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Afif é o craque dos sub-20 do Qatar

Afif é o craque dos sub-20 do Qatar

Disputa-se mais uma edição do Campeonato do Mundo de sub-20, mais uma excelente oportunidade para identificar alguns dos futuros grandes talentos do futebol mundial, sendo que mesmo as selecções mais modestas podem apresentar algumas pérolas.

Aliás, um bom exemplo é precisamente o Qatar, que tem no extremo-esquerdo Akram Arif um futebolista com um grande talento e com condições para se impor entre a elite do futebol mundial.

Já joga na Bélgica

Akram Hassan Arif nasceu a 18 de Novembro de 1996 no Qatar e, aos 18 anos, até já vai evoluindo no futebol europeu, tendo somado nove jogos e dois golos pelo Eupen, da segunda divisão da Bélgica, na actual temporada de 2014/15.

Ao nível das selecções jovens do Qatar, o jovem extremo-esquerdo já foi a principal figura de uma equipa que foi campeã asiática de sub-19 em 2014, em Myanmar, tendo apontado quatro golos nessa prova.

Muito talento nos pés

Akram Arif é preferencialmente um extremo-esquerdo, ainda que de perfil híbrido, uma vez que a sua excelente técnica individual e capacidade criativa faz com que use várias vezes as diagonais para procurar as zonas centrais do terreno, isto para usar a sua capacidade desequilibradora e a sua boa meia-distância.

Com estas características, parece-me também claro que o jovem de 18 anos poderá fazer sem problemas a posição “dez” ou mesmo actuar nas costas de um ponta de lança, como avançado de suporte. Certo, de qualquer maneira, é que estamos na presença de um verdadeiro diamante por lapidar.


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Hussain não teve sucesso em Portugal

Foi claramente um dos jogadores mais exóticos a passarem pelo futebol português. De origem qatari, Hussain chegava ao Sporting de Braga no Verão de 2006 rotulado de estrela emergente do futebol árabe e já com alguma experiência europeia ao serviço dos belgas do Antuérpia, cipriotas do AEL e, imagine-se, ingleses do Manchester City. Contudo, tanto nos arsenalistas como na época seguinte no Boavista, Hussain foi uma sombra da qualidade que lhe atribuíam, acabando por abandonar o futebol português sem honra nem glória e tão desconhecido como no dia em que se lembraram de o contratar para os bracarenses.

Ecos do seu talento valeram-lhe transferência para o Manchester City

Hussein Yasser El-Mohammadi Abdulrahman nasceu a 9 de Outubro de 1982 em Doha, Qatar, tendo iniciado a carreira no Al-Taawun do seu país natal, tendo depois transferido-se para outro clube qatari, o Al-Rayyan, antes de se mudar para a Bélgica em 2002/03.

Na Flandres, mais concretamente no Antuérpia, o médio-ofensivo árabe haveria de permanecer por duas temporadas, marcando apenas um golo em trinta jogos e abandonando o clube belga sem honra nem glória a caminho do futebol cipriota e do AEL.

No clube de Limassol, mais uma temporada sem grande brilho, pois fez apenas dezasseis jogos e um golo, antes de regressar ao Qatar para representar o Al-Sadd.

No clube qatari, voltou a recuperar a alegria de jogar futebol e as boas exibições, conseguindo, inclusivamente uma curta passagem pelo Manchester City, onde esteve poucos meses e onde apenas disputou um jogo da Taça da Liga diante do Doncaster Rovers.

Sem sucesso em Portugal

Após o regresso ao Qatar para o Al-Sadd e, posteriormente, o Al-Rayyan, o internacional pelo Qatar haveria de mudar-se surpreendentemente para Portugal e para o Sporting de Braga, clube que representou em 2006/07.

