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Fortounis é uma promessa helénica

Fortounis é uma promessa helénica

Um dos jogadores que se está a destacar na actual edição do campeonato grego, confirmando dessa forma o excelente desempenho que já havia tido na temporada transacta, é o médio-ofensivo Konstantinos Fortounis, um dos imprescindíveis de Marco Silva no seu novo projecto no Olympiakos.

Trata-se de um futebolista nascido a 16 de Outubro de 1992 em Trikala, Grécia, e que é precisamente um produto das camadas jovens do histórico emblema do Pireu, ainda que o início do seu percurso no futebol sénior tenha passado por outras paragens helénicas, nomeadamente pelo Trikala (2008 a 2010) e Asteras Tripolis (2010 a 2011).

Experiência germânica

As excelentes exibições no Asteras Tripolis, onde somou 25 jogos (um golo) na temporada 2010/11, valeram-lhe o rótulo de uma das grandes promessas do futebol europeu e, também, o passaporte para a Bundesliga, tendo o jovem grego assinado contrato com o Kaiserslautern, isto apesar do interesse de outros colossos como a Juventus.

Na Alemanha, todavia, o sonho da Bundesliga durou apenas a temporada de 2011/12, uma vez que o Kaiserslautern haveria de descer de divisão no final dessa campanha, tendo então Fortounis actuado na 2. Bundesliga nas duas épocas seguintes, somando, entre 2011 e 2014, um total de 77 jogos (três golos).

Recuperado pelo Olympiakos

Quem o iria resgatar à segunda divisão germânica foi o Olympiakos, clube da sua génese futebolística, e que voltou a apostar no agora internacional grego, oferecendo-lhe inclusivamente um lugar de destaque no onze do emblema do Pireu.

Desde o Verão de 2014, Kostas Fortounis tem assumido-se como uma das principais figuras do Olympiakos, tendo somado 36 jogos (10 golos), na época passada, sob o comando de Vítor Pereira, e acumulando oito jogos (seis golos) na actual campanha, já com Marco Silva como timoneiro.

Médio-ofensivo com golo

Konstantinos “Kostas” Fortounis é preferecialmente um médio-ofensivo central, vulgo “dez”, ainda que também possa actuar como avançado de suporte ou inclusivamente como falso-extremo. Inegável, contudo, é que é em zonas centrais que mais rende.

Afinal, o internacional grego destaca-se pela evoluída visão de jogo, excelente qualidade técnica e de passe, inteligência nas movimentações, sendo também muito inteligente e acima de tudo eficaz na forma como sabe aparecer em zonas de remate, algo onde cresceu muito no último ano e meio.

O seu impacto neste Olympiakos, aliás, vê-se facilmente nos números do jovem de 22 anos, uma vez que este, para além dos seis golos, também já assina seis assistências neste início de temporada.

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O “Terrorista” é um ponta de lança de topo

Depois de ter caído por terra a possibilidade do regresso de Ricky van Wolfswinkel a Alvalade, a imprensa desportiva lusa começa a insistir na ideia de que o novo alvo do Sporting para o eixo do ataque passará pelo internacional grego Kostantinos “Kostas” Mitroglou, futebolista vinculado contratualmente aos ingleses do Fulham.

Trata-se de um ponta de lança nascido a 12 de Março de 1988 em Kavala, Grécia, mas que cedo rumou com os pais à Alemanha, tendo mesmo evoluído nas camadas jovens de inúmeros clubes germânicos como o SV Neukirchen, o TuS Preussen Vluyn, o Duisburgo e o Borussia de Mönchegladbach.

Neste último clube, aliás, haveria de se estrear profissionalmente em 2005, mas pela porta da equipa de reservas, sendo que o verdadeiro salto na sua carreira deu-se em 2007/08, quando rumou ao seu país natal para representar o gigante Olympiakos.

Ascensão com algumas peripécias

A chegada ao Pireu não garantiu a Kostas Mitroglou uma ascensão meteórica, sendo que o internacional grego, no conjunto das duas primeiras temporadas, somou 10 golos em 33 jogos, apenas tendo claro impacto em 2009/10, quando terminou a campanha com 14 golos em 45 jogos.

