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Posts Tagged ‘Liga Brasileira’

Rhodolfo é uma figura do Grémio

Rhodolfo é uma figura do Grémio

Continua o corropio de defesas-centrais apontados ao Sporting neste defeso, sendo que o perfil é quase sempre o mesmo: futebolistas altos, fortes fisicamente e experientes, sendo curiosamente quase todos eles oriundos do Brasil.

Um dos mais recentes exemplos é o de Luiz Rhodolfo Dini Gaioto, futebolista nascido a 11 de Agosto de 1986 em Bandeirantes, Brasil, e que passou pelas camadas jovens do União Bandeirante e do Atlético Paranaense, isto antes de se estrear profissionalmente por esse último clube, em 2006.

No Atlético Paranaense, haveria de somar um total de 97 jogos (dois golos) até 2010, tendo conquistado um Campeonato Paranaense em 2009 e merecendo inclusivamente uma transferência para o bem mais emblemático São Paulo, em 2011.

Sucesso no São Paulo e Grémio

Inegável é que o imponente defesa-central não sentiu o salto para o “tricolor paulista”, emblema pelo qual somou 137 jogos e 11 golos até ao Verão de 2013, tendo conquistado uma Taça Sul-Americana (2012).

De há dois anos para cá, contudo, Rhodolfo vem evoluindo no Grémio de Porto Alegre, clube pelo qual se transferiu em primeiro lugar por empréstimo, mas, desde 2014, a título definitivo, tendo custado quatro milhões de euros ao histórico emblema gaúcho.

Aí, além de ter o estatuto de vice-capitão, o defesa-central é igualmente um dos esteios do onze, somando, até ao momento, um total de 105 jogos oficiais e três golos.

Um guerreiro e um líder

A acreditar nos rumores que vêm saindo na comunicação social, Jorge Jesus pretende reforçar o eixo defensivo da equipa do Sporting com um defesa-central alto e imponente, que possa oferecer experiência e capacidade de liderança, assumindo-se imediatamente como uma mais-valia.

Ora, Rhodolfo, apesar da ausência de traquejo no futebol europeu, poderia ser exactamente esse elemento, uma vez que há muito que vai actuando em grandes clubes do sempre competitivo futebol canarinho, apresentando depois uma envergadura física de respeito, bem patente nos 1,93 metros e 84 quilos que são o seu cartão de visita.

Pelo ar, aliás, o brasileiro de 28 anos é absolutamente intransponível, sendo muito eficaz a resolver os problemas defensivos e ainda perigoso quando sobe à área adversária, seja em lances de bola parada ou em fases de chuveirinho mais “desesperado”.

Não sendo propriamente rápido nem um prodígio técnico, Rhodolfo compensa esse factor com um posicionamento inteligente, sendo muito agressivo (no bom sentido) e eficaz no momento do desarme e especialmente assertivo na antecipação. Quanto aos lances de um contra um, é natural que tenha mais dificuldades perante atacantes especialmente rápidos, e mesmo que a sua inteligência táctica minimize esse aspecto, é aconselhável que jogue sempre ao lado de um defesa-central com maior velocidade e mobilidade.

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Dedé é internacional brasileiro

Dedé é internacional brasileiro

É certo e sabido que o Sporting está no mercado pela contratação de pelo menos mais um defesa-central, sendo que a recente grave lesão de Ewerton terá tornado esta necessidade verde-e-branca ainda mais urgente, com alguns nomes a serem apontados pela comunicação social como Douglas (Dínamo de Moscovo), Sané (Bordéus) e, mais recentemente, Dedé (Cruzeiro).

Quanto a este último, lançado na órbita do Sporting pelo jornal “A Bola”, trata-se de um futebolista nascido a 1 de Julho de 1988 em Volta Redonda, Brasil, tendo começado precisamente a sua carreira no clube da sua cidade natal, ainda que tenha saltado para o Vasco da Gama logo em 2009.

No clube da comunidade portuguesa do Rio de Janeiro, o futebolista cujo nome completo é Anderson Vital da Silva (Dedé é apenas alcunha) iniciou um percurso de quatro anos, período em que se assumiu como uma das figuras do Vasco da Gama, somando um total de 155 jogos oficiais e 20 golos.

No Cruzeiro há dois anos

Esse excelente desempenho, que ajudou o Vasco da Gama a conquistar um título da Série B do Brasileirão e uma Taça do Brasil, permitiu a Dedé chegar à principal selecção canarinha e, também, a transferir-se para o Cruzeiro, clube que representa desde 2013.

