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Posts Tagged ‘Ala-esquerdo’

Carlos Fonseca é um dos bons valores do campeonato

Apesar da má temporada que está a fazer o Feirense, existem bons valores em Santa Maria da Feira e que não podem ser ignorados. Um excelente exemplo, é o extremo-esquerdo Carlos Fonseca.

Nascido a 23 de Agosto de 1987 em Barcelos, Portugal, Carlos Manuel Costa Fernandes Fonseca iniciou a sua carreira profissional no Santa Maria, tendo chegado depois ao Tirsense na temporada 2008/09.

No clube de Santo Tirso, na II Divisão, esteve duas temporadas, marcando, no total, oito golos em 56 jogos e garantindo, no final de 2009/10, uma transferência para o Feirense.

Está no Feirense há duas temporadas 

Em Santa Maria da Feira, em 2010/11, fez 33 jogos em 2 golos e foi importantíssimo na boa campanha que levou o Feirense de regresso ao primeiro escalão.

Este ano, num plantel ainda mais forte com o intuito de alcançar a manutenção, Carlos Fonseca tem sido um jogador regularmente utilizado, somando 21 jogos (3 golos) pelo Feirense. Contudo, apesar das suas boas exibições e das boas actuações colectivas do Feirense, as coisas não têm corrido bem ao conjunto de Santa Maria da Feira que, neste momento, é último classificado.

Um extremo rápido e com qualidades finalizadoras

Carlos Fonseca é um extremo rápido e com boa técnica, que sabe se movimentar muito bem em zonas ofensivas, sabendo ir à linha ou efectuar diagonais para o centro consoante a ocasião.

Forte no um contra um e inteligente nas movimentações, o jovem português de 24 anos é um elemento que tanto se adapta a um 4x3x3 como avançado-esquerdo como a ala canhoto num 4x2x3x1, tendo qualidades suficientes para se adaptar às duas nuances tácticas.

Ainda na primeira época no principal escalão e com uma idade que ainda lhe permite evoluir exponencialmente, o extremo português deverá ser acompanhado de perto e, quiçá, merecer uma oportunidade num clube com outros pergaminhos num futuro próximo.

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Claudiu Bumba é um talento precoce

No modesto Targu Mures romeno, actua um médio-ofensivo/ala-esquerdo de 18 anos que tem surpreendido pela qualidade precoce, tendo já conseguido chegar a internacional A: Claudiu Bumba.

Nascido a 5 de Janeiro de 1994 em Baia Mare, Roménia, Claudiu Vasile Bumba iniciou a sua carreira nas camadas jovens do Atletic Club Satu Mare, tendo se transferido posteriormente para o FC Baia Mare em 2009.

Com apenas 15 anos, o médio-ofensivo estreou-se pelo FC Baia Mare, tendo efectuado 27 jogos e 7 golos por um modesto clube que haveria de se dissolver e transformar no FC Maramureş Universitar Baia Mare.

Chegou precocemente à primeira divisão romena e à selecção

No Verão de 2011, o jovem talento transferiu-se para o Targu Mares da primeira divisão romena, tendo-se estrado no principal escalão aos 17 anos, num desafio diante do Dínamo Bucareste e tendo marcado o primeiro golo em Outubro transacto num empate diante do Sportul Studentesc.

Em Janeiro deste ano, o romeno de 18 anos haveria de se tornar internacional A, estreando-se pela Roménia numa vitória diante do Turcomenistão (4-0).

Médio-ofensivo ou ala-esquerdo de grande talento

Aos 18 anos, Claudiu Bumba é uma das grandes promessas de futuro do futebol romeno, demonstrando grande maturidade para a tenra idade e assumindo-se como um jogador rápido, tecnicista e com sentido de baliza.

Preferencialmente, penso que funciona melhor como “dez”, local onde consegue desenvolver melhor o seu futebol criativo e de grande visão de jogo, para além de estar numa posição onde mais facilmente pode dar azo ao seu excelente remate de meia-distância.

