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Archive for Novembro, 2012

Um novo Eusébio

Na equipa de Juniores do Sport Lisboa e Benfica evolui um avançado luso-guineense que demonstra talento suficiente para vingar no futebol português: Eusébio Bancessi.

Nascido a  4 de Agosto de 1995, Eusébio Gomes Bancessi actuava pelo Sporting na temporada transacta, tendo, inclusivamente, brilhado na equipa de Juvenis do Sporting, marcando 16 golos em 30 jogos.

Ainda assim, na actual temporada, o luso-guineense transferiu-se para o Benfica, estando, neste momento, integrado na equipa de Juniores encarnada que lidera a Zona Sul do campeonato nacional.

Avançado rápido e objectivo

Eusébio Bancessi é um avançado veloz e vertical, que pode actuar no centro do ataque ou nas alas, ainda que, quando colocado na faixa, deva privilegiar os movimentos de fora para dentro, característica do jogo onde ele é particularmente perigoso.

De facto, o jovem de 17 anos é o típico falso extremo que permite a subida do lateral e, ao mesmo tempo, funciona como apoio imediato ao ponta de lança, povoando de forma acentuada o centro do ataque.

Bom finalizador, trata-se de um jogador que não tem problemas em atirar à baliza, fazendo-o tanto quando parte de zonas laterais, como quando actua mais no centro do ataque.

Em suma, trata-se de um jogador ideal para actuar como falso-ala num 4x3x3 ou, ao invés, como segundo avançado num esquema 4x4x2, merecendo atenção cuidada num dos próximos encontros da equipa de Juniores do Benfica.

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Nikola Maksimović brilha no Estrela Vermelha

No histórico Estrela Vermelha de Belgrado actua um defesa-central/trinco de grande talento e que, a espaços, lembra o central do Manchester United Nemanja Vidić: Nikola Maksimović.

Nascido a 25 de Novembro de 1991 em Bajina Bašta, Sérvia, Nikola Maksimović estreou-se profissionalmente no Sloboda Užice, clube que representou entre 2008 e Dezembro de 2011 e onde somou 69 jogos e 3 golos.

A partir de Janeiro deste ano, o defesa-central mudou-se para a capital sérvia, representando o Estrela Vermelha desde esse momento. No gigante de Belgrado, Nikola Maksimović soma 30 jogos e 1 golo, tendo, inclusivamente, chegado à selecção sérvia.

Muito mais que um trinco

Nikola Maksimović é preferencialmente um médio-defensivo que se destaca por ser muito mais que um simples trinco, pois tem elevadíssima qualidade técnica e sabe sair a jogar com critério. Excelente recuperador de bolas é, portanto, um jogador que faz lembrar futebolistas como o ex-benfiquista Javí García.

Com 193 cm, é um elemento que também é muito importante na ajuda aos centrais, podendo, também, actuar nessa posição do terreno e sendo bastante efectivo na mesma. De facto, a defesa-central, Nikola Maksimović também prima pela segurança, sendo quase inultrapassável tanto no ar como junto à relva.

Neste momento, com 21 anos, é um elemento que já foi sondado por Barcelona e Juventus, podendo ser um excelente reforço para quem precise de um defesa-central/trinco de grande futuro.

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Leonardo Almeida é um esquerdino de talento

Um dos jogadores que saltam à vista na equipa de Iniciados do Sporting Clube de Portugal é o baixinho Leonardo Almeida, futebolista de 14 anos que já se destaca nesse conjunto verde-e-branco.

Nascido a 27 de Janeiro de 1998, Leonardo Almeida encontra-se no Sporting desde 2007/08, altura em que ainda era sub-10 e disputava os campeonatos de futebol de sete.

Neste momento, aos 14 anos, disputa o campeonato nacional de Iniciados pelos leões, sendo, juntamente com elementos como Moreto Cassamá, Hélder Almeida ou Idrisa Sambú, um dos principais talentos da equipa.

