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Posts Tagged ‘Alan Kardec’

A união dos jogadores do BenficaMarselha 1 – 2 S.L. Benfica
 
Os franceses adiantam-se no marcador por Niang (70 min). Maxi Pereira (75), através de um remate de fora da área, e Alan Kardec, ao cair do pano, operam a reviravolta no marcador.

 S.L. Benfica 2 – 1 Liverpool

O Liverpool adianta-se no marcador logo no inicio do jogo. Após um lance de bola parada e graças a uma falha escandalosa da defesa do Benfica, Agger aparece sozinho para colocar o marcador em 1-0 para o Liverpool.

Mas Óscar “Tacuara” Cardozo marca duas grande penalidades na segunda parte e o marcador fica favorável ao Benfica. Tenho de admitir que o meu coração parou quando o paraguaio fez uma paradinha na segunda grande penalidade.

Naval 2 – 4 S.L. Benfica

Foi o pior inicio de jogo do Benfica esta época, a defesa parecia manteiga e a equipa parecia estar a dormir. Fábio Júnior consegue ganhar em velocidade a David Luiz e a Maxi Pereira. Na primeira jogada marca o primeiro, na segunda oferece o golo a Bolívia.

Neste momento a equipa renasceu, e Weldon (mais um dos “esquecidos” falados num dos últimos artigos) marcou dois golos e fez o empate. Depois Di Maria, após um passe magistral de David Luiz, fez o 2-3. E, para fechar o marcador, Óscar Cardozo ainda fez o golo da praxe no início da segunda-parte e acabou com o jogo.

O que têm estes jogos em comum?

Os jogos acima marcam uma fase da época do Benfica, uma fase estranha onde as reviravoltas têm sido normais. Podemos ver isto pelo lado negativo e dizer que o Benfica só consegue reagir depois de ser provocado, mas podemos também enaltecer a força do Benfica que lhe permite virar os resultados. Eu prefiro focar-me na segunda hipótese

Chegamos a uma altura da época em que todos os jogos são finais e onde a força psicológica ganha maior relevo, sobrepondo-se, até certo ponto, à força física. O Benfica é uma equipa que acusa alguma fadiga, mas que quer ganhar, que está unida, que sabe quais os seus objectivos.

Estes jogos mostraram que, no Benfica, todos têm a cabeça no mesmo local, todos remam para o mesmo lado e todos estão disponíveis para lutar e honrar a camisola que vestem. No Benfica não existem titulares, não existem suplentes, existe um plantel, onde todos são importantes, mas, acima de tudo, onde o nível de exigência é muito alto (graças a Jorge Jesus). Só esta exigência pode explicar que Weldon tenha ficado tanto tempo de fora e só tenha voltado nesta altura e logo com dois golos.

Esta força, esta união, esta exigência, isto é o BENFICA!

Força Benfica!

Nota:

Em Anfield Road, apesar de termos uma equipa cansada, com menos dois dias de descanso, EU ACREDITO! 

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Como benfiquista, tenho de começar este artigo dando os Parabéns ao Benfica, a todos os jogadores, dirigentes e adeptos. Mas tenho de congratular uma pessoa em especial, o mister Jorge Jesus.

No entanto, ainda não é hoje que vou escrever apenas para falar de Jesus, o homem que colocou o Benfica a jogar 10 vezes melhor e que fala uma língua própria (imagino uma conversa entre Manuel Machado e Jorge Jesus, dois homens com uma língua própria). Hoje vou falar do Benfica e do facto de ser uma grande instituição e ter uma grande equipa de futebol.

Normalmente quando se fala de Futebol tem-se como termo de comparação os 11 bases de cada equipa, mas a verdade é que isso é apenas uma amostra do que é uma verdadeira equipa. Aqui esquecemo-nos da importância que todos os elementos do plantel têm para o sucesso no final de uma época que vai ser altamente sobrecarregada. E o Benfica neste momento é uma grande equipa pois tem um grande 11 e, mais importante ainda, tem um grande banco.

