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O Chile já participou em sete campeonatos do mundo, todavia, tirando um terceiro lugar conquistado em casa (1962), o melhor que conseguiu foi alcançar os oitavos de final no França 98, numa competição em que, curiosamente, não venceu nenhum jogo (três empates e uma derrota). Ainda assim, a equipa chilena está bastante motivada para o Mundial da África do Sul, pois tem uma das melhores gerações de jogadores de sempre e, para além disso, fez uma excelente fase de qualificação, terminando na segunda posição, apenas um ponto atrás do vencedor do agrupamento: Brasil. Agora, em terras sul-africanas, tudo o que seja abaixo dos oitavos de final terá de ser encarado como uma grande desilusão para os sul-americanos.

A Qualificação

Os chilenos fizeram uma fase de apuramento de grande qualidade na zona sul-americana de qualificação, acabando na segunda posição a apenas um ponto do Brasil (1º) e terminando o agrupamento com uma vantagem de nove pontos em relação à primeira equipa que não se qualificou directamente para a África do Sul (Uruguai).

Durante o seu percurso, o Chile teve resultados brilhantes como a dupla vitória diante da Colômbia (4-2 e 4-0) ou triunfos em campos difíceis como o do Paraguai (2-0), Bolívia (2-0) ou Venezuela (3-2).

Assim sendo, foi mesmo com algum brilhantismo que a selecção chilena garantiu o passaporte para o Mundial 2010.

Zona sul-americana – Classificação

  1. Brasil 34 pts
  2. Chile 33 pts
  3. Paraguai 33 pts
  4. Argentina 28 pts
  5. Uruguai 24 pts
  6. Equador 23 pts
  7. Colômbia 23 pts
  8. Venezuela 22 pts
  9. Bolívia 15 pts
  10. Peru 13 pts

O que vale a selecção chilena?

A equipa chilena é uma equipa de grande qualidade,vocacionada para o ataque e usando um esquema muito ofensivo em 4-3-3 será, por certo, garantia de futebol atractivo em terras sul-africanas.

A baliza deverá estar entregue a Bravo, guarda-redes de qualidade. Depois, o quarteto defensivo deverá ser composto pela dupla de centrais: Medel-Vidal e pelos laterais: Ponce (à esquerda) e Isla (à direita). Neste sector, temos de destacar a curiosidade de os dois centrais serem, normalmente, usados como médios defensivos nos seus clubes. Tratam-se de dois jogadores de excelente qualidade pelo chão, mas que, por vezes, têm alguma dificuldade no jogo aéreo, nomeadamente Medel que é muito baixo. Por outro lado, nas laterais, encontramos dois jogadores muito diferentes, pois Ponce é mais defensivo, ajudando muitas vezes o centro da defesa, enquanto Isla é muito ofensivo, sendo, muitas vezes, quase um extremo.

No meio campo, a equipa chilena deverá optar por um duplo-pivot composto por dois jogadores que tanto sabem defender e recuperar bolas como iniciar o processo ofensivo: Carmona e Millar. Depois, mais à frente, deverá jogar o bem conhecido Mátias Fernández. No esquema da selecção sul-americana, o papel do jogador do Sporting é extremamente importante, pois é por ele que passa quase toda a construção ofensiva do Chile.

Por fim, no ataque, os chilenos deverão optar por dois extremos: Beauséjour (à esquerda) e Alexis Sánchez (à direita). Estes dois atletas devem ter missões ligeiramente diferentes, pois enquanto Beauséjour será um extremo puro, que se preocupará mais em criar desequilíbrios no flanco esquerdo, Sánchez será um falso extremo que aproveitará o facto de Isla subir muito pelo flanco direito para fazer diagonais para o centro e aparecer, muitas vezes, colado ao ponta de lança. Esse avançado centro será, obviamente, a estrela do futebol chileno (Humberto Suazo), um atacante rápido e explosivo, que, na hora da verdade, raramente falha.

Em suma, podemos dizer que o Chile apresenta, neste mundial, uma equipa equilibrada e talentosa com reais condições de fazer uma excelente campanha.

O Onze Base

Como referido anteriormente, a selecção sul-americana deverá apresentar um 4-3-3 de pensamento ofensivo com Bravo (Real Sociedad) na baliza; Ponce (Universidad Católica), Medel (Boca Juniors), Vidal (Leverkusen) e Isla (Udinese) na defesa; Carmona (Reggina), Millar (Colo Colo) e Mátias Fernández (Sporting) no meio campo; Beauséjour (América), Alexis Sánchez (Udinese) e Humberto Suazo (Saragoça) no ataque.

