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Mattheus é um talentoso médio-ofensivo

Mattheus Oliveira é o curioso caso de um futebolista que se tornou conhecido ainda recém-nascido, fruto de um célebre festejo do seu pai, Bebeto, após ter marcado um golo à Holanda (3-2) em jogo dos quartos de final do Mundial 94.

Inegável, contudo, é que ser filho de alguém que marcou de forma tão acentuada o futebol brasileiro e mundial acabou por se revelar igualmente uma herança pesada para o médio-ofensivo, que desde cedo teve de lidar constantemente com a exagerada pressão de quem insiste em traçar paralelismos com Bebeto.

O jovem de 22 anos, ainda assim, tem sabido construir o seu percurso com critério, conseguindo agora um importante salto para um dos maiores clubes portugueses, afigurando-se o Sporting como o palco ideal para que Mattheus Oliveira consiga finalmente escrever uma história com nome próprio e se afaste, definitivamente, do sempre ingrato rótulo do “filho de Bebeto”.

Juventus e Real Madrid estiveram interessados

Mattheus de Andrade Gama de Oliveira nasceu a 7 de Julho de 1994 no Rio de Janeiro, Brasil, sendo um produto das escolas do Flamengo, emblema carioca onde foi evoluindo durante todo o seu percurso no futebol juvenil e pelo qual se estreou no futebol sénior, com apenas 17 anos, num duelo diante do Olaria.

Destaque das camadas jovens do Flamengo e com um percurso interessante nas selecções jovens do Brasil, foi então sem surpresa que o médio-ofensivo foi ganhando algumas oportunidades na equipa principal do “rubro-negro”, tendo feito 12 jogos oficiais em 2012.

Essa ascensão de Mattheus, aliás, levou grandes clubes europeus a sondá-lo, com a imprensa brasileira a chegar a ligá-lo ao interesse de gigantes como a Juventus (que terá estado mesmo perto de contratá-lo) e Real Madrid. A verdade, contudo, é que o jovem talento foi perdendo espaço no Flamengo, somando apenas mais oito jogos oficiais durante a época de 2014.

Estoril foi importante passo atrás

Sentindo que estava a estagnar no Flamengo, Mattheus Oliveira acedeu a mudar de ares, sendo que não se transferiu apenas de clube, mas igualmente de país, ou não tivesse rumado a Portugal e ao Estoril.

Ao clube canarinho, chegou em Janeiro de 2015, a título de empréstimo, ainda que essa transferência se tenha tornado definitiva um ano e meio depois, naquilo que se assumiu como a consequência lógica do seu excelente impacto no nosso campeonato.

Afinal, em dois anos e meio, o internacional sub-20 brasileiro somou um total de 60 jogos (seis golos, 12 assistências) pelo Estoril, destacando-se tanto na função de médio-ofensivo, médio-centro ou extremo.

Leão recebe um diamante para lapidar

É inegável que o Sporting contratou alguém que ainda deverá ser catalogado de “projecto de futebolista de topo”, mas é igualmente inegável que o que não falta é potencial para que Mattheus Oliveira se afigure como um excelente reforço para os verde-e-brancos.

Com um pé-esquerdo absolutamente fantástico, o jovem de 22 anos destaca-se pela excelente capacidade de passe (é fortíssimo no último passe), qualidade nas bolas paradas, visão de jogo e inteligência nas movimentações, sendo feito à medida para a posição “dez”.

Também podendo actuar como extremo (preferencialmente à direita, onde pode ser especialmente perigoso nas diagonais para o centro), o esquerdino deverá, todavia, encontrar maiores oportunidades no Sporting como alternativa a Adrien Silva na posição “oito”, curiosamente uma função que vem desempenhando nos últimos jogos que fez na Amoreira.

