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Posts Tagged ‘Maccabi Telavive’

Zahavi

Zahavi tem criatividade e o golo no sangue

Um dos mais fascinantes futebolistas que vai evoluindo num campeonato pouco mediático no contexto europeu é Eran Zahavi, médio-ofensivo/atacante que, de há época e meia para cá, é a principal figura do Maccabi Telavive, um dos históricos emblemas de Israel.

Trata-se de um futebolista nascido a 25 de Julho de 1987 em Rishon LeZion, Israel, e que se estreou no futebol sénior em 2006, pelo Hapoel Telavive, clube onde haveria de somar 95 jogos e 25 golos até 2011.

Em 2011/12, perante as boas exibições no Hapoel, acabou por mudar-se para a Série A e para o Palermo, mas a verdade é que não brilhou no clube siciliano, uma vez que, em época e meia, apenas somou 26 jogos e dois golos.

Perante o insucesso em Itália, o médio-ofensivo haveria de voltar a Telavive em Dezembro de 2012, mas para representar o Maccabi, sendo que este seu retorno a Israel tem sido marcado pelo sucesso absoluto, com Eran Zahavi a somar 88 jogos e 63 golos até ao momento.

Sempre com a baliza na mira

Eran Zahavi é preferencialmente um médio-ofensivo/avançado de suporte que se destaca pela sua velocidade, técnica individual e inteligência nas movimentações, ainda que o seu ponto especialmente mais forte passe pela frieza e eficácia na finalização, como é bem notório no elevadíssimo número de golos que tem marcado no Maccabi Telavive.

Capaz de jogar bem com ambos os pés e letal em lances de bola parada, o internacional israelita também pode ser colocado nos flancos do ataque, ainda que, nesse caso, sempre num contexto de falso extremo, procurando constantemente diagonais para as zonas centrais, onde pode desequilibrar ou usar o seu fantástico pontapé de meia distância.

Neste momento, aos 27 anos, é quase um crime que esteja em Israel, sendo que o seu futebol merece claramente nova oportunidade num campeonato com outro peso na Europa.

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O adversário do Sporting de Braga nos dezasseis avos de final da Liga Europa é um clube turco da parte europeia da cidade de Istambul, terceiro mais importante da Turquia e que tem feito um investimento fortíssimo nos últimos anos com a contratação de estrelas como Simão, Quaresma, Manuel Fernandes e o já entretanto retirado Guti. A onze pontos do líder Fenerbahçe no campeonato turco, o Besiktas tentará salvar a época com uma boa campanha nesta Liga Europa, sendo que a equipa da cidade mais importante da Turquia assume-se como favorita para este confronto diante dos arsenalistas.

O Besiktas actua no Estádio Inönü

Quem é o Besiktas?

O Beşiktaş Jimnastik Kulübü  foi fundado em 1903 ainda durante o Império Otomano, tendo conquistado treze campeonatos de Istambul antes da criação do campeonato nacional da Turquia.

Em 1956, criou-se uma Taça Nacional, que era a única competição que juntava todas as equipas da Turquia, sendo que o Besiktas foi o clube que a venceu durante as duas edições que ela durou, sendo o representante turco na Taça dos Campeões nessa altura.

Em 1958/59, criou-se finalmente o campeonato nacional, com o Besiktas a manter-se como um dos grandes clubes turcos desde essa data, conquistando mais onze campeonatos, nove taças da Turquia e oito supertaças, estando apenas atrás de Galatasaray e Fenerbahçe em títulos conquistados.

Carvalhal é o treinador do conjunto turco

Como joga?

O Besiktas actua normalmente num 4x2x3x1 de perfil bastante português, pois é treinado por Carlos Carvalhal e conta no seu habitual onze com jogadores como Manuel Fernandes, Simão, Quaresma e Hugo Almeida. Evoluída tecnicamente, a força da equipa turca está claramente no meio-campo ofensivo, onde conta com jogadores acima da média como os já referidos Simão, Quaresma e Manuel Fernandes.

O ponto mais fraco do conjunto de Istambul e que deverá ser aproveitado é a sua defesa, claramente a um nível inferior ao conjunto que os turcos têm do meio-campo para a frente, revelando-se um sector lento e que no campeonato turco sofre uma média de um golo por jogo.

O onze que os turcos deverão apresentar na Pedreira não deverá andar longe do seguinte: Gonen; Toraman, Sivok, Gulum e Korkmaz; Kavlak e Ernst; Quaresma, Manuel Fernandes e Simão; Hugo Almeida.

Os adeptos do Besiktas amam Quaresma

Quem é que o Braga deve ter debaixo de olho? Quaresma

A alma e poço de criatividade deste conjunto turco é o nosso bem conhecido Quaresma, jogador de 28 anos que se assume como a estrela da companhia, na forma como empurra a equipa para frente e, também, transforma os adeptos no décimo-segundo jogador, pois os fanáticos adeptos do Besiktas adoram-no.

Sem grande sucesso internacional após ter abandonado o FC Porto em 2008, o extremo lusitano reencontrou a alegria do seu futebol na equipa de Istanbul, sendo habitual titular desde que chegou ao Besiktas na temporada passada.

Ao Sporting de Braga, caberá ter o máximo de atenção ao que Quaresma possa fazer no flanco direito do ataque turco, sendo que o lateral-esquerdo escolhido por Leonardo Jardim (Miguel Lopes?) terá de ter atenções redobradas na anulação do perigoso internacional português, até porque anulando Quaresma, anula-se 50% do jogo ofensivo do Besiktas.

Como chegou aos 16/final?

Playoff: Besiktas vs Alania Vladikavkaz (RUS) 3-0 e 0-2

Fase de Grupos: 

  • Besiktas vs Dínamo Kiev (UCR) 1-0 e 0-1
  • Besiktas vs Stoke City (ING) 3-1 e 1-2
  • Besiktas vs Maccabi Telavive (ISR) 5-1 e 3-2
Classificação:
  1. Besiktas 12 pontos
  2. Stoke City (ING) 11 pontos
  3. Dínamo Kiev (UCR) 7 pontos
  4. Maccabi Telavive (ISR) 2 pontos

Confrontos com equipas portuguesas em provas da UEFA

Taça UEFA (2005/06): V. Guimarães vs Besiktas 1-3

Liga dos Campeões (2007/08): Besiktas vs FC Porto 0-1 e 0-2

Liga Europa (2010/11): Besiktas vs FC Porto 1-3 e 1-1

As possibilidades do Sporting Clube de Braga

O Besiktas é favorito para esta eliminatória, pois tem um plantel com jogadores de grande renome internacional e conta com um orçamento que não tem qualquer comparação com o arsenalista. Ainda assim, a equipa bracarense é muito matreira e cínica na forma como actua, podendo, dessa forma, aproveitar a menor qualidade do sector defensivo turco para surpreender com a velocidade de elementos rápidos como Lima, Mossoró ou Alan.

Se o Sporting de Braga conseguir vencer na primeira mão, nem que seja só por 1-0, poderá depois dar a machadada nas aspirações do Besiktas na segunda mão, jogando em contra-ataque em Istambul.

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Gadi Brumer é uma referência

Podia ter sido o primeiro e único jogador israelita a actuar no Manchester United, no entanto, apesar de ter feito um excelente “trial” ao serviço dos “Red Devils”, acabou por não ficar no clube inglês que, na altura, preferiu o norueguês Ronny Johnsen. Esse teste aconteceu no ano de 1996 e, após essa data, Gadi Brumer esteve muitas vezes perto de clubes da Premier League, todavia, preferiu sempre manter-se no clube de sempre e no qual se tornou um ídolo e uma referência para todos os jovens israelitas que lá chegam, ambicionando seguir-lhe as pisadas, o Maccabi Telavive.

Uma vida ao serviço do Maccabi Telavive

Nascido a 5 de Novembro de 1973 em Joanesburgo, África do Sul, Gadi Brumer apenas conheceu um clube durante toda a sua carreira: o Maccabi Telavive, que representou entre 1991 e 2004.

Durante esse período, o líbero israelita efectuou 316 jogos (7 golos), conquistando três campeonatos de Israel, quatro taças de Israel e uma “Toto Cup” (Taça da Liga de Israel).

As suas constantes boas exibições ao serviço do gigante da capital israelita, valeram-lhe o interesse de vários clubes europeus no seu concurso, tendo, inclusivamente, o tal teste no Manchester United, que quase levou o jogador a assinar pelos “Red Devils”

Ainda assim, nunca nada se concretizou e o israelita foi permanecendo no Maccabi Telavive, tornando-se num dos poucos futebolistas mundiais que apenas conheceram um clube na sua carreira.

Um líbero de qualidade

Internacional israelita por 24 ocasiões, Gadi Brumer era um líbero à maneira antiga, que jogava sempre de cabeça levantada e comandava todo o sector defensivo do Maccabi Telavive.

Muito inteligente em termos posicionais, tratava-se de um jogador raçudo e com enorme espírito de combate, nunca dando um lance por perdido e nunca facilitando minimamente a tarefa aos adversários.

O seu amor pelo Maccabi Telavive e pelo jogo, fez com que jogasse inúmeras vezes lesionado, funcionando como exemplo tanto para colegas como adversários que sempre admiraram a sua entrega e talento.

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Depois de ter ficado dez anos sem conquistar o campeonato israelita, o Hapoel Telavive, além de se ter sagrado campeão, garantiu, após ultrapassar o  Zeljeznicar Sarajevo (BOS), Aktobe (CAZ) e o favorito Red Bull Salzburgo (AUT), o apuramento para a fase de grupos da Liga dos Campeões. Trata-se de uma equipa muito aguerrida, bem ao jeito das formações israelitas, mas que também tem jogadores de grande nível como o guarda-redes internacional nigeriano: Enyeama, o médio francês Romain Rocchi ou o internacional israelita, ex-Chelsea, Ben Sahar. Uma equipa que irá correr por fora, mas que, por certo, irá ter uma palavra a dizer no Grupo B da Liga dos Campeões.

Quem é o Hapoel Telavive

O Hapoel Telavive foi fundado em 1927 e, logo no ano seguinte, a equipa ganhou a Taça da Palestina (a primeira que foi reconhecida pela Federação Israelita de Futebol) diante do Maccabi Hasmonean Jerusalem (2-0), no entanto, como jogou com um jogador inválido, teve de partilhar a taça com o seu adversário.

Desde a criação do clube, o Hapoel conquistou 13 campeonatos de Israel (1934, 1935, 1938, 1940, 1943, 1957, 1966, 1969, 1981, 1986, 1988, 2000 e 2010) e 13 Taças de Israel (1928, 1934, 1937, 1938, 1939, 1961, 1972, 1983, 1999, 2000, 2006, 2007 e 2010), sendo o segundo clube com mais títulos naquele país do médio oriente, apenas superado pelo Maccabi Telavive.

Numa altura em que os clubes de Israel participavam nas competições asiáticas de futebol, o Hapoel Telavive participou em duas finais da Taça dos Campeões Asiáticos, vencendo uma, em 1967, diante do Selangor da Malásia (2-1) e perdendo outra, em 1969, diante do Taj Club do Irão (1-2).

Por outro lado, em termos de competições europeias, as participações do clube da capital israelita têm sido bem mais modestas, ainda assim, há que destacar a campanha na Taça UEFA (2001/02), quando a equipa atingiu os quartos de final da prova, sendo eliminada pelo AC Milan (0-2 e 1-0).

Como joga

Quem conhece minimamente o futebol israelita irá, certamente, perceber após poucos minutos que esta equipa de Telavive pratica o típico futebol daquelas paragens do leste do Mediterrâneo.

Tecnicamente evoluídos, os jogadores do Hapoel Telavive são uma equipa com grande raça e espírito colectivo, tendo, contudo, algumas falhas momentâneas, que derivam da falta de experiência, mas que, numa prova como a Liga dos Campeões, lhes podem ser fatais.

Em termos tácticos, os “demónios vermelhos” costumam jogar num 4-4-2 clássico, que procura explorar o contra-ataque e a velocidade dos dois perigosos avançados (Shechter e Ben Sahar), dois jogadores muito perigosos e que necessitam de vigilância constante por parte da equipa encarnada.

Individualmente e para além dos dois avançados já referidos, há ainda que ter em atenção o guarda-redes internacional nigeriano (Enyeama), jogador que brilhou no Mundial 2010 e que, para além de ser exímio a defender a sua baliza, também é um especialista na marcação de grandes penalidades, o central brasileiro Douglas da Silva, patrão do último reduto do Hapoel Telavive e, por fim, o médio francês Rocchi, um box to box que transporta todo o jogo ofensivo dos “demónios vermelhos”.

Em princípio, a equipa israelita deverá apresentar este onze base no Estádio da Luz:

Shechter é um avançado muito perigoso

Quem é que as águias devem ter debaixo de olho – Itay Shechter

O internacional israelita de 23 anos é, claramente, um dos melhores jogadores deste Hapoel Telavive e terá, forçosamente, de merecer grande atenção dos responsáveis encarnados.

Criado nas escolas do Hapoel Haifa e do Hapoel Nazareth Illit, Shechter estreou-se pela equipa principal do clube de Nazareth em 2005/06 com apenas 18 anos. Nessa temporada, o avançado israelita fez uma razoável temporada de estreia, apontando 3 golos e fazendo 27 jogos, todavia, em termos colectivos, as coisas não correram tão bem, pois o Hapoel Nazareth Illit desceu à segunda divisão.

No entanto, as boas exibições de Shechter, aliadas à enorme margem de progressão que demonstrava, impediram-no de descer com o clube de Nazareth Illit, sendo, assim, contratado pelo Maccabi Netanya.

Durante três temporadas em Netanya, o internacional israelita foi sempre titular, marcando 21 golos em 83 jogos do campeonato de Israel. Números interessantes, mas que não davam ao jovem avançado o estatuto de goleador, todavia, essa situação mudou na temporada passada.

Em 2009/10, transferido para o Hapoel Telavive, Shechter revelou-se, além de um avançado rápido, criativo e tecnicista, num jogador letal na hora de atirar à baliza. Em 52 jogos oficiais pelos “demónios vermelhos”, o internacional israelita fez 31 golos e foi peça fulcral na dobradinha conquistada pelo Hapoel Telavive.

Em suma, trata-se de um jogador muito interessante e para o qual Jorge Jesus terá de arranjar um antídoto.

As hipóteses encarnadas

Apesar da qualidade do Hapoel Telavive, o Benfica é, pelo seu plantel e pela sua enorme experiência europeia, claramente favorito para vencer as duas partidas diante dos israelitas.

Ainda assim, o Benfica terá de jogar com grande concentração e seriedade, pois o Hapoel Telavive é uma equipa muito perigosa no contra-ataque e que se galvaniza com facilidade, sendo que, no seu Estádio, essa situação é ainda mais notória.

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Mandzukic podia ter sido o "pinheiro" do Sporting

Quando me lembrei de criar a rubrica “Olho Clínico”, pensei que pudesse ter dupla função no panorama desportivo português. Em primeiro lugar, pensei no normal adepto de futebol, que gosta de conhecer mais e melhor e que, certamente, teria todo o interesse em descobrir novos valores das paragens mais distantes do planeta futebol, mas, por outro lado, também acreditei que pudesse ser uma boa plataforma para que os clubes portugueses, muitas vezes presos a clichés de mercado, pudessem alargar horizontes e abandonar, de vez, o mesmo mercado saturado que já não lhes permite trazer “peixe graúdo”.

Desde dia 30 de Dezembro de 2009, apresentei, neste blog, 53 jogadores, sendo que nenhum deles actuava nas principais ligas europeias e, mesmo de campeonatos de média dimensão, como o francês, o grego, o belga ou o escocês, foram muitos poucos os jogadores que referenciei, limitando-me a mostrar talentos de primeiro plano como o Eden Hazard, o Sotiris Ninis, o Lukaku ou o Aiden McGeady.

Nesta rubrica, o meu interesse foi sempre viajar para países sul-americanos, do leste europeu e até países em grande expansão futebolística como o Japão ou, numa escala inferior, Chipre e Israel. Na verdade, fiz isso porque sei que aí os atletas ainda são acessíveis aos clubes portugueses, tendo, inclusivamente, o cuidado de mostrar jogadores para a bolsa dos três grandes, mas sem descurar outros que pudessem estar ao alcance de clubes médios do nosso futebol.

Infelizmente, verifiquei que dos 53 jogadores que apresentei, apenas um se transferiu para Portugal, curiosamente um dos mais badalados pela imprensa nos últimos tempos, ainda que tenha sido apresentado no “A Outra Visão” bem antes do início do Mundial 2010 (Otamendi). Assim sendo, fui fazer um pequeno estudo à rubrica e verificar quais os jogadores que permaneciam nos clubes desde que o “A Outra Visão” havia falado deles e, dos que se tinham transferido, quais o haviam feito para um clube superior ao clube onde jogavam.

Assim sendo, dos 53 jogadores referenciados, 19 trocaram de clube, sendo que destes, dezoito se transferiram para um clube e/ou campeonato superior. A única excepção foi o arménio: Edgar Manucharyan, que, perseguido por lesões, regressou à Arménia para jogar no Pyunik Erevan.

As dezanove transferências pós “Olho Clínico”

Jackson Martinez (COL): do Independiente Medellín (COL) para o Jaguares (MEX)

Eliran Atar (ISR): do Bnei Yehuda (ISR) para o Maccabi Telavive (ISR)

Emad Moteab (EGI): do Al-Ahly (EGI) para o Standard Liège (BEL)

Emilio Izaguirre (HON): do Motagua (HON) para o Celtic (ESC)

Aiden McGeady (IRL): do Celtic (ESC) para o Spartak Moscovo (RUS)

Mario Mandzukic (CRO): do Dinamo Zagreb (CRO) para o Wolfsburgo (ALE)

Robert Lewandowski (POL): do Lech Poznan (POL) para o Borussia Dortmund (ALE)

Nicolás Otamendi (ARG): do Velez Sarsfield (ARG) para o FC Porto (POR)

Georgios Tzavelas (GRE): do Panionios (GRE) para o E. Frankfurt (ALE)

Atsuto Uchida (JAP): do Kashima Antlers (JAP) para o Schalke 04 (ALE)

Seydou Doumbia (CMA): do Young Boys (SUI) para o CSKA Moscovo (RUS)*

Aleksandr Bukharov (RUS): do Rubin Kazan (RUS) para o Zenit (RUS)

Giovanni Moreno (COL): do Atlético Nacional (COL) para o Racing Club (ARG)

Domagoj Vida (CRO): do Osijek (CRO) para o Bayer Leverkusen (ALE)

Andreas Avraam (CHI): do Apollon Limassol (CHI) para o Omónia Nicósia (CHI)

Jong Tae-Se (COR): do Kashima Antlers (JAP) para o Bochum (ALE)

Artur Sobiech (POL): do Ruch Chorzow (POL) para o Polónia Varsóvia (POL)

Pablo Armero (COL): do Palmeiras (BRA) para a Udinese (ITA)

Edgar Manucharyan (ARM): do Ajax (HOL) para o Pyunik Erevan (ARM)

*Quando fizemos o “Olho Clínico” dedicado ao Seydou Doumbia, este já tinha acordado uma transferência futura para o CSKA Moscovo.

Estas transferências mostram que, mais do que mostrar bons valores aos adeptos do futebol e fazer com que estes possam alargar, cada vez mais, os seus horizontes futebolísticos, o “Olho Clínico” pode funcionar como plataforma de descoberta de valores para os nossos clubes e para que estes possam, igualmente, alargar horizontes e desprenderem-se dos clichés que, muitas vezes, apenas lhes dão prejuízo financeiro e desportivo.

Da minha parte, irei continuar a fazer o meu melhor para vos mostrar as melhores promessas que caminham pelo mundo do futebol, mesmo que tenha de vasculhar pelos cantos mais recônditos do planeta, esperando que, um dia, a maior parte desses talentos apareça, aqui, no nosso campeonato, ao invés de tantos estrangeiros sem qualidade que, época após época, inundam as nossas ligas profissionais.

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