O defesa-central foi mesmo a transferência mais cara da história do Cruzeiro, tendo custado quatro milhões de euros, ainda que tenha vivido um percurso meio atribulado no emblema mineiro, prejudicado também por uma grave lesão no joelho que sofreu recentemente e que ainda não lhe permitiu jogar este ano.

No que antecedeu o infortúnio, somou 83 jogos e oito golos pelo Cruzeiro, participando directamente na conquista de dois Campeonatos Brasileiros e de um Campeonato Mineiro.

Um verdadeiro reforço

Antes de analisar Dedé, há que realçar a grave lesão que o internacional brasileiro sofreu no joelho direito e que o obrigou a ser operado em Janeiro último, isto numa intervenção cirúrgica que prevê uma recuperação de seis a oito meses, ou seja, deverá estar apenas culminada precisamente por esta altura, podendo isso condicionar um efectivo ataque do Sporting ao atleta.

De qualquer maneira, e pensando no defesa-central a 100%, trata-se daquilo que se poderia chamar de um verdadeiro reforço para o Sporting. Um autêntico líder natural do sector recuado, muito poderoso fisicamente, intransponível no jogo aéreo (defensivo e ofensivo) e com uma razoável velocidade e qualidade técnica.

Posicionalmente muito inteligente, há ainda que destacar a sua eficácia nos capítulos da antecipação e do desarme, sendo que o futebolista de 27 anos também é muito competente na forma como faz contenção a adversários mais rápidos e evoluídos tecnicamente. Em suma, o verdadeiro líder do eixo defensivo que o Sporting precisa e por quem Jorge Jesus suspirará.

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Bruno Rodrigo impõe respeito

Bruno Rodrigo impõe respeito

Um dos alvos prioritários de Jorge Jesus para reforçar o plantel do Sporting na próxima temporada será um defesa-central que ofereça experiência e capacidade de liderança, sendo que o jornal “A Bola” avança hoje com a possibilidade dos verde-e-brancos atacarem Bruno Rodrigo Fenelon Palomo, do Cruzeiro.

Trata-se de um futebolista nascido a 12 de Abril de 1985 em São Paulo, Brasil, e que se estreou profissionalmente na Portuguesa, clube paulista onde se destacou entre as temporadas de 2008 e 2009, quando somou um total de 84 jogos e oito golos.

Sempre na elite

Depois da passagem pela “lusa”, o destino de Bruno Rodrigo passou pelo Santos, emblema onde somou 75 jogos e cinco golos entre 2010 e 2012, e conquistou alguns títulos importantes como três Campeonatos Paulistas, uma Taça do Brasil e, acima de tudo, uma Taça dos Libertadores.

Desde 2013, por outro lado, o experiente defesa-central vai actuando noutro gigante brasileiro, o Cruzeiro, acumulando 92 jogos (nove golos) e tendo contribuído para a conquista de dois Campeonatos Brasileiros e um Campeonato Mineiro.

Experiência, liderança e qualidade

Bruno Rodrigo é um dos melhores defesas-centrais do Brasil, sendo claramente aquilo que os nossos irmãos canarinhos chamam de um “zagueirão”, destacando-se pela inteligência como comanda o sector recuado.

Líder natural, o atleta de 30 anos apresenta uma grande inteligência posicional, é forte na marcação e antecipação, muito eficaz no jogo aéreo (defensivo e ofensivo) e apresenta ainda uma razoável técnica individual, ainda que não esteja habituado a sair a jogar desde trás.

Em jeito de conclusão, e mesmo que alguns problemas físicos recentes possam suscitar alguns receios, não tenho quaisquer dúvidas que este brasileiro poderia ser o tal líder da defesa que supostamente Jorge Jesus pretende, sendo que os 2/2,5 milhões de euros que o Cruzeiro exigirá pelo seu passe dificilmente serão problema para o leão.

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Giovanni Augusto pode oferecer criatividade

Giovanni Augusto pode oferecer criatividade

Um dos futebolistas que é hoje apontado ao Sporting pelo jornal “A Bola” é o médio-ofensivo brasileiro Giovanni Augusto Oliveira Cardoso, jovem de 25 anos que tem contrato válido com o Atlético Mineiro e que podia assumir-se como um importante reforço para a equipa verde-e-branca.

Trata-se de um criativo nascido a 5 de Setembro de 1989 em Belém, Brasil, e que começou a sua carreira nas camadas jovens do Paysandu, ainda que cedo tenha chegado ao Atlético Mineiro, clube que representa profissionalmente desde 2010, somando um total de 32 jogos (um golo).

