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Posts Tagged ‘Daniel Carriço’

Parece que está a caminho do Sporting um defesa-central brasileiro imponente e com boa margem de progressão, que poderá suprimir os problemas dos leões no seu reduto recuado: Xandão.

Nascido a 23 de Fevereiro de 1988 em Araçatuba, Brasil, Alexandre Luiz Reame iniciou a sua carreira no Guarani em 2005, tendo permanecido nessa equipa paulista até 2008, com empréstimo ao Atlético Paranaense (2006/07) pelo meio.

Sempre com bom índice de utilização, o central brasileiro passou depois pelo Desportivo Brasil, Fluminense e Grémio Barueri, até se transferir em 2010 para o São Paulo, onde na última época e meia efectuou 77 jogos em todas as competições oficiais.

Defesa-central alto mas rápido

Com 1,93 metros, Xandão é um defesa-central muito forte no jogo aéreo, sendo imperial nas alturas a defender e perigoso no processo ofensivo.

Apesar de ser muito alto, o defesa brasileiro até é um jogador rápido, sendo muito dificilmente ultrapassado em velocidade, pois também se posiciona com critério e sabe cobrir os espaços.

Aos 23 anos, o seu principal problema é alguma agressividade excessiva e, muitas vezes, jogar feio em demasia, não se coibindo de “chutões” para a bancada ou de faltas duras sempre que a ocasião o obriga.

Ainda assim, no contexto futebolístico europeu, parece-me um reforço muito interessante e útil para uma equipa sportinguista que, nos últimos tempos, apenas tem contado com Anderson Polga e Onyewu (Domingos descartou Carriço como central…) para essa posição importantíssima do terreno.

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A supertaça 2007/08 foi o último título dos leões

Terminou mais uma temporada infeliz do Sporting Clube de Portugal, sendo que este mediano terceiro lugar não pode esconder uma época deplorável que viu o Sporting perder todas as competições que disputou, sendo que as eliminações da Taça de Portugal e da Liga Europa, diante de duas equipas (V. Setúbal e Glasgow Rangers) claramente inferiores aos leões são reveladoras do mau momento que se vive para os lados de Alvalade.

O Sporting acabou o campeonato a, imagine-se, 36 pontos do FC Porto, sendo que os dragões terminaram a competição com mais do dobro das vitórias (27) obtidas pelos verde-e-brancos (13). Mesmo o Benfica, que terminou o campeonato em desaceleração e perdendo pontos surpreendentes, conseguiu terminar a prova com mais quinze pontos que os leões.

Assim sendo, parece lógico que o Sporting precisa de preparar muito bem 2011/12 e, nesse seguimento, é necessário uma análise cuidada ao actual plantel, dividindo os elementos desse mesmo grupo de trabalho em indispensáveis, transferíveis, emprestáveis e dispensáveis.

Na minha opinião, e começando pelos dispensáveis, optava pelos seguintes elementos:

  • Hildebrand
  • Tiago
  • Abel
  • Grimi
  • Anderson Polga
  • Nuno André Coelho
  • Maniche
  • Tales
  • Cristiano
  • Carlos Saleiro

 Obviamente que as razões da dispensa destes elementos depende de factores diferentes. Anderson Polga, Tiago e Abel foram excelentes profissionais, mas estão no fim da linha do seu percurso nos verde-e-brancos, já não acrescentam grande coisa ao plantel em termos de qualidade, sendo que Abel (João Gonçalves) ou Tiago (Vítor Golas) têm soluções internas bem menos onerosas e sem défice em termos de qualidade individual. Quanto a Anderson Polga, até podia falar de Nuno Reis, contudo, o defesa-central emprestado ao Cercle Brugge ainda precisa de rodar pelo menos mais um ano para se poder começar a pensar num regresso a Alvalade.

Quanto a Hilderbrand e Maniche, tratam-se de dois jogadores demasiado caros para o rendimento que apresentaram ao serviço do Sporting, não se justificando a sua continuidade, sendo que tanto o internacional alemão como o internacional português devem ser substituídos por elementos de qualidade, mas necessariamente mais baratos a nível de ordenados. Vicent Enyeama (guarda-redes do Hapoel Telavive) e Rafael Robayo (Médio-centro do Millionarios) são bons exemplos.

