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Fernando Torres foi decisivo no triunfo dos reds

Um dos destaques do passado fim-de-semana em Inglaterra vai para a vitória do Liverpool. Ainda que, para já, insuficiente para tirar a equipa dos lugares de despromoção, pode ser no entanto um primeiro tónico para a tão desejada recuparação. Coincidência ou não, este triunfo é acompanhado do regresso de Fernando Torres aos golos. O espanhol não marcava há sete jogos e contra o Blackburn conseguiu finalmente fazer o gosto ao pé.

Um dos destaques do passado fim-de-semana em Inglaterra vai para a vitória do Liverpool. Ainda que, para já, insuficiente para tirar a equipa dos lugares de despromoção, pode ser no entanto um primeiro tónico para a tão desejada recuparação. Coincidência ou não, este triunfo é acompanhado do regresso de Fernando Torres aos golos. O espanhol não marcava há sete jogos e contra o Blackburn conseguiu finalmente fazer o gosto ao pé.

Com uma primeira parte invulgarmente dominadora, somente a inspiração de Paul Robinson na baliza dos Rovers manteve o marcador a zero. Três minutos após o reatamento veio o momento que tanto se esperava em Anfield Road, Kyrgiakos na marcação de um canto cabeceia para o fundo da baliza adversária provocando a explosão de alegria em todo o estádio. Desta vez os homens do Liverpool dominaram, mas ainda tinham que sofre um pouco mais. Steven Gerrard com um golo na própria baliza empatou o encontro e só depois, após inumeras tentativas, Torres encontrou o caminho para o golo. Já se respira um pouco melhor em Liverpool.

O outro destaque vai para o jogo grande da jornada, Manchester City contra Arsenal. A expectativa era grande, os citizens estão a fazer um bom campeonato e seguiam isolados em segundo lugar, eram também favoritos nas previsões para o jogo. O Arsenal, que volta a ter algumas oscilações nas suas performances, perseguia os dois da frente mantendo a esperança do título.

O favoritismo do City esbateu-se logo no inicio da partida após a expulão do jovem Dedryck Boyata. No entanto os da casa não esmoreceram e Tevez deu muita trabalho à defesa dos Gunners. O Arsenal acabou por equilibrar a partida e mais tarde desiquilibrar-la para o seu lado. Nasri, Song e Bendtner foram os marcadores com Fabregas pelo meio a falhar uma grande penalidade. Um jogo muito emotivo digno do lugar que estas duas equipas ocupam, agora juntos em segundo com os mesmos pontos.

O outro candidato, que também atravessa uma crise de resultados, o Manchester United visitou o sempre dificil terreno do Stoke City. Com o espectro da novela de Wayne Rooney, apesar de já resolvida e com este ausente a comemorar o seu 25 aniversário, ainda a pairar sobre o clube de Old Trafford assim como ânsia de retomar o caminho das vitórias e as aspirações ao titulo, os homens de Sir Alex Ferguson apareceram um pouco nervosos.

Mas o jovem Hernandez encontra-se neste momento a marcar a diferença na ausência de Rooney. O Stoke dominou durante algum tempo mas sem conseguir incomodar Van der Sar e no contra golpe “El Chicharrito“ abriu o marcador. O Stoke reagiu bem mas sempre sem grande eficácia. As mudanças na equipa trouxeram mais vigor ofensivo e, a menos de 10 minutos do fim,
chegou o empate. Este filme já passou pela equipa de Nani demasiadas vezes nos últimos tempos, mas o endiabrado Hernandez consegiu, 4 minutos depois do empate, repor a vantagem e não mais o United a perdeu. Os de Manchester juntam-se assim ao Arsenal e Manchester City no segundo lugar.

Último destaque para o empate do Tottenham frente ao Everton. Os Spurs que pareciam apostados em se tornarem na quarta melhor equipa inglesa parecem estar a perder essa aposta para o Manchester City, seguem em quinto lugar longe do fulgor da época passada.

