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Posts Tagged ‘Guarín’

Polga foi decisivo na vitória 100 dos leões na Europa

Se os leões, em casa, diante do Lille, mostraram as garras, vencendo por 1-0 e conquistando o primeiro lugar no Grupo C da Liga Europa, os dragões, numa Viena coberta de neve, não se ficaram atrás, aquecendo os corações dos portistas com mais uma vitória (3-1) e consequente primeiro lugar no grupo L. Graças a este posicionamento, Sporting e FC Porto serão cabeças de série no sorteio dos 16/final, situação que, em teoria, será benéfico para as equipas portuguesas. Para além deste factor, estes excelentes resultados de leões e dragões, aliado às prestações de Benfica e Sp. Braga na Liga dos Campeões, já garantiram 9,400 pontos a Portugal, o que nos coloca em terceiro lugar no ranking UEFA referente a esta temporada e mantém-nos no sexto lugar do ranking UEFA referente às últimas cinco épocas. Se mantivermos este posicionamento até ao final desta temporada, conseguiremos colocar três equipas na Liga dos Campeões 2012/13.

Sporting 1-0 Lille

Em Alvalade, o Sporting não fez uma exibição de encher o olho, mas venceu, justamente, um Lille que também não mostrou muito em Lisboa.

Durante a primeira parte, os leões foram quase sempre a melhor equipa, ainda que tenham jogado de forma algo lenta e sem qualquer criatividade. Nesses primeiros quarenta e cinco minutos, o Sporting acabou por fazer um golo, por Anderson Polga (28′), ver um cabeceamento do mesmo Polga embater no poste e ser-lhe negado um claro penálti sobre Hélder Postiga. O Lille, que se pode queixar da ilegalidade do golo de Polga (Postiga tocou com a mão na bola antes desta chegar aos pés do central brasileiro), pouco fez durante o primeiro período, com excepção para alguns cabeceamentos perigosos de Túlio de Melo.

Na segunda parte, o Sporting, sabendo que o empate lhe garantia o apuramento, recuou linhas e convidou a equipa francesa a assumir o controlo do jogo. Durante esses segundos quarenta e cinco minutos, com maior ou menor dificuldade, os leões conseguiram suster os ímpetos do Lille e, assim, conquistar a vitória 100 em jogos das competições europeias.

Rapid Viena 1-3 FC Porto

Em Viena, a enfrentar um forte nevão e um campo a roçar o impraticável, o FC Porto voltou a mostrar o seu poderio e venceu o Rapid por 3-1, num jogo em que, injustamente, teve de esperar pelos últimos minutos para garantir o triunfo.

Entrando forte e parecendo imune às más condições atmosféricas, o FC Porto foi esbanjando oportunidades até que, aos 39 minutos, contra a corrente do jogo, Trimmel fez o 1-0 para os austríacos.

O FC Porto, porém, reagiu de pronto e, depois de Varela ter desperdiçado um golo feito, o inevitável Falcao (42′) não falhou uma oportunidade sozinho perante o guarda-redes local e repôs a igualdade no desafio.

Na segunda metade, parecendo satisfeitos com a igualdade, os azuis-e-brancos recuaram ligeiramente e o jogo tornou-se menos interessante do que nos primeiros quarenta e cinco minutos. Ainda assim, após a entrada de Belluschi, o FC Porto voltou a assumir as rédeas do jogo e, após um aviso de Guarín (79′), Falcao (86′) colocou o FC Porto em vantagem no marcador.

Até final, ainda houve tempo para o 3-1, novamente da autoria do avançado colombiano que, assim, completou o hat-trick. Com esta vitória, o FC Porto garantiu, tal como o Sporting, a liderança no seu agrupamento.

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Portistas festejam conquista da Taça
Quem se limitou a ver os últimos minutos da final da Taça de Portugal pode pensar que os portistas tiveram um jogo muito difícil diante dos flavienses. No entanto, na verdade, o FC Porto acabou por complicar um encontro que, durante grande parte do tempo, pareceu um passeio que iria terminar numa goleada dos dragões. A equipa azul e branca esteve bastante perdulária (destaque para Hulk que falhou dois golos incríveis) e acabou por sofrer nos minutos finais graças a um golo de Clemente. Tratou-se, ainda assim, de uma vitória justíssima dos portistas, que não sofre contestação devido à enorme superioridade que os dragões sempre demonstraram sobre o terreno de jogo.

