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O último obstáculo verde-e-branco no sonho de chegar à final da Liga Europa é uma forte e dinâmica equipa basca que já teve o condão de ultrapassar equipas como o Manchester United ou o Schalke 04: Athletic Bilbau. Bandeira da comunidade basca (apenas podem actuar jogadores bascos, de origem basca ou formados desde cedo no escalões de formação do Athletic), “Los Leones” são um dos clubes com mais títulos em Espanha, sendo o quarto clube com mais ligas espanholas (oito) e o segundo com mais taças do rei (vinte e quatro). A nível europeu, todavia, o melhor que conseguiram foi uma final da Taça UEFA em 1976/77, feito que, espera-se, não voltem a repetir na actual temporada.

O San Mamés é um inferno

Quem é o Athletic Bilbau?

Fundado em 1898, o Athletic Bilbau é um clube com 114 anos de história e de títulos, tendo desde cedo se assumido como um dos grandes clubes de Espanha.

Desde que foi criado, o clube baseia a sua política na utilização exclusiva de jogadores bascos, sejam eles do País Basco, Navarra ou País Basco Francês, ainda que nos últimos tempos essa política tenha sido aligeirada e jogadores de origem basca mas de outros locais, assim como atletas não bascos mas formados desde muito cedo nas camadas jovens do Athletic também possam ser chamados à equipa principal.

Apesar dessa política restrita, o Athletic assumiu-se sempre como uma equipa que ombreava de igual para igual com os maiores de Espanha, tendo conquistado oito campeonatos domésticos e vinte e quatro taças do rei. Ainda assim, desde 1983/84, “Los Leones” nunca mais conseguiram conquistar um título, situação que também foi agravada com o advento da Lei Bosman e a proliferação de estrangeiros no seio da Liga Espanhola.

Tendo uma história rica em termos domésticos, o Athletic Bilbau, todavia, nunca conseguiu grandes feitos a nível europeu, sendo que a sua melhor campanha surgiu em 1976/77, quando alcançou a final da Taça UEFA, mas perdeu no duelo decisivo com a Juventus (2-1 e 0-1).

Bielsa é dos melhores treinadores do Mundo

Como joga?

Treinado pelo mago argentino Marcelo Bielsa, o Athletic Bilbau é uma equipa de grande qualidade individual e colectiva que, pelo seu estilo de jogo, é muitas vezes considerada uma espécie de pequeno barça.

Actuando num 4x3x3 pleno de mobilidade e criatividade, “Los Leones” são extremamente fortes do meio-campo para a frente, onde jogadores como o médio-ofensivo De Marcos, os extremos Susaeta e Muniain e o ponta de lança Llorente formam um quarteto de enorme qualidade atacante.

Mais atrás, a equipa basca tem menos qualidade individual, todavia, jogadores como o lateral-direito ofensivo Iraola e o trinco Javi Martinez (não pode jogar em Alvalade) também garantem talento ao conjunto de Bielsa.

Equipa sem medo de ter a bola e de assumir o jogo, é fortíssima nas transições, sendo assim um conjunto híbrido que tanto se sente à vontade numa estratégia de ataque continuado, como sabe ser letal em lances de contra-ataque.

Nesse seguimento estratégico e com essa ideologia de futebol de qualidade, o Athletic deverá aparecer em Alvalade com o seguinte onze: Gorka Iraizoz; Iraola, Ekiza, Amorebieta e Aurtenetxe; Iturraspe, Ander Herrera e De Marcos; Susaeta, Llorente e Muniain.

Fernando Llorente é um matador

Quem é que o Sporting deve ter debaixo de olho? Llorente

Aquele que talvez seja o jogador mais decisivo da equipa de Bilbau é um ponta de lança alto e possante que funciona como referência ofensiva do conjunto basco: Fernando Llorente.

Aos 27 anos, o avançado basco já soma 20 internacionalizações (7 golos) pela selecção espanhola e leva (quase) todo o seu percurso desportivo ao serviço do Athletic Bilbau, clube onde concretizou por 81 vezes em 232 jogos da liga espanhola.

Jogador com 1,95 metros, trata-se, naturalmente, de um jogador com forte presença na área, sendo muito difícil de marcar e que em cada duas ocasiões que lhe chegam aos pés ou à cabeça, factura pelo menos uma.

Ainda assim, caso o seu marcador directo esteja atento na marcação e não deixe que o esférico chegue em condições ao poderoso avançado basco, este não reúne características que lhe permitam contornar essa situação, acabando por desaparecer um pouco do jogo. Para bem do Sporting, esperemos que assim aconteça.

Como chegou às semi-finais?

