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Bradaric

Bradarić é internacional croata

A imprensa desportiva portuguesa tem dado conta do interesse do Sporting em atacar em força o mercado croata, sendo que um dos alvos que já foi referenciado por mais do que um meio de comunicação social é precisamente o médio-defensivo Filip Bradarić.

Criado na famosa escola de futebol do Hajduk Split, trata-se de um dos grandes destaques da equipa do Rijeka que acabou de surpreender a Europa ao conquistar o título croata e acabado com o domínio crónico do Dínamo de Zagreb nessa prova.

Aos 25 anos, estará com um bom nível de maturidade para dar o salto para um campeonato mais competitivo, ainda que naturalmente gere algumas dúvidas que tenha a capacidade se assumir como um substituto imediato de William Carvalho, isto, obviamente, se o internacional português abandonar Alvalade neste Verão.

Subiu todos os patamares

Filip Bradarić nasceu a 11 de Janeiro de 1992 em Split, Croácia, sendo um produto das escolas do Hajduk Split, emblema que representou entre 2003 e 2015, ainda que a sua estreia no futebol sénior se tenha dado no Primorac 1929, onde esteve por empréstimo entre 2011 e 2013.

Aí, somou um total de 55 jogos (oito golos), tendo representado o modesto clube na terceira e segunda divisão croata com grande destaque, ou não tivesse merecido o regresso ao Hajduk Split para a temporada 2013/14.

No histórico clube da Dalmácia, o “seis” haveria de actuar na época e meia seguinte, somando um total de 48 jogos (três golos) e merecendo uma transferência em Fevereiro de 2015 para o Rijeka, emblema que vivia uma ascensão interessante no futebol croata.

Um esteio do Rijeka

Filip Bradarić haveria de se tornar automaticamente num dos principais esteios do Rijeka, sendo titularíssimo desde que chegou à equipa orientada desde 2013 pelo esloveno Matjaž Kek.

Afinal, nas últimas duas épocas e meia, Filip Bradarić somou um total de 88 jogos e cinco golos, tendo sido fundamental no título croata conquistado pelo Rijeka na temporada que agora termina, assim como nos vice-campeonatos de 2015 e 2016.

Para além disso, o jovem de 25 anos conseguiu também chegar à selecção croata, pela qual soma duas internacionalizações e na qual se estreou num particular diante da Irlanda do Norte (3-0) a 15 de Novembro de 2016.

Mais “seis” que William

Filip Bradarić actuou a época transacta num duplo-pivot de meio campo na companhia de Josip Mišić, sendo que este último funcionava como box-to-box enquanto o ex-jogador do Hajduk Split actuava como “seis” puro.

Aí, admita-se, o seu perfil aproxima-se pouco de William Carvalho, pois Filip Bradarić é um trinco mais de contenção, actuando de forma mais posicional e conservadora, enquanto o internacional português gosta mais de ter a bola e dar profundidade ofensiva ao seu jogo.

Com bom pulmão, forte no jogo aéreo, inteligente na ocupação dos espaços e bom na recuperação, Filip Bradarić não deixa igualmente de ser competente com a bola nos pés, ainda que a transição ofensiva não seja o seu aspecto mais forte.

Pelas suas características, seria um jogador que até funcionaria melhor na companhia de um médio-centro com características mais ofensivas do que Adrien Silva, não surpreendendo que a sua eventual contratação prepare não só a saída de William Carvalho como também a do luso-francês.

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Cikalleshi tem qualidade mas dificilmente teria impacto na Luz

Cikalleshi tem qualidade mas dificilmente teria impacto na Luz

Segundo o que vai adiantando a imprensa croata, o Benfica estará interessado no concurso de Sokol Cikalleshi, um polivalente atacante albanês que vai evoluindo na Croácia, com a camisola do RNK Split.

Trata-se de um futebolista nascido a 27 de Julho de 1990 em Kavajë, Albânia, e que iniciou a sua carreira no Besa Kavajë, clube que representou entre 2007 e 2013, somando 49 jogos e 12 golos.

