande qualidade.

Para além disso, a sua polivalência também lhe permite actuar como interior-esquerdo e, inclusivamente, a lateral-esquerdo, assumindo-se sempre como um jogador muito seguro, generoso e que sabe cumprir com aquilo que o treinador lhe pede.

Neste momento, com 21 anos, e a viver a primeira temporada sénior como titular absoluto, Leandro Pimenta aproxima-se finalmente do grande sonho de, um dia, poder vestir a camisola principal do Sport Lisboa e Benfica.

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Rodrigo Tiuí na final da Taça de Portugal 07/08

Teve uma passagem curta por Alvalade, mas ficará para sempre no coração dos adeptos leoninos por um bis que fez na final da Taça de Portugal de 2007/08 diante do FC Porto e que garantiu a conquista da prova rainha do futebol nacional. Apesar disso, tratou-se do único momento de glória de um avançado-centro que, durante o ano e meio que esteve no Sporting Clube de Portugal, pouco jogou e ainda menos marcou, tornando-se noutra enorme desilusão e fracasso na eterna busca dos leões por um goleador que parece finalmente ter tido um fim com a chegada do artilheiro holandês Ricky van Wolfswinkel.

Produto das escolas do Fluminense

Rodrigo Bonifácio da Rocha (Rodrigo Tiuí) nasceu a 4 de Dezembro de 1985 em Taboão da Serra, Brasil, e iniciou a carreira nas camadas jovens do Fluminense, clube pelo qual se estrou profissionalmente em 2003.

Até 2007, o avançado brasileiro realizou 70 jogos (12 golos) pelo clube carioca, tendo, pelo meio, sido emprestado ao Noroeste (20 jogos, 8 golos) e ao Santos (29 jogos, 6 golos).

Época e meia em Alvalade

Em Janeiro de 2008, Rodrigo Tiuí transferiu-se para o Sporting e teve a primeira experiência no futebol europeu. Durante a permanência de época e meia em Lisboa, o avançado canarinho não foi muito feliz, pois apenas fez três golos em catorze jogos, ainda que dois deles tenham sido extremamente importantes, pois valeram a conquista da Taça de Portugal no final da época 2007/08.

Em Setembro de 2009, o atacante regressou ao Brasil, transferindo-se para o Atlético Paranaense, onde também não vingou, passando depois para o Atlético Goianense, onde voltou a encontrar-se com os golos, pois facturou por nove vezes em dezoito partidas realizadas.

No Verão de 2010, o ponta de lança brasileiro voltou a tentar uma experiência na Europa, transferindo-se para os russos do Terek Grozny, clube que representa até este momento. Contudo, no clube russo, Tiuí não tem sido muito feliz, pois ainda só conseguiu fazer um golo em dezasseis partidas, percebendo-se, claramente, que apesar de ter alcunha de pássaro, talvez nunca seja avançado para grandes voos…

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Botía é um craque do Sporting Gijón

No Sporting de Gijón actua um defesa-central espanhol muito promissor e que foi criado na famosa cantera do FC Barcelona, refiro-me a Alberto Botía.

Nascido a 27 de Janeiro de 1989 em Múrcia, Espanha, Alberto Tomás Botía Rabasco é um produto das escolas do Barcelona, clube para onde se transferiu em 2003, após ter representado as camadas jovens do Beniel e do Múrcia.

No clube catalão, estreou-se ao serviço da equipa secundária em 2006, tendo estado no Barcelona B entre 2006 e 2009 e efectuando 59 jogos (3 golos) nesse período. Nessa mesma altura, Botía também actuou pela equipa principal do Barça, mas apenas por uma vez no último jogo da Liga Espanhola de 2008/09, tendo, nessa altura, substituído Gerard Piqué.

No Sporting de Gijón desde 2009

Em 2009/10, o defesa-central foi emprestado ao Sporting Gijón, onde efectuou uma época de bom nível, terminando a temporada com 27 jogos realizados e ajudando o clube asturiano a permanecer na primeira divisão espanhola.

