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Bruno Alves vai deixar saudades no FC Porto

Antes da verdadeira razão deste artigo, gostava de dar crédito a Pinto da Costa por mais um excelente negócio. A venda do central Bruno Alves por 22 milhões de euros é uma excelente manobra de gestão desportiva e que ganha maior impacto quando verificamos que o central portista caminha para os 29 anos e que, Miguel Veloso, uma promessa de apenas 24 anos, foi vendido pelo Sporting por menos de 10 milhões de euros. No entanto, se para o FC Porto este foi um grande negócio, custa-me a entender que o seja para o Bruno Alves. O central portista é um jogador maduro e, na verdade, estava na última oportunidade para dar o salto, mas será que ir para o Zenit pode ser considerado uma boa gestão pessoal da carreira?

Bruno Alves foi um jogador que soube esperar e que, acima de tudo, nunca deixou de trabalhar para alcançar uma posição de destaque no futebol português e internacional. Apesar de ter chegado à equipa principal do FC Porto em 2001, precisou de três empréstimos sucessivos a equipas como o Farense, V. Guimarães e AEK Atenas e, ainda, de uma época quase sem jogar nos dragões (2005/06) quando com Co Adriaanse ao leme, apenas fez sete jogos.

Contudo, na época seguinte, a chegada de Jesualdo Ferreira foi fundamental para Bruno Alves que passou a fazer dupla com Pepe e a destacar-se no centro da defesa portista. Apesar de muitas vezes apelidado de jogador demasiado duro, o central foi conquistando o respeito de colegas, adeptos e da própria imprensa em geral.

Com o passar dos anos, Bruno Alves foi refreando as suas emoções, tornando-se um defesa menos duro, sem, ainda assim, perder a sua eficácia. A sua fama foi galgando fronteiras e, após o excelente campeonato do mundo que fez na África do Sul, o interesse de grandes tubarões da Europa no seu concurso foi sendo publicitada.

Percebia-se, claramente, que o FC Porto não o conseguiria segurar e todos esperavam a transferência do internacional português para uma das principais ligas europeias, todavia, quem acabou por assegurar a contratação do defesa-central acabou por ser o Zenit do campeonato russo.

Sem colocar em causa o valor do clube de São Petersburgo que já ganhou uma prova europeia e vem de um campeonato em claro crescimento, penso que é uma mudança arriscada para o atleta português. Lembrem-se que, no passado, vários jogadores portugueses foram para o campeonato russo (Costinha, Maniche, Jorge Ribeiro, Custódio, etc…), sendo que o resultado foi quase sempre o insucesso e a inadaptação com a justa excepção de Danny, curiosamente futuro companheiro de Bruno Alves no Zenit.

Depois, mesmo que a adaptação seja um sucesso, a Liga russa é um campeonato distante e que tem pouca visibilidade para os grandes clubes europeus. Assim sendo, quando sabemos que o Bruno Alves está quase com 29 anos, a possibilidade de, um dia, cumprir o sonho de jogar num grande clube europeu, num Barça, Manchester United, Inter ou Real Madrid passa a ser quase uma utopia.

Acredito que, financeiramente, este contracto possa ser tão bom para o Bruno Alves como foi para o FC Porto, mas pergunto-me se, para a carreira desportiva do ex-jogador dos dragões, esta transferência possa ser tida como uma boa mudança ou se, ao invés, o defesa-central acabará por chorar o facto de, um dia, ter cedido à força dos rublos…

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Força e altura
Força e altura

Dispensa grandes apresentações e a sua qualidade é unanimemente conhecida. Apesar da concorrência ter muito valor, as suas características podem-lhe valer um lugar no onze principal.

Bruno Alves, de 28 anos, defesa central, foi formado nas escolas do Varzim SC, mas chegou ao FC Porto ainda nas camadas jovens. Apesar de lhe serem reconhecidas qualidades, passou pela equipa de reservas do seu clube e posteriormente esteve emprestado por três temporadas – onde jogou no Farense, Vitória de Guimarães e AEK de Atenas. Este período, permitiu-lhe ganhar experiência e crescer como jogador, voltando ao FC Porto em 2005/06, mais maduro e preparado para se afirmar em definitivo. Após a chegada de Jesualdo Ferreira ao comando da equipa, tem sido um pilar importante na equipa da invicta, sendo frequentemente apontado como reforço de clubes de campeonatos mais conceituados.

