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Equilibrio táctico

Chegou de forma surpreendente à equipa, mas mostrou todo o seu valor. Pedro Miguel da Silva Mendes, de 31 anos, é um médio centro, que joga no Sporting Clube de Portugal e espreita a titularidade da selecção nacional.

Começou sua carreira profissional a jogar no Felgueiras (1998/99), emprestado pelo Vitória de Guimarães, onde regressou um ano depois. Em Guimarães jogou quatro temporadas, até se transferir para o FC Porto (2003/04), onde, pelo comando de José Mourinho, mostrou toda a sua capacidade táctica e fez parte de uma equipa ganhadora: Liga dos Campeões, a Liga Portuguesa e a Supertaça num só ano. Em Julho de 2004, transfere-se para a Premier League inglesa, para jogar no Tottenham, onde esteve durante uma época e meia. Seguiu-se a transferência para o Portsmouth em Janeiro de 2006, onde ganhou uma Taça de Inglaterra e esteve até ao verão de 2008. Segue-se uma temporada de bom nível no Glasgow Rangers, onde ganhou um campeonato da Escócia. Na sua segunda época no clube escocês sofre uma lesão que o afasta dos relvados até ao seu ingresso no Sporting, para onde se transfere em Janeiro deste ano. No Sporting cedo ganhou o seu lugar na equipa, sendo uma peça importante para a equipa treinada por Carlos Carvalhal.

A sua presença na selecção remonta a 2002, onde entrou a substituir Rui Costa, num particular contra a Escócia (Portugal ganhou esse jogo por 2-0), mas as suas aparições foram sendo esporádicas. Até que foi chamado à equipa para dois jogos de apuramento para o Mundial 2010. Surpreendentemente, apareceu como titular frente à Hungria, jogando o jogo todo e fazendo uma grande exibição, que não só convenceu os críticos, como se afirmou como uma alternativa válida para aquela posição.

Pedro Mendes é um médio que passa despercebido ao olhar mais desatento, mas é uma peça fundamental no jogo de equipa. Tanto pode jogar a trinco (à frente da defesa), como na posição (8), funcionando como um médio centro mais táctico e focado na equipa. É um jogador que prima pela inteligência dentro de campo e uma capacidade de preencher os espaços muito acima da média. Não é um jogador de rasgos ou momentos mágicos, mas é um ponto de equilíbrio na circulação de bola e nas transições defesa-ataque e ataque-defesa. Sabe posicionar-se nos locais certos, no tempo certo, seja para cortar os ataques contrários, como para “empatar” esses ataques, permitindo que a equipa portuguesa se recomponha. É um jogador que não gosta de ter a bola nos pés por boas razões: não empata o jogo da sua equipa e circula a bola rapidamente, criando fluxo de jogo. O seu ponto fraco é o jogo aéreo, tem apenas 1,73m e não tem uma grande impulsão.

Dentro do esquema táctico de Portugal, poderá ser muito importante a jogar como trinco, num sistema de 4-3-3, funcionando como uma linha de passe de referência na circulação de bola. Num sistema de losango, poderá ser usado, com maior eficácia como um interior que tenha a tarefa de compensações tácticas, do meio campo e da cobertura da subia de laterais – um pouco como a tarefa de Tiago Motta ou Inter de Milão.

Provavelmente será usado como trinco à frente da defesa, mas a sua titularidade não é garantida, já que Pepe (apesar de não ser uma decisão unânime) também é um candidato ao lugar. Dependerá do adversário e de como o seleccionador quiser que a equipa jogue: mais mobilidade ou mais músculo. Uma escolha entre a inteligência táctica de Mendes e a capacidade física de Pepe.

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Em 1982, a Argélia escandalizava o Mundo após vencer a República Federal da Alemanha por duas bolas a uma. Jogadores como Madjer ou Assad tornavam-se conhecidos do grande público e percebeu-se que, pela primeira vez, uma equipa magrebina podia passar à segunda fase do Mundial. Contudo, após perderem com a Áustria, acabaram eliminados após uma estranha vitória germânica diante dos austríacos por uma bola a zero. Nesse jogo, ambas as equipas não forçaram, pois sabiam que aquele resultado apurava as duas para a 2ª fase. Assim, a Argélia despediu-se do campeonato do mundo, mas o perfume daquele futebol perdurou até hoje, à espera que, um dia, volte a renascer. Veremos se esse dia chegará, este ano, na África do Sul…

A Qualificação

A Argélia teve uma caminhada muito difícil para a África do Sul. Na 2º Fase, integrada no Grupo 6, a Argélia sofreu bastante para se impor a Gâmbia e Senegal, superando esses dois rivais por apenas um ponto.

