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Posts Tagged ‘Benfica B’

Nélson Semedo poderá fazer parte do plantel encarnado em 2015/16

Nélson Semedo poderá fazer parte do plantel encarnado em 2015/16

Um dos jogadores da “cantera” encarnada que se diz que irá fazer parte do plantel principal do Benfica em 2015/16 é o lateral-direito Nélson Cabral Semedo, jovem que se assumiu como titular indiscutível na equipa B na temporada que agora termina.

Trata-se de um futebolista nascido a 16 de Novembro de 1993 em Lisboa e que começou a sua carreira no Sintrense, clube no qual se estreou profissionalmente em 2011/12, somando 27 jogos e cinco golos.

Fátima antes da Luz

Perante o bom desempenho na equipa que militava na então III Divisão Nacional, Nélson Semedo mudou-se na temporada seguinte para o Fátima, então na extinta II Divisão B, tendo voltado a ter impacto, ou não tivesse somado 31 jogos oficiais e merecido um salto gigantesco para o Benfica.

Nos encarnados, tem evoluído na equipa B, tendo a temporada de 2014/15 se assumido como a da sua explosão definitiva, com o lateral-direito a somar 42 jogos (um golo) na Segunda Liga.

Diamante com arestas por limar

Nélson Semedo é um jogador com um grande potencial, destacando-se acima de tudo por aquilo que oferece no ataque, uma vez que é veloz e evoluído tecnicamente, sabendo incorporar-se muito bem no processo ofensivo.

Essa rapidez, aliada à sua força física, torna-o ainda muito forte nos lances de um contra um, sendo isso um dos seus pontos fortes, tanto a defender como a atacar.

O problema, contudo, está no facto do jovem de 21 anos ainda não ser constante nas suas exibições, cometendo alguns erros graves de posicionamento defensivo e apresentando também algumas desconcentrações que não podem surgir em alta-competição. Sabendo corrigir essas falhas, certamente que Nélson Semedo será um dos bons laterais-direitos do futebol luso.

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Carole não vingou na Luz

Carole não vingou na Luz

Lionel Carole chegou ao Benfica em Janeiro de 2011, então oriundo do Nantes, e isto num contexto de preparar a sucessão de Fábio Coentrão, internacional português que haveria de abandonar a Luz no Verão seguinte, rumo ao colosso Real Madrid. A verdade, contudo, é que o internacional sub-21 francês nunca vingou na equipa principal encarnada, acabando por ser mais um dos inúmeros erros de casting recentes dos encarnados nesta posição específica do terreno, onde também se encontram nomes como Capdevila, Emerson, Bruno Cortez ou Luisinho.

Produto das escolas do Nantes

Lionel Jules Carole nasceu a 12 de Abril de 1991 em Montreuil, França, tendo feito a maior parte do seu percurso como futebolista juvenil no Nantes, clube bretão onde se estreou ao nível do futebol sénior em 2010/11, somando 16 jogos na Ligue 2 (segunda divisão francesa).

Esse bom desempenho no clube gaulês, aliás, valeu-lhe inclusivamente o salto para o Benfica em Janeiro de 2011, numa transferência que, na altura, visava uma transição tranquila de testemunho na lateral-esquerda encarnada, uma vez que era mais do que previsível a saída de Fábio Coentrão no final da temporada 2010/11, algo que veio mesmo a suceder, com o internacional português a rumar ao Real Madrid.

Nunca se impôs na Luz

Certo, contudo, é que Carole nunca convenceu ninguém das suas qualidades no Benfica, merecendo inúmeras críticas nos seis jogos oficiais que fez nesse campeonato nacional de 2010/11 e acabando emprestado ao Sedan na temporada seguinte, onde, de regresso à Ligue 2, foi incapaz de recuperar a melhor forma, somando apenas 15 jogos.

Em 2012/13, o jovem gaulês regressaria à Luz, mas pela bem menos emblemática porta da equipa B, onde haveria de ser um dos indiscutíveis de Luís Norton de Matos, somando 39 jogos (um golo) na Segunda Liga, mas sem a qualidade de desempenho suficiente para voltar à equipa principal das águias.

Tenta o renascimento no Troyes

Nesse seguimento, no Verão de 2013, haveria de rumar ao Troyes, da Ligue 2, onde tem sido uma peça fundamental ao longo destas últimas duas temporadas, somando um total de 82 jogos e contribuindo decisivamente esta época para o título e consequente subida ao principal escalão do futebol gaulês.