Pelo meio, ainda assim, o internacional albanês foi acumulando empréstimos a outros clubes albaneses como o Skënderbeu, KF Tirana e os sul-coreanos do Icheon United.

Estabilidade chegou aos 23 anos

A verdade, contudo, é que Sokol Cikalleshi apenas conseguiu alguma estabilidade na temporada de 2013/14, quando se mudou para o FK Kukësi, clube que ajudou a levar ao vice-campeonato albanês, marcando 22 golos em 41 jogos oficiais.

Esse bom desempenho, aliás, valeu-lhe inclusivamente o salto no Verão seguinte para a Croácia, e para representar o RNK Split, clube onde o ponta de lança voltou a fazer uma excelente temporada.

Afinal, nesse emblema da Dalmácia, Sokol Cikalleshi somou 13 golos em 39 jogos, sendo uma das principais figuras de um conjunto que terminou o campeonato croata na sétima posição.

Excelente finalizador

Sokol Cikalleshi faz várias posições no ataque, ainda que seja a segundo avançado ou mesmo a ponta de lança que preferencialmente seja utilizado, destacando-se essencialmente pelo seu forte pontapé e pela eficácia que apresenta na finalização.

Perigoso em lances de bola parada, o internacional albanês ainda se destaca pela sua velocidade e capacidade técnica, sendo portanto complicado de marcar pelas defesas contrárias.

Ainda assim, e mesmo que mereça claramente outro patamar que não o RNK Split, tenho as minhas sérias dúvidas que tenha qualidade suficiente para se impor num clube com a dimensão do Benfica, principalmente em posições (segundo avançado ou ponta de lança) onde os encarnados estão muito bem apetrechados.

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Sokota não vingou no FC Porto

Chegou a Portugal para representar o Benfica e comprovou a qualidade que lhe rotulavam, ainda que o sucesso que obteve na Luz fosse mais pequeno do que o esperado, devido às graves lesões que sofreu. Internacional croata por oito ocasiões (esteve no Campeonato da Europa de 2004, disputado em Portugal), haveria de trocar o Benfica pelo FC Porto numa transferência que fez correr muita tinta, todavia, se o sucesso no clube encarnado foi relativo, o fracasso no Estádio do Dragão foi absoluto, com Tomislav Šokota a praticamente não jogar durante as duas temporadas que vestiu a camisola azul-e-branca.

Explodiu no Dínamo Zagreb 

Tomislav Šokota nasceu a 7 de Abril de 1977 em Zagreb, Croácia, tendo iniciado a sua carreira no modesto Samobor, antes de se transferir para o Dínamo Zagreb em 1997.

No gigante da capital croata, o avançado-centro haveria de permanecer até 2001, destacando-se principalmente nas últimas duas temporadas, quando marcou 21 (1999/2000) e 20 golos (2000/01).

Esse percurso, além da conquista de três campeonatos da Cróacia e duas taças da Croácia, tornou-se num excelente cartão de visita que motivou o interesse de vários clubes europeus no seu concurso.

Seis anos em Portugal

Apesar de ter vários clubes interessados no seu contributo, Šokota optou pelo Benfica, clube que representou nas quatro temporadas seguintes, ainda que a única em que jogou com regularidade foi a de 2003/04, quando marcou 14 golos em 40 jogos disputados.

Nas duas primeiras, as lesões prejudicaram e muito a sua performance e, em 2004/05, acabou penalizado por não querer renovar, acabando mesmo a temporada no Benfica B.

No final dessa época, o internacional croata transferiu-se a custo zero para o FC Porto, todavia, o insucesso no Dragão foi ainda mais pronunciado. De facto, em duas temporadas, Šokota somou miseráveis três jogos, abandonando os azuis-e-brancos, sem honra nem glória, no final de 2006/07.

Fim de carreira quase no anonimato

Após a experiência portuguesa, o avançado-centro regressou à Croácia e ao Dínamo Zagreb, todavia com pouco sucesso, marcando apenas seis golos em duas temporadas.

