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Posts Tagged ‘Colónia’

Sobiech festeja mais um golo

Existem jogadores de futebol que nos encantam e maravilham por percebermos que se já jogam assim numa equipa modesta de um campeonato menor como o polaco, poderão crescer imensamente num campeonato superior e tornarem-se, sem sombra de dúvidas, em estrelas no panorama futebolístico internacional.

Artur Sobiech é um desses exemplos. O jovem ponta de lança polaco de apenas 20 anos, já actua na equipa principal do Ruch Chorzow há duas épocas e, nesse clube da Polónia, fez 12 golos em 47 jogos.

O atacante polaco chama à atenção pela sua capacidade finalizadora, mas, também, pela sua capacidade de desmarcação, boa técnica e, acima de tudo, por jogar sempre em prol do colectivo, nunca abdicando de passar a bola a um colega melhor colocado. Um jogador ideal para jogar num esquema de 4-4-2, com outro avançado a seu lado.

Internacional polaco por três ocasiões, Sobiech tem tido uma ascensão meteórica no panorama futebolístico polaco e dificilmente ficará muito mais tempo na Ekstrakalasa, falando-se, inclusivamente, do interesse do Colónia nos seus serviços.

Um jogador para procurarem num qualquer jogo do Ruch Chorzow na Liga Europa ou, quiçá, num jogo da selecção polaca. Até lá, deixo-vos um vídeo para terem noção das enormes qualidades deste jovem avançado.

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“O futebol são onze contra onze e, no final, ganham os alemães…” foi assim que um dia, Gary Lineker, fantástico atacante inglês, resumiu a essência do desporto rei. O avançado pretendia dar ênfase à frieza germânica que, no momento chave, raramente dava hipóteses aos adversários. Tricampeã mundial (1954, 74 e 90) ainda antes da reunificação alemã, a “mannschaft” não tem, neste momento, as estrelas de outrora e a situação agravou-se com a lesão do motor do meio campo: Ballack. Ainda assim, a Alemanha nunca é uma selecção para encarar de ânimo leve. Afinal, foram vice-campeões da Europa em 2008 e terceiros classificados no Mundial 2006. Números muito positivos para uma selecção sem estrelas, mas sempre com um colectivo forte, frio e, acima de tudo, letal.

A Qualificação

Integrada no Grupo 4 da zona europeia com Rússia, Finlândia, País de Gales, Azerbaijão e Liechtenstein, a Alemanha não teve dificuldades em apurar-se, terminando o agrupamento em primeiro lugar e sem perder (oito vitórias e dois empates).

Curiosamente, apesar de excelentes resultados como as vitórias em Gales (2-0) e os dois triunfos diante dos russos (2-1 e 1-0), a equipa germânica foi incapaz de vencer a Finlândia, empatando fora (3-3) e em casa (1-1).

Ainda assim, foi um apuramento fácil e que mostrou todo o poderio de uma equipa que, mesmo desprovida de grandes estrelas, é sempre para respeitar e ter em conta.

Grupo 4 – Classificação

  1. Alemanha 26 pts
  2. Rússia 22 pts
  3. Finlândia 18 pts
  4. País de Gales 12 pts
  5. Azerbaijão 5 pts
  6. Liechtenstein 2 pts

 O que vale a selecção germânica?

A equipa alemã vale, essencialmente, pelo seu todo. É uma equipa muito forte em termos físicos e tácticos, que demonstra grande frieza e raramente falha na hora H.

Curiosamente, a defesa, que costuma ser sempre um poço de experiência, deverá apresentar alguns elementos de futuro, que irão dar à “mannschaft” frescura e capacidade ofensiva sem lhe tirar a sua habitual segurança. Wiese, um guarda-redes experiente, mas ainda jovem (28 anos) deverá ser o titular da baliza, o jovem lateral do Hoffenheim: Beck, deverá ser o dono do lado direito da defesa, Lahm (26 anos) é indiscutível no flanco esquerdo e Mertesacker (25 anos) titularíssimo no centro defensivo. Assim sendo, o único atleta experiente deverá ser o companheiro de Mertesacker no centro da defesa: Friedrich (31 anos). Todavia, não será totalmente descabida a hipótese do central do Hertha ser preterido pela jovem promessa do Bayern: Badstuber.