Depois, na 3ª Fase, num grupo com Egipto, Zâmbia e Ruanda, os argelinos chegaram ao último jogo (no campo do Egipto) a precisarem de perder por menos de dois golos para se apurarem para o campeonato do mundo. No entanto, nesse desafio, acabaram por sofrer o 2-0 no minuto 95, ficando as duas selecções norte-africanas empatadas em diferença de golos e confronto directo.

Assim sendo, argelinos e egípcios tiveram de fazer um desempate, no Sudão, para decidir quem iria ao Mundial. Aí, os argelinos foram mais felizes, vencendo por 1-0 (golo de Yahia) e apurando-se para o Mundial sul-africano.

2ª Fase: Grupo 6 – Classificação

  1. Argélia 10 pts
  2. Gâmbia 9 pts
  3. Senegal 9 pts
  4. Libéria 3 pts

3ª Fase: Grupo C – Classificação

  1. Argélia 13 pts
  2. Egipto 13 pts
  3. Zâmbia 5 pts
  4. Ruanda 2 pts

Playoff

Argélia 1-0 Egipto

O que vale a selecção argelina?

A equipa esteve bem na última Taça de África, onde alcançou as meias finais e tem alguns elementos de qualidade como o médio-ala Matmour e o trinco Yebda. Ainda assim, integrada num grupo com Inglaterra, Estados Unidos e Eslovénia, a Argélia parece ser a selecção mais frágil do agrupamento.

A equipa magrebina costuma jogar num esquema de 3-4-3, com três centrais competentes (Bougherra-Halliche-Yahia), mas que podem ter dificuldades diante de selecções com avançados rápidos e fortes no um contra um. Apesar de terem sofrido poucos golos na fase de qualificação (8 em 12 jogos), irão, no Mundial, encontrar um nível de exigência muito maior e, como não são centrais muito rápidos, poderão criar um grave problema à selecção argelina.

Por outro lado, o meio campo é, provavelmente, o ponto mais forte da equipa magrebina. Costumam jogar com um duplo pivot (Yebda-Mansouri) que sabe defender e atacar com a mesma qualidade e, também, com dois alas muito rápidos: Belhadj (à esquerda) e Matmour (à direita). Os dois alas são muito criativos, criando bastantes situações de desequilíbrios e, principalmente no caso de Belhadj, também defendem muito bem, dando alguma segurança defensiva à Argélia.

Por fim, no ataque, as raposas do deserto apresentam dois jogadores plenos de mobilidade: Djebbour (avançado esquerdo) e Ziani (avançado direito)  e, também, um ponta de lança finalizador: Ghezzal. Apesar de tanto Djebbour como Ziani jogarem nas alas, veremos provavelmente o avançado esquerdo mais no apoio a Ghezzal e Ziani a funcionar, muitas vezes, como quinto elemento do meio campo, transformando o esquema argelino em 3-5-2.

Globalmente os argelinos têm uma equipa de alguma qualidade, todavia, o seu esquema bastante ofensivo, a fragilidade dos centrais no jogo pelo chão e alguma indisciplina táctica deverão condenar os magrebinos ao último lugar do Grupo C.

O Onze Base

A equipa argelina deve, tal como foi dito anteriormente, apresentar um esquema em 3-4-3 com Gaouaoui (ASO Chief) na baliza; Bougherra (Rangers), Halliche (Nacional) e Yahia (Bochum) na defesa; Yebda (Portsmouth) e Mansouri (Lorient) como duplo pivot, Belhadj (Portsmouth) como ala esquerdo, Matmour (Borussia M’Gladbach) como ala direito; e três avançados: Djebbour (AEK), Ghezzal (Siena) e Ziani (Wolfsburgo).