2015/16, então, promete ser o regresso de Lionel Carole ao principal escalão de um campeonato europeu, algo que, aliás, o lateral-esquerdo de 24 anos não disputa desde o seu precoce e mal sucedido salto para o Benfica há quatro temporadas atrás.

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Bruno Varela é um talentoso guarda-redes

Bruno Varela é um talentoso guarda-redes

Numa fase em que muito se fala da possível contratação do jovem internacional sub-21 alemão, Loris Karius, como aposta de futuro do Benfica, temo que isso, a concretizar-se, seja muito prejudicial para aquela que deveria ser a ascensão natural de um dos mais promissores “keepers” portugueses da actualidade, o jovem Bruno Varela.

Nascido a 4 de Novembro de 1994 em Loures, Bruno Miguel Semedo Varela iniciou a sua carreira no Ponte Frielas, mas saltou para o Benfica com apenas 11 anos, representando os encarnados até hoje e sempre revelando ser um talento precoce e muito acima da média, isto ao ponto de já ser uma referência do Benfica B desde 2012/13, equipa pela qual soma um total de 63 jogos.

Como joga?

O internacional sub-21 português trata-se de um guarda-redes que impõe total respeito entre os postes e tem morfologia perfeita para a posição, sendo igualmente de realçar o facto de apresentar uma maturidade pouco habitual num jovem de apenas 20 anos.

Mostrando enorme personalidade, o jovem comanda todo o sector defensivo com inteligência e destaca-se pela forma eficaz como ocupa a baliza, sendo também um guarda-redes que sai-se muito bem aos cruzamentos e não tem quaisquer problemas em jogar com os pés.

Em suma, trata-se de um verdadeiro diamante que o Benfica tem ao seu dispor e que não justifica, de todo, a procura no estrangeiro por um outro “keeper” promissor.

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Ivan Cavaleiro é o goleador do Benfica B

Apesar de estar uns furos abaixo da performance do seu rival do outro lado da segunda circular, o Benfica B também tem demonstrado boa qualidade individual e colectiva, destacando-se elementos como André Gomes e, também, o extremo goleador: Ivan Cavaleiro.

Ivan Ricardo Neves Abreu Cavaleiro nasceu a 18 de Outubro de 1993 em Vialonga e iniciou a sua carreira no clube da sua terra natal. Posteriormente, em 2006/07, saltou para o Benfica, clube que representa até este momento, tendo, pelo meio, um empréstimo de uma temporada ao Belenenses.

Nos encarnados, este talentoso atacante que tanto pode jogar junto às alas como em zonas centrais, somou 15 golos no Nacional de Juniores na temporada passada, tendo sido integrado esta época na equipa B do Benfica, onde já leva sete golos em nove jogos.

Como joga?

O jovem avançado português, de 18 anos, é um jogador rápido, ágil e tecnicista, que remata bem com o seu pé direito. Posicionalmente, é preferencialmente um extremo-direito, podendo também actuar no outro flanco ou, inclusivamente, como segundo avançado.

Raçudo e generoso, é um elemento que sabe jogar em equipa, tendo, no entanto, ainda de ser lapidado para atingir um patamar que lhe permita chegar à primeira equipa do Benfica.

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Danny é um produto do Marítimo B

Esta temporada de 2012/13 marcará o regresso em força de um projecto que foi iniciado há mais de dez anos, mas que acabou por redundar num fracasso (quase) total: as equipas B. De facto, no passado, Benfica, FC Porto, Sporting, Sp. Braga e Marítimo, entre outros casos menos emblemáticos, surgiram na II Divisão B com equipas secundárias que, invariavelmente, foram se extinguido por força de maus resultados que as relegavam para a III Divisão, ou por simples desinteresse na continuidade de projectos que não estavam a trazer mais-valias futuras para a equipa principal. Ainda assim, no meio do insucesso quase total, existe um caso de sucesso. Um clube que nunca abdicou da sua equipa B e que, neste momento, colhe os frutos dessa aposta, o Club Sport Marítimo.

Pepe começou no Marítimo B

Danny e Pepe foram os primeiros casos de sucesso absoluto

Quando a equipa B do Marítimo foi criada em 1999/00, o objectivo era formar jogadores com capacidade para serem elementos de qualidade para a equipa principal e pode-se dizer que os mais emblemáticos surgiram logo nas primeiras temporadas.

De facto, Danny e Pepe foram dos primeiros elementos a conseguirem criar um impacto que os levou a abandonar rapidamente o Marítimo B e a saltarem para a equipa principal verde-rubra, sendo que, posteriormente, o salto do Marítimo para um clube de maiores dimensões não tardou, com Danny a mudar-se para Alvalade e Pepe para o Dragão.