Se a defesa alemã é muito jovem, o meio campo é outra prova do claro rejuvenescimento do futebol germânico. Privado de Ballack, o meio campo deverá funcionar em losango, com Khedira (23 anos) como vértice mais defensivo, Trochowski (26 anos) como ala esquerdo, Schweinsteiger (25 anos) como ala direito e Özil (21 anos) como nº 10. Um sector que perde em experiência e capacidade defensiva, mas ganha em criatividade e capacidade ofensiva. Ainda assim, a ausência de Ballack foi um rude golpe e transformou este sector no mais frágil da selecção alemã.

Por fim, o ataque, deverá ser entregue a Podolski (avançado mais móvel) e Mário Gomez (ponta de lança mais fixo). São dois atletas que combinam muito bem e que vão garantir grande poder de fogo à Alemanha. No entanto, a “mannschaft” não se fica por aqui em termos ofensivos e a prova de que este é o sector mais forte da equipa é o facto de atletas como Cacau, Klose e Kiessling estarem no banco.

Integrada no Grupo D, com Gana, Sérvia e Austrália, a Alemanha é claramente a selecção mais forte do grupo e deverá prová-lo em campo com maior ou menor dificuldade.

O Onze Base

A Alemanha deverá apresentar um 4-4-2 losango com Wiese (Werder Bremen) na baliza; Um quarteto defensivo com Lahm (Bayern), Mertesacker (Werder Bremen), Friedrich (Hertha) e Beck (Hoffenheim); Depois, o trinco deverá ser Khedira (Leverkusen), o interior esquerdo: Trochowski (Hamburgo), o interior direito: Schweinsteiger (Bayern) e o nº 10: Özil (Werder Bremen); Por fim, na frente, deverão jogar o atacante móvel: Podolski (Colónia) e o ponta de lança fixo: Mario Gomez (Bayern).

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

A Alemanha é superior a qualquer dos seus adversários do Grupo D e, como tal, é pouco provável que Sérvia, Gana ou Austrália, lhe causem problemas de maior na primeira fase. Ainda assim, a equipa germânica, pela falta de experiência, deverá ter dificuldades a partir da fase a eliminar.

Calendário – Grupo D (Mundial 2010)

  • 13 de Junho: Alemanha vs Austrália
  • 18 de Junho: Alemanha vs Sérvia
  • 23 de Junho: Alemanha vs Gana 

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A primeira e única presença dos eslovenos num campeonato do mundo não deixou boas memórias ao pequeno país da ex-Jugoslávia. No Mundial 2002, integrado num grupo com Espanha, África do Sul e Paraguai, a Eslovénia perdeu todas as partidas e regressou a casa sem honra nem glória. Oito anos depois, os eslovenos regressam a um campeonato do mundo após terem surpreendido a poderosa Rússia no playoff de apuramento. As expectativas não são muito grandes, pois a Eslovénia não tem uma equipa muito forte, mas, ainda assim, têm uma grande motivação. Afinal, fazer melhor do que fez no Mundial 2002 não parece ser tarefa difícil…

A Qualificação

Integrados no Grupo 3 da zona europeia de qualificação com República Checa, Eslováquia, Irlanda do Norte, Polónia e São Marino, previam-se dificuldades para os eslovenos.

Contudo, beneficiando da enorme quebra das selecções da Polónia e da Rep. Checa, os eslovenos acabaram por conseguir discutir o primeiro lugar com a outra grande surpresa do grupo, a Eslováquia. Chegados à última jornada a dois pontos dos eslovacos, mas com vantagem no confronto directo, bastava-lhes vencer São Marino e esperar que a Polónia não perdesse, em casa, com a Eslováquia.