Essa baixa utilização, contudo, justifica-se pelo facto do médio-ofensivo acumular empréstimos ao longo deste período, tendo passado por emblemas como o Náutico, Grémio Barueri, Criciúma, ABC ou Figueirense, onde quase sempre foi encontrando o espaço que por vezes escasseava no Mineirão.

Talento é inegável

Falando pura e simplesmente de características físicas e técnicas, é inegável que estamos perante um médio-ofensivo de grande qualidade, uma vez que Giovanni Augusto é um jogador rápido e criativo, demonstrando ainda uma excelente visão de jogo e uma inegável capacidade de desequilíbrio.

Aliás, o brasileiro poderia ser mesmo um importante reforço para o Sporting, uma vez que se aproxima muito mais do conceito de “dez” puro do que alguns elementos que têm desempenhado essa função em Alvalade como André Martins ou João Mário.

Ainda assim, existe também a outra face da moeda, e que passa pelo facto de Giovanni Augusto, outrora uma das grandes promessas do futebol brasileiro, ter vivido alguns episódios de indisciplina ao longo da sua carreira. Essa situação, contudo, parece ter sido ultrapassada nos tempos mais recentes, algo que também poderá justificar este suposto interesse leonino.

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A Liga ZON Sagres foi considerada a 4ª melhor do Mundo

Numa altura em que a proibição da publicidade da Bwin pode levantar sérios problemas nas finanças dos clubes portugueses e, inclusivamente, pode por em causa a existência de provas como a Taça da Liga, importa lembrar que o futebol cá do burgo é das poucas indústrias de sucesso e exportáveis que nós temos.

Segundo o ranking da Federação Internacional da História e Estatística do Futebol (IFFHS) apenas três campeonatos superaram a liga portuguesa no ano passado: Espanha, Inglaterra e Brasil, sendo que a nossa liga encontra-se à frente de provas como a Bundesliga, Série A ou Ligue 1.

Obviamente, que estatísticas valem o que valem e que apenas o mais optimista analista poderá ver a Liga Zon Sagres como uma competição superior à principal prova da Alemanha ou de Itália, todavia, é de louvar o que é feito cá no burgo, principalmente tendo em conta a diferença de meios existentes entre os maiores clubes portugueses e, inclusivamente, clubes médios de Itália, Espanha e Inglaterra.

Desde há quase duas décadas para cá, muitas vezes fizeram o “funeral” à competitividade do futebol português, tendo os “profetas da desgraça” começado por dizer que não resistiríamos à Lei Bosman e depois ao incremento de dinheiro existente em campeonatos outrora menos abastados como o russo, ucraniano ou turco.

Apesar de tudo, a liga portuguesa foi resistindo, continuando a fazer excelentes resultados lá fora, sendo que desde o ano 2000, já conquistamos uma Liga dos Campeões, duas taças UEFA/Liga Europa e assistimos à presença de três diferentes equipas portuguesas em finais e cinco em meias-finais de provas reguladas pela UEFA.

Conseguimos isso tudo com meios muito inferiores aos principais campeonatos europeus, sendo curiosa a reacção do treinador do Valência quando Jorge Jesus lhe confidenciou qual era o orçamento do Benfica, incomparavelmente inferior ao clube “ché”, mas atingindo resultados muito superiores ao do clube da Comunidade Valenciana. Também acredito, sinceramente, que os treinadores de Celtic, Sevilha, Liverpool e até Dínamo Kiev corariam de vergonha quando soubessem quais eram os meios financeiros da equipa portuguesa que os eliminou na Liga dos Campeões/Liga Europa da temporada transacta.

Este sucesso desportivo, faz com que o nosso principal campeonato atraia bons valores internacionais, contando-se inúmeros talentos de bom renome a jogarem na nossa liga, situação que, todavia, devia ser melhor aproveitada, como fonte de exportação da nossa Liga para outros países. De facto, a quantidade de sul-americanos de grande qualidade que existe em Portugal, exigia que a Liga fosse mais incisiva na promoção do nosso campeonato na América do Sul, apoiando-se no sucesso dos nossos clubes portugueses na UEFA, mas, também, na atractividade que será para um sul-americano ver jogadores consagrados como Aimar, Garay, Elias, Hulk, Luisão ou Matías, assim como as estrelas de amanhã como James, Carrillo ou Danilo.

Por outro lado, a nossa liga continua com laços afectivos bem profundos com as nossas antigas colónias em África, que continuam a seguir apaixonadamente o nosso futebol como se o deles se tratasse. Ali é outro ponto em que devemos apostar, nomeadamente na ascendente Angola, mas sem esquecer todos os outros países lusófonos que seguem o Benfica, FC Porto, Sporting e outros clubes nacionais com uma paixão indescritível.

