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Bentivegna lembra Miccoli

A imprensa siciliana está a colocar um jovem atacante na órbita do Benfica, mais concretamente Accursio Bentivegna, internacional sub-19 italiano que se estreou na Série A pelo Palermo na temporada transacta.

Trata-se de um futebolista nascido a 21 de Junho de 1996 em Sciacca, Itália, e que sempre actuou no Palermo, emblema pelo qual se estreou ao nível do futebol sénior em 2014/15, somando três jogos na Série A, sempre como suplente utilizado.

Lembra Miccoli

Accursio Bentivegna é um atacante bastante móvel, que parece indicado para actuar como segundo avançado, num perfil que curiosamente lembra um ex-jogador do Benfica, também ele italiano: Fabrizio Miccoli.

Afinal, igualmente com um baixo centro de gravidade (mede 170 cm), o jovem que fez ontem 19 anos destaca-se pela velocidade, explosividade, técnica individual e capacidade de drible, sendo também de destacar a sua qualidade na finalização, tanto a curta como a média-distância.

Nesta fase ainda embrionária da sua carreira, é certo que dificilmente poderia ter impacto imediato na equipa principal do Benfica, contudo, crescendo uma temporada na equipa B, podia estar aqui um muito interessante projecto de futuro para os encarnados.

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Metin Oktay é uma lenda turca

Uma das maiores lendas do futebol turco foi um goleador que actuou no Galatasaray nos anos 50 e 60, tendo marcado quase 300 golos pelo clube de Istambul. Internacional turco por 36 vezes (19 golos), Metin Oktay foi a primeira grande figura do Galatasaray, um homem-golo que não perdoava na hora de atirar à baliza e que conquistou inúmeros títulos pelo “Cim Bom”, contando-se dois campeonatos turcos, dois campeonatos de Istambul e quatro taças da Turquia. Também esteve no Palermo, mas a estadia foi curta, pois o habitat natural deste goleador por excelência sempre foi o aguerrido e intenso futebol turco.

Iniciou a carreira no Izmirspor

Metin Oktay nasceu a 2 de Fevereiro de 1936 em Izmir, Turquia, e iniciou a sua carreira em 1955/56, ao serviço de um clube da sua cidade natal, o Izmirspor. Nesse clube, surpreendeu pelas capacidades goleadoras, tendo marcado 17 golos em 18 jogos e garantido uma transferência para o Galatasaray no fim da temporada.

No Galatasaray haveria de se assumir como um avançado-centro sem precedentes, tendo marcado 157 golos em 141 jogos até à temporada de 1960/61. Essa fantástica média fez com que o internacional turco se tornasse muito cobiçado pelos grandes clubes do futebol europeu, acabando por se transferir para o Palermo na temporada 1961/62.

Sem sucesso no futebol italiano

Apesar da grande curiosidade que despertou no futebol italiano, a passagem de Metin Oktay pelo clube siciliano acabou por ser curta. De facto, Metin Oktay apenas permaneceu uma temporada no Palermo, tendo marcado três golos em doze jogos e regressado, sem honra nem glória, ao Galatasaray no final da época.

De novo no futebol turco, o avançado-centro haveria de continuar com excelentes registos goleadores, tendo marcado 137 golos em 178 jogos até ao final da sua carreira, ou seja, até 1968/69. Curiosamente, apesar dos números não serem tão impressionantes que os alcançados na primeira passagem pelo Galatasaray, foi nesta fase que o avançado-centro conquistou os títulos mais importantes ao serviço do gigante de Istambul, tendo ganho o campeonato turco em 1962/63 e 1968/69 e a Taça da Turquia em 1962/1963, 1963/1964, 1964/1965 e 1965/1966.

Também se mostrou goleador na selecção turca

Muito longe da qualidade actual, a selecção turca da altura raramente pisava os grandes palcos, tendo apenas participado do Mundial 1954 e onde não passou da primeira fase.

Como tal, Metin Oktay não conseguiu disputar nenhuma grande competição internacional, limitando-se a particulares e aos habituais jogos de qualificação para o Europeu e Mundial.

Assim sendo, foi com naturalidade que não fez muitos jogos pela selecção turca, ainda que tenha conseguido uma média de golos superior a um a cada dois jogos:19 tentos em 36 partidas. Números fantásticos para um jogador que fez do golo a sua vida.