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

Integrada no Grupo H com Espanha, Suíça e Honduras e partindo do principio que o primeiro lugar (Espanha) e o último (Honduras), parecem, aparentemente entregues, espera-se que a selecção de Marcelo Bielsa lute com a Suíça pelo segundo posto. Nessa disputa, apesar da boa qualidade helvética, o Chile, com mais talento natural, deverá ter uma ligeira vantagem.

Calendário – Grupo H (Mundial 2010)

  • 16 de Junho: Chile vs Honduras
  • 21 de Junho: Chile vs Suíça
  • 25 de Junho: Chile vs Espanha

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Os helvéticos já participaram em oito campeonatos do mundo, todavia, nunca passaram dos quartos de final e, a última vez que alcançaram essa fase da prova, foi há 56 anos (1954). Nas últimas duas participações (1994 e 2006), a selecção suíça cumpriu com os serviços mínimos, passando a fase de grupos e caindo, logo a seguir, nos oitavos de final. Agora, na África do Sul, com uma selecção mediana e num agrupamento com espanhóis, chilenos e hondurenhos, a dúvida é se conseguem voltar a cumprir os serviços mínimos (oitavos de final), ou se, ao invés, não passam da primeira fase da prova.

A Qualificação

Inseridos num grupo acessível com Grécia, Letónia, Israel, Luxemburgo e Moldávia, os suíços começaram muito mal a fase de apuramento com um empate em Israel (2-2) e, bem pior, com uma derrota caseira com o Luxemburgo (1-2).

Temeu-se o pior, mas os helvéticos, até final da fase de qualificação, estiveram bem melhor e apenas concederam dois empates (Letónia, fora, 2-2 e Israel, casa, 0-0), vencendo todas as restantes partidas.

Nesse percurso vitorioso, temos de destacar a dupla vitória diante da selecção helénica (2-0 e 2-1), decisiva para alcançarem o primeiro lugar do Grupo 2 e consequente apuramento directo para o Mundial sul-africano.

Grupo 2 – Classificação

  1. Suíça 21 pts
  2. Grécia 20 pts
  3. Letónia 17 pts
  4. Israel 16 pts
  5. Luxemburgo 5 pts
  6. Moldávia 3 pts

O que vale a selecção helvética?

A equipa suíça vale, essencialmente, por ter um colectivo forte e, acima de tudo, muito experiente. Sem grandes estrelas, os helvéticos colocam todas as suas fichas na boa organização táctica e na eficácia.

O sector mais recuado da equipa de Ottmar Hitzfeld é composto por um grande guarda-redes, bem conhecido dos portugueses (Diego Benaglio) e por um quarteto defensivo muito sólido e seguro. Nessa defesa, a dupla de centrais será formada por Senderos e Grichting, dois jogadores que se completam, pois o jogador do Auxerre é muito forte pelo chão e o antigo defesa do Arsenal é poderoso no jogo aéreo. Por outro lado, nas laterais, deverão aparecer Zygler (à esquerda) e Lichtsteiner (à direita), dois defesas que correm o campo todo, defendendo e atacando com a mesma competência.

Depois, num meio campo típico do 4-4-2 clássico, deverão jogar Huggel e Inler como duplo pivot. Neste esquema, Huggel será um trinco puro, muito forte fisicamente e com a capacidade de encostar aos centrais sempre que necessário, enquanto Inler será um box to box, muito criativo, que sabe aparecer com perigo nas zonas mais adiantadas do terreno. Por outro lado, nas alas, deverão jogar Barnetta (à esquerda) e Padalino (à direita), dois jogadores criativos (principalmente Barnetta), mas que sabem defender, dando, assim, muita consistência à equipa helvética.

Por fim, no ataque, deverão jogar os veteranos: Nkufo e Frei. Tratam-se dois elementos bem diferentes, pois Nkufo é um avançado muito forte fisicamente, que desgasta muito os defesas e serve de elemento de referência ofensiva, enquanto Frei, é mais leve e móvel, ainda que se trata de um finalizador nato, que raramente falha no momento de definição. Ainda assim, se Hitzfeld pretender um ataque com dois elementos móveis, pode sempre abdicar de Nkufo e lançar o também veterano jogador do Lucerna: Hakan Yakin.

