Feeds:
Artigos
Comentários

Posts Tagged ‘Domingos’

Parece que está a caminho do Sporting um defesa-central brasileiro imponente e com boa margem de progressão, que poderá suprimir os problemas dos leões no seu reduto recuado: Xandão.

Nascido a 23 de Fevereiro de 1988 em Araçatuba, Brasil, Alexandre Luiz Reame iniciou a sua carreira no Guarani em 2005, tendo permanecido nessa equipa paulista até 2008, com empréstimo ao Atlético Paranaense (2006/07) pelo meio.

Sempre com bom índice de utilização, o central brasileiro passou depois pelo Desportivo Brasil, Fluminense e Grémio Barueri, até se transferir em 2010 para o São Paulo, onde na última época e meia efectuou 77 jogos em todas as competições oficiais.

Defesa-central alto mas rápido

Com 1,93 metros, Xandão é um defesa-central muito forte no jogo aéreo, sendo imperial nas alturas a defender e perigoso no processo ofensivo.

Apesar de ser muito alto, o defesa brasileiro até é um jogador rápido, sendo muito dificilmente ultrapassado em velocidade, pois também se posiciona com critério e sabe cobrir os espaços.

Aos 23 anos, o seu principal problema é alguma agressividade excessiva e, muitas vezes, jogar feio em demasia, não se coibindo de “chutões” para a bancada ou de faltas duras sempre que a ocasião o obriga.

Ainda assim, no contexto futebolístico europeu, parece-me um reforço muito interessante e útil para uma equipa sportinguista que, nos últimos tempos, apenas tem contado com Anderson Polga e Onyewu (Domingos descartou Carriço como central…) para essa posição importantíssima do terreno.

Anúncios

Read Full Post »

A "Era" Godinho Lopes tem surpreendido

Antes de mais, mas porque alguns sabem e outros suspeitam, eu sou sportinguista. Talvez não seja aquele sportinguista que estão habituados e que destila ódio no Benfica e, numa menor escala, no FC Porto, mas sou daqueles que sente o clube verde-e-branco desde tenra idade, seguindo o clube com paixão desde os seis anos de idade, ou seja, desde a temporada 1989/90.

Apesar de tudo, sempre tive a capacidade de analisar friamente o dia a dia dos leões, criticando sempre que havia algo para criticar, até porque é bem mais fácil criticarmos aquilo de que realmente gostamos, porque até é uma maneira de aliviar o stress e, de certa forma, lidar com a tristeza que isso nos transmite.

E vamos ser sinceros, as duas últimas temporadas foram um desastre e, mesmo o termo desastre, poderá ser entendido como um eufemismo…

Em apenas um par de épocas, conseguimos ficar a uma enorme distância do Benfica e do FC Porto, sendo que mesmo o Braga superou-nos largamente na temporada 2009/10 e, mesmo nesta, só nos cedeu o terceiro lugar, porque, valha a verdade, apostou tudo e mais alguma coisa na sua (excelente) campanha europeia.

Assim sendo, independentemente de termos ficado ligeiramente à frente dos bracarenses no campeonato transcato, penso que é honesto afirmar que pelo combinado das duas últimas temporadas, o Sporting parte no quarto lugar da grelha de partida. Triste? Sim, mas realista.

O plantel da última época, apesar de honestamente não ser tão mau como muitos o pintaram, era, ainda assim, demasiado curto tanto em quantidade como em qualidade para uma equipa do gabarito dos leões. Afinal, quantos jogadores do Sporting teriam lugar no onze do FC Porto ou no Benfica? Rui Patrício em ambos e, quanto muito, João Pereira e Izmailov nos encarnados.

Como tal, a tarefa de qualquer direcção que pegasse no Sporting Clube de Portugal seria sempre hercúlea e, em primeira instância, nunca poderá passar por muito mais que um afastamento valente em relação ao Sporting de Braga e uma aproximação ao Benfica e ao FC Porto. Porque, sinceramente, é extremamente difícil que os leões, em apenas uma temporada, consigam atingir o patamar de equipas que nas últimas duas épocas estiveram anos-luz à frente do Sporting.

