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Posts Tagged ‘Sporting B’

Riquicho tem evoluído bastante

Riquicho tem evoluído bastante

Um dos jogadores que mais tem progredido nos últimos tempos é o jovem lateral-direito do Sporting, Mauro Alves Riquicho, futebolista que tem sido titularíssimo na selecção nacional de sub-20 no Mundial que agora se vai disputando na Nova Zelândia.

Trata-se de um atleta nascido a 7 de Abril de 1995 em Cascais e que começou a sua carreira no Fontainhas, ainda que, logo em 2007/08, tenha rumado ao Sporting, clube que representa desde o escalão de infantil.

Ao nível sénior, estreou-se logo em 2012/13, com apenas 17 anos, na equipa do Sporting B, sendo que desde essa data já soma 56 jogos (um golo) na Segunda Liga.

Uma força da natureza

Mauro Riquicho é um lateral-direito que se destaca por ser uma verdadeira força da natureza, apresentando um pulmão inesgotável e mostrando-se fortíssimo nos duelos individuais e na capacidade de fazer todo o flanco.

Veloz e com uma razoável técnica individual, consegue ser competente no processo ofensivo, aspecto em que tem evoluído bastante, ainda que se destaque igualmente no capítulo defensivo, pela sua excelente capacidade de recuperação e de desarme.

Aos 20 anos, terá ainda aspectos para evoluir, nomeadamente ao nível do posicionamento e, também, na excessiva agressividade com que por vezes aborda alguns lances, mas, atendendo à (rápida) evolução recente, não duvido que essas lacunas serão igualmente corrigidas a breve trecho.

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O triunvirato leonino: Virgílio, Bruno de Carvalho e Inácio

O triunvirato leonino: Virgílio, Bruno de Carvalho e Inácio

Durante anos pesou na cabeça do Sporting os 12-1 com o Bayern de Munique, algo que acabou por marcar indubitavelmente a passagem de Paulo Bento por Alvalade e iniciar a sua queda, concretizada a meio da época seguinte.

Esse resultado, lembre-se, também traduziu-se num fim de um ciclo, em que o Sporting pouco ganhou, é certo, mas teve o condão de assegurar algumas taças e supertaças, além de disputar alguns campeonatos taco a taco com os seus rivais.

Posteriormente, a queda foi abrupta, num ciclo desastroso que teve com ponto mais baixo o sétimo lugar de 2012/13. Ainda assim, há que lembrar que, entre 2009/10 e 2012/13, o Sporting apenas esteve no pódio por uma vez. Algo que deveria levar a uma imediata e profunda reflexão.

É certo que, com Bruno de Carvalho, o crescimento desportivo ao nível da equipa sénior foi imediato e ficou à vista de toda a gente, fruto de um segundo lugar numa Liga sempre bem disputada pelo Sporting e, há que dizê-lo, com meios incomparavelmente inferiores aos seus principais rivais.

Esse paradigma, aliás, repete-se este ano, onde a equipa tardou um pouco a interpretar as ideias mais ofensivas de Marco Silva, mas onde rapidamente voltou ao caminho do sucesso, bem sublinhado pelo facto dos leões serem, neste momento, a única equipa portuguesa em quatro frentes (vá, três e meia, tendo em conta a postura na Taça da Liga).

Mas, se a política financeira e desportiva (ao nível da equipa principal) merece o nosso aplauso, há que rapidamente centrar atenções no que se está a fazer daí para abaixo e que merece uma profunda reflexão e mudanças rápidas.

O Sporting B, por exemplo, recheado de talentos e tendo muitas vezes ao seu dispor reforços da equipa principal, como Gauld (curiosamente o mais caro de todos), tem revelado um futebol pobre, inconsequente e totalmente descaracterizado daquilo que é a ideologia de jogo da equipa principal.

É um Sporting medroso, encolhido e que muitas vezes parece limitar o talento disponível, algo que se torna mais acentuado por algumas decisões muito duvidosas na construção do onze e que podem ser coladas tanto a Francisco Barão como a João de Deus. Classificação: 13.º lugar a cinco pontos da linha de água.

Quanto aos juniores, não gosto muito de me apoiar exclusivamente na teoria da geração fraca. Conheço muitos dos miúdos que vão evoluindo agora ao comando de Luís Boa Morte e sei do seu valor e tenho a certeza que não se coaduna com o 11-0 que levaram em dois jogos com o Chelsea.

Olhe-se, ao invés, para o facto de muitos jogadores entretanto contratados (e foram imensos) terem falhado na lógica de serem mais-valias e traduzirem-se, acima de tudo, em jogadores que acabaram por empurrar para baixo o valor global da equipa. José Lima está longe de ser o culpado, até porque o seu currículo e percurso não pode sequer ser comparado ao de Luís Boa Morte.

