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Josué seria uma mais-valia para o novo Sporting

Josué seria uma mais-valia para o novo Sporting

van Wolfswinkel já partiu e, por certo, muitos outros vão abandonar o plantel verde-e-branco. Alguns como Boulahrouz, Jeffrén ou Adrien Silva dificilmente deixarão saudades na massa associativa leonina, contudo, as previsíveis saídas de elementos como Rui Patrício, Diego Capel ou mesmo Bruma prometem deixar a família sportinguista à beira de um ataque de nervos e de uma claro medo do futuro.

Ainda assim, penso que não há razões para temores gigantescos. Se houver critério e se souber escolher, é perfeitamente possível fazer uma equipa que possa lutar pelo terceiro lugar na próxima temporada e que garanta, pelo menos, o quarto lugar da classificação geral.

Muitos de vós vão dizer que o quarto lugar não é um lugar à “Sporting” e que mesmo o terceiro é limitado para aquilo que deviam ser as ambições verde-e-brancas. Contudo, desde 2009/10, passaram-se quatro temporadas e, em duas delas, os leões ficaram em quarto lugar, nesta vão ficar na mais remota e positiva das hipóteses no quinto e, em 2010/11, é verdade que os verde-e-brancos atingiram o terceiro lugar, mas foi in extremis e devido ao Sporting de Braga ter priorizado a campanha europeia nessa temporada (atingiu a final da Liga Europa).

Se a isto acrescentarmos que o orçamento nessas temporadas foi sempre superior ao que vamos ter em 2013/14, concluímos que o quarto lugar deve ser apontado como o objectivo mínimo, esperando, obviamente, poder lugar por algo superior a isso. Realisticamente, superior ao quarto só existe o terceiro, pois FC Porto e Benfica, por mais que possa custar aos verde-e-brancos, estão num patamar inalcançável na actualidade.

Assim sendo, há que preparar um plantel menos oneroso e que privilegie a evolução. Ou seja, a aposta tem de ser feita em jogadores jovens que possam evoluir e não em jogadores que apesar de poderem dar um incremento de qualidade a curto-prazo, não possam ser rentabilizados. A crise financeira não o permite.

Nesse sentido, torço o nariz a contratações de jogadores como Edinho, Cícero ou Hugo Viana. Existem alternativas mais jovens, e com margem de progressão bem mais promissora. Para o ano vai existir uma espécie de ano zero em Alvalade e um ano zero só faz sentido se houver um projecto de crescimento sustentado assente nessa primeira pedra. É assim que penso e seria assim que formaria o plantel do Sporting para 2013/14.

Num mero exercício hipotético e pegando no tal plantel de 20 jogadores que Bruno de Carvalho quer implementar na próxima época, este seria uma hipótese perfeitamente viável para um orçamento de 20 milhões de euros, que se pensa ser a base de 2013/14.

  • Guarda-Redes: Marcelo Boeck e Douglas (ex-V. Guimarães)
  • Lateral-Direito: Miguel Lopes e Cédric Soares
  • Lateral-Esquerdo: Jefferson (ex-Estoril)
  • Defesa-Central: Marcos Rojo, Tiago Ilori, Eric Dier e Steven Vitória (ex-Estoril)
  • Médio-Defensivo: Rinaudo e Gonçalo Santos (ex-Estoril)
  • Médio-Centro: André Martins e Schaars
  • Médio-Ofensivo: Labyad e Josué (ex-Paços de Ferreira)
  • Extremo/Avançado: André Carrillo, Bruma e Viola 
  • Ponta de Lança: Ghilas (ex-Moreirense) e Suk (ex-Marítimo)

Perante um plantel curto como o previsto, é preciso apostar na polivalência de alguns jogadores e mesmo as posições que foram pensadas com apenas um jogador (lateral-esquerdo), terão sempre em mente a possibilidade de haver jogadores que, não tendo essa como posição prioritária, poderão lá actuar, como é exemplo Marcos Rojo (a lateral-esquerdo).