Em 2010/11, contudo, com a chegada ao Olympiakos do técnico Ernesto Valverde, Kostas Mitroglou perdeu espaço perante a concorrência de Marko Pantelic e Kevin Mirallas, sendo que o ponta de lança somaria apenas um golo em 10 jogos, isto antes de seguir em Janeiro para o Panionios, por empréstimo.

Nesse clube de Atenas, em seis meses, o internacional grego conseguiria facturar oito golos em 11 jogos, sendo que na época seguinte, no também ateniense Atromitos, e novamente por empréstimo, haveria de alcançar os 19 tentos em 39 jogos.

Regresso em grande ao Olympiakos

Após o excelente percurso de Mitroglou no Panionios/Atromitos e já depois de Ernesto Valverde ter sido substituído por Leonardo Jardim no comando técnico do Olympiakos, o internacional grego regressou ao Pireu em 2012/13, sendo que esse retorno foi em grande, ou não tivesse somado 20 golos em 42 jogos.

Já na temporada seguinte, iniciada novamente no Olympiakos, Kostas Mitroglou seguia com fantásticos 17 golos em 19 jogos, quando, em Janeiro de 2014, acabou por transferir-se para os ingleses do Fulham por 16 milhões de euros, onde terminaria a temporada de 2013/14 com apenas três jogos realizados, isto fruto de lesões e problemas físicos.

Outro problema para Mitroglou nesta ida para a Inglaterra é que o Fulham acabou por descer ao “Championship”, algo que acabou por motivar o seu regresso ao Olympiakos, em 2014/15, mas por empréstimo, sendo que o internacional helénico voltou a mostrar que se dá muito bem no seu habitat natural, ou não tivesse voltado a mostrar grande veia goleadora, somando 19 golos em 33 jogos.

Um upgrade a Slimani

Kostas Mitroglou, conhecido pela “carinhosa” alcunha de “Terrorista”, é um verdadeiro target man, ou seja, uma referência na área que funciona como um farol pelo qual acaba naturalmente por se centrar o jogo ofensivo das equipas por onde tem actuado.

Afinal, trata-se de um “nove” com 188 cm e 86 kg, algo que transforma o ponta de lança de 27 anos em alguém muito desgastante para os defesas, que se vêem com grandes dificuldades nos duelos individuais com o internacional grego e ainda têm de lidar com o seu poderoso e letal jogo aéreo.

Igualmente lutador e raçudo, Kostas Mitroglou é um jogador com o qual temos tendência a traçar imediatamente comparações com Islam Slimani, ainda que o helénico acabe por superiorizar-se ao argelino quando a análise evolui para aspectos como a eficácia e a técnica individual, uma vez que, aí, o “Terrorista” apresenta recursos que não estão ao alcance de “Super-Slim”.

Ambidextro, o atacante grego é absolutamente letal no capítulo da finalização, sendo que a sua apurada técnica individual permite-lhe também ser muito perigoso nas combinações com os colegas de equipa e na fácil adaptação a todo o tipo de esquemas ofensivos, sejam eles com um ou com dois pontas de lança, ou num espectro de futebol mais directo ou apoiado.


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Elabdellaoui fez boa época no Olympiakos

Elabdellaoui fez boa época no Olympiakos

Com Maxi Pereira com pé e meio fora da Luz e com Mayke aparentemente a complicar-se, alguma imprensa desportiva portuguesa começa agora a apontar um lateral-direito norueguês ao Benfica, mais concretamente Omar Elabdellaoui, dos gregos do Olympiakos.

Trata-se de um futebolista nascido a 5 de Dezembro de 1991 em Oslo, Noruega, mas que tem ascendência marroquina, tendo começado a sua carreira no Skeid, ainda que cedo tenha rumado às camadas jovens dos ingleses do Manchester City.

Nunca actuou pelos “citizens”

A verdade, contudo, é que o internacional norueguês jamais actuou pelo Manchester City ao nível do futebol sénior, tendo sido emprestado a Strømsgodset (2011), Feyenoord (2012) e Braunschweig (2013), isto antes de ser comprado em definitivo pelo último emblema, isto num contexto de reforçar um grupo que havia subido à Bundesliga.

Aí, em 2013/14, a campanha do Eintracht Braunschweig acabou por não ser a mais feliz, uma vez que o emblema germânico acabou por descer de divisão, mas Omar Elabdellaoui destacou-se bastante, tendo sido considerado mesmo uma das revelações da prova.