Existem dois tipos de defesas centrais de topo: “defesas cerebrais” (que normalmente primam pelo posicionamento e antecipação) e os “defesas duros” (que fazem um jogo mais físico ). Bruno Alves inclui-se no segundo lote e faz uso do seu poderio físico (1,89m e 83kg) para se afirmar como um guerreiro em campo – por vezes leva este conceito demasiado à letra e vê-se envolvido em lances que pecam pelo excesso de dureza. Além da sua altura, também tem um poder de impulsão acima da média, que faz dele quase intransponível pelo ar e muito útil em lances de bola parada – inclusivamente ofensivos, onde já provou, com golos, que pode ser útil à selecção.

Não se pode dizer que seja tosco ou lento, mas não é um prodígio técnico, nem especialmente rápido. O seu físico e presença na área são as suas maiores armas e sabe-as usar muito bem. Perante as características da selecção portuguesa, pode ser muito importante para dar altura e força a uma equipa que não prima nem pelo poder de choque, nem pela consistência do jogo aéreo. Se é verdade que individualmente Pepe e Ricardo Carvalho são defesas mais completos que Bruno Alves, não será tão linear se poderão formar uma melhor dupla de centrais, do que jogando um destes ao lado do central do FC Porto. Este último tem as características certas para criar um equilíbrio defensivo importante para quando jogarmos contra equipas que primam pelo jogo físico e aéreo – os calcanhares de Aquiles da equipa portuguesa.

Perante o que temos visto da selecção portuguesa, e atendendo à consistência que acrescenta ao jogo da equipa, Bruno Alves deverá ser titular na África do Sul – especialmente se Pepe não estiver na melhor forma. Fica em aberto se poderá ser preterido em jogos que o jogo físico não seja tão fundamental – por exemplo, contra a Coreia do Norte. Este é mais um caso de um jogador que tem nesta competição uma hipótese de se mostrar em definitivo aos clubes dos grandes campeonatos do futebol europeu.

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Em 1982, a Argélia escandalizava o Mundo após vencer a República Federal da Alemanha por duas bolas a uma. Jogadores como Madjer ou Assad tornavam-se conhecidos do grande público e percebeu-se que, pela primeira vez, uma equipa magrebina podia passar à segunda fase do Mundial. Contudo, após perderem com a Áustria, acabaram eliminados após uma estranha vitória germânica diante dos austríacos por uma bola a zero. Nesse jogo, ambas as equipas não forçaram, pois sabiam que aquele resultado apurava as duas para a 2ª fase. Assim, a Argélia despediu-se do campeonato do mundo, mas o perfume daquele futebol perdurou até hoje, à espera que, um dia, volte a renascer. Veremos se esse dia chegará, este ano, na África do Sul…

A Qualificação

A Argélia teve uma caminhada muito difícil para a África do Sul. Na 2º Fase, integrada no Grupo 6, a Argélia sofreu bastante para se impor a Gâmbia e Senegal, superando esses dois rivais por apenas um ponto.

Depois, na 3ª Fase, num grupo com Egipto, Zâmbia e Ruanda, os argelinos chegaram ao último jogo (no campo do Egipto) a precisarem de perder por menos de dois golos para se apurarem para o campeonato do mundo. No entanto, nesse desafio, acabaram por sofrer o 2-0 no minuto 95, ficando as duas selecções norte-africanas empatadas em diferença de golos e confronto directo.

Assim sendo, argelinos e egípcios tiveram de fazer um desempate, no Sudão, para decidir quem iria ao Mundial. Aí, os argelinos foram mais felizes, vencendo por 1-0 (golo de Yahia) e apurando-se para o Mundial sul-africano.

2ª Fase: Grupo 6 – Classificação

  1. Argélia 10 pts
  2. Gâmbia 9 pts
  3. Senegal 9 pts
  4. Libéria 3 pts

3ª Fase: Grupo C – Classificação

  1. Argélia 13 pts
  2. Egipto 13 pts
  3. Zâmbia 5 pts
  4. Ruanda 2 pts

Playoff

Argélia 1-0 Egipto

O que vale a selecção argelina?