Ainda assim, nessa fase embrionária da equipa B madeirense, estes não foram os únicos exemplos de sucesso, sendo que futebolistas como Luís Olim ou Briguel também começaram por despontar no Marítimo B e, neste momento, ainda se encontram no plantel principal dos verde-rubros.

Fidélis marcou o primeiro golo do Marítimo em 2012/13

Sucesso recente é ainda mais acentuado

Depois de uma fase em que o sucesso foi mais limitado, mas em que ainda se verificavam casos de elementos que, na chegada ao Marítimo, alternavam entre a equipa principal e a B para uma evolução mais sustentada das suas capacidades como são os casos de Evaldo ou Olberdam, o Marítimo voltou a colher frutos da sua equipa secundária nos tempos mais recentes.

Djalma e Marcelo Boeck, agora a representarem FC Porto e Sporting, respectivamente, são outros exemplos de sucesso, mas que dizer da equipa madeirense que defrontou recentemente o Asteras Tripolis em jogo da Liga Europa? Nesse onze, actuaram Briguel, João Guilherme, Ruben Ferreira, João Luiz, Heldon, Sami e Fidélis, ou seja, sete jogadores com passagens fortes pela equipa B, sendo que Danilo Dias, ainda que por pouco tempo, também passou por essa equipa secundária madeirense.

Obviamente, que a crise financeira que grassa entre os clubes portugueses e que também afecta o Marítimo, ajuda a esta aposta na equipa secundária, todavia, não explica todo o sucesso apresentado pelos madeirenses, que, lembre-se, têm feito excelentes campeonatos nos últimos anos, garantindo apuramentos europeus com regularidade.

Assim sendo, estes resultados positivos só podem funcionar como motivação e um caminho a seguir por Benfica, FC Porto, Sporting, Braga e V. Guimarães, que, lembre-se reactivaram ou criaram as suas equipas B e, inclusivamente, têm a sorte de (re)começar o projecto nos campeonatos profissionais.

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Sokota não vingou no FC Porto

Chegou a Portugal para representar o Benfica e comprovou a qualidade que lhe rotulavam, ainda que o sucesso que obteve na Luz fosse mais pequeno do que o esperado, devido às graves lesões que sofreu. Internacional croata por oito ocasiões (esteve no Campeonato da Europa de 2004, disputado em Portugal), haveria de trocar o Benfica pelo FC Porto numa transferência que fez correr muita tinta, todavia, se o sucesso no clube encarnado foi relativo, o fracasso no Estádio do Dragão foi absoluto, com Tomislav Šokota a praticamente não jogar durante as duas temporadas que vestiu a camisola azul-e-branca.

Explodiu no Dínamo Zagreb 

Tomislav Šokota nasceu a 7 de Abril de 1977 em Zagreb, Croácia, tendo iniciado a sua carreira no modesto Samobor, antes de se transferir para o Dínamo Zagreb em 1997.

No gigante da capital croata, o avançado-centro haveria de permanecer até 2001, destacando-se principalmente nas últimas duas temporadas, quando marcou 21 (1999/2000) e 20 golos (2000/01).

Esse percurso, além da conquista de três campeonatos da Cróacia e duas taças da Croácia, tornou-se num excelente cartão de visita que motivou o interesse de vários clubes europeus no seu concurso.

Seis anos em Portugal

Apesar de ter vários clubes interessados no seu contributo, Šokota optou pelo Benfica, clube que representou nas quatro temporadas seguintes, ainda que a única em que jogou com regularidade foi a de 2003/04, quando marcou 14 golos em 40 jogos disputados.

Nas duas primeiras, as lesões prejudicaram e muito a sua performance e, em 2004/05, acabou penalizado por não querer renovar, acabando mesmo a temporada no Benfica B.

No final dessa época, o internacional croata transferiu-se a custo zero para o FC Porto, todavia, o insucesso no Dragão foi ainda mais pronunciado. De facto, em duas temporadas, Šokota somou miseráveis três jogos, abandonando os azuis-e-brancos, sem honra nem glória, no final de 2006/07.

Fim de carreira quase no anonimato

Após a experiência portuguesa, o avançado-centro regressou à Croácia e ao Dínamo Zagreb, todavia com pouco sucesso, marcando apenas seis golos em duas temporadas.

Assim sendo, foi sem surpresa que Šokota trocou o Dínamo pelos belgas do Lokeren em 2009/10, tendo marcado 5 golos em 27 jogos antes de terminar a sua carreira na época seguinte, na Eslovénia e ao serviço do Olimpija Ljubljana com 7 golos em 19 desafios.

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