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

Aparentemente, os argelinos deverão ser favoritos a ocuparem o último lugar do Grupo C. No entanto, se o seleccionador Rabah Saadane conseguir limar algumas arestas e tornar as raposas do deserto um pouco mais matreiras, poderão surpreender eslovenos e, quiçá, até os norte-americanos. Ainda assim, a possibilidade disso acontecer é muito reduzida

 Calendário – Grupo C (Mundial 2010)

  •  13 de Junho – Argélia vs Eslovénia 
  •  18 de Junho – Argélia vs Inglaterra 
  •  23 de Junho – Argélia vs EUA

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Campeã de África em 1996, numa célebre competição disputada no seu próprio país e que serviu para unir brancos e negros, a África do Sul não atravessa um grande momento em termos futebolísticos. Presente no Mundial 1998 e 2002, ainda que, em ambos os casos, tenha sido eliminada na primeira fase, os Bafana Bafana nem sequer se apuraram para o Mundial 2006 e, mais grave do que isso, falharam, inclusivamente, o apuramento para a Taça de África 2010, disputada em Angola. Assim sendo, este Mundial, disputado no seu próprio solo, será uma oportunidade para fazer renascer a qualidade do futebol sul-africano ou, ao invés, demonstrar que os Bafana Bafana estão longe da elite do futebol mundial…

A Qualificação

Curiosamente, apesar de estar automaticamente qualificada como país organizador, a África do Sul disputou a fase de qualificação para o Mundial 2010. Confusos? A explicação é simples e passa pelo facto da qualificação para a Taça de África e para o Mundial serem as mesmas e, assim, mesmo apurados para o Campeonato do Mundo, os Bafana Bafana acabaram por disputar a fase de classificação.

Colocados no Grupo 4 com Nigéria, Serra Leoa e Guiné Equatorial, os sul-africanos fizeram uma péssima qualificação, vencendo apenas os dois jogos diante da Guiné Equatorial (4-1 e 1-0) e empatando um desafio, em casa, diante da Serra Leoa (0-0). Assim sendo, os Bafana Bafana terminaram na segunda posição, atrás da Nigéria, e falharam o apuramento para a Taça de África.

Grupo 4 – Classificação:

  1. Nigéria 18 pts
  2. África do Sul 7 pts
  3. Serra Leoa 7 pts
  4. Guiné Equatorial 3 pts

O que vale a selecção sul-africana?

Nunca nenhuma equipa organizadora foi eliminada na primeira fase de um campeonato do mundo, porém, existem grandes probabilidades de ser a primeira vez que isso vai acontecer.

Integrada no Grupo A, juntamente com França, México e Uruguai, a África do Sul terá de demonstrar uma enorme evolução para conseguir o apuramento para os oitavos de final. Uma equipa que termina a onze pontos da Nigéria e que é incapaz de vencer a Serra Leoa, dificilmente conseguirá ultrapassar franceses, mexicanos ou uruguaios.

Ainda assim, jogando em casa e tendo alguns valores como o avançado, ex-FC Porto, Benny McCarthy, o médio do Everton, Pienaar e o defesa Mokoena, os sul-africanos tentarão surpreender, se bem que, tudo o que não seja terminar na última posição do grupo, terá de ser considerado como uma vitória para os sul-africanos.

O Onze Base

A equipa sul-africana deverá jogar com Fernandez (Arminia Bielefeld) na baliza; uma defesa de quatro elementos composta pelo defesa-esquerdo Masilela (Maccabi Haifa), pelo defesa direito Gaxa (Sundowns) e pela dupla de centrais: Sangweni (G. Arrows) e Mokoena (Portsmouth); um meio campo composto pelo trinco Dikgacoi (Fulham), o box to box Sibaya (Rubin Kazan) e os alas Pienaar (Everton) e Modise (Orlando Pirates); e um ataque composto pela dupla de avançados: McCarthy (West Ham) e Mphela (Sundowns).

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

Terá de trabalhar muito para escapar ao último lugar, ainda assim, poderá ser crucial no desenrolar do grupo A, dependendo dos pontos que conseguir roubar aos seus adversários.

Calendário – Grupo A (Mundial 2010)

  • 11 de Junho: África do Sul vs México
  • 16 de Junho: África do Sul vs Uruguai
  • 22 de Junho: África do Sul vs França 

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Bastava uma vitória pela margem mínima para que o Chelsea, diante do Wigan, na última jornada da Liga Inglesa, se sagrasse campeão. Contudo, os londrinos não fizeram por menos e venceram os pupilos de Roberto Martinez por oito bolas a zero, conquistando a Premier League em grande estilo. Este resultado, frustrou os desejos do Manchester United, que cumpriu a sua parte (venceu o Stoke City, em casa, por 4-0), mas acabou traído pela magnífica exibição dos “blues”; Em Espanha, por outro lado, Barcelona (venceu em Sevilha por 3-2) e Real Madrid (venceu o Athletic, em casa, por 5-1), continuam separados por um ponto, com vantagem catalã; Situação similar em Itália, onde o líder Inter venceu o Chievo, em casa, por 4-3 e a perseguidora Roma recebeu e venceu o Cagliari por 2-1. “nerazzurri” e “giallorossi” continuam, assim, separados por um ponto, com vantagem para os pupilos de José Mourinho.

