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Lucas festeja golo pelo São Paulo

No futebol brasileiro, mais concretamente no São Paulo, actua um médio-ofensivo de apenas 18 anos, mas que faz lembrar os número “dez” de outros tempos, Lucas.

Nascido a 13 de Agosto de 1992 em São Paulo, Lucas Rodrigues Moura da Silva até começou nas camadas jovens do Corinthians, porém, em 2005, chegou ao São Paulo, clube que representa até hoje.

Após se estrear profissionalmente na temporada de 2010, Lucas assumiu-se rapidamente como a principal coqueluche dos adeptos do São Paulo, somando sete golos em 36 jogos e conseguindo chegar à selecção canarinha, pela qual já soma uma internacionalização.

“Dez” ou avançado de suporte com talento excepcional

Lucas, que antigamente era chamado de “Marcelinho” pelas parecenças futebolísticas com Marcelinho Carioca, é um jogador de grande qualidade técnica, gostando de ir para cima dos defesas e explorar os lances de um contra um, onde é especialmente forte.

Rápido, móvel e com uma evoluída visão de jogo, Lucas é um jogador fantástico para actuar no vértice mais adiantado do meio-campo seja num 4x3x3, 4x2x3x1 ou 4x4x2 losango.

Além disso, tendo em conta que é um jogador com uma capacidade finalizadora bastante interessante, também pode ser colocado como segundo avançado, ainda que, pessoalmente, ache que o internacional brasileiro rende mais na posição “dez”.

Neste momento, tem apenas 18 anos, mas o seu passe já se encontra bastante inflacionado e, provavelmente, fora do alcance dos maiores clubes portugueses. Ainda assim, trata-se de um jogador que devem procurar num jogo do São Paulo ou, quiçá, da selecção canarinha.

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Desde a passada quarta-feira, muito se passou no “Mundo Benfiquista” e o meu coração começa a ressentir-se disso. Neste momento devia poder meter baixa. O meu coração ainda está a 1000 à hora. Esta emoção toda desgasta uma pessoa, mas a alegria que o Benfica me tem dado ajuda a curar todas as doenças.

Liverpool – S. L. Benfica

Primeiro foi o jogo de Liverpool. Apesar de ter noção que a equipa estava cansada, sempre acreditei na vitória. Mas os maus prenúncios foram acontecendo. Primeiro, o pessoal “corta-se” e vamos apenas quatro ver o jogo. Depois, o restaurante marcado não ia transmitir o jogo. Lá arranjámos outro restaurante e começámos a ver o jogo.

O Benfica começou a dominar o desafio até que, numa fífia monumental, o Liverpool marca. Era a primeira “facada” no coração. Alguns minutos depois, uma falha na marcação, e o coração volta a sofrer. Chega o intervalo e eu continuo a acreditar, basta um golo para empatarmos a eliminatória.

Começa a segunda-parte e novo golo do Liverpool e eu continuava a acreditar. Se acreditei que era possível virar um 7-0, claro que acreditava na reviravolta do marcador. E é neste momento que Cardozo marca, as emoções ficam ao rubro e a esperança renasce. Novo livre à entrada da área, novo remate de Cardozo e a cabeça de Lucas impede o golo. Quase que chorava neste momento. Mas o pior aconteceu e Torres faz o 4-1 para o Liverpool. Apesar de a esperança ser a última a morrer, esta foi desaparecendo e desvaneceu por completo quando o árbitro apitou para o final do encontro.

Não fiquei chateado com a equipa, pois deram o máximo e sabia que na terça-feira o Benfica tinha um jogo decisivo para a conquista do objectivo primordial da época: o campeonato.

S.L. Benfica – Sporting

Decidi ver o jogo com o Sporting no Café do Jardim de Alverca, pois, até agora, os resultados tinham sido 100% positivos (vitórias frente ao Porto e Braga). Sento-me na bancada central do café a ver o jogo e, logo para começar, o Jorge Jesus dá-me a primeira facada: Éder Luís joga a titular. Eu não tenho nenhum ódio em particular contra este jogador, mas já todos perceberam que neste momento ele não rende, só corre e nada de futebol.

Depois, a primeira parte correu muito mal ao Benfica, mas consegui manter a calma, pois o jogo estava empatado e esse resultado até era positivo para o Benfica. No entanto, havia sempre uma esperança de vitória. Benfiquista acredita sempre.

Começou a segunda parte, o Benfica controla o jogo (estava a jogar o Aimar no lugar do Éder Luis) e vejo que é possível ganhar os três pontos e aproximarmo-nos do título. É neste momento que Ruben Amorim faz uma jogada espectacular, centra para a área, Aimar não chega, mas a bola sobra para Coentrão que remata cruzado e na área aparece o “coxo” Cardozo e GOLOOOOOOOOOOOO. Aqui o meu coração volta a sofrer, mas desta vez de alegria. Passados alguns minutos, passe de Ramires para a desmarcação de Aimar, este finta Patrício (que sai muito mal da baliza) e marca o segundo. Aqui tive a certeza de mais uma vitória e o meu coração finalmente pode descansar.

Notas:

1. Benfiquistas, tenham calma que ainda não somos campeões. Sou muito pragmático.

2. Não se preocupem com o meu estado de saúde, pois apesar de todo o sofrimento era dos “gajos” mais calmos que estava no café.

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Costuma-se dizer que sempre que os treinadores portugueses inventam numa deslocação ao estrangeiro dão-se mal. Ontem, Jesus quis fazer alterações ao esquema defensivo das águias e a sorte voltou a não sorrir a uma equipa lusa.

Jesus optou por um esquema defensivo com David Luiz sobre a esquerda, Amorim sobre a direita, deixando o centro a Luisão e Sidnei. Júlio César foi a habitual escolha (em jogos europeus) para a baliza.

Curiosamente, tendo em conta o resultado final, o Benfica até entrou muito bem. Trocando a bola no meio campo inglês e, até, parecendo que o Liverpool estava totalmente manietado pelos encarnados. Puro engano.

Aos 27 minutos, num lance em que Júlio César demonstrou inexperiência extrema, Kuyt, na sequência de um canto, fez, de cabeça, o primeiro golo para os “reds”.

A partir daqui o Liverpool ficou em vantagem na eliminatória e passou, também, a controlar o jogo. Assim sendo, sete minutos depois, num lance rápido de contra-ataque, Lucas apareceu isolado perante o guarda-redes encarnado, contornou-o e fez, sem dificuldades, o 2-0.

O intervalo chegou e pensou-se que podia fazer bem ao Benfica, todavia, o início da segunda metade não trouxe grandes melhorias. As águias continuavam pouco objectivas e percebia-se que o Liverpool tinha o jogo totalmente controlado. Depois, aos 59 minutos, para piorar o panorama do jogo, Torres concluiu uma bonita jogada de contra-ataque e fez o 3-0, um resultado que deixava o jogo muito complicado para o Benfica.

Ainda assim, os encarnados reagiram e, dez minutos depois, Cardozo, num livre directo reduziu para 3-1, deixando a qualificação dos encarnados dependente de um segundo golo. Esse tento até podia ter surgido, novamente por Cardozo e novamente na transformação de um livre directo, todavia, a bola passou ligeiramente ao lado da baliza de Reina.

Foi, porém, o canto do cisne dos encarnados. Torres fez, aos 82 minutos, o quarto golo dos “reds” e acabou com o jogo, que se arrastou (de forma penosa para os benfiquistas) até final.

No cômputo geral, tratou-se de uma vitória justa do Liverpool, que foi extremamente eficaz, diante de um Benfica que esteve vários furos abaixo do que sabe fazer. Boa arbitragem.

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