Contudo, os eslovacos venceram por uma bola a zero e empurraram a Eslovénia para o segundo lugar e um difícil playoff de apuramento com a fortíssima selecção russa.

Nesse duelo decisivo, os russos eram favoritos e, no primeiro jogo, a Rússia chegou ao 2-0 com um bis de Bilyaletdinov. A jogar em casa, a equipa russa continuou a carregar na busca do terceiro golo e da morte precoce da eliminatória. Todavia, aos 88 minutos, contra a corrente do jogo, Pecnik, médio do Nacional, fez o 2-1, que deu esperanças aos eslovenos para o jogo da segunda mão.

Na partida decisiva, em Maribor, a Eslovénia acabou por ser mais feliz e, graças a um golo de Dedic em cima do intervalo, venceu 1-0 a Rússia e apurou-se para o campeonato do mundo.

Grupo 3 – Classificação

  1. Eslováquia 22 pts
  2. Eslovénia 20 pts
  3. Rep. Checa 16 pts
  4. Irlanda do Norte 15 pts
  5. Polónia 11 pts
  6. São Marino 0 pts

Playoff

Rússia 2-1 Eslovénia / Eslovénia 1-0 Rússia

O que vale a selecção eslovena?

A equipa eslovena não tem grandes individualidades e vale essencialmente pelo colectivo. Trata-se de uma equipa mediana que dificilmente se apurará no Grupo C do Mundial 2010.

A defesa é provavelmente o sector mais forte da equipa da ex-Jugoslávia. A Eslovénia apenas sofreu seis golos na fase de qualificação e isso é a prova da sua boa qualidade defensiva. Neste sector, temos de destacar os laterais Jokic e Brecko que defendem muito bem, mas também são competentes a atacar e, também, uma dupla de centrais que revela segurança e entendimento quase perfeito: Suler/Cesar.

No meio-campo, os eslovenos têm, talvez, o sector mais frágil da equipa. Normalmente jogam com o trinco do Larissa: Radosavljevic e o médio box to box: Koren. Depois, na ala esquerda aparece o jogador do Auxerre: Birsa e, na direita, o médio do Wisla: Kirm. Aqui o único destaque vai para o jogador do Auxerre, um atleta criativo e que cria desequilíbrios com facilidade.

Por fim, na frente, os eslovenos costumam jogar com a dupla: Dedic e Novakovic. São dois avançados que se completam, sendo Novakovic um puro homem de área e Dedic um jogador que actua como avançado de suporte. Esta dupla não é brilhante, mas é bastante competente, não sendo aconselhável dar um milímetro de espaço a Novakovic, pois este, quando aparece uma boa oportunidade, raramente perdoa. No banco, os eslovenos contam ainda com um jogador imaginativo que pode substituir Dedic, quando o treinador optar por um 4-2-3-1, o médio ofensivo do Nacional: Pecnik.

Apesar da competência e do espírito de equipa, a equipa eslovena não aparenta ter condições para surpreender a Inglaterra e, até, os Estados Unidos, restando-lhe tentar vencer a Argélia.

O Onze Base

A equipa da Eslovénia costuma actuar num 4-4-2 clássico com Samir Handanovic (Udinese) na baliza; Um quarteto defensivo com Jokic (Chievo), à esquerda, Brecko (Colónia), à direita, ficando Suler (Gent) e Cesar (Grenoble) no centro; Depois, Radosavljevic (Larissa) é o trinco, Koren (WBA) é o box to box, surgindo Birsa (Auxerre) como ala esquerdo e Kirm (Wisla Cracóvia) como ala direito; Por fim, o ataque é composto pelo avançado de suporte: Dedic (Bochum) e o finalizador: Novakovic (Colónia).

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

Teoricamente, os eslovenos devem terminar o Grupo C na terceira posição, pois são (muito) inferiores aos ingleses, ligeiramente inferiores aos norte-americanos e superiores aos argelinos. Todavia, se conseguirem demonstrar uma grande disciplina táctica e tiverem um pouco de sorte, poderão, inclusivamente surpreender os americanos e apurarem-se para os oitavos de final.