Liga Inglesa – Ancelotti campeão na época de estreia

Muitos torceram o nariz perante a chegada de Carlo Ancelotti para treinar o Chelsea, todavia, a verdade é que logo na sua primeira época, o treinador italiano sagrou-se campeão. Diante do Wigan, bastava aos londrinos uma vitória por um a zero, mas os “blues” tinham outros planos e nomeadamente Drogba sentia que o título de melhor marcador estava à sua mercê. Assim sendo, o Chelsea entrou muito forte e rapidamente chegou ao golo por Anelka (6′). Posteriormente, Caldwell foi expulso no Wigan e o castelo de Martinez caiu, facilitando a tarefa dos londrinos que foram ampliando a vantagem com golos de Lampard (32′), Kalou (54′), Anelka (56′), Drogba (63′, 68′ e 80′) e Ashley Cole (90′). Assim sendo, os londrinos conseguiram a felicidade colectiva do título e individual por Didier Drogba ter sido o melhor marcador da Premiership. Este resultado impediu, assim, o tetra do Manchester United, que venceu o Stoke City (4-0), mas terminou em segundo lugar, a um ponto dos “blues”.

Dados finais da Liga Inglesa:

Campeão: Chelsea

Qualificados para a Liga dos Campeões: Chelsea, M. United, Arsenal e Tottenham

Qualificados para a Liga Europa: Manchester City, Aston Villa e Liverpool

Descem à “Championship”: Burnley, Hull City e Portsmouth

 

Liga Espanhola – Barça passa teste de Sevilha e aproxima-se do título

O Barça entrou forte na Andaluzia e, à meia hora, já vencia por 2-0 graças a golos de Messi e Bojan. A postura dominadora manteve-se e, a partir do minuto 56, as coisas tornaram-se ainda mais facilitadas com a expulsão de Konko. Beneficiando dessa superioridade numérica, o Barcelona haveria de ampliar a vantagem com um golo de Pedro (64′) e pensou-se que o jogo estaria irremediavelmente decidido. Contudo, de forma surpreendente, o Sevilha renasceu das cinzas e, mesmo com menos um elemento, fez dois golos (Kanouté (69′) e Luís Fabiano (71′)), colocando os “azulgrana” sob alguma pressão. Ainda assim, os catalães souberam segurar as rédeas do desafio e guardar a preciosa vitória (3-2) até final.

Com esta vitória, o Barça só não será campeão se não vencer o Valladolid, em casa, e o Real Madrid (ganhou ao Athletic nesta jornada por 5-1) vencer, fora, o aflito Málaga.

Liga Italiana –  Internazionale a uma vitória do título

Os pupilos de José Mourinho entraram para a recepção ao Chievo com a esperança de serem campeões já neste desafio. Para isso bastava vencerem a equipa de Verona e esperarem um desaire da Roma, em casa, diante do Cagliari.

Ainda assim, o jogo até começou mal para os “nerazzurri”, que entraram a perder com um autogolo de Motta. Todavia, o Inter soube reagir e transformou o 0-1 em 4-1 com golos de Mantovani (p.b.), Cambiasso, Milito e Balotelli. Passado algum tempo, o Cagliari marcava em Roma e foi o delírio no Giuseppe Meazza, um êxtase que colocou totalmente em segundo plano o golo de Granoche, para o Chievo a reduzir para 2-4. Nessa altura, sonhava-se com o título conquistado, nesse mesmo dia, mas a Roma soube dar a volta ao resultado com um bis de Totti e frustrou o sonho interista, que ainda sofreu o 4-3 (marcou Pelissier), tremeu, mas segurou o triunfo até final.

Assim sendo, à partida para a última jornada, o Inter necessita de vencer em Siena para ser campeão, enquanto a AS Roma necessita de vencer o Chievo (fora) e esperar que os “nerazzurri” não vençam o Siena.

Liga Alemã – Bayern limitou-se a confirmar o título

Com uma diferença de golos realísticamente inultrapassável, restava ao Bayern confirmar o título de forma matemática. Na deslocação a Berlim, para defrontar o relegado Hertha, os bávaros mostraram o seu poder e venceram por 3-1. Curiosamente, até podiam ter perdido pela inimaginável diferença de golos, pois o perseguidor Schalke 04 não foi além de um empate em Mainz (0-0).

