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Schulz

Schulz é um lateral ofensivo

Se há posição em que parece unânime que o Sporting terá de reforçar é a de lateral-esquerdo, sendo inúmeros os futebolistas que têm vindo a ser apontados ao emblema verde-e-branco como são exemplos: Insúa e Fábio Coentrão.

Hoje, contudo, vem da Alemanha outro possível alvo para o flanco canhoto do leão, mais concretamente Nico Schulz, jovem de 24 anos que vem evoluindo no Borussia de Mönchegladbach, isto depois de ter sido formado no Hertha de Berlim.

Trata-se, aliás, de um futebolista que parece preencher os requisitos de Jorge Jesus para a posição, uma vez que é forte fisicamente (1,80 metros e 78 quilos) e tem grande perfil ofensivo, ou não jogasse muitas vezes como médio/ala ou até extremo-esquerdo.

Criado em Berlim

Nico Schulz nasceu a 1 de Abril de 1993 em Berlim, Alemanha, sendo um produto das escolas do Hertha, emblema que representa desde os sete anos e no qual se estreou ao nível sénior a 14 de Agosto de 2010, isto em duelo da Taça da Alemanha diante do SC Pfullendorf (2-0).

Desde essa data e até ao Verão de 2015, o jovem que soma 50 internacionalizações (seis golos) pelas selecções jovens germânicas haveria de contabilizar um total de 98 jogos (dois golos e oito assistências) pela equipa principal do Hertha de Berlim, tendo ainda somado 24 partidas pela equipa secundária.

No Verão de 2015, contudo, Nico Schulz haveria de mudar-se para o Borussia de Mönchegladbach, numa mudança que o jovem alemão esperava ser positiva para a sua carreira, mas que, até agora, tem sido marcada pelo infortúnio.

Afinal, o lateral fez uma rotura do ligamento cruzado do joelho esquerdo logo em Outubro desse ano, perdendo todo o resto da temporada 2015/16 e fazendo-o nunca mais recuperar a importância que outrora teve em Berlim. Na campanha que agora termina, somou apenas 15 jogos (seis como titular), tendo estado sempre na sombra de Wendt.

Muito ofensivo

Nico Schulz é um lateral-esquerdo de perfil ofensivo, destacando-se pela profundidade que dá ao seu flanco, fruto da sua velocidade, pulmão, boa qualidade técnica, e capacidade de passe e cruzamento.

Estas características, aliás, fazem com que tenha sido algumas vezes utilizado como ala ou extremo-esquerdo, ainda que a sua posição ideal seja a de lateral, principalmente num esquema de três centrais, algo que, contudo, dificilmente encontrará em Alvalade com Jorge Jesus.

Forte fisicamente, denota boa inteligência posicional e é eficaz no capítulo da recuperação e do desarme, características que o tornam competente no capítulo defensivo, ainda que a sua vocação ofensiva faça com que os extremos caiam algumas vezes nas suas costas, numa situação que deverá ser corrigida.

Inegável é que, pela sua qualidade intrínseca, Nico Schulz é superior a todos os jogadores que o Sporting tem neste momento para a posição de lateral-esquerdo, ainda que seja igualmente relevante perceber se a terrível lesão que teve há quase dois anos deixou mazelas. Certo é que, caso esteja a 100%, o internacional sub-21 alemão será sempre um bom reforço para os verde-e-brancos.

 

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Rudiger

Rüdiger é um central completo

Os rumores de mercado parecem indiciar mais um forte investimento do FC Porto para 2015/16, num hipotético cenário que, aliás, até já mereceu um artigo aqui neste espaço, sendo que o mais recente futebolista a ser apontado aos azuis-e-brancos é o internacional alemão Antonio Rüdiger.