Saltou para o Olympiakos

Sem surpresa, o lateral-direito acabou por continuar a actuar na elite do futebol europeu, não descendo novamente à 2. Bundesliga, mas, ao invés, rumando ao colosso grego Olympiakos, que representou na temporada passada, e onde conquistou a dobradinha.

Aí, o internacional norueguês criou novamente impacto, roubando o lugar no lado direito da defesa a Leandro Salino e completando 32 jogos oficiais pelo emblema do Pireu.

Lateral de perfil ofensivo

Quando falámos ontem de Javier Manquillo, sublinhámos que o espanhol era mais defesa do que lateral, num perfil que destoa por completo com o de Elabdellaoui, que tem no trabalho ofensivo precisamente o seu ponto forte.

Afinal, o jovem de 23 anos destaca-se pela velocidade e profundidade que oferece ao seu flanco, sendo de realçar a sua excelente técnica individual, algo que lhe apurou a capacidade de drible e a eficácia no passe e no cruzamento. Aliás, Elabdellaoui até pode jogar a médio/ala-direito, sem quaisquer problemas.

Já em termos defensivos, por outro lado, o internacional norueguês não é tão forte, até porque tem tendência para deixar algum espaço nas suas costas, fruto, obviamente do seu acentuado perfil ofensivo. De qualquer maneira, quando concentrado, é um jogador que faz bem a contenção e até revela inteligência na antecipação e eficácia no desarme.

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Sifakis é internacional grego

Na liga helénica, mais concretamente no Aris Salónica actua aquele que para mim é um dos bons guarda-redes do futebol europeu, o internacional grego: Michalis Sifakis.

Nascido a 9 de Setembro de 1984 em Heraklion, Creta, Michalidis Sifakis iniciou a sua carreira no OFI Creta em 2002, clube que representou até 2007 e pelo qual fez 112 jogos oficiais.

Essas boas exibições no clube da capital cretense, valeram-lhe a transferência para o Olympiakos em 2007/08, todavia, no gigante de Pireu, Sifakis nunca passou do suplente de Nikopolidis, jogando muito pouco ao longo da temporada.

Impôs-se como figura do Aris

Pretendendo um novo rumo na carreira, Michalis Sifakis transferiu-se para o Aris de Salónica, clube que representa desde a época 2008/09. No clube da capital da região da Macedónia, o internacional grego rapidamente se assumiu como titular absoluto, demonstrando ser o elemento certo para guardar a baliza do Aris.

Desde que está no “Deus da Guerra”, Michalis Sifakis já efectuou 98 jogos oficiais, sendo claramente uma das principais figuras do segundo maior clube de Salónica.

Guarda-redes espectacular

O internacional grego (em oito ocasiões) é um guarda-redes que prima pela beleza das suas defesas, sendo um deleite para os fotógrafos. Ainda assim,apesar de toda a espectacularidade que apresenta nos jogos, o jogador do Aris também é eficiente e seguro, pois raramente comete um erro grave durante os desafios.

Com elevada elasticidade, inteligência na ocupação dos postes e rapidez tanto a sair-se aos cruzamentos como aos pés dos avançados, Michalis Sifakis é um guarda-redes bastante completo e que, por certo, seria uma excelente aquisição para um clube português de cariz médio/alto.

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Lino tem sido peça chave no PAOK

Foi uma das contratações mais estranhas do FC Porto. Após uma boa época na Académica, percebeu-se que Lino até era um jogador com talento, todavia, já tinha 30 anos, sendo pouco provável que, nessa idade, tivesse uma oportunidade para jogar num grande clube português. No entanto, de forma bastante surpreendente, o FC Porto acabou por avançar para a sua contratação para a época 2007/08, deixando o lateral-esquerdo no plantel por temporada e meia, onde Lino efectuou 23 jogos (apenas nove para o campeonato) e ficou conhecido entre os adeptos pelo pouco carinhoso de “Pinolino”.

