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Archive for Fevereiro, 2012

A festa bracarense da conquista da Taça de Portugal

A estreia europeia do Sporting de Braga deu-se no longínquo ano de 1966, o mesmo da primeira participação portuguesa no campeonato do Mundo e esse direito deu-se após os arsenalistas terem superado o Vitória de Setúbal (1-0) na final da Taça de Portugal de 1965/66, graças a um golo do argentino Perrichon. Era outro Braga, bem distante da qualidade do actual, mas, ainda assim, a equipa arsenalista arrancou para uma bela campanha na Taça das Taças de 1966/67, tendo mesmo conseguido alcançar a segunda eliminatória após eliminar de forma bastante surpreendente os favoritos gregos do AEK Atenas.

Dois triunfos marcaram superioridade bracarense sobre o AEK

O sorteio “uefeiro” colocou o Braga no caminho de um clube helénico na primeira eliminatória da Taça das Taças, no caso, o AEK Atenas. Na primeira mão, disputada na capital grega, esperava-se um jogo muito complicado para o conjunto arsenalista, todavia, a equipa bracarense surpreendeu tudo e todos ao alcançar um magro triunfo por 1-0, graças a um golo de Silva (24 min.).

Assim sendo, para a segunda mão, havia confiança que os bracarenses iriam conseguir chegar à fase seguinte e, de facto, assim foi. Na capital do Minho, o Sp. Braga superou o AEK por 3-2, graças a um golo de Estevão e bis de Perrichon, que contrariaram um golo madrugador de Papaioannou e um autogolo de Coimbra.

Arsenalistas não resistiram à força magiar

Na segunda eliminatória, calhou em sorte ao Sp. Braga um adversário húngaro, o Gyori ETO, clube que ninguém achava superior ao AEK e que, como tal, seria passível de ser superado pelos bracarenses. Contudo, na primeira mão disputada em Gyor, os arsenalistas não resistiram à superioridade húngara, acabando por sucumbir por 3-0.

Apesar do pesado desaire, o Sp. Braga não desistiu de procurar o apuramento na segunda mão, arrancando para uma grande exibição no seu Estádio. Ali, em Braga, os arsenalistas estiveram mesmo muito perto de igualar a eliminatória, todavia, acabaram por só ganhar por 2-0, graças a bis de Perrichon.

Assim sendo, pela falta de um miserável tento, terminava a saudosa primeira participação do Sporting Clube de Braga numa prova organizada pela UEFA.

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Saša Balić é um excelente defesa-esquerdo

Na Liga Croata, mais concretamente no Inter Zaprešić, actua um excelente defesa-esquerdo montenegrino que, inclusivamente, já chegou à selecção A daquele país do Adriático: Saša Balić.

Nascido a 29 de Janeiro de 1990 em Kotor, Montenegro, Saša Balić iniciou a sua carreira em 2007 nos sérvios do OFK Belgrado, tendo depois passado para o OFK Grbalj da liga montenegrina, clube onde esteve a temporada inteira de 2008/09.

Sem sucesso no clube sérvio e no clube montenegrino, o lateral-esquerdo acabou por ficar sem clube no Verão de 2009, apenas voltando a jogar futebol em Novembro de 2009, altura em que assinou pelo seu actual clube, o Inter Zaprešić.

No clube croata, encontrou finalmente o caminho do sucesso, efectuando excelentes exibições e conseguindo, inclusivamente, chegar à selecção A do Montenegro, equipa nacional pela qual já soma três internacionalizações.

Defesa-esquerdo muito rápido e exímio na marcação

Saša Balić é um defesa-esquerdo de 22 anos que faz da velocidade e da agressividade grandes predicados do seu jogo intenso e acutilante. Muito bom em termos posicionais, o internacional montenegrino é exímio na antecipação e no desarme, criando grandes dificuldades aos extremos para o superarem na sua área de acção.