O Onze Base

A equipa helvética deve apresentar um 4-4-2 clássico com Diego Benaglio (Wolfsburgo) na baliza; Zygler (Sampdória), Senderos (Everton), Grichting (Auxerre) e Lichtsteiner (Lázio) na defesa; Barnetta (Leverkusen), Huggel (Basileia), Inler (Udinese) e Padalino (Sampdória) no meio campo; Nkufo (Twente) e Frei (Basileia) no ataque.

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

Num grupo com Espanha, Chile e Honduras, o primeiro lugar estará, desde logo, totalmente de parte, pois salvo um escândalo, esse irá pertencer à pátria de Cervantes. Assim sendo, tendo em conta que as Honduras deverão ficar na última posição, caberá aos suíços disputar o segundo lugar com os chilenos, num duelo que se advinha muito equilibrado e intenso.

Calendário – Grupo H (Mundial 2010)

  • 16 de Junho: Suíça vs Espanha
  • 21 de Junho: Suíça vs Chile
  • 25 de Junho: Suíça vs Honduras

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Após a excelente presença no Mundial 2006 em que só caíram nos oitavos de final aos pés do Brasil, os ganeses encaram esta segunda presença no campeonato do mundo como optimismo. Integrados num grupo com Alemanha, Sérvia e Austrália, os africanos acreditam que é possível alcançarem o segundo lugar e consequente apuramento para a segunda fase. Com excelentes jogadores como Asamoah Gyan, Muntari ou Annan, cabe ao seleccionador Milovan Rajevac criar condições para que estes joguem em equipa e mostrem um conjunto forte.

A Qualificação

O Gana passou por dois momentos bastante diferentes na fase de apuramento da zona africana.

Na 2ª fase, diante de Gabão, Líbia e Lesoto, tiveram bastantes dificuldades e acabaram por terminar com os mesmos pontos de gaboneses e líbios, apenas garantindo o primeiro lugar graças a terem uma melhor diferença de golos. Nessa fase, os Black Stars tiveram derrotas surpreendentes nas deslocações à Líbia (0-1) e Gabão (0-2).

Por outro lado, na 3ª fase, beneficiando de um grupo acessível com o Benin, Mali e Sudão, os ganeses superiorizaram-se aos adversários com clareza. Os Black Stars terminaram com mais três pontos que o 2º classificado (Benin) e apenas perderam uma partida, precisamente, fora, diante do Benin (0-1).

Ainda assim, foi com percalços inesperados que o Gana se qualificou para o campeonato do mundo do ano de 2010.

2ª Fase: Grupo 5 – Classificação

  1. Gana 12 pts
  2. Gabão 12 pts
  3. Líbia 12 pts
  4. Lesoto 0 pts

3ª Fase: Grupo D – Classificação

  1. Gana 13 pts
  2. Benin 10 pts
  3. Mali 9 pts
  4. Sudão 1 pt

O que vale a selecção ganesa?

A equipa ganesa tem um colectivo forte  e com condições para discutir o segundo lugar do grupo com australianos e sérvios. Ainda assim, a sua defesa frágil e a ausência da grande estrela: Michael Essien, poderá ser-lhes fatal.

O sector mais recuado dos ganeses conta com um guarda-redes apenas razoável (Kingson)  e uma dupla de centrais (John Mensah-Vorsah) com algumas deficiências, nomeadamente Vorsah, que, pelo chão, é facilmente batido. Ainda assim, nem tudo é negativo na defesa ganesa, pois tanto o lateral esquerdo (Sarpei) como o lateral direito (Paintsil) defendem e atacam com competência, havendo ainda uma outra excelente opção para a direita, o defesa do Basileia: Inkoom.

Por outro lado, o meio campo, mesmo sem Essien, é o sector mais forte, pois os ganeses têm excelentes jogadores neste sector. Jogando em 4-4-2 clássico, o flanco esquerdo do meio campo deverá ser entregue a Muntari e o direito a Andre Ayew, sendo que o jogador do Inter funcionará mais como interior e Ayew quase como extremo. Por outro lado, no centro do terreno, Rajevac deverá utilizar a dupla: Annan-Appiah, que é muito forte fisicamente e pode ajudar a disfarçar as carências defensivas da dupla de centrais.