A equipa esteve bem na última Taça de África, onde alcançou as meias finais e tem alguns elementos de qualidade como o médio-ala Matmour e o trinco Yebda. Ainda assim, integrada num grupo com Inglaterra, Estados Unidos e Eslovénia, a Argélia parece ser a selecção mais frágil do agrupamento.

A equipa magrebina costuma jogar num esquema de 3-4-3, com três centrais competentes (Bougherra-Halliche-Yahia), mas que podem ter dificuldades diante de selecções com avançados rápidos e fortes no um contra um. Apesar de terem sofrido poucos golos na fase de qualificação (8 em 12 jogos), irão, no Mundial, encontrar um nível de exigência muito maior e, como não são centrais muito rápidos, poderão criar um grave problema à selecção argelina.

Por outro lado, o meio campo é, provavelmente, o ponto mais forte da equipa magrebina. Costumam jogar com um duplo pivot (Yebda-Mansouri) que sabe defender e atacar com a mesma qualidade e, também, com dois alas muito rápidos: Belhadj (à esquerda) e Matmour (à direita). Os dois alas são muito criativos, criando bastantes situações de desequilíbrios e, principalmente no caso de Belhadj, também defendem muito bem, dando alguma segurança defensiva à Argélia.

Por fim, no ataque, as raposas do deserto apresentam dois jogadores plenos de mobilidade: Djebbour (avançado esquerdo) e Ziani (avançado direito)  e, também, um ponta de lança finalizador: Ghezzal. Apesar de tanto Djebbour como Ziani jogarem nas alas, veremos provavelmente o avançado esquerdo mais no apoio a Ghezzal e Ziani a funcionar, muitas vezes, como quinto elemento do meio campo, transformando o esquema argelino em 3-5-2.

Globalmente os argelinos têm uma equipa de alguma qualidade, todavia, o seu esquema bastante ofensivo, a fragilidade dos centrais no jogo pelo chão e alguma indisciplina táctica deverão condenar os magrebinos ao último lugar do Grupo C.

O Onze Base

A equipa argelina deve, tal como foi dito anteriormente, apresentar um esquema em 3-4-3 com Gaouaoui (ASO Chief) na baliza; Bougherra (Rangers), Halliche (Nacional) e Yahia (Bochum) na defesa; Yebda (Portsmouth) e Mansouri (Lorient) como duplo pivot, Belhadj (Portsmouth) como ala esquerdo, Matmour (Borussia M’Gladbach) como ala direito; e três avançados: Djebbour (AEK), Ghezzal (Siena) e Ziani (Wolfsburgo).

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

Aparentemente, os argelinos deverão ser favoritos a ocuparem o último lugar do Grupo C. No entanto, se o seleccionador Rabah Saadane conseguir limar algumas arestas e tornar as raposas do deserto um pouco mais matreiras, poderão surpreender eslovenos e, quiçá, até os norte-americanos. Ainda assim, a possibilidade disso acontecer é muito reduzida

 Calendário – Grupo C (Mundial 2010)

  •  13 de Junho – Argélia vs Eslovénia 
  •  18 de Junho – Argélia vs Inglaterra 
  •  23 de Junho – Argélia vs EUA

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Um hat-trick de Lionel Messi manteve o Barça colado ao Real Madrid no topo da Liga Espanhola. A equipa catalã venceu em Saragoça (4-2), enquanto os madrilenos também não vacilaram e venceram, em casa, o Sporting de Gijón (3-1); Em Itália, o Inter de Mourinho voltou a desiludir, pois não foi além de um empate em Palermo (1-1), todavia, continua líder, pois o Milan, em casa, não fez melhor (empatou 1-1 com o Nápoles); Na Premier League, o Manchester United venceu, em Old Trafford, o Liverpool por duas bolas a uma e continua líder isolado.