Em termos ofensivos, o lateral é mais comedido, ainda que também suba pelo flanco com grande critério, beneficiando da sua natural rapidez e intensidade competitiva.

Pelas suas características, trata-se de um jogador ideal para uma equipa que goste de actuar com o bloco defensivo baixo ou que tenha um extremo-esquerdo muito ofensivo e que precise de ter nas costas um elemento que lhe garanta total liberdade atacante.

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O Alargamento foi uma das bandeiras eleitorais de Mário Figueiredo

Sempre achei estranho este frenesim pelo alargamento do principal campeonato português. Mesmo sabendo que seria do interesse dos clubes mais pequenos a existência de uma liga com dezoito equipas ao invés de apenas dezasseis, tive sempre dificuldades em compreender todo este delírio em, inclusivamente, se alargar a prova já em 2012/13.

Durante muito tempo, atribui essa “pressa” súbita, pelo facto de serem integradas seis equipas B na Liga de Honra, obrigando a competição a ter um alargamento súbito a 22 equipas, situação que seria minimizada para 20, caso se alargasse o principal campeonato para 18 equipas.

No entanto, hoje tivemos acesso a uma informação que pode justificar esse mesmo alargamento súbito. O tribunal administrativo de Lisboa anulou a decisão de despromover o clube axadrezado e, ao que tudo indica, o Boavista irá exigir a imediata reintegração na Liga Zon Sagres, prevendo-se, também, que não se coíba de pedir uma choruda indemnização.

Caso isso vá mesmo para a frente, mesmo alargando o campeonato a dezoito equipas, terá de se criar condições justas para esse incremento de duas equipas no principal escalão e as hipóteses são várias:

  • Não descer ninguém e subirem os dois primeiros da Liga de Honra (Só é possível caso o Boavista não seja reintegrado)
  • Descer o último da Liga Zon Sagres, subirem os dois primeiros da Liga de Honra e reintegrar o Boavista
  • Descerem os dois últimos da Liga Zon Sagres e subirem os quatro primeiros da Liga de Honra (Só é possível caso o Boavista não seja reintegrado)
  • Descerem os dois últimos da Liga Zon Sagres, subirem os três primeiros da Liga de Honra e reintegrar o Boavista
  • Reintegrar o Boavista, subirem os dois primeiros da Liga Orangina e criar uma liguilha entre os dois últimos da Liga Zon Sagres e o terceiro da Liga Orangina para decidir qual é o outro clube a ficar no primeiro escalão.
  • Subirem os dois primeiros da Liga Orangina e criarem uma liguilha entre os dois últimos da Liga Zon Sagres e o terceiro e quarto da Liga Orangina para decidirem quais são os outros dois clubes a ficarem no primeiro escalão (Só é possível caso o Boavista não seja reintegrado)


Na minha opinião, qualquer opção que implique que os dois últimos da Liga Zon Sagres fiquem no primeiro escalão sem sequer disputarem uma liguilha de manutenção, é uma aberração. Além de se perder a sempre emocionante luta pela manutenção, também se pode desvirtuar outras lutas, pois os clubes da parte baixa da tabela poderão aproveitar para rodar o plantel e fazer experiências, tornando-se mais ou menos fortes em duelos com equipas que lutam pelo título, “Champions” ou Liga Europa.

Como tal, e num período em que se vai votar os trâmites em que este alargamento será efectuado (caso seja mesmo efectuado), será necessário haver a consciência que a decisão de não fazer descer nenhum clube, apesar de naturalmente agradar aos Presidentes de clubes que se encontram na parte baixa da tabela, pode ser uma decisão desastrosa, passível de desvirtuar o que falta decidir na Liga Zon Sagres.