Na temporada seguinte, o Sporting Gijón decidiu avançar para a contratação definitiva do internacional sub-21 espanhol e este não desiludiu quem apostou nele, efectuando 28 jogos (1 golo) e sendo peça importante na equipa asturiana que garantiu um tranquilo décimo lugar na Liga Espanhola.

Esta época, o jogador que se sagrou campeão da Europa de sub-21 por Espanha (vitória 2-0 diante da Suíça na final), soma oito jogos ao serviço de um Sporting Gijón que se encontra na última posição da tabela classificativa.

Defesa-central seguro e promissor

Alberto Botía é um defesa-central que demonstra um posicionamento e uma movimentação muito inteligente dentro do terreno de jogo, sendo muito forte na antecipação ao adversário.

Com 1,89 metros, trata-se de um jogador muito poderoso no jogo aéreo, ainda que em termos ofensivos não seja assim tão forte, pois raramente marca golos.

Rápido e forte no desarme, trata-se de um defesa-central que tanto pode actuar numa posição mais fixa, ao lado de um jogador mais móvel num 4x4x2, como no centro ou num dos lados num esquema que use três centrais, seja o 5x3x2 ou o 3x5x2.

Acima de tudo, aos 22 anos, trata-se de um jogador muito promissor e que importa descobrirem num dos próximos jogos da equipa asturiana na Liga Espanhola.

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van Breukelen é uma lenda holandesa

Hans van Breukelen foi um guarda-redes holandês de grande qualidade e que criará sempre um travo amargo na boca dos portugueses, nomeadamente dos benfiquistas, pois foi ele que defendeu o penalti de Veloso, que havia de entregar a Taça dos Campeões, em 1988, ao PSV Eindhoven. Contudo, falar do internacional holandês e apenas nos lembrarmos desse momento fatídico para os encarnados é extremamente redutor e injusto. 73 vezes internacional pela Holanda, selecção pela qual venceu o campeonato da Europa em 1988, vencedor do campeonato holandês por seis vezes e da Taça da Holanda por três ocasiões, van Breukelen marcou uma era do futebol holandês, sendo, claramente, um dos melhores guarda-redes holandeses de todos os tempos.

Destacou-se no FC Utrecht

Johannes Franciscus “Hans” van Breukelen nasceu a 4 de Outubro de 1956 em Utrecht e iniciou a sua carreira profissional vinte anos depois no clube mais representativo da sua cidade natal, o FC Utrecht.

Entre 1976 e 1982, o lendário guarda-redes holandês efectuou 142 jogos pelo FC Utrecht, tendo sido titular absoluto entre 1978/79 e 1981/82. Ainda assim, durante esse período, van Breukelen não conquistou qualquer título, tendo como momento mais alto a final da Taça da Holanda em 1981/82, competição que o FC Utrecht acabou por perder para o AZ.

Substituiu Peter Shilton na terra de Robin Hood

Já com a época de 1982/83 em andamento, o internacional holandês acabou por trocar a liga holandesa pela inglesa, transferindo-se para o Nottingham Forest, onde teria a difícil missão de fazer esquecer Peter Shilton.

No clube da cidade popularizada por Robin Hood, van Breukelen haveria de fazer duas temporadas de bom nível em termos individuais, mas voltaria a não conquistar qualquer título colectivo, ainda que em 1983/84 a época tenha sido de muito boa qualidade, pois o Nottingham Forest foi terceiro no campeonato e alcançou as meias-finais da Taça UEFA.

Eternizou-se no PSV

Em 1984, van Breukelen regressou ao campeonato holandês e, desta feita, para actuar por um dos clubes mais representativos dos Países Baixos, o PSV.