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O Arsenal é, claramente, um dos clubes mais importantes do actual contexto do futebol europeu, sendo uma das mais tituladas de Inglaterra, havendo vencido inúmeros títulos domésticos e internacionais e contando, historicamente, com alguns dos melhores jogadores do mundo como Ian Wright, Bergkamp ou Henry. Ainda assim, a equipa tem sofrido, nos últimos tempos, da ausência de títulos domésticos, não vencendo a Premier League desde 2004 e a Taça de Inglaterra desde o ano seguinte. Em termos europeus, até estiveram na final da Taça dos Campeões de 2006, todavia, o Barça foi mais forte no jogo decisivo e venceu por duas bolas a uma, negando a possibilidade dos “gunners” vencerem a primeira Liga dos Campeões da sua história.

Quem é o Arsenal

A equipa londrina foi fundada em 1886 como Dial Square por trabalhadores da Royal Arsenal em Woolwich, no sudeste de Londres, tendo alterado o nome para Woolwich Arsenal, em 1891, quando se tornou profissional.

Nos primeiros anos, o clube de Londres jogou na segunda divisão, apenas chegando à liga principal em 1904. Nessa fase, a sua situação geográfica resultava em baixas assistências e, assim, em 1910, o clube encontrava-se muito perto da falência, quando um empresário local (Henry Norris) pensou em mudar a localização da equipa. Assim sendo, em 1913, quando a equipa baixou à segunda divisão, Henry Norris mudou a equipa para Highbury (norte de Londres) e, no ano seguinte, retirou Woolwich do nome do clube, ficando simplesmente “Arsenal”, tal como é conhecido nos dias de hoje.

Apesar da alteração, tanto em termos de nome como geográfica, o sucesso não foi imediato e foi preciso esperar até à década de 30 para que o Arsenal começasse a conquistar títulos, sendo que, nessa década, a equipa londrina foi a grande dominadora do futebol inglês, conquistando cinco campeonatos e duas Taças de Inglaterra.

Curiosamente, o clube de Londres nunca mais teve uma década como essa, ainda que tenha conquistado inúmeros títulos, contabilizando, neste momento, 13 campeonatos ingleses, 10 Taças de Inglaterra, 2 Taças da Liga, 12 Supertaças, 1 Taça das Taças e 1 Taça das Cidades com Feira, tendo ainda perdido uma final da Taça dos Campeões, duas da Taça das Taças, uma da Taça UEFA e uma da Supertaça Europeia.

Na temporada passada, a equipa terminou a Liga Inglesa na terceira posição, contabilizando o sexto ano consecutivo sem ganhar a Premier League.

Como joga

O grande mérito de Arséne Wenger neste Arsenal moderno foi ter colocado a equipa londrina a jogar um futebol intenso, bonito e, muitas vezes, empolgante. Os “gunners” praticam um futebol entusiasmante e de perfil continental que se afasta claramente do “kick and rush” do típico futebol inglês.

Com inúmeros jogadores tecnicamente evoluídos como Van Persie, Arshavin, Walcott, Fábregas ou Nasri, o futebol espectáculo e de pé para pé é uma constante, sendo que a equipa londrina joga quase sempre num carrossel de constantes trocas de posição que, invariavelmente, baralham os adversários e permitem ao Arsenal criar inúmeras situações de golo. Em termos tácticos, a equipa tem variado entre o 4-4-2 losango e o 4-2-3-1, que tem utilizado ultimamente.

Na verdade, se a equipa não conquista títulos há muito tempo, isso deve-se a alguma falta de experiência dos seus jogadores, ao facto de a defesa não ter o mesmo nível do ataque e, acima de tudo, às constantes lesões graves que têm perseguido muitos dos seus principais jogadores.

Para terem uma ideia, neste momento, o Arsenal encontra-se privado de seis jogadores por lesão (Diaby, Van Persie, Walcott, Vermaelen, Bendtner e Ramsey).