Por fim, o ataque deverá ser composto pela dupla: Asamoah Gyan-Amoah. Tratam-se de dois avançados que se movimentam muito bem na área e caem bem nos flancos, confundindo as marcações. Para além disso, são ambos excelentes no capítulo da finalização. Outra opção natural, quando for necessária maior poder de choque na frente de ataque é o gigante: Prince Tagoe.

O Onze Base

Jogando em 4-4-2 clássico o Gana deve apresentar Kingson (Wigan) na baliza; Um quarteto defensivo composto por Sarpei (Leverkusen), John Mensah (Sunderland), Vorsah (Hoffenheim) e Paintsil (Fulham); Depois, no meio campo, Appiah (Bolonha) e Annan (Rosenborg) serão o duplo-pivot, enquanto Muntari (Inter) aparecerá na esquerda e André Ayew (Arles) aparecerá na direita; Por fim, no ataque, joga a dupla: Asamoah Gyan (Rennes) e Amoah (NAC).

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

A ausência de Michael Essien foi um rude golpe nas ambições ganesas para este campeonato do mundo e essa situação aliada à fragilidade do centro da defesa, coloca-os um pouco abaixo de sérvios e australianos na luta pelo segundo lugar. Ainda assim, os ganeses têm, na globalidade, uma boa equipa e, se o duplo-pivot for capaz de disfarçar os problemas defensivos, a equipa africana tem hipóteses de alcançar os oitavos de final.

Calendário – Grupo D (Mundial 2010)

  • 13 de Junho: Gana vs Sérvia
  • 19 de Junho: Gana vs Austrália
  • 23 de Junho: Gana vs Alemanha

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“O futebol são onze contra onze e, no final, ganham os alemães…” foi assim que um dia, Gary Lineker, fantástico atacante inglês, resumiu a essência do desporto rei. O avançado pretendia dar ênfase à frieza germânica que, no momento chave, raramente dava hipóteses aos adversários. Tricampeã mundial (1954, 74 e 90) ainda antes da reunificação alemã, a “mannschaft” não tem, neste momento, as estrelas de outrora e a situação agravou-se com a lesão do motor do meio campo: Ballack. Ainda assim, a Alemanha nunca é uma selecção para encarar de ânimo leve. Afinal, foram vice-campeões da Europa em 2008 e terceiros classificados no Mundial 2006. Números muito positivos para uma selecção sem estrelas, mas sempre com um colectivo forte, frio e, acima de tudo, letal.

A Qualificação

Integrada no Grupo 4 da zona europeia com Rússia, Finlândia, País de Gales, Azerbaijão e Liechtenstein, a Alemanha não teve dificuldades em apurar-se, terminando o agrupamento em primeiro lugar e sem perder (oito vitórias e dois empates).

Curiosamente, apesar de excelentes resultados como as vitórias em Gales (2-0) e os dois triunfos diante dos russos (2-1 e 1-0), a equipa germânica foi incapaz de vencer a Finlândia, empatando fora (3-3) e em casa (1-1).

Ainda assim, foi um apuramento fácil e que mostrou todo o poderio de uma equipa que, mesmo desprovida de grandes estrelas, é sempre para respeitar e ter em conta.

Grupo 4 – Classificação

  1. Alemanha 26 pts
  2. Rússia 22 pts
  3. Finlândia 18 pts
  4. País de Gales 12 pts
  5. Azerbaijão 5 pts
  6. Liechtenstein 2 pts

 O que vale a selecção germânica?

A equipa alemã vale, essencialmente, pelo seu todo. É uma equipa muito forte em termos físicos e tácticos, que demonstra grande frieza e raramente falha na hora H.

Curiosamente, a defesa, que costuma ser sempre um poço de experiência, deverá apresentar alguns elementos de futuro, que irão dar à “mannschaft” frescura e capacidade ofensiva sem lhe tirar a sua habitual segurança. Wiese, um guarda-redes experiente, mas ainda jovem (28 anos) deverá ser o titular da baliza, o jovem lateral do Hoffenheim: Beck, deverá ser o dono do lado direito da defesa, Lahm (26 anos) é indiscutível no flanco esquerdo e Mertesacker (25 anos) titularíssimo no centro defensivo. Assim sendo, o único atleta experiente deverá ser o companheiro de Mertesacker no centro da defesa: Friedrich (31 anos). Todavia, não será totalmente descabida a hipótese do central do Hertha ser preterido pela jovem promessa do Bayern: Badstuber.