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A Dinamarca, até hoje, participou em apenas três campeonatos do mundo, mas, ainda assim, nunca foi eliminada na fase de grupos, passando sempre às eliminatórias. A equipa escandinava atingiu os oitavos de final em 1986 e 2002 e os quartos de final em 1998, provando que sempre que chega a uma fase final faz boa figura. Apurados para o Mundial da África do Sul, os dinamarqueses apresentam uma selecção sem estrelas, mas com o habitual rigor escandinavo. Um conjunto que, na qualificação, cometeu a proeza de ficar à frente de Portugal e Suécia e que não perdeu nenhum jogo contra essas selecções. Agora, veremos se diante de Holanda, Japão e Camarões, a tradição mantém-se e os vikings voltam a chegar à segunda fase.

A Qualificação

Integrada no Grupo 1 da zona europeia de qualificação com Portugal, Suécia, Hungria, Albânia e Malta, a Dinamarca fez uma excelente fase de apuramento, terminando no primeiro lugar com dois pontos de avanço sobre Portugal (2º).

A equipa dinamarquesa apenas perdeu um jogo, quando já se encontrava apurada (Hungria, em casa, 0-1) e teve resultados de grande nível como a vitória em Portugal (3-2) e o duplo triunfo diante da Suécia (1-0 e 1-0).

Em suma, tratou-se de uma fase de qualificação quase irrepreensível e que garantiu, justamente, o apuramento dos vikings para o Mundial 2010.

Grupo 1 – Classificação

  1. Dinamarca 21 pts
  2. Portugal 19 pts
  3. Suécia 18 pts
  4. Hungria 16 pts
  5. Albânia 7 pts
  6. Malta 1 pt

O que vale a selecção dinamarquesa?

A Dinamarca funciona como equipa, pois o colectivo superioriza-se sempre à influência individual de qualquer jogador. O futebol viking tem poucos rasgos, mas, por outro lado, é muito mecanizado, frio e objectivo, conseguindo, quase sempre, levar água ao seu moinho.

Na defesa, os dinamarqueses têm um guarda-redes com muita experiência e que garante grande segurança ao sector recuado: Sorensen. Depois, a dupla de centrais é de enorme qualidade, pois os vikings contam com Daniel Agger e Simon Kjaer. Duas torres, quase intransponíveis pelo ar e que são competentes no um contra um, tendo, também, um excelente posicionamento táctico. Por fim, os laterais são Simon Poulsen (defesa esquerdo), que é um atleta mais ofensivo e Lars Jacobsen (defesa direito), lateral mais defensivo e que garante solidez ao quarteto defensivo.

Num meio campo em linha, tradicional do 4-4-2 clássico, os escandinavos usam o duplo pivot: Christian Poulsen-Jakob Poulsen. Neste sistema, Christian é o médio mais defensivo, um destruidor de jogo com poucas ou nenhumas preocupações ofensivas e Jakob é o médio box to box, que, apesar de não poder descurar a defesa, também tem de subir no terreno e apoiar os dois atacantes da selecção dinamarquesa. Por outro lado, nas alas, actuam Martin Jorgensen (à esquerda) e Rommedahl (à direita). Jorgensen é um jogador que procura a linha, mas também as diagonais para dentro, ajudando a minimizar a ausência de um nº10 puro, enquanto Rommedahl, na direita, é quase um extremo, forte no um contra um e que procura sempre a linha para cruzar. No banco, os dinamarqueses se preferirem trocar Jorgensen por outro extremo puro têm ainda Gronkjaer.

Por fim, no ataque, deve actuar a dupla Tomasson-Bendtner. Mais do que jogarem um ao lado do outro, o que deve acontecer é Tomasson aparecer mais nas costas, como avançado de suporte e Bendtner surgir como ponta de lança puro. Além de Tomasson (um excelente avançado) ser quase perfeito a jogar dessa forma, isso também garante maior apoio a Bendtner, que, assim, tem condições facilitadas para fazer o que melhor sabe: golos. Ainda assim, se Morten Olsen preferir actuar com dois pontas de lança puros, pode sempre abdicar de Tomasson e lançar o forte e gigante atacante do Duisburgo: Soren Larsen.