Ainda assim, a ala-esquerdo, o jogador também é bastante acutilante, podendo, dessa forma, actuar sem problemas nessa posição sempre que o treinador necessitar.

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Karyaka não foi feliz no Benfica

Nem todos os insucessos desportivos de certos jogadores que chegaram a Portugal derivam de problemas de falta de talento ou de indisciplina. Existem casos de jogadores talentosos e que até são dignos profissionais, mas que depois, por uma razão ou outra, nunca conseguem vingar verdadeiramente no clube para onde se transferiram, acabando por deixá-lo rapidamente e sem grande honra ou glória. Um desses exemplos actuou no Benfica durante ano e meio e apesar de ter demonstrado alguma qualidade, pouco ou nada jogou, acabando por deixar os encarnados quase em anonimato na pausa invernal de 2006/07

Fez a formação futebolística em Dnipropetrovsk

Andrei Karyaka nasceu a 1 de Abril de 1978 em Dnipropetrovsk, Ucrânia, ainda que tenha assumido a nacionalidade russa e tenha mesmo representado a equipa principal da Rússia por 27 ocasiões (6 golos).

O percurso como jogador juvenil foi efectuado na sua cidade natal, tendo o médio de origem ucraniana actuado nas escolas de formação de Dnipropetrovsk até 1995, ano em que se transferiu para o Metalurh Donetsk. Nesse clube, Karyaka haveria de permanecer até 1997, efectuando 41 jogos e 6 golos.

Passagens pelo CSKA Kiev e Krylya Sovetov antes de chegar à Luz

Após a experiência em Donetsk, o médio russo continuou na Ucrânia, mas transferiu-se para o CSKA Kiev, onde permaneceu durante dois anos com relativo sucesso, tendo depois se transferido para o futebol russo em 2000, trocando o clube da capital ucraniana pelo Krylya Sovetov.

No clube russo, o médio haveria de finalmente se impor verdadeiramente, permanecendo na equipa de Samara até 2005, somando 130 jogos e 49 golos e conseguindo inclusivamente chegar à selecção russa, nação que representou no Euro 2004 disputado em Portugal.

Passagem sem glória pelo Benfica

No defeso de 2005/06, Karyaka era um internacional russo bastante pretendido por vários clubes de nomeada da Europa, acabando por se transferir para Portugal e para o Benfica. Conhecido por ser um médio-centro ou ala-esquerdo de boa qualidade técnica, o russo chegou com vontade de conquistar o seu espaço no clube encarnado, todavia, acabou por só fazer 16 jogos (3 golos) durante a época e meia em que esteve em Lisboa.

Nesse período, o internacional russo também foi prejudicado por uma pseudo-entrevista que teria dado a um jornal russo e em que dizia que Portugal era um país retrógada e que não gostava do seu papel no Benfica. Karyaka acabou por processar esse orgão de comunicação social e chegou-se à conclusão que essa entrevista havia sido fabricada.

Jogador livre após passagens pelo Saturn e Dínamo de Moscovo

Após sair dos encarnados, o médio transferiu-se para o Saturn, clube onde permaneceu até 2010, sendo sempre titular e somando um total de 108 jogos e 18 golos. Em 2011/12, todavia, o internacional russo voltou a mudar de ares, mudando-se para a capital russa e para o Dínamo Moscovo, clube onde não foi especialmente feliz, tendo actuado em apenas 11 jogos oficiais até ter rescindido o contrato recentemente.

Neste momento, o internacional russo tem 33 anos, mas continua há procura de um clube onde possa terminar, dignamente, a longa carreira desportiva.

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Diego Capel é internacional pela "Roja"

Ao que tudo indica, o extremo-esquerdo desequilibrador que deverá fechar o plantel leonino é o talentoso internacional espanhol do Sevilha: Diego Capel.