Aí, e mesmo que seja inclusivamente superior ao internacional português naquilo que pode oferecer ao processo ofensivo, a verdade é que o brasileiro terá ainda de evoluir no que toca ao momento defensivo, nomeadamente ao nível da intensidade de jogo, capacidade de recuperação e posicionamento. Ou seja, será necessário algum trabalho de laboratório antes que Mattheus Oliveira se possa assumir como um “oito” à imagem de Jorge Jesus.

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Anderson Esiti poderá reforçar o Sporting

Anderson Esiti poderá reforçar o Sporting

A lesão de William Carvalho veio complicar de sobremaneira as contas de Jorge Jesus para a posição “seis” do Sporting, sendo que os verde-e-brancos, mesmo antes do infortúnio do internacional português, já haviam tentado a aquisição de Danilo Pereira para funcionar como o seu backup.

Nesse seguimento, e mesmo que existam algumas soluções no plantel, a verdade é que parece agora claro que os leões irão garantidamente ao mercado para a contratação de um médio-defensivo, voltando a falar-se do nigeriano Anderson Esiti, um alvo antigo do Sporting e que milita agora no Estoril-Praia.

Cresceu no Leixões

Anderson Esiti nasceu a 24 de Maio de 1994 em Warri, Nigéria, mas cedo viajou para Portugal, isto para evoluir na equipa de juniores do Leixões, emblema pelo qual se estreou no futebol sénior em 2013/14, e logo com grande impacto, ou não tivesse somado 47 jogos oficiais e merecido inclusivamente a cobiça do Sporting.

A verdade, contudo, é que os leões não conseguiram assegurar a contratação do “seis”, que acabaria por rumar ao Estoril-Praia, emblema pelo qual terminou a temporada transacta com um pecúlio de 26 jogos oficiais, isto mesmo que tenha merecido mais a confiança de José Couceiro do que de Fabiano Soares.

Enorme qualidade no processo defensivo

É inegável que este futebolista nigeriano tem um enorme talento e potencial, beneficiando de uma dimensão física (1,89 metros e 82 quilos) que lhe garante grande eficácia nos duelos aéreos e nos confrontos corpo a corpo, mas também apresentando uma grande maturidade ao nível do posicionamento e eficácia no desarme, antecipação e contenção.

Defensivamente, aliás, Anderson Esiti parece talhado para um dos aspectos que Jorge Jesus muito gosta nos seus “seis” e que passa pela capacidade de recuar para junto dos centrais, isto por forma a poder projectar ofensivamente os laterais, que, no Sporting (Jefferson e João Pereira), estão destinados a oferecer muita verticalidade.

Tem de assumir mais o risco

Onde lhe falta alguma evolução, valha a verdade, é no processo ofensivo, sendo que para jogar num clube com a dimensão do Sporting parece-me que o jovem de 21 anos terá de assumir mais o jogo e projectar-se mais para o ataque.

Ainda assim, tendo Anderson Esiti até alguma qualidade técnica, e sabendo-se da qualidade de Jorge Jesus para “inventar” médios-defensivos de grande qualidade, poderá prever-se um crescimento claro neste aspecto específico, em algo que projectaria imediatamente o nigeriano para um patamar de clara excelência.

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Maxi Pereira evitou males maiores com o Estoril

Maxi Pereira evitou males maiores com o Estoril

Ontem assisti com bastante interesse ao Benfica-Estoril, duelo que, em primeiro lugar, era importantíssimo para as contas do título, mas, ao mesmo tempo, também assumia contornos quase decisivos na intensa batalha pelo último posto de acesso à Liga Europa, que, lembre-se, é o único objectivo que o Sporting ainda tem para este final de época.

Antes de mais, há que dar os parabéns à equipa do Estoril. Nestes casos, existe a injusta tendência de se procurar demérito no favorito, todavia, o que se assistiu no Estádio da Luz foram uns canarinhos adultos, personalizados e, valha a verdade, a justificarem o facto de estarem bem perto do inédito apuramento para as competições europeias.