Dados finais da Liga Alemã

Campeão: Bayern

Qualificados para a Liga dos Campeões: Bayern, Schalke 04 e Werder Bremen

Qualificados para a Liga Europa: Leverkusen, Dortmund e Estugarda

Joga o Playoff de permanência: Nuremberga

Desceram à 2ª Bundesliga: Bochum e Hertha de Berlim

 

Liga Francesa – Lille mais perto de ser segundo classificado

Com o título decidido e entregue ao Marselha, resta pouca coisa para lutar na Ligue 1. Ainda assim, um objectivo importante é o segundo lugar e consequente apuramento directo para a “Champions” e o Lille, após vencer, em casa, o campeão Marselha, por 3-2, aproximou-se desse objectivo, tendo agora dois pontos de vantagem sobre o terceiro, Auxerre.

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Um empate do Barcelona em Almería (2-2) foi o suficiente para que a equipa de Lionel Messi se visse alcançada no topo da classificação pelo Real Madrid (venceu o Sevilha, em casa, por 3-2). Apesar de ambas as equipas terem 61 pontos, o Real Madrid leva vantagem na classificação, pois tem um melhor saldo de golos; Em Itália, Inter continua líder, mas não foi além de empate, em casa, diante do Génova (0-0); Manchester United vence em Wolverhampton (1-0) e ultrapassa Chelsea, à condição, no topo da Premier League.

Liga Espanhola – Diego Alves impede vitória catalã em Almería

O Barça teve dificuldades inesperadas na deslocação a Almería e não conseguiu mais que uma igualdade a duas bolas. Os catalães, apesar do bis de Messi, esbarraram na fantástica exibição do guarda-redes local (Diego Alves) que fez uma exibição fenomenal e garantiu um ponto para o Almería. Por outro lado, em Madrid, tudo começou mal para o Real que, aos 52 minutos, perdia por duas bolas a zero com o Sevilha. No entanto, os madrilenos demonstraram uma enorme força de vontade e correram atrás do prejuízo com golos de Ronaldo (59′), Sérgio Ramos (61′) e Van der Vaart (90’+2). Com esta vitória (3-2), o Real Madrid lidera agora o campeonato com os mesmos pontos do Barcelona (61), mas vantagem no confronto directo.

Liga Italiana – Inter volta a desiludir em casa

O Inter de Milão voltou a desiludir os seus adeptos no Giuseppe Meazza e, desta feita, foi o Génova que obrigou os milaneses a um nulo caseiro. A equipa de Mourinho fez um jogo muito desinspirado e apenas nos últimos quinze minutos mostrou alguma vontade de vencer, todavia, sem sucesso. Ainda assim, os perseguidores: Roma e Milão não foram além do empate, no Olímpico de Roma (0-0) num jogo muito táctico e mantiveram-se à mesma distância do Internazionale. A equipa de Mourinho e Quaresma lidera agora com 59 pontos, mais quatro que Milão e sete que a Roma.

Liga Inglesa – Scholes dá liderança ao Manchester United

Na Premier League, a equipa de Alex Ferguson foi a Wolverhampton vencer por uma bola a zero e ultrapassou o Chelsea na liderança. O jogo foi muito duro para os “Red Devils” que podem agradecer a vitória a um passe de Nani e a um golo do veterano Paul Scholes. Por outro lado, o Arsenal também não desarma e venceu, em casa, o Burnley (3-1), mantendo-se a dois pontos do Manchester United. Já o anterior primeiro classificado, o Chelsea, está agora a dois pontos da liderança, todavia, ainda não jogou o jogo desta jornada (em Portsmouth) e, em caso de vitória, regressará ao topo da Premier League. Por fim, o Liverpool continua a desiludir e, desta feita, perdeu em Wigan (0-1), estando agora num triste sexto lugar.

Outras Ligas – Bordéus e Montpellier dividem pontos na Ligue 1

Em França, Bordéus e Montpellier empataram (1-1) e continuam a partilhar a liderança da Ligue 1, ainda assim, a vantagem é da equipa de Gourcuff e Chamakh que tem menos dois jogos; Na Bundesliga, o Bayern empatou em Colónia (1-1), mas mantém a liderança com dois pontos de avanço do Schalke 04;  Por fim, na Grécia, o PAOK de Fernando Santos continua a fazer um grande campeonato e venceu o Panthrakikos (3-0), mantendo-se a apenas dois pontos do líder Panathinaikos.

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