Chaves entrou atrevido

A equipa transmontana tentou surpreender os portistas, entrando em campo sem temores e tentando fazer um futebol positivo. Nos primeiros minutos, conseguiu mesmo fazê-lo e, aos nove minutos, Edu antecipou-se a Helton e enviou a bola ao poste da baliza portista.

No entanto, esse esquema, com uma defesa lenta e perante um adversário incomparávelmente mais forte só poderia acabar mal e, assim, foi sem surpresa que Guarín aproveitou um mau atraso de um defesa flaviense para, aos 13 minutos, correr imparável para a baliza do Chaves e beneficiar de um “frango” do guarda-redes Rui Rego para colocar os dragões em vantagem.

Ainda assim, o golo não fez o Chaves alterar o seu esquema e os portistas iam aproveitando os espaços dados pela defesa flaviense para aparecerem inúmeras vezes isolados perante Rui Rego. Até final da primeira parte, apenas marcaram outra vez, por Falcao (23′), após assistência de Hulk. Contudo, muitos foram os golos desperdiçados, com destaque para o camisola 12 (Hulk) que falhou dois tentos de forma inacreditável.

Dragões adormeceram e flavienses ainda assustaram

Na segunda metade, os portistas, a ganharem 2-0, continuaram a ter o domínio do desafio, mas a velocidade já não era a mesma, parecendo que se limitavam a deixar escoar o tempo até final.

Até perto do apito final, tudo correu bem, todavia, aos 85 minutos, Clemente aproveitou uma hesitação de Bruno Alves e não perdoou, reduzindo para 1-2.

Esse golo animou o Chaves, que, até final, lutou pela igualdade, contudo os portistas demonstraram toda a sua experiência e seguraram a vantagem até final, conquistando, com justiça, a Taça de Portugal.

Foi a décima quinta Taça conquistada pelo FC Porto, que, assim, apanhou o Sporting em número de taças de Portugal conquistadas.

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Esta época o Porto sentiu a falta de Lucho

Sim, é verdade! A época acabou e não foi o FC Porto que festejou. É estranho, não é? Os adeptos portistas foram habituados a ganhar e quando isso não acontece fica uma sensação de vazio. Esta época, infelizmente, os nossos adversários foram mais fortes e a nossa equipa acordou demasiado tarde.

Jesualdo Ferreira disse sempre que no fim faziam-se as contas. E, fazendo as contas, o FC Porto terminou na 3º posição, com 68 pontos, a oito do campeão e a três do vice-líder. Apesar de a boa recta final, os dragões não conseguiram garantir um lugar de acesso à Liga dos Campeões, o que será um rombo no orçamento.

Mas, afinal, o que correu mal? Comecemos pelo princípio!

O FC Porto partiu para esta temporada sem os dois melhores jogadores das últimas quatro temporadas: Lisandro e Lucho. O primeiro foi facilmente “esquecido” pelo adeptos, como mostram os 25 golos marcados por Falcao, embora sem “Licha” a equipa mudasse a sua forma de jogar. Lisandro López é um avançado mais móvel, que joga facilmente na ala e que vinha regularmente buscar a bola atrás, enquanto o colombiano é um atacante mais fixo.

Se na zona mais avançada a equipa não teve problemas, o mesmo não se pode dizer da linha intermédia. Durante quatro temporadas, o onze jogava ao ritmo de “El Comandante” e foi muito difícil colmatar a ausência do médio argentino. Em minha opinião, Rúben Micael veio tarde e Guarin impôs-se só perto do fim. Em relação a Belluschi, penso que é jogador que terá mais liberdade se jogar mais perto dos avançados.

Em segundo lugar, três jogadores preponderantes na época anterior estiveram em claro sub-rendimento: Bruno Alves, Raul Meireles e Cristian Rodriguez. O central, a quem se esperava que transmitisse a mística portista, passou a temporada amuado por não ter saído e teve atitudes pouco dignas de um capitão. Já os restantes tiveram uma série de lesões, o que prejudicou o seu rendimento.