Assim sendo, a equipa que o Arsenal deve fazer subir hoje ao Estádio Emirates não deve andar longe da seguinte:

Arshavin a jogar pelo Zenit

Quem é que os arsenalistas devem ter debaixo de olho – Arshavin

O polivalente jogador russo de 29 anos é, claramente, um dos jogadores mais perigosos deste Arsenal e terá, forçosamente, que merecer uma atenção especial de Domingos Paciência durante o jogo de hoje.

Criado nas escolas do Zenit de São Petersburgo, Arshavin estreou-se em 2000 por esse clube russo, permanecendo lá por oito anos. No Zenit, o internacional russo fez 281 jogos, marcou 71 golos e, colectivamente, conquistou um campeonato russo (2007) e uma Taça UEFA (2008).

Depois de ter feito um excelente Euro 2008, Arshavin acabou cobiçado por vários clubes europeus, sendo que acabou por assinar pelo Arsenal em Janeiro de 2009.  No clube londrino, o internacional russo adaptou-se de forma fácil e rapidamente se tornou num dos mais importantes jogadores da equipa londrina, tanto a jogar sobre as alas (preferencialmente a esquerda) como a segundo avançado, fazendo inúmeras assistências e marcando bastantes golos pelos “gunners”.

Jogador que alia a raça à sua grande velocidade e fantástica capacidade técnica, Arshavin é um jogador a quem não pode ser dado um milímetro de espaço, sendo imperioso que o Braga o saiba parar, pois, caso o consiga, um grande passo rumo a um resultado positivo estará dado.

As hipóteses bracarenses

Não alinhamos em utopias e temos consciência que, mesmo com todas as lesões que tem sofrido, o Arsenal é claramente favorito para os dois duelos europeus que vai disputar com o Braga. Mais experientes e com um plantel com mais qualidade e soluções, os “gunners” deverão, em teoria, superar os bracarenses com maior ou menor dificuldade.

Ainda assim, por tudo o que o Braga tem feito esta temporada, nomeadamente pelas duas vitórias que conseguiu diante do favorito Sevilha, não podemos colocar de parte a hipótese dos bracarenses, principalmente na Pedreira, fazerem um brilharete.

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A Dinamarca, até hoje, participou em apenas três campeonatos do mundo, mas, ainda assim, nunca foi eliminada na fase de grupos, passando sempre às eliminatórias. A equipa escandinava atingiu os oitavos de final em 1986 e 2002 e os quartos de final em 1998, provando que sempre que chega a uma fase final faz boa figura. Apurados para o Mundial da África do Sul, os dinamarqueses apresentam uma selecção sem estrelas, mas com o habitual rigor escandinavo. Um conjunto que, na qualificação, cometeu a proeza de ficar à frente de Portugal e Suécia e que não perdeu nenhum jogo contra essas selecções. Agora, veremos se diante de Holanda, Japão e Camarões, a tradição mantém-se e os vikings voltam a chegar à segunda fase.

A Qualificação

Integrada no Grupo 1 da zona europeia de qualificação com Portugal, Suécia, Hungria, Albânia e Malta, a Dinamarca fez uma excelente fase de apuramento, terminando no primeiro lugar com dois pontos de avanço sobre Portugal (2º).

A equipa dinamarquesa apenas perdeu um jogo, quando já se encontrava apurada (Hungria, em casa, 0-1) e teve resultados de grande nível como a vitória em Portugal (3-2) e o duplo triunfo diante da Suécia (1-0 e 1-0).

Em suma, tratou-se de uma fase de qualificação quase irrepreensível e que garantiu, justamente, o apuramento dos vikings para o Mundial 2010.

Grupo 1 – Classificação

  1. Dinamarca 21 pts
  2. Portugal 19 pts
  3. Suécia 18 pts
  4. Hungria 16 pts
  5. Albânia 7 pts
  6. Malta 1 pt

O que vale a selecção dinamarquesa?

A Dinamarca funciona como equipa, pois o colectivo superioriza-se sempre à influência individual de qualquer jogador. O futebol viking tem poucos rasgos, mas, por outro lado, é muito mecanizado, frio e objectivo, conseguindo, quase sempre, levar água ao seu moinho.

Na defesa, os dinamarqueses têm um guarda-redes com muita experiência e que garante grande segurança ao sector recuado: Sorensen. Depois, a dupla de centrais é de enorme qualidade, pois os vikings contam com Daniel Agger e Simon Kjaer. Duas torres, quase intransponíveis pelo ar e que são competentes no um contra um, tendo, também, um excelente posicionamento táctico. Por fim, os laterais são Simon Poulsen (defesa esquerdo), que é um atleta mais ofensivo e Lars Jacobsen (defesa direito), lateral mais defensivo e que garante solidez ao quarteto defensivo.

Num meio campo em linha, tradicional do 4-4-2 clássico, os escandinavos usam o duplo pivot: Christian Poulsen-Jakob Poulsen. Neste sistema, Christian é o médio mais defensivo, um destruidor de jogo com poucas ou nenhumas preocupações ofensivas e Jakob é o médio box to box, que, apesar de não poder descurar a defesa, também tem de subir no terreno e apoiar os dois atacantes da selecção dinamarquesa. Por outro lado, nas alas, actuam Martin Jorgensen (à esquerda) e Rommedahl (à direita). Jorgensen é um jogador que procura a linha, mas também as diagonais para dentro, ajudando a minimizar a ausência de um nº10 puro, enquanto Rommedahl, na direita, é quase um extremo, forte no um contra um e que procura sempre a linha para cruzar. No banco, os dinamarqueses se preferirem trocar Jorgensen por outro extremo puro têm ainda Gronkjaer.

Por fim, no ataque, deve actuar a dupla Tomasson-Bendtner. Mais do que jogarem um ao lado do outro, o que deve acontecer é Tomasson aparecer mais nas costas, como avançado de suporte e Bendtner surgir como ponta de lança puro. Além de Tomasson (um excelente avançado) ser quase perfeito a jogar dessa forma, isso também garante maior apoio a Bendtner, que, assim, tem condições facilitadas para fazer o que melhor sabe: golos. Ainda assim, se Morten Olsen preferir actuar com dois pontas de lança puros, pode sempre abdicar de Tomasson e lançar o forte e gigante atacante do Duisburgo: Soren Larsen.

Integrada no Grupo E com Holanda, Camarões e Japão, a Dinamarca terá no primeiro lugar uma missão quase impossível, mas a enorme qualidade táctica, mesclada com o talento de um ou outro jogador deve ser suficiente para alcançarem o segundo lugar.

O Onze Base

Como referido anteriormente, a equipa escandinava deve actuar num 4-4-2 com Sorensen (Stoke City) na baliza; Simon Poulsen (AZ), Kjaer (Palermo), Daniel Agger (Liverpool) e Jacobsen (Blackburn) na defesa; Jorgensen (AGF), Christian Poulsen (Juventus), Jakob Poulsen (Aahrus) e Rommedahl (Ajax) no meio campo; e a dupla: Tomasson (Feyenoord) e Bendtner (Arsenal) no ataque.

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

Apesar se ser muito sólida tacticamente, a Dinamarca não deverá ter condições de disputar o primeiro lugar com a Holanda, pois a diferença de valores individuais é muito pronunciada para ser posta em causa pelo colectivismo escandinavo. Ainda assim, os dinamarqueses devem-se superiorizar a camaroneses e japoneses. Os vikings são muito melhores em termos tácticos e físicos que estes adversários e, mesmo em termos técnicos, apenas perdem para a selecção africana.