No gigante de Eindhoven, o internacional holandês haveria de permanecer por dez temporadas, ou seja, até ao final da sua carreira desportiva, tendo sido sempre titular e tendo conseguido, finalmente, alcançar os tão ambicionados títulos colectivos.

De facto, no PSV, van Breukelen fez 308 jogos e conquistou seis campeonatos holandeses, três taças da Holanda e, acima de tudo, a Taça dos Campeões em 1987/88, quando o clube de Eindhoven superou o Benfica na final (0-0, 6-5 g.p.) após o guarda-redes holandês ter defendido o penalti decisivo do lateral Veloso.

Para além disso, o internacional holandês conquistou o título de melhor guarda-redes da Holanda por quatro ocasiões (1987, 88, 91 e 92).

Esteve numa fase dourada da Laranja Mecânica

van Breukelen actuou na selecção holandesa entre 1980 e 1992, tendo alcançado 73 internacionalizações e participado nos campeonatos da Europa de 1980, 88 e 92 e no Mundial de 1990.

O momento mais alto da sua carreira na Laranja Mecânica, foi, claramente, a conquista do Campeonato da Europa em 1988, em casa, quando a Holanda entrou mal (derrota com a União Soviética por 1-0), mas depois superou Inglaterra (3-1), Rep. Irlanda (1-0), Alemanha Ocidental (2-1) e União Soviética (2-0) para conquistar o ambicionado título continental.

Guarda-redes frio e muito seguro

van Breukelen era um guarda-redes que parecia ocupar toda a baliza, tal era a qualidade do seu posicionamento e a inteligência de movimentos entre os postes.

Líder dentro de campo, não se cansava de dar indicações aos companheiros de equipa, parecendo comandar todo o sector defensivo com um rigor inacreditável.

Apesar de toda a segurança e sobriedade, van Breukelen era muito elástico e conseguia, de quando em vez, efectuar defesas espectaculares, no entanto, foi na segurança e na eficácia de processos que o internacional holandês mais se destacou e, assim, garantiu um lugar na história do futebol.

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Emeghara (1º plano) a jogar pela Suíça

Nos gauleses do Lorient actua um veloz avançado helvético de origem nigeriana e que se começa a assumir como um dos grandes valores do futebol suíço: Innocent Emeghara.

Nascido a 27 de Maio de 1989 em Lagos, Nigéria, Innocent Emeghara esteve nas camadas jovens do Toss e do Winterthur, antes de chegar à equipa secundária do FC Zurique em 2006.

Nos três anos seguintes, o atacante suíço desenvolveu o seu futebol na equipa B do FC Zurique, tendo marcado 16 golos em 47 jogos. Ainda assim, apesar dos números interessantes, o ponta de lança acabou por mudar de ares em 2009, tendo regressado ao Winterthur.

Explodiu no Winterthur e consolidou-se no Grasshoppers

No clube da “Challenge League” (segundo escalão suíço), Emeghara brilhou, tendo marcado 17 golos em 28 jogos e ganhando o direito de se transferir, no início da temporada transacta, para o Grasshoppers. Nos “gafanhotos”, também não desiludiu quem apostou nele, apontando nove golos em 33 jogos e conseguindo, inclusivamente, chegar à selecção principal da Suíça.

No passado defeso, o avançado de origem nigeriana voltou a dar um salto na sua carreira, pois trocou o Grasshoppers e o campeonato suíço pelo Lorient da Ligue 1. No clube francês, neste início de época, ainda está em fase de adaptação, somando dois tentos em quatro jogos.

Ponta de lança que faz da velocidade a sua maior arma

Innocent Emeghara é um atacante de apenas 1,70 metros e esse baixo centro de gravidade permite-lhe rápidas mudanças de velocidade e dribles estonteantes.

Extremamente veloz, tanto com a bola nos pés como na forma como se desmarca, o internacional suíço é também letal na hora de atirar à baliza, sabendo procurar os espaços vazios para concretizar e parecendo, muitas vezes, ter o dom de adivinhar onde o esférico vai surgir.