Toquei num ponto sensível: as lesões. Por vezes, o sucesso de uma equipa depende da inteira disponibilidade dos jogadores mais preponderantes. E, nisso, Jesualdo Ferreira teve azar. Para além dos já referidos Meireles e Rodriguez, houve ainda as lesões de Varela, Rúben Micael, Fernando, Fucile e Farias. O centro de estágio do Olival mais parecia um hospital e a segunda linha foi incapaz de colmatar as ausências da primeira. E a juntar a isto, a suspensão de Hulk.

Devo ser o único adepto portista a considerar que a suspensão do avançado brasileiro foi justa e que a redução de 4 meses para 3 jogos foi uma palhaçada. Mas, a verdade, é que Hulk fez falta e com o seu regresso a equipa recuperou a alegria do jogar futebol.

Porém, acho que as lesões tiveram um aspecto positivo. Foi encontrada uma táctica alternativa, algo que estava a faltar, que favorece as características de Guarin, Rúben Micael, Bellushi e, até, do próprio Hulk.

Apesar de o gabinete de prospecção ter enfiado alguns barretes, como Prediguer e Valeri, também houve jogadores que mostraram que têm categoria para jogar no FC Porto. Falcao foi, sem dúvida, o melhor jogador portista esta época – para mim o terceiro melhor jogador da Liga, a seguir a Javi Garcia e Alan -; Alvaro Pereira faz lembrar Bosingwa, só que no lado oposto; Varela calou aqueles que punham em causa o seu valor; e Miguel Lopes demonstrou que seria titular indiscutível no lado direito da defesa, se não fosse a lesão que o afectou no início da época.

Agora, só nos resta conquistar a Taça de Portugal no próximo domingo. O adversário é teoricamente mais fraco, mas é certo que os jogadores do Chaves farão o jogo das suas vidas. Todos os cuidados são poucos, para o FC Porto salvar “a honra do convento”. Mesmo que se efective a conquista da Taça, a época continua a saber a pouco.

Por último, venho falar sobre o próximo treinador do FC Porto. Em minha opinião, penso que Jesualdo devia suceder a Jesualdo. O professor tem mais um ano e o FC Porto arrisca-se a pagar uma rescisão dispendiosa, em tempos de crise e sem os milhões da Champions. Por outro lado, o único treinador português com carisma para treinar os dragões, Domingos Paciência, deverá continuar em Braga, com o objectivo de levar o principal clube local à Liga dos Campeões. Nos últimos jogos, a equipa estava a demonstrar boa dinâmica em todos os sectores e isso poderá ser afectada com a mudança de treinador. É preciso não esquecer que Jesualdo Ferreira tem um bem sucedido passado de azul-e-branco e não é por não ser campeão, numa época em que nem sempre contou com os elementos preponderantes do plantel, que deixa de ser um treinador com qualidade.

Também penso que para a próxima época, Pinto da Costa deverá procurar um médio-defensivo e um lateral-esquerdo, em caso de lesões de Fernando e Alvaro Pereira. Há ainda dois jogadores, Ukra e Castro, que gostaria de ver no plantel principal no próximo ano.

P.S. Aproveito para dar os parabéns aos justos campeões nacionais. O FC Porto não foi pentacampeão, porque encontrou um super-Benfica. O segundo lugar também não foi possível, pois o Braga, que também está de parabéns, demonstrou estar ao nível dos principais clubes portugueses. 

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O Benfica recebe a Taça de campeão nacional

O Sport Lisboa e Benfica conquistou o trigésimo segundo campeonato da sua história, após vencer o Rio Ave, no Estádio da Luz, por duas bolas a uma. Numa noite feliz para os encarnados, Cardozo fez os dois golos dos encarnados e ultrapassou Falcao, sagrando-se o melhor marcador da Liga Sagres com 26 golos. Tratou-se de um título que assenta bem à equipa mais regular durante a época e bastante valorizado pela excelente campanha do segundo classificado: Sp. Braga; Assim sendo, sem golpe de teatro na questão do título, a surpresa veio do Estádio Afonso Henriques, onde o Vitória foi batido pelo Marítimo (1-2), perdendo o acesso à Liga Europa para os maritimistas… 

 

Benfica 2-1 Rio Ave 

Podia-se esperar que o Benfica entrasse com algum nervoso miudinho neste desafio, mas tudo se facilitou nos primeiros dez minutos. Nesse período, Cardozo aproveitou uma fífia de Gaspar para fazer o 1-0 e Wires acabou expulso por entrada dura sobre Ramires. A partir desse momento, pensou-se que o Benfica iria ganhar com facilidade e que a única questão que se manteria era se Cardozo conseguia ser o melhor marcador. 

