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Júnior Moraes brilha no CSKA Sófia

No CSKA Sófia do campeonato búlgaro actua um avançado-centro brasileiro de grande qualidade e que é irmão de Bruno Moraes, jogador bem conhecido do futebol português. Falamos de Júnior Moraes.

Nascido a 4 de Abril de 1987 em São Paulo, Brasil, Aluísio Chaves Ribeiro Moraes Júnior iniciou a sua carreira no Santos, clube que representou até ao fim de 2009, com empréstimos pelo meio a Ponte Preta e Santo André.

No início de 2010, Júnior Moraes transferiu-se para o Gloria Bistrita, clube romeno, onde haveria de permanecer por um ano, mas período dividido entre a segunda metade de 2009/10 e primeira metade de 2010/11. Nesse período, o avançado brasileiro marcou 18 golos em 32 jogos disputados.

Brilha no CSKA Sofia

A 12 de Fevereiro de 2011, o avançado brasileiro foi contratado pelo Metalurg Donetsk por uma verba que rondou o milhão de euros, todavia, Júnior Moraes nunca jogou uma única partida pelo clube ucraniano.

Ao invés, tem brilhado ao serviço dos búlgaros do CSKA Sófia, clube onde se encontra desde a actual temporada e onde já marcou 13 golos em 21 partidas disputadas, sendo, neste momento, o segundo melhor marcador do campeonato búlgaro, somando menos dois golos que o líder Ivan Stoyanov.

Avançado rápido e tecnicista

Júnior Moraes é o típico avançado-centro que não pode ser confundido com um ponta de lança. Trata-se de um jogador que deambula por todas as zonas ofensivas, vai buscar jogo atrás, combina com os colegas e (também) finaliza, ou seja, um jogador que é uma espécie de híbrido entre um “dez” e um ponta de lança. Aquilo a que muitos chamam de 9,5.

Rápido e criativo, é muito perigoso em lances de um contra um e quando embala para a baliza, pois tem uma condução de bola muito interessante e uma capacidade de drible muito evoluída.

Em termos de finalização, é bastante efectivo tanto de bola corrida como, também, em lances de bola parada, pois assume-se como um exímio e letal marcador de livres. Em suma, um avançado de grande talento e para ser seguido com atenção pelos clubes portugueses.

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Quando pensamos no futebol do Liechtenstein, lembramo-nos de uma selecção que outrora foi fraquíssima, mas que já começa a dar algum ar da sua graça no futebol internacional (quem não se lembra do 2-2 diante da selecção portuguesa) e, acima de tudo, do clube mais representativo do minísculo país dos Alpes, o FC Vaduz. Todavia, o futebol do principado não se esgota na selecção nacional e na equipa que já actuou no primeiro escalão do futebol suíço, sendo que hoje vamos falar do FC Balzers, onze vezes vencedor da Taça do Liechtenstein e, neste momento, a disputar o terceiro escalão do futebol helvético.

Onze títulos em quase oitenta anos de história

O FC Balzers foi fundado em 1932 e sempre actuou nos escalões secundários do futebol suíço, pois o Liechtenstein jamais teve um campeonato nacional.

Desde a sua fundação, os momentos de glória do clube do principado resumem-se às vitórias na Taça do Liechtenstein, sendo que o clube já venceu esse título por onze vezes (1964, 1973, 1979, 1981, 1982, 1983, 1984, 1989, 1991, 1993 e 1997). Para além dos onze triunfos, o clube também já foi finalista vencido da prova mais importante do Liechtenstein por treze ocasiões.

Neste momento a disputar a 1. Liga (terceiro escalão do futebol suíço), o FC Balzers é o segundo clube mais importante do Liechtenstein, sendo que apenas o FC Vaduz, se encontra a sua frente, pois soma 40 taças do Liechtenstein e disputa a Challenge League, ou seja, o segundo escalão do futebol helvético.

Duas participações nas competições europeias

A conquista das taças nacionais de 1993 e 1997 garantiu ao FC Balzers duas históricas participações nas competições europeias, sendo que se trata apenas de um dos únicos três clubes do Liechtenstein a disputarem uma prova europeia para além do FC Vaduz (17 vezes) e FC Schaan (1 vez).

Na primeira participação, 1993/94, o clube fez logo história, pois foi a primeira equipa do Liechtenstein a superar uma eliminatória europeia, ultrapassando o Albpetrol Patos da Albânia (3-1 e 0-0) na fase de qualificação da Taça das Taças. Infelizmente para o clube do principado, a eliminatória seguinte foi bem menos agradável, com o FC Balzers a ser esmagado pelos búlgaros do CSKA Sófia (0-8 e 1-3).