Grande talento e inteligência

Leonardo Almeida destacou-se futebolísticamente desde muito novo, sendo dado como uma promessa do Sporting desde praticamente a sua génese. Rápido e tecnicista, o futebolista destaca-se pela inteligência das suas movimentações e pela capacidade que tem de fazer a recepção de bola e, automaticamente, passar logo para o momento seguinte do jogo.

Com boa qualidade de passe, forte no um contra um e desconcertante no capítulo do drible, Leonardo Almeida é preferencialmente um médio-centro, ainda que, no Sporting, a posição onde podia mostrar mais brilho (“dez”), esteja tapada por outro grande talento, o luso-guineense: Moreto Cassamá.

Ainda assim, pelas características do esquerdino, este pode actuar também na posição “oito”, ou, caso Telmo Costa opte por um triângulo de miolo com um trinco e dois interiores, como interior-esquerdo, surgindo Moreto Cassamá como interior-direito. Em último caso, o jovem talentoso também pode aparecer nas alas do ataque, nomeadamente na direita, onde a sua qualidade superior lhe permite desequilibrar em constantes diagonais para dentro.

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Victor Golas é o titular da equipa b leonina

No Sporting B actua um guarda-redes muito promissor e que pode ter um futuro risonho no seio do futebol português: o brasileiro Victor Golas.

Victor Hugo Mateus Golas nasceu a 27 de Dezembro de 1990 em Arapongas, Brasil, tendo se transferido para o Sporting em 2007, oriundo do América de São Paulo. Nos leões, finalizou as etapas do futebol de formação, tendo se estreado no futebol sénior em 2009/10, no Real Massamá, clube onde efectuou 5 jogos oficiais.

Em 2010/11, o guarda-redes brasileiro foi cedido ao Boavista e, no clube nortenho, foi uma das figura das equipas, somando 26 jogos. Posteriormente, na época transacta, o jogador esteve cedido ao Penafiel da Liga de Honra, tendo feito 24 jogos pelo conjunto penafidelense.

Nesta temporada de 2012/13, em mais uma etapa da sua evolução futebolística, Vítor Golas irá ser o guarda-redes principal do Sporting B, sendo, ao mesmo tempo, terceira opção para a principal baliza leonina.

Como joga?

Vítor Golas é um guarda-redes alto e forte, que se destaca pela segurança que demonstra entre os postes, sendo muito forte tanto pelo ar como junto à relva. Efectivo nos cruzamentos e nas saídas aos adversários, o brasileiro também tem bom jogo de pés, sendo usual que lance rapidamente os contra-ataques da sua equipa com pontapés com conta peso e medida.

Por vezes ainda tem algumas falhas graves, abordando mal alguns lances que acabam por resultar nos vulgares “frangos”, contudo, isso são situações normais em guarda-redes jovens.

Apesar de ter apenas 21 anos, o jovem brasileiro também revela grande maturidade e está a ser lapidado por José Dominguez (e antes também por Oceano), sendo titular absoluto da equipa B verde-e-branca.

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Mavrias é um talento do Panathinaikos

No Panathinaikos da Superliga da Grécia actua um dos mais promissores jogadores helénicos da actualidade, o médio-ofensivo de 18 anos: Charalampos Mavrias.

Nascido a 21 de Fevereiro de 1994 em Zakynthos, Grécia, Charalampos Mavrias encontra-se na Academia do Panathinaikos desde os 12 anos, tendo passado todas as etapas de formação até se estrear na equipa principal do mítico PAO em 2010/11, temporada onde efectuou 7 jogos.

Na temporada seguinte, Jesualdo Ferreira não se deixou intimidar pela tenra idade da pérola helénica e deu-lhe bastante tempo de utilização, tendo o grego efectuado 24 jogos e um golo.

Essas boas exibições fizeram de Mavrias um jogador essencial, somando o grego três golos em 14 jogos pelo Panathinaikos e tendo, inclusivamente, se estreado na selecção grega, diante da Lituânia a 11 de Setembro.

Veloz e tecnicista

“Charis” Mavrias é um internacional grego que pode actuar tanto a “dez” como a ala-direito, mostrando-se veloz, inteligente em termos tácticos, tecnicista e raçudo.