Mais abaixo, os juvenis, correm mesmo o risco de não se apurarem para a fase final da competição, algo de que não tenho memória de ter sucedido. Aqui, porém, é natural a queda de qualidade perante as saídas de jogadores como Moreto Cassamá, Idrisa Sambú, Tiago Dias ou Gonçalo Agrelos, tudo futebolistas importantíssimos na conquista do Nacional de Iniciados em 2012/13.

Espero, sinceramente, que este 11-0 diante do Chelsea, que é representativo do fracasso que foi esta presença do Sporting na UEFA Youth League, sirva, em definitivo, para um fim de ciclo, tal como sucedeu com o 12-1 do Bayern com a equipa sénior em 2009. Neste caso, obviamente, com resultados melhores e mais imediatos, algo que não me parece complicado, tal o estado quase caótico a que assistimos.

É preciso toda uma mudança que abranja a estrutura leonina desde a equipa B aos mais baixos escalões de formação, com as equipas a libertarem-se rapidamente dos excedentes, ou seja, daqueles jogadores que apenas estão a tapar espaço ao crescimento dos talentos que, estou certo, ainda proliferam em Alcochete.

É necessário directores mais experientes, profundamente dentro do meio “futebol de formação” e, acima de tudo, com melhor trato com os míudos, isto num cenário que se deve alargar a muitos dos treinadores, onde os mais competentes parecem condenados a não subirem escalões e os novatos parecem ter um direito divino a começarem logo pelo topo.

É preciso ter outra atenção recrutamento, nomeadamente o nacional, até porque ainda está para vir o jovem jogador que o Sporting recrutou no estrangeiro (deixemos os PALOP de parte) e saltou directamente da formação para a equipa principal e impôs-se.

É, afinal, urgente agir, ou o pomposo título de “clube com a melhor formação” será cada vez mais um mito.

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Victor Golas é o titular da equipa b leonina

No Sporting B actua um guarda-redes muito promissor e que pode ter um futuro risonho no seio do futebol português: o brasileiro Victor Golas.

Victor Hugo Mateus Golas nasceu a 27 de Dezembro de 1990 em Arapongas, Brasil, tendo se transferido para o Sporting em 2007, oriundo do América de São Paulo. Nos leões, finalizou as etapas do futebol de formação, tendo se estreado no futebol sénior em 2009/10, no Real Massamá, clube onde efectuou 5 jogos oficiais.

Em 2010/11, o guarda-redes brasileiro foi cedido ao Boavista e, no clube nortenho, foi uma das figura das equipas, somando 26 jogos. Posteriormente, na época transacta, o jogador esteve cedido ao Penafiel da Liga de Honra, tendo feito 24 jogos pelo conjunto penafidelense.

Nesta temporada de 2012/13, em mais uma etapa da sua evolução futebolística, Vítor Golas irá ser o guarda-redes principal do Sporting B, sendo, ao mesmo tempo, terceira opção para a principal baliza leonina.

Como joga?

Vítor Golas é um guarda-redes alto e forte, que se destaca pela segurança que demonstra entre os postes, sendo muito forte tanto pelo ar como junto à relva. Efectivo nos cruzamentos e nas saídas aos adversários, o brasileiro também tem bom jogo de pés, sendo usual que lance rapidamente os contra-ataques da sua equipa com pontapés com conta peso e medida.

Por vezes ainda tem algumas falhas graves, abordando mal alguns lances que acabam por resultar nos vulgares “frangos”, contudo, isso são situações normais em guarda-redes jovens.

Apesar de ter apenas 21 anos, o jovem brasileiro também revela grande maturidade e está a ser lapidado por José Dominguez (e antes também por Oceano), sendo titular absoluto da equipa B verde-e-branca.

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Danny é um produto do Marítimo B

Esta temporada de 2012/13 marcará o regresso em força de um projecto que foi iniciado há mais de dez anos, mas que acabou por redundar num fracasso (quase) total: as equipas B. De facto, no passado, Benfica, FC Porto, Sporting, Sp. Braga e Marítimo, entre outros casos menos emblemáticos, surgiram na II Divisão B com equipas secundárias que, invariavelmente, foram se extinguido por força de maus resultados que as relegavam para a III Divisão, ou por simples desinteresse na continuidade de projectos que não estavam a trazer mais-valias futuras para a equipa principal. Ainda assim, no meio do insucesso quase total, existe um caso de sucesso. Um clube que nunca abdicou da sua equipa B e que, neste momento, colhe os frutos dessa aposta, o Club Sport Marítimo.

Pepe começou no Marítimo B

Danny e Pepe foram os primeiros casos de sucesso absoluto

Quando a equipa B do Marítimo foi criada em 1999/00, o objectivo era formar jogadores com capacidade para serem elementos de qualidade para a equipa principal e pode-se dizer que os mais emblemáticos surgiram logo nas primeiras temporadas.