Integrada no Grupo E com Holanda, Camarões e Japão, a Dinamarca terá no primeiro lugar uma missão quase impossível, mas a enorme qualidade táctica, mesclada com o talento de um ou outro jogador deve ser suficiente para alcançarem o segundo lugar.

O Onze Base

Como referido anteriormente, a equipa escandinava deve actuar num 4-4-2 com Sorensen (Stoke City) na baliza; Simon Poulsen (AZ), Kjaer (Palermo), Daniel Agger (Liverpool) e Jacobsen (Blackburn) na defesa; Jorgensen (AGF), Christian Poulsen (Juventus), Jakob Poulsen (Aahrus) e Rommedahl (Ajax) no meio campo; e a dupla: Tomasson (Feyenoord) e Bendtner (Arsenal) no ataque.

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

Apesar se ser muito sólida tacticamente, a Dinamarca não deverá ter condições de disputar o primeiro lugar com a Holanda, pois a diferença de valores individuais é muito pronunciada para ser posta em causa pelo colectivismo escandinavo. Ainda assim, os dinamarqueses devem-se superiorizar a camaroneses e japoneses. Os vikings são muito melhores em termos tácticos e físicos que estes adversários e, mesmo em termos técnicos, apenas perdem para a selecção africana.

Calendário – Grupo E (Mundial 2010)

  • 14 de Junho: Dinamarca vs Holanda
  • 19 de Junho: Dinamarca vs Camarões
  • 24 de Junho: Dinamarca vs Japão

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Esta é apenas a terceira participação da Austrália num campeonato do mundo, todavia, a evolução dos “cangurus” é impressionante. O percurso no Mundial 2006 foi brilhante e passou pela eliminação do Japão e da Croácia. Nessa competição, a equipa australiana apenas caiu nos oitavos de final aos pés da Itália (0-1) e o golo que lhes custou a eliminação só surgiu nos descontos, através de um penalti muito duvidoso. Agora, quatro anos mais tarde e beneficiando da mudança da Confederação da Oceania para a Confederação Asiática (situação que em muito melhorou a sua competitividade), os cangurus prentendem, pelo menos, fazer uma campanha igual à do campeonato do mundo anterior. Veremos se Gana, Sérvia e Alemanha estão pelos ajustes.

A Qualificação

Na 3ª Fase de apuramento, sabendo que se apuravam duas equipas, os australianos relaxaram um pouco e acabaram por terminar o agrupamento com duas derrotas. Mesmo assim, num grupo forte com Qatar, Iraque e China, terminaram no primeiro posto com os mesmos pontos do segundo classificado: Qatar.

No entanto, a participação na 4ª e última fase de apuramento foi impressionante. Diante de Japão, Bahrain, Qatar e Uzbequistão, os cangurus venceram seis jogos, empataram dois e não perderam nenhum, terminando na primeira posição com mais cinco pontos que a selecção nipónica.

Nesta campanha, destaque para a vitória caseira diante do Japão (2-1) e das duas vitórias diante da complicada selecção do Bahrain (1-0 e 2-0), que, lembre-se, eliminou a Arábia Saudita de José Peseiro.

Em suma, tratou-se de uma excelente caminhada que só poderia terminar com o apuramento australiano para o campeonato do mundo de futebol.

3ª Fase: Grupo 1 – Classificação

  1. Austrália 10 pts
  2. Qatar 10 pts
  3. Iraque 7 pts
  4. China 6 pts

4ª Fase: Grupo A – Classificação

  1. Austrália 20 pts
  2. Japão 15 pts 
  3. Bahrain 10 pts
  4. Qatar 6 pts
  5. Uzbequistão 4 pts

O que vale a selecção australiana?

Apesar da selecção australiana vir do outro lado do mundo, trata-se de uma equipa de perfil europeu, pois quase todos os seus jogadores actuam em clubes do velho continente. A equipa de Phil Verbeek, apesar de calculista e de privilegiar o colectivo, tem  também excelentes valores individuais como Kewell e Cahill e deverá disputar o segundo lugar do Grupo D com Gana e Sérvia.

Actuando em 4-4-2 clássico, a Austrália apresenta um esquema defensivo composto por um guarda-redes muito seguro (Schwarzer), dois laterais muito ofensivos (Chipperfield e Emerton) e, depois, no centro da defesa, um duo experiente: Moore e Lucas Neill, sendo que Rhys Williams, central do Middlesbrough, também é uma excelente opção.