Honestamente, o meu candidato preferido nem era Godinho Lopes. Pareceu-me demasiado inseguro e frágil e, sinceramente, pareceu-me perceber muito pouco de futebol. A lista de jogadores, como se veio a confirmar por só ter vindo Rodríguez, verificou-se rapidamente que era pouco fiável e apenas para granjear algumas centenas de votos de sócios mais iludidos e/ou aterrorizados com a ideia de Bruno de Carvalho ser um novo “Vale e Azevedo”…

Ainda assim, o facto de (aparentemente) perceber pouco de futebol acabou por ser um dos grandes trunfos do novo Presidente do Sporting, pois nota-se facilmente que apesar de Godinho Lopes afirmar que “tem sempre a última palavra”, as decisões do planeta futebol, tanto ao nível de dispensas ou contratações passam a 99,9% pela dupla Luís Duque/Carlos Freitas. 

Esta dupla, apesar de não ser perfeita, é um enorme avanço para o Sporting. São duas pessoas que têm um profundo conhecimento do mercado e, no caso de Luís Duque, trata-se de alguém que sabe o que quer e para onde vai, sendo um profissional que irá bater o punho na mesa sempre que verificar que o Presidente está, de certa forma, a limitar ou a condicionar a sua mentalidade de maior risco que quer incutir no Sporting.

Até agora e em poucos meses, a mudança tem sido radical. É verdade que as contratações não tem sido daquelas de chamar dezenas de milhares de jogadores ao estádio, mas têm sido inteligentes e criteriosas: Schaars e Rinaudo (penso que posso contar com o argentino) são dois excelentes médios e que vão dar outra dimensão ao anteriormente frágil miolo leonino; van Wolfswinkel é um “matador”, algo que o Sporting não tem desde a saída de Liedson, sendo também jovem e promissor e Rodríguez é, na minha honesta opinião, melhor que qualquer central do plantel.

Das outras contratações: Arias e Carrillo, vou esperar para ver, pois tratam-se de jogadores com muito potencial, mas que pela tenra idade e reduzida experiência serão sempre incógnitas na sua possível adaptação. Ainda assim, se for criado (como acredito que está a ser criado) um grupo forte e mais competitivo, estes jogadores terão uma possibilidade de sucesso muito maior.

Para além disso, o Sporting contratou um treinador muito competente e com margem de progressão (Domingos) e tem demonstrado uma política de comunicação muito diferente para melhor. Agora, as contratações apenas se sabem (quase) em cima da hora, aumentando exponencialmente a possibilidade de sucesso e, também, fazendo com que os negócios possam ser feitos por um valor bem mais baixo do que o que acontece quando o interesse é demasiado publicitado.

Assim sendo, tem sido um bom começo e, sinceramente, estou esperançado que esta nova direcção do Sporting volte a colocar os leões no caminho do sucesso. Veremos se os leões, finalmente, se aproximam de FC Porto e Benfica, pois isso, para além de ser bom para o Sporting e para os sportinguistas, também seria bastante positivo para dragões e águias e para o futebol português, pois quanto maior for a concorrência, maior é a possibilidade de evolução e competitividade além-fronteiras do nosso desporto rei.

Read Full Post »

Schaars era o capitão do AZ

Por uma mera bagatela de 825 mil euros, chegou ao Sporting Clube de Portugal um dos mais requisitados médios de transição da Eredivisie, o internacional holandês: Stijn Schaars.

Nascido a 11 de Janeiro de 1984 em Gendt, Holanda, Stefanus Johannes “Stijn” Schaars iniciou a sua carreira nas camadas jovens do De Batavan, antes de se mudar posteriormente para Arnhem para representar o Vitesse.

No clube eliminado pelo Sporting nos oitavos de final da Taça UEFA (90/91), Schaars estreou-se profissionalmente a 9 de Março de 2003 num duelo no campo do FC Utrecht, em que o Vitesse saiu derrotado por quatro bolas a uma.

Desde essa partida, o internacional holandês, haveria de efectuar 50 jogos (5 golos) ao serviço do Vitesse, abandonando o clube de Arnhem no final da temporada 2004/05, para representar o AZ Alkmaar.

Tornou-se o capitão do AZ

No clube de Alkmaar, Schaars rapidamente assumiu a titularidade, tendo apenas falhado metade da temporada 2006/07 e a totalidade da época 2007/08 devido a uma grave lesão que lhe proporcionou um enorme tempo de paragem.

Contudo, apesar de ter ficado parado cerca de ano e meio, o internacional holandês teve força de vontade e capacidade para superar o infortúnio e, em 2008/09, quando regressou à competição, nem parecia que havia ficado tanto tempo parado.