Ironicamente, a (possível) reintegração do Boavista pode ser muito benéfica no capítulo da verdade desportiva deste campeonato 2011/12, pois a entrada do clube portuense no primeiro escalão, aliada à obrigação dos dois primeiros da Liga Orangina subirem, implica que, no mínimo, um clube da Liga Zon Sagres seja despromovido. A menos, claro, que se alargue o campeonato a 20 equipas… Numa daquelas decisões à portuguesa…

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Hussain não teve sucesso em Portugal

Foi claramente um dos jogadores mais exóticos a passarem pelo futebol português. De origem qatari, Hussain chegava ao Sporting de Braga no Verão de 2006 rotulado de estrela emergente do futebol árabe e já com alguma experiência europeia ao serviço dos belgas do Antuérpia, cipriotas do AEL e, imagine-se, ingleses do Manchester City. Contudo, tanto nos arsenalistas como na época seguinte no Boavista, Hussain foi uma sombra da qualidade que lhe atribuíam, acabando por abandonar o futebol português sem honra nem glória e tão desconhecido como no dia em que se lembraram de o contratar para os bracarenses.

Ecos do seu talento valeram-lhe transferência para o Manchester City

Hussein Yasser El-Mohammadi Abdulrahman nasceu a 9 de Outubro de 1982 em Doha, Qatar, tendo iniciado a carreira no Al-Taawun do seu país natal, tendo depois transferido-se para outro clube qatari, o Al-Rayyan, antes de se mudar para a Bélgica em 2002/03.

Na Flandres, mais concretamente no Antuérpia, o médio-ofensivo árabe haveria de permanecer por duas temporadas, marcando apenas um golo em trinta jogos e abandonando o clube belga sem honra nem glória a caminho do futebol cipriota e do AEL.

No clube de Limassol, mais uma temporada sem grande brilho, pois fez apenas dezasseis jogos e um golo, antes de regressar ao Qatar para representar o Al-Sadd.

No clube qatari, voltou a recuperar a alegria de jogar futebol e as boas exibições, conseguindo, inclusivamente uma curta passagem pelo Manchester City, onde esteve poucos meses e onde apenas disputou um jogo da Taça da Liga diante do Doncaster Rovers.

Sem sucesso em Portugal

Após o regresso ao Qatar para o Al-Sadd e, posteriormente, o Al-Rayyan, o internacional pelo Qatar haveria de mudar-se surpreendentemente para Portugal e para o Sporting de Braga, clube que representou em 2006/07.

Nos arsenalistas, apesar de uma entrada surpreendente e coroada com um golo no 4-0 Hammarby em jogo da Taça UEFA, o médio-ofensivo haveria de fazer uma época pobre, terminando a campanha com apenas dez jogos e esse mesmo golo apontado ao conjunto sueco.

Em 2007/08, mudou-se do Minho para o Porto, transferindo-se para o Boavista. No clube axadrezado, o sucesso foi parecido com o obtido em Braga, ou seja, quase nulo, pois somou apenas 534 minutos de utilização e não marcou qualquer golo.

Esteve no Egipto antes do regresso à Bélgica

Depois dá má experiência portuguesa, o internacional pelo Qatar transferiu-se para o Egipto, tendo representado sem sucesso o Al-Ahly e com algum sucesso o Zamalek, clube onde foi muito elogiado pelo treinador Hossam Hassan e marcou oito golos em trinta e três jogos.

No Verão de 2011, iniciou uma guerra legal para abandonar o Zamalek e transferir-se para o futebol belga e para o Lierse. Aproveitando falhas nos pagamentos dos ordenados, o jogador conseguiu mesmo libertar-se do clube egípcio, tendo se estreado pelo Lierse a 22 de Outubro de 2011, surgindo como suplente utilizado num jogo diante do St. Truiden.

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Licá tem brilhado no Estoril

Uma das razões para que o Estoril lidere isoladíssimo o campeonato da segunda liga em Portugal é um avançado português que tem marcado golos à catadupa, assumindo-se claramente como homem para outros voos: Licá.

Nascido a 8 de Setembro de 1988 em Castro D’Aire, Luís Carlos Pereira Carneiro “Licá” iniciou a sua carreira no Social Lamas, tendo passado pela Académica, Tourizense e Trofense, antes de se transferir, no último defeso de Verão, para o Estoril.

