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Coluna levanta uma Taça de Portugal

Muito se fala de Eusébio da Silva Ferreira e, muitas vezes, se esquece de um médio-centro que, na altura, foi claramente um dos melhores jogadores do Mundo, pelo seu pulmão, qualidade técnica e posicionamento táctico perfeito. Enchendo o campo e nunca fazendo nada ao acaso, Mário Coluna, ou o “Monstro Sagrado” como ficaria eternamente conhecido, era um líder e um criativo, que equilibrava a sua equipa e desequilibrava o adversário, assumindo-se como um grande fenómeno futebolístico pela beleza e eficiência do seu futebol.

Um símbolo do Sport Lisboa e Benfica

Mário Esteves Coluna nasceu a 6 de Agosto de 1935 em Inhaca, Moçambique, tendo iniciado a sua carreira bem cedo no Desportivo de Lourenço Marques, clube histórico da antiga colónia portuguesa.

Em 1954/55, com 19 anos, transferiu-se para o Benfica, clube que representaria até 1969/70. Durante essas longas dezasseis épocas, o “Monstro Sagrado” efectuou 677 jogos (150 golos) pelos encarnados, assumindo-se como o grande líder do meio-campo das águias, ainda que nos primeiros tempos tenha sido testado como avançado-centro por Otto Glória.

Pelo Benfica, conquistou duas taças dos campeões, dez campeonatos nacionais e sete taças de Portugal, tendo estado também presente em outras três finais da Taça dos Campeões, perdidas para o Milan (1963), Inter (1965 e Manchester United (1968).

Após ter dezasseis anos de Benfica, Mário Coluna ainda actuou dois anos pelos franceses do Lyon, antes de se retirar definitivamente no final da temporada 1971/72, à beira de completar 37 anos.

Capitão da selecção nacional no Mundial 66

Entre 1955 e 1968, Mário Coluna efectuou 57 jogos (8 golos) pela selecção nacional portuguesa, tendo sido o capitão da equipa das quinas entre 1966 e 1968.

O seu momento mais alto ao serviço da equipa lusitana, foi ter capitaneado Portugal durante o Mundial 66, quando a equipa de todos nós alcançou o terceiro lugar na prova. Até hoje, a melhor classificação portuguesa num campeonato do Mundo.

Seria um “box to box” de eleição no futebol moderno

Mário Coluna era um médio-centro/interior-esquerdo de grande talento individual, que era capaz de manter os mesmos níveis físicos e exibicionais durante os noventa minutos do jogo. Rápido e com um posicionamento no terreno irrepreensível, era um atleta extraordinário nas transições defesa-ataque e ataque-defesa, sendo aquilo que hoje se chama usualmente de “box to box”.

Autêntico líder dentro de campo, criativo e com um excelente remate de meia distância, tratava-se de um fenómeno que, neste momento, encaixaria em qualquer equipa de topo do futebol mundial.

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Rivière é o menino bonito do Saint-Étienne

No histórico Saint-Étienne, actua um avançado francês de grande talento e com condições para ser um dos grandes pontas de lança do futebol gaulês: Emmanuel Rivière.

Nascido a 3 de Março de 1990, em Le Lamentin, na Ilha da Martinica, Emmanuel Rivière começou a sua carreira no Espoir Saint-Luce, um clube da sua ilha natal. Aos 14 anos, participou na Coupe Nationale, uma competição para jogadores dessa idade e que juntou jovens de toda a República francesa. Nesse evento, brilhou e garantiu o interesse de vários clubes franceses de nomeada como o Paris Saint-Germain, Lyon e Saint-Étienne, sendo que “Les Verts” ganharam a corrida ao jovem atacante.

Desde 2005 encontra-se, assim, no Saint-Étienne, onde primeiro concluiu o seu percurso como jogador juvenil e, depois, a partir de 2009, se estreou como elemento do plantel principal.

Entre a segunda metade de 2008/09 e a presente temporada, o avançado gaulês já marcou 17 golos em 72 jogos, assumindo-se como um importante elemento do histórico clube francês e tornando-se presença regular na selecção de sub-21 de França.

Avançado-centro de origem, também pode jogar sobre os flancos

Emmanuel Rivière é um avançado-centro rápido, de boa técnica individual e com boa capacidade finalizadora, sendo um jogador muito difícil de marcar devido à sua forte presença na área e constante mobilidade.

Bastante polivalente, é um jogador que também pode actuar sobre o flanco, desde que não esteja obrigado a actuar unicamente sobre a linha e tenha liberdade para aparecer em zonas centrais.

Apesar disso, é como avançado-centro que se sente melhor, ainda que renda mais se tiver outro atacante a seu lado, com quem possa combinar, sendo pouco aconselhável que jogue sozinho na frente, seja num 4-3-3 ou num 4-2-3-1.

Acima de tudo trata-se de um grande talento do futebol gaulês e que devem descobrir, rapidamente, num jogo da equipa sub-21 de França ou, ao invés, do Saint-Étienne na Ligue 1.

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Um bilhete do Farense-Lyon

Neste momento, o Farense encontra-se perdido na II divisão nacional, após ter, inclusivamente, caído nos campeonatos distritais do futebol português, mas, em meados dos anos noventa, era uma equipa fulgurante no contexto do futebol português, tendo obtido em 1994/95 a sua melhor classificação de sempre: quinto lugar. Essa excelente classificação garantiu aos algarvios a presença na Taça UEFA da temporada seguinte, onde os leões de Faro encontraram um adversário de respeito, a equipa francesa do Olympique Lyonnais. O Farense acabou por não superar a equipa gaulesa, mas deu uma excelente imagem naquela que foi a sua única presença europeia dos algarvios até este momento.

1ª Eliminatória: Farense 0-1 Ol. Lyon / Ol. Lyon 1-0 Farense

Na primeira mão, num estádio de São Luís bastante composto, a equipa algarvia entrou em campo com algumas cautelas, mas viu-se a perder, bem cedo, com um golo do então bastante jovem Giuly. Depois, tentou correr atrás do prejuízo, mas nunca teve o discernimento ou a tranquilidade para superar o guarda-redes do Lyon, que foi anulando os raros lances de perigo protagonizados por jogadores como Helcinho ou Djukic.

Para a segunda mão, previa-se uma tarefa extremamente difícil para a equipa algarvia e, de facto, apesar do Farense ter jogado com bastante alma, voltou a perder pela margem mínima (0-1) e, assim, acabou eliminado da Taça UEFA. Apesar da eliminação precoce, continua a ser a única presença dos algarvios numa competição europeia.

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Comitiva leonina mostra Taça das Taças a Salazar

A 15 de Maio de 1964, o Sporting venceu o MTK Budapeste (1-0) na finalíssima da Taça das Taças, conseguindo, dessa forma, o seu primeiro e único troféu europeu. Foi um percurso longo e sinuoso que obrigou a dois playoffs de desempate com Atalanta e Lyon; uma reviravolta com o Manchester United (5-0) após os leões perderem a primeira mão por 4-1; e, inclusivamente, uma finalíssima, pois o primeiro jogo da final com a equipa húngara, terminou empatado a três bolas. Ainda assim, o grande caminho valeu a pena, pois, hoje, todos os portugueses recordam com saudade do “Cantinho de Morais”, um momento mágico que garantiu para Portugal a sua única Taça das Taças.

A uma difícil pré-eliminatória seguiu-se um rebuçado cipriota

O percurso dos leões na Taça das Taças (1963/64) iniciou-se na pré-eliminatória e logo diante de uma equipa de respeito, os italianos da Atalanta. Após perderem em Bérgamo (0-2) e vencerem em Alvalade (3-1), os verde-e-brancos beneficiaram da ausência do desempate por golos fora para avançarem para um playoff de desempate, disputado em Barcelona. Nesse desafio decisivo, os leões foram mais fortes e, após o 1-1 no tempo regulamentar, venceram os italianos no prolongamento por 3-1, apurando-se para a primeira ronda da prova.

Curiosamente, a primeira eliminatória da Taça das Taças foi bem mais acessível, com os leões a atropelarem os cipriotas do Apoel Nicósia com um agregado de 18-1. Curiosamente, ambos os jogos realizaram-se em Portugal, sendo que, no primeiro, os verde-e-brancos venceram por 16-1, num resultado que ainda é recorde das competições europeias.

Manchester United e Lyon não resistiram aos leões

Após o rebuçado cipriota, veio um osso bem duro de roer, o Manchester United e o primeiro jogo, disputado em Old Trafford, cumpriu com todas as piores expectativas, com o Sporting a perder por quatro bolas a uma. No entanto, na segunda mão dos quartos de final, os leões, talvez beneficiando de algum snobismo dos “red devils” que, provavelmente, julgavam que a eliminatória estava decidida, golearam o Manchester United por cinco bolas a zero, num jogo mágico em que Osvaldo Silva fez um hat-trick.

Eliminado o colosso inglês, faltava apenas uma etapa para chegar à final e o adversário que caiu em sorte aos leões foi o Lyon. Após dois empates (0-0 em Lyon e 1-1 em Lisboa), teve, novamente de se disputar um playoff de desempate, onde o Sporting venceu por 1-0 e garantiu o tão ambicionado acesso à final da Taça das Taças para defrontarem o MTK Budapeste

Sporting precisou de duas finais para conquistar a Taça das Taças

Essa final, disputada a 13 de Maio de 1964, no Estádio Heysel, em Bruxelas, e para apenas cerca de 3200 espectadores, começou melhor para os húngaros, que, graças a um golo de Sandor (19′) se colocaram em vantagem. Depois, os leões deram a volta ao resultado (2-1), antes do MTK fazer o mesmo, fazendo o 3-2 a quinze minutos do final.

Pensou-se no pior para as cores verde-e-brancas, todavia, um golo de Figueiredo a dez minutos do fim acabou por garantir o empate a três bolas e, segundo o regulamento da época, uma finalíssima.

Dois dias depois, em Antuérpia e, desta feita, para cerca de 13000 espectadores, os verde-e-brancos acabaram por marcar cedo, de canto directo, por João Morais (19′) e, depois, souberam aguentar os ímpetos húngaros para conquistarem a Taça das Taças e escreverem o momento mais alto da história do futebol leonino a nível internacional.

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Lacazette salvou o Benfica

Um golo de Alexandre Lacazette, perto do final do Lyon-Hapoel Telavive e que garantiu o empate (2-2) à equipa gaulesa, foi decisivo para que o Benfica se mantivesse nas competições europeias, pois os encarnados, em casa, num jogo muito pobre, perderam por duas bolas a uma com o Schalke 04. No outro jogo que aos clubes portugueses disse respeito, o Sp. Braga lutou muito em Donetsk, mas foi incapaz de alcançar um bom resultado, acabando vergado a uma derrota por duas bolas a zero. De qualquer maneira, mesmo que vencesse, só se apuraria para os oitavos de final caso o fizesse por quatro golos, pois o Arsenal, em casa, cumpriu a missão e despachou o Partizan por três bolas a uma.

Benfica 1-2 Schalke 04

Na Luz, os encarnados fizeram, claramente, um dos piores jogos da época. Sem alma, sem ideias e sem concentração, o Benfica foi quase sempre inferior ao Schalke na primeira metade, sendo que a desvantagem mínima (0-1), graças a um golo de Jurado (20′) até era um resultado lisonjeiro perante a pobreza da exibição das águias.

Na segunda metade, o Benfica subiu ligeiramente de produção, contudo, continuou a ser muito pouco para importunar seriamente o clube alemão. Ainda assim, Aimar ainda teve uma excelente oportunidade para empatar, mas, isolado perante Neuer, atirou ao lado da baliza.

Aos 81 minutos, Höwedes fez o 0-2 e deu o golpe fatal na águia que, sabendo que o Lyon perdia, em casa (1-2), começava a estar dependente de um golo dos franceses para continuar em prova.

Assim sendo, e apesar da redução de Luisão (87′), o golo mais festejado na Luz foi mesmo o de Lacazette, pouco depois, que garantiu o empate ao Lyon e, mais do que isso, o apuramento dos encarnados para a Liga Europa. Um apuramento triste, depois de uma campanha para esquecer do Benfica na “Champions”

Shakhtar Donetsk 2-0 Sp. Braga

Terminou a campanha bracarense na Liga dos Campeões e é justo dizer-se que terminou de forma honrosa, porque os arsenalistas, na sua estreia na prova, terminaram o Grupo com nove pontos, o que é de louvar.

Na Ucrânia, a equipa bracarense nunca se lançou de forma maluca para o ataque, preferindo jogar um jogo conservador, na esperança que os ucranianos cometessem um erro e rezando para que o Arsenal, no Emirates, não vencesse o Partizan.

O sonho tornou-se mais claro ao minuto 52, quando Cléo empatou a partida no Emirates (1-1), nesse momento bastava um golo, fosse do Braga ou do Partizan para que os bracarenses seguissem em frente na prova.

No entanto, entre o minuto 73 e 77, o Arsenal marcou por duas vezes e colocou-se a vencer por (3-1) e os arsenalistas, talvez conscientes desse facto, perderam um pouco da concentração nos minutos finais e acabaram vergados a dois golos dos ucranianos, apontados por Rat (79′) e Luiz Adriano (83′).

Apesar da derrota, o Sp. Braga tem razões para festejar, pois além do muito dinheiro que ganhou na competição, assegurou a posição de cabeça de série no próximo sorteio da Liga Europa.

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Matheus foi decisivo na vitória bracarense

Em Telavive, o Benfica fez um dos piores jogos da temporada e acabou vergado a uma pesada derrota (0-3) diante de um Hapoel que estava, perfeitamente, ao seu alcance. Falhando bastantes oportunidades e assistindo a uma eficácia a toda a prova da equipa israelita, o Benfica ficou, assim, afastado da Liga dos Campeões, podendo, inclusivamente, ficar fora da Liga Europa, caso não vença o Schalke 04 na última jornada e o Hapoel Telavive triunfe em Lyon. Combinação pouco provável, mas possível. Por outro lado, o Braga conseguiu um grande resultado, vencendo o Arsenal, em casa, por 2-0. Ainda assim, apesar de ainda não estar fora da 2ª fase da Liga dos Campeões, terá, para se apurar, de vencer o Shakhtar por mais de três golos de diferença ou, em caso de o Arsenal não vencer, em casa, o Partizan, simplesmente vencer fora os ucranianos.

Sp. Braga 2-0 Arsenal

Durante grande parte do desafio e ao contrário do que o resultado possa fazer crer, a equipa bracarense não fez um grande jogo. Precipitada e nervosa, a equipa arsenalista não conseguia criar situações de perigo para a baliza londrina, beneficiando, inclusivamente, de boas intervenções de Felipe para manter o nulo.

De forma conservadora e beneficiando, também, da falta de alma do Arsenal, a equipa bracarense foi deixando o tempo passar e o nulo eternizar-se, esperando, provavelmente, um erro dos londrinos para procurarem a sua sorte.

Na verdade, foi exactamente isso que aconteceu, com a equipa bracarense a ver Elton a fazer um passe magistral para Matheus, que galgou muitos metros e acabou por bater Fabianski com um remate de belo efeito. Estávamos no minuto 83 e o sonho bracarense ficava bem mais perto.

A partir daqui, o Arsenal ainda procurou o empate, mais com o coração do que com a cabeça, mas o que conseguiu foi sofrer novo golo, novamente por Matheus, já nos descontos, que carimbou o resultado final em 2-0 para os bracarenses.

Ainda assim, apesar do triunfo histórico, só um milagre colocará os minhotos na segunda fase da “Champions”. Ainda assim, enquanto for possível, os bracarenses têm o direito a sonhar.

Hapoel Telavive 3-0 Benfica

Podia começar por dizer que o resultado é extremamente exagerado e até injusto para o que fizeram Benfica e Hapoel, ainda assim, importa dizer uma série de coisas. Este Benfica é, neste momento, uma equipa descrente, muitas vezes amorfa e que se coloca, dessa forma, a jeito para sofrer dissabores.

Em Israel, o Benfica até não começou mal, empurrando a equipa israelita para o seu último terço, ganhando bastantes cantos e tendo algumas oportunidades para abrir o activo.

No entanto, aos 24 minutos, contra a corrente do jogo, Era Zahavi fez o 1-0 na sequência de um livre e os encarnados acusaram imenso o golo sofrido.

A partir daí, a equipa encarnada, apesar de ter dominado territorialmente a partida e de ter conquistado inúmeros cantos, foi incapaz de reagir convenientemente à desvantagem. Ainda assim, mesmo aos repelões, ainda teve algumas oportunidades para marcar, mas principalmente Alan Kardec esteve desastrado.

Assim sendo, o Hapoel foi mantendo a vantagem e, com grande eficácia, foi mesmo capaz de a ampliar com tentos de Douglas da Silva (75′) e novamente Era Zahavi (90′) para uma vitória muito folgada da equipa de Telavive.

Com este desaire, o Benfica passou de poder chegar à segunda fase da “Champions” para correr o risco de nem sequer chegar à Liga Europa.

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Villas Boas está a fazer excelente época no FC Porto

Nesta oitava jornada, o Benfica desloca-se a Portimão, onde vai irá tentar continuar a senda vitoriosa e, assim, manter-se na perseguição ao líder FC Porto, que, nesta jornada, tem um teste de dificuldade moderada, pois recebe, em casa, o sempre complicado U. Leiria. Também nesta ronda, destaque para o Braga-Olhanense, um duelo que os arsenalistas têm de vencer para continuarem na luta pelo título e realce para o Sporting-Rio Ave, um jogo onde os leões têm a obrigação de triunfar, para provarem que não são uma equipa de duas caras e que apenas a sorte lhes tem faltado nos duelos domésticos.


FC Porto-U. Leiria

Em jogos oficiais, os dragões somam 13 vitórias em 14 jogos, tendo apenas empatado em V. Guimarães. Estes números demonstram a superioridade que o FC Porto tem passeado por onde tem passado e garantem-lhe total favoritismo para esta recepção a uma equipa de qualidade (U. Leiria), mas que dificilmente conseguirá criar grandes dificuldades a uma equipa que, a meio da semana, passeou classe diante de um complicado adversário como é o Besiktas.

Portimonense-Benfica

A sete pontos do líder, o Benfica sabe que não pode vacilar nesta deslocação ao Algarve, onde vai defrontar o Portimonense em jogo da oitava jornada da Liga Zon Sagres. Os encarnados, que vêm de três vitorias seguidas para o campeonato, são favoritos diante de uma equipa algarvia que povoa a parte baixa da tabela classificativa.

Ainda assim, apesar do enorme favoritismo do Benfica, será um encontro interessante para se ver até que ponto a derrota em Lyon (0-2) pesou psicologicamente na equipa encarnada.

Sp. Braga-Olhanense

Ao contrário da temporada passada em que foi precocemente eliminado das competições europeias pelo Elfsborg, este ano, o Sp. Braga tem tido um calendário mais apertado devido à participação na fase de grupos da Liga dos Campeões.

Talvez por isso, os arsenalistas têm demonstrado alguma irregularidade tanto a nível europeu como doméstico, ainda que, principalmente a nível nacional, continuem nos lugares da frente da classificação.

No entanto, para continuarem nas carruagens da frente da Liga Zon Sagres, será imperioso vencer, em casa, um Olhanense que está a fazer um grande campeonato e que, inclusivamente, tem mais um ponto que os bracarenses. Um duelo muito interessante e a não perder.

Sporting-Rio Ave

Os leões tem tido duas caras nesta temporada. A europeia, tem sido feliz e vencedora, atropelando todos os que os desafiam, mas a doméstica tem sido triste e já custou aos leões uma distância de dez pontos perante o líder FC Porto.

Assim sendo, diante do último classificado (Rio Ave), o Sporting tem uma oportunidade de ouro para regressar às vitórias e subir uns lugares na classificação, até porque, neste momento, se encontra num triste décimo lugar.

Curiosidade, então, para ver se os verde e brancos regressam às vitórias ou se, ao invés, continuam numa espécie de Dr. Jekyl e Mr. Hyde entre UEFA e Liga Zon Sagres.

 

Nos outros jogos da jornada, destaque para o Académica-Nacional, um jogo entre duas equipas que praticam excelente futebol e o duelo de vitórias entre o Setúbal e o Guimarães, a disputar no Bonfim.

A jornada oito conclui-se com P. Ferreira-Beira-Mar e o Marítimo-Naval.

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