Trata-se de um defesa-central nascido a 3 de Março de 1993 em Berlim, Alemanha, ainda que também tenha raízes na Serra Leoa, terra natal da sua mãe, e que, nas camadas jovens, passou por clubes como o VfB Sperber Neukölln, SV Tasmania Berlin, Neuköllner Sportfreunde 1907, Hertha Zehlendorf, Borussia Dortmund e, finalmente, o Estugarda, clube que representa até hoje.

Nesse emblema da Bundesliga, aliás, Antonio Rüdiger tem feito excelente carreira, algo bem patente nos 80 jogos e dois golos que soma desde 2011/12, assim como na chegada à principal selecção germânica, pela qual conta com cinco internacionalizações.

Um defesa-central completo

Antonio Rüdiger começa logo por destacar-se pela sua impressionante dimensão física, uma vez que o defesa-central mede 1,90 metros e pesa 85 quilos, algo que faz dele intratável nos lances pelo ar e no capítulo do choque e desarme.

Ainda assim, apesar de apresentar essa imponência física, Antonio Rüdiger está longe de ser um defesa-central sem recursos técnicos, sendo inclusivamente bastante dotado nesse aspecto específico, sabendo sair a jogar com grande critério e qualidade.

Por fim, há ainda que destacar a velocidade e inteligência posicional do internacional alemão, num cocktail de talentos que fazem com que o jovem de 22 anos seja inclusivamente comparado ao companheiro de selecção, Jerome Boateng.

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Pascal Gross é o cérebro do jogo ofensivo do Ingolstadt

Pascal Gross é o cérebro do jogo ofensivo do Ingolstadt

A principal figura do Ingolstadt nesta sua brilhante campanha da 2. Bundesliga, onde foi campeão e garantiu a subida ao principal escalão do futebol alemão, foi o médio box-to-box Pascal Gross, jovem de 23 anos por onde passa todo o jogo ofensivo do seu clube.

Trata-se de um futebolista nascido a 15 de Junho de 1991 em Mannheim, Alemanha, e que passou pelas camadas jovens do VfL Neckarau e do Hoffenheim, este precisamente o clube onde se estreou no futebol sénior, a 2 de Maio de 2009, numa derrota diante do Wolfsburgo (0-4) em duelo da Bundesliga.

Sem grande espaço no Hoffenheim, ainda assim, o jovem médio-centro haveria de se transferir para o Karlsruher a meio da temporada 2010/11, tendo, até ao final da temporada 2011/12, somado 28 jogos e quatro golos pelo emblema da 2. Bundesliga.

Grande figura do Ingolstadt

Desde 2012/13, ainda assim, Pascal Gross vem evoluindo no Ingolstadt, clube onde já mostrou a sua importância nas duas primeiras épocas em que lá jogou, ou não tivesse somado um total de 62 jogos e quatro golos.

O maior impacto, ainda assim, surgiu na presente campanha de 2014/15, e que redundou no título da 2. Bundesliga para o Ingolstadt e consequente subida à Bundesliga.

Afinal, Pascal Gross soma actualmente 35 jogos e sete golos pelo Ingolstadt, ainda que os números mais impressionantes são ao nível das assistências, uma vez que o jovem de 23 anos soma 22 passes para golo em 2014/15.

Tecnicista e inteligente

Pascal Gross pode fazer qualquer uma das três posições do meio-campo central, ainda que seja a “oito” que actue preferencialmente e com melhor rendimento, uma vez que é muito forte nas transições e apresenta um apreciável pulmão e boa capacidade de recuperação.

Em termos puramente ofensivos, por outro lado, o jovem germânico é especialmente importante ao nível do último passe, algo que é fruto da sua evoluída técnica e apurada visão de jogo, algo que naturalmente está bem expresso no elevadíssimo número de assistências que apresenta.

Igualmente forte no drible e a aparecer em zonas de finalização, Pascal Gross é ainda o homem das bolas paradas do Ingolstadt, sendo que inúmeros tentos do conjunto germânico são fruto da excelência com que coloca o esférico em lances do género. Um jogador a seguir com muita atenção.

