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Aos 17 anos, Ould Chikh já actua nos seniores do Twente

Com 17 anos, Ould-Chikh já actua nos seniores do Twente

Um dos mais promissores extremos da Eredivisie holandesa é Bilal Ould-Chikh, jovem de apenas 17 anos que vai evoluindo no Twente e que hoje foi colocado na rota de FC Porto e Benfica pelo site “goal.com”.

Apesar de ter ascendência marroquina, o futebolista já nasceu na Holanda, em Roosendaal, a 28 de Julho de 1997, sendo inclusivamente internacional holandês nos escalões de sub-15, sub-17 e sub-19.

Estreou-se profissionalmente aos 16 anos

Verdadeiro prodígio do futebol “laranja”, Bilal Ould-Chikh estreou-se no futebol sénior a 3 de Maio de 2014, numa igualdade entre o Twente e o Zwolle (2-2), isto numa altura em que contava apenas com 16 anos de idade.

Já na actual campanha, com 17 anos, o internacional sub-19 holandês ganhou mesmo algum espaço entre a principal equipa do Twente, somando neste momento 19 jogos e um golo pelo emblema de Enschede.

Potencial gigantesco

Bilal Ould-Chikh é um extremo que pode actuar em qualquer um dos flancos, ainda que seja preferível que seja colocado no lado direito do ataque, uma vez que se trata de um futebolista esquerdino, mas que privilegia bastante os movimentos interiores na procura de zonas centrais.

Como principais pontos fortes do jovem holandês podemos destacar a sua velocidade, explosão, técnica individual, meia-distância e capacidade de drible, características que fazem de Ould-Chikh um jogador fortíssimo em lances de um contra um e com potencial para ser um extremo de classe mundial.

Para ter condições de atingir esse patamar, ainda assim, existem naturalmente aspectos em que terá de evoluir, nomeadamente ao nível da tomada de decisão, que nem sempre é a mais acertada, assim como no posicionamento e na excessiva confiança com que aborda alguns lances.

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Ola John é uma aposta forte do clube encarnado

Um dos reforços mais emblemáticos do Benfica para 2012/13 é um extremo internacional holandês, que, todavia, ainda não conseguiu comprovar toda a qualidade que levou os encarnados a investirem 9,5 milhões de euros no seu passe: Ola John.

Ola John nasceu a 19 de Maio de 1992 em Zwedru, Libéria, tendo ido, contudo, para a Holanda com apenas dois anos de idade. Nos Países Baixos, estreou-se nas camadas jovens do modesto DES Nijverdal, tendo, posteriormente, chegado ao FC Twente em 2002.

No clube de Enschede haveria de finalizar as etapas de formação, tendo, depois, entrado para a equipa principal em 2010/11. Nessa temporada, o extremo-esquerdo apenas realizou 19 jogos (1 golo), todavia, na última temporada, já foi peça fundamental do FC Twente, tendo marcado 9 golos em 50 jogos realizados.

Como joga?

O jovem extremo de origem liberiana assenta o seu jogo na sua grande velocidade e boa técnica individual, características que lhe permitem serpentear pelos defesas contrários com grande facilidade e criar inúmeros desequilíbrios.

Habituado a jogar colado ao flanco esquerdo, o holandês é muito forte a ganhar a linha e, depois, cruza com critério para a área adversária, sendo especialmente letal se tiver na sua equipa um bom finalizador de cabeça.

Como ponto mais fraco do extremo, surge, claramente, o facto de ainda não ser muito inteligente em termos tácticos, situação que o leva a por vezes não surgir no sítio onde devia aparecer, criando desequilíbrios defensivos e ofensivos.

Ainda assim, neste momento, com apenas 20 anos, é um jogador que ainda pode crescer imenso e tornar-se num dos grandes nomes do actual futebol holandês e europeu.

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Onyewu é poderoso fisicamente

Um dos novos reforços do Sporting Clube de Portugal é um gigante norte-americano de 29 anos que chegou para ajudar a suprimir as dificuldades verde-e-brancas no jogo aéreo: Onyewu.