Devíamos apresentar a nossa liga como um campeonato do presente, mas também uma competição que poderá mostrar o que podem ser os futuros craques. Devíamos relembrar que foi daqui que saíram grandes talentos internacionais como Cristiano Ronaldo, Nani, Di María ou Pepe.

Contudo, continuamos demasiado embrulhados em pequenas guerrinhas e “fait-divers” como as mensagens presentes no corredor dos balneários de Alvalade, para nos debruçarmos numa realidade que nos escapa a cada dia e que passa pelo facto do nosso campeonato e do nosso futebol ainda ser das poucas coisas que devíamos potenciar no exterior como um produto de enorme qualidade e de orgulho português. Infelizmente, como em quase tudo na vida, temo que só nos vamos aperceber verdadeiramente deste facto demasiado tarde…

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Rodrigo Tiuí na final da Taça de Portugal 07/08

Teve uma passagem curta por Alvalade, mas ficará para sempre no coração dos adeptos leoninos por um bis que fez na final da Taça de Portugal de 2007/08 diante do FC Porto e que garantiu a conquista da prova rainha do futebol nacional. Apesar disso, tratou-se do único momento de glória de um avançado-centro que, durante o ano e meio que esteve no Sporting Clube de Portugal, pouco jogou e ainda menos marcou, tornando-se noutra enorme desilusão e fracasso na eterna busca dos leões por um goleador que parece finalmente ter tido um fim com a chegada do artilheiro holandês Ricky van Wolfswinkel.

Produto das escolas do Fluminense

Rodrigo Bonifácio da Rocha (Rodrigo Tiuí) nasceu a 4 de Dezembro de 1985 em Taboão da Serra, Brasil, e iniciou a carreira nas camadas jovens do Fluminense, clube pelo qual se estrou profissionalmente em 2003.

Até 2007, o avançado brasileiro realizou 70 jogos (12 golos) pelo clube carioca, tendo, pelo meio, sido emprestado ao Noroeste (20 jogos, 8 golos) e ao Santos (29 jogos, 6 golos).

Época e meia em Alvalade

Em Janeiro de 2008, Rodrigo Tiuí transferiu-se para o Sporting e teve a primeira experiência no futebol europeu. Durante a permanência de época e meia em Lisboa, o avançado canarinho não foi muito feliz, pois apenas fez três golos em catorze jogos, ainda que dois deles tenham sido extremamente importantes, pois valeram a conquista da Taça de Portugal no final da época 2007/08.

Em Setembro de 2009, o atacante regressou ao Brasil, transferindo-se para o Atlético Paranaense, onde também não vingou, passando depois para o Atlético Goianense, onde voltou a encontrar-se com os golos, pois facturou por nove vezes em dezoito partidas realizadas.

No Verão de 2010, o ponta de lança brasileiro voltou a tentar uma experiência na Europa, transferindo-se para os russos do Terek Grozny, clube que representa até este momento. Contudo, no clube russo, Tiuí não tem sido muito feliz, pois ainda só conseguiu fazer um golo em dezasseis partidas, percebendo-se, claramente, que apesar de ter alcunha de pássaro, talvez nunca seja avançado para grandes voos…

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Neto com a camisola do Atlético Paranaense

Talvez a maior promessa brasileira em termos de guarda-redes encontra-se a dar os primeiros passos no futebol italiano ao serviço da Fiorentina. Falo de Neto, ex-coqueluche do Atlético Paranaense.

Nascido a 19 de Julho de 1989 em Araxá, Brasil, Norberto Murara Neto iniciou a sua carreira nas camadas jovens do Atlético Paranaense, clube que haveria de passar a representar como sénior na temporada de 2009.

Entre o ano da estreia e Dezembro de 2010, Neto soube tornar-se o dono da baliza do Atlético Paranaense, somando 54 jogos pelo clube do Paraná e ganhando a cobiça de vários clubes sul-americanos e europeus. Essas boas exibições valeram-lhe a chamada à selecção principal canarinha e, em Janeiro de 2011, a transferência para a Fiorentina, onde, contudo, ainda não passou de terceiro guarda-redes.

Guarda-redes de grande futuro

Neto era um guarda-redes muito acarinhado pela torcida do Atlético Paranaense, pois revelava-se como um atleta dedicado  e extremamente seguro.

Frio, muito bom a sair-se aos pés dos adversários e aos cruzamentos, Neto também é um guarda-redes elástico e que muitas vezes faz defesas que todos julgavam impossíveis de serem realizadas.

Neste momento, com 22 anos, talvez fosse melhor ser emprestado a um clube de menores aspirações que a Fiorentina, para que possa continuar a sua natural evolução futebolística.

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