Calendário – Grupo E (Mundial 2010)

  • 14 de Junho: Dinamarca vs Holanda
  • 19 de Junho: Dinamarca vs Camarões
  • 24 de Junho: Dinamarca vs Japão

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O Chelsea deslocou-se a Manchester e venceu o United por 2-1, passando, assim, para a liderança da Liga Inglesa. Os londrinos têm agora mais dois pontos que a equipa de Alex Ferguson e três que o Arsenal (3º); Em Espanha, por sua vez, tudo na mesma, com o Real Madrid a vencer em Santander (2-0) e o Barça a esmagar, em casa, o Athletic Bilbau (4-1). Assim sendo, madrilenos e catalães continuam colados na liderança; Por fim, em Itália, os três da frente venceram e continuam separados por três pontos. O Inter (1º) venceu, em casa, o Bolonha (3-0), a Roma (2º) venceu, em Bari, por uma bola a zero e o Milan venceu, em Cagliari, por três bolas a duas.

 

Liga Inglesa – Chelsea vence Manchester United e sobe ao primeiro lugar

A cinco jornadas do final da Premier League, o Chelsea deslocou-se a Old Trafford e venceu, com justiça, o Manchester United por duas bolas a uma. A equipa londrina cedo tomou as rédeas do jogo e aproveitou a ausência da grande estrela do United (Rooney) para desequilibrar a balança a seu favor. Joe Cole (20′) e Drogba (79′) colocaram mesmo o Chelsea a vencer por duas bolas a zero, antes de Macheda (81′) reduzir para o colectivo de Manchester e fazer o 1-2 final. Com este resultado, o Chelsea tem agora dois pontos de avanço sobre o Manchester United. Por outro lado, o Arsenal (3º) venceu, em casa, o Wolverhampton com um golo de Bendtner aos quatro minutos de descontos e relançou-se na luta pelo título, pois está a apenas três pontos dos londrinos.

Liga Espanhola – Real Madrid e Barça só sabem ganhar

Os  líderes do campeonato espanhol continuam a passear superioridade na La Liga e voltaram a vencer este fim de semana. O Real Madrid foi a Santander e venceu o Racing por 2-0 com golos de Ronaldo e Higuaín, enquanto o Barcelona recebeu e venceu o Ath. Bilbau por 4-1. Assim sendo, madrilenos e catalães continuam colados na liderança, com o Real Madrid a ter vantagem no goal-average. O terceiro classificado, o Valência, está a longínquos 21 pontos de diferença.

Liga Italiana – Inter, Roma e Milan deixam tudo na mesma

Na Série A, a jornada 32 não foi fértil em surpresas. O Inter, líder do campeonato, recebeu o Bolonha e venceu com grande facilidade por 3-0. Motta (2) e Balotelli fizeram os golos dos interistas. Por outro lado, a Roma (2º) passou o teste de Bari (1-0) com um golo de Vucinic (19′) e mantém-se a um ponto da equipa de Mourinho. Por fim, num jogo louco, o Milan (3º) venceu o Cagliari, na Sardenha, por 3-2. Tratou-se de um jogo muito equilibrado com o Milan a marcar sempre primeiro e o Cagliari a empatar a seguir, todavia, a equipa de Leonardo, após o 3-2, soube segurar a vantagem e manter-se a apenas três pontos do Inter de Milão.

Liga Alemã – Bayern vence em Schalke e volta à liderança da Bundesliga

O Bayern venceu em Schalke, num jogo intenso, por duas bolas a uma e regressou à liderança da Liga Alemã. Ribery e Muller colocaram os bávaros a vencer por 2-0 e, apesar do Schalke ainda ter reduzido por Kuranyi, a vitória da equipa de Munique nunca foi posta em causa. Assim sendo, o Bayern lidera novamente o campeonato, agora com um ponto de avanço sobre o Schalke 04. Já o Leverkusen (3º) parece estar fora da corrida, pois perdeu em Frankfurt (2-3) e encontra-se, agora, a seis pontos do líder.