Playoff: Athletic Bilbau vs Trabzonspor (TUR) 0-0, não se realizando a segunda mão, pois o Trabzonspor foi repescado para a “Champions”

Fase de grupos:

  • Athletic Bilbau vs PSG (FRA) 2-0 e 2-4
  • Athletic Bilbau vs Red Bull Salzburgo (AUT) 2-2 e 1-0
  • Athletic Bilbau vs Slovan Bratislava (ESL) 2-1 e 2-1

Classificação:

  1. Athletic Bilbau 13 pontos
  2. Red Bull Salzburgo (AUT) 10 pts
  3. PSG (FRA) 10 pts
  4. Slovan Bratislava (ESL) 1 pt

16/Final: Athletic Bilbau (ESP) vs Lokomotiv Moscovo (RUS) 1-0 e 1-2

8/Final: Athletic Bilbau vs Manchester United (ING) 2-1 e 3-2

4/Final: Athletic Bilbau vs Schalke 04 (ALE) 2-2 e 4-2

As possibilidades do Sporting Clube de Portugal

O último obstáculo para o Sporting chegar à final da Liga Europa é um osso duro de roer, mas o grande Sporting que eliminou o Manchester City e Metalist terá condições mais que suficientes para superar uma equipa que, apesar da excelente campanha europeia, se encontra apenas na sétima posição da Liga Espanhola e a quarenta!! pontos do líder Real Madrid.

Será, no entanto, necessário manietar a linha de construção ofensiva do Athletic composta por jogadores como Muniain e De Marcos, mas, também, anular o forte ponta de lança internacional espanhol Llorente. Depois, se os leões aliarem esse factor à exploração da mais frágil linha defensiva, nomeadamente o lateral-esquerdo Aurtenetxe, tudo poderá estar alinhado para vermos os verde-e-brancos na final de Bucareste.

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Carlos Bueno não vingou em Alvalade

Foi uma passagem fugaz, de apenas uma época desportiva, e acabou por estar longe de cumprir com as elevadas expectativas que rodearam o avançado uruguaio à chegada a Portugal. Avançado de renome e que tinha se assumido como grande goleador no Peñarol, Carlos Bueno apostava forte neste empréstimo ao Sporting após o fracasso na primeira incursão no futebol europeu ao serviço do Paris Saint-Germain. No entanto, a temporada ao serviço do clube de Alvalade foi marcada por muitos golos desperdiçados e apenas uma noite de glória, diante do Nacional, quando marcou quatro golos e ficou conhecido, momentaneamente, por “Kinder Bueno!”

Produto das escolas do Peñarol

Carlos Heber Bueno Suárez nasceu a 10 de Maio de 1980 em Artigas, Uruguai, e iniciou a sua carreira desportiva no Peñarol, clube que representou até 2005.

No gigante de Montevideu, Carlos Bueno actuou na equipa principal durante seis anos, tendo apontado 73 golos em 135 jogos e assumindo-se como uma das grandes figuras do Peñarol. Essas boas exibições, valeram a transferência para o futebol europeu e para o PSG, clube que o anunciou como reforço para a época 2005/06.

Fracasso na Europa em PSG e Sporting

A experiência do internacional uruguaio em Paris foi um fracasso absoluto, pois Carlos Bueno apenas fez 12 jogos e não conseguiu marcar qualquer golo pelo clube gaulês. Assim sendo, entendeu-se por bem emprestar o avançado uruguaio e, assim, Carlos Bueno foi emprestado ao Sporting, que precisava de um goleador e não tinha dinheiro para se aventurar de forma mais efectiva no mercado de transferências.

Em Alvalade, todavia, o (in)sucesso foi o mesmo, com o jogador a destacar-se mais pelos golos que falhou que pelos que marcou, ainda que ao contrário da passagem pelos franceses, Bueno ainda tenha feito golos no Sporting.

No entanto, o “poker” ao Nacional, os dois golos ao Pinhalnovense para a Taça de Portugal e um golo diante do Spartak Moscovo, em jogo da “Champions”, foi manifestamente pouco para as expectativas que se criaram à volta do internacional uruguaio que, assim, abandonou a equipa portuguesa sem grande glória no final da temporada 2006/07.

Só o Peñarol fez renascer Carlos Bueno

Depois de uma má experiência no Boca Juniors, o internacional uruguaio regressou ao Peñarol, onde voltou a reencontrar o caminho do golo e do sucesso.

Entre Janeiro de 2008 e o Verão de 2009, Carlos Bueno marcou 17 golos em 35 jogos pelo gigante uruguaio, transferindo-se em 2009/10 para a Real Sociedad, então no segundo escalão do futebol espanhol.

No clube basco, Bueno foi importantíssimo na campanha que levou a Real Sociedad de volta ao primeiro escalão, marcando 12 golos em 33 jogos e tornando-se um dos preferidos dos adeptos donostiarras.

Depois do País Basco, o atacante actualmente com 31 anos ainda esteve seis meses no Universidad do Chile e, desde Dezembro de 2010, representa os mexicanos do Querétaro, onde já soma 12 golos em 22 jogos, mantendo a elevada veia atacante que o tem caracterizado nos últimos tempos.