Até 2010/11 e mesmo tendo ficado época e meia sem jogar, Schaars efectuou 129 jogos (7 golos) pelo AZ, tendo se sagrado campeão holandês na temporada 2008/09 e conseguido chegar a capitão de equipa do importante clube dos Países Baixos.

Médio de transição de grande qualidade

Se Domingos optar, como se espera, por utilizar o 4x2x3x1 como táctica predilecta para o Sporting, Schaars será o jogador ideal para actuar ao lado de um “seis” como jogador com capacidade de efectuar rápidas transições, ou seja, o atleta a quem agora se gosta de chamar de “box to box”.

Raçudo e lutador, Schaars destaca-se pela enorme capacidade táctica e inteligência nas movimentações, apresentando também um pé esquerdo de boa qualidade que é importante na sua qualidade de passe e nos lances de bola parada.

Neste momento, na experiência dos 27 anos e com 15 internacionalizações pela selecção laranja, Stijn Schaars será, claramente, um reforço de peso para o Sporting (2011/12).

Read Full Post »

Mielcarski (2º em cima) na equipa do FC Porto (1998/99)

Chegou ao FC Porto no defeso de 1995/96 para reforçar a frente de ataque e ser um alternativa mais poderosa fisicamente a Domingos Paciência. Permaneceu nos dragões durante quatro temporadas e, apesar de não se poder dizer que se tratava de um péssimo ponta de lança, ficou bem abaixo das expectativas dos responsáveis azuis e brancos, não passando dos oito golos em quarenta e um jogos pelos dragões.

Grzegorz Mielcarski nasceu a 19 de Março de 1971 em Chełmno, na Polónia, começando a dar nas vistas, aos 18 anos, no Olimpia Poznań. Nesse clube, permaneceu durante três temporadas e meia (1989-92), destacando-se pela regularidade e pela capacidade goleadora, pois fez 28 golos em 88 jogos.

No início de 1993, transferiu-se para a Suíça e para o Servette, contudo, em Genebra, não se ambientou e a sua aventura helvética terminou seis meses depois, com Mielcarski a regressar à Polónia e, desta feita, ao Gornik Zabrze.

No clube de Zabrze permaneceu por apenas uma temporada (1993/94) e com números interessantes (23 jogos, 8 golos), regressando, na época seguinte, ao Olimpia Poznań, onde iniciou a época de 1994/95.

A meio da temporada, o gigante polaco Widzew Łódź interessou-se no concurso de Mielcarski e o avançado polaco terminou a época no clube de Łódź em grande estilo, marcando sete golos em dezassete partidas.

Estas boas exibições no campeonato polaco, aliadas ao facto de Mielcarski ter sido medalha de prata nos Jogos Olímpicos de 1992 em Barcelona (curiosamente ao lado de Juskowiak), despertaram o interesse do FC Porto que, na altura, entendia que o polaco podia ser o jogar ideal para partidas em que fosse necessário maior poder físico no coração da área.

Durante quatro temporadas, o internacional polaco foi  pouco utilizado nos dragões. Jogador útil, que marcava alguns golos de vez em quando, nunca se assumiu, ainda assim, como um grande reforço, acabando por fazer apenas 41 jogos e oito golos ao longo do tempo em que esteve no FC Porto.

Após sair dos azuis e brancos, esteve a época de 1999/2000, em Espanha, no Salamanca (19 jogos, 2 golos), regressando, em 2000/01, à Polónia, para vestir a camisola do Pogoń Szczecin (20 jogos, 9 golos).

Posteriormente, esteve ainda, sem brilho, no AEK Atenas, terminando a sua carreira, em 2002/03, ao serviço dos polacos do Amica Wronki.

Um percurso longo e com muitas peripécias, que nunca confirmou as boas indicações que o atacante deu no início da sua carreira, mas que ainda lhe permitiu jogar pelo FC Porto e garantir dez internacionalizações pela Polónia.

Read Full Post »

Timofte era uma estrela desse FC Porto

Disputava-se a quinta jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões 1993/94 e o FC Porto, após duas vitórias e duas derrotas, sabia que precisava de um resultado positivo para continuar a sonhar com as semi-finais da competição mais importante do futebol europeu. O jogo era extremamente difícil, pois os portistas defrontavam o campeão alemão em título, todavia, o facto de o terem vencido, em casa, por 3-2, dava confiança à equipa azul e branca de, pelo menos, alcançar um empate em Bremen. No entanto, se uma igualdade já deixaria os portistas satisfeitos, o que aconteceu na Alemanha foi muito melhor do que os melhores sonhos do FC Porto. Numa exibição segura, sublime e magistral, os dragões cilindraram o Werder Bremen por cinco bolas a zero, escrevendo, por certo, uma das páginas mais bonitas do FC Porto.