No meio campo, Jason Culina é um médio defensivo que não se limita a destruir jogo, pois é muito bom no passe curto e combina muito bem com o box to box e grande estrela da equipa: Tim Cahill. Ao médio do Everton cabe a exigente tarefa de construção de jogo ofensivo dos “socceroos”, mas, também, de ajudar Culina nas tarefas defensivas. Depois, nas alas, encontramos Bresciano (à esquerda) e Wilkshire (à direita). Dois atletas que atacam bem, mas que também são seguros a defender, dando muita consistência táctica à equipa australiana.

Por fim, o ataque está entregue a Holman e Kewell. Nenhum deles é um ponta de lança puro, pois ambos são jogadores muito móveis que gostam de cair para as linhas e confundir as marcações. Apesar de nenhum ser um verdadeiro goleador, poderão criar muitos problemas às defesas contrárias, nomeadamente, Kewell, um jogador de grande qualidade técnica, fortíssimo no um contra um e que costuma ser letal na finalização. No caso de Phil Verbeek querer dar mais poder de fogo aos cangurus, basta retirar Holman, recuar um pouco Kewell e lançar, como ponta de lança fixo, o atacante do Nagoya: Kennedy.

Uma equipa muito homogénea e de boa qualidade que pode surpreender por terras sul-africanas.

O Onze Base

Temos muitas dúvidas se o seleccionador Verbeek vai optar por Holden ou Kennedy, mas, se optar pelo atacante mais móvel, o onze deverá ser Schwarzer (Fulham) na baliza; Chipperfield (Basileia), a defesa-esquerdo, Emerton (Blackburn), à defesa direito e Moore (Kavala) e Neill (Galatasaray) como centrais; Depois, no meio campo, Culina (Gold Coast) a trinco, Cahill (Everton), a médio centro, e Bresciano (Palermo) e Wilkshire (Dínamo Moscovo) como alas; Por fim, no ataque, dois atacantes plenos de mobilidade: Kewell (Galatasaray) e Holman (AZ).

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

O grupo dos australianos não é nada fácil, todavia, se não parecem ter condições de disputar o primeiro lugar com os alemães, aparentam ter as mesmas hipóteses de sérvios e ganeses na luta pelo segundo lugar. Aliás, se os cangurus continuarem a demonstrar a grande consistência táctica que têm apresentado até aqui, poderão, inclusivamente, ter alguma vantagem na luta pelo último posto de apuramento para os oitavos de final.

 Calendário – Grupo D (Mundial 2010)

  • 13 de Junho: Austrália vs Alemanha
  • 19 de Junho: Austrália vs Gana
  • 23 de Junho: Austrália vs Sérvia

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A festa do título nerazzurri

O Inter de Milão de Mourinho e o Barcelona de Pep Guardiola conquistaram, este fim de semana, os títulos de Itália e Espanha, respectivamente. Os nerazzurri foram ao recinto do despromovido Siena e venceram por 1-0 graças a um golo do inevitável Diego Milito; enquanto os azulgrana venceram, em casa, o Valladolid, por 4-0 com golos de Messi (2), Pedro e Prieto (p.b.). Estes resultados deixaram os perseguidores: AS Roma e Real Madrid em segundo lugar e, pior que isso, sem quaisquer títulos conquistados esta época.Liga Italiana – Mourinho faz a dobradinha

Liga Italiana – Mourinho faz a dobradinha

Depois da conquista da Taça de Itália, o Inter tinha as contas do título bastante simplificadas, pois bastava-lhe ganhar ao Siena, em casa, para vencer a Série A. A correr por fora encontrava-se a Roma, que tinha de vencer em Verona, o Chievo, e esperar que os nerazzurri tropeçassem.

Apesar das dificuldades, os romanos ainda foram campeões virtuais durante algum tempo, que foi o tempo que durou desde que a Roma abriu o activo em Verona (golo de Vucinic aos 39′) e o Inter se manteve empatado em Siena.

Nessa altura, o Inter falhou golos atrás de golos e chegou-se a temer o pior para os pupilos de José Mourinho. No entanto, aos 59 minutos, Milito fez o golo do título.

Nessa fase, a Roma já vencia por 2-0 e o Inter sabia que não poderia conceder o golo do empate. Assim sendo, a equipa de Milão continuou a carregar sobre o Siena para fazer o segundo golo, ainda que, sem sucesso.