Por fim, Nuno André Coelho, Grimi, Tales, Cristiano e Carlos Saleiro não parecem ter qualidade suficiente para se manterem no plantel leonino e devem ser dispensados, sendo que a situação mais simples a de Tales e Cristiano, pois terminam contracto com os verde-e-brancos. Já no caso de Nuno André Coelho, Grimi e Carlos Saleiro, deve ser encontrada uma solução que satisfaça clube e atletas, que poderá passar por um empréstimo ou, até, por um acordo de rescisão, pois dificilmente estes atletas terão mercado, à excepção, talvez, do lateral-esquerdo argentino.

Passando aos emprestáveis, optava por estes dois elementos:

  • Cedric Soares
  • Diogo Salomão
Tanto o lateral/ala-direito como o extremo-esquerdo são elementos que parecem ter condições para serem mais valias no Sporting Clube de Portugal, todavia, acredito que Cedric Soares e Diogo Salomão irão ter muito poucas oportunidades para jogar na próxima temporada e, na minha opinião, ambos os atletas precisam de minutos de jogo para que possam continuar a sua evolução futebolística. Assim sendo, aconselho um empréstimo dos dois a um clube médio/médio-baixo do principal escalão do futebol português.
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Dos emprestáveis, sigo para os transferíveis, ou seja, jogadores com valor para se manterem no plantel do Sporting, mas que, na presença de uma boa proposta, deve ser ponderada a sua saída:
  • Daniel Carriço
  • Yannick Djaló
  • Zapater
  • Simon Vukcevic
Estes três elementos estão nesta lista por situações diferentes. Daniel Carriço é um defesa de qualidade e com mercado, mas, na minha opinião, a sua baixa estatura e fraca impulsão que lhe garantem dificuldades no jogo aéreo, irão impedi-lo sempre de ser o tal patrão da defesa leonina. Assim sendo, uma proposta que supere os 10/12 milhões de euros deve ser imediatamente considerada.
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Yannick Djaló, por sua vez, é um jogador com talento, mas parece-me pouco constante e nunca explodiu da maneira que se esperava, sendo que uma boa  proposta, na ordem dos 8/9 milhões de euros, deve ser suficiente para se negociar a sua saída.
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Depois, apesar de não achar que é o péssimo jogador que muitos vêem em Zapater, entendo que facilmente se encontraria uma jogador de nível superior, sem ser necessário gastar muito dinheiro. Assim sendo, e sabendo que o espanhol tem mercado, aconselhava a venda do aragonês, desde que o valor da transferência não fosse inferior a dois milhões de euros.
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Por fim, Simon Vukcevic é um caso diferente e representa um jogador muito talentoso e com condições para ser dos melhores da Europa, mas que é demasiado problemático e inconstante, sendo que poderá, inclusivamente, ser um destabilizador de balneário. Assim sendo, e apesar de toda a sua qualidade incontestável, penso que o Sporting o deveria vender pelo seu preço de custo e, assim, prescindir de um atleta que pode continuar a revelar-se um problema bicudo.
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Para finalizar, os elementos imprescindíveis, ou seja, os elementos que devem continuar no plantel do Sporting e assumirem-se como a base 2011/12, porque mesmo numa grande revolução de plantel, há que garantir um nível mínimo de continuidade.
  • Rui Patrício
  • Evaldo
  • Torsiglieri
  • João Pereira
  • André Santos
  • Pedro Mendes
  • Izmailov
  • Jaime Valdés
  • Matías Fernandez
  • Hélder Postiga
Assim sendo, chegamos a uma lista de dez jogadores (14, caso não se consiga vender os tais quatro elementos que entendo como transferíveis) +1, que, neste caso, não é um chinês, mas o peruano Carrillo, já contratado pelo Sporting.
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Partindo do princípio que Daniel Carriço, Yannick Djaló, Vukcevic e Zapater ficam no plantel e que Vítor Golas e João Gonçalves regressam de empréstimo, o Sporting fica com 17 jogadores, faltando nove para a tal lista de 23+3 promessas de que falou Godinho Lopes.
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Nesse caso, seriam necessários nove jogadores e, como tal, pensando que os leões avançarão para um 4-3-3/4-2-3-1, acho que o Sporting devia tentar as seguintes contratações:
  • Um guarda-redes de valor para ser o concorrente de Rui Patrício. O referido Enyeama seria uma excelente opção.
  • Um lateral-esquerdo (Wendt é uma possibilidade, Sílvio, pela polivalência, seria o ideal)
  • Dois defesas-centrais de altíssima qualidade (Rodríguez do Sp. Braga e outro, que fosse experiente, uma clara mais-valia e necessariamente mais alto)
  • Um médio-centro de grande pulmão e qualidade que pudesse jogar tanto a “seis” como a “oito”. Rafael Robayo, já referido, seria uma boa aquisição.
  • Um extremo puro, ou seja, um verdadeiro flanqueador, que desse a largura de jogo ao Sporting que a equipa tanto precisa e que fosse uma clara mais valia para o plantel.
  • Dois avançados, sendo um mais posicional e referência atacante (ao que tudo indica, o ex-Besiktas Bobô) e outro mais polivalente e que pudesse jogar sozinho na frente, mas também como avançado de suporte num alternativo 4x4x2 e, se possível, descaído numa das alas na táctica 4x3x3.
  • Por fim, um jogador jovem, tal como Carrillo e que se juntasse a João Gonçalves e ao peruano (não incluo Vítor Golas por se tratar de um guarda-redes e, como tal, uma situação diferente) como uma das três promessas que o novo presidente do Sporting quer ter no plantel.
Na minha opinião, este será o caminho que o Sporting tem de fazer para que possa ser mais competitivo em 2011/12. Dificilmente dará para ser campeão já na próxima temporada, mas pode ser fulcral para que os leões comecem a construir uma equipa que, num futuro próximo, ombreie com dragões e águias pelo lugar mais alto do pódio do futebol nacional.