Até chegar aos canarinhos, o avançado português tinha como melhor registo de golos, seis tentos pelo Tourizense em 2007/08, todavia, esta época, tem destruído todos os recordes, somando catorze golos em todas as competições oficiais disputadas pela equipa que lidera a Liga Orangina.

Avançado rápido e letal

Licá é um ponta de lança de 1,80 metros e 71 quilos que faz da mobilidade, velocidade e frieza na hora de atirar à baliza os seus maiores predicados.

Capaz de deambular por todas as zonas ofensivas, o avançado-centro é evoluído tecnicamente, desenvencilhando-se facilmente dos adversários com dribles bastante efectivos. Depois, na hora do remate, é frio e certeiro e raramente desperdiça a oportunidade.

Pelas suas características, também pode actuar descaído para a direita como falso extremo-direito, fazendo, dessa forma, constantes diagonais para o centro para aplicar o seu certeiro pontapé.

Em suma, trata-se de um enorme talento que, por certo, jogará no principal escalão português na próxima temporada desportiva, restando saber se o fará ao serviço do Estoril ou de outro clube com outras aspirações.

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Claudiu Bumba é um talento precoce

No modesto Targu Mures romeno, actua um médio-ofensivo/ala-esquerdo de 18 anos que tem surpreendido pela qualidade precoce, tendo já conseguido chegar a internacional A: Claudiu Bumba.

Nascido a 5 de Janeiro de 1994 em Baia Mare, Roménia, Claudiu Vasile Bumba iniciou a sua carreira nas camadas jovens do Atletic Club Satu Mare, tendo se transferido posteriormente para o FC Baia Mare em 2009.

Com apenas 15 anos, o médio-ofensivo estreou-se pelo FC Baia Mare, tendo efectuado 27 jogos e 7 golos por um modesto clube que haveria de se dissolver e transformar no FC Maramureş Universitar Baia Mare.

Chegou precocemente à primeira divisão romena e à selecção

No Verão de 2011, o jovem talento transferiu-se para o Targu Mares da primeira divisão romena, tendo-se estrado no principal escalão aos 17 anos, num desafio diante do Dínamo Bucareste e tendo marcado o primeiro golo em Outubro transacto num empate diante do Sportul Studentesc.

Em Janeiro deste ano, o romeno de 18 anos haveria de se tornar internacional A, estreando-se pela Roménia numa vitória diante do Turcomenistão (4-0).

Médio-ofensivo ou ala-esquerdo de grande talento

Aos 18 anos, Claudiu Bumba é uma das grandes promessas de futuro do futebol romeno, demonstrando grande maturidade para a tenra idade e assumindo-se como um jogador rápido, tecnicista e com sentido de baliza.

Preferencialmente, penso que funciona melhor como “dez”, local onde consegue desenvolver melhor o seu futebol criativo e de grande visão de jogo, para além de estar numa posição onde mais facilmente pode dar azo ao seu excelente remate de meia-distância.

Ainda assim, a ala-esquerdo, o jogador também é bastante acutilante, podendo, dessa forma, actuar sem problemas nessa posição sempre que o treinador necessitar.

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Campeão polaco por nove ocasiões, vencedor da Taça por treze e presente nas meias-finais de provas como a Taça dos Campeões ou a Taça das Taças, o Légia de Varsóvia é claramente um dos grandes clubes do futebol polaco, estando habitualmente presente nas competições europeias. Nesta época, o clube cuja grande estrela é o atacante Ljuboja, já terá feito mais que a sua obrigação ao apurar-se para os dezasseis avos de final da Liga Europa, todavia, chegado a esta fase da prova, e tendo as condições climatéricas e os seus fanáticos adeptos do seu lado, o Légia de Varsóvia poderá ser um osso muito duro de roer para o Sporting.

O bonito Estádio do Légia

Quem é o Légia de Varsóvia?