Em 1997/98, o clube do Liechtenstein haveria de regressar à Taça das Taças, contudo, desta feita, nem sequer passou da fase de qualificação, vergado a uma dupla derrota (1-3 e 0-2), diante do BVSC Budapeste húngaro.

Mario Frick com a camisola do Liechtenstein

O clube que revelou Mario Frick

A maior estrela do futebol do principado é claramente o agora veterano ponta de lança Mario Frick, jogador que representou clubes como o Verona, Basileia, FC Zurique, Grasshoppers ou Siena, além de já somar 104 internacionalizações e 16 golos pela selecção do Liechtenstein.

O que poucos sabem é que o atacante iniciou a carreira em 1990, precisamente no FC Balzers, onde somou 49 golos e chamou a atenção do St. Gallen, que o contratou e permitiu-lhe iniciar uma interessante carreira internacional que o fez percorrer vários clubes estrangeiros e tornar-se o primeiro jogador do Liechtenstein a actuar em Itália.

Curiosamente, em 2011, após dezassete anos a jogar fora do seu país, Mario Frick regressou ao ponto de partida, ou seja, ao FC Balzers, onde, mesmo aos 37 anos, tenta ajudar o clube onde iniciou a sua carreira a, quem sabe, subir mais um degrau na sua ascensão futebolística.

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Makriev é um goleador

Perdido numa equipa modesta do campeonato israelita está um ponta de lança alto (1,91 metros), forte e com uma capacidade finalizadora muito interessante: Dimitar Makriev.

Nascido a 7 de Janeiro de 1984, Dimitar Ivanov Makriev foi criado nas escolas do Levski Sófia, pelo qual fez 254 golos no campeonato búlgaro de Juniores.

Surpreendentemente, em 2002, acabou por transferir-se para o arqui-rival do Levski, o CSKA Sófia, onde apenas esteve dois meses, pois o Inter de Milão, impressionado pelas suas exibições nos escalões de formação do Levski, não hesitou em adquiri-lo.

Ainda assim, nos “nerazzurri”, a carreira de Makriev não foi muito feliz, pois o internacional búlgaro não fez qualquer jogo, sendo sucessivamente emprestado a clubes como os suíços do Bellinzona (14 jogos, 4 golos), os polacos do Gornik Zabrze (22 jogos, 2 golos) e os suíços do FC Chiasso (18 jogos, 5 golos).

Após esses empréstimos pouco produtivos, o búlgaro desvinculou-se do Internazionale e assinou pelos franceses do Dijon, onde também não foi feliz, fazendo apenas três golos (13 jogos) na temporada 2005/06.

No rescaldo da experiência gaulesa, Makriev transferiu-se para os eslovenos do Maribor, permanecendo durante a temporada 2006/07 e a primeira metade da temporada 2007/08 e onde, finalmente, voltou a assumir-se como o grande talento dos tempos do Levski, marcando 23 golos em 48 jogos.

No início de 2008, trocou o Maribor pelo FC Ashdod, onde permanece até hoje. Nesse modesto clube israelita, já leva 52 golos em 112 jogos, assumindo-se como um ponta de lança muito oportuno e que, apesar da elevada estatura, é capaz de tratar a bola com bastante qualidade.

Adaptando-se bem a ser o único ponta de lança em 4-3-3, mas também a jogar ao lado de um avançado mais móvel em 4-4-2, é capaz de finalizar com o pé esquerdo, direito ou com a cabeça, sendo, muito provavelmente, o “pinheiro” que o Sporting procura, sem sucesso, há meia temporada.

Essas grandes exibições pelo FC Ashdod já permitiram que Makriev chegasse à selecção búlgara (4 jogos, 1 golo) e prevê-se que o ponta de lança de 26 anos se transfira, rapidamente, para um clube de maior nomeada. Sinceramente, penso que encaixaria que nem uma luva no plantel de Paulo Sérgio.

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Dembelé deu trabalho aos defesas leoninos

Em dois jogos sem grande importância que não fosse a honra desportiva e os 120 mil euros em disputa, dragões e leões tiveram sortes diferentes nos seus duelos diante  adversários búlgaros. No Dragão, o FC Porto, mesmo com vários jogadores poupados, venceu o CSKA Sófia por 3-1 e terminou o Grupo L com impressionantes 16 pontos, ou seja, apenas concedeu um empate em seis jogos. Por outro lado, os verde-e-brancos, na neve de Sófia, não evitaram o desaire e perderam com o Levski (0-1). Este resultado, apesar de, aparentemente ser pouco importante, fez com que a Rússia se aproximasse de Portugal no Ranking UEFA, na luta pelo sexto lugar e consequente acesso de três equipas à “Champions” 2012/13.