Se a defesa alemã é muito jovem, o meio campo é outra prova do claro rejuvenescimento do futebol germânico. Privado de Ballack, o meio campo deverá funcionar em losango, com Khedira (23 anos) como vértice mais defensivo, Trochowski (26 anos) como ala esquerdo, Schweinsteiger (25 anos) como ala direito e Özil (21 anos) como nº 10. Um sector que perde em experiência e capacidade defensiva, mas ganha em criatividade e capacidade ofensiva. Ainda assim, a ausência de Ballack foi um rude golpe e transformou este sector no mais frágil da selecção alemã.

Por fim, o ataque, deverá ser entregue a Podolski (avançado mais móvel) e Mário Gomez (ponta de lança mais fixo). São dois atletas que combinam muito bem e que vão garantir grande poder de fogo à Alemanha. No entanto, a “mannschaft” não se fica por aqui em termos ofensivos e a prova de que este é o sector mais forte da equipa é o facto de atletas como Cacau, Klose e Kiessling estarem no banco.

Integrada no Grupo D, com Gana, Sérvia e Austrália, a Alemanha é claramente a selecção mais forte do grupo e deverá prová-lo em campo com maior ou menor dificuldade.

O Onze Base

A Alemanha deverá apresentar um 4-4-2 losango com Wiese (Werder Bremen) na baliza; Um quarteto defensivo com Lahm (Bayern), Mertesacker (Werder Bremen), Friedrich (Hertha) e Beck (Hoffenheim); Depois, o trinco deverá ser Khedira (Leverkusen), o interior esquerdo: Trochowski (Hamburgo), o interior direito: Schweinsteiger (Bayern) e o nº 10: Özil (Werder Bremen); Por fim, na frente, deverão jogar o atacante móvel: Podolski (Colónia) e o ponta de lança fixo: Mario Gomez (Bayern).

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

A Alemanha é superior a qualquer dos seus adversários do Grupo D e, como tal, é pouco provável que Sérvia, Gana ou Austrália, lhe causem problemas de maior na primeira fase. Ainda assim, a equipa germânica, pela falta de experiência, deverá ter dificuldades a partir da fase a eliminar.

Calendário – Grupo D (Mundial 2010)

  • 13 de Junho: Alemanha vs Austrália
  • 18 de Junho: Alemanha vs Sérvia
  • 23 de Junho: Alemanha vs Gana 

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Bastava uma vitória pela margem mínima para que o Chelsea, diante do Wigan, na última jornada da Liga Inglesa, se sagrasse campeão. Contudo, os londrinos não fizeram por menos e venceram os pupilos de Roberto Martinez por oito bolas a zero, conquistando a Premier League em grande estilo. Este resultado, frustrou os desejos do Manchester United, que cumpriu a sua parte (venceu o Stoke City, em casa, por 4-0), mas acabou traído pela magnífica exibição dos “blues”; Em Espanha, por outro lado, Barcelona (venceu em Sevilha por 3-2) e Real Madrid (venceu o Athletic, em casa, por 5-1), continuam separados por um ponto, com vantagem catalã; Situação similar em Itália, onde o líder Inter venceu o Chievo, em casa, por 4-3 e a perseguidora Roma recebeu e venceu o Cagliari por 2-1. “nerazzurri” e “giallorossi” continuam, assim, separados por um ponto, com vantagem para os pupilos de José Mourinho.

Liga Inglesa – Ancelotti campeão na época de estreia

Muitos torceram o nariz perante a chegada de Carlo Ancelotti para treinar o Chelsea, todavia, a verdade é que logo na sua primeira época, o treinador italiano sagrou-se campeão. Diante do Wigan, bastava aos londrinos uma vitória por um a zero, mas os “blues” tinham outros planos e nomeadamente Drogba sentia que o título de melhor marcador estava à sua mercê. Assim sendo, o Chelsea entrou muito forte e rapidamente chegou ao golo por Anelka (6′). Posteriormente, Caldwell foi expulso no Wigan e o castelo de Martinez caiu, facilitando a tarefa dos londrinos que foram ampliando a vantagem com golos de Lampard (32′), Kalou (54′), Anelka (56′), Drogba (63′, 68′ e 80′) e Ashley Cole (90′). Assim sendo, os londrinos conseguiram a felicidade colectiva do título e individual por Didier Drogba ter sido o melhor marcador da Premiership. Este resultado impediu, assim, o tetra do Manchester United, que venceu o Stoke City (4-0), mas terminou em segundo lugar, a um ponto dos “blues”.