Pelas suas características, é o jogador ideal para actuar ao lado de um jogador mais possante num 4x4x2 de ataque continuado, ou ao lado de outro jogador das mesmas características num esquema mais virado para o contra-ataque. No entanto, devido à sua velocidade estonteante e capacidade de drible, também pode jogar encostado a um dos flancos num esquema 4x3x3.

Neste momento, com apenas 22 anos, será sempre um jogador que vos aconselho a procurar num jogo do Lorient ou, quiçá, da selecção suíça.

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A equipa do Euro 2000 deixou saudades

Amanhã, Portugal joga uma cartada decisiva na possibilidade de estar presente no Euro 2012. De facto, basta (quando ouço este basta fico sempre a tremer…) empatarmos na Dinamarca para conquistarmos o quinto apuramento consecutivo para uma fase final de um campeonato da Europa. Um feito de registo, mas que mesmo que seja alcançado, não nos pode afastar de problemáticas que muito nos devem preocupar.

Sei que poderei ser polémico no que vou dizer a seguir, mas, no actual momento, a selecção das Quinas não passa de uma boa equipa. Ideia que por vezes é mascarada pelo facto de contarmos com um dos dois grandes futebolistas do actual contexto futebolístico: Cristiano Ronaldo.

Na realidade, tirando esse fora de série e alguns jogadores acima da média como Fábio Coentrão, Pepe e Nani, Portugal é uma mistura entre bons jogadores e atletas que roçam mesmo a mediania, estando bastante longe das grandes equipas das duas décadas anteriores. Compare-se, por exemplo, os médios Paulo Sousa, Rui Costa e Figo com Raúl Meireles, João Moutinho e Carlos Martins? Aliás, mesmo eternos suplentes de outras gerações como Pedro Barbosa, entrariam de caras no actual meio-campo das quinas.

Neste momento, apenas na lateral-esquerda me parece que Portugal evoluiu verdadeiramente, tendo mantido a qualidade nos flanqueadores ofensivos e, talvez, no centro da defesa, isto, claro, se ainda houvesse Ricardo Carvalho…

O mais incompreensível, na minha opinião, é mesmo a queda acentuada num sector onde sempre fomos fora de série, que é o meio-campo. Há poucos dias, estava a olhar para a selecção da Bélgica (equipa que não vai a uma fase final de uma grande competição desde 2002) e a pensar: Será a tripla Witsel-Fellaini-Defour inferior a Meireles-Moutinho-Martins? E se sair do meio-campo… Lukaku não será melhor que Postiga ou Hugo Almeida? e Kompany e van Buyten não estarão ao nível de Pepe e Bruno Alves?

O futuro não é risonho e o crescente número de jogadores estrangeiros nos três grandes (já nem o Sporting escapa) não irá melhorar o panorama nos próximos tempos. Podemos ter ficado muito orgulhosos com o vice-campeonato mundial de sub-20, mas aquela equipa era uma equipa operária e de pouco talento individual, e, para além disso, não se vislumbra muito espaço para que estes jogadores evoluam convenientemente no campeonato indígena.

Se tudo correr bem, estaremos no Euro 2012 e, pelo grupo de qualificação e por ainda haver Nani e Cristiano Ronaldo na plenitude das suas capacidades, provavelmente estaremos no Mundial 2014 e no Euro 2016 (o alargamento para 24 equipas praticamente o garante), mas, depois de 2016, temos de começar a preparar-nos para algo a que já não estávamos habituados: a ausência dos grandes palcos futebolísticos.

Pode ser que tudo mude e que apareçam vedetas como cogumelos nos próximos tempos, mas, pelo andar da carruagem, é pouco provável que assim seja, restando-nos pensar muito bem neste “futuro” e começar-nos a preparar para tempos em que uma simples qualificação para uma grande competição internacional era festejada como se de uma conquista de um campeonato do Mundo se tratasse…

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