Naquela altura, antes de se chegar à fase de grupos (só com campeões e com apenas oito equipas), as equipas tinham de disputar duas eliminatórias e, assim, o FC Porto teve, como adversários, os malteses do Floriana (1ª eliminatória), que afastou com vitória caseira por 2-0 e empate fora (0-0) e os holandeses do Feyenoord (2ª eliminatória), que afastou com vitória nas Antas (1-0) e nulo na banheira de Roterdão.

Chegados à fase de grupos, os dragões iniciaram a prova da melhor maneira, vencendo, em casa, o Werder Bremen (3-2). No entanto, depois perderam gás, sendo derrotados em San Siro, diante do Milan (0-3) e em Bruxelas, diante do Anderlecht (0-1), este último com o golo do desaire a surgir apenas a dois minutos do fim pelo inevitável Luc Nilis.

Assim sendo, a equipa portuguesa estava sobre enorme pressão no início da segunda volta, sendo obrigada a, pelo menos, conquistar sete pontos para estar segura da qualificação. Na quarta jornada, tudo começou bem, pois o FC Porto recebeu e venceu o Anderlecht por 2-0, seguindo-se, assim, a difícil e decisiva deslocação a Bremen.

Na Alemanha, para a quinta jornada, o FC Porto fez, provavelmente, a melhor exibição da época. Com um futebol rápido e envolvente e uma eficácia impressionante, os golos foram-se sucedendo na baliza de Oliver Reck, que mal podia acreditar no que lhe estava a acontecer.

Rui Filipe, Kostadinov, Timofte, Domingos e Secretário fizeram os golos de uma goleada impressionante por cinco bolas a zero e que colocava o FC Porto com possibilidades, inclusivamente, de vencer o grupo e evitar o Barcelona nas meias-finais.

Infelizmente para os portistas, no último jogo, não foram capazes de superar o Milan (0-0) e, assim, teriam de jogar as semi-finais com o Barcelona e com uma agravante. Na altura, as meias-finais eram a apenas uma mão, na casa do vencedor do grupo. Assim sendo, o FC Porto disputava o acesso à final, diante do super-Barça e em Nou Camp.

Nesse jogo, dois golos de Stoichkov e um grande golo de Koeman destruiram o sonho portista, contudo, não apagaram a memorável noite de Bremen, onde o FC Porto, uma vez mais, havia mostrado que se havia tornado um grande clube europeu.

Read Full Post »

Sougou é arma estudante para o jogo com os leões

A última derrota do Sporting, em casa, diante do V. Guimarães (2-3), deixou marcas profundas, pois, além de ter impedido que os leões chegassem ao segundo lugar, surgiu nos últimos quinze minutos e depois dos verde e brancos terem conquistado uma confortável vantagem de dois golos. Agora, em Coimbra, diante da Académica, os leões são obrigados a triunfar, pois, caso contrário, a situação de Paulo Sérgio em Alvalade começará a ser pouco menos que insustentável. Nos outros jogos da ronda, destaque o grande clássico do Minho, entre V. Guimarães e Braga, um jogo que, normalmente, é sempre emocionante e explosivo.

FC Porto-Portimonense

Já apurado para os dezasseis-avos de final da Liga Europa e a fazer um campeonato quase perfeito, o FC Porto tem, esta jornada, um teste aparentemente fácil, em casa, diante dos algarvios do Portimonense. Depois de ter vencido o Benfica, no Dragão, por 5-0, não é esperado que os portistas sejam surpreendidos por uma equipa algarvia que, em cinco jogos fora, apenas conquistou um miserável ponto. Assim sendo, tudo o que não seja uma vitória tranquila dos portistas neste jogo será uma tremenda surpresa.

V. Guimarães-Sp. Braga

Após vencer o Sporting em pleno Alvalade XXI, o V. Guimarães volta a ter um teste de fogo, desta vez diante do seu grande rival: Sp. Braga. Perante uma equipa que tem gerido mal estar, simultaneamente, na Liga dos Campeões e na Liga Sagres, os vimaranenses procurarão um triunfo que lhes permitirá manter o segundo lugar.

Por outro lado, os bracarenses não podem perder, pois além de começarem a afastar-se da luta pelo segundo lugar, também colocarão tanto a qualificação para a Liga Europa como, inclusivamente, o lugar de Domingos Paciência em risco.