Dados finais da Liga Inglesa:

Campeão: Chelsea

Qualificados para a Liga dos Campeões: Chelsea, M. United, Arsenal e Tottenham

Qualificados para a Liga Europa: Manchester City, Aston Villa e Liverpool

Descem à “Championship”: Burnley, Hull City e Portsmouth

 

Liga Espanhola – Barça passa teste de Sevilha e aproxima-se do título

O Barça entrou forte na Andaluzia e, à meia hora, já vencia por 2-0 graças a golos de Messi e Bojan. A postura dominadora manteve-se e, a partir do minuto 56, as coisas tornaram-se ainda mais facilitadas com a expulsão de Konko. Beneficiando dessa superioridade numérica, o Barcelona haveria de ampliar a vantagem com um golo de Pedro (64′) e pensou-se que o jogo estaria irremediavelmente decidido. Contudo, de forma surpreendente, o Sevilha renasceu das cinzas e, mesmo com menos um elemento, fez dois golos (Kanouté (69′) e Luís Fabiano (71′)), colocando os “azulgrana” sob alguma pressão. Ainda assim, os catalães souberam segurar as rédeas do desafio e guardar a preciosa vitória (3-2) até final.

Com esta vitória, o Barça só não será campeão se não vencer o Valladolid, em casa, e o Real Madrid (ganhou ao Athletic nesta jornada por 5-1) vencer, fora, o aflito Málaga.

Liga Italiana –  Internazionale a uma vitória do título

Os pupilos de José Mourinho entraram para a recepção ao Chievo com a esperança de serem campeões já neste desafio. Para isso bastava vencerem a equipa de Verona e esperarem um desaire da Roma, em casa, diante do Cagliari.

Ainda assim, o jogo até começou mal para os “nerazzurri”, que entraram a perder com um autogolo de Motta. Todavia, o Inter soube reagir e transformou o 0-1 em 4-1 com golos de Mantovani (p.b.), Cambiasso, Milito e Balotelli. Passado algum tempo, o Cagliari marcava em Roma e foi o delírio no Giuseppe Meazza, um êxtase que colocou totalmente em segundo plano o golo de Granoche, para o Chievo a reduzir para 2-4. Nessa altura, sonhava-se com o título conquistado, nesse mesmo dia, mas a Roma soube dar a volta ao resultado com um bis de Totti e frustrou o sonho interista, que ainda sofreu o 4-3 (marcou Pelissier), tremeu, mas segurou o triunfo até final.

Assim sendo, à partida para a última jornada, o Inter necessita de vencer em Siena para ser campeão, enquanto a AS Roma necessita de vencer o Chievo (fora) e esperar que os “nerazzurri” não vençam o Siena.

Liga Alemã – Bayern limitou-se a confirmar o título

Com uma diferença de golos realísticamente inultrapassável, restava ao Bayern confirmar o título de forma matemática. Na deslocação a Berlim, para defrontar o relegado Hertha, os bávaros mostraram o seu poder e venceram por 3-1. Curiosamente, até podiam ter perdido pela inimaginável diferença de golos, pois o perseguidor Schalke 04 não foi além de um empate em Mainz (0-0).

Dados finais da Liga Alemã

Campeão: Bayern

Qualificados para a Liga dos Campeões: Bayern, Schalke 04 e Werder Bremen

Qualificados para a Liga Europa: Leverkusen, Dortmund e Estugarda

Joga o Playoff de permanência: Nuremberga

Desceram à 2ª Bundesliga: Bochum e Hertha de Berlim

 

Liga Francesa – Lille mais perto de ser segundo classificado

Com o título decidido e entregue ao Marselha, resta pouca coisa para lutar na Ligue 1. Ainda assim, um objectivo importante é o segundo lugar e consequente apuramento directo para a “Champions” e o Lille, após vencer, em casa, o campeão Marselha, por 3-2, aproximou-se desse objectivo, tendo agora dois pontos de vantagem sobre o terceiro, Auxerre.