Para além disso, existe sempre a equipa B, e, para a próxima temporada, futebolistas como Zezinho, João Mário, Ricardo Esgaio, Diego Rubio ou Vítor Golas seriam chamados sempre que necessário, promovendo-se, dessa forma, uma motivação extra para a equipa secundária, pois, com um plantel principal mais curto, os recrutamentos à equipa B serão naturalmente mais frequentes.

Obviamente que a manutenção de jogadores com elevado potencial como Bruma, Labyad, Carrillo, Dier, Ilori ou Marcos Rojo, para além da aquisição de outros como Josué ou Ghilas terá um custo elevado para um orçamento limitado, todavia, convenhamos que, mesmo com um orçamento de cerca de 20 milhões, será possível fazê-lo desde que se abdique dos jogadores que eu passo a citar.

Para vender porque é impossível mantê-los

  • Rui Patrício
  • Diego Capel

Para vender porque o rendimento/vencimento não justifica a sua permanência no clube

  • Adrien Silva
  • Jeffrén
  • Elias (está emprestado ao Flamengo, mas seria importante conseguir fazer já algum encaixe)
  • Gelson Fernandes (está emprestado, mas seria importante conseguir fazer já algum encaixe)
  • André Santos (actualmente emprestado ao Deportivo, a cedência termina no final da época e seria importante tentar fazer um encaixe, mesmo que mínimo)
  • Diogo Salomão (actualmente emprestado ao Deportivo, a cedência termina no final da época e seria importante tentar fazer um encaixe, mesmo que mínimo)

Para libertar mesmo que a custo zero

  • Boulahrouz
  • Bojinov
  • Pranjic
  • Evaldo

Para usar como contrapartida para facilitar contratações ou, em último caso, libertar a custo zero, mantendo partes do passe

  • Nuno Reis
  • Renato Neto
  • Wilson Eduardo
  • Owusu

Na minha opinião, este seria um excelente arrumar de casa para uma temporada que se espera de verdadeira transição, prometendo, acima de tudo, um plantel mais competitivo, barato e com uma excelente margem de progressão e de ganhos financeiros futuros. Na verdade, tem de se começar rapidamente a mudança de paradigma e estou convicto que assim seria a forma mais acertada.

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Miguel Lopes foi uma surpresa

Uma das grandes surpresas da convocatória de Paulo Bento para este campeonato da Europa é, claramente, Miguel Lopes, lateral-direito do Sporting de Braga que poucos esperavam que estivesse nos 23 elementos que vão representar Portugal no Euro 2012. Produto das escolas de clubes como o Oriental, Olivais e Moscavide ou Alverca, Miguel Lopes iniciou a sua carreira profissional no Benfica, todavia, teve de dar alguns passos atrás na carreira até conseguir, este ano, o momento mais alto da sua carreira desportiva, sendo titular no Sp. Braga e conseguindo a viagem para a Polónia e Ucrânia.

Percurso Desportivo

Hugo Miguel Almeida Costa Lopes nasceu a 19 de Dezembro de 1986 em Lisboa, Portugal, tendo iniciado a sua carreira no Oriental e passado pelo Olivais e Moscavide e Alverca, antes de se transferir para o Benfica. Nos encarnados, representou a equipa B em 2005/06, tendo realizado 24 jogos e marcado 4 golos. Ainda assim, não convenceu os responsáveis encarnados, tendo se transferido depois para o Operário na época seguinte.

Nos açorianos, em plena II Divisão B, Miguel Lopes jogou com regularidade (23 jogos, 7 golos), garantindo, sem surpresa, uma transferência para o Rio Ave, clube que representou entre 2007 e 2009 e onde  foi peça importante no regresso dos vilacondenses ao primeiro escalão.