Não partilho da opinião de que o Benfica tenha entrado em campo com a certeza de que ia ganhar, de uma maneira ou de outra. Os encarnados lutaram para vencer e, perante 90% dos adversários que encontram no campeonato nacional, teriam triunfado sem problemas com a mesma exibição que fizeram ontem. O seu azar foi encontrarem um Estoril inspirado e a grande nível.

Nesta fase da época, não falta alma às águias, o que poderá faltar, aqui e ali, são pernas, pois o Benfica está a pagar um percurso quase imaculado que o leva a somar um total de 53 jogos oficiais na temporada 2012/13. É verdade que o Benfica tem um plantel com soluções e que Jorge Jesus tem procurado fazer uma gestão da equipa, todavia, também é bem notório que alguns jogadores chegam a esta fase da época em natural quebra de forma.

Independentemente de tudo isto, não deixo de ficar um pouco surpreendido com as claras variações de humor que existiram em muitos adeptos benfiquistas depois do dia de ontem. De facto, depois de uma crença quase inabalável no título 33, muitos passaram a uma fase de quase depressão, prevendo, até, situações extra-futebol que os poderão condicionar no próximo clássico no Estádio do Dragão.

Numa opinião alheia à cor clubística, fui lendo e ouvindo que a pressão passava agora a estar no lado do Benfica e que o FC Porto passava a estar mais tranquilo e com o tricampeonato à sua mercê. Pois bem, não posso concordar minimamente com estes temores e análises. Para mim, o Benfica continua com menos pressão que o FC Porto e as razões são várias:

  1. O Benfica continua com mais dois pontos que o FC Porto e, como tal, vai ao Dragão a jogar para dois resultados possíveis (vitória e empate)
  2. Mesmo que o FC Porto vença o Benfica, a equipa azul-e-branca terá de ganhar em Paços de Ferreira na última jornada. Um duelo muito difícil perante um adversário que, lembre-se, tem apenas três derrotas no campeonato nacional.
  3. O campeonato é o único título que o FC Porto pode vencer esta temporada, situação que, obviamente, criará uma pressão extra nos portistas, pois o Benfica ainda está em três frentes e, como tal, com muito maiores probabilidades de sucesso generalizado
  4. O Benfica tem melhor equipa que o FC Porto. Mesmo não estando na melhor forma da temporada, os encarnados têm mais soluções que os azuis-e-brancos e, acima de tudo, são mais bem treinados

Como tal, continuo a considerar o Benfica favorito para a conquista do campeonato nacional e não posso partilhar das teorias de muitos “profetas da desgraça” que, ao mínimo deslize, começam logo a prever a hecatombe de todos os sonhos construídos até esse momento.

Ainda assim, não quero com isto dizer que o Benfica será, sem margem de dúvida, campeão nacional em 2012/13. O FC Porto, por certo, terá uma palavra a dizer e, com este empate encarnado, as suas possibilidades de atingir o tricampeonato aumentaram exponencialmente. No entanto, o favorito continua a ser o Benfica. Como já era antes desta igualdade com o Estoril.

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Zezinando no Samut Songkhram

Talvez já não se lembrem dele, mas, há uns seis/sete anos atrás, era uma das promessas do Sporting Clube de Portugal, um médio-centro raçudo e generoso, a quem atribuíam um futuro risonho. Em Alvalade, passou por todas as etapas da formação, desde os infantis até aos júniores, tendo, depois, em 2005/06, estado no banco na equipa sénior em duas ocasiões, mas, no entanto, sem ter conseguido fazer qualquer minuto com a camisola principal dos verde-e-brancos. Depois da passagem pelos leões, andou por vários clubes menores, até que desapareceu da atenção do grande público, até que o encontrámos, agora, em pleno sudeste asiático…

Produto das escolas do Sporting

Zezinando Odelfuides Gomes Correia nasceu a 1 de Janeiro de 1987 em Bissau, Guiné-Bissau, tendo vindo para Portugal muito novo. No futebol, iniciou-se no Farense, mas rapidamente se mudou para o Sporting, onde fez todas as etapas do futebol juvenil, até ter oportunidade de treinar com a equipa sénior em 2005/06. Digo treinar, porque, nessa temporada, o jovem de origem guineense não somou qualquer minuto, tendo apenas a sorte de ter estado no banco em duas partidas que os leões fizeram nessa época.