Nascido a 13 de Maio de 1982 em Clemson, Estados Unidos, Oguchialu Chijioke Lambu Onyewu iniciou a sua carreira profissional nos franceses do Metz em 2002/02, ainda que só tenha se assumido como titular numa equipa sénior na temporada seguinte, na Bélgica, ao serviço do La Louvière (24 jogos, 1 golo).

Cinco épocas no Standard de Liège

Nas cinco temporadas seguintes, o internacional norte-americano haveria de vestir a camisola do clube mais emblemático da Valónia, o Standard de Liège, num percurso que o levou a fazer 139 jogos (11 golos) ao serviço do clube belga e que apenas foi interrompido na segunda metade de 2006/07, quando esteve emprestado ao Newcastle United (11 jogos).

No seu percurso na Bélgica, ajudou o clube a conquistar dois campeonatos e assumiu-se como o patrão do sector recuado do Standard, conseguindo, no defeso de 2009/10, uma natural transferência para um clube mais emblemático do futebol europeu, o AC Milan.

Sem sorte em Milão

Porém, a passagem de “Oguchi” (alcunha do jogar norte-americano) pelo Milan não foi famosa. Ao longo das duas últimas temporadas, o internacional pelos Estados Unidos pouco ou nada jogou na equipa italiana, devido a uma lesão no joelho.

Como tal, a meio da época transacta, o defesa-central foi emprestado aos holandeses do Twente, onde terminou a temporada fazendo oito jogos e ajudando o clube de Enschede a vencer a Taça da Holanda.

Defesa-central de grande poderio físico

“Oguchi” Onyewu é um gigante de 1,96 metros e 95 quilos, que é poderosíssimo no jogo aéreo, muito forte físicamente e tem um bom tempo de desarme, tornando-se facilmente num patrão do sector recuado.

Não sendo propriamente rápido, o defesa-central também não é lentíssimo, ainda que precise de estar a 100% para que não transpareçam dificuldades nesse aspecto específico do jogo. Na minha opinião, é aconselhável que actue ao lado de um central mais rápido como é o caso no Sporting do peruano Rodríguez.

Inteligente no posicionamento, é algo agressivo na abordagem aos lances, tendo que ter dificuldade nesse campo em Portugal, pois é usual apitar-se em demasia na nossa liga.

Apesar das muitas críticas que tem sofrido, estou crente que poderá ser um bom reforço para o Sporting, logo que atinja o seu pico de forma física e entrosamento total com a equipa verde-e-branca.

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Os helvéticos já participaram em oito campeonatos do mundo, todavia, nunca passaram dos quartos de final e, a última vez que alcançaram essa fase da prova, foi há 56 anos (1954). Nas últimas duas participações (1994 e 2006), a selecção suíça cumpriu com os serviços mínimos, passando a fase de grupos e caindo, logo a seguir, nos oitavos de final. Agora, na África do Sul, com uma selecção mediana e num agrupamento com espanhóis, chilenos e hondurenhos, a dúvida é se conseguem voltar a cumprir os serviços mínimos (oitavos de final), ou se, ao invés, não passam da primeira fase da prova.

A Qualificação

Inseridos num grupo acessível com Grécia, Letónia, Israel, Luxemburgo e Moldávia, os suíços começaram muito mal a fase de apuramento com um empate em Israel (2-2) e, bem pior, com uma derrota caseira com o Luxemburgo (1-2).

Temeu-se o pior, mas os helvéticos, até final da fase de qualificação, estiveram bem melhor e apenas concederam dois empates (Letónia, fora, 2-2 e Israel, casa, 0-0), vencendo todas as restantes partidas.

Nesse percurso vitorioso, temos de destacar a dupla vitória diante da selecção helénica (2-0 e 2-1), decisiva para alcançarem o primeiro lugar do Grupo 2 e consequente apuramento directo para o Mundial sul-africano.

Grupo 2 – Classificação

  1. Suíça 21 pts
  2. Grécia 20 pts
  3. Letónia 17 pts
  4. Israel 16 pts
  5. Luxemburgo 5 pts
  6. Moldávia 3 pts

O que vale a selecção helvética?

A equipa suíça vale, essencialmente, por ter um colectivo forte e, acima de tudo, muito experiente. Sem grandes estrelas, os helvéticos colocam todas as suas fichas na boa organização táctica e na eficácia.

