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Tal Ben Haim II com a camisola israelita

Com o mesmo nome de um famoso internacional israelita e ex-jogador do Chelsea, Tal Ben Haim é um avançado de muita qualidade e que desenvolve o seu futebol com a camisola do Maccabi Petah Tikva.

Nascido a 5 de Agosto de 1989 em Israel, Tal Ben Haim é um produto das escolas do Maccabi Petah Tikva, tendo se estreado pela equipa principal desse conjunto hebraico em 2007.

Desde essa data, o avançado internacional israelita (3 jogos, 1 golo) marcou 26 golos em 102 jogos pelo conjunto de Petah Tikva, assumindo-se, aos 22 anos, como a principal vedeta desse conjunto da Liga de Israel.

Extremo-esquerdo de qualidade

Tal Ben Haim é um jogador que actua preferencialmente como extremo-esquerdo, ainda que não seja daqueles jogadores exclusivamente verticais, pois, apesar da qualidade dos seus cruzamentos, um dos seus principais pontos fortes são as diagonais para o centro para alvejar a baliza adversária.

Rápido, inteligente e tecnicista, o internacional israelita gosta de enfrentar os adversários em lances de um contra um, mostrando-se um atacante sem qualquer medo de partir para cima dos defesas.

Pelas suas características, o jogador a quem a UEFA chama de Tal Ben Haim II para não confundir com o homónimo mais velho, também se adaptará bem à posição de avançado de suporte, até porque é um elemento que combina muito bem com os companheiros, mostrando-se inteligente nas tabelinhas.

Em suma, um avançado muito jovem, promissor e moldável que deve ser observado com atenção pelos olheiros dos clubes portugueses.

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Gadi Brumer é uma referência

Podia ter sido o primeiro e único jogador israelita a actuar no Manchester United, no entanto, apesar de ter feito um excelente “trial” ao serviço dos “Red Devils”, acabou por não ficar no clube inglês que, na altura, preferiu o norueguês Ronny Johnsen. Esse teste aconteceu no ano de 1996 e, após essa data, Gadi Brumer esteve muitas vezes perto de clubes da Premier League, todavia, preferiu sempre manter-se no clube de sempre e no qual se tornou um ídolo e uma referência para todos os jovens israelitas que lá chegam, ambicionando seguir-lhe as pisadas, o Maccabi Telavive.

Uma vida ao serviço do Maccabi Telavive

Nascido a 5 de Novembro de 1973 em Joanesburgo, África do Sul, Gadi Brumer apenas conheceu um clube durante toda a sua carreira: o Maccabi Telavive, que representou entre 1991 e 2004.

Durante esse período, o líbero israelita efectuou 316 jogos (7 golos), conquistando três campeonatos de Israel, quatro taças de Israel e uma “Toto Cup” (Taça da Liga de Israel).

As suas constantes boas exibições ao serviço do gigante da capital israelita, valeram-lhe o interesse de vários clubes europeus no seu concurso, tendo, inclusivamente, o tal teste no Manchester United, que quase levou o jogador a assinar pelos “Red Devils”

Ainda assim, nunca nada se concretizou e o israelita foi permanecendo no Maccabi Telavive, tornando-se num dos poucos futebolistas mundiais que apenas conheceram um clube na sua carreira.

Um líbero de qualidade

Internacional israelita por 24 ocasiões, Gadi Brumer era um líbero à maneira antiga, que jogava sempre de cabeça levantada e comandava todo o sector defensivo do Maccabi Telavive.

Muito inteligente em termos posicionais, tratava-se de um jogador raçudo e com enorme espírito de combate, nunca dando um lance por perdido e nunca facilitando minimamente a tarefa aos adversários.

O seu amor pelo Maccabi Telavive e pelo jogo, fez com que jogasse inúmeras vezes lesionado, funcionando como exemplo tanto para colegas como adversários que sempre admiraram a sua entrega e talento.

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Makriev é um goleador

Perdido numa equipa modesta do campeonato israelita está um ponta de lança alto (1,91 metros), forte e com uma capacidade finalizadora muito interessante: Dimitar Makriev.

Nascido a 7 de Janeiro de 1984, Dimitar Ivanov Makriev foi criado nas escolas do Levski Sófia, pelo qual fez 254 golos no campeonato búlgaro de Juniores.

Surpreendentemente, em 2002, acabou por transferir-se para o arqui-rival do Levski, o CSKA Sófia, onde apenas esteve dois meses, pois o Inter de Milão, impressionado pelas suas exibições nos escalões de formação do Levski, não hesitou em adquiri-lo.

Ainda assim, nos “nerazzurri”, a carreira de Makriev não foi muito feliz, pois o internacional búlgaro não fez qualquer jogo, sendo sucessivamente emprestado a clubes como os suíços do Bellinzona (14 jogos, 4 golos), os polacos do Gornik Zabrze (22 jogos, 2 golos) e os suíços do FC Chiasso (18 jogos, 5 golos).

Após esses empréstimos pouco produtivos, o búlgaro desvinculou-se do Internazionale e assinou pelos franceses do Dijon, onde também não foi feliz, fazendo apenas três golos (13 jogos) na temporada 2005/06.

No rescaldo da experiência gaulesa, Makriev transferiu-se para os eslovenos do Maribor, permanecendo durante a temporada 2006/07 e a primeira metade da temporada 2007/08 e onde, finalmente, voltou a assumir-se como o grande talento dos tempos do Levski, marcando 23 golos em 48 jogos.

No início de 2008, trocou o Maribor pelo FC Ashdod, onde permanece até hoje. Nesse modesto clube israelita, já leva 52 golos em 112 jogos, assumindo-se como um ponta de lança muito oportuno e que, apesar da elevada estatura, é capaz de tratar a bola com bastante qualidade.

Adaptando-se bem a ser o único ponta de lança em 4-3-3, mas também a jogar ao lado de um avançado mais móvel em 4-4-2, é capaz de finalizar com o pé esquerdo, direito ou com a cabeça, sendo, muito provavelmente, o “pinheiro” que o Sporting procura, sem sucesso, há meia temporada.

Essas grandes exibições pelo FC Ashdod já permitiram que Makriev chegasse à selecção búlgara (4 jogos, 1 golo) e prevê-se que o ponta de lança de 26 anos se transfira, rapidamente, para um clube de maior nomeada. Sinceramente, penso que encaixaria que nem uma luva no plantel de Paulo Sérgio.

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Depois de ter ficado dez anos sem conquistar o campeonato israelita, o Hapoel Telavive, além de se ter sagrado campeão, garantiu, após ultrapassar o  Zeljeznicar Sarajevo (BOS), Aktobe (CAZ) e o favorito Red Bull Salzburgo (AUT), o apuramento para a fase de grupos da Liga dos Campeões. Trata-se de uma equipa muito aguerrida, bem ao jeito das formações israelitas, mas que também tem jogadores de grande nível como o guarda-redes internacional nigeriano: Enyeama, o médio francês Romain Rocchi ou o internacional israelita, ex-Chelsea, Ben Sahar. Uma equipa que irá correr por fora, mas que, por certo, irá ter uma palavra a dizer no Grupo B da Liga dos Campeões.

Quem é o Hapoel Telavive

O Hapoel Telavive foi fundado em 1927 e, logo no ano seguinte, a equipa ganhou a Taça da Palestina (a primeira que foi reconhecida pela Federação Israelita de Futebol) diante do Maccabi Hasmonean Jerusalem (2-0), no entanto, como jogou com um jogador inválido, teve de partilhar a taça com o seu adversário.

Desde a criação do clube, o Hapoel conquistou 13 campeonatos de Israel (1934, 1935, 1938, 1940, 1943, 1957, 1966, 1969, 1981, 1986, 1988, 2000 e 2010) e 13 Taças de Israel (1928, 1934, 1937, 1938, 1939, 1961, 1972, 1983, 1999, 2000, 2006, 2007 e 2010), sendo o segundo clube com mais títulos naquele país do médio oriente, apenas superado pelo Maccabi Telavive.

Numa altura em que os clubes de Israel participavam nas competições asiáticas de futebol, o Hapoel Telavive participou em duas finais da Taça dos Campeões Asiáticos, vencendo uma, em 1967, diante do Selangor da Malásia (2-1) e perdendo outra, em 1969, diante do Taj Club do Irão (1-2).

Por outro lado, em termos de competições europeias, as participações do clube da capital israelita têm sido bem mais modestas, ainda assim, há que destacar a campanha na Taça UEFA (2001/02), quando a equipa atingiu os quartos de final da prova, sendo eliminada pelo AC Milan (0-2 e 1-0).

Como joga

Quem conhece minimamente o futebol israelita irá, certamente, perceber após poucos minutos que esta equipa de Telavive pratica o típico futebol daquelas paragens do leste do Mediterrâneo.

Tecnicamente evoluídos, os jogadores do Hapoel Telavive são uma equipa com grande raça e espírito colectivo, tendo, contudo, algumas falhas momentâneas, que derivam da falta de experiência, mas que, numa prova como a Liga dos Campeões, lhes podem ser fatais.

Em termos tácticos, os “demónios vermelhos” costumam jogar num 4-4-2 clássico, que procura explorar o contra-ataque e a velocidade dos dois perigosos avançados (Shechter e Ben Sahar), dois jogadores muito perigosos e que necessitam de vigilância constante por parte da equipa encarnada.

Individualmente e para além dos dois avançados já referidos, há ainda que ter em atenção o guarda-redes internacional nigeriano (Enyeama), jogador que brilhou no Mundial 2010 e que, para além de ser exímio a defender a sua baliza, também é um especialista na marcação de grandes penalidades, o central brasileiro Douglas da Silva, patrão do último reduto do Hapoel Telavive e, por fim, o médio francês Rocchi, um box to box que transporta todo o jogo ofensivo dos “demónios vermelhos”.

Em princípio, a equipa israelita deverá apresentar este onze base no Estádio da Luz:

Shechter é um avançado muito perigoso

Quem é que as águias devem ter debaixo de olho – Itay Shechter

O internacional israelita de 23 anos é, claramente, um dos melhores jogadores deste Hapoel Telavive e terá, forçosamente, de merecer grande atenção dos responsáveis encarnados.

Criado nas escolas do Hapoel Haifa e do Hapoel Nazareth Illit, Shechter estreou-se pela equipa principal do clube de Nazareth em 2005/06 com apenas 18 anos. Nessa temporada, o avançado israelita fez uma razoável temporada de estreia, apontando 3 golos e fazendo 27 jogos, todavia, em termos colectivos, as coisas não correram tão bem, pois o Hapoel Nazareth Illit desceu à segunda divisão.

No entanto, as boas exibições de Shechter, aliadas à enorme margem de progressão que demonstrava, impediram-no de descer com o clube de Nazareth Illit, sendo, assim, contratado pelo Maccabi Netanya.

Durante três temporadas em Netanya, o internacional israelita foi sempre titular, marcando 21 golos em 83 jogos do campeonato de Israel. Números interessantes, mas que não davam ao jovem avançado o estatuto de goleador, todavia, essa situação mudou na temporada passada.

Em 2009/10, transferido para o Hapoel Telavive, Shechter revelou-se, além de um avançado rápido, criativo e tecnicista, num jogador letal na hora de atirar à baliza. Em 52 jogos oficiais pelos “demónios vermelhos”, o internacional israelita fez 31 golos e foi peça fulcral na dobradinha conquistada pelo Hapoel Telavive.

Em suma, trata-se de um jogador muito interessante e para o qual Jorge Jesus terá de arranjar um antídoto.

As hipóteses encarnadas

Apesar da qualidade do Hapoel Telavive, o Benfica é, pelo seu plantel e pela sua enorme experiência europeia, claramente favorito para vencer as duas partidas diante dos israelitas.

Ainda assim, o Benfica terá de jogar com grande concentração e seriedade, pois o Hapoel Telavive é uma equipa muito perigosa no contra-ataque e que se galvaniza com facilidade, sendo que, no seu Estádio, essa situação é ainda mais notória.

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Golasa é uma promessa de Israel

Em Haifa, no mesmo clube onde jogam os portugueses Adrien Silva e Alex Zahavi (Maccabi Haifa), actua um dos médios criativos mais entusiasmantes do actual futebol europeu: Eyal Golasa.

Criado nas escolas do Beitar Nes Tubruk, para onde entrou aos nove anos e permaneceu até aos dezasseis, o médio ofensivo israelita rapidamente chamou à atenção de um dos gigantes do futebol de Israel, assinando, em 2008, pelo Maccabi Haifa.

Apesar de ser um jogador muito jovem (neste momento tem 18 anos), Eyal Golasa conseguiu, conquistar, devagarinho, os corações dos exigentes adeptos do Maccabi, tornando-se rapidamente no menino bonito dos “verdes”. Ao longo de duas temporadas, o médio de ataque fez seis golos em 43 jogos da Ligat Winner, o principal escalão do futebol israelita.

Médio ofensivo com grande capacidade de drible, trata-se de um jogador muito rápido e criativo, tendo, também, uma excelente capacidade de desmarcação, aparecendo inúmeras vezes na zona de finalização.

Com apenas dezoito anos, já esteve, em Fevereiro, pertíssimo de se transferir para a Lázio, mas problemas burocráticos impediram a sua transferência, sendo, neste momento, uma pérola a ser observada por grandes clubes do futebol internacional.

Deixo, aqui, um vídeo com algumas qualidades do médio ofensivo israelita, à atenção de clubes portugueses interessados num grande talento.

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Aiyenugba com a camisola nigeriana

Aiyenugba com a camisola nigeriana

Vendo as exibições menos conseguidas de Roberto, um guarda-redes que custou 8,5 milhões de euros, pensamos que, muitas vezes, os clubes portugueses ficariam muito melhor servidos e gastariam muito menos dinheiro se procurassem um pouco pelos campeonatos menos badalados, como, por exemplo, o israelita.

Depois de termos apresentado Enyeama neste blog, um guarda-redes que brilha, ano após ano, no Hapoel Telavive e que todos puderam confirmar o seu talento no Mundial 2010, iremos apresentar o seu suplente na selecção nigeriana e que, curiosamente, substituiu Vincent Enyeama no Bnei Yehuda: Dele Aiyenugba.

O nigeriano estreou-se com apenas 14 anos no Kwara Stars do seu país natal, transferindo-se, em 2001, para um dos colossos do futebol da Nigéria, o Enyimba.

Durante seis anos, Aiyenugba cresceu muito nesse clube nigeriano, chegando, inclusivamente, à selecção, ainda que permanecesse sempre tapado por Enyeama. Curiosamente, foi a transferência de Vincent Enyeama do Bnei Yehuda para o Hapoel Telavive, que abriu as portas da Europa a Dele Aiyenugba que, em 2007, substituiu o compatriota no clube israelita.

Desde que chegou ao Bnei Yehuda, o internacional nigeriano assumiu-se imediatamente como titular indiscutível e como uma das estrelas do clube israelita. Guarda-redes muito rápido, corajoso, excelente nas saídas aos pés dos atacantes e com grandes reflexos, trata-se também de um atleta muito forte no ar, apesar de só ter 1,81 metros.

Após 3 temporadas e noventa jogos no campeonato israelita, Dele Aiyenugba está, aos 26 anos, preparado para dar o salto para uma liga com outra projecção e, por certo, o seu preço estará ao alcance de um clube médio português. Descubram o seu talento no vídeo abaixo e confirmem a minha tese.

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Apesar de apenas ter sido fundado em 1988, resultado da fusão do Waterschei Thor e do Winterslag, o Racing Genk já conquistou uma posição de destaque no panorama futebolístico da Bélgica. Campeão por duas ocasiões e vencedor da Taça da Bélgica por três vezes, o Genk é um clube com experiência de competições europeias, tendo, inclusivamente, disputado a fase de grupos da Liga dos Campeões na temporada de 2002/03. Ainda assim, tendo em conta que terminou o último campeonato belga na décima primeira posição e sabendo que o seu plantel é, no seu global, bastante inferior ao plantel dos dragões, o favoritismo azul e branco é bastante grande para esta eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga Europa.

Quem é o Racing Genk 

Não se pode falar do Racing Genk sem falar dos dois clubes que se fundiram em 1988 para lhe darem origem: Waterschei Thor e Winterslag.

O Waterschei foi fundado em 1919 e, depois de bastantes décadas na sombra do futebol belga, teve o seu momento de glória no início da década de 80, quando venceu duas Taças da Bélgica (80 e 82) e esteve presente na meia final da Taça das Taças de 1982/83, perdida diante do Aberdeen (1-0 e 1-5). O Winterslag, por sua vez, nunca conquistou qualquer título, mas, tal como o Waterschei, esteve presente algumas vezes no primeiro escalão do futebol belga, com destaque para um quinto lugar na época 1980/81.

Em 1988, Waterschei e Winterslag fundiram-se e formaram o Racing Genk que aproveitou a presença do Winterslag na primeira divisão para começar nesse escalão o campeonato de 1988/89. Ainda assim, não foi uma boa estreia, pois o Genk desceu logo na sua estreia. Apesar de ter regressado à primeira divisão logo na temporada seguinte, o Genk haveria de descer novamente à segunda divisão no ano de 1993/94, regressando, para nunca mais descer, ao principal escalão na época de 1996/97.

Desde que se cimentou na primeira divisão, o Genk tornou-se num dos principais clubes belgas, conquistando o campeonato da Bélgica em 1999 e 2002 e terminando na segunda posição em 1998 e 2007. Além dos títulos nacionais, o Genk conquistou a Taça da Bélgica por três vezes (1998, 2000 e 2009) e ainda esteve presente na fase de grupos da Liga dos Campeões 2002/03, ainda que, num agrupamento com AEK, Milan e AS Roma, tenha terminado na última posição.

Na última temporada, as coisas não correram particularmente bem ao Genk, que não foi além do 11º posto no campeonato. Ainda assim, a equipa belga venceu o playoff de acesso à Liga Europa e, assim, garantiu a presença numa prova onde já eliminou, na terceira pré-eliminatória, o Inter Turku da Finlândia (3-2 e 5-1).

Como joga  

A equipa belga costuma actuar num 4-4-2 losango e joga um futebol de passe curto, até porque a baixa estatura dos elementos do ataque desencoraja o Genk a utilizar um futebol mais directo. Não jogando deliberadamente ao ataque, a equipa treinada por Frank Vercauteren é moderadamente ofensiva e defende mal, cabendo ao FC Porto utilizar a rapidez no processo ofensivo, pois a defesa do Genk tem muita dificuldade em lidar com equipas que joguem em velocidade

O Genk tem uma dupla de avançados de excelente qualidade: Barda e Vossen, uma dupla muito rápida e móvel, que, por certo, terá de merecer atenção cuidada por parte dos responsáveis portistas. A equipa azul e branca terá, também, que ter bastante atenção ao médio ofensivo De Bruyne, um elemento que também pode jogar a avançado e, aos 18 anos, é considerado uma grande promessa do futebol belga. 

Diante do FC Porto, o onze do Genk não deve andar muito longe do que vamos apresentar abaixo.

  

Barda festeja golo por Israel

Quem é que o FC Porto deve ter debaixo de olho – Elyaniv Barda

Aos 29 anos, Elyaniv Barda é um avançado experiente e com capacidade para criar muitas dificuldades à defesa azul e branca.

Depois de ter tido grande destaque no seu país natal, actuando por clubes como o Hapoel Be’er Sheva (78 jogos, 19 golos), Maccabi Haifa (57 jogos, 12 golos) e Hapoel Telavive (61 jogos, 17 golos), conquistando dois campeonatos de Israel no clube de Haifa e duas Taças de Israel no Hapoel Telavive.

Desde 2007, encontra-se no Genk, onde se tornou, rapidamente, em um dos ídolos dos adeptos do clube belga. Muito rápido e tecnicista, Barda não é o típico finalizador que apenas se encontra na área para marcar golos, sendo, ao invés, um jogador que gosta de jogar com um atacante ao lado, com quem possa combinar e servir. Apesar de não ser um goleador nato, Barda, tem, no Genk, o interessante registo de 28 golos em 86 jogos.

As hipóteses azuis e brancas 

A equipa do Genk tem bastante qualidade e a forma fácil como se livrou do Inter Turku (8-3 no agregado) na última eliminatória da Liga Europa e a facilidade como goleou (4-0) no campo do vice-campeão belga (Gent) na última jornada do campeonato da Bélgica é a prova disso mesmo.

Ainda assim, a equipa belga tem bastantes fragilidades no sector defensivo e, diante de uma equipa com muito mais experiência como o FC Porto, dificilmente poderá colocar o apuramento português em risco. 

Assim sendo, se os dragões jogarem concentrados e souberem explorar os habituais erros defensivos do Genk, facilmente seguirão para a fase de grupos da Liga Europa.

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