Com excelente visão de jogo, é conveniente que se privilegie a sua utilização como médio-ofensivo central, ao invés de encostado à ala-direita, ainda que o jovem de 18 anos também seja bastante efectivo encostado à linha.

Para além disso, trata-se de um jogador com um excelente pulmão e uma grande intensidade de jogo, lutando sempre até ao limite das suas forças pela bola.

Em suma, trata-se de um grande talento que interessa descobrir num jogo do Panathinaikos ou, quiçá, da selecção grega.

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Nem sempre o Espanhol foi o segundo maior clube catalão. Em tempos distantes, era o CE Europa que mordia os calcanhares ao Barcelona no espectro futebolístico da Catalunha, tendo, inclusivamente, disputado uma final da Taça do Rei, diante do Athletic de Bilbau em 1922/23. Perdeu esse duelo decisivo, é certo, e neste momento encontra-se bem distante dos campeonatos profissionais, disputando a terceira divisão espanhola, contudo, nunca ninguém vai conseguir arrancar o Europa dos livros de história futebolística do país vizinho, esperando-se, sempre, por mais utópico que seja o pensamento, o renascimento do grande clube dos anos 20.

Anos 20 foram os anos de ouro do Europa

O Club Esportiu Europa foi criado a 5 de Junho de 1907 como uma fusão do Madrid de Barcelona e o Provençal. Em 1919, conquistou a divisão B do campeonato catalão, tendo depois esmagado o Sabadell (7-0 e 9-0) no playoff de promoção ao principal campeonato da Catalunha.

Nos anos 20, o Europa haveria de viver os seus tempos de ouro, finalizando o campeonato da Catalunha na segunda posição em 1921 e 1922 e vencendo esse mesmo campeonato em 1923 após vencer o Barcelona (1-0) no playoff do título.

Essa vitória no campeonato da Catalunha garantiu ao Europa a presença na Taça do Rei da temporada seguinte, tendo o conjunto de Barcelona superado Sevilha e Sporting Gijón, antes de perder a final para o poderoso Athletic Bilbau (0-1).

Problemas financeiros motivaram queda

Após os brilhantes anos 20, o Europa entrou em declínio e nem a fusão com o Grácia, conhecido como Espanya de Barcelona evitou a queda do histórico clube catalão. De facto, o Europa, passou a ser conhecido como Catalunya FC, mas acabou por cair à terceira divisão em 1931/32 após não ter disputado os últimos jogos do campeonato por problemas financeiros.

Mais tarde, o clube voltou à designação de CE Europa, tendo ainda se chamado Club Deportivo, nos tempos em que o ditador Franco impedia que os nomes dos clubes tivessem designações pouco castelhanas, no entanto, jamais voltou a conhecer o sucesso de tempos idos.

Nos anos 60, o clube ainda conquistou duas vezes a terceira divisão e chegou mesmo a disputar a segunda competição mais importante de Espanha, todavia, tratou-se de uma participação fugaz, tendo o CE Europa regressado rapidamente à terceira divisão.

Duas taças da Catalunha conquistadas perante o Barça

Nos anos 90, o CE Europa conseguiu novamente chegar à segunda divisão, no entanto, nessa temporada de 1994/95, não passou da décima-nona posição, tendo descido novamente ao terceiro escalão.

Ainda assim, nessa mesma década, há que destacar a conquista de duas taças da Catalunha diante do Barcelona. Obviamente, que os blaugrana nunca utilizaram o seu melhor onze, todavia, o CE Europa ainda venceu um Barcelona (3-1) com Amor e Stoitchkov em 1997 e um Barcelona (1-1 e 3-1 nos penaltis) com Amor, Sergi, de la Peña, Fernando Couto, Pizzi e Reiziger em 1998.

Títulos pouco importantes no espectro futebolístico mundial, mas que seguramente significaram muito para uns adeptos do Europa, sedentos dos anos dourados do passado.