A equipa da Luz tem o melhor 11 da Liga Sagres (sem sombra para dúvidas), mas a força da equipa vê-se no banco e o Benfica bem pode agradecer aos suplentes, à segunda-linha, aos esquecidos, o título que já ganhou e os títulos que eu espero que venha a ganhar.

Quando muitos congratularam-se por o Benfica ter ganho ao Porto na final da Carlsberg Cup por 3-0 (num jogo fraco), eu tenho outra visão e congratulei-me por ver grandes exibições de alguns “suplentes”, como:

· Airton – temos futuro 6 do Benfica e, quem sabe, da selecção brasileira.

· Ruben Amorim – grande, fez um bom jogo contra o Porto. É dos jogadores mais inteligentes do futebol português.

· Carlos Martins – o renegado de Alvalade. Aimar, não fiques chateado mas neste momento o Martins é o dono do lugar 10 do Benfica e já merece uma chamada à Selecção. Quando encarrila ninguém o pára. Que golão!

· Kardec – jogo de grande luta e onde levou muita porrada. Mostrou muito trabalho e que tem futuro. Precisa de melhorar o posicionamento na grande área.

Já com o Marselha, o jogo foi decidido por um inesperado Kardec. Conclusão, o Benfica não tem um 11, o Benfica tem um plantel. Uma equipa só consegue ganhar algo com um plantel forte e a verdade é que não me lembro de ver o SLB com um plantel tão forte e completo – faltam apenas dois laterais, um esquerdo e um direito.

Nota: Eu detesto falar de arbitragem mas não consigo compreender como o Bruno Alves não foi expulso no jogo contra o Benfica. Fiquei ainda mais surpreso quando li que este jogador fez 27 jogos na selecção sem ver um único amarelo e em 9 épocas em Portugal, apenas viu um cartão vermelho. Fenómenos Paranormais? E o burro sou eu…

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O adepto de futebol pode ter alturas em que está decepcionado com a sua equipa, mas, lá no fundo, acredita sempre na vitória, por mais inesperadas que sejam as probabilidades. Eu sou assim: eu estou muito aborrecido com a época do FC Porto, mas, apesar das recentes exibições desastrosas, acreditei que o meu clube iria conquistar a Taça da Liga e o regresso de Fernando aos treinos deixou-me mais esperançado.

Comecei a perder as esperanças, quando soube que Varela não seria opção para o resto da época. E fiquei com vontade de desligar a televisão no momento do frango de Nuno. Mesmo assim, continuei a acreditar, porque o Porto costuma vender caras as derrotas. Não foi isso, porém, o que aconteceu. Aliás, salvo raras excepções, este dragão anda muito manso e é facilmente derrotado.

Contra o Benfica, o FC Porto voltou a andar perdido dentro de campo e as atitudes irracionais de Raul Meireles e Bruno Alves ao longo da partida são inexplicáveis. Com as saídas de Lucho e Pedro Emanuel, os adeptos contavam com este dois elementos para a continuação da famosa mística e serem vozes fortes no balneário. A verdade é que têm estado em claro sub-rendimento e têm tido atitudes pouco dignas de capitães. Aliás, até fiquei admirado pelo facto de estes dois internacionais terem acabado o jogo.

Do actual plantel, muito poucos são os elementos que merecem vestir a camisola azul e branca. Não há mística, nem empenho. E isso, frente a um rival, é imperdoável. O resultado de 3-0 acaba por ser lisongeiro, pois este super Benfica poderia ter marcado muito mais.

Também reconheço que as ausências de jogadores importantes têm sido nuclear para os recentes maus resultados. Esta época, Jesualdo Ferreira já se viu privado, por largos momentos, de Fucile, Fernando, Raul Meireles, Varela, Rodríguez, Mariano, Hulk e Farias. Deste todos, talvez o mal amado Mariano seja o jogador menos espectacular, mas já provou, por diversas alturas, que é um jogador útil. E neste momento o FC Porto só tem disponível um extremo: Cristian Rodríguez. Claro que isto não é desculpa para os maus resultados, antes pelo contrário, pois as segundas opções deveriam ter melhor qualidade, principalmente a meio-campo. A recente má fase dos dragões está directamente relacionada com a ausência de Fernando, um jogador sem rival no plantel.