Assim sendo, foi sem surpresa que Šokota trocou o Dínamo pelos belgas do Lokeren em 2009/10, tendo marcado 5 golos em 27 jogos antes de terminar a sua carreira na época seguinte, na Eslovénia e ao serviço do Olimpija Ljubljana com 7 golos em 19 desafios.

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Saša Balić é um excelente defesa-esquerdo

Na Liga Croata, mais concretamente no Inter Zaprešić, actua um excelente defesa-esquerdo montenegrino que, inclusivamente, já chegou à selecção A daquele país do Adriático: Saša Balić.

Nascido a 29 de Janeiro de 1990 em Kotor, Montenegro, Saša Balić iniciou a sua carreira em 2007 nos sérvios do OFK Belgrado, tendo depois passado para o OFK Grbalj da liga montenegrina, clube onde esteve a temporada inteira de 2008/09.

Sem sucesso no clube sérvio e no clube montenegrino, o lateral-esquerdo acabou por ficar sem clube no Verão de 2009, apenas voltando a jogar futebol em Novembro de 2009, altura em que assinou pelo seu actual clube, o Inter Zaprešić.

No clube croata, encontrou finalmente o caminho do sucesso, efectuando excelentes exibições e conseguindo, inclusivamente, chegar à selecção A do Montenegro, equipa nacional pela qual já soma três internacionalizações.

Defesa-esquerdo muito rápido e exímio na marcação

Saša Balić é um defesa-esquerdo de 22 anos que faz da velocidade e da agressividade grandes predicados do seu jogo intenso e acutilante. Muito bom em termos posicionais, o internacional montenegrino é exímio na antecipação e no desarme, criando grandes dificuldades aos extremos para o superarem na sua área de acção.

Em termos ofensivos, o lateral é mais comedido, ainda que também suba pelo flanco com grande critério, beneficiando da sua natural rapidez e intensidade competitiva.

Pelas suas características, trata-se de um jogador ideal para uma equipa que goste de actuar com o bloco defensivo baixo ou que tenha um extremo-esquerdo muito ofensivo e que precise de ter nas costas um elemento que lhe garanta total liberdade atacante.

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Ivan Santini a festejar mais um golo

No Zadar do campeonato croata actua um ponta de lança com capacidade para voos muito mais altos no contexto futebolístico europeu: Ivan Santini.

Nascido a 21 de Maio de 1989, Ivan Santini iniciou o seu percurso futebolístico nas camadas jovens do Zadar, tendo passado depois pelo Inter Zapresic e pelos austríacos do Red Bull Salzburgo ainda como jogador juvenil.

Em 2008/09, estreou-se profissionalmente pelos germânicos do Ingolstadt FC, clube onde, contudo, apenas fez 6 jogos, não marcando qualquer golo, tendo regressado à Croácia na temporada seguinte.

De volta ao país natal, Ivan Santini também regressou ao clube onde iniciou o seu percurso: Zadar, encontrando-se lá desde o Verão de 2009. No clube croata, o atacante já efectuou 26 golos em 63 jogos, assumindo-se como a principal fonte de tentos do modesto Zadar.

“Matador” com grande faro de golo

Ivan Santini é um atacante que faz da área o seu habitat natural, procurando sempre as melhores zonas para finalizar com a sua natural eficácia.

Com 1,89 metros, o ponta de lança croata é naturalmente perigoso no jogo aéreo, ainda que também seja bastante eficaz a finalizar com os pés, destacando-se também pela frieza na marcação de castigos máximos.

Móvel e felino na arte da desmarcação, o atacante de 22 anos é um jogador ideal para actuar sozinho num 4x3x3, ainda que também encaixe na perfeição ao lado de um avançado mais móvel em qualquer variação do 4x4x2.

Ainda muito jovem, trata-se de um diamante que precisa de um salto para um clube de um campeonato mais competitivo para que possa ser devidamente lapidado. Um avançado barato e que encaixaria na perfeição num clube “europeu” português como o Marítimo ou o V. Guimarães.

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Sime Vrsaljko é uma promessa do futebol croata

No Dínamo Zagreb e na selecção croata actua um promissor lateral-direito que pode almejar a altos voos no contexto do futebol europeu. Refiro-me a Sime Vrsaljko.

