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Rafael Ramos (à esq.) abraçado a Estrela

Rafael Ramos (à esq.) abraçado a Estrela

Uma das surpreendentes ausências na convocatória de Portugal para o último Campeonato do Mundo de sub-20 foi a de Rafael António Figueiredo Ramos, lateral-direito que vai actuando ao lado de Kaká no Orlando City, da Major League Soccer (MLS) norte-americana.

Trata-se de um futebolista nascido a nascido a 9 de Janeiro de 1995 em Seia e que cedo chegou às camadas jovens do Sporting, clube que representou entre 2006 e 2012, isto antes de rumar ao Real Massamá, que representou na época de 2012/13.

Benfica como trampolim para os EUA

Na temporada seguinte, contudo, o internacional sub-20 português haveria de voltar a um grande lisboeta, mas desta feita o Benfica, clube onde foi uma das figuras da equipa de juniores, tendo brilhado no campeonato nacional e na UEFA Youth League.

Apesar disso, e com alguma surpresa, acabou por rumar aos Estados Unidos da América no Verão de 2014, acompanhando o médio-defensivo Estrela numa transferência para o Orlando City, então na terceira divisão norte-americana

Rafael Ramos, porém, já sabia que o clube da Flórida iria passar a jogar na MLS a partir de 2015, sendo precisamente no principal escalão do futebol norte-americano, e ao lado da grande estrela Kaká, que o lateral-direito vai agora evoluindo, somando neste momento um total de 13 jogos oficiais.

Lateral muito promissor

Rafael Ramos é um lateral-direito que se destaca pela sua velocidade e pulmão, sendo capaz de passar um jogo inteiro num constante vai e vem entre a defesa e o ataque, sempre com competência e critério.

Em termos estritamente defensivos, é de realçar seu espírito de luta (que compensa a sua baixa estatura – 173 cm), capacidade de desarme e inteligência na forma como faz a contenção no seu flanco.

Já no ataque, por outro lado, a explosividade e velocidade que apresenta permitem-lhe oferecer grande profundidade ao flanco direito, sendo o internacional sub-20 luso ainda muito efectivo no capítulo do passe e do cruzamento.

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Mourinho deposita quase todas as esperanças de vencer o Barça em Ronaldo

Mais um duelo entre o Real Madrid e o Barcelona e, como já tem sido (quase sempre) hábito, um domínio total e incontestável dos catalães diante de uns madrilenos mais preocupados em (tentarem) não deixar o Barcelona jogar que em aproveitar os excelentes valores que têm ao dispor no seu plantel para discutirem o jogo com armas semelhantes, ou pelo menos de forma mais digna e consentânea com os históricos pergaminhos de um enorme clube como é o Real Madrid.

Ontem, em pleno Santiago Bernabéu, chegou a ser constrangedor ver a facilidade como o Barcelona trocava de forma segura a bola a todo o campo, perante uma equipa do Real Madrid que não esboçava qualquer reacção para além de recuar em bloco e tentar acertar no jogador do Barcelona que estivesse mais perto para que pudesse parar, constantemente, o ritmo de jogo da equipa de Guardiola.

Na verdade, o 1-2 chega mesmo a ser um resultado simpático, tal foi o domínio do Barça, perante um Real Madrid que apenas existiu nos primeiros quinze minutos, uma altura em que até conseguiu chegar ao golo por mérito desse grande jogador que é Cristiano Ronaldo, mas também por demérito de Piqué, que lhe abriu uma auto-estrada, e Pinto, que abordou de forma muito deficiente o remate do internacional português.

Mas a culpa desta enorme discrepância exibicional entre merengues e catalães também é de José Mourinho que, ontem, fez-me lembrar Jesualdo Ferreira e a sua eterna vontade de inventar em jogos de teor de dificuldade mais elevado, com os (maus) resultados que daí quase sempre advinham.

Perante o plantel que o Real Madrid tinha ao seu dispor para o clássico, seria previsível um onze com Casillas na baliza; um sector defensivo com Sérgio Ramos e Fábio Coentrão nas laterais e Pepe e Ricardo Carvalho no centro; um duplo-pivot no meio-campo com Lass e Xabi Alonso, Özil a “dez”, Ronaldo numa ala, Kaká na outra (ou mesmo Higuaín se quisessem outro tipo de poder de fogo) e Benzema na frente de ataque. Mesmo que quisesse ser mais conservador, havia sempre a hipótese de subir Coentrão para a ala e lançar Marcelo, passando Ronaldo para o flanco direito.

Contudo, Mourinho aproveitou para utilizar um meio-campo com três jogadores quase exclusivamente defensivos (Xabi Alonso, Lass e Pepe), surpreender tudo e todos com a utilização de Altintop na lateral direita (muito esforçado, mas sofreu pesadelos com a acção de Iniesta no seu flanco) e deixar o ataque quase exclusivamente à acção do trio Higuaín-Benzema-Ronaldo.

Durante algum tempo, a estratégia ainda foi resultando, até porque o Barça não estaria à espera de um sistema tão conservador como o utilizado pelo treinador português e, também, pela velocidade e repentismo de Cristiano Ronaldo que, como se sabe, mesmo sozinho e desapoiado, é capaz de ser extremamente perigoso se lhe derem muito espaço como foi o caso do golo que apontou.

No entanto, com o passar dos minutos, os catalães foram se habituando ao sistema e o Real Madrid deixou pura e simplesmente de existir ou, vamos lá, existia mas só do meio-campo para trás, recuado, amedrontado com as movimentações de Messi e companhia, e apenas preocupado em que o jogo terminasse o mais cedo possível.

Ainda pensei, o Real Madrid está a ganhar e isto é uma estratégia para cansar o Barça e procurar fazer o segundo golo em contra-ataque. Mas não, a equipa não esticava com o 1-0, não esticou depois de Puyol empatar a contenda e mal esboçou uma reacção após Abidal ter dado a volta ao resultado. No relvado, restava Pepe a criar conflitos em todos os lances em que intervia, simulando agressões, efectuando entradas duras e, até, pisando de forma intempestiva Messi, num lance que ainda pode custar muito caro ao internacional português.

Uma vez mais, o Real Madrid perdia um jogo com o Barcelona e, mais que isso, perdia de forma clara e sem margem para discussão, mostrando um medo do adversário que deveria envergonhar um clube que sempre foi conhecido pelo futebol atractivo praticado e por enorme cultura de futebol de ataque.

Ontem, ouvi Luís Freitas Lobo dizer que uma coisa é o Real Madrid ser campeão e outra é o Real Madrid ganhar ao Barcelona e estou completamente de acordo. O Real Madrid até poderá ser campeão perdendo todos os jogos com o Barcelona e Mourinho no final recordar que um campeonato se faz em 38 jogos e não em dois contra o Barça, mas devo dizer ao treinador português que já muitos treinadores foram despedidos no Real Madrid sendo campeões e apenas porque o futebol não era o mais apaixonante para o adepto merengue. Além disso, imagine-se que os madrilenos perdem o campeonato (pelo segundo ano consecutivo), a Taça (só um milagre salvará o Real Madrid em Camp Nou) e a Supertaça (que perderam no início da época) para o Barcelona de Guardiola? Restará a “Champions”, mas, aí, também existe Barcelona…

Mourinho tem de repensar o seu futebol e a forma como aborda estes jogos. Ninguém lhe exige nem pode exigir que jogue aberto e sem cautelas porque isso é suicídio perante a equipa catalã, mas o treinador português tem de perceber que mais do que se preocupar em anular o Barcelona, tem de se consciencializar que é necessário criar alguma coisa para vencer. Colocar essa missão exclusivamente nos ombros de Cristiano Ronaldo não é justo nem realista. O português é um fenómeno, mas é humano…

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Uma equipa que nunca falhou um campeonato do mundo e que, para além disso, já conquistou cinco títulos mundiais, nunca pode ser riscada dos candidatos à vitória final. Os brasileiros continuam com a fantasia de sempre, mas, desde a chegada de Dunga, apoiaram-se num pragmatismo que lhes ajudou a conquistar tanto a Copa América como a Taça das Confederações. Para além disso, a fase de apuramento para o Mundial 2010 foi um autêntico passeio para os canarinhos que até se deram ao luxo de abrandar o ritmo nos últimos jogos. Assim sendo, mesmo com a polémica da não inclusão de Ronaldinho, este Brasil volta a um campeonato do mundo com o lema de sempre: ser campeão.

A Qualificação

Nunca ninguém sequer questiona a possibilidade de o Brasil não se apurar para o campeonato do mundo, todavia, desta vez a facilidade dos canarinhos em se apurarem tem de ser destacada.

Obviamente integrados na zona sul-americana de classificação, os canarinhos fizeram uma bela campanha que teve como pontos altos a vitória na Argentina (3-1) e Uruguai (4-0).

A facilidade de apuramento foi tão notória que, nos últimos jogos, o Brasil abrandou o ritmo e deu-se ao luxo de perder no campo da Bolívia (1-2) e empatar, em casa, com a Venezuela (0-0).

Assim sendo, é com a moral em alta devido à superioridade patenteada na fase de qualificação que os brasileiros chegam à África do Sul para disputarem o campeonato do mundo.

Zona sul-americana – Classificação

  1. Brasil 34 pts
  2. Chile 33 pts
  3. Paraguai 33 pts
  4. Argentina 28 pts
  5. Uruguai 24 pts
  6. Equador 23 pts
  7. Colômbia 23 pts
  8. Venezuela 22 pts
  9. Bolívia 15 pts
  10. Peru 13 pts

O que vale a selecção brasileira?

Só o nome Brasil impõe, imediatamente, respeito, todavia, na realidade, os canarinhos são muito mais que os simples pentacampeões mundiais. A equipa canarinha assegura uma importante mistura de talento puro com jogadores tacticamente evoluídos e experientes, sendo uma equipa forte e com todas as condições para assegurar o hexacampeonato.

Habitualmente o sector mais frágil do Brasil, desta vez a baliza é um dos pontos fortes da selecção canarinha graças à presença de Júlio César. O guarda-redes do Inter dispensa apresentações e é a garantia que não deverá ser por aí que o Brasil irá ter problemas neste campeonato do mundo.

Por outro lado, o quarteto defensivo também tem uma qualidade acima da média. Se a dupla de centrais: Juan-Lúcio é garantia de experiência e segurança no sector recuado, os laterais: Michel Bastos (à esquerda) e Maicon (à direita) são a garantia de qualidade tanto a defender como a atacar. Estes dois jogadores terão, na verdade, que ter um grande pulmão, pois na ausência de extremos, o Brasil depende muito deles para o flanqueamento do seu futebol.

Depois, no meio campo, o Brasil deverá utilizar um duplo pivot composto por dois médios defensivos: Gilberto Silva-Felipe Melo, dois jogadores com a obrigação de darem equilíbrio táctico a uma equipa com laterais de tracção ofensiva. Por outro lado, os alas deverão ser Kaká (à esquerda) e Ramires (à direita), dois jogadores que apesar de partirem dos flancos deverão fazer constantemente diagonais para o centro. No entanto, se o jogador do Benfica será um elemento que servirá, preferencialmente, para o equilíbrio táctico do onze, o jogador do Real Madrid irá funcionar como desequilibrador, aparecendo diversas vezes como número dez e organizador do jogo canarinho.

Por fim, no ataque, o Brasil deverá optar pela dupla: Robinho-Luís Fabiano. Neste esquema, Robinho será um avançado vagabundo que irá aparecer tanto nos flancos de forma a compensar a ausência de extremos, como na frente de ataque para combinar com o outro atacante ou finalizar. Por outro lado, o avançado do Sevilha será um finalizador puro que servirá de referência ofensiva, ainda que, pelas suas características, também tenha alguma mobilidade no ataque.

O Onze Base

Actuando em 4-4-2, o Brasil deverá, assim, utilizar Júlio César (Inter) na baliza; Michel Bastos (Lyon), Juan (Roma), Lúcio (Inter) e Maicon (Inter); Gilberto Silva (Panathinaikos), Felipe Melo (Juventus), Kaká (Real Madrid) e Ramires (Benfica) no meio campo; Robinho (Santos) e Luís Fabiano (Sevilha) no ataque.

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

Integrado num grupo com Portugal, Costa do Marfim e Coreia do Norte, o Brasil é o principal candidato ao primeiro lugar do agrupamento. Não sendo um grupo fácil, os brasileiros, pela sua experiência e talento, deverão se superiorizar aos seus adversários com naturalidade.

Calendário – Grupo G (Mundial 2010)

  • 15 de Junho: Brasil vs Coreia do Norte
  • 20 de Junho: Brasil vs Costa do Marfim
  • 25 de Junho: Brasil vs Portugal

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A quatro jornadas do final da Série A e depois de terem vencido o grande derbi com a Lázio, os romanos dificilmente esperavam que a Sampdória fosse causar qualquer tipo de mossa no Olímpico de Roma. No entanto, dois golos de Pazzini gelaram a Roma e garantiram uma vitória da Samp em pleno Olímpico (2-1). Este resultado, aliado à vitória do Inter, em casa, diante da Atalanta (3-1), significou o regresso à liderança da equipa de Mourinho; Por outro lado, em Espanha, o Barça venceu, em casa, o Xerez (3-1) e manteve o ponto de liderança sobre o Real Madrid, que venceu em Saragoça (2-1); Situação similar aconteceu na Premier League, com o Chelsea a manter, também, um ponto de avanço sobre o Manchester United, após golear o Stoke City por sete bolas a zero.

Liga Italiana – Inter regressa ao topo da Série A

Após ter chegado à liderança da Série A e com o Inter ainda envolvido na Liga dos Campeões, pensou-se que a equipa romana tinha tudo para conquistar o título. Esta jornada a Roma recebia a Sampdória e o jogo até começou da melhor maneira, pois, ainda na primeira parte, Totti colocou a equipa da capital italiana na frente do marcador. Contudo, na segunda metade, a Roma adormeceu e Pazzini, com dois golos, deu a volta ao marcador, garantindo a vitória da Samp por 2-1. Quem aproveitou o deslize dos pupilos de Ranieri foi o Inter que, em casa, venceu a Atalanta por 3-1. Um jogo tranquilo da equipa de Mourinho, que até esteve a perder, mas rapidamente deu a volta ao jogo com golos de Milito, Muntari e Chivu. Neste momento, o Internazionale lidera o campeonato com mais dois pontos que a agora segunda, AS Roma.

Liga Espanhola – Barça mantém vantagem sobre Real Madrid

O Barcelona defrontava, no Nou Camp, o último classificado da La Liga e, como tal, ninguém esperava outro resultado que não a vitória dos catalães. Ainda assim, apesar de ter vencido por 3-1, o Barça encontrou um adversário duro e que complicou a vida aos pupilos de Guardiola por grande parte do desafio. Os catalães entraram bem e rapidamente chegaram ao 2-0 com golos de Jeffren e Henry, mas Bermejo reduziu para o Xerez, intranquilizando um pouco o Barça, que só descansou com o terceiro golo, marcado por Zlatan, aos 56 minutos. Este resultado permitiu ao Barcelona manter a vantagem de um ponto sobre o Real Madrid, que, numa deslocação dura a Saragoça, ganhou por 2-1, graças a um golo de Kaká, bem perto do final do desafio.

Liga Inglesa – Chelsea mantém liderança com goleada

Os blues receberam o Stoke City e não deram quaisquer hipóteses ao seu adversário, goleando-o por sete bolas a zero. Três golos de Kalou, dois de Lampard, um de Malouda e outro de Sturridge foram a materialização de um jogo em que o Chelsea mostrou o porquê de liderar a Premier League. Com este resultado, a equipa londrina mantém o ponto de vantagem sobre o Manchester United, que, numa recepção difícil ao Tottenham, venceu por 3-1 com bis de Giggs e um golo de Nani.

Liga Alemã – Bayern empata e é apanhado pelo Schalke 04

O Bayern deslocou-se a Mochengladbach e encontrou um adversário muito duro e com vontade de travar os bávaros na sua luta pelo título. O Borussia esteve mesmo em vantagem graças a um golo de Reus (60′), mas, treze minutos depois, Klose, garantiu um empate importantíssimo para o Bayern. Graças a esta igualdade, a equipa de Van Gaal, mantém a liderança do campeonato, ainda que, neste momento, tenha os mesmos pontos que o Schalke 04, que, em Berlim, venceu o Hertha por 1-0. Assim sendo, teremos a Bundesliga ao rubro até ao fim.

Liga Francesa – Marselha caminha para o título

A quatro jornadas do final da Ligue 1, o Marselha está cada vez mais perto de conquistar o título. Desta feita, a equipa recebeu o St. Etienne e venceu por uma bola a zero, graças a um golo de Valbuena. Neste momento, a equipa de Lucho apenas tem um adversário nessa corrida pelo trono da Ligue 1. Venceu em Toulouse (3-0), está a cinco pontos e chama-se Auxerre.  

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