O sector mais recuado da equipa de Ottmar Hitzfeld é composto por um grande guarda-redes, bem conhecido dos portugueses (Diego Benaglio) e por um quarteto defensivo muito sólido e seguro. Nessa defesa, a dupla de centrais será formada por Senderos e Grichting, dois jogadores que se completam, pois o jogador do Auxerre é muito forte pelo chão e o antigo defesa do Arsenal é poderoso no jogo aéreo. Por outro lado, nas laterais, deverão aparecer Zygler (à esquerda) e Lichtsteiner (à direita), dois defesas que correm o campo todo, defendendo e atacando com a mesma competência.

Depois, num meio campo típico do 4-4-2 clássico, deverão jogar Huggel e Inler como duplo pivot. Neste esquema, Huggel será um trinco puro, muito forte fisicamente e com a capacidade de encostar aos centrais sempre que necessário, enquanto Inler será um box to box, muito criativo, que sabe aparecer com perigo nas zonas mais adiantadas do terreno. Por outro lado, nas alas, deverão jogar Barnetta (à esquerda) e Padalino (à direita), dois jogadores criativos (principalmente Barnetta), mas que sabem defender, dando, assim, muita consistência à equipa helvética.

Por fim, no ataque, deverão jogar os veteranos: Nkufo e Frei. Tratam-se dois elementos bem diferentes, pois Nkufo é um avançado muito forte fisicamente, que desgasta muito os defesas e serve de elemento de referência ofensiva, enquanto Frei, é mais leve e móvel, ainda que se trata de um finalizador nato, que raramente falha no momento de definição. Ainda assim, se Hitzfeld pretender um ataque com dois elementos móveis, pode sempre abdicar de Nkufo e lançar o também veterano jogador do Lucerna: Hakan Yakin.

O Onze Base

A equipa helvética deve apresentar um 4-4-2 clássico com Diego Benaglio (Wolfsburgo) na baliza; Zygler (Sampdória), Senderos (Everton), Grichting (Auxerre) e Lichtsteiner (Lázio) na defesa; Barnetta (Leverkusen), Huggel (Basileia), Inler (Udinese) e Padalino (Sampdória) no meio campo; Nkufo (Twente) e Frei (Basileia) no ataque.

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

Num grupo com Espanha, Chile e Honduras, o primeiro lugar estará, desde logo, totalmente de parte, pois salvo um escândalo, esse irá pertencer à pátria de Cervantes. Assim sendo, tendo em conta que as Honduras deverão ficar na última posição, caberá aos suíços disputar o segundo lugar com os chilenos, num duelo que se advinha muito equilibrado e intenso.

Calendário – Grupo H (Mundial 2010)

  • 16 de Junho: Suíça vs Espanha
  • 21 de Junho: Suíça vs Chile
  • 25 de Junho: Suíça vs Honduras

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A Eslováquia estreia-se num campeonato do mundo, ainda que possa sempre fazer referência às oito presenças mundialistas da Checoslováquia. Com uma equipa jovem e com muito talento, os eslovacos surpreenderam na fase de apuramento ao deixarem para trás selecções do gabarito da República Checa e Polónia, vencendo o grupo e conseguindo o apuramento directo para a África do Sul. Veremos, agora, se atletas como Hamsik, Stoch ou Sestak continuam a brilhar e ajudam a Eslováquia a ultrapassar Itália, Paraguai e Nova Zelândia, apurando-a para os oitavos de final do campeonato do mundo de futebol.

A Qualificação

Integrada no Grupo 3 da zona europeia de qualificação com Eslovénia, Rep. Checa, Irlanda do Norte, Polónia e São Marino, não se previa uma tarefa nada fácil para os eslovacos.

Contudo, a equipa eslovaca surpreendeu tudo e todos e venceu o agrupamento com sete vitórias, um empate (Rep. Checa, casa, 2-2) e duas derrotas (Eslovénia 0-2 e 1-2).

Apesar das duas derrotas com a Eslovénia, a Eslováquia fez um excelente apuramento e bons exemplos são as vitórias na Rep. Checa (2-1), Irl. Norte (2-0) e, principalmente, na Polónia (1-0), que foi o último jogo e o que significou o apuramento directo do eslovacos para a África do Sul.