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O Barcelona venceu, no Santiago Bernabéu, o Real Madrid por 2-0 e ficou mais perto do bicampeonato. Os catalães, com esta vitória, têm agora três pontos de avanço e vantagem no confronto directo sobre os madrilenos; Em Itália, a Roma é a nova líder da Série A, após vencer, em casa, a Atalanta por 2-1 e beneficiar do empate do Inter em Florença (2-2). Os romanos têm agora um ponto de vantagem sobre o Internazionale e quatro sobre o Milan que não foi além de um empate caseiro com o Catania (2-2); Em Inglaterra, o Chelsea, mesmo sem jogar, continua líder, pois o Manchester United não foi além de um empate, a zeros, diante do Blackburn. Os londrinos têm apenas um ponto de vantagem sobre os “red devils”, mas têm menos um jogo que a equipa de Alex Ferguson.

Liga Espanhola – Barcelona vence R. Madrid e é líder isolado

Considerado por grande parte da imprensa espanhola como o jogo do século, o Real Madrid-Barcelona terminou com a vitória dos catalães por duas bolas a zero. O Barça foi superior do princípio ao fim e venceu com toda a justiça  com golos de Lionel Messi e Pedro. Esta resultou mostrou, uma vez mais, a superioridade da Escola do Barça sobre os muitos milhões habitualmente gastos pelo Real Madrid. O Barcelona tem agora caminho aberto para o título, pois tem três pontos de avanço e ainda vantagem no confronto directo sobre os madrilenos, quando faltam sete jornadas para o final da La Liga.

Liga Italiana – Roma sobe à liderança da Série A

A AS Roma venceu a Atalanta por duas bolas a uma com golos de Vucinic e Cassetti (Tiribocchi marcou para a equipa de Bérgamo) e subiu à liderança do campeonato italiano. Os romanos, para isso, beneficiaram de mais um tropeção do Inter que, desta vez, não foi além de um empate em Florença (2-2) num jogo que os interistas não souberam segurar a vantagem depois de estarem a vencer por duas bolas a uma. Assim sendo, a AS Roma lidera a Série A com mais um ponto que o Internazionale e quatro que o Milan que também não passa por uma boa fase, pois, desta feita, tropeçou, em casa, com o Catania (2-2).

Liga Inglesa – Chelsea continua líder mesmo sem jogar

O Chelsea só joga hoje diante do Bolton, todavia, a jornada 34 já lhe deu uma alegria, que passou pelo empate do Manchester United em Blackburn (0-0), num jogo muito desinspirado dos “red devils”. Agora, os “blues” têm um ponto de avanço sobre o M. United e três sobre o Arsenal (também joga hoje, fora, com o Tottenham), todavia, ambas as equipas londrinas têm menos um jogo que o conjunto treinado por Alex Ferguson.

Liga Alemã – Bayern apenas empata mas aumenta vantagem sobre o Schalke 04

O Bayern até esteve a vencer em Leverkusen, graças a um tento de Robben, porém, um golo de Vidal, garantiu ao Bayer um empate a uma bola. Ainda assim, a equipa de Munique aumentou para dois pontos a vantagem sobre o Schalke 04, pois o segundo classificado deslocou-se a Hannover e foi copiosamente derrotado por quatro bolas a duas. Assim sendo, a quatro jornadas do fim da Bundesliga, o Bayern têm 60 pontos, o Schalke 04 (2º) tem 58 e o Bayer Leverkusen (3º) tem 54.

Outras Ligas – Panathinaikos conquista campeonato grego.

O Panathinaikos recebeu e venceu sem dificuldade o Iraklis por duas bolas a zero (golos de Cissé e Ninis), conquistando o vigésimo título grego da sua história. Este resultado tornou inútil a vitória do Olympiakos no campo do Panthrakikos (2-0); Em França, o Marselha recebeu e goleou o Nice por quatro bolas a uma e lídera a Ligue 1 com dois pontos de avanço e menos um jogo que o Auxerre (2º), que venceu em Nancy (1-0); Por fim, na Holanda, o Twente recebeu e venceu o Heerenveen (2-0), mantendo a vantagem de  quatro pontos em relação ao Ajax (2º), que esmagou o VVV Venlo por sete bolas a zero.

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O Chelsea deslocou-se a Manchester e venceu o United por 2-1, passando, assim, para a liderança da Liga Inglesa. Os londrinos têm agora mais dois pontos que a equipa de Alex Ferguson e três que o Arsenal (3º); Em Espanha, por sua vez, tudo na mesma, com o Real Madrid a vencer em Santander (2-0) e o Barça a esmagar, em casa, o Athletic Bilbau (4-1). Assim sendo, madrilenos e catalães continuam colados na liderança; Por fim, em Itália, os três da frente venceram e continuam separados por três pontos. O Inter (1º) venceu, em casa, o Bolonha (3-0), a Roma (2º) venceu, em Bari, por uma bola a zero e o Milan venceu, em Cagliari, por três bolas a duas.

 

Liga Inglesa – Chelsea vence Manchester United e sobe ao primeiro lugar

A cinco jornadas do final da Premier League, o Chelsea deslocou-se a Old Trafford e venceu, com justiça, o Manchester United por duas bolas a uma. A equipa londrina cedo tomou as rédeas do jogo e aproveitou a ausência da grande estrela do United (Rooney) para desequilibrar a balança a seu favor. Joe Cole (20′) e Drogba (79′) colocaram mesmo o Chelsea a vencer por duas bolas a zero, antes de Macheda (81′) reduzir para o colectivo de Manchester e fazer o 1-2 final. Com este resultado, o Chelsea tem agora dois pontos de avanço sobre o Manchester United. Por outro lado, o Arsenal (3º) venceu, em casa, o Wolverhampton com um golo de Bendtner aos quatro minutos de descontos e relançou-se na luta pelo título, pois está a apenas três pontos dos londrinos.

Liga Espanhola – Real Madrid e Barça só sabem ganhar

Os  líderes do campeonato espanhol continuam a passear superioridade na La Liga e voltaram a vencer este fim de semana. O Real Madrid foi a Santander e venceu o Racing por 2-0 com golos de Ronaldo e Higuaín, enquanto o Barcelona recebeu e venceu o Ath. Bilbau por 4-1. Assim sendo, madrilenos e catalães continuam colados na liderança, com o Real Madrid a ter vantagem no goal-average. O terceiro classificado, o Valência, está a longínquos 21 pontos de diferença.

Liga Italiana – Inter, Roma e Milan deixam tudo na mesma

Na Série A, a jornada 32 não foi fértil em surpresas. O Inter, líder do campeonato, recebeu o Bolonha e venceu com grande facilidade por 3-0. Motta (2) e Balotelli fizeram os golos dos interistas. Por outro lado, a Roma (2º) passou o teste de Bari (1-0) com um golo de Vucinic (19′) e mantém-se a um ponto da equipa de Mourinho. Por fim, num jogo louco, o Milan (3º) venceu o Cagliari, na Sardenha, por 3-2. Tratou-se de um jogo muito equilibrado com o Milan a marcar sempre primeiro e o Cagliari a empatar a seguir, todavia, a equipa de Leonardo, após o 3-2, soube segurar a vantagem e manter-se a apenas três pontos do Inter de Milão.

Liga Alemã – Bayern vence em Schalke e volta à liderança da Bundesliga

O Bayern venceu em Schalke, num jogo intenso, por duas bolas a uma e regressou à liderança da Liga Alemã. Ribery e Muller colocaram os bávaros a vencer por 2-0 e, apesar do Schalke ainda ter reduzido por Kuranyi, a vitória da equipa de Munique nunca foi posta em causa. Assim sendo, o Bayern lidera novamente o campeonato, agora com um ponto de avanço sobre o Schalke 04. Já o Leverkusen (3º) parece estar fora da corrida, pois perdeu em Frankfurt (2-3) e encontra-se, agora, a seis pontos do líder.

Liga Francesa – Bordéus perdeu liderança na Ligue 1

O Bordéus perdeu surpreendentemente em casa, diante do Nancy (1-2) e caiu para o quarto lugar da Liga Francesa. Contudo, o trio da frente composto por Lyon (venceu em Rennes por 2-1), Montpellier (empatou, em casa, com o Monaco a zero) e Auxerre (recebeu e empatou com o PSG a um golo) têm apenas mais um ponto e mais dois jogos que o Bordéus. Na luta pelo título está ainda o Marselha, que venceu o Lens (1-0), em casa, com um golo de Brandão. Os marselheses estão exactamente na mesma situação que o Bordéus, pois estão a um ponto do trio da frente e têm menos dois jogos disputados.

Liga Holandesa – Twente mantém a vantagem sobre Ajax e PSV

O Twente foi a Venlo e venceu por 2-0, estando cada vez mais perto do título. Quando faltam apenas quatro jornadas para o final da Eredivisie, a equipa de Enschede mantem quatro pontos de avanço sobre o Ajax (ganhou 1-o, fora, ao Den Haag) e cinco sobre o PSV, que ganhou, em Tilburg, ao Willem II, igualmente por uma bola a zero.

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