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Fábio Martins pode vir a ser um falso extremo de renome

Na equipa B do FC Porto actua um avançado de grande talento individual e que pode singrar com facilidade na faixa média-alta do futebol português: Fábio Martins.

Fábio Santos Martins nasceu a 24 de Julho de 1993 em Mafamude e é um produto das escolas do FC Porto, tendo passado por todas as etapas de formação dos azuis-e-brancos até chegar ao futebol sénior.

Esta temporada, no rescaldo de uma excelente época de 2011/12 na equipa de Juniores (13 golos em 31 jogos), Fábio Martins foi integrado na equipa do FC Porto B, procurando continuar a evoluir o seu talentoso futebol. Neste momento, o talentoso jogador já leva nove encontros realizados pelo conjunto secundário azul-e-branco.

Como joga?

Fábio Martins é um atacante que actua preferencialmente sobre as alas, sendo veloz, tecnicista e bastante efectivo com a bola nos pés. Inteligente e objectivo, procura sempre a baliza, sendo usual que marque bastantes golos, mesmo jogando em posições exteriores.

Pelas suas características, é um jogador que tem tudo para se transformar num falso extremo de grande qualidade, daqueles que se tornam letais quando efectuam diagonais de fora para dentro.

Veremos como os responsáveis portistas moldam esta pequena pérola, todavia, é certo que Fábio Martins tem o potencial para se tornar um jogador do género de Silvestre Varela.

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O “Mago” é um “dez” de classe

Na equipa de Iniciados do Sporting actua um médio-ofensivo de grande valor individual e que pode ter um futuro risonho no futebol português: Moreto Cassamá.

Nascido a 16 de Fevereiro de 1998 em Bissau, Guiné-Bissau, Moreto Moro Cassamá encontra-se no Sporting desde muito novo, tendo a alcunha de “Mago” pela sua evoluída inteligência táctica e qualidade técnica.

Em 2011, este médio de elevados e extensos recursos brilhou no Torneio da Pontinha, tendo granjeado a admiração de todos os presentes e, diz-se, o interesse do Manchester City. Ainda assim, o luso-guineense mantém-se no Sporting, onde, neste momento, é uma das principais figuras da equipa de Iniciados A.

Pode fazer todas as posições do miolo

Preferencialmente um “dez”, Moreto Cassamá também pode actuar como “oito” e, também, como “seis”, ainda que nessa posição se trate de um jogador de um perfil mais “Miguel Veloso” ou “Pirlo”, ao invés de um “Gattuso.”

Rápido e raçudo, o jovem de 14 anos destaca-se principalmente pela inteligência e visão de jogo, pela qualidade de passe (raramente erra um) e pela sua objectividade. De facto, é raro que as iniciativas de Moreto Cassamá não sejam produtivas, louvando-se a grande maturidade do luso-guineense.

Muito evoluído tecnicamente, trata-se de um desequilibrador nato, que coloca as defesas contrárias em apuros constantes, sendo também um bom finalizador quando tem a oportunidade de alvejar a baliza contrária.

Em suma, trata-se de uma pérola que se continuar a evoluir como até este momento, pode ser um caso sério no futebol português.

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Mamadu Baldé é um talento leonino

Na equipa de Juvenis A do Sporting actua um médio-centro luso-guineense de grande talento e que pode ser um dos grandes trincos de futuro do futebol português: Mamadu Baldé.

Nascido a 26 de Janeiro de 1996 em Bissau, Guiné-Bissau, Mamadu Farim Injami Baldé chegou ao Sporting em 2011/12, estando a assumir-se, nesta temporada de 2012/13, como peça fundamental do meio-campo defensivo verde-e-branco.

Um trinco com boa saída de bola

O luso-guineense de 16 anos é um médio-defensivo de grande inteligência posicional, mostrando-se muito forte na recuperação, desarme e transições ataque/defesa. Com grande raça e um pulmão inesgotável, trata-se de um médio que garante grande segurança defensiva à sua equipa, permitindo que o “oito” e “dez” tenham muita liberdade atacante.