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A festa leonina após mais um golo diante do Levski

Tratou-se de uma semana europeia a duas velocidades e, pode-se dizer, a duas felicidades. Na Liga dos Campeões, o Braga continua a cair com estrondo e, desta feita, acabou esmagado, na sua própria casa, pela matreira equipa ucraniana do Shakhtar Donetsk (0-3), no entanto, os maus resultados da “Champions”, desta feita, também contagiaram o Benfica, que, na deslocação a Genselkirchen, foi batido pelo Schalke 04 por duas bolas a zero. Porém, se a semana na principal competição europeia foi negra para as nossas cores, já a segunda ronda da Liga Europa não podia correr melhor, pois o Sporting esmagou, em Alvalade, o Levski Sófia (5-0) e o FC Porto, na deslocação à Bulgária, conquistou três preciosos pontos, após vencer o CSKA Sófia, por uma bola a zero.

Sp. Braga 0-3 Shakhtar Donetsk

Os arsenalistas, que vinham de uma pesada derrota no Emirates Stadium (0-6), nem entraram mal no jogo, beneficiando do bom posicionamento de Salino que, em boa hora, rendeu Hugo Viana e garantiu equilíbrio na estratégia bracarense. Durante a primeira metade, o Braga, apesar de ceder maior iniciativa de jogo aos ucranianos, até teve as melhores oportunidades, mas Moisés e o citado Leandro Salino não foram capazes de marcar.

Depois, na segunda metade, a saída de Salino acabou por retirar coesão ao Braga e isso, aliado à saída de Rodríguez por lesão, ainda na primeira parte, foi fatal para a equipa portuguesa, que se tornou presa fácil para uma equipa ucraniana muito forte no contra-ataque. Assim sendo, foi sem surpresa que Luiz Adriano (57′ e 72′) e Douglas Costa (90+1′) fizeram os golos do Shakhtar e colocaram o Braga com tarefa quase impossível para chegar à segunda fase da liga milionária.