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Preussen_Danzig_KMMuitos clubes se extinguem pelas mais variadas razões, mas custará ainda mais ver um clube morrer por culpa dos megalómanos desejos de Adolf Hitler, que, na sua cruzada por criar uma “Grande Alemanha”, acabou por vê-la perder um terço do seu território do pré-Segunda Guerra Mundial. Afinal, nos acordos de paz, ficou definido que a Alemanha iria perder todos os seus territórios a leste da linha do Oder-Neisse e, nesse seguimento, extinguiam-se para sempre clubes como o VFB Königsberg, de quem já falámos, e também o Preussen Danzig, que merece hoje a nossa homenagem.

Clube criado em 1909 mas o futebol só surgiu passados 14 anos

O Turn-und Fechtverein Preussen Danzig nasceu em 1909, mas como um clube de ginástica e esgrima, sendo que apenas em 1923 é que seria criado um pólo de futebol, com a designação de Sportclub Preussen 1909 Danzig.

Durante a sua história, o Preussen Danzig conheceu sempre sucesso algo limitado, ainda que participasse, a partir de 1933, na Gauliga da Prússia-Leste, um dos 16 principais campeonatos regionais do Terceiro Reich. Essas divisões, ainda assim, conheceram várias pequenas alterações, sendo que o Preussen Danzig também jogou na Gauliga Danzig (1935-38) e Gauliga Danzig-Prússia Ocidental (1940-45).

Sem impacto a nível nacional

Se a nível regional o Preussen Danzig chegou a ganhar o campeonato de Danzig-Prússia Leste em 1941, a verdade é que o clube das margens do Báltico nunca teve grande sucesso nacional, jamais passando das rondas preliminares do campeonato germânico (então disputado pelos vários campeões regionais) ou da primeira ronda da precursora da Taça da Alemanha.

De qualquer maneira, é inegável que também não foi dado muito tempo ao Preussen Danzig para se assumir como um clube com impacto no futebol alemão, uma vez que, em 1945, com o fim da Segunda Guerra Mundial, Danzig passou a ser uma cidade polaca com a designação de Gdansk, algo que, naturalmente, valeu a imediata extinção ao clube germânico.

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O percurso polaco em fases finais de campeonatos da Europa conta-se em poucas palavras ou, mais concretamente, em poucos desafios realizados, pois a Polónia apenas participou no Euro 2008, competição onde não passou da fase de grupos, tendo somado um empate com a Áustria (1-1) e derrotas com Alemanha (0-2) e Croácia (0-1). Agora, em 2012, o conjunto treinado por Franciszek Smuda regressa ao mais importante certame do futebol europeu com a responsabilidade de ser equipa anfitriã e a esperança de pelo menos superar a primeira fase, até porque, valha a verdade, o Grupo A é claramente o mais acessível deste Euro 2012.

Qualificação

Como país organizador em conjunto com a Ucrânia, a Polónia não foi obrigada a passar por nenhuma fase de qualificação, limitando-se, nessa fase, a disputar inúmeros jogos particulares.

Nesse período, a equipa polaca disputou 22 particulares, defrontando equipas modestas como a Moldávia, Lituânia ou Geórgia, mas também grandes colossos do futebol mundial como Argentina, França, Alemanha, Itália ou Portugal.

Nesses cinco super-testes, todos realizados em casa, a Polónia teve, todavia, um saldo negativo, pois apenas venceu os sul-americanos (2-1), tendo empatado com Portugal (0-0) e Alemanha (2-2) e perdido com França (0-1) e Itália (0-2).

Franciszek Smuda é o treinador da Polónia

O que vale a selecção polaca?

A Polónia é uma equipa que tem noção dos seus pontos fortes e fracos, percebendo que, no contexto actual do futebol europeu, é um conjunto modesto que terá de optar por uma abordagem algo conservadora para atingir os seus objectivos. Assim sendo, é esperado que o conjunto da Europa de Leste opte por um equilibrado 4x2x3x1 que procurará, acima de tudo, explorar o instinto matador do seu ponta de lança Lewandowski, para ultrapassar a fase de grupos.

Nesse seguimento, a Polónia deve entregar a baliza ao jovem mas muito talentoso Szczesny, guarda-redes do Arsenal, optando depois por um quarteto defensivo forte, com dois gigantes no centro (Glik e Jodlowiec) e dois laterais que também servirão principalmente para dar segurança defensiva ao sector: Wasilewski (à direita) e Boenisch (à esquerda). Para terem uma ideia do poderio físico do sector recuado polaco, temos que registar que o jogador mais baixo é Wasilewski e mede… 1,86 metros.

No meio-campo, a equipa treinada por Franciszek Smuda deve optar por um duplo-pivot, composto por Murawski e Blaszczykowski. Tratam-se de dois jogadores de boa qualidade, nomeadamente o segundo, conhecido no Borussia Dortmund por “Kuba” e que é um autêntico motor do meio-campo, sendo importantíssimo nas transições. Na frente deste duo, actuarão os extremos Grosicki e Rybus e o “dez” Obraniak, destacando-se a inteligência e criatividade do médio-ofensivo do Bordéus e, também, a imprevisibilidade de Rybus, jogador que actua bem colado ao flanco canhoto e que tivemos a possibilidade de comprovar o seu talento nos dois duelos que o Légia de Varsóvia fez diante do Sporting para a Liga Europa.

Por fim, no ataque, actuará solto Lewandowski, que é, nada mais, nada menos, que o maior talento da actual geração do futebol polaco. Goleador do Dortmund, pelo qual marcou 30 g0los em 2011/12, chega ao Euro 2012 com a satisfação de ter feito a dobradinha na Alemanha, podendo, quiçá, ser a chave de um hipotético apuramento da Polónia para os quartos de final.

O Onze Base

Assim sendo, o onze base da Polónia, escalado em 4x2x3x1 será composto por Szczesny (Arsenal) na baliza; um sector defensivo com Boenisch (Werder Bremen) à esquerda, Wasilewski (Anderlecht), à direita, e a dupla de centrais: Glik (Torino) e Jodlowiec (Polónia Varsóvia); depois, no meio-campo, “Kuba” (Borussia Dortmund) e Murawski (Lech Poznan) formarão o duplo-pivot, enquanto Grosicki (Sivasspor), Obraniak (Bordéus) e Rybus (Terek Grozny) jogarão na frente desse duo; por fim, no ataque, Lewandowski (Borussia Dortmund) será o perigo à solta.

Lewandowski é o principal talento polaco

A Estrela – Robert Lewandowski

Com 23 anos, Robert Lewandowski é o grande talento do futebol polaco, tendo despontado no Lech Poznan (41 golos entre 2008 e 2010) e que, desde 2010/11, se encontra no Borussia Dortmund, clube onde apontou 30 golos esta temporada e nove na transacta.

Internacional polaco por 40 ocasiões (13 golos), trata-se de um jogador em rápida ascensão no contexto futebolístico europeu, assumindo-se como um ponta de lança extremamente perigoso pelo seu evoluído sentido de baliza.Possante e com um excelente jogo de cabeça, o atacante polaco também demonstra boa qualidade técnica, resolvendo bem os lances de um contra um, antes da finalização.

Em suma, trata-se de um jogador que todos os adversários da Polónia neste campeonato da Europa devem vigiar com a máxima atenção.

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

A conquista do título europeu é, obviamente, uma utopia (quase) irrealizável, pois a diferença de qualidade entre a Polónia e os principais candidatos à conquista do Euro 2012 é gigantesca. Ainda assim, perante o mais acessível agrupamento do Euro 2012 (Grécia, Rep. Checa e Rússia), a Polónia pode sonhar com o apuramento para os quartos de final, pois, quanto mais não seja, terá o factor casa a seu favor.