FC Porto 3-1 CSKA Sófia

Mesmo poupando alguns jogadores, o FC Porto provou a força do seu plantel, vencendo, sem problemas, o CSKA Sófia (3-1) num jogo em que até podia ter goleado.

Na primeira parte, o golo de Otamendi (21′), na sequência de um canto, foi um magro pecúlio para o imenso domínio do FC Porto que não deu grandes hipóteses a um adversário muito modesto para estas andanças europeias.

Após o descanso, a equipa búlgara, ainda chegou ao empate, quando na sequência de um lançamento longo do seu guarda-redes, Delev (49′) empatou a partida.

No entanto, esse golo não abalou minimamente a equipa portuguesa que continuou a dominar totalmente o jogo, marcando dois tentos por Rúben Micael (54′) e James Rodríguez (90′) e vendo, inclusivamente, Falcao falhar um penalti.

Em suma, vitória tranquila de um FC Porto que provou, uma vez mais, que é muito mais do que apenas onze jogadores.

Levski 1-0 Sporting

Na neve de Sófia, o Sporting voltou a desiludir, acabando por não ser capaz de conseguir um resultado positivo diante do último classificado do Grupo C e que, na primeira volta, havia perdido cinco a zero em Alvalade.

Num jogo com poucos motivos de interesse, o Levski acabou por marcar o único golo do jogo em cima do intervalo e por intermédio de Mladenov, num lance em que Dembelé fez gato sapato de Nuno André Coelho.

Na segunda parte, os leões tentaram reagir à desvantagem, mas foram incapazes de ultrapassar a muito bem organizada linha defensiva do Levski que, assim, garantiu a pequena consolação de ter terminado invencível em casa neste Grupo C.

Com este desaire (0-1), os leões terminaram este agrupamento da Liga Europa com 12 pontos, mais quatro que o segundo, o Lille.

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Ravanelli com três golos foi decisivo na eliminatória

Neste momento, o Marítimo encontra-se nas partes mais sombrias da Liga Portuguesa e, inclusivamente, foi eliminado das competições europeias por uma equipa da Bielorrússia (BATE Borisov), todavia, num passado não muito distante, os madeirenses ombreavam com os grandes clubes europeus como, por exemplo, a Juventus. Em 1994/95, diante de uma equipa de Turim que contava com jogadores como Paulo Sousa, Ravanelli e Roberto Baggio, o Marítimo lutou bastante e obrigou a Juventus a suar para conseguir ultrapassar a 2ª eliminatória da Taça UEFA, perdendo ambas as partidas pela margem mínima (0-1 e 1-2). Um duelo que irá ser recordado pelos adeptos madeirenses com um sorriso saudosista.

O Marítimo iniciou o seu percurso na Taça UEFA (1994/95), num duelo diante da equipa helvética do Aarau. Numa eliminatória muito equilibrada, os madeirenses acabaram por se superiorizar aos suíços após empatarem na Suíça (0-0) e vencerem, na Madeira, por uma bola a zero.

Ao ultrapassarem o clube helvético, os madeirenses acabaram por não ter sorte no sorteio da segunda eliminatória e apanharam a “Vecchia Signora”.  Um duelo em que ninguém dava quaisquer possibilidades aos madeirenses, adivinhando duas goleadas a favor da Juventus.

No entanto, o Marítimo não permitiu que nada disso acontecesse e foi bastante digno nas duas partidas, tendo, inclusivamente, sido bastante infeliz no encontro da primeira mão, onde perdeu injustamente por 1-0 (golo de Ravanelli), num jogo em que pelo que fez e pelos golos que desperdiçou, merecia, no mínimo, a igualdade.

Na segunda mão, por outro lado, a superioridade da equipa de Turim nunca esteve em causa, mas a boa exibição do guarda-redes Ewerton e a excelente organização táctica e entreajuda de todos os elementos madeirenses foi permitindo ao Marítimo disputar o jogo até ao apito final.

Esse duelo decisivo, disputado no campo de uma Juventus que, na primeira mão, havia esmagado o CSKA Sófia (3-1 e 5-0), foi intenso e demonstrou respeito dos italianos pela equipa portuguesa, pois colocaram todas as suas estrelas em campo, que é como quem diz jogadores como Paulo Sousa, Ravanelli, Roberto Baggio ou Vialli.