Actuou em vários clubes brasileiros antes de chegar a Portugal

Dorvalino Alves Maciel “Lino” nasceu a 1 de Junho de 1977 em São Paulo e iniciou a sua carreira no Corinthians em 1997. Após essa experiência, iniciou um périplo por vários clubes brasileiros como o São Caetano, Figueirense, São Paulo, Bahia, Fluminense e Juventude, nunca ficando mais do que um ano seguido em qualquer um desses clubes.

Ainda assim, principalmente no Figueirense, São Paulo, Bahia e Fluminense, o lateral-esquerdo conseguiu actuar com regularidade e assumir-se como um lateral/ala-esquerdo de boa qualidade individual.

Chegou à Académica no defeso de 2006/07 e ao FC Porto na época seguinte

Após quase uma década a jogar no futebol profissional brasileiro, Lino, aos 29 anos, conheceu a primeira experiência europeia, assinando pela Académica de Coimbra. Nos estudantes fez uma extraordinária época em termos individuais, marcando cinco golos em 33 jogos e ajudando a briosa a garantir a manutenção no principal escalão do futebol nacional.

Apesar da boa temporada, tratava-se de um jogador de 30 anos e, por certo, poucos esperaram a surpreendente mudança para o FC Porto, que o acolheu no defeso de 2007/08. No Dragão, todavia, cedo se percebeu que seria uma contratação de pouco sucesso, pois o jogador pouco jogou para o campeonato e, quando actuou, foi sempre muito criticado, sendo que em época e meia apenas viveu um momento de alguma glória, quando marcou um golo (o seu único no FC Porto) ao Fenerbahçe, num jogo em que os portistas venceram os turcos (3-1) para a “Champions”.

Tornou-se peça fundamental do PAOK

Assim sendo, e já com a pouco carinhosa alcunha de “Pinolino”, o brasileiro haveria de deixar o Dragão no início de 2009, mudando-se de armas e bagagens para a Grécia e para o PAOK Salónica.

No histórico clube da Macedónia (A região grega, não confundir com o país a norte…), Lino assumiu-se como peça importantíssima do onze, somando 94 jogos (7 golos) em todas as competições que o PAOK disputou durante as últimas duas épocas e meia.

Neste momento, já com 34 anos, e ainda no activo no clube de Salónica, percebe-se que não seria o reforço ideal para aquele FC Porto que, em tempos, decidiu contratá-lo, mas também não merecia a alcunha de “Pinolino” que alguns azuis-e-brancos teimaram em colar-lhe.

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Pedras na final da Taça que garantiu o apuramento do Leixões para a Taça UEFA

Em 2001/02, o Leixões fez uma campanha excepcional na Taça de Portugal, eliminando várias equipas de escalões superiores (a mais emblemática foi o Sp. Braga, derrotado no 1º Maio por 3-1 nas meias-finais) e apenas caindo na final, perdendo por uma bola a zero, diante do novo campeão nacional: Sporting. Assim sendo, e tendo em conta que os leões estavam apurados para a Liga dos Campeões, o Leixões, então a militar na II Divisão B, apurou-se para as competições europeias, disputando a Taça UEFA com bastante brio e, até, superando as expectativas depositadas no clube de Matosinhos.

Pré-eliminatória: Leixões 2-2 Belasica / Belasica 1-2 Leixões

Numa altura em que Portugal se encontrava bem abaixo do actual sexto lugar no Ranking UEFA, o Leixões foi obrigado a disputar uma pré-eliminatória para chegar ao quadro principal da Taça UEFA. Nessa ronda, o adversário foi uma desconhecida equipa da Macedónia, o Belasica, que apesar de não parecer um papão do futebol europeu, seria sempre um adversário difícil para uma equipa da II Divisão B lusa.

Assim sendo, foi sem surpresa que, na primeira mão, disputada no Estádio do Mar, a equipa de Matosinhos sentisse bastantes dificuldades, tendo, inclusivamente, estado a perder por 0-2 com golos de Ahmetovic, ainda que, até ao apito final, ainda tenha tido forças para recuperar da desvantagem e alcançar o 2-2 com tentos de Antchouet e Brito. Este resultado deixava tudo em aberto para a segunda mão a disputar na Macedónia.

Nessa segunda partida, o Leixões acabou por surpreender tudo e todos, jogando com enorme personalidade e chegando, inclusivamente ao 2-0 com golos de Brito e Nené. Depois, a dez minutos do fim, Baldovaliev ainda reduziu para 1-2, mas acabou por ser o único golo obtido pelo conjunto macedónio. O Leixões alcançava, dessa forma, a primeira eliminatória da Taça UEFA.

1ª Eliminatória: Leixões 2-1 PAOK / PAOK 4-1 Leixões

O sorteio acabou por colocar a equipa de Matosinhos a disputar o apuramento para a 2ª eliminatória diante de um complicado conjunto grego, o PAOK.

Na primeira mão, disputada em casa, o Leixões voltou a surpreender a Europa do futebol, ao vencer os helénicos por 2-1, graças a golos de Brito e Detinho (Kukielka marcou o tento da equipa do PAOK).

No entanto, na segunda mão, disputada no mítico Estádio Toumba, o PAOK acabou por demonstrar as naturais diferenças entre um conjunto do principal escalão grego e outra do terceiro escalão português, ao vencer por 4-1, graças a golos de Salpingidis, Okkas (2) e Koutsopoulos, perante um tento solitário de Pedras.

O Leixões era, assim, eliminado da Taça UEFA, mas deixava a competição de cabeça bem levantada e de forma orgulhosa, pois dignificou claramente o seu clube e o futebol português.

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Ednilson no Benfica

Já foi uma das grandes promessas do futebol português, tendo chegado a pertencer às fileiras da Roma, que, quando o atleta ainda era júnior, o foi buscar ao Boavista. Médio-defensivo de boa qualidade técnica, pensou-se que iria marcar uma era no Sport Lisboa e Benfica, que o recrutou ao clube italiano em Janeiro de 2001, quando o actual internacional guineense tinha apenas dezoito anos de idade. Ainda assim, apesar do início promissor, rapidamente Ednilson foi caíndo no esquecimento, perdendo-se primeiro em alguns empréstimos de pouco sucesso e, depois, num percurso pouco relevante em clubes secundários do futebol europeu.

Produto das escolas do Boavista, transferiu-se cedo para a Roma

Ednilson Pedro Rocha Andrade Mendes nasceu a 25 de Setembro de 1982 em Bissau, mas cedo emigrou para Portugal, para representar o Boavista. Ainda nas camadas jovens do clube axadrezado, chamou a atenção de vários clubes italianos, sendo que a Roma acabou por ganhar a corrida e assegurar os préstimos do talentoso médio.

Chegado à capital italiana com apenas 16 anos, Ednilson permaneceu na equipa romana durante cerca de ano e meio, tendo, nesse período, efectuado apenas um jogo pela equipa principal da Roma.

Benfica apostou na jovem promessa

Em Janeiro de 2001, o Benfica decidiu resgatar a jovem promessa ao clube romano, e Ednilson, na segunda metade da época 2000/01, ainda efectuou 13 jogos, criando nos adeptos encarnados grande entusiasmo e a crença de que poderiam estar perante um jogador de grande futuro.

Na temporada seguinte, Ednilson manteve-se como uma peça importante da equipa encarnada, efectuando 22 jogos no campeonato, todavia, em 2002/03, perdeu imenso gás e terminou a época com apenas oito jogos realizados.

Empréstimos não garantiram evolução

Com o jogador a parecer ter estagnado na sua evolução, o Benfica decidiu emprestá-lo a V. Guimarães (2003/04) e Gil Vicente (2004/05), contudo, as cedências não foram muito positivas para Ednilson, que, nos vimaranenses pouco jogou e, nos galos, apesar de ter actuado com maior regularidade, também não se destacou.

Assim sendo, foi sem surpresa que, no Verão de 2005, Benfica e Ednilson terminaram a sua ligação contratual e o médio-centro ficou livre para seguir o seu destino.

Após sair de Portugal, Ednilson continuou sem se destacar

Entre 2005 e os tempos de hoje, o internacional guineense esteve em clubes como o OFI Creta (Grécia), Partizan (Sérvia), AEK Larnaca (Chipre) e, actualmente, o Dinamo Tblissi (Geórgia), que representa desde 2009/10.

Apesar do longo percurso, apenas no clube georgiano garantiu alguma regularidade, somando 37 jogos pelo clube da Geórgia e tornando-se, desde o ano transacto, membro da selecção da Guiné Bissau.

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