Liga Francesa – Bordéus perdeu liderança na Ligue 1

O Bordéus perdeu surpreendentemente em casa, diante do Nancy (1-2) e caiu para o quarto lugar da Liga Francesa. Contudo, o trio da frente composto por Lyon (venceu em Rennes por 2-1), Montpellier (empatou, em casa, com o Monaco a zero) e Auxerre (recebeu e empatou com o PSG a um golo) têm apenas mais um ponto e mais dois jogos que o Bordéus. Na luta pelo título está ainda o Marselha, que venceu o Lens (1-0), em casa, com um golo de Brandão. Os marselheses estão exactamente na mesma situação que o Bordéus, pois estão a um ponto do trio da frente e têm menos dois jogos disputados.

Liga Holandesa – Twente mantém a vantagem sobre Ajax e PSV

O Twente foi a Venlo e venceu por 2-0, estando cada vez mais perto do título. Quando faltam apenas quatro jornadas para o final da Eredivisie, a equipa de Enschede mantem quatro pontos de avanço sobre o Ajax (ganhou 1-o, fora, ao Den Haag) e cinco sobre o PSV, que ganhou, em Tilburg, ao Willem II, igualmente por uma bola a zero.

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O Milan sofreu bastante, mas um golo de Seedorf nos descontos permitiu à equipa de Leonardo vencer o Chievo e aproximar-se do Inter na Serie A, pois a equipa de Mourinho foi surpreendentemente derrotada em Catania (1-3). A vantagem do Inter é agora de apenas um ponto; Em Espanha, Real Madrid e Barça continuam com os mesmos pontos no topo da La Liga. Os madrilenos venceram em Valladolid (4-1) e os catalães receberam e venceram o Valência por 3-0; Por sua vez, na Premier League, o Manchester United venceu o Fulham (3-0) e continua na liderança do campeonato com dois pontos de avanço sobre o Chelsea que, contudo, tem menos um encontro.

Liga Italiana – Golaço de Seedorf coloca Milan a um ponto do Inter

A partida diante do Chievo caminhava para o seu final e Inzaghi, sozinho, já tinha falhado duas ou três excelentes oportunidades de golo. Pensava-se que a estrelinha de Mourinho iria mais uma vez funcionar quando Clarence Seedorf, descaído para o lado direito, desfere um daqueles remates cruzados indefensáveis e dá a vitória ao AC Milan por uma bola a zero.  Este resultado colocou pressão na equipa de Mourinho porque, em Catania, o Internazionale voltou a mostrar que não está numa grande fase da época e, após estar a ganhar, permitiu a reacção do Catania, acabando copiosamente derrotado por três bolas a uma. Assim, o Inter continua líder, todavia, diminiu a vantagem para o Milan (2º) para apenas um ponto e para a terceira classificada Roma (empatou em Livorno 3-3) para apenas seis pontos.

Liga Espanhola – Messi e Higuaín fazem hat-tricks e deixam tudo na mesma no topo da La Liga

Em Valladolid, o Real Madrid não teve dificuldades para vencer a equipa local por quatro bolas a uma num jogo muito durinho. A equipa madrilena foi sempre superior e viu Higuaín (por três vezes) e Cristiano Ronaldo marcarem os golos que mantêm os merengues no topo da tabela classificativa. Por outro lado, em Nou Camp, o Barcelona também não vacilou e venceu sem dificuldade o Valência com três tentos de Messi. Assim sendo, os madrilenos continuam na liderança, apesar de terem exactamente os mesmos pontos do segundo classificado: Barcelona.