De facto, Danny e Pepe foram dos primeiros elementos a conseguirem criar um impacto que os levou a abandonar rapidamente o Marítimo B e a saltarem para a equipa principal verde-rubra, sendo que, posteriormente, o salto do Marítimo para um clube de maiores dimensões não tardou, com Danny a mudar-se para Alvalade e Pepe para o Dragão.

Ainda assim, nessa fase embrionária da equipa B madeirense, estes não foram os únicos exemplos de sucesso, sendo que futebolistas como Luís Olim ou Briguel também começaram por despontar no Marítimo B e, neste momento, ainda se encontram no plantel principal dos verde-rubros.

Fidélis marcou o primeiro golo do Marítimo em 2012/13

Sucesso recente é ainda mais acentuado

Depois de uma fase em que o sucesso foi mais limitado, mas em que ainda se verificavam casos de elementos que, na chegada ao Marítimo, alternavam entre a equipa principal e a B para uma evolução mais sustentada das suas capacidades como são os casos de Evaldo ou Olberdam, o Marítimo voltou a colher frutos da sua equipa secundária nos tempos mais recentes.

Djalma e Marcelo Boeck, agora a representarem FC Porto e Sporting, respectivamente, são outros exemplos de sucesso, mas que dizer da equipa madeirense que defrontou recentemente o Asteras Tripolis em jogo da Liga Europa? Nesse onze, actuaram Briguel, João Guilherme, Ruben Ferreira, João Luiz, Heldon, Sami e Fidélis, ou seja, sete jogadores com passagens fortes pela equipa B, sendo que Danilo Dias, ainda que por pouco tempo, também passou por essa equipa secundária madeirense.

Obviamente, que a crise financeira que grassa entre os clubes portugueses e que também afecta o Marítimo, ajuda a esta aposta na equipa secundária, todavia, não explica todo o sucesso apresentado pelos madeirenses, que, lembre-se, têm feito excelentes campeonatos nos últimos anos, garantindo apuramentos europeus com regularidade.

Assim sendo, estes resultados positivos só podem funcionar como motivação e um caminho a seguir por Benfica, FC Porto, Sporting, Braga e V. Guimarães, que, lembre-se reactivaram ou criaram as suas equipas B e, inclusivamente, têm a sorte de (re)começar o projecto nos campeonatos profissionais.

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Beto volta a uma grande competição

Depois da surpreendente chamada ao Mundial 2010, Beto volta a fazer parte dos convocados para uma grande competição internacional de selecções, juntando-se a Rui Patrício e Eduardo como opção para a baliza portuguesa. Desta feita, porém, a sua chamada é menos polémica que a do mundial sul-africano, pois Beto actuou com regularidade nos romenos do Cluj, tendo, inclusivamente, mais legitimidade de estar no lote que Eduardo, guarda-redes que pouco jogou na Luz. Ainda assim, mais que o bom balneário, poucas poderá fazer Beto, pois as perspectivas de utilização da terceira escolha de Paulo Bento para a baliza são extremamente reduzidas.

Percurso desportivo

António Alberto Bastos Pimparel “Beto” nasceu a 1 de Maio de 1982 em Lisboa e é um produto das escolas do Sporting, ainda que, como sénior, só tenha jogado pela equipa B em 2000/01, 2001/02 e 2003/04, contando-se, também, um empréstimo ao Casa Pia, pelo meio, em 2002/03.

Em 2004/05, transferiu-se definitivamente para o Chaves, clube onde não jogou, tendo mudado de ares novamente na época seguinte, onde, ao serviço do Marco, foi mais feliz, pois efectuou 27 partidas oficiais.

Em 2006/07, transferiu-se para o Leixões, iniciando um percurso de três temporadas que lhe garantiu a subida ao primeiro escalão na primeira e boas temporadas nas duas seguintes na Primeira Liga. Nesses três anos em que esteve em Matosinhos, Beto efectuou 94 jogos, tendo apenas falhado seis jogos oficiais do Leixões.

Essas boas exibições no clube de Matosinhos valeram-lhe a transferência para o FC Porto, clube onde, em duas épocas, mostrou competência mas nunca conseguiu ganhar o lugar ao titularíssimo Helton. Assim sendo, nesta temporada que agora termina, Beto acabou emprestado ao Cluj, clube onde foi utilizado com regularidade e onde se sagrou campeão romeno.

Qualidades e Lacunas

Com apenas 1,80 metros, o jogo aéreo não é claramente o forte de Beto, jogador que falha com preocupante frequência nos cruzamentos para a área.

Ainda assim, o guarda-redes formado no Sporting tem inúmeras qualidades, que passam pela elasticidade, boa capacidade de resposta, excelentes reflexos e um posicionamento bastante interessante entre os postes.