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Em Anfield a festa foi bracarense

Pela primeira vez na sua longa história de competições europeias, Portugal conseguiu a assinalável marca de colocar três equipas nos quartos finais da mesma prova europeia, neste caso, a Liga Europa. Em 1993/94, o nosso país havia colocado três equipas nos quartos de final das provas europeias, mas, nesse caso, em competições diferentes. Assim sendo, há que destacar o enorme feito de Benfica, FC Porto e Sporting de Braga, que, além do sucesso desportivo e do prestígio que granjearam por ultrapassarem mais um degrau, também garantiram, praticamente, o sexto lugar no ranking UEFA, que nos garantirá três equipas na “Champions” de 2012/13.

Paris SG 1-1 Benfica (Os encarnados apuraram-se com 3-2 no agregado)

O Benfica sabia de antemão que o 2-1 que trazia de Lisboa era curto e que teria de sofrer na cidade luz. Ainda assim, o Benfica entrou personalizado e até foi a primeira equipa a marcar, por intermédio de Nico Gaitán (27′) a concluir bonita jogada de contra-ataque.

No entanto, os gauleses não baixaram os braços e, até final da primeira metade, foram capazes de igualar o jogo, graças a um grande golo de Bodmer (35′) e, inclusivamente, tiveram algumas oportunidades para empatarem a eliminatória, valendo, aí, a falta de pontaria dos atacantes parisienses e a boa exibição do guarda-redes Roberto.

Após o intervalo, os encarnados apareceram novamente em melhor plano e até tiveram boas oportunidades para fazerem um segundo tento que sentenciasse a eliminatória, contudo, foram infelizes na finalização, acabando por ser obrigados a sofrer até ao final do encontro.

De facto, o Paris Saint-Germain teve algumas ocasiões para empatar a eliminatória, todavia, uma defesa milagrosa de Roberto a remate de Hoarou (79′) e uma escorregadela de Maurice (90+5′), quando tinha tudo para marcar, acabou por impedir que o marcador sofresse alterações e permitiu que a equipa portuguesa alcançasse o apuramento para os quartos de final.

FC Porto 2-1 CSKA Moscovo (os azuis-e-brancos apuraram-se com 3-1 no agregado)

Os dragões traziam uma magra vantagem da capital russa (1-0), mas não se encostaram à sombra dela, tendo chegado ao um a zero logo no primeiro minuto, na sequência de um livre de Hulk em que Akinfeev ficou muito mal na fotografia.

Na resposta, Wagner Love ainda tirou à barra, mas seria o FC Porto a aproveitar mais um disparate do guarda-redes do CSKA, para, aos 24 minutos, ampliar para 2-0, graças a um golo de Freddy Guarín.

A perderem por 2-0 neste encontro e 3-0 no cômputo da eliminatória, a equipa moscovita ainda reagiu de pronto, tendo reduzido aos 29 minutos com um golo de Tosic. Contudo, quando se esperava que esse golo tornasse a eliminatória mais emocionante, isso não se veio a verificar.

De facto, até final do jogo, o FC Porto teve sempre o controlo do mesmo, contando, inclusivamente, com um golo anulado a Rolando, num lance em que o internacional português ajeitou a bola com a mão antes de atirar para a baliza. Em suma, uma vitória inteiramente justa da equipa portuguesa que provou, nos dois jogos, que era superior ao CSKA Moscovo.

Liverpool 0-0 Sp. Braga (os arsenalistas apuraram-se com 1-0 no agregado)

O 1-0 que os bracarenses traziam da Pedreira era curto, mas dava direito de sonhar com a passagem à fase seguinte, até porque os arsenalistas já tinham ido vencer a Sevilha (4-3), depois de terem vencido os andaluzes, em casa, pelo mesmo um a zero.

Ainda assim, esperava-se uma grande pressão do Liverpool desde o primeiro minuto, uma pressão que deveria vir tanto de dentro de campo como de fora dele, todavia, para bem da equipa portuguesa, nada disso se verificou.

O Liverpool foi sempre uma equipa amorfa, sem criatividade e sem ideias, permitindo que o Sporting de Braga fosse sustendo os frágeis intentos dos ingleses sem grandes problemas.

De facto, durante todo o jogo, o principal momento de pânico para a defesa arsenalista, surgiu num lance em que o árbitro deixou que Skrtel, em claro fora de jogo, tivesse uma oportunidade para se isolar perante Artur Moraes. Aí, o guarda-redes brasileiro foi enorme e negou o golo ao defesa-central eslovaco.

Assim sendo, o Sporting de Braga garantiu o zero a zero final e alcançou um feito histórico, eliminando um Liverpool que, mesmo longe dos melhores tempos, será sempre o Liverpool

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Rivière é o menino bonito do Saint-Étienne

No histórico Saint-Étienne, actua um avançado francês de grande talento e com condições para ser um dos grandes pontas de lança do futebol gaulês: Emmanuel Rivière.

Nascido a 3 de Março de 1990, em Le Lamentin, na Ilha da Martinica, Emmanuel Rivière começou a sua carreira no Espoir Saint-Luce, um clube da sua ilha natal. Aos 14 anos, participou na Coupe Nationale, uma competição para jogadores dessa idade e que juntou jovens de toda a República francesa. Nesse evento, brilhou e garantiu o interesse de vários clubes franceses de nomeada como o Paris Saint-Germain, Lyon e Saint-Étienne, sendo que “Les Verts” ganharam a corrida ao jovem atacante.

Desde 2005 encontra-se, assim, no Saint-Étienne, onde primeiro concluiu o seu percurso como jogador juvenil e, depois, a partir de 2009, se estreou como elemento do plantel principal.

Entre a segunda metade de 2008/09 e a presente temporada, o avançado gaulês já marcou 17 golos em 72 jogos, assumindo-se como um importante elemento do histórico clube francês e tornando-se presença regular na selecção de sub-21 de França.

Avançado-centro de origem, também pode jogar sobre os flancos

Emmanuel Rivière é um avançado-centro rápido, de boa técnica individual e com boa capacidade finalizadora, sendo um jogador muito difícil de marcar devido à sua forte presença na área e constante mobilidade.

Bastante polivalente, é um jogador que também pode actuar sobre o flanco, desde que não esteja obrigado a actuar unicamente sobre a linha e tenha liberdade para aparecer em zonas centrais.

Apesar disso, é como avançado-centro que se sente melhor, ainda que renda mais se tiver outro atacante a seu lado, com quem possa combinar, sendo pouco aconselhável que jogue sozinho na frente, seja num 4-3-3 ou num 4-2-3-1.

Acima de tudo trata-se de um grande talento do futebol gaulês e que devem descobrir, rapidamente, num jogo da equipa sub-21 de França ou, ao invés, do Saint-Étienne na Ligue 1.

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Na época de 1984/85, após um brilhante percurso em que eliminou os checoslovacos do Dukla de Praga, os franceses do Paris SG, os jugoslavos do Partizan, os ingleses do Manchester United e os jugoslavos do Zeljeznicar, os húngaros do Videoton atingiam a final da Taça UEFA, onde iriam defrontar o todo poderoso Real Madrid. Nessa final, a equipa de Székesfehérvár não teve quaisquer hipóteses, acabando vergada com uma derrota caseira (0-3) e uma insuficiente vitória fora (1-0). Apesar do desaire, esse momento acabou por ser um momento mágico na vida de um clube que, apesar de ter quase setenta anos, nunca conquistou, sequer, um campeonato da Hungria.

Videoton precisou de 26 anos para alcançar a primeira divisão húngara

O Videoton foi fundado em 1941 como Székesfehérvári Vadásztölténygyár SK por uma empresa que fabricava armas para o exército húngaro. No entanto, o clube só teve a felicidade de alcançar a promoção ao principal campeonato da Hungria em 1967, quando terminou o campeonato da segunda divisão em segundo lugar.

Nessa estreia no escalão principal (1968), foi a primeira vez que usaram a denominação: Videoton, graças a um patrocínio de uma fábrica de produtos eléctricos com o mesmo nome. Contudo, em termos desportivos, a época não correu muito bem, pois o Videoton terminou em penúltimo lugar e acabou por descer de divisão.

O Videoton actua no Estádio Sóstoi

Após regressar ao escalão principal, cimentou-se na primeira divisão

Apesar da primeira estadia no principal campeonato húngaro não ter corrido da melhor forma, o regresso a esse mesmo escalão não tardou, pois, após descer à segunda divisão, conquistou esse mesmo campeonato (1968/69) e subiu novamente à primeira divisão.

A partir daqui, o Videoton cimentou-se como clube de primeiro escalão, garantindo classificações que variaram entre o décimo e o quarto lugar, até que, em 1975/76, alcançou a melhor classificação de sempre no campeonato húngaro, o segundo lugar.

Ainda assim, esse excelente classificação não gerou crescimento no clube húngaro, pois este, nos anos seguintes, teve classificações modestas, apenas voltando à ribalta em 1982, quando atingiu a final da Taça da Hungria, perdendo com o Újpest por duas bolas a zero.

R. Madrid foi mais forte na final da Taça UEFA

Surpreendente carreira na Taça UEFA valeu-lhe histórica final

Após ter terminado o campeonato húngaro de 1983/84 na terceira posição, o Videoton conquistou, por direito próprio, o acesso à Taça UEFA da época seguinte. Nessa competição, a equipa húngara apenas pretendia fazer uma participação digna, mas acabou por superar todas as expectativas.