Esse bom desempenho no Rio Ave permitiu novo salto ao jovem lateral, sendo que Miguel Lopes se mudou para o FC Porto no início de 2009/10. Todavia, nessa época, o lateral português não se impôs totalmente, acabando emprestado ao Betis em 2010/11.

Depois de uma época de bom nível na equipa andaluza (22 jogos), Miguel Lopes preparava-se para ser novamente emprestado a outro clube espanhol (Saragoça) em 2011/12, contudo, vários problemas inerentes a essa cedência acabaram por fazer com que o internacional português ficasse parado durante os primeiros seis meses da última temporada.

Como tal, Miguel Lopes apenas voltou à acção na segunda metade de 2011/12, desta feita, num empréstimo ao Sp. Braga, clube onde terminou a época em excelente nível, tendo garantido a titularidade e, também, um lugar no Euro 2012.

Como joga?

Miguel Lopes é preferencialmente um lateral-direito que defende com critério e sabe subir com coerência pelo seu flanco, criando desequilíbrios no ataque.

Raçudo e inteligente em termos posicionais, não é um portento de técnica, contudo, tem assinalável qualidade de passe e cruza com qualidade quando ganha a linha.

Apesar de tudo, e havendo João Pereira e, até, Ricardo Costa como opção para a lateral-direita, será difícil que Miguel Lopes tenha grandes ocasiões para jogar no Euro 2012.

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O adversário do Sporting de Braga nos dezasseis avos de final da Liga Europa é um clube turco da parte europeia da cidade de Istambul, terceiro mais importante da Turquia e que tem feito um investimento fortíssimo nos últimos anos com a contratação de estrelas como Simão, Quaresma, Manuel Fernandes e o já entretanto retirado Guti. A onze pontos do líder Fenerbahçe no campeonato turco, o Besiktas tentará salvar a época com uma boa campanha nesta Liga Europa, sendo que a equipa da cidade mais importante da Turquia assume-se como favorita para este confronto diante dos arsenalistas.

O Besiktas actua no Estádio Inönü

Quem é o Besiktas?

O Beşiktaş Jimnastik Kulübü  foi fundado em 1903 ainda durante o Império Otomano, tendo conquistado treze campeonatos de Istambul antes da criação do campeonato nacional da Turquia.

Em 1956, criou-se uma Taça Nacional, que era a única competição que juntava todas as equipas da Turquia, sendo que o Besiktas foi o clube que a venceu durante as duas edições que ela durou, sendo o representante turco na Taça dos Campeões nessa altura.

Em 1958/59, criou-se finalmente o campeonato nacional, com o Besiktas a manter-se como um dos grandes clubes turcos desde essa data, conquistando mais onze campeonatos, nove taças da Turquia e oito supertaças, estando apenas atrás de Galatasaray e Fenerbahçe em títulos conquistados.

Carvalhal é o treinador do conjunto turco

Como joga?

O Besiktas actua normalmente num 4x2x3x1 de perfil bastante português, pois é treinado por Carlos Carvalhal e conta no seu habitual onze com jogadores como Manuel Fernandes, Simão, Quaresma e Hugo Almeida. Evoluída tecnicamente, a força da equipa turca está claramente no meio-campo ofensivo, onde conta com jogadores acima da média como os já referidos Simão, Quaresma e Manuel Fernandes.

O ponto mais fraco do conjunto de Istambul e que deverá ser aproveitado é a sua defesa, claramente a um nível inferior ao conjunto que os turcos têm do meio-campo para a frente, revelando-se um sector lento e que no campeonato turco sofre uma média de um golo por jogo.

O onze que os turcos deverão apresentar na Pedreira não deverá andar longe do seguinte: Gonen; Toraman, Sivok, Gulum e Korkmaz; Kavlak e Ernst; Quaresma, Manuel Fernandes e Simão; Hugo Almeida.

Os adeptos do Besiktas amam Quaresma

Quem é que o Braga deve ter debaixo de olho? Quaresma

A alma e poço de criatividade deste conjunto turco é o nosso bem conhecido Quaresma, jogador de 28 anos que se assume como a estrela da companhia, na forma como empurra a equipa para frente e, também, transforma os adeptos no décimo-segundo jogador, pois os fanáticos adeptos do Besiktas adoram-no.

Sem grande sucesso internacional após ter abandonado o FC Porto em 2008, o extremo lusitano reencontrou a alegria do seu futebol na equipa de Istanbul, sendo habitual titular desde que chegou ao Besiktas na temporada passada.

Ao Sporting de Braga, caberá ter o máximo de atenção ao que Quaresma possa fazer no flanco direito do ataque turco, sendo que o lateral-esquerdo escolhido por Leonardo Jardim (Miguel Lopes?) terá de ter atenções redobradas na anulação do perigoso internacional português, até porque anulando Quaresma, anula-se 50% do jogo ofensivo do Besiktas.

Como chegou aos 16/final?

Playoff: Besiktas vs Alania Vladikavkaz (RUS) 3-0 e 0-2

Fase de Grupos: 

  • Besiktas vs Dínamo Kiev (UCR) 1-0 e 0-1
  • Besiktas vs Stoke City (ING) 3-1 e 1-2
  • Besiktas vs Maccabi Telavive (ISR) 5-1 e 3-2
Classificação:
  1. Besiktas 12 pontos
  2. Stoke City (ING) 11 pontos
  3. Dínamo Kiev (UCR) 7 pontos
  4. Maccabi Telavive (ISR) 2 pontos

Confrontos com equipas portuguesas em provas da UEFA

Taça UEFA (2005/06): V. Guimarães vs Besiktas 1-3

Liga dos Campeões (2007/08): Besiktas vs FC Porto 0-1 e 0-2

Liga Europa (2010/11): Besiktas vs FC Porto 1-3 e 1-1

As possibilidades do Sporting Clube de Braga

O Besiktas é favorito para esta eliminatória, pois tem um plantel com jogadores de grande renome internacional e conta com um orçamento que não tem qualquer comparação com o arsenalista. Ainda assim, a equipa bracarense é muito matreira e cínica na forma como actua, podendo, dessa forma, aproveitar a menor qualidade do sector defensivo turco para surpreender com a velocidade de elementos rápidos como Lima, Mossoró ou Alan.

Se o Sporting de Braga conseguir vencer na primeira mão, nem que seja só por 1-0, poderá depois dar a machadada nas aspirações do Besiktas na segunda mão, jogando em contra-ataque em Istambul.

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Uma peça de equilíbrio táctico

Uma peça de equilíbrio táctico

Com a impossibilidade de Bosingwa estar presente na fase final do campeonato do mundo, a discussão pelo lugar de lateral direito ficou em aberto.

Vários nomes surgiram em agenda para além dos que acabaram por ser convocados: Ruben Amorim, João Pereira ou mesmo Miguel Lopes. Jogadores dos três grandes nacionais e que integraram a pré-convocatória do seleccionador. No entanto, Queirós optou por jogadores com experiência na selecção (Miguel e Paulo Ferreira), com quem já tinha trabalhado e que sabia com o que podia contar – um critério válido e coerente quando existe pouco tempo de trabalho para integrar jogadores novos numa área que necessita de aprendizagem de rotinas, o sector defensivo.

Analisemos então Paulo Ferreira. Nascido em Janeiro de 1979, o jogador de 31 anos é um lateral polivalente que tanto pode jogar na ala direita, como na ala esquerda da defesa.

Iniciou a sua carreira no Estoril, onde jogou até 1999/00, tendo-se transferido posteriormente para o Vitória de Setúbal. Em Setúbal jogou duas épocas com grande regularidade, chegando a despertar o interesse do Sporting. Mas, seria o Porto a assegurar a sua contratação, pela mão de José Mourinho. No Porto, Paulo Ferreira jogou duas temporadas foi sempre titular, fez exibições de grande regularidade, dando equilíbrio e segurança à equipa e ganhou quase tudo o que podia ganhar: dois campeonatos, uma taça de Portugal, uma Supertaça Portuguesa, um Taça UEFA e uma Liga dos Campeões. Mais uma vez pela mão de Mourinho, transfere-se para o Chelsea, em 2004, onde joga actualmente. Apesar de começar a sua aventura em Londres como titular, Paulo Ferreira foi perdendo lugar na equipa do Chelsea a partir da sua segunda temporada.

Apesar de perder o fulgor no seu clube, na selecção foi sempre uma opção válida para Scolari e para Queirós, jogando à direita e à esquerda sempre que necessário e marcou presença em todas as competições internacionais desde 2004.

Paulo Ferreira é um lateral que agrada mais aos técnicos com quem trabalha do que aos adeptos que o vêm jogar. Não é um lateral rápido e desiquilibrador que entusiasma a plateia com rasgos individuais ou desequilíbrios na parte ofensiva do jogo – apesar de ser ser bom nos cruzamentos para a área. O seu grande talento é a regularidade e capacidade táctica, cumprido à risca com as ordens que vêm do banco e dando consistência defensiva à equipa. Não sendo um gigante, é um jogador alto para a posição de lateral (1,82m), o que pode ser útil para compensar o défice de altura que a nossa selecção, por regra, tem em relação a alguns adversários.

Numa equipa que deverá jogar com três jogadores de tarefas claramente ofensivas e um lateral esquerdo de características atacantes (tanto Duda como Fábio Coentrão são laterais ofensivos), Paulo Ferreira pode desempenhar um papel muito importante no equilíbrio da equipa, libertando o génio dos alas Cristiano Ronaldo, Simão ou Nani.

Pela sua regularidade, experiência e “encaixe no sistema táctico” deverá ser o titular da selecção – pelo menos em jogos mais equilibrados e que requerem maiores cuidados defensivos. No entanto, parece-nos uma opção limitada do ponto de vista ofensivo, pelo que em jogos ou situações em que for necessário um forcing atacante mais acentuado faz todo o sentido que seja uma peça a sacrificar.

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Vivemos quase três semanas infernais, contudo, depois de exibições deprimentes e humilhantes, os jogadores deram uma boa resposta em Coimbra. Uma vitória sofrida e muito importante que aumenta a confiança da equipa para a final da Taça da Liga. A exibição esteve longe de ser perfeita, mas os dragões mostraram uma boa atitude e vontade de compensar os adeptos pela humilhante derrota em Londres.
 
O FC Porto chegou a estar perder, mas, desta vez, os jogadores não baixaram os braços e reagiram da melhor forma às adversidades. Jesualdo Ferreira, felizmente, percebeu que nem Nuno André Coelho nem Tomás Costa davam segurança ao meio-campo e à zona defensiva. Por isso, colocou Raul Meireles a jogar com pivô e isso fez também com que houvesse uma maior rapidez nas transições ofensivas da equipa.
 
Depois, houve finalmente um Cristian Rodriguez ao nível da época passada. O uruguaio, premiado com o golo da vitória, tem tido vários problemas físicos que se têm reflectido nas exibições e a equipa tem sofrido com a desinspiração do extremo. 

Quero também destacar a boa exibição de Miguel Lopes. O lateral demonstrou contra a Académica ser uma opção credível para o lado direito da defesa. Poderia, provavelmente, estar a exibir-se a um nível mais elevado se não tivesse vindo de uma longa lesão. 

No próximo sábado, os dragões têm um dos jogos mais importantes. Claro que a conquista da Taça de Portugal e da Taça da Liga não apagará todos os momentos embaraçosos vividos ao longo da temporada, mas será uma espécie de redenção.

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