Liga Espanhola – Barcelona e Real Madrid continuam colados na liderança

Começam a faltar adjectivos para caracterizar a excelente época do argentino Messi. Esta jornada, o jogador a quem já comparam a Maradona fez mais três golos e foi o principal responsável pela vitória do Barcelona, em Saragoça, por quatro bolas a duas. Neste jogo, a equipa catalã foi sempre superior e venceu com justiça um adversário que luta pela manutenção na La Liga. Por outro lado, no Santiago Bernabéu, o Real Madrid venceu o Sp. Gijón por três bolas a uma. Ainda assim, os madrilenos ainda passaram por um susto, pois aos 53 minutos, Barral colocou os asturianos na frente. Todavia, golos de Van der Vaart, Xabi Alonso e Higuaín deram a volta ao marcador. Na La Liga, Real Madrid e Barça estão sozinhos na frente com 68 pontos, mas os madrilenos têm vantagem no goal average. O terceiro, Valência, está a 18 pontos…

Liga Italiana – Milan não aproveita novo deslize interista

Na jornada 29, o Inter voltou a perder pontos, pois não foi além de um empate, na Sicília, diante do Palermo (1-1). A equipa de Mourinho ainda saiu na frente com um golo de Diego Milito (10′ g.p.), mas, apenas 15 minutos depois, Cavani empatou. No entanto, o Milan falhou o assalto à liderança da Série A, pois, em casa, também não foi além de um empate com o Nápoles (1-1). Assim sendo, o grande vencedor da ronda foi a AS Roma, que venceu a Udinese, em casa, por quatro bolas a duas (golos de Vucinic (3) e Toni) e está agora a apenas quatro pontos do líder Inter e a três pontos do Milan (2º).

Liga Inglesa – Manchester United vence Liverpool e continua líder

Os “Red Devils” receberam o Liverpool e até começaram mal, pois, logo aos cinco minutos, Torres abriu o activo para a equipa da cidade dos Beatles. Todavia, o Manchester United voltou a demonstrar toda a sua força e Rooney (12′) e Ji-Sung Park (60′) deram a vitória à equipa de Alex Ferguson por 2-1. Por outro lado, o Arsenal continua na perseguição ao líder, pois, em casa, venceu tranquilamente o West Ham (2-0). Quem desiludiu foi o Chelsea que não foi além de um empate em Blackburn (1-1). Assim sendo, o Manchester United continua na liderança da Premier League com mais dois pontos que o Arsenal (2º) e quatro que o Chelsea (3º). Os “blues”, todavia, têm menos um desafio.

Liga Francesa – Em França a Ligue 1 continua ao rubro

Na Ligue 1, os três da frente venceram todos. O Bordéus (1º) venceu o Lille por 3-1 com golos de Ciani, Jussiê e Gourcuff; o Montpellier (2º) venceu com dificuldade o Valenciennes, em casa, por 2-1; e o Auxerre (3º) precisou de um golo de Pedretti, já nos descontos, para levar de vencido o Le Mans (2-1). Quem também continua a sonhar com o título é o Marselha que, em casa, venceu o Lyon por 2-1. Assim sendo, a Liga Francesa continua explosiva, pois o Bordéus (-1 jogo) lidera com os mesmos pontos do Montpellier e apenas mais um ponto que o Auxerre. O Marselha (-1 jogo), por sua vez, é quarto a três pontos do líder.

Outras Ligas – Bayern surpreendido em Frankfurt

O Bayern Munique foi surpreendentemente derrotado em Frankfurt (1-2), mas continua líder na Bundesliga. Os bávaros têm agora apenas um ponto de vantagem sobre o Schalke 04 (2º), que empatou 2-2 em Hamburgo e mantêm os três de avanço diante do Leverkusen (3º) que perdeu em Dortmund (0-3); Na Holanda, por outro lado, o Twente empatou com o PSV (1-1) em Eindhoven, mas continua lider isolado da Eredivisie. A equipa que foi eliminada pelo Sporting na Champions lidera com quatro pontos de avanço sobre o Ajax (2º) e cinco sobre o PSV (3º); Por fim, na Grécia, o PAOK continua a má fase e perdeu, em casa, com o AEK (0-1). A equipa de Salónica caiu, assim, para terceira, pois o Olympiakos venceu na casa do líder Panathinaikos por 1-0. O PAO lidera agora com quatro pontos de avanço do Olympiakos (2º) e cinco do PAOK de Fernando Santos. 

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A águia bicéfala de Salónica passou anos difíceis no seio do futebol grego, todavia, a chegada de Fernando Santos mudou, totalmente o panorama. O treinador português, com muito menos meios que Olympiakos, Panathinaikos e até AEK conseguiu terminar o campeonato passado em segundo lugar e, esta época, está a apenas dois pontos da liderança, aparentando que vai lutar até ao fim pelo título. Trata-se de uma equipa equilibrada, matreira e muito organizada, bem ao estilo de Fernando Santos com Ivic, Muslimovic e o lusitano Vieirinha a serem os elementos desequilibradores.