Benfica-Naval

Longe de serem o rolo compressor da temporada passada, os encarnados vêm de uma traumatizante e pesada derrota no Dragão por cinco bolas a zero. Neste momento, com a revalidação do título a começar a ser uma miragem, as águias precisam de, em primeira instância, reconquistarem o respeito e a confiança dos adeptos e, depois, tentarem alcançar o máximo de pontos possível, sempre espreitando por uma pouco esperada, mas possível queda abrupta dos azuis e brancos. Assim sendo, este duelo contra o frágil Naval é um excelente jogo para a retoma pós-Dragão.

Académica-Sporting

Depois de uma fase em que os leões pareciam estar em retoma e em clara subida de forma, apareceram duas derrotas (1-3 em Gent e 2-3, em casa, diante do V. Guimarães) que voltaram a colocar tudo em xeque e deixaram novamente os verde e brancos sobre brasas. Agora, no sempre difícil campo da Académica, os leões são obrigados a conquistar os três pontos, pois qualquer outro resultado irá acentuar o crescente divórcio entre adeptos e equipa, numa situação que, num futuro próximo, poderá ser insustentável para Paulo Sérgio.

Nos outros jogos da jornada 11, o grande destaque vai para o derbi do Funchal entre Nacional e Marítimo, num jogo que move sempre grandes paixões e imprevisibilidade, o favoritismo tem de ir para o Nacional (4º), bem melhor classificado no campeonato. A ronda onze conclui-se com o U. Leiria-V. Setúbal, Olhanense-Beira Mar e Rio Ave-P. Ferreira.

Read Full Post »

F. Alexandre é arma algarvia para parar o dragão

Benfica e Sporting terão de ultrapassar equipas madeirenses para não deixarem o FC Porto fugir, ainda mais, no campeonato português. Os encarnados, que vêm de uma motivadora vitória diante dos leões, terão de ultrapassar o Marítimo nos Barreiros, enquanto os leões quererão esquecer a derrota da passada ronda com um triunfo caseiro diante do Nacional. Alheio a estes duelos estará o FC Porto, que procurará vencer o Olhanense no Dragão e ampliar para seis o número de triunfos seguidos nesta edição da Liga Zon Sagres.

FC Porto-Olhanense

A equipa azul e branca tem feito um início de campeonato excepcional com vitórias em todos os jogos realizados, mas, ainda assim, este duelo com o Olhanense pode ser mais difícil do que aparenta à partida. A equipa algarvia ainda não perdeu e encontra-se na terceira posição do campeonato, tendo ainda o aliciante extra de poder ser a primeira equipa a roubar pontos aos dragões. Em suma, teste interessante à qualidade e estofo dos pupilos de André Villas Boas.

Sp. Braga-Naval

Os bracarenses entraram muito fortes na temporada 2010/11, mas os últimos jogos (derrotas com FC Porto e Arsenal e empate com o Paços de Ferreira) não correram bem à equipa de Domingos. Assim sendo, este duelo diante da Naval será um teste importante para se perceber se aqueles desaires foram meros acidentes de percurso ou, ao invés, se revelam uma acentuada e irreversível quebra de forma do Sp. Braga.

Sporting-Nacional

Caminhando constantemente num limbo de bons e maus resultados, boas e más exibições, euforia e descrença, o Sporting é sempre uma equipa imprevisível e da qual nunca se sabe muito bem o que esperar. Desta feita, diante de uma equipa madeirense que prometeu muito no início da época, mas que vem de três derrotas consecutivas, os leões estão obrigados a mostrar a sua melhor cara e a vencerem, pois a distância que os afasta do FC Porto começa a ser muito grande.

Marítimo-Benfica

No rescaldo da vitória no derby, o Benfica não pode relaxar, pois, na verdade, os nove pontos de distância para os portistas pesam e muito nas contas da liga. Assim sendo, diante de uma equipa que tem feito um péssimo início de campeonato, as águias estão absolutamente obrigadas a vencer para continuarem a assumir a luta pelo bicampeonato.

Nos outros encontros, destaque para a difícil deslocação do segundo classificado V. Guimarães a Coimbra. Um jogo que se prevê muito interessante entre duas das equipas que praticam melhor futebol em Portugal. A jornada seis conclui-se com o U. Leiria-Rio Ave, V. Setúbal-P. Ferreira e Portimonense-Beira Mar.

Read Full Post »

Older Posts »