Nas três temporadas seguintes, Zezinando foi sempre emprestado a equipas da zona metropolitana de Lisboa, tendo representado o Estoril (22 jogos), Atlético (25 jogos) e Real (17 jogos), respectivamente.

Estrela, desemprego e Tailândia…

Em 2009/10, mudou-se a título definitivo para o Estrela da Amadora, clube onde fez 26 jogos na II Divisão, mas onde teve o azar de assistir ao triste fim do histórico clube da Reboleira.

Na temporada seguinte, talvez marcado pelo fim súbito do Estrela, acabou por não representar qualquer emblema. No entanto, na actual temporada, acabou por voltar ao futebol profissional, surpreendendo, contudo, pelo destino. Zezinando, neste momento, representa o Samut Songkhram Football Club, clube da primeira divisão da Tailândia…

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Licá tem brilhado no Estoril

Uma das razões para que o Estoril lidere isoladíssimo o campeonato da segunda liga em Portugal é um avançado português que tem marcado golos à catadupa, assumindo-se claramente como homem para outros voos: Licá.

Nascido a 8 de Setembro de 1988 em Castro D’Aire, Luís Carlos Pereira Carneiro “Licá” iniciou a sua carreira no Social Lamas, tendo passado pela Académica, Tourizense e Trofense, antes de se transferir, no último defeso de Verão, para o Estoril.

Até chegar aos canarinhos, o avançado português tinha como melhor registo de golos, seis tentos pelo Tourizense em 2007/08, todavia, esta época, tem destruído todos os recordes, somando catorze golos em todas as competições oficiais disputadas pela equipa que lidera a Liga Orangina.

Avançado rápido e letal

Licá é um ponta de lança de 1,80 metros e 71 quilos que faz da mobilidade, velocidade e frieza na hora de atirar à baliza os seus maiores predicados.

Capaz de deambular por todas as zonas ofensivas, o avançado-centro é evoluído tecnicamente, desenvencilhando-se facilmente dos adversários com dribles bastante efectivos. Depois, na hora do remate, é frio e certeiro e raramente desperdiça a oportunidade.

Pelas suas características, também pode actuar descaído para a direita como falso extremo-direito, fazendo, dessa forma, constantes diagonais para o centro para aplicar o seu certeiro pontapé.

Em suma, trata-se de um enorme talento que, por certo, jogará no principal escalão português na próxima temporada desportiva, restando saber se o fará ao serviço do Estoril ou de outro clube com outras aspirações.

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Luís Leal não desiludiu no Estoril

No ataque estorilista, destacou-se um possante ponta de lança são-tomense que tem vindo a fazer uma carreira em ascensão no contexto do futebol português: Luís Leal.

Nascido a 29 de Maio de 1987 na Arrentela, Setúbal, Luís Leal Anjos iniciou a sua carreira futebolística nos infantins do Sporting Clube de Portugal em 1998/99, tendo permanecido no clube de Alvalade até ao final da temporada 2001/02.

Em 2002/03, transferiu-se para o Cova da Piedade, onde terminou o seu percurso de jogador juvenil, estreando-se no futebol sénior em 2006/07.

Ascensão consolidada da III divisão à Liga de Honra

Após duas temporadas na III divisão ao serviço do Cova da Piedade, Luís Leal transferiu-se para o Atlético que actuava na divisão imediatamente superior. No clube da Tapadinha, assumiu-se como um avançado com bom faro de golo, tendo marcado 12 golos em 31 jogos nessa campanha.