Nascido a 16 de Fevereiro de 1988, em Albox, Almería, Diego Capel Trinidad teve uma breve passagem pelas camadas jovens do Barcelona, mas foi no Sevilha que cresceu e desenvolveu o seu futebol de grande qualidade técnica e capacidade desequilibradora.

No clube andaluz, estreou-se na equipa sénior em 2004/05, com apenas 16 anos, jogando três minutos numa vitória (2-1) diante do Atlético de Madrid, contudo, apenas se assumiu como titular do Sevilha na temporada 2007/08, efectuando 33 jogos e três golos nessa época.

Viveu a melhor época no Sevilha em 2008/09

Em 2008/09, o internacional espanhol haveria de viver o seu melhor ano ao serviço dos andaluzes, pois fez 41 jogos (três golos) e parecia que Diego Capel iria se assumir como uma das grandes estrelas do Sevilha para as temporadas seguintes, todavia, não foi isso que aconteceu.

A chegada de Diego Perotti aos andaluzes reduziu o espaço de Diego Capel e o internacional espanhol foi perdendo influência no Sevilha, ficando-se pelos 29 jogos (4 golos) em 2009/10 e as 17 partidas em 2010/11.

Assim sendo, é provavelmente com agrado que o extremo-esquerdo vê esta possível mudança de ares para o Sporting como forma de relançar a sua carreira.

Extremo-esquerdo rápido e desequilibrador

Se ainda existem extremos de perfil clássico, verticais, tecnicistas e desequilibradores, que gostam de jogar colados à linha e dar profundidade ofensiva à sua equipa, então Diego Capel é um dos mais perfeitos exemplos.

Não é jogador de marcar muitos golos, mas não se pode dizer que é completamente divorciado da baliza contrária, destacando-se também pela evoluída capacidade de passe e a cruzar para a área.

Rápido, tecnicista e muito vertical, o internacional espanhol (duas ocasiões) é perfeito para jogar num esquema 4x2x3x1 ou 4x3x3 como ala/extremo-esquerdo, podendo também jogar no mesmo flanco num 4x4x2 losango, desde que o atleta que actue no lado oposto tenha uma inteligência táctica acima da média, sendo Izmailov o jogador ideal para isso no Sporting.

A concretizar-se a transferência, trata-se de um reforço de luxo para o renovado e ambicioso plantel dos leões de Alvalade.

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Ludovic é uma promessa do Feirense

No Feirense, clube que actualmente lidera a Liga Orangina, desenvolve o seu futebol uma jovem promessa portuguesa com imenso talento para singrar no futebol nacional, o médio-ofensivo Ludovic.

Nascido a 18 de Junho de 1990 em Paris, França, Alexandre Ludovic Ribeiro Pereira cedo voltou para Portugal, tendo actuado em primeira instância nas camadas jovens do FC Porto, antes de se transferir para o Feirense em 2006/07.

Depois de ter concluído o seu percurso como jogador juvenil, estreou-se nos seniores do clube de Santa Maria da Feira em 2009/10, terminando essa temporada com 11 jogos efectuados. Na actual temporada, mais ambientado à Liga Orangina, já somou 18 jogos (2 golos), começando a assumir-se como uma alternativa muito válida para o meio-campo ofensivo do Feirense.

Ala-esquerdo ou “dez” de grande talento individual

Ludovic é um jogador criativo e tecnicista, que gosta de ter a bola no pé e partir para cima dos defesas adversários com a intenção de provocar desequilíbrios individuais. Rápido e incisivo, falta-lhe talvez ganhar um pouco mais de corpo, para que possa ter todas as condições para enfrentar na plenitude o exigente futebol profissional.

Pelas suas características técnicas e físicas, pode encaixar tanto a ala-esquerdo como a “dez”, sendo que a sua evoluída visão de jogo e boa capacidade de passe, talvez convidem o seu treinador a usá-lo na zona central, onde terá mais espaço e visão periférica para executar.