Ainda assim, apesar de todas as qualidades defensivas e da sua tracção conservadora, Mamadu Baldé é um jogador que também tem qualidade na saída de bola, destacando-se pelo acerto no passe e pela técnica bastante razoável para a posição que desempenha no terreno de jogo.

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Peseiro não tem o ADN dos vencedores

José Peseiro é um excelente treinador do panorama futebolístico português. Dotado de elevados conhecimentos e com uma visão abrangente do desporto rei, o actual técnico do Sporting de Braga é conhecido por colocar as equipas a jogarem um futebol romântico e bastante agradável à vista, todavia, falha em algo extremamente importante: ganhar nos momentos chave.

A situação já não é nova. No Sporting, muitos ainda idolatram o ano do quase, esquecendo que José Peseiro, em 34 jornadas, fez 61 pontos, ou seja, menos onze que Paulo Bento (entrou à sétima jornada) na época seguinte e menos doze que Fernando Santos em 2003/04. Para terem uma ideia do fraco desempenho global dos três grandes nessa temporada, lembre-se que o Benfica de Trapattoni foi campeão com 65 pontos, enquanto o FC Porto de Mourinho foi campeão em 2003/04 com 82 pontos e o de Co Adriaanse foi campeão em 2005/06 com 79 pontos.

Nessa temporada, o Sporting tinha tudo para ser campeão nacional, pois tinha muito melhor plantel que o Benfica e, tendo um plantel equivalente ao do FC Porto, beneficiava de uma maior estabilidade que uma equipa azul-e-branca ainda a digerir a saída de José Mourinho. Ao contrário do que muitos dizem, os leões não perderam esse campeonato graças à cabeçada de Luisão, mas, ao invés, por uma série de resultados impensáveis, como perder em casa com o Penafiel (0-2) e Marítimo (0-1) ou somar empates caseiros com equipas como o U. Leiria, V. Setúbal e Académica.

Também nessa altura, era habitual o Sporting perder pontos na recta final dos jogos, foi assim na derrota (2-3) na Choupana ou no empate (2-2) em Aveiro. Era um futebol apaixonante, ofensivo, mas que, quando tinha a presa dento do saco, muitas vezes não o sabia fechar, permitindo volte-faces dolorosos como o da final da Taça UEFA diante do CSKA Moscovo.

Ontem, mal vi Beto sair de forma disparatada no lance do golo de van Persie, disse em voz alta: “O Sp. Braga ainda vai perder este jogo.” Fui preconceituoso, admito, mas não me enganei e, mais grave do que isso, vejo que José Peseiro não mudou nada de há oito temporadas para cá. Continua o mesmo romântico que coloca sorrisos nos adeptos, apenas para depois transformar esses sorrisos em desespero, à medida que os minutos passam e a bonança se transforma em tempestade.

A falha de Beto no lance do empate dos “red devils” é gritante, mas o Sp. Braga não podia ter continuado com o mesmo esquema de jogo diante dos ingleses. José Peseiro não soube resguardar a equipa e não deixa de ser irónico que o Manchester United, a perder no recinto de uma equipa menos cotada, consiga empatar num lance em que os bracarenses estavam descompensados em zona defensiva. Convido o José Peseiro a ver o vídeo do Celtic-Barcelona de ontem e a tirar algumas ilações.

O ex-treinador do Sporting continua a revelar os mesmos problemas. Excelente técnico a montar a equipa, é pouco lesto a alterá-la, denotando muitos problemas em reagir a alterações tácticas do adversário e acabando, invariavelmente, por permitir cambalhotas no marcador de jogos que, aparentemente, pareciam ganhos.

Enquanto isso se mantiver, dificilmente José Peseiro deixará de ser o treinador do “quase”, mantendo-se, ao invés, como um treinador que as pessoas simpatizam, mas que nunca será visto como um treinador ganhador. O futuro pode contrariar-me, mas, pelos últimos exemplos, a máxima parece manter-se “Uma vez Peseiro, para sempre Peseiro…”

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