Em 2009/10, mantendo-se na II divisão nacional, mudou-se para norte, para representar um dos grandes candidatos à subida, o Moreirense. No clube de Moreira de Cónegos, voltou a não desapontar, marcando 14 golos em 34 jogos e, dessa forma, ajudando o Moreirense a subir à Liga de Honra.

Após contribuir para a chegada do Moreirense ao segundo campeonato mais importante de Portugal, Luís Leal voltou a mudar de ares, transferindo-se, desta feita, para o Estoril. Na equipa canarinha, o são-tomense foi um dos elementos mais regulares, tendo somado oito golos em vinte e nove jogos e não acusando, minimamente, o facto de se estrear num campeonato profissional.

Avançado rápido e com bom faro de golo

Luís Leal é um atacante rápido e possante, que é muito difícil de parar quando embala em velocidade na direcção da baliza adversária. Bom tecnicamente e com relevante mobilidade, o são-tomense também é muito competente na hora de atirar à baliza, marcando golos com regularidade.

Pelas suas características, é preferível que seja utilizado ao lado de outro avançado em qualquer variante do 4x4x2, mas se o treinador optar por um esquema com apenas um ponta de lança, não é de colocar de parte a hipótese de se experimentar o são-tomense como falso extremo.

Neste momento, aos 24 anos, penso que já tem condições para dar novo salto, desta feita, para um clube do principal escalão do futebol lusitano.

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Hugo Vieira é a coqueluche do Gil Vicente

Agora que a Liga de Honra terminou com a vitória do Gil Vicente, interessa falar de uma das grandes revelações da equipa de Barcelos, o avançado Hugo Vieira.

Nascido a 5 de Julho de 1988 em Barcelos, Hugo Vieira iniciou a sua carreira futebolística no Santa Maria, tendo, aos 18 anos, a oportunidade de emigrar, ao transferir-se para o Bordéus, onde, todavia, não se adaptou.

De regresso a Portugal, representou o Estoril na temporada 2007/08, mas também não se conseguiu impor, abandonando os canarinhos no final da época sem qualquer honra nem glória.

48 golos ao serviço do Santa Maria valeram-lhe transferência para o Gil Vicente

Após os fracassos de Bordéus e Estoril, Hugo Vieira acabou por recomeçar quase do zero, ou seja, regressando ao Santa Maria, um pequeno clube do concelho de Barcelos. Nesse clube, então a disputar o campeonato distrital da AF Braga, Hugo Vieira brilhou ao mais alto nível, tendo marcado 48 golos e contribuindo, de forma inequívoca, para a subida do Santa Maria à terceira divisão nacional.

Esses números, impressionaram o Gil Vicente que o contratou no defeso de 2009/10, sendo que a primeira época de Hugo Vieira no clube mais representativo de Barcelos acabou por ser uma temporada de adaptação, com o avançado centro a fazer três golos em 325 minutos de utilização.

Contudo, na actual temporada, o avançado-centro mostrou todo o seu valor e capacidade finalizadora, sendo utilizado pelo Gil Vicente em 28 partidas e marcando 12 golos. Assim sendo, podemos dizer que a subida do clube de Barcelos à primeira liga, também teve um dedo importante do jovem avançado português.

Ponta de lança com faro de golo invejável

Conhecido por muita gente por ter feito dois golos ao FC Porto num jogo da Taça da Liga, Hugo Vieira é um atacante com um faro de golo impressionante, sabendo-se posicionar nos melhores sítios para facturar com qualidade e frieza.

Avançado rápido e de capacidade técnica invejável, Hugo Vieira também é um jogador com mobilidade, sabendo deambular pelas zonas avançadas do terreno e dificultando a tarefa de marcação aos defesas.

Neste momento, com 22 anos, trata-se de um jovem valor que todos devemos acompanhar e acarinhar, até pela escassez de bons pontas de lança no espectro do futebol português.

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