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Posts Tagged ‘Liga Checa’

Wilfried a festejar um golo pelo Sparta Praga

No Vitesse da Liga Holandesa, actua um dos mais promissores atacantes africanos da actualidade, o internacional marfinense: Wilfried Bony.

Nascido a 10 de Dezembro de 1988 em Bingerville, Costa do Marfim, Wilfried Bony iniciou a sua carreira no seu país natal, ao serviço do Issia Wazi, clube pelo qual se sagrou o melhor marcador da liga marfinense em 2007.

Essas boas exibições valeram-lhe a transferência para a Europa e para o Sparta Praga, clube que representou entre o Verão de 2008 até ao final de 2010, tendo marcado 21 golos em 58 jogos do campeonato checo.

Após a aventura na República Checa, o internacional marfinense voltou a mudar de ares em Janeiro de 2011, transferindo-se para os holandeses do Vitesse. Nesse clube da Eredivisie, ainda vai dando os primeiros passos na adaptação ao futebol holandês, mas, ainda assim, já marcou três golos em sete partidas.

Avançado rápido e com frieza na hora de rematar

Wilfried Bony é um avançado frio, possante e muito rápido, que se movimenta constantemente nas zonas avançadas do terreno, criando imensos problemas aos defesas que o têm de marcar.

Não sendo um portento de técnica, também não é completamente “tosco” nesse aspecto específico do jogo, sendo capaz de marcar golos de belo efeito com ambos os pés. Para além disso, e apesar de não ser muito alto (1,83 metros), é muito perigoso no jogo aéreo, concretizando com regularidade de cabeça.

Pelas suas características, trata-se de um avançado-centro que tanto pode jogar sozinho na frente como ao lado de outro ponta de lança, pois adapta-se perfeitamente a ambos os esquemas. Neste momento, com apenas 22 anos, o internacional marfinense tem tudo para crescer ainda mais no panorama futebolístico europeu.

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Marek Čech foi tricampeão no FC Porto

Não era um defesa-esquerdo brilhante, mas cumpriu sempre ao longo de três temporadas ao serviço do FC Porto. Jogador sóbrio, seguro e disciplinado, deu sempre tudo o que tinha e ajudou os dragões a conquistar três títulos de campeão nacional, fazendo, só para a Liga Portuguesa, cinquenta e dois jogos pelos portistas. Internacional eslovaco por quarenta e duas ocasiões, continua a mostrar o seu futebol discreto mas eficaz, nos palcos daquela que muitos consideram a melhor liga de futebol do Mundo, a Premier League.

Produto das escolas do Inter Bratislava

Marek Čech nasceu a 18 de Janeiro de 1983 em Trebišov na Eslováquia, tendo iniciado a sua carreira futebolística no Inter Bratislava, clube onde fez todo o seu percurso juvenil e onde se estreou como profissional na temporada de 2000/01. Nos aurinegros da capital eslovaca, esteve quatro temporadas como sénior, conquistando um campeonato eslovaco e uma Taça da Eslováquia (ambos os títulos em 2000/01) e somando 10 golos em 71 jogos.

Posteriormente, no início de 2004/05, transferiu-se para o Sparta Praga da vizinha República Checa, onde  não fez uma época particularmente brilhante em termos individuais (21 jogos), mas onde foi bastante feliz em termos colectivos, pois conquistou o campeonato checo.

Tricampeão português no FC Porto

Apesar dos números da sua passagem pelo Sparta Praga terem sido discretos, o FC Porto não duvidou das qualidades do defesa/ala-esquerdo e não hesitou em contratá-lo para a sua equipa em 2005/06. Durante três épocas, Čech nunca foi titular indiscutível, mas foi sempre uma opção regular, somando 78 jogos (3 golos) em todas as competições e ajudando os portistas a conquistar três campeonatos nacionais e uma Taça de Portugal.

No West Bromwich Albion desde 2008

No Verão de 2008, trocou os portistas pelos ingleses do WBA, onde se encontra até hoje. Depois de uma primeira época em que pouco jogou, o internacional eslovaco assumiu-se, a partir da temporada passada, como uma opção regular da equipa britânica, somando, neste momento, sessenta e quatro jogos (2 golos) pelo West Brom.