Nascido a 1o de Janeiro de 1992 em Zadar, Croácia, Sime Vrsaljko iniciou a sua carreira futebolística no Zadar, saltando depois para Dínamo Zagreb e acabando emprestado em 2009/10 ao clube satélite do gigante da capital croata, o Locomotiva.

No modesto clube de Zagreb nem terminou a temporada, tendo saltado novamente para o Dínamo Zagreb, onde actua desde meio dessa época de 2009/10 e pelo qual já realizou 27 jogos (1 golo). No clube onde neste momento actua Tonel, Vrsaljko já conquistou dois campeonatos croatas e uma Taça da Croácia, o que para um jogador de apenas 19 anos é bastante significativo.

Uma promessa como Modric

Sime Vrsaljko é preferencialmente um lateral-direito de perfil ofensivo, ainda que também possa actuar como ala-direito se o treinador assim o desejar.

Rápido, raçudo e com enorme pulmão, o internacional croata é muito forte nas transições defesa/ataque e ataque/defesa, sendo seguro a defender e incisivo no processo ofensivo, assumindo-se como um lateral extremamente completo e promissor.

Na missão defensiva, o jogador do Dínamo destaca-se pelo posicionamento inteligente, pela capacidade de antecipação e de desarme, demonstrando ainda qualidade no jogo aéreo. Por outro lado, no processo ofensivo, Sime Vrsaljko destaca-se pela velocidade como ganha a linha, pela técnica individual e pela boa qualidade no cruzamento, que garante, invariavelmente, boas assistências para os avançados do Dínamo Zagreb.

Neste momento, aos 19 anos, o jogador que há tempos foi considerado uma promessa ao nível de Modric, continua o seu trajecto em ascensão no futebol europeu e começa a espreitar um merecido voo para uma liga mais representativa do futebol do velho continente.

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Ivan Tomečak faz todas as posições à direita

No Dinamo Zagreb da Liga Croata actua um lateral/extremo direito de boa qualidade técnica e que seria uma excelente contratação para alguma equipa portuguesa interessada num atleta que tanto pode actuar como lateral ofensivo como extremo com elevada cultura táctica: Ivan Tomečak.

Nascido a 7 de Dezembro de 1989, Ivan Tomečak iniciou a sua carreira nas camadas jovens do Dínamo Zagreb, tendo sido emprestado durante ano e meio (2007/08 e primeira metade da temporada 2008/09) ao Lokomotiva Zagreb. Nesse modesto clube da capital croata, o internacional sub-21 croata foi utilizado com grande regularidade, marcando quatro golos em quarenta e sete jogos.

Desde o início de 2009, Ivan Tomečak regressou ao Dínamo Zagreb e foi assumindo o seu lugar na equipa croata, tornando-se nesta época de 2010/11 num elemento habitualmente utilizado na equipa titular. Curiosamente, em apenas duas épocas e meia de Dínamo Zagreb, o internacional sub-21 já realizou 52 jogos (9 golos) e conquistou três campeonatos croatas e uma Taça da Croácia.

Lateral ofensivo, também pode ser utilizado como ala/extremo

Preferencialmente, Ivan Tomečak deve ser utilizado como lateral, pois o croata demonstra uma excelente inteligência táctica ao nível do posicionamento, é seguro defensivamente e inteligente na forma como sobe no terreno.

Bom na recuperação e nos duelos individuais, trata-se de um jogador extremamente raçudo e difícil de bater, sendo daquele tipo de futebolistas que costumamos dizer que são “antes quebrar que torcer”.

Apesar de desenvolver melhor as suas capacidades como lateral, Ivan Tomečak também é bastante competente como ala-direito, pois é evoluído tecnicamente e cruza com critério, sendo uma hipótese para essa posição numa abordagem mais conservadora por parte do treinador.

Neste momento, com 21 anos, é uma promessa dos balcâs para procurarem num jogo do Dínamo Zagreb ou da selecção croata de sub-21.

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