Com apenas 20 anos, e ainda numa fase de crescimento futebolístico, trata-se de um talento que convém ser acompanhado com a máxima atenção.

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Robaina nos tempos do Tenerife

Dez minutos foi tudo quanto jogou em Portugal, dez minutos divididos por três desafios do campeonato nacional permitiram ao espanhol Antonio Robaina sagrar-se campeão português de 1999/00 ao serviço do Sporting Clube de Portugal. Ala-esquerdo divorciado de grande qualidade ou talento individual, ninguém compreendeu porque é que chegou aos verde-e-brancos, não sendo nenhuma surpresa que tenha durado pouco em Alvalade, acabando por regressar, na época seguinte, ao clube que o havia despachado por empréstimo aos leões, o Tenerife.

Produto das escolas do Las Palmas

Antonio Segura Robaina nasceu a 30 de Novembro de 1974 em Las Palmas e começou a dar os primeiros pontapés na bola no clube da sua cidade natal, o UD Las Palmas.

Nesse clube, estreou-se no futebol sénior em 1991/92 (6 jogos), ainda que só tenha garantido a titularidade nas épocas 1993/94 e 1994/95 quando fez quinze golos em 61 jogos e chamou à atenção do maior clube das Ilhas Canárias, o Tenerife.

Nos insulares, foi peça importantíssima na época 1995/96, fazendo 39 jogos (1 golo) e ajudando o Tenerife a conquistar um surpreendente quinto lugar nesse campeonato espanhol, no entanto, nas épocas seguintes, foi perdendo espaço no clube canário, acabando por ser emprestado ao Las Palmas em Janeiro de 1999, acabando, aí, a temporada de 1998/99.

Tentou relançar a carreira em Alvalade mas não teve sucesso

Após o empréstimo ao Las Palmas, o Tenerife recebeu novamente o pobre Robaina, mas achou melhor não ficar com o pouco talentoso ala-esquerdo, procurando, rapidamente, um clube a quem despachá-lo, pelo menos temporariamente.

Surpreendentemente, o clube que manifestou interesse em receber o jogador por empréstimo foi o Sporting, que, por algum motivo, acreditou que o espanhol podia ser uma boa opção para o flanco esquerdo do ataque.

Contudo, em Alvalade, não existiram milagres e Robaina apenas provou que não passava de um jogador com muito pouca qualidade para a alta roda do futebol europeu. Assim sendo, tanto Materazzi como Inácio ignoraram-no por completo e o espanhol terminou a temporada com apenas dez minutos de jogo. Suficiente, ainda assim, para que Robaina pudesse se consagrar como campeão nacional de futebol.

Regresso a Tenerife foi fugaz

Após a (má) experiência verde-e-branca, Robaina regressou ao Tenerife, apenas para ser novamente emprestado, desta vez ao Universidad de Las Palmas, um clube então na II Divisão espanhola. Nesse clube, foi utilizado com regularidade, mas acabou por ver o modesto clube das Canárias descer à II Divisão B e, pior que isso, viu o seu contrato com o Tenerife terminar sem que, como é óbvio, os insulares tivessem qualquer vontade de o renovar.

Assim sendo, a partir desse momento, Robaina vestiu a camisola de clubes como o Ceuta (2001/02), Pajara Playas (2002/03), Universidad de Las Palmas (2003/04), Guijuelo (2004/05), Castillo (2005/06), Santa Brígida (2006/08) e Breña Alta (2009), clubes da II B ou III Divisão espanhola, até ao final da sua carreira.

Um final bem distante dos grandes palcos, para um jogador que chegou a prometer muito (ganhou o campeonato da Europa de sub-16, em 1991 e foi finalista vencido do Mundial de sub-17, no mesmo ano, pela Espanha), mas que rapidamente mostrou que, na verdade, não passava de um jogador banal.

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