Schalke 04 2-0 Benfica

O Benfica entrou muito bem no jogo e até se pensou que pudesse ser o dia em que, finalmente, ganharia na Alemanha, todavia, a forte entrada acabou por ser sol de pouca dura. Com o passar dos minutos, a equipa germânica foi equilibrando a contenda e a melhor oportunidade da primeira parte até pertenceu ao Schalke 04 que viu o poste negar o golo a Raúl e Roberto negar o golo a Rakitic, tudo na mesma jogada.

Na segunda parte, o jogo teve menos intensidade, mas percebia-se que a equipa alemã estava mais segura dentro de campo, ainda que se conseguisse aproximar com perigo da baliza do espanhol Roberto. Assim sendo, foram precisos dois erros graves do Benfica para que o Schalke conquistasse o primeiro triunfo, em casa, em jogos da Bundesliga: primeiro, foi César Peixoto que foi incapaz de interceptar um cruzamento e, aos 72 minutos, deixou Farfán marcar; depois, foi David Luiz a escorregar junto à linha de meio-campo e a permitir que, na sequência do lance de contra-ataque, Huntelaar fizesse, aos 84 minutos, o 2-0. Este resultado não coloca em causa as possibilidades do Benfica seguir em frente, mas é um duro golpe na confiança encarnada.

CSKA Sófia 0-1 FC Porto

O FC Porto fez uma primeira parte de grande nível e se chegou ao intervalo a vencer por apenas um a zero, isso deveu-se a alguma infelicidade na finalização e a uma excelente exibição do guarda-redes do CSKA: M’Bolhi. Durante esse período, entre grandes defesas do guarda-redes local e outros lances desperdiçados, restou o golo de Falcao (16′) para dar vantagem ao dragão.

Na segunda metade, o FC Porto, que tantas oportunidades havia desperdiçado na primeira parte, esteve menos bem e acabou por permitir a reacção do CSKA Sófia. Ainda assim, os búlgaros foram incapazes de concretizar as boas oportunidades que dispuseram, com Sheridan, principalmente ele, em plano (negativo) de destaque. Com este resultado, os azuis e brancos dão um passo de gigante rumo à segunda fase.

Sporting 5-0 Levski Sófia

Apesar dos números gordos do triunfo leonino, a primeira parte esteve longe de encantar, com a equipa verde e branca a ser mais do mesmo, ou seja, muita posse de bola e pouca objectividade no último terço. Ainda para mais, a primeira oportunidade de golo até pertenceu a Dembelé, mas o avançado visitante, na cara de Rui Patrício, atirou fraco.

Porém, na primeira parte, o Sporting soube ser eficaz (uma raridade esta temporada) e, em duas das poucas oportunidades de golo, Carriço (31′) e Maniche (43′) colocaram os leões em vantagem.

Na etapa complementar, o golo de Salomão, logo ao minuto 53, acabou definitivamente com o jogo, sendo que, a partir desse momento, a única dúvida era saber por quantos golos de diferença iria vencer o Sporting. Acabaram por ser cinco, graças a um fenomenal golo de Postiga (61′) e a um tento de Matias Fernandez (79′). Com este resultado, os leões colocam-se em excelente posição para se apurarem para a 2ª fase e, inclusivamente, vencerem o Grupo C da Liga Europa.

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A última época do Sporting foi um autêntico desastre que se resumiu a uma total ausência de títulos e a um triste quarto lugar na Liga Portuguesa. Ainda assim, penso que o futuro pode ser risonho, pois os ajustes do inverno passado e deste verão permitem que os verde e brancos tenham uma equipa mais equilibrada e com condições de fazerem um campeonato bem melhor que o transacto. Com bastantes soluções no meio campo e com o problema do lateral esquerdo resolvido, a integração de Stojkovic será, assim, o passo seguinte para que os leões possam ombrear pelo título nacional.

Pensando nessa integração e analisando todo o plantel leonino, este seria, na minha opinião, o melhor onze do Sporting Clube de Portugal.

 

Na baliza iria optar por Stojkovic, um jogador rápido, ágil, muito seguro e corajoso, que é, de longe, o melhor guarda-redes do plantel leonino. Graças ao atleta sérvio, o Sporting iria, por certo, conquistar muitos pontos, que seriam muito importantes no percurso verde e branco.