Contudo, o Benfica mostrou que, em termos físicos, está muitos furos abaixo de outras alturas da época e não foi capaz de criar grande volume ofensivo perante um bem organizado Rio Ave. Ainda assim, os benfiquistas, que apenas precisavam de um empate, mantiveram-se tranquilos até aos 72 minutos, quando Ricardo Chaves, na sequência de um livre directo, fez o 1-1 e colocou os encarnados à beira de um balde de água fria. 

Com o Nacional-Braga empatado, os benfiquistas temeram a possibilidade de um final trágico que passaria pelo segundo golo de bracarenses e vilacondenses, todavia, nada disso aconteceu, pois apenas seis minutos depois do golo do Rio Ave, Cardozo aproveitou um ressalto e fez o 2-1. Um tento que além de garantir o título das águias, garantia o título de melhor marcador ao atacante paraguaio. 

Já com as bancadas em festa, o jogo terminou pouco depois, permitindo aos adeptos do Sport Lisboa e Benfica festejarem um título que lhes fugia desde 2005. Um título, que foi o fruto do trabalho de um excelente plantel e de alguém que potenciou como ninguém a equipa encarnada: Jorge Jesus. 

Nacional 1-1 Braga 

No Estádio da Madeira, a tarefa do Sp. Braga era hercúlea. A equipa bracarense tinha de vencer o Nacional e esperar por um desaire encarnado, na Luz, diante do Rio Ave. Além disso, pareceu que o Sp. Braga sentiu bastante a pressão do momento e notou-se uma anormal intranquilidade no seio arsenalista, situação que explica as várias oportunidades que desperdiçou no primeiro tempo. 

Se a situação já parecia, por si só, difícil, tornou-se ainda pior com o golo de Edgar Silva, aos 50 minutos. Ainda assim, o Braga não baixou os braços e, sete minutos depois, Rentería aproveitou um passe de Hugo Viana para empatar a partida e dar alguma esperança aos bracarenses. 

Contudo, após o segundo golo do Benfica, os arsenalistas perceberam que o título seria tarefa impossível, baixaram ligeiramente os braços e, assim, o resultado não sofreu mais alterações. Este 1-1  por ser azedo também para o Nacional, que, se tivesse vencido, teria-se qualificado para a Liga Europa 2010/11. 

U. Leiria 1-4 FC Porto 

Este jogo conteve duas histórias distintas. A primeira durou uma hora em que o Leiria marcou um golo por Cássio (23′) e controlou totalmente o desafio; A segunda durou trinta minutos, em que os dragões puxaram dos galões e dominaram totalmente o encontro, acabando por vencer por 4-1, graças a dois golos de Falcao, um de Guarín e um de Rodríguez. Este resultado permitiu aos portistas despedirem-se de forma algo feliz de uma época triste e os dois golos de Falcao permitiram-lhe ter esperança em ser o melhor marcador do campeonato. Infelizmente para o colombiano, no dia seguinte, Cardozo destruiu-lhe esse sonho. 

Leixões 1-2 Sporting 

Em Matosinhos defrontaram-se duas equipas que tiveram uma época para esquecer e o jogo foi a imagem da época de ambas. Num duelo desinteressante e mal jogado, acabou por vencer a equipa leonina, que beneficiou dos golos de Miguel Veloso (16′) e Pedro Silva (55′), diante de um Leixões que apenas fez um golo por João Paulo (82′). Um desafio que apenas serviu para leixonenses e leões colocarem um ponto final numa época para esquecer. 

V. Guimarães 1-2 Marítimo 

O Vitória entrou para este jogo a saber que lhe bastava empatar para se qualificar para a Liga Europa da próxima temporada e tudo pareceu ainda mais fácil quando Valdomiro, na sequência de um livre de Teles, fez, aos 15 minutos, o 1-0 para o Guimarães. No entanto, os vimarenenses falharam o golo da tranquilidade e, em cima do intervalo, Kléber fez o 1-1 que abalou a confiança da equipa local. 

Apercebendo-se desse factor, os pupilos de Van der Gaag foram jogando com o nervosismo vimarenense e, aos 80 minutos, num lance rápido, Kléber bisou e colocou os maritimistas em vantagem. 

Com o empate no Nacional-Sp. Braga, bastava aos madeirenses segurarem a vantagem, situação que foi alcançada, mesmo terminando com Paulo Jorge na baliza devido à expulsão de Peçanha. Uma vitória que colocou o Marítimo no quinto lugar e lhes garantiu a qualificação para a Liga Europa 2010/11. 

 

Os restantes três jogos apenas serviram para definir algumas posições na tabela e tinham pouco interesse. Em Setúbal, o Belenenses venceu a equipa local (2-1) e subiu ao penúltimo lugar; Na Figueira da Foz, a Académica venceu a Naval (1-0) e garantiu o 11º posto; Por fim, Paços de Ferreira e Olhanense despediram-se da Liga Sagres com um empate a duas bolas num bom jogo de futebol. 

  

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Depois da vitória do Benfica diante do Olhanense por cinco bolas a zero, os encarnados esperavam um deslize dos bracarenses para se sagrarem campeões a duas jornadas do fim. Todavia, o Sp. Braga continua a fazer um campeonato excepcional e, na Figueira da Foz, apoiado por cerca de 7000 adeptos arsenalistas, goleou a Naval por quatro bolas a zero, mantendo, assim, o sonho do título por, pelo menos, mais uma jornada.

  

Benfica 5-0 Olhanense

Teve pouca história o duelo entre águias e algarvios. Aos 18 minutos, com o Benfica a ganhar 2-0 (golos de Cardozo e Di Maria) e Delson expulso na Olhanense, percebia-se que a dúvida sobre o vencedor havia terminado. Assim sendo, restava saber qual seria dimensão da vitória encarnada, até porque este Benfica de Jorge Jesus não costuma tirar o pé do acelerador.

Marcariam mais três tentos as águias (dois golos de Cardozo e um de Pablo Aimar), encerrando o resultado num 5-0 final. Uma vitória justa e incontestável, diante de um adversário, que, em inferioridade numérica desde muito cedo, pouco pode fazer para contrariar a superioridade encarnada.

Com esta vitória, as águias estão a apenas um ponto do título e podem ser campeãs em pleno Estádio do Dragão.

Naval 0-4 Sp. Braga

A épica história dos arsenalistas conheceu mais uma bonita página, este domingo, na Figueira da Foz. Diante da Naval, com cerca de 7000 adeptos bracarenses nas bancadas, o Sp. Braga fez uma magnifica exibição, dominando o jogo do princípio ao fim e colorindo o marcador com golos de Luís Aguiar (2), Matheus e Paulão. Com esta vitória por 4-0, os bracarenses mantêm o sonho do título, ainda que ténue (precisam de vencer os dois últimos jogos e o Benfica perder os seus…), mas estão a apenas dois pontos de assegurarem uma inédita presença na Liga dos Campeões.

V. Setúbal 2-5 FC Porto

A equipa portista atravessa o melhor momento da temporada e, desta feita, coube ao aflito Vitória de Setúbal pagar a factura. Os dragões entraram muito fortes e, ao intervalo, já venciam por 2-0 com golos de Falcao e Maicon.

Na segunda metade, os sadinos, a lutarem pela manutenção, ainda reduziram por Henrique, mas rapidamente Guarín e Belluschi colocaram o resultado num incontestável 1-4 para os dragões.

Até final, ainda assistiríamos a mais dois golos, um para cada lado. Primeiro bisou Henrique e depois bisou Falcao, terminando o jogo com uma vitória expressiva, mas justa dos portistas por cinco bolas a duas. Com este resultado o FC Porto continua a sonhar com o segundo lugar e os sadinos continuam sem assegurar a manutenção.

U. Leiria 1-1 Sporting

Os leões desperdiçaram ontem, no Magalhães Pessoa, golos que dariam para ganhar pelo menos dois jogos e acabaram por sair penalizados com um empate que pode adiar a conquista do quarto lugar por mais uma jornada.

O Sporting entrou muito forte e, na primeira parte, dominou totalmente o jogo, marcando um golo por Liedson e falhando um mão cheia de oportunidades. Depois, na segunda metade, os verde e brancos voltaram a sofrer um golo de bola parada, por Cássio, e viram Djuricic, com um punhado de excelentes intervenções, evitar o segundo golo leonino.

Assim sendo, os leões acabaram por empatar a uma bola. Este resultado, caso o V. Guimarães vença hoje o Belenenses, obriga o Sporting a fazer mais um ponto nas duas últimas jornadas para garantir o quarto posto.

Restante jornada

Nos outros jogos, destaque para a vitória da Académica em Matosinhos (3-1), que garantiu a manutenção da briosa e praticamente condenou o Leixões à descida; Depois, na Choupana, o Nacional não foi além de um empate com o P. Ferreira (1-1). Este resultado compromete os sonhos europeus de madeirenses e pacenses; Por outro lado, em Vila do Conde, o Marítimo também se deve ter despedido da Europa, após empatar sem golos diante do Rio Ave; A jornada termina hoje com o V. Guimarães-Belenenses, um desafio que, se os azuis não vencerem, vai significar a sua descida à Liga Vitalis.

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Sem brilhar mas com uma exibição personalizada, os encarnados venceram, em Coimbra, a Académica (3-2) e, a três jornadas do fim, colocaram o título à distância de quatro pontos. Por outro lado, apesar do título ser uma miragem, o Braga continua a fazer um excelente campeonato e, desta feita, recebeu e venceu o Leixões por três bolas a uma. Os arsenalistas, assim, mantêm o segundo lugar bem seguro, pois têm mais cinco pontos que o FC Porto (3º).

 

Académica 2-3 Benfica

As águias entraram praticamente a ganhar, pois, logo aos dois minutos, Weldon colocou os encarnados em vantagem. Com o golo madrugador, o Benfica parecia ter o jogo perfeitamente controlado, mas, em cima da meia hora, a Académica empatou a partida e colocou um ponto de interrogação no destino do desafio.

No entanto, o Benfica, esta época, tem sido uma equipa bastante personalizada e voltou a demonstrá-lo. Ainda antes do intervalo, os encarnados conseguiriam fazer o segundo golo, novamente por Weldon e chegaram ao descanso em vantagem.

Na segunda parte, o Benfica soube controlar o jogo e, aos 80 minutos, após excelente inciativa individual de Di Maria, ampliou a vantagem por Rúben Amorim. Se ainda restavam dúvidas sobre o vencedor, o 3-1 dissipou-as na totalidade e nem o golo de Tiero, que reduziu a diferença a dois minutos do final, conseguiu reanimar o desafio.

 A partida terminou logo a seguir com uma vitória justa dos encarnados que estão a apenas quatro pontos do título nacional.

Sp. Braga 3-1 Leixões

Os arsenalistas venceram sem dificuldade um Leixões que pouco fez por merecer algo mais que esta derrota. Desde cedo se percebeu que iria ser um jogo de sentido único e, na primeira parte, o jogo resumiu-se ao Braga a atacar, o Leixões a defender e dois golos de Alan. Como tal, os bracarenses chegaram ao intervalo a vencer, com toda a justiça, por 2-0.

Na segunda parte, o Leixões ainda reduziu, aos 56 minutos, por Pouga e pensou-se que se pudesse revelar uma equipa mais atrevida nesse período. Todavia, isso não aconteceu e continuou a ser o Sp. Braga a equipa mais perigosa sobre o terreno de jogo. Assim sendo, foi sem surpresa que, a cinco minutos do fim, Moisés fez o 3-1 final e garantiu definitivamente os três pontos para os arsenalistas.

Com esta vitória, o Braga mantém-se a seis pontos do líder Benfica e mantém o segundo lugar seguro, pois tem cinco pontos de vantagem sobre o FC Porto.

FC Porto 3-0 V. Guimarães

Não foi um grande jogo dos portistas, contudo, quando se ganha por três bolas a zero, pouco há a questionar em relação à justiça do vencedor. Os dragões entraram de forma lenta no desafio, mas chegaram ao golo, aos 27 minutos, quase sem querer, por Hulk. A partir daqui, a história do encontro limitou-se a mais dois golos (Guarín e Falcao) e a uma vitória relativamente fácil do FC Porto.

Matemáticamente afastados do título, os portistas, com este triunfo, mantêm o sonho da “Champions” vivo, apesar de os cinco pontos que os separam dos bracarenses, parecerem, a três jornadas do fim, um caminho demasiado grande para percorrer.

Sporting 2-1 V. Setúbal

O Sporting não terá, jogo após jogo, tarefa fácil na motivação dos seus atletas. A equipa tem um treinador a prazo e, como único objectivo, a manutenção do quarto lugar. Assim sendo, foi sem surpresa que os leões entraram algo amorfos no jogo com o aflito V. Setúbal, temendo-se mesmo o pior quando os sadinos abriram o activo por Collin (11′).

Os leões chegaram mesmo ao intervalo a perder, mas, na segunda parte, mesmo sem fazerem um grande jogo, aproveitaram o excessivo recuo no terreno dos pupilos de Manuel Fernandes para darem a volta ao marcador com golos de Moutinho e Postiga. Com o 2-1 no marcador, os verde e brancos seguraram a vantagem até final sem grandes sobressaltos e conquistaram um triunfo que lhes garante, praticamente, o quarto lugar, pois o Guimarães está, agora, a sete pontos.

 

Nos outros jogos, destaque para as vitórias de Nacional (2-0 ao Leiria na Choupana) e Marítimo (2-1, fora, diante do Olhanense). Com estas vitórias, aliadas ao desaire do V. Guimarães, as equipas madeirenses podem sonhar com o acesso à Liga Europa, pois os vimarenenses estão à curta distância de um ponto (no caso do Nacional) e três pontos (no caso do Marítimo); Por outro lado, no Restelo, o Belenenses empatou com o Rio Ave (0-0) e apenas falta a confirmação matemática para a mais que provável descida azul; Por fim, num jogo entre equipas tranquilas, a Naval foi a P. Ferreira ganhar por três bolas a uma. 

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Os encarnados aproveitaram a jornada 22 para se distanciarem, ainda mais, dos seus perseguidores (Sp. Braga e FC Porto) na luta pelo título 2009/10. Na Luz, o Benfica não vacilou e venceu o Paços de Ferreira por 3-1, beneficiando ainda dos empates de bracarenses (0-0 em Setúbal) e portistas (2-2, em casa, diante do Olhanense). A equipa de Jesus tem agora uma vantagem de três pontos sobre os arsenalistas e onze sobre os dragões, que, nesta jornada, se devem ter despedido definitivamente do título.

Benfica 3-1 Paços Ferreira

Foi um Benfica surpreendentemente perdulário aquele que subiu, ontem, ao Estádio da Luz. Apesar de aos 17 minutos já vencerem por dois a zero (golos de R. Amorim e Saviola), os encarnados falharam imensos golos e acabaram por sentir alguma intranquilidade após o golo de William, que reduziu a diferença em cima do intervalo. Ainda assim, o Benfica rapidamente serenou e o terceiro golo acabou por chegar com naturalidade (e felicidade) dos pés do “Tacuara” Cardozo. Uma vitória justíssima do Benfica perante um adversário digno, mas que não conseguiu contrariar a enorme superioridade dos encarnados.

V. Setúbal 0-0 Sp. Braga

Em Setúbal, o Sporting de Braga fez mais por ganhar, mas demonstrou estar a perder a gás neste final de campeonato. Diante de um adversário que apenas jogou para o miserável pontinho, os bracarenses não foram capazes de se assumirem como verdadeiros candidatos ao título e acabaram por se ter de resignar ao nulo. Foram dois pontos perdidos rumo ao título, mas poderá ter sido um ponto ganho rumo à “Champions”.

FC Porto 2-2 Olhanense

Os dragões demonstraram que ainda não estão refeitos do desastre de Alvalade e, no Sábado, aos 16 minutos, já perdiam por dois a zero (bis de Djalmir) com a Olhanense de Jorge Costa. Porém, os algarvios, que na primeira parte jogaram olhos nos olhos com o FC Porto e venciam com toda a justiça, baixaram bastante de produção no segundo tempo e foram completamente encostados às cordas, acabando por consentir a igualdade. Falcao e Guarín (este sobre os 90’+4…) fizeram os tentos do empate portista (2-2), resultado que deve ter feito o FC Porto se despedir do título e tornado à “Champions” uma miragem.

Nos outros jogos, destaque para a vitória dos leões no Restelo por 4-0 (quatro golos de Liedson!). Este resultado mantém o Sporting isolado no quarto lugar e deixa o Belenenses muito perto da Liga Vitalis.

Os outros resultados foram a vitória da U. Leiria diante do Leixões (2-1) e os nulos no Marítimo-Académica e Rio Ave-Naval, sendo que o V. Guimarães-Nacional apenas se joga hoje à noite.

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