No entanto, apesar de não terem conseguido esse golo da tranquilidade, os nerazzurri mantiveram as suas redes invioláveis e, assim, conquistaram o título da Série A, o quinto consecutivo.

A equipa de Mourinho poderá, ainda, conquistar a “tripla” esta temporada, pois, depois de ter vencido a Taça e a Série A, ainda pode vencer a “Champions League” caso vença, na final, os alemães do Bayern Munique.

Dados finais da Liga Italiana:

Campeão: Inter

Qualificados para a Liga dos Campeões: Inter, Roma, Milan, Sampdória

Qualificados para a Liga Europa: Palermo, Nápoles, Juventus

Descem à Série B: Atalanta, Siena, Livorno

Liga Espanhola – Barça conquistou bicampeonato

O Barça sabia que lhe bastava vencer o Valladolid, em casa, para conquistar o título espanhol e esperava-se que os catalães entrassem ao ataque para resolverem rapidamente o jogo.

No entanto, o Barcelona, nos primeiros minutos, ainda sofreu alguns sustos, principalmente por intermédio do angolano Manucho e ainda pairou no ar a possibilidade de uma surpresa. Porém, aos 27 minutos, o Barça abriu o activo após autogolo de Prieto e o jogo sofreu uma viragem radical.

Os azulgrana acalmaram e começaram a dominar o jogo, chegando rapidamente ao segundo golo por Pedro (31′). A partir desse momento, o jogo passou a ter sentido único e, até final, os catalães ainda iriam fazer mais dois golos da autoria do melhor marcador da Liga Espanhola, Lionel Messi.

Apesar da vitória gorda por 4-0, os catalães nem precisavam de ter vencido, pois, em Málaga, o Real Madrid, desinspirado, não foi além de um empate (1-1). Assim sendo, pelo segundo ano consecutivo, o Barça venceu o campeonato e o Real Madrid terminou na segunda posição.

Dados finais da Liga Espanhola

Campeão: Barcelona

Qualificados para a Liga dos Campeões: Barcelona, Real Madrid, Valência e Sevilha

Qualificados para a Liga Europa: Atl. Madrid, Maiorca e Getafe

Descem à 2ª Liga: Valladolid, Tenerife e Xerez

Liga Francesa – Lyon e Auxerre asseguram acesso à Liga dos Campeões

Com o título entregue ao Marselha, restava, na Ligue 1, a emoção da luta pelo acesso à Liga Milionária.

A equipa do Lille partia para a última jornada em segundo lugar e com tudo para conquistar o acesso à “Champions”, contudo, na deslocação a Lorient, acabou por perder 2-1 e por acabar a Ligue 1 em… quarto lugar.

Ricardo Costa (33′) ainda colocou o Lille em vantagem, todavia, Kevin Gameiro (37′) e Jouffre (66′) marcaram para o Lorient e colocaram “Les Dogues” fora da Liga dos Campeões.

Aproveitaram o desaire, as equipas do Lyon e Auxerre, que, assim, irão jogar a “Champions” na próxima temporada. O Olympique de Lyon venceu o Le Mans, em casa, por 2-0 e acabou em segundo lugar; enquanto o Auxerre venceu em Sochaux (2-1) e terminou na terceira posição.

Dados finais da Liga Francesa:

Campeão: Marselha

Qualificados para a Liga dos Campeões: Marselha, Lyon e Auxerre

Qualificados para a Liga Europa: Lille, Montpellier e PSG

Descem à Ligue 2: Le Mans, Boulogne e Grenoble

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Um hat-trick de Lionel Messi manteve o Barça colado ao Real Madrid no topo da Liga Espanhola. A equipa catalã venceu em Saragoça (4-2), enquanto os madrilenos também não vacilaram e venceram, em casa, o Sporting de Gijón (3-1); Em Itália, o Inter de Mourinho voltou a desiludir, pois não foi além de um empate em Palermo (1-1), todavia, continua líder, pois o Milan, em casa, não fez melhor (empatou 1-1 com o Nápoles); Na Premier League, o Manchester United venceu, em Old Trafford, o Liverpool por duas bolas a uma e continua líder isolado.