Como tal, no seu global, Beto é um guarda-redes frio e eficaz, que, tirando a lacuna supra-citada do jogo aéreo, é bastante competente no desempenho das suas funções.

Para além disso, é um elemento que costuma fazer bom balneário e, isso, num jogador que muito dificilmente actuará no Euro 2012, é fundamental.

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Betinho é um goleador

Na equipa de juniores do Sporting, actua um ponta de lança finalizador que, por certo, será um das figuras da futura equipa B verde-e-branca: Betinho.

Nascido a 21 de Julho de 1993 em Santa Maria de Lamas, Alberto Alves Coelho “Betinho” iniciou a sua carreira nas escolinhas do União de Lamas, tendo transitado para o Sporting na época 2004/05. Encontrando-se nos leões até hoje, o ponta de lança já marcou cerca de 230 golos só em partidas do campeonato nacional, destacando-se o facto de, esta temporada, ter apontado seis golos em sete jogos disputados pelos verde-e-brancos na NextGen Series, espécie de Liga dos Campeões do futebol júnior.

Avançado rápido, móvel e um finalizador nato

Betinho é um avançado de estatura média, mas com forte presença na área, pois demonstra boa resistência ao choque. Rápido e muito móvel, o internacional sub-19 é um jogador que se desmarca com facilidade, jogando muito bem no limiar do fora de jogo e aparecendo muitas vezes isolado em zona de tiro.

Letal em termos de finalização, o avançado-centro é bom com os pés e com a cabeça e não sendo um prodígio em termos técnicos, compensa esse factor com uma frieza e eficácia no momento do remate bastante assinaláveis.

Neste momento, com 18 anos, trata-se de uma pérola que o Sporting deverá saber fazer crescer, protegendo-o do assédio precoce de grandes emblemas internacionais.

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João Paiva foi uma promessa leonina

Há uns dez anos falava-se dele como o futuro ponta de lança do Sporting e da selecção nacional, um jogador que tinha o “toque de midas” ainda que, ao invés de transformar o que tocava em ouro, limitava-se a transformar tudo o que era esférico a ele endossado em mais um golo. Marcando incontáveis tentos ao longo das camadas jovens verde e brancas, suplantou Vargas como o melhor marcador de sempre das estruturas de base dos leões, mas, na transição para o futebol sénior, acabou por ter um conflito com a estrutura directiva do Sporting, acabando por sair, primeiro para outros clubes portugueses, depois para Chipre (onde teve muito sucesso) e encontrando-se, neste momento, a brilhar nos relvados suíços ao serviço do Lucerna. Eis João Paiva, a prova que também existem goleadores portugueses.

Nascido a 8 de Fevereiro de 1983, João Paiva fez todo o seu percurso referente ao futebol juvenil no Sporting, marcando sempre uma enorme quantidade de golos nos campeonatos nacionais e sendo claramente uma das grandes promessas das camadas jovens verde e brancas.

Em 2001, os leões integraram o jogador na equipa B do Sporting e João Paiva voltou a mostrar dotes de goleador, marcando 20 golos em duas temporadas e amadurecendo o suficiente para chegar à equipa principal dos leões. Todavia, nessa época, surgiram rumores de incompatibilidades entre o atacante e a estrutura directiva do Sporting que acusava João Paiva de pedir 75000 euros para renovar e de exigir a titularidade na equipa principal dos leões. Exigências que o internacional jovem sempre negou ter feito.

Assim sendo, no verão de 2003, João Paiva trocou os leões pelo Marítimo, onde não foi feliz, limitando-se a jogar pela equipa B dos madeirenses, trocando, na época seguinte, os verde-rubros pelo Sp. Espinho, onde, voltou a não encontrar o caminho do sucesso. Nesta fase, pensou-se que seria mais um talento que se iria perder, todavia, João Paiva, ao emigrar, redescobriu o golo.

No Apollon Limassol cipriota, para onde se transferiu em 2005, fez 16 golos em 54 jogos e mostrou-se um avançado móvel e altruísta que aliava a capacidade finalizadora à capacidade desequilibradora, o que o tornou num ídolo para os adeptos locais que ainda o vêem como um Deus.

Esse sucesso no Apollon levou-o a transferir-se, em 2008, para o AEK Larnaca, também de Chipre, mas, aí, problemas com ordenados em atraso, levaram-no a jogar pouco tempo nesse clube e a transferir-se, nesse mesmo ano, para o Lucerna, da Suíça, onde joga até hoje.

No clube helvético, já soma 16 golos em 54 jogos, sendo que, esta temporada, fez quatro golos em seis partidas ajudando o Lucerna a chegar ao primeiro lugar do campeonato suíço. Neste momento, com 27 anos, continua à espera de uma oportunidade na equipa nacional portuguesa sendo que, a possibilidade de ser campeão da Suíça com o Lucerna, pode abrir-lhe essa porta.

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