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Posts Tagged ‘Carlos Mozer’

Mozer tentará surpreender no Dragão

Uma das curiosidades da primeira jornada da segunda volta é que, no Dragão, defrontam-se primeiro e último classificado, num duelo em que os portistas são claramente favoritos perante uma Naval que, ainda assim, vem de uma surpreendente vitória em Guimarães (2-1). Por outro lado, os encarnados, terão que passar um difícil teste em Coimbra ainda que, ao contrário das águias, a Académica, que já foi uma das surpresas do campeonato, está a passar por uma má fase, pois só somou um ponto nos últimos três encontros.

FC Porto-Naval

Se este jogo tivesse surgido uma jornada antes, poucos arriscariam algo que não fosse uma vitória dos dragões e por margem folgada. Contudo, a entrada de Carlos Mozer na equipa da Figueira da Foz mudou bastante a imagem da Naval, ao ponto de esta, mesmo com dez unidades, ter dado a volta no campo do V. Guimarães e garantido uma surpreendente vitória (2-1).

Ainda assim, a diferença de qualidade dos planteis mantém-se abismal e o líder incontestado FC Porto continua super favorito para este duelo. Veremos, no entanto, se a estrelinha de Mozer (só perdeu uma vez em jogos com os portistas) surge no Estádio do Dragão.

Prognóstico “A Outra Visão”: Vitória do FC Porto (80%) – Empate (15%) – Vitória da Naval (5%)

Académica-Benfica

Em Coimbra, defrontam-se duas equipas em estados anímicos completamente díspares. A equipa local não ganha a três jogos e, em dois deles, sofreu cinco golos, mostrando que, depois de um bom início de campeonato, se encontra em surpreendente queda livre. Por outro lado, o Benfica vem de cinco vitórias consecutivas e com um fantástico saldo de golos (17-3).

Assim sendo, grande curiosidade por saber se a Académica quebra com o seu mau momento e, dessa forma, põe um travão ao excelente momento dos encarnados, ou, ao invés, se tudo se mantém como está e o Benfica, vencendo novamente, continua a morder os calcanhares ao FC Porto e aumenta ainda mais a crise dos estudantes.

Prognóstico “A Outra Visão”: Vitória da Académica (15%) – Empate (25%) – Vitória do Benfica (60%)

Sporting-Paços de Ferreira

Nos últimos cinco jogos a contar para a Liga Zon Sagres, o Sporting venceu quatro e apenas empatou um, mostrando que está num bom momento, sendo que, por certo, quererá manter essa boa fase, vencendo um Paços de Ferreira que, na primeira volta, venceu os leões na Capital do Móvel (1-0).

No entanto, os leões terão de ter cuidado, porque, para além do facto de terem perdido em Paços de Ferreira, também devem ter em conta que, nos últimos dois jogos fora (Guimarães e Coimbra), os castores conseguiram abandonar o relvado com um ponto conquistado.

Prognóstico “A Outra Visão”: Vitória do Sporting (65%) – Empate (30%) – Vitória do Paços de Ferreira (5%)

Os outros jogos da jornada 16

Nas outras partidas da primeira jornada da segunda volta, destaque para a deslocação da grande desilusão do campeonato (Sp. Braga) ao recinto de um Portimonense que está completamente obrigado a ganhar, pois já se encontra cinco pontos abaixo da linha de água.

A ronda conclui-se com o V. Guimarães-Olhanense, Nacional-Rio Ave, V. Setúbal-Marítimo e U. Leiria- Beira Mar.

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Naval espera voltar aos tempos de festa

O campeonato da Naval 1º Maio tem sido um desastre absoluto, com a equipa da Figueira da Foz a encontrar-se na última posição com apenas cinco pontos em catorze jornadas. Permeável na defesa, a equipa navalista não tem qualquer fio de jogo e, no processo ofensivo, é uma equipa insípida e que apenas faz cócegas aos adversários. Assim sendo, numa altura em Carlos Mozer vai pegar na equipa e mesmo sabendo que o plantel é fraco e desequilibrado, gostava de explanar aquela que, na minha opinião, seria o melhor “onze” dos figueirenses, sendo que tenho a certeza que jogando neste esquema e com esta equipa base, dificilmente a Naval estaria com tão poucos pontos na classificação.

A defesa possível

Na baliza, opto pelo guarda-redes francês Salin, um jogador que tem sido dos melhores da Naval, sendo que não é por ele que a equipa se encontra na deplorável posição em que está.

Depois, nos alas defensivas, selecciono  dois laterais rápidos e que sabem atacar: Camora (esquerda) e Carlitos (direita), ainda que fosse aconselhável a contratação de um lateral mais consistente a defender, pois tanto Camora como Carlitos, apesar de serem as melhores opções para as laterais recuadas, são algo permeáveis no processo defensivo.

Por fim, no centro do último reduto, escolho a dupla de centrais: Daniel Cruz/Orestes. Uma dupla que não sendo brilhante é aquela que dá mais garantias à equipa navalista, garantindo um mínimo de segurança à defesa figueirense.

Um meio-campo combativo mas com talento

No miolo, opto por um duplo-pivot em que Godemèche é o jogador mais posicional e defensivo, enquanto Hugo Machado, mais evoluido tecnicamente, será o elemento com a missão de defender, mas, também de lançar o ataque, sendo dessa forma preponderante na transição defesa-ataque.

Na frente deles, numa espécie de posição “dez”, ainda que, pela fragilidade da equipa, sempre com obrigação de recuar e encostar aos outros médios na transição ataque-defesa, escolho o francês Alex Hauw, um jogador criativo e com boa visão de jogo.

No ataque, a palavra chave é mobilidade

Ao contrário do que seria de esperar num 4-3-3, o ataque que escolhi para a Naval não terá um ponta de lança fixo. A fragilidade dos elementos que a equipa tem para esta posição, aconselham a utilização de um tridente de jogadores rápidos e talentosos (Davide, Marinho e João Pedro) que, em constante movimento na frente de ataque, provocarão dificuldades aos adversários, pois estes terão dificuldades em saber como marcá-los e anulá-los.

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