Liga Espanhola – Barcelona e Real Madrid continuam colados na liderança

Começam a faltar adjectivos para caracterizar a excelente época do argentino Messi. Esta jornada, o jogador a quem já comparam a Maradona fez mais três golos e foi o principal responsável pela vitória do Barcelona, em Saragoça, por quatro bolas a duas. Neste jogo, a equipa catalã foi sempre superior e venceu com justiça um adversário que luta pela manutenção na La Liga. Por outro lado, no Santiago Bernabéu, o Real Madrid venceu o Sp. Gijón por três bolas a uma. Ainda assim, os madrilenos ainda passaram por um susto, pois aos 53 minutos, Barral colocou os asturianos na frente. Todavia, golos de Van der Vaart, Xabi Alonso e Higuaín deram a volta ao marcador. Na La Liga, Real Madrid e Barça estão sozinhos na frente com 68 pontos, mas os madrilenos têm vantagem no goal average. O terceiro, Valência, está a 18 pontos…

Liga Italiana – Milan não aproveita novo deslize interista

Na jornada 29, o Inter voltou a perder pontos, pois não foi além de um empate, na Sicília, diante do Palermo (1-1). A equipa de Mourinho ainda saiu na frente com um golo de Diego Milito (10′ g.p.), mas, apenas 15 minutos depois, Cavani empatou. No entanto, o Milan falhou o assalto à liderança da Série A, pois, em casa, também não foi além de um empate com o Nápoles (1-1). Assim sendo, o grande vencedor da ronda foi a AS Roma, que venceu a Udinese, em casa, por quatro bolas a duas (golos de Vucinic (3) e Toni) e está agora a apenas quatro pontos do líder Inter e a três pontos do Milan (2º).

Liga Inglesa – Manchester United vence Liverpool e continua líder

Os “Red Devils” receberam o Liverpool e até começaram mal, pois, logo aos cinco minutos, Torres abriu o activo para a equipa da cidade dos Beatles. Todavia, o Manchester United voltou a demonstrar toda a sua força e Rooney (12′) e Ji-Sung Park (60′) deram a vitória à equipa de Alex Ferguson por 2-1. Por outro lado, o Arsenal continua na perseguição ao líder, pois, em casa, venceu tranquilamente o West Ham (2-0). Quem desiludiu foi o Chelsea que não foi além de um empate em Blackburn (1-1). Assim sendo, o Manchester United continua na liderança da Premier League com mais dois pontos que o Arsenal (2º) e quatro que o Chelsea (3º). Os “blues”, todavia, têm menos um desafio.

Liga Francesa – Em França a Ligue 1 continua ao rubro

Na Ligue 1, os três da frente venceram todos. O Bordéus (1º) venceu o Lille por 3-1 com golos de Ciani, Jussiê e Gourcuff; o Montpellier (2º) venceu com dificuldade o Valenciennes, em casa, por 2-1; e o Auxerre (3º) precisou de um golo de Pedretti, já nos descontos, para levar de vencido o Le Mans (2-1). Quem também continua a sonhar com o título é o Marselha que, em casa, venceu o Lyon por 2-1. Assim sendo, a Liga Francesa continua explosiva, pois o Bordéus (-1 jogo) lidera com os mesmos pontos do Montpellier e apenas mais um ponto que o Auxerre. O Marselha (-1 jogo), por sua vez, é quarto a três pontos do líder.

Outras Ligas – Bayern surpreendido em Frankfurt

O Bayern Munique foi surpreendentemente derrotado em Frankfurt (1-2), mas continua líder na Bundesliga. Os bávaros têm agora apenas um ponto de vantagem sobre o Schalke 04 (2º), que empatou 2-2 em Hamburgo e mantêm os três de avanço diante do Leverkusen (3º) que perdeu em Dortmund (0-3); Na Holanda, por outro lado, o Twente empatou com o PSV (1-1) em Eindhoven, mas continua lider isolado da Eredivisie. A equipa que foi eliminada pelo Sporting na Champions lidera com quatro pontos de avanço sobre o Ajax (2º) e cinco sobre o PSV (3º); Por fim, na Grécia, o PAOK continua a má fase e perdeu, em casa, com o AEK (0-1). A equipa de Salónica caiu, assim, para terceira, pois o Olympiakos venceu na casa do líder Panathinaikos por 1-0. O PAO lidera agora com quatro pontos de avanço do Olympiakos (2º) e cinco do PAOK de Fernando Santos. 

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