Nos arsenalistas, apesar de uma entrada surpreendente e coroada com um golo no 4-0 Hammarby em jogo da Taça UEFA, o médio-ofensivo haveria de fazer uma época pobre, terminando a campanha com apenas dez jogos e esse mesmo golo apontado ao conjunto sueco.

Em 2007/08, mudou-se do Minho para o Porto, transferindo-se para o Boavista. No clube axadrezado, o sucesso foi parecido com o obtido em Braga, ou seja, quase nulo, pois somou apenas 534 minutos de utilização e não marcou qualquer golo.

Esteve no Egipto antes do regresso à Bélgica

Depois dá má experiência portuguesa, o internacional pelo Qatar transferiu-se para o Egipto, tendo representado sem sucesso o Al-Ahly e com algum sucesso o Zamalek, clube onde foi muito elogiado pelo treinador Hossam Hassan e marcou oito golos em trinta e três jogos.

No Verão de 2011, iniciou uma guerra legal para abandonar o Zamalek e transferir-se para o futebol belga e para o Lierse. Aproveitando falhas nos pagamentos dos ordenados, o jogador conseguiu mesmo libertar-se do clube egípcio, tendo se estreado pelo Lierse a 22 de Outubro de 2011, surgindo como suplente utilizado num jogo diante do St. Truiden.

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Mahmoud a jogar pelo Iraque

Os bons avançados podem aparecer em qualquer lugar, sendo que, em algumas ocasiões, até surgem em locais em que, por ventura, nunca nos atreveríamos a procurar, como a antiga Mesopotâmia. Aí, mais concretamente no Iraque, nasceu um dos melhores avançados do futebol asiático. Um goleador rápido, tecnicista, que se desmarca com grande facilidade e que tem um pontapé capaz de derrubar um gigante. Perdido na Liga do Qatar, Younis Mahmoud é, aos 27 anos, um jogador suficientemente maduro e preparado para uma aventura europeia, desde que, obviamente, lhe dêem uma oportunidade.

Younis Mahmoud começou a sua carreira nas camadas jovens de clubes iraquianos como o Al-Dibs e Kirkuk FC, antes de, em 2001, com 18 anos, se estrear no futebol sénior ao serviço do Al-Talaba.

O impacto no futebol iraquiano e do Médio Oriente foi instantâneo e, assim, foi sem surpresa que rapidamente chegou à selecção do Iraque e, em 2003, teve a primeira experiência fora do seu país, quando esteve algum tempo no Al-Whada dos Emirados Árabes Unidos.

Depois de uma passagem rápida pelo clube árabe, Mahmoud assinou, em 2004, pelo Al-Khor do campeonato do Qatar, iniciando, aí, uma carreira de grande sucesso no futebol desse país árabe.

Entre 2004 e 2006, o internacional iraquiano fez 46 golos em 55 jogos e tornou-se, sem qualquer sombra de dúvida, na grande estrela do Al-Khor. Essas exibições chamaram à atenção do actual grande dominador da Liga do Qatar (Al-Gharafa) que o adquiriu em 2006, não se arrependendo da aquisição do jogador do Iraque.

Desde que chegou ao Al-Gharafa, onde tem a honra de jogar ao lado de Juninho Pernambucano, Mahmoud já conquistou três campeonatos do Qatar e, acima de tudo, em 106 jogos fez 84 golos, confirmando ser um avançado temível, que marca golos de qualquer maneira e que, ao mínimo espaço, é letal.

Neste momento, com 27 anos, percebe-se que o internacional iraquiano ainda podia evoluir mais se chegasse ao futebol do velho continente. Com um enorme talento, Younis Mahmoud seria uma excelente aquisição para qualquer clube médio no actual contexto do desporto rei europeu.

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Trata-se apenas da quarta presença do Japão num campeonato do mundo. Nas três anteriores, a equipa ficou pela fase de grupos em duas ocasiões (1998 e 2006) e chegou aos oitavos de final em 2002, ainda que, nessa ocasião, o factor casa foi crucial. Apesar de ser a quarta presença consecutiva da selecção nipónica no Mundial, faltam sinais de evolução à equipa do sol nascente. O Japão demonstra ser uma equipa que trata bem a bola, que tem um ou outro bom jogador, mas falta-lhe sempre algo para dar o passo para o nível seguinte. Este ano, na África do Sul, num grupo com Holanda, Dinamarca e Camarões, veremos se os japoneses dão o passo em frente, ou se, ao invés, veremos mais do mesmo, que é como quem diz, uma eliminação precoce na primeira fase.

A Qualificação

Os japoneses não tiveram dificuldades para se apurarem na zona asiática de apuramento para o Mundial 2010, todavia, fizeram-no sem grande brilho.

Na 3ª Fase, integrados no Grupo 2 com Bahrain, Omã e Tailândia, os nipónicos terminaram na primeira posição, mas sofreram uma derrota inesperada no Bahrain (0-1) e ainda empataram na deslocação a Omã (1-1). Ainda assim, os japoneses foram claramente superiores e venceram o grupo com três pontos de avanço sobre o Bahrain (2º).

Depois, na última fase, apesar de se terem apurado sem dificuldades, foram incapazes de vencer a Austrália (0-0 e 1-2) e ainda tiveram empates comprometedores em casa com selecções como a do Uzbequistão (1-1) e Qatar (1-1).

Ainda assim, o país do sol nascente terminou na segunda posição (última que dava acesso directo ao Mundial) com cinco pontos de vantagem sobre o Bahrain (3º).

3ª Fase: Grupo 2 – Classificação

  1. Japão 13 pts
  2. Bahrain 11 pts
  3. Omã 8 pts
  4. Tailândia 1 pt

4ª Fase: Grupo A – Classificação

  1. Austrália 20 pts
  2. Japão 15 pts
  3. Bahrain 10 pts
  4. Qatar 6 pts
  5. Uzbequistão 4 pts

O que vale a selecção nipónica?

A equipa japonesa é uma selecção de topo no panorama futebolístico da Ásia, ainda assim, em provas como o campeonato do mundo, denota alguma inexperiência e falta de talento para ombrear com as boas e, até, razoáveis selecções europeias e sul-americanas.

O país do sol nascente tem alguns talentos como o excelente lateral direito: Atsuto Uchida, o experiente médio: Shunsuke Nakamura ou os atacantes: Honda e Okazaki, mas, se pensarmos na equipa em termos globais, é provável que termine o seu grupo mundialista na última posição.

Não se pode dizer que a defesa não tenha qualidade, mas esta é composta na sua totalidade por jogadores que actuam na J-League e que têm pouca experiência na alta roda do futebol mundial. Ainda assim, temos de destacar o lateral direito Uchida. Um jogador de apenas 22 anos, muito rápido, excelente no capítulo do cruzamento e que ataca e defende com a mesma competência.

Depois, no meio campo, a equipa nipónica sobe tanto em termos de qualidade como de experiência internacional. Actuando com os quatro médios em linha, o Japão coloca Endo e Hasebe como duplo pivot. Endo é um jogador experiente, mais defensivo e excelente recuperador de bolas, enquanto Hasebe é polivalente e funciona como box to box. Por outro lado, nas alas, aparecem os dois Nakamura. Shunsuke, na direita, dispensa apresentações, pois trata-se de um criativo com experiência europeia (jogou no Reggina, Celtic e Espanhol), que vai procurar tanto a linha como as diagonais para o centro para criar desequilíbrios no um contra um. Kengo, por sua vez, actua na esquerda e é um atleta que é mais interior, fechando muito no centro do terreno. No banco, a equipa ainda conta com a qualidade do experiente Inamoto, um jogador talentoso e com anos de futebol europeu.