Na primeira eliminatória, afastou a equipa do Dukla Praga (1-0 e 0-0), seguindo-se o Paris Saint-Germain (4-2 e 1-0) e o Partizan (0-2 e 5-0). Apesar de já se poder considerar um feito digno de registo ter eliminado esses clubes de renome e atingir os quartos de final, o mais surpreendente surgiu aí, quando sorteados com o todo poderoso Manchester United, acabaram por eliminar os “red devils” nos penaltis (5-4).

Assim sendo, faltava apenas um passo para chegar à final e, motivados pela eliminação do forte clube inglês, os húngaros acabaram por ser mais fortes que os jugoslavos do Zeljeznicar (3-1 e 1-2) e alcançar uma histórica presença no jogo decisivo da terceira competição mais importante da UEFA.

Nessa final, acabou por ser decisiva a derrota caseira do Videoton, que, no seu Estádio, não resistiu ao poder do Real Madrid e perdeu por 3-0 com golos de Míchel, Santillana e Jorge Valdano. Na segunda mão, o Videoton até foi vencer ao Santiago Bernabéu por 1-0, mas o golo de Májer foi curto para as ambições húngaras e o Real Madrid conquistou a Taça UEFA.

André Alves é a estrela do actual Videoton

Sucesso só regressou nos tempos recentes

Após a histórica presença na final da Taça UEFA, o Videoton regressou a classificações modestas e a épocas de pouco brilho. Contudo, foi se mantendo na primeira divisão até 1998/99 quando desceu à segunda divisão vinte e nove anos depois.

Essa descida, porém, foi o início da renovação do clube, que conquistou a segunda divisão em 1999/00 e regressou novamente ao primeiro escalão, alcançando, no ano seguinte, a final da Taça da Hungria pela segunda vez, ainda que, tal como na primeira final, tenha saído derrotado (2-5 com o Debrecen).

Em 2006, depois de ter mudado a sua denominação para FC Fehérvar, o clube conquistou o seu primeiro título importante, a Taça da Húngria, após vencer o Vasas (2-2 e 6-5 g.p.) na final.

Dois anos depois, o clube húngaro haveria de conquistar a Taça da Liga (1-0 e 2-0 na final diante do Debrecen), título que haveria de revalidar no ano seguinte, após vencer o Pécsi Mecsek FC (3-1).

Em 2009/10, além de ter reassumido a denominação de Videoton FC, igualou a melhor classificação no campeonato húngaro, terminando na segunda posição.

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Safet Susic com a camisola do PSG

O bósnio Safet Susic será sempre lembrado como um dos mais magistrais tecnicistas de um futebol que, por si só, cresceu como um dos grandes redutos do futebol arte: a ex-Jugoslávia. Médio-ofensivo de grande talento, Susic tornou-se uma lenda da selecção jugoslava e do Paris Saint-Germain, onde fez mais de 300 jogos e foi votado como o melhor jogador de sempre do gigante parisiense. Um grande jogador de outros tempos que nos faz viajar até um futebol arte, muitas vezes distante do mais musculado e físico futebol moderno.

Nascido a 13 de Abril de 1955, Safet Susic iniciou a sua carreira profissional em 1973, com 18 anos, ao serviço do FK Sarajevo. No clube bósnio, permaneceu por nove anos eparticipou em 221 partidas (85 golos), sagrando-se o melhor marcador e melhor jogador da Liga Jugoslava em 1979/80.

Depois de nove temporadas de grande sucesso individual, mas nulo sucesso desportivo, Susic transferiu-se, em 1982, para um então, bastante recente PSG (Apenas foi fundado em 1970), onde rapidamente se transformou num dos jogadores mais influentes.

No clube gaulês esteve outras nove temporadas, alcançou números impressionantes (343 jogos, 85 golos) e, finalmente, abraçou os títulos colectivos, conquistando um campeonato francês (86) e uma Taça de França (83).

Considerado um ilusionista puro, daqueles que cada drible que fazia era um puro toque de magia, Susic era, também, um grande estratega que, com superior visão de jogo, construía as jogadas e marcava os tempos de ataque da sua equipa. Depois, como se não bastasse, era um excelente finalizador, marcando sempre muitos golos ao longo da carreira.

Internacional pela Jugoslávia por 54 ocasiões (21 golos), Susic terminou a sua carreira em 1991/92, ao serviço do Red Star Paris, contudo, aos 36 anos, a magia já era menor e os tempos gloriosos coisa do passado.

Ainda assim, será sempre um dos grandes jogadores de sempre. Um daqueles atletas que, quando-se retirou, teve a certeza que partilhou com todos nós um pouco da magia e um pouco do espectáculo que a todos fascina.