Assim sendo, veremos se os adversários vacilam e a Polónia consegue uma inédita qualificação para os quartos de final de um campeonato da Europa.

Calendário – Grupo A (Euro 2012)

  • Polónia x Grécia (8 de Junho – 17h00)
  • Polónia x Rússia (12 de Junho – 19h45)
  • Polónia x República Checa (16 de Junho – 19h45)

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Cenk Tosun quando representava a Alemanha

No Gaziantepsor do campeonato turco, actua um ponta de lança promissor que nasceu na Alemanha mas que já foi chamado à selecção da Turquia: Cenk Tosun.

Nascido a 7 de Junho de 1991 em Wetzlar, Alemanha, Cenk Tosun iniciou a sua carreira no Eintracht Frankfurt, tendo mesmo feito um jogo pela equipa germânica na temporada 2009/10.

Em 2011, todavia, trocou o clube alemão pelo Gaziantepsor, clube que representa até hoje, tendo já marcado 16 golos em 46 partidas disputadas pelo conjunto turco.

Avançado-centro completo

Internacional sub-21 pela Alemanha, Cenk Tosun preferiu a selecção turca na transição para sénior, tendo já sido inclusivamente chamado à selecção da Turquia.

Rápido, móvel e difícil de marcar, Cenk Tosun é daqueles pontas de lança chatos que parecem deambular por todas as zonas de ataque, constantemente à procura das melhores zonas para finalizar.

Com excelente capacidade finalizadora tanto de curta como de meia distância, o ponta de lança turco é, dessa forma, um atacante bastante completo, que tanto pode ser útil num esquema com um ponta de lança, como com dois, até porque se trata de um elemento que combina muito efectivamente com os colegas de equipa.

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Eilts com a camisola do Werder Bremen

Conhecido como o Alemão da Frísia Oriental, não por ser obviamente germânico, mas por se parecer futebolísticamente com o emblemático internacional brasileiro Alemão, Dieter Eilts marcou uma época no futebol germânico, tanto ao serviço do Werder Bremen, seu clube de sempre, como da selecção alemã. Duas vezes vencedor da Bundesliga e tendo ajudado a Alemanha a conquistar o Euro 96, o raçudo, mas elegante médio-centro será sempre um futebolista que deixará muitas saudades, pelas excelentes exibições que ofereceu aos adeptos do Werder Bremen e da selecção alemã de futebol.

Uma carreira inteira ao serviço do Werder Bremen

Dieter Eilts nasceu a 13 de Dezembro de 1964 em Upgant-Schott, República Federal da Alemanha, tendo actuado no Werder Bremen toda a sua carreira futebolística.

Nesse clube alemão, efectuou 390 jogos (7 golos) entre 1985 e 2002, tendo conquistado dois campeonatos alemães, três taças da Alemanha e uma Taça das Taças. 

Curiosamente, o único título europeu de clubes foi conquistado em Lisboa, em 1992, numa final em que o Werder Bremen superou o Mónaco de Rui Barros por duas bolas a zero.

Peça importante na conquista do Euro 96

Internacional alemão por 32 ocasiões, Dieter Eilts apenas participou numa grande competição internacional ao serviço da Alemanha, o Euro 96, competição que, curiosamente, a equipa germânica haveria de vencer.

Surpreendentemente chamado por Otto Rehhagel, que o conhecia bem do Werder Bremen, Eilts acabou por conquistar a admiração de quem tanto torceu o nariz à sua convocação, sendo a sua generosidade na recuperação defensiva o principal factor que permitiu que Matthias Sammer se destacasse em perigosas incorporações ofensivas.

Após a retirada, Eilts tornou-se treinador, tendo já treinado a selecção sub-21 alemã e o Hansa Rostock.

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