Grupo 3 – Classificação

  1. Eslováquia 22 pts
  2. Eslovénia 20 pts
  3. Rep. Checa 16 pts
  4. Irlanda do Norte 15 pts
  5. Polónia 11 pts
  6. São Marino 0 pts

O que vale a selecção eslovaca?

A equipa da Eslováquia tem um colectivo forte, mas também tem talentos individuais que se destacam como os extremos Weiss e Stoch e, ainda, o médio ofensivo: Hamsik.

O sector mais frágil do conjunto europeu é claramente a defesa e a prova disso foram os dez golos sofridos na fase de qualificação. Apesar disso, trata-se de um reduto com jogadores de qualidade e que, com um bom trabalho do seleccionador Vladimir Weiss, pode evoluir e catapultar a Eslováquia para um plano superior.

A baliza será, quase de certeza, entregue a Mucha, um guarda-redes seguro e talentoso, que, na próxima época, jogará no Everton. Depois, a Eslováquia apresentará a dupla de centrais: Skrtel-Durica. São dois atletas muito fortes pelo ar e com boa leitura posicional, mas que pecam um pouco nos confrontos um contra um, pois não são propriamente rápidos e são duros de rins. Por fim, nas laterais, a Eslováquia deverá apresentar Zabavnik (à esquerda) e Pekarik (à direita). São dois atletas que apresentarão, principalmente, preocupações defensivas, pois como os alas são muito ofensivos, só assim conseguirão equilibrar o sistema táctico.

No meio campo, a Eslováquia deverá apresentar um esquema em losango. Nesse sistema, Strba será o trinco, pois trata-se de um atleta muito alto, que é um experiente destruidor de jogo e que encosta aos centrais sempre que é necessário. Depois, nas alas deverão actuar Weiss e Stoch, dois atletas muito rápidos, tecnicistas e desequilibradores. Por fim, a nº 10, jogará a estrela da equipa, o fabuloso médio ofensivo do Nápoles: Hamsik. Trata-se de um jovem de 22 anos, que rapidamente se distinguiu no exigente futebol italiano pela sua criatividade e maturidade competitiva.

Concluímos a análise à Eslováquia nos dois elementos que jogam no ataque: Sestak e Vittek. São dois atletas que se completam, pois apesar de serem dois finalizadores e que não perdoam no momento chave, são bastante diferentes na forma como se posicionam no campo. Sestak é um elemento mais móvel, que gosta de flectir nas alas e que tenta confundir as marcações, enquanto Vittek é um ponta de lança puro, um elemento fixo que funciona como elemento de referência tanto para os cruzamentos dos alas, como das aberturas de Hamsik e, inclusivamente, do próprio Sestak.

Integrada no Grupo F com Itália, Paraguai e Nova Zelândia, a Eslováquia, pela qualidade do seu conjunto, deverá disputar o segundo lugar com os sul-americanos.

O Onze Base

A Eslováquia deverá apresentar, tal como foi referido anteriormente, um esquema 4-4-2 losango com Mucha (Légia Varsóvia) na baliza; Uma defesa com Zabavnik (Mainz), Skrtel (Liverpool), Durica (Hannover) e Pekarik (Wolfsburgo); Depois, no meio campo, Strba (Xanthi) será o vértice defensivo, Stoch (Twente) o ala esquerdo, Weiss (Bolton) o ala direito e Hamsik (Nápoles) o número 10; Por fim, no ataque, deverá jogar a dupla: Sestak (Bochum) e Vittek (Ankaraguçu).

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

A inexperiência normal de uma equipa que nunca participou num campeonato do mundo deverá impedir a Eslováquia de colocar em causa o primeiro lugar dos italianos no Grupo F. Ainda assim, a boa disciplina táctica do colectivo, aliada à boa qualidade individual de grande parte dos jogadores eslovacos deverá ser mais do que suficiente para a Eslováquia lutar, de igual para igual, com a selecção paraguaia na luta pelo acesso aos oitavos de final.