Contudo, no caso dos extremos e ponta-de-lanças, não havia muito mais a fazer. O gabinete de prospecção do FC Porto preveniu-se para estas situações de lesões ou castigos nestas posições, mas houve demasiado azar ao mesmo tempo. Também penso que devia ter sido contratado mais um extremo, em Janeiro, para prevenir o longo castigo de Hulk, que já era esperado. Talvez seja altura de apostar em jovens, como Alex e Caetano, embora o primeiro também esteja a contas com uma lesão.

Penso que a chave para a decisão da Taça da Liga esteve mesmo nas aquisições de Inverno e nas segundas opções. Rúben Micael teve um começo promissor no Porto, mas tem vindo a realizar exibições deprimentes. Enquanto os novos elementos do Benfica, Airton, Éder Luís e Alan Kardec, a demonstram ser opções viáveis. Também Carlos Martins e Rúben Amorim provaram ser excelentes alternativas aos habituais titulares.

Por último, queria lamentar os incidentes ocorridos antes do encontro, provocados por adeptos afectos ao FC Porto. Adeptos desses não são dignos da grandeza de um clube como o nosso e nem da arte que é o futebol.

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Um golo de Kardec, mesmo sobre o minuto 90, valeu ao Benfica uma merecedíssima passagem aos quartos de final da Liga Europa. A equipa encarnada venceu o Marselha por duas bolas a uma e o resultado até se pode considerar lisonjeiro para os franceses; Infelizmente, em Alvalade, os leões não foram além da igualdade a duas bolas e acabaram eliminados pelo facto de os “colchoneros” terem feito dois golos em Lisboa. Agüero, com dois golos, foi o “nemesis” da equipa verde e branca.

Marselha 1-2 Benfica

Os franceses pareceram surpreendidos pela intensidade com que os encarnados entraram no Vélodrome e, rapidamente, cederam as despesas do jogo ao Benfica, procurando fazer um golo em contra-ataque. Todavia, as águias estiveram muito seguras em termos defensivos e só o desacerto na finalização impediu que o Benfica chegasse ao intervalo a vencer.

Na segunda metade, o encontro manteve a mesma toada, contudo, Niang, aos 70 minutos e completamente contra a corrente do jogo, aproveitou um erro da defensiva encarnada e colocou os franceses em vantagem. Ainda assim, quando se pensava que o Benfica poderia acusar o golo, isso não aconteceu e Maxi Pereira num remate de longe (75′) e Alan Kardec (90′) fizeram os golos que carimbaram a justíssima passagem do Benfica à próxima fase da Liga Europa.

Sporting 2-2 Atl. Madrid

O Sporting entrou muito mal no jogo e, logo a abrir, Agüero aproveitou um bom cruzamento do flanco esquerdo para inaugurar o marcador. Os leões, depois, demoraram a reagir, mas Liedson haveria de empatar a partida ao minuto 19. Contudo, a equipa leonina acusava muito as ausências de Grimi e Carriço na defesa e Agüero haveria de voltar a colocar os “colchoneros” em vantagem após excelente jogada individual. Ainda assim, em cima do intervalo, Polga empatou na sequência de um livre e devolveu a esperança aos adeptos leoninos.

Na segunda parte, o Sporting tentou muito chegar à vantagem, mas faltaram soluções no ataque (Izmailov fez muita falta) e frescura física para se atingir outro resultado. Assim sendo, o encontro terminou mesmo empatado a dois, acabando o Sporting por ser eliminado na regra dos golos fora.

Na próxima ronda, o Benfica irá defrontar os ingleses do Liverpool. Um duelo emocionante entre dois ex-campeões da europa.

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