O Légia de Varsóvia foi fundado em Março de 1916, todavia, só começou a ter real impacto no futebol polaco nos anos 50, altura que conquistou os seus primeiros dois campeonatos e as suas duas primeiras taças nacionais.

Depois disso, a equipa polaca teve duas épocas de ouro em 1968/69 e 1969/70, altura em que foi bicampeã  polaca e chegou à meia-final da Taça dos Campeões. A essa fase, haveria de se seguir um jejum de conquistas do campeonato polaco até 1994, sendo que apenas a conquista de algumas taças nacionais foram amenizando essa secura.

Vencedora da Taça na temporada passada (14ª da história, um recorde polaco), a equipa não conquista o campeonato desde 2006, ainda que nesta temporada (está em segundo a quatro pontos do líder Slask Wroclaw) o Légia pode terminar esse jejum.

Maciej Skorza é o treinador do Légia

Como joga?

O Légia de Varsóvia é um conjunto que actua com imensa alma, contando sempre com o fanático apoio dos seus adeptos que enchem normalmente o Estádio do Exército Polaco.

Com jogadores tecnicistas como o extremos Rybus e Radovic e atletas muito experientes como o central Zewlakow e a grande estrela da companhia, o ponta de lança Ljuboja, o Légia é um conjunto muito compacto e experiente, que, principalmente em casa, deverá complicar e muito a vida dos leões.

Em termos tácticos, a equipa da capital polaca deverá jogar em 4x1x4x1 com o seguinte onze: Kuciak; Jedrzejczyk, Zewlakow, Komorovski e Wawrzyniak; Boryusiuk; Radovic, Zyro, Vrdoljak e Rybus; Ljuboja.

Ljuboja é um avançado perigoso

Quem é que o Sporting deve ter debaixo de olho? Ljuboja

Com 33 anos, o atacante sérvio Ljuboja mantém intactas as suas qualidades de goleador, sendo claramente um jogador que o Sporting deve seguir com imensa atenção nesta eliminatória.

Alto (1,89 metros), possante e letal na área de rigor, o ponta de lança do Légia de Varsóvia encontra-se no clube polaco desde esta época, somando 11 golos em 17 jogos.

Antes disso, o atacante representou clubes como o Estrasburgo, PSG, Estugarda, Hamburgo, Wolfsburgo, Grenoble e Nice, marcando 90 golos e garantindo enorme experiência internacional ao serviço desses clubes das importantes ligas francesa e alemã.

Assim sendo, é importante que os centrais do Sporting nunca percam de vista o avançado sérvio, pois qualquer desatenção poderá ser fatal.

Como chegou aos 16/final?

3ª Eliminatória: Légia de Varsóvia vs Gaziantepsor (TUR) 1-0 e 0-0

Playoff: Légia de Varsóvia vs Lokomotiv Moscovo (RUS) 2-2 e 3-2

Fase de grupos:

  • Légia de Varsóvia vs PSV (HOL) 0-1 e 0-3
  • Légia de Varsóvia vs Hapoel Telavive (ISR) 3-2 e 0-2
  • Légia de Varsóvia vs Rapid Bucareste (ROM) 1-0 e 3-1

Classificação:

  1. PSV (HOL) 16 pontos
  2. Légia de Varsóvia 9 pontos
  3. Hapoel Telavive (ISR) 7 pontos
  4. Rapid Bucareste (ROM) 3 pontos
As possibilidades do Sporting Clube de Portugal

O Sporting é favorito para esta eliminatória, pois conta com melhores soluções individuais e colectivas que o seu adversário, sendo superior ao Légia de Varsóvia.

Assim sendo, se os leões forem uma equipa inteligente em termos defensivos, sabendo anular o ponta de lança Ljuboja e suster a mais do que certa entrada forte dos polacos, é possível que o Sporting até arranque um triunfo em Varsóvia, encarando depois a segunda mão em Alvalade com enorme tranquilidade.


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