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O Rapid Viena é um clube com mais de 100 anos de história e é dos poucos que se pode orgulhar de ter conquistado um título nacional de um país que não é o seu. Confusos? No ano de 1941, em plena “Anschluss” (anexação da Áustria por parte da Alemanha Nazi), o Rapid Viena que, curiosamente,  já havia vencido a Taça da Alemanha, conquistou o título mais desconcertante da sua história, o campeonato alemão de futebol. Um título que reflecte a grandeza de um clube que participou em duas finais da Taça das Taças e é o mais titulado do seu país com 32 campeonatos austríacos e 14 taças da Áustria.

Quem é o Rapid Viena

O Rapid Viena foi fundado em 1899 e, a partir da década de 10 do Século XX, assumiu-se como um grande clube tanto na Áustria como no contexto do futebol europeu da época.

Desde a sua fundação, o clube austríaco conquistou 32 campeonatos austríacos, 14 Taças da Áustria, 1 campeonato alemão, 1 Taça da Alemanha e 2 taças Mitropa (competição da Europa central que, antes da criação da Taça dos Campeões, tinha grande importância). Para além desses títulos, o Rapid Viena esteve presente em duas finais da Taça das Taças, perdendo em 1985, diante do Everton (1-3) e em 1996, diante do PSG (0-1).

Num clube onde jogaram grandes estrelas como Bimbo Binder, Hanappi ou Hans Krankl, ficou célebre o famoso “Rapid viertelstunde”, ou seja o quarto de hora à Rapid. Esse mito surgiu na final do campeonato alemão de 1941, quando os austríacos, depois de estarem a perder por 3-0 com o Schalke 04, deram a volta nos quinze minutos finais, acabando por vencer o jogo por 4-3. Desde essa data, nos últimos quinze minutos das partidas, os adeptos começam a bater palmas de forma sincronizada, lembrando aos jogadores que está na hora de honrarem as lendas do Rapid.

Longe da glória e da carga dramática do passado, a época passada foi de pouco sucesso para os vienenses, que terminaram o campeonato na terceira posição.

Como joga

A equipa austríaca está longe da glória e da qualidade de outros tempos, jogando um futebol raçudo e esforçado, mas com pouco substrato técnico.

O Rapid Viena costuma actuar num 4-4-2 clássico, todavia, em jogos em que o grau de dificuldade aumenta, a equipa austríaca opta por um 4-2-3-1, deixando a sua grande estrela (o organizador de jogo alemão Hoffmann) nas costas do ponta de lança holandês Hesselink.

Apesar de não ter grandes soluções técnicas, a equipa austríaca organiza-se bem no terreno de jogo, é segura em termos defensivos e consegue ser perigosa no contra-ataque, tendo surpreendido, dessa forma, o Aston Villa no playoff de acesso à fase de grupos da Liga Europa.

Massacrada por lesões e impedimentos (Heikkinen, Eder, Pehlivan e Hesselink não podem jogar diante dos dragões), o Rapid Viena deve apresentar o seguinte onze, hoje, diante do FC Porto:

Hofmann é o maestro do Rapid

Quem é que os portistas deverão ter debaixo de olho – Hofmann

Se há alguém realmente perigoso e pelo qual passa todo o jogo do Rapid Viena, esse jogador é o criativo germânico Steffen Hofmann.

Criado nas escolas do Bayern Munique, pelo qual chegou a fazer um jogo oficial na época 2001/02, Hoffmann encontra-se no Rapid Viena desde 2002, num percurso de oito temporadas que apenas foi interrompido em 2005/06, quando jogou no 1860 Munique.

No clube austríaco, Hofmann contabiliza 234 jogos e 69 golos, mas o médio ofensivo alemão vale bem mais do que os seus interessantes números, pois trata-se de um jogador com enorme pulmão, excelente visão de jogo, boa técnica e invejável capacidade finalizadora. Jogando tanto na posição 10 (em 4-2-3-1) como na posição 8 (4-4-2 clássico), Steffen Hofmann joga sempre a um ritmo elevado e chama a si todo o jogo do Rapid, assumindo a batuta táctica do conjunto de Viena.

Se Villas Boas souber parar o estratega germânico, estamos convencidos que o jogo irá tornar-se bem mais fácil para os portistas.

As hipóteses portistas

Apesar do Rapid Viena ser uma equipa matreira e organizada na abordagem ao jogo, o FC Porto é, em termos colectivos e individuais, muito superior ao clube austríaco. Assim sendo, se os portistas forem uma equipa calma e séria, terão tudo para vencerem ambos os jogos diante dos vienenses.

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A festa do título nerazzurri

O Inter de Milão de Mourinho e o Barcelona de Pep Guardiola conquistaram, este fim de semana, os títulos de Itália e Espanha, respectivamente. Os nerazzurri foram ao recinto do despromovido Siena e venceram por 1-0 graças a um golo do inevitável Diego Milito; enquanto os azulgrana venceram, em casa, o Valladolid, por 4-0 com golos de Messi (2), Pedro e Prieto (p.b.). Estes resultados deixaram os perseguidores: AS Roma e Real Madrid em segundo lugar e, pior que isso, sem quaisquer títulos conquistados esta época.Liga Italiana – Mourinho faz a dobradinha

Liga Italiana – Mourinho faz a dobradinha

Depois da conquista da Taça de Itália, o Inter tinha as contas do título bastante simplificadas, pois bastava-lhe ganhar ao Siena, em casa, para vencer a Série A. A correr por fora encontrava-se a Roma, que tinha de vencer em Verona, o Chievo, e esperar que os nerazzurri tropeçassem.

Apesar das dificuldades, os romanos ainda foram campeões virtuais durante algum tempo, que foi o tempo que durou desde que a Roma abriu o activo em Verona (golo de Vucinic aos 39′) e o Inter se manteve empatado em Siena.

Nessa altura, o Inter falhou golos atrás de golos e chegou-se a temer o pior para os pupilos de José Mourinho. No entanto, aos 59 minutos, Milito fez o golo do título.

Nessa fase, a Roma já vencia por 2-0 e o Inter sabia que não poderia conceder o golo do empate. Assim sendo, a equipa de Milão continuou a carregar sobre o Siena para fazer o segundo golo, ainda que, sem sucesso.

No entanto, apesar de não terem conseguido esse golo da tranquilidade, os nerazzurri mantiveram as suas redes invioláveis e, assim, conquistaram o título da Série A, o quinto consecutivo.

A equipa de Mourinho poderá, ainda, conquistar a “tripla” esta temporada, pois, depois de ter vencido a Taça e a Série A, ainda pode vencer a “Champions League” caso vença, na final, os alemães do Bayern Munique.

Dados finais da Liga Italiana:

Campeão: Inter

Qualificados para a Liga dos Campeões: Inter, Roma, Milan, Sampdória

Qualificados para a Liga Europa: Palermo, Nápoles, Juventus

Descem à Série B: Atalanta, Siena, Livorno

Liga Espanhola – Barça conquistou bicampeonato

O Barça sabia que lhe bastava vencer o Valladolid, em casa, para conquistar o título espanhol e esperava-se que os catalães entrassem ao ataque para resolverem rapidamente o jogo.

No entanto, o Barcelona, nos primeiros minutos, ainda sofreu alguns sustos, principalmente por intermédio do angolano Manucho e ainda pairou no ar a possibilidade de uma surpresa. Porém, aos 27 minutos, o Barça abriu o activo após autogolo de Prieto e o jogo sofreu uma viragem radical.

Os azulgrana acalmaram e começaram a dominar o jogo, chegando rapidamente ao segundo golo por Pedro (31′). A partir desse momento, o jogo passou a ter sentido único e, até final, os catalães ainda iriam fazer mais dois golos da autoria do melhor marcador da Liga Espanhola, Lionel Messi.

Apesar da vitória gorda por 4-0, os catalães nem precisavam de ter vencido, pois, em Málaga, o Real Madrid, desinspirado, não foi além de um empate (1-1). Assim sendo, pelo segundo ano consecutivo, o Barça venceu o campeonato e o Real Madrid terminou na segunda posição.

Dados finais da Liga Espanhola

Campeão: Barcelona

Qualificados para a Liga dos Campeões: Barcelona, Real Madrid, Valência e Sevilha

Qualificados para a Liga Europa: Atl. Madrid, Maiorca e Getafe

Descem à 2ª Liga: Valladolid, Tenerife e Xerez

Liga Francesa – Lyon e Auxerre asseguram acesso à Liga dos Campeões

Com o título entregue ao Marselha, restava, na Ligue 1, a emoção da luta pelo acesso à Liga Milionária.

A equipa do Lille partia para a última jornada em segundo lugar e com tudo para conquistar o acesso à “Champions”, contudo, na deslocação a Lorient, acabou por perder 2-1 e por acabar a Ligue 1 em… quarto lugar.

Ricardo Costa (33′) ainda colocou o Lille em vantagem, todavia, Kevin Gameiro (37′) e Jouffre (66′) marcaram para o Lorient e colocaram “Les Dogues” fora da Liga dos Campeões.

Aproveitaram o desaire, as equipas do Lyon e Auxerre, que, assim, irão jogar a “Champions” na próxima temporada. O Olympique de Lyon venceu o Le Mans, em casa, por 2-0 e acabou em segundo lugar; enquanto o Auxerre venceu em Sochaux (2-1) e terminou na terceira posição.