Quanto à defesa, penso que não há grandes dúvidas. Evaldo e João Pereira, nas laterais, dão garantias de serem competentes a defender e, acima de tudo, inteligentes e incisivos no ataque. Estes dois jogadores garantem ao Sporting uma profundidade ofensiva que nunca poderia ser dada por Leandro Grimi e Abel, podendo ser importantíssimos na nova época do futebol leonino. Por outro lado, no centro do reduto defensivo, o Sporting continua a não ser muito forte. Ainda assim, Daniel Carriço, mais liberto de marcações e com a possibilidade de subir no terreno com a bola controlada e Tonel, central mais de choque e de marcação, continuam a ser os jogadores que dão mais garantias.

No meio campo, o Sporting tem muitas e boas alternativas. No centro, optaria pelo duplo pivot: Miguel Veloso-Maniche, dois jogadores que são competentes a defender (principalmente Maniche) e que sabem lançar o ataque com enorme qualidade, pois são jogadores de boa visão de jogo e técnica apurada. Ainda assim, em jogos mais complicados, talvez fosse mais seguro retirar Miguel Veloso e colocar Pedro Mendes, pois o ex-Rangers é um jogador mais raçudo, que ocupa melhor os espaços e defende melhor.

Nas alas, colocaria Izmailov na esquerda e Sinama-Pongolle na direita. O russo seria um extremo mais puro, que procuraria mais a linha, ainda que também fizesse bastantes diagonais para o centro, ou para combinar com Liedson ou para fazer uso do seu forte pontapé de meia distância. Já o francês funcionaria, no flanco oposto, como um falso extremo, aparecendo várias vezes ao lado de Liedson e usando o seu posicionamento no flanco, apenas como uma armadilha para aparecer embalado no um contra um com os adversários. Este esquema, sem extremos puros, aproveita o facto do Sporting ter laterais com capacidade de dar profundidade ao jogo ofensivo, pois sempre que João Pereira não possa jogar na direita, será mais inteligente usar Valdes no lugar de Sinama Pongolle.

Por fim, no centro do ataque, optaria por colocar Matias Fernandez na posição dez, dando ao chileno liberdade total para libertar o seu futebol criativo. O chileno teria poucas preocupações defensivas e teria a missão tanto de criar jogo como de funcionar como muleta para o ponta de lança Liedson, um jogador que pareceria, em primeira instância que estaria sozinho na frente de ataque, mas teria sempre a companhia ou de Pongolle ou de Fernandez, para fazer combinações que o deixassem em posições privilegiadas para finalizar.

Com bons suplentes como Vukcevic (para o lugar de Izmailov, Pongolle ou, até, Matias Fernandez) e Postiga (Tanto pode jogar como ponta de lança como avançado centro), o Sporting, com esta base táctica, seria sempre uma equipa com condições para discutir o título nacional e fazer uma boa campanha na Liga Europa.

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Coates a festejar um golo pelo Nacional

No Nacional de Montevideu joga um dos defesas centrais mais promissores da América do Sul. Trata-se do jovem uruguaio Sebastián Coates.

O internacional sub-20, de apenas 19 anos, joga no Nacional desde 2009 e captou a atenção dos muitos olheiros que já o viram actuar. Há mesmo quem diga que ele, na próxima época, irá transferir-se para um clube europeu de nomeada.

Coates é um atleta extremamente alto (1,96 metros) e, por isso, imperial no jogo áereo, tanto defensivo como ofensivo (marca golos de cabeça com frequência). Contudo, apesar de ser um gigante, não é nada desengonçado e além de subir muito bem no terreno com a bola controlada, também defende muito bem em lances de um contra um. O uruguaio também lê muito bem o jogo e, nesse seguimento, é excelente na antecipação.

Assim sendo, e tendo em conta as suas características, seria o jogador ideal para actuar ao lado de Daniel Carriço ou David Luiz, por exemplo.

Para terem uma melhor noção das suas capacidades, deixo-vos um vídeo de Sebastián Coates a actuar na Copa Libertadores 2009.

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