Calendário – Grupo B (Mundial 2010)

  • 13 de Junho: Eslovénia vs Argélia
  • 18 de Junho: Eslovénia vs EUA
  • 23 de Junho: Eslovénia vs Inglaterra

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Um empate do Barcelona em Almería (2-2) foi o suficiente para que a equipa de Lionel Messi se visse alcançada no topo da classificação pelo Real Madrid (venceu o Sevilha, em casa, por 3-2). Apesar de ambas as equipas terem 61 pontos, o Real Madrid leva vantagem na classificação, pois tem um melhor saldo de golos; Em Itália, Inter continua líder, mas não foi além de empate, em casa, diante do Génova (0-0); Manchester United vence em Wolverhampton (1-0) e ultrapassa Chelsea, à condição, no topo da Premier League.

Liga Espanhola – Diego Alves impede vitória catalã em Almería

O Barça teve dificuldades inesperadas na deslocação a Almería e não conseguiu mais que uma igualdade a duas bolas. Os catalães, apesar do bis de Messi, esbarraram na fantástica exibição do guarda-redes local (Diego Alves) que fez uma exibição fenomenal e garantiu um ponto para o Almería. Por outro lado, em Madrid, tudo começou mal para o Real que, aos 52 minutos, perdia por duas bolas a zero com o Sevilha. No entanto, os madrilenos demonstraram uma enorme força de vontade e correram atrás do prejuízo com golos de Ronaldo (59′), Sérgio Ramos (61′) e Van der Vaart (90’+2). Com esta vitória (3-2), o Real Madrid lidera agora o campeonato com os mesmos pontos do Barcelona (61), mas vantagem no confronto directo.

Liga Italiana – Inter volta a desiludir em casa

O Inter de Milão voltou a desiludir os seus adeptos no Giuseppe Meazza e, desta feita, foi o Génova que obrigou os milaneses a um nulo caseiro. A equipa de Mourinho fez um jogo muito desinspirado e apenas nos últimos quinze minutos mostrou alguma vontade de vencer, todavia, sem sucesso. Ainda assim, os perseguidores: Roma e Milão não foram além do empate, no Olímpico de Roma (0-0) num jogo muito táctico e mantiveram-se à mesma distância do Internazionale. A equipa de Mourinho e Quaresma lidera agora com 59 pontos, mais quatro que Milão e sete que a Roma.

Liga Inglesa – Scholes dá liderança ao Manchester United

Na Premier League, a equipa de Alex Ferguson foi a Wolverhampton vencer por uma bola a zero e ultrapassou o Chelsea na liderança. O jogo foi muito duro para os “Red Devils” que podem agradecer a vitória a um passe de Nani e a um golo do veterano Paul Scholes. Por outro lado, o Arsenal também não desarma e venceu, em casa, o Burnley (3-1), mantendo-se a dois pontos do Manchester United. Já o anterior primeiro classificado, o Chelsea, está agora a dois pontos da liderança, todavia, ainda não jogou o jogo desta jornada (em Portsmouth) e, em caso de vitória, regressará ao topo da Premier League. Por fim, o Liverpool continua a desiludir e, desta feita, perdeu em Wigan (0-1), estando agora num triste sexto lugar.

Outras Ligas – Bordéus e Montpellier dividem pontos na Ligue 1

Em França, Bordéus e Montpellier empataram (1-1) e continuam a partilhar a liderança da Ligue 1, ainda assim, a vantagem é da equipa de Gourcuff e Chamakh que tem menos dois jogos; Na Bundesliga, o Bayern empatou em Colónia (1-1), mas mantém a liderança com dois pontos de avanço do Schalke 04;  Por fim, na Grécia, o PAOK de Fernando Santos continua a fazer um grande campeonato e venceu o Panthrakikos (3-0), mantendo-se a apenas dois pontos do líder Panathinaikos.

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