Dados finais da Liga Francesa:

Campeão: Marselha

Qualificados para a Liga dos Campeões: Marselha, Lyon e Auxerre

Qualificados para a Liga Europa: Lille, Montpellier e PSG

Descem à Ligue 2: Le Mans, Boulogne e Grenoble

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O Chelsea deslocou-se a Manchester e venceu o United por 2-1, passando, assim, para a liderança da Liga Inglesa. Os londrinos têm agora mais dois pontos que a equipa de Alex Ferguson e três que o Arsenal (3º); Em Espanha, por sua vez, tudo na mesma, com o Real Madrid a vencer em Santander (2-0) e o Barça a esmagar, em casa, o Athletic Bilbau (4-1). Assim sendo, madrilenos e catalães continuam colados na liderança; Por fim, em Itália, os três da frente venceram e continuam separados por três pontos. O Inter (1º) venceu, em casa, o Bolonha (3-0), a Roma (2º) venceu, em Bari, por uma bola a zero e o Milan venceu, em Cagliari, por três bolas a duas.

 

Liga Inglesa – Chelsea vence Manchester United e sobe ao primeiro lugar

A cinco jornadas do final da Premier League, o Chelsea deslocou-se a Old Trafford e venceu, com justiça, o Manchester United por duas bolas a uma. A equipa londrina cedo tomou as rédeas do jogo e aproveitou a ausência da grande estrela do United (Rooney) para desequilibrar a balança a seu favor. Joe Cole (20′) e Drogba (79′) colocaram mesmo o Chelsea a vencer por duas bolas a zero, antes de Macheda (81′) reduzir para o colectivo de Manchester e fazer o 1-2 final. Com este resultado, o Chelsea tem agora dois pontos de avanço sobre o Manchester United. Por outro lado, o Arsenal (3º) venceu, em casa, o Wolverhampton com um golo de Bendtner aos quatro minutos de descontos e relançou-se na luta pelo título, pois está a apenas três pontos dos londrinos.

Liga Espanhola – Real Madrid e Barça só sabem ganhar

Os  líderes do campeonato espanhol continuam a passear superioridade na La Liga e voltaram a vencer este fim de semana. O Real Madrid foi a Santander e venceu o Racing por 2-0 com golos de Ronaldo e Higuaín, enquanto o Barcelona recebeu e venceu o Ath. Bilbau por 4-1. Assim sendo, madrilenos e catalães continuam colados na liderança, com o Real Madrid a ter vantagem no goal-average. O terceiro classificado, o Valência, está a longínquos 21 pontos de diferença.

Liga Italiana – Inter, Roma e Milan deixam tudo na mesma

Na Série A, a jornada 32 não foi fértil em surpresas. O Inter, líder do campeonato, recebeu o Bolonha e venceu com grande facilidade por 3-0. Motta (2) e Balotelli fizeram os golos dos interistas. Por outro lado, a Roma (2º) passou o teste de Bari (1-0) com um golo de Vucinic (19′) e mantém-se a um ponto da equipa de Mourinho. Por fim, num jogo louco, o Milan (3º) venceu o Cagliari, na Sardenha, por 3-2. Tratou-se de um jogo muito equilibrado com o Milan a marcar sempre primeiro e o Cagliari a empatar a seguir, todavia, a equipa de Leonardo, após o 3-2, soube segurar a vantagem e manter-se a apenas três pontos do Inter de Milão.

Liga Alemã – Bayern vence em Schalke e volta à liderança da Bundesliga

O Bayern venceu em Schalke, num jogo intenso, por duas bolas a uma e regressou à liderança da Liga Alemã. Ribery e Muller colocaram os bávaros a vencer por 2-0 e, apesar do Schalke ainda ter reduzido por Kuranyi, a vitória da equipa de Munique nunca foi posta em causa. Assim sendo, o Bayern lidera novamente o campeonato, agora com um ponto de avanço sobre o Schalke 04. Já o Leverkusen (3º) parece estar fora da corrida, pois perdeu em Frankfurt (2-3) e encontra-se, agora, a seis pontos do líder.

Liga Francesa – Bordéus perdeu liderança na Ligue 1

O Bordéus perdeu surpreendentemente em casa, diante do Nancy (1-2) e caiu para o quarto lugar da Liga Francesa. Contudo, o trio da frente composto por Lyon (venceu em Rennes por 2-1), Montpellier (empatou, em casa, com o Monaco a zero) e Auxerre (recebeu e empatou com o PSG a um golo) têm apenas mais um ponto e mais dois jogos que o Bordéus. Na luta pelo título está ainda o Marselha, que venceu o Lens (1-0), em casa, com um golo de Brandão. Os marselheses estão exactamente na mesma situação que o Bordéus, pois estão a um ponto do trio da frente e têm menos dois jogos disputados.

Liga Holandesa – Twente mantém a vantagem sobre Ajax e PSV

O Twente foi a Venlo e venceu por 2-0, estando cada vez mais perto do título. Quando faltam apenas quatro jornadas para o final da Eredivisie, a equipa de Enschede mantem quatro pontos de avanço sobre o Ajax (ganhou 1-o, fora, ao Den Haag) e cinco sobre o PSV, que ganhou, em Tilburg, ao Willem II, igualmente por uma bola a zero.

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