Por fim, no ataque, o Japão deve utilizar Honda como avançado de suporte. Trata-se de um jogador talentoso, muito veloz e tecnicista, que cria desequilíbrios e gosta de flectir para as alas, nomeadamente a esquerda, para compensar o facto de Kengo Nakamura ser um atleta mais interior. Depois, na frente de Keisuke Honda, surge o finalizador: Okazaki, um atleta frio, rápido e que marca muitos golos. O ataque também tem opções de qualidade no banco, sendo um bom exemplo: Okubo, outro avançado móvel e com experiência de futebol europeu.

O Onze Base

O Japão deverá apresentar uma espécie de 4-4-1-1 com Narazaki (Nagoya Grampus Eight) na baliza; Uma defesa com Nagamoto (FC Tokyo) a lateral esquerdo, Uchida (Kashima Antlers) a lateral direito e a dupla de centrais: Marcos Tanaka (Nagoya Grampus Eight) e Nakazawa (Yokohama Marinos); Depois, no meio campo, surge o duplo pivot: Endo (Gamba Osaka) e Hasebe (Wolfsburgo) e os alas: K. Nakamura (Kawasaki Frontale) e S. Nakamura (Yokohama Marinos); Por fim, no ataque, Honda (CSKA Moscovo) será o atacante mais móvel e jogará nas costas do ponta de lança: Okazaki (Shimizu S-Pulse).

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

A equipa nipónica não parece apresentar condições suficientes para se apurar para a próxima fase, pois, na sua globalidade, é inferior à Holanda e, até, à Dinamarca. Ainda assim, diante dos Camarões, poderá ser capaz de surpreender, pois a equipa africana é capaz do oito e do oitenta e se, no Mundial, apresentar a sua pior face, os nipónicos podem aproveitar para se superiorizarem.

Em suma, no Grupo E, tanto o quarto como o terceiro lugar serão lugares naturais, mas um segundo lugar terá de ser sempre encarado como uma grande surpresa e um grande feito da equipa do seleccionador: Takeshi Okada.

Calendário – Grupo E (Mundial 2010)

  • 14 de Junho: Japão vs Camarões
  • 19 de Junho: Japão vs Holanda
  • 24 de Junho: Japão vs Dinamarca

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Esta é apenas a terceira participação da Austrália num campeonato do mundo, todavia, a evolução dos “cangurus” é impressionante. O percurso no Mundial 2006 foi brilhante e passou pela eliminação do Japão e da Croácia. Nessa competição, a equipa australiana apenas caiu nos oitavos de final aos pés da Itália (0-1) e o golo que lhes custou a eliminação só surgiu nos descontos, através de um penalti muito duvidoso. Agora, quatro anos mais tarde e beneficiando da mudança da Confederação da Oceania para a Confederação Asiática (situação que em muito melhorou a sua competitividade), os cangurus prentendem, pelo menos, fazer uma campanha igual à do campeonato do mundo anterior. Veremos se Gana, Sérvia e Alemanha estão pelos ajustes.

A Qualificação

Na 3ª Fase de apuramento, sabendo que se apuravam duas equipas, os australianos relaxaram um pouco e acabaram por terminar o agrupamento com duas derrotas. Mesmo assim, num grupo forte com Qatar, Iraque e China, terminaram no primeiro posto com os mesmos pontos do segundo classificado: Qatar.

No entanto, a participação na 4ª e última fase de apuramento foi impressionante. Diante de Japão, Bahrain, Qatar e Uzbequistão, os cangurus venceram seis jogos, empataram dois e não perderam nenhum, terminando na primeira posição com mais cinco pontos que a selecção nipónica.

Nesta campanha, destaque para a vitória caseira diante do Japão (2-1) e das duas vitórias diante da complicada selecção do Bahrain (1-0 e 2-0), que, lembre-se, eliminou a Arábia Saudita de José Peseiro.

Em suma, tratou-se de uma excelente caminhada que só poderia terminar com o apuramento australiano para o campeonato do mundo de futebol.