A equipa que vou descrever abaixo, é a equipa normalmente utilizada em jogos grandes, ainda assim, é, na minha opinião o melhor onze utilizado pelo PAOK Salónica.

 

Na baliza opto, tal como Fernando Santos, pelo grego Chalkias. Um guarda-redes pouco espectacular, mas muito seguro e que já é titular da selecção grega após a retirada do mítico Nikopolidis.

A defesa também deixa poucas dúvidas e é, provavelmente a mais segura da Alpha Ethniki. Nas laterais, o bem conhecido ex-portista Lino e o polaco Sznaucner são os escolhidos. Lino é muito ofensivo, mas como Sznaucner defende muito bem, faz com que haja um equilibrio na defesa do PAOK. Já os centrais, Malezas e o ex-sportinguista Contreras são de uma segurança a toda a prova e têm sido pilares da grande campanha da equipa de Fernando Santos esta época.

No meio campo, jogam dois trincos  seguros e com um enorme indice de recuperação de bolas (Vitolo e Pablo García). São ambos  pouco ofensivos, mas essa característica permite que os três elementos mais ofensivos do miolo soltem a sua magia com maior segurança. Tratam-se do extremo esquerdo francês Sorlin, do extremo direito Vierinha (esse mesmo que estão a pensar e que é uma vedeta em Salónica) e do nº 10 Vladimir Ivic, um desequilibrador nato. Estes três jogadores são todos fantasistas e são, juntamente com Lino, os responsáveis pela imprevisibilidade ofensiva do PAOK.

No ataque, joga sozinho Muslimovic. O avançado bósnio é possante e um finalizador de qualidade pois, quando bem servido, raramente perdoa. Trata-se do ponta de lança ideal para este esquema.

As únicas nuances que podem ser feitas a esta táctica, passam por utilizar o médio ofensivo Fotakis, ou até mesmo o ponta de lança Edinho diante de equipas mais fechadas defensivamente, saindo, nessa hipótese, Vitolo. Caso contrário, a equipa descrita acima é a melhor do PAOK e aquela que dá mais garantias de sucesso.

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Na Grécia todos conhecemos os três grandes clubes de Atenas (Olympiakos, Panathinaikos e AEK), mas o futebol helénico não se esgota neles. Apesar de os clubes atenienses terem vencido 67 dos 79 campeonatos gregos, existem outros clubes que merecem a nossa atenção como o Larissa.
O AEL 1964 ou AE Larissa é um clube sediado na cidade de Larissa e é o único clube fora das cidades de Atenas e Salónica a vencer um campeonato grego.
Este clube foi formado em 1964 como AE Larissa, mas teve de mudar a sua designação para AEL 1964 devido a diversos problemas económicos que culminaram na bancarrota. O Larissa, que resultou da fusão de quatro pequenos clubes, teve como ponto alto da sua história a conquista da Liga Grega em 1988.
Todavia, após este triunfo, o clube helénico vendeu grande parte dos seus jogadores chave, entrando num declínio que teve como ponto mais negro a descida à terceira divisão.
Ainda assim, o clube lentamente saiu do poço, festejando, no final de 2004/05, a subida à Alpha Ethniki (1ª Divisão da Grécia). A conquista da Taça em 2006/07 e o 5º lugar no campeonato 2008/09 só provam o renascimento deste clube e a sua colocação como quinta força do futebol grego após Olympiakos, Panathinaikos, AEK e PAOK, provando, assim, que é possível renascer das cinzas.

DADOS DO CLUBE:

Nome completo: PAE Athlitiki Enosi Larissas 1964
Alcunha: Vasilissa tou Kampou (Rainha das Terras Baixas)
Fundação: 1964
Estádio: Alkazar (13108 espectadores)
Equipamento: Camisola, Calção e Meias: Vermelho Tinto
Principais Títulos: Liga Grega (87/88) e Taça da Grécia (84/85 e 06/07)
Presidente: Konstantinos Piladakis
Treinador: Marinos Ouzounidis

Equipa tipo: Viera; Venetidis, Dabizas, Katsiaros e Aarab; Metin, Kyriakidis, Iglesias e Romeu; Ricardo Jesus e Simic

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