Calendário – Grupo F (Mundial 2010)

  • 15 de Junho: Eslováquia vs Nova Zelândia
  • 20 de Junho: Eslováquia vs Paraguai
  • 24 de Junho: Eslováquia vs Itália

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A uma jornada do final da Premier League, os “blues”, ao vencerem o Liverpool em Anfield Road, aproximaram-se bastante da conquista do campeonato inglês. Bastará, agora, ao Chelsea, vencer o Wigan Athletic, em casa, na última jornada para se sagrar campeão; Por outro lado, em Espanha, o líder Barcelona (venceu em Villarreal por 4-1) e o segundo classificado Real Madrid (venceu o Osasuna, em casa, por 3-2) continuam separados por um ponto; Situação similar no Calcio, pois o líder Inter (venceu em Roma, a Lázio, por 2-0) e a perseguidora AS Roma (venceu em Parma por 2-1) também estão a um miserável ponto de distância.

Liga Inglesa – “Blues” perto de vencerem a Premier League

Num jogo muito intenso entre “reds” e “blues”, o Chelsea beneficiou de um erro de Gerrard, que, a tentar atrasar o esférico a Reina, ofereceu o golo a Drogba. Ora, esse golo apareceu um pouco contra a corrente do jogo, mas teve o condão para catapultar os londrinos para uma exibição segura e, perante um Liverpool em quebra física, Lampard, na segunda parte, fez o 0-2 final que coloca o Chelsea, a uma jornada do fim, a uma vitória de ser campeão.

Ainda assim, falta esse pequeno passo aos “blues” e, caso haja surpresa no Chelsea-Wigan, quem poderá aproveitar é o Manchester United, que continua na luta pelo título após ter vencido fora o Sunderland, graças a um golo de Nani. Foi um jogo que os “red devils” poderiam ter goleado, mas a falta de inspiração de Berbatov impediu resultado mais volumoso.

O Manchester United termina o campeonato, em casa, diante do Stoke City, tendo de ganhar e esperar, pelo menos, um empate do Chelsea para ser campeão.

Liga Espanhola – Barça e Real continuam sem vacilar

Barcelona e Real Madrid continuam a ultrapassar todos os obstáculos com maior ou menor dificuldade, mantendo a La Liga ao rubro. Em Villarreal, o Barça atropelou o seu opositor por 4-1, com golos de Messi (2), Xavi e Bojan, respondendo o Villarreal com um tento de Llorente.  Por outro lado, os madrilenos tiveram mais dificuldades, pois tiveram a perder por duas vezes com o Osasuna. Todavia, conseguiram sempre empatar e, sobre o minuto, 89, Cristiano Ronaldo, que já tinha feito um tento, bisou e deu a vitória ao Real Madrid por 3-2.

Com estes resultados e a três jornadas do fim, Barcelona (90 pts) e Real Madrid (89 pts) prometem muita emoção até ao final da Liga Espanhola.

Liga Italiana – Inter passa teste “laziale” e mantém Roma a um ponto

A Roma havia vencido com relativa tranquilidade, o Parma, fora, por duas bolas a uma e tinha esperança num deslize “nerazzurri na deslocação à capital italiana para defrontar a Lázio. Contudo, o Inter, diante de uma equipa que ainda luta pela manutenção, fez um bom jogo e acabou por vencer de forma fácil a Lázio por duas bolas a zero (golos de Samuel e Motta). Nesse encontro, foi curioso assistirmos aos adeptos “laziale” a torcer pelo Inter, pois, aparentemente, a possível descida é bem menos assustadora que a imagem do seu eterno rival a conquistar o “scudetto”.

Após a jornada 35 e a três jogos do final da Série A, o líder Internazionale e a segunda classificada AS Roma, continuam separados por apenas um ponto.

Liga Alemã – Bayern virtual campeão

O Bayern venceu o Bochum por 3-1 graças a  um hat-trick de Müller e, após o desaire caseiro do Schalke 04 diante do Werder Bremen (0-2), garantiu, a uma jornada do fim, três pontos de vantagem sobre a equipa de Genselkirchen. A equipa bávara só não pode festejar oficialmente o título, pois o critério de desempate é a diferença de golos, todavia, com 17 golos de vantagem sobre o rival, só um desastre de proporções inimagