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Koke é o capitão e principal figura do Aris

Chegou a Alvalade a meio da temporada 2005/06 com o objectivo de ser uma opção importante para o ataque leonino. Oriundo do Marselha, onde até tinha sido utilizado com alguma regularidade, o avançado espanhol tinha algum cartel e deu alguma esperança aos adeptos verde-e-brancos que acreditavam que podia estar ali um verdadeiro reforço. Contudo, apesar de ter mostrado alguns pormenores, o dianteiro nascido na Andaluzia não convenceu os leões a manterem-no para a época seguinte e, dessa forma, o ponta de lança espanhol partiu de Lisboa quase tão rápido como chegou.

Um produto das escolas do Málaga

Sérgio Contreras Pardo “Koke” nasceu a 27 de Abril de 1983 em Málaga e fez todo o seu percurso como jogador juvenil nas categorias de base do clube da sua cidade local, o Málaga CF.

Em 2002/03, o avançado espanhol foi integrado na equipa B do Málaga, ainda que, esporadicamente, já jogasse pela equipa principal dos andaluzes, terminando a temporada com 25 jogos (3 golos) efectuados pela equipa secundária e seis jogos (um golo) pela equipa A do Málaga.

Contratado pelo Marselha acabou emprestado ao Sporting

Na temporada seguinte, o ponta de lança andaluz encontrava-se na equipa B do Málaga, quando, a meio da temporada e de forma inesperada, foi contratado pelos franceses do Marselha. No clube francês, foi utilizado com alguma regularidade durante dois anos, com destaque para a única temporada que completou no Marselha (2004/05) em que fez cinco golos em vinte e quatro partidas, formando um ataque marcado pela grande velocidade com Luyindula e Marlet.

Ainda assim, a meio de 2005/06, já com Niang e Maoulida no plantel, Koke perdeu espaço na equipa francesa e, como tal, acabou emprestado ao Sporting, onde se estreou da melhor maneira, com um golo diante do Paredes (2-1) num encontro a contar para os oitavos de final da Taça de Portugal.

Apesar da estreia promissora, o avançado espanhol apenas marcou mais dois golos pelo Sporting e curiosamente no mesmo jogo (diante do Gil Vicente (2-0) para o campeonato), terminando a época de 2005/06 sem honra nem glória com sete jogos e três golos.

Um ídolo do Aris desde 2006/07

Regressado a França, mas sem espaço no Marselha, Koke transferiu-se no início de 2006/07 e de forma definitiva para o Aris Salónica, clube que representa até hoje.

No Aris, o irrequieto atacante rapidamente se assumiu como uma peça fulcral do processo ofensivo da equipa helénica, marcando golos e fazendo imensas assistências e ganhando muito carinho dos fanáticos e exigentes adeptos do clube de Salónica.

Capitão do Aris desde 2009/10, Koke tem sido quase sempre titular e já leva quase quarenta tentos pelo clube grego, mostrando que o seu futebol de mobilidade e raça encontrou, em terras helénicas, o seu habitat natural.

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A união dos jogadores do BenficaMarselha 1 – 2 S.L. Benfica
 
Os franceses adiantam-se no marcador por Niang (70 min). Maxi Pereira (75), através de um remate de fora da área, e Alan Kardec, ao cair do pano, operam a reviravolta no marcador.

 S.L. Benfica 2 – 1 Liverpool

O Liverpool adianta-se no marcador logo no inicio do jogo. Após um lance de bola parada e graças a uma falha escandalosa da defesa do Benfica, Agger aparece sozinho para colocar o marcador em 1-0 para o Liverpool.

Mas Óscar “Tacuara” Cardozo marca duas grande penalidades na segunda parte e o marcador fica favorável ao Benfica. Tenho de admitir que o meu coração parou quando o paraguaio fez uma paradinha na segunda grande penalidade.

Naval 2 – 4 S.L. Benfica

Foi o pior inicio de jogo do Benfica esta época, a defesa parecia manteiga e a equipa parecia estar a dormir. Fábio Júnior consegue ganhar em velocidade a David Luiz e a Maxi Pereira. Na primeira jogada marca o primeiro, na segunda oferece o golo a Bolívia.

Neste momento a equipa renasceu, e Weldon (mais um dos “esquecidos” falados num dos últimos artigos) marcou dois golos e fez o empate. Depois Di Maria, após um passe magistral de David Luiz, fez o 2-3. E, para fechar o marcador, Óscar Cardozo ainda fez o golo da praxe no início da segunda-parte e acabou com o jogo.

O que têm estes jogos em comum?

Os jogos acima marcam uma fase da época do Benfica, uma fase estranha onde as reviravoltas têm sido normais. Podemos ver isto pelo lado negativo e dizer que o Benfica só consegue reagir depois de ser provocado, mas podemos também enaltecer a força do Benfica que lhe permite virar os resultados. Eu prefiro focar-me na segunda hipótese

Chegamos a uma altura da época em que todos os jogos são finais e onde a força psicológica ganha maior relevo, sobrepondo-se, até certo ponto, à força física. O Benfica é uma equipa que acusa alguma fadiga, mas que quer ganhar, que está unida, que sabe quais os seus objectivos.

Estes jogos mostraram que, no Benfica, todos têm a cabeça no mesmo local, todos remam para o mesmo lado e todos estão disponíveis para lutar e honrar a camisola que vestem. No Benfica não existem titulares, não existem suplentes, existe um plantel, onde todos são importantes, mas, acima de tudo, onde o nível de exigência é muito alto (graças a Jorge Jesus). Só esta exigência pode explicar que Weldon tenha ficado tanto tempo de fora e só tenha voltado nesta altura e logo com dois golos.

Esta força, esta união, esta exigência, isto é o BENFICA!

Força Benfica!

Nota:

Em Anfield Road, apesar de termos uma equipa cansada, com menos dois dias de descanso, EU ACREDITO! 

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Um golo de Kardec, mesmo sobre o minuto 90, valeu ao Benfica uma merecedíssima passagem aos quartos de final da Liga Europa. A equipa encarnada venceu o Marselha por duas bolas a uma e o resultado até se pode considerar lisonjeiro para os franceses; Infelizmente, em Alvalade, os leões não foram além da igualdade a duas bolas e acabaram eliminados pelo facto de os “colchoneros” terem feito dois golos em Lisboa. Agüero, com dois golos, foi o “nemesis” da equipa verde e branca.

Marselha 1-2 Benfica

Os franceses pareceram surpreendidos pela intensidade com que os encarnados entraram no Vélodrome e, rapidamente, cederam as despesas do jogo ao Benfica, procurando fazer um golo em contra-ataque. Todavia, as águias estiveram muito seguras em termos defensivos e só o desacerto na finalização impediu que o Benfica chegasse ao intervalo a vencer.

Na segunda metade, o encontro manteve a mesma toada, contudo, Niang, aos 70 minutos e completamente contra a corrente do jogo, aproveitou um erro da defensiva encarnada e colocou os franceses em vantagem. Ainda assim, quando se pensava que o Benfica poderia acusar o golo, isso não aconteceu e Maxi Pereira num remate de longe (75′) e Alan Kardec (90′) fizeram os golos que carimbaram a justíssima passagem do Benfica à próxima fase da Liga Europa.

Sporting 2-2 Atl. Madrid

O Sporting entrou muito mal no jogo e, logo a abrir, Agüero aproveitou um bom cruzamento do flanco esquerdo para inaugurar o marcador. Os leões, depois, demoraram a reagir, mas Liedson haveria de empatar a partida ao minuto 19. Contudo, a equipa leonina acusava muito as ausências de Grimi e Carriço na defesa e Agüero haveria de voltar a colocar os “colchoneros” em vantagem após excelente jogada individual. Ainda assim, em cima do intervalo, Polga empatou na sequência de um livre e devolveu a esperança aos adeptos leoninos.

Na segunda parte, o Sporting tentou muito chegar à vantagem, mas faltaram soluções no ataque (Izmailov fez muita falta) e frescura física para se atingir outro resultado. Assim sendo, o encontro terminou mesmo empatado a dois, acabando o Sporting por ser eliminado na regra dos golos fora.

Na próxima ronda, o Benfica irá defrontar os ingleses do Liverpool. Um duelo emocionante entre dois ex-campeões da europa.

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