Naturalmente mais fortes, os transalpinos dominaram o desafio e marcaram por duas vezes, graças a bis de Ravanelli, mas, a dez minutos do final, Paulo Alves ainda reduziu para os madeirenses, naquele que foi um prémio justo para a excelente exibição da equipa maritimista.

Uma derrota (1-2) e uma eliminação que, ainda assim, não impede os madeirenses de se orgulharem deste bonito momento da sua história.

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Pavel Vidanov ao serviço do CSKA Sófia

 

Perdido no meio da tabela da Liga Búlgara, está um defesa polivalente e de grande talento, o internacional búlgaro e jogador do CSKA Sófia: Pavel Vidanov.

Nascido a 1 de Agosto de 1988 em Sófia, Vidanov iniciou a sua carreira aos 10 anos, nas camadas jovens do CSKA Sófia, onde, aliás, fez todo o seu percurso juvenil. Após ter se estreado pela principal equipa do CSKA em 2007, os responsáveis do gigante búlgaro entenderam que seria melhor para a sua evolução, o empréstimo a um clube mais modesto, para que Pavel Vidanov pudesse jogar com regularidade e, assim, em Janeiro de 2008, o defesa foi emprestado ao Vihren, onde esteve seis meses.

Esse empréstimo foi importantíssimo para Vidanov que, quando regressou ao CSKA no verão seguinte, foi tornando-se cada vez mais influente na equipa, garantindo, com o tempo, a titularidade ao serviço do CSKA Sófia.

Capaz de jogar a defesa-central ou a defesa direito com a mesma qualidade e competência, Vidanov é seguríssimo no centro da defesa, sendo, inclusivamente, muito inteligente na ocupação dos espaços, forte no desarme e eficaz nas dobras. Por outro lado, também é excelente quando joga na lateral-direita, sendo muito importante no equilíbrio táctico da equipa e não descurando a subida no terreno sempre que possível.

Internacional búlgaro por duas ocasiões e com apenas 22 anos, será um jogador para procurarem com atenção no próximo FC Porto-CSKA Sófia.

 

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Nilson tentará parar o dragão

Numa jornada sete que se iniciou, esta noite, com o triunfo caseiro da U. Leiria, diante da Académica (2-0), destacam-se, acima de tudo, duas partidas de grande interesse: V. Guimarães-FC Porto e Benfica-Sp. Braga. No D. Afonso Henriques, os dragões irão ter um teste de elevado grau de dificuldade diante de uma equipa vimarenense que tem andado nos lugares cimeiros da tabela classificativa. Por outro lado, no Estádio da Luz, Benfica e Sp. Braga defrontam-se numa jogo entre duas equipas que estando, respectivamente, a nove e sete pontos de distância do FC Porto, estão obrigadas a vencer.

V. Guimarães-FC Porto

A equipa azul e branca somou por vitórias os seis jogos que realizou, até este momento, no campeonato português, deslocando-se a Guimarães com a moral em alta, pelas vitórias caseiras, mas, também, por mais uma vitória europeia, desta feita em Sófia, diante do CSKA (1-0). Contudo, a equipa portista irá defrontar um Vitória, que até vem de uma derrota (1-3 em Coimbra), mas que tem feito um excelente início de temporada, encontrando-se, neste momento, no quarto lugar. Excelente jogo em prespectiva.

Benfica-Sp. Braga

Se, em termos europeus, ambas as equipas recuperam de desaires na “Champions”, em termos nacionais ambas venceram a última partida do campeonato, sendo que o Benfica venceu o Marítimo no Funchal (1-0) e os bracarenses venceram em casa a Naval (3-1). Ainda assim, em termos exibicionais, o Benfica parece estar em crescendo de forma, enquanto o Sp. Braga parece estar a acusar o madrugador início de temporada. Veremos se a partida confirma o crescimento de forma doméstica das águias, ou se, ao invés, permite o regresso dos bracarenses aos grandes triunfos.

Beira Mar-Sporting

O leão ruge na Europa, mas, em Portugal, tem tido garras pouco afiadas, encontrando-se, à sexta jornada, a dez longínquos pontos do líder FC Porto. Assim sendo, diante de um Beira-Mar que ainda não perdeu em casa, o Sporting terá que mostrar a sua “cara europeia” para conquistar os três pontos e ainda puder sonhar, ainda que tenuemente, com o título nacional.

Os restantes encontros da ronda sete são o Rio Ave-Marítimo, Nacional-Portimonense, Naval-Paços de Ferreira e Olhanense- V. Setúbal.

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