3ª Fase: Grupo 1 – Classificação

  1. Austrália 10 pts
  2. Qatar 10 pts
  3. Iraque 7 pts
  4. China 6 pts

4ª Fase: Grupo A – Classificação

  1. Austrália 20 pts
  2. Japão 15 pts 
  3. Bahrain 10 pts
  4. Qatar 6 pts
  5. Uzbequistão 4 pts

O que vale a selecção australiana?

Apesar da selecção australiana vir do outro lado do mundo, trata-se de uma equipa de perfil europeu, pois quase todos os seus jogadores actuam em clubes do velho continente. A equipa de Phil Verbeek, apesar de calculista e de privilegiar o colectivo, tem  também excelentes valores individuais como Kewell e Cahill e deverá disputar o segundo lugar do Grupo D com Gana e Sérvia.

Actuando em 4-4-2 clássico, a Austrália apresenta um esquema defensivo composto por um guarda-redes muito seguro (Schwarzer), dois laterais muito ofensivos (Chipperfield e Emerton) e, depois, no centro da defesa, um duo experiente: Moore e Lucas Neill, sendo que Rhys Williams, central do Middlesbrough, também é uma excelente opção.

No meio campo, Jason Culina é um médio defensivo que não se limita a destruir jogo, pois é muito bom no passe curto e combina muito bem com o box to box e grande estrela da equipa: Tim Cahill. Ao médio do Everton cabe a exigente tarefa de construção de jogo ofensivo dos “socceroos”, mas, também, de ajudar Culina nas tarefas defensivas. Depois, nas alas, encontramos Bresciano (à esquerda) e Wilkshire (à direita). Dois atletas que atacam bem, mas que também são seguros a defender, dando muita consistência táctica à equipa australiana.

Por fim, o ataque está entregue a Holman e Kewell. Nenhum deles é um ponta de lança puro, pois ambos são jogadores muito móveis que gostam de cair para as linhas e confundir as marcações. Apesar de nenhum ser um verdadeiro goleador, poderão criar muitos problemas às defesas contrárias, nomeadamente, Kewell, um jogador de grande qualidade técnica, fortíssimo no um contra um e que costuma ser letal na finalização. No caso de Phil Verbeek querer dar mais poder de fogo aos cangurus, basta retirar Holman, recuar um pouco Kewell e lançar, como ponta de lança fixo, o atacante do Nagoya: Kennedy.

Uma equipa muito homogénea e de boa qualidade que pode surpreender por terras sul-africanas.

O Onze Base

Temos muitas dúvidas se o seleccionador Verbeek vai optar por Holden ou Kennedy, mas, se optar pelo atacante mais móvel, o onze deverá ser Schwarzer (Fulham) na baliza; Chipperfield (Basileia), a defesa-esquerdo, Emerton (Blackburn), à defesa direito e Moore (Kavala) e Neill (Galatasaray) como centrais; Depois, no meio campo, Culina (Gold Coast) a trinco, Cahill (Everton), a médio centro, e Bresciano (Palermo) e Wilkshire (Dínamo Moscovo) como alas; Por fim, no ataque, dois atacantes plenos de mobilidade: Kewell (Galatasaray) e Holman (AZ).

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

O grupo dos australianos não é nada fácil, todavia, se não parecem ter condições de disputar o primeiro lugar com os alemães, aparentam ter as mesmas hipóteses de sérvios e ganeses na luta pelo segundo lugar. Aliás, se os cangurus continuarem a demonstrar a grande consistência táctica que têm apresentado até aqui, poderão, inclusivamente, ter alguma vantagem na luta pelo último posto de apuramento para os oitavos de final.

 Calendário – Grupo D (Mundial 2010)

  • 13 de Junho: Austrália vs Alemanha
  • 19 de Junho: Austrália vs Gana
  • 23 de Junho: Austrália vs Sérvia

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