Tanto como lateral numa defesa a quatro, ou a ala num 5-3-2 ou 3-5-2, Marek Čech continua a desenvolver um futebol sóbrio e de poucos rasgos, mas com muita utilidade para o clube que representa. Na verdade, numa equipa de futebol, nem todos têm de ser brilhantes tecnicamente. Há que ter jogadores que trabalhem, que sejam rigorosos tacticamente e que equilibrem a equipa. Para isso, está lá o internacional eslovaco.

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Had com a camisola eslovaca

No início da época 2007/08, o Sporting encontrava-se motivado em descobrir, finalmente, um defesa-esquerdo que fizesse esquecer Rui Jorge e, acima de tudo, o chileno Tello, que havia recusado a renovação com os leões para assinar pelo Besiktas da Turquia. Depois de muito procurarem, os verde e brancos optaram por um defesa-esquerdo eslovaco para lutar pela titularidade com o brasileiro Ronny: Marian Had. Dizia-se que era um jogador alto, ideal para ajudar os centrais, que defendia bem e era competente a atacar, mas, na verdade, apenas mostrou ser um jogador lento, duro de rins e, acima de tudo, sem qualquer qualidade para vestir a camisola do Sporting Clube de Portugal.

Marian Had iniciou a sua carreira aos 19 anos, na época 2001/02 ao serviço do Ruzomberok, onde permaneceu por três temporadas e onde teve o interessante registo de 56 jogos e um golo apontado.

As boas exibições ao serviço do clube eslovaco valeram-lhe, ao início da época 2004/05, uma transferência para o FC Brno da República Checa, onde permaneceu por duas temporadas. Nesse clube checo, teve dificuldade em assegurar a titularidade e, durante esses dois anos, apenas fez 24 partidas, ainda que, no final da segunda época, o Lokomotiv de Moscovo tenha ficado convencido da qualidade de Marian Had e, de forma surpreendente, contratou-o para a sua equipa.

Na Rússia, nunca se conseguiu impor, tendo sido emprestado ao Sporting em 2007/08 e ao Sparta de Praga na temporada seguinte. Tanto nos leões como na equipa checa, Had mostrou ter muito pouca qualidade futebolística, passando rapidamente da titularidade para o banco, do banco para a bancada e da bancada para o esquecimento total.

No final de 2009, o Lokomotiv, provavelmente já sem ninguém interessado em ter o pobre eslovaco por empréstimo, libertou-o definitivamente, com Marian Had a assinar pelo Slovan Bratislava.

No entanto, mesmo nesse clube eslovaco, Had, aos 27 anos, continua a não se conseguir impor, tendo feito apenas cinco jogos desde o início de 2010, estando, assim, muito longe dos seus tempos de glória que o levaram a ser internacional eslovaco por doze ocasiões.

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Kucka a jogar pela Eslováquia

Actua no Sparta de Praga da Liga Checa, um dos médios polivalentes mais promissores do futebol europeu, o eslovaco Juraj Kucka.

Kucka iniciou a sua carreira profissional, em 2006/07, aos 19 anos, no modesto Podbrezová. Rapidamente deu nas vistas e, na época seguinte, assinou por um dos principais clubes eslovacos, o Ruzomberok, onde, em temporada e meia, fez 49 jogos e oito golos, cotando-se como uma das estrelas da equipa, devido ao seu enorme talento.

O eslovaco é um médio centro polivalente, que pode jogar em qualquer das posições centrais do meio campo. Alto e forte, excelente recuperador de bolas e tácticamente evoluído, é, por isso, usado mais vezes a trinco. Contudo, a sua fantástica visão de jogo e bom remate de meia distância, permite-lhe jogar em posições mais adiantadas do miolo.

Com 23 anos, internacional pela Eslováquia desde 2008 e a jogar no Sparta de Praga desde 2009 (27 jogos, seis golos), Kucka está em condições de dar o salto para um futebol mais competitivo.

Um talento a descobrir num jogo do Sparta ou da selecção eslovaca. Até lá, deixo um vídeo de Kucka na Liga Checa, para terem uma ideia do seu valor e, quiçá, imaginarem-no numa equipa portuguesa.

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