Liga Inglesa – Bis de Rooney ajuda “Red Devils” a manterem a liderança

O Manchester United recebeu e venceu o Fulham por três bolas a zero num desafio que voltou a demonstrar o excelente momento de forma de Wayne Rooney. O internacional inglês fez mais uma excelente exibição coroada com dois golos (o outro tento do jogo foi de Berbatov) e, assim, manteve os “Red Devils” no topo da Premier League. Por outro lado, o Chelsea (2º) também não perdoou e venceu, em casa, o West-Ham por 4-1. Já o terceiro classificado, Arsenal, venceu o Hull City por duas bolas a uma, num jogo em que teve de sofrer muito, porque o golo da vitória (marcado por Bendtner) só surgiu ao terceiro minuto de descontos. Assim sendo, o M. United continua no topo da tabela com mais dois pontos que Chelsea e Arsenal, todavia, os “Blues” têm menos um jogo disputado.

Liga Francesa – Golo de Paulo Machado impede vitória do Marselha

Na Ligue 1, o Marselha deslocou-se a Toulouse e não foi além do empate a uma bola. Tratou-se de um jogo muito equilibrado e os marselheses até saíram na frente com um golo de Brandão, todavia, Paulo Machado acabaria por empatar a partida e frustrar a aproximação do Marselha ao topo da Liga. Contudo, Bórdéus (1º) e Montpellier (2º) também não aproveitaram o deslize, pois empataram em Monaco (0-0) e, em casa, diante do Auxerre (1-1) respectivamente. Assim sendo, o Bordéus, que tem menos um jogo, continua líder com os mesmos pontos do Montpellier, mais um que o Auxerre (3º), mais dois que Lille (4º) e Lyon (5º) e mais três que o sexto classificado Marselha, que também tem menos um jogo. A Ligue 1 continua, desta forma, ao rubro.

Outras Ligas – Bayern vence Friburgo e mantém a liderança da Bundesliga

Na Alemanha nada de novo, o Bayern venceu, em casa, o Friburgo (2-1) e continua no topo do campeonato. Os Bávaros têm mais dois pontos que o segundo Schalke (venceu o Estugarda, em casa, por dois a um) e mais três que o Leverkusen, que venceu o Hamburgo em casa (4-2) e é terceiro classificado;  Por fim, na Grécia, desilusão para o PAOK de Fernando Santos que perdeu o derbi de Salónica diante do Aris (0-2). Este resultado, coloca agora a águia bicéfala a cinco pontos do líder Panathinaikos, que venceu, fora, o Asteras Tripolis por uma bola a zero.

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Portugal não se pode queixar do sorteio referente ao Euro 2012. O caminho para a Polónia/Ucrânia colocou-nos no caminho de três equipas escandinavas (Dinamarca, Noruega e Islândia) e de Chipre. Quatro equipas que, em principio, não têm os mesmos argumentos que a equipa das quinas. Ainda assim, a bem conhecida Dinamarca, que não conseguimos vencer na qualificação para o Mundial 2010 (ainda que tivemos muito azar nos dois jogos…) será a equipa que mais dificuldades nos pode causar. Bem organizada defensivamente e com alguns jogadores de qualidade na frente como Bendtner e Tomasson, será sempre uma equipa complicada, todavia, claramente ao nosso alcance.
Por outro lado, a Noruega também não será um conjunto muito diferente dos dinamarqueses, ainda que seja ligeiramente mais frágil. A equipa de John Carew pratica um futebol ainda mais físico do que o da pátria de Hamlet e muito baseado nos cruzamentos para a área. Assim sendo, com atenção às bolas paradas e fazendo circular a bola com velocidade, Portugal ultrapassará, facilmente, os noruegueses.
Por fim, qualquer empate com Chipre ou Islândia será sempre um mau resultado. Apesar de não serem equipas como o Luxemburgo ou Malta, são conjuntos frágeis e que jogarão sempre para o empate contra Portugal. Ainda assim, atenção a Gudjohnsen (Islândia) e Konstantinou (Chipre), dois jogadores talentosos e que poderão surpreender a nossa equipa.
Na minha opinião, se Portugal for igual a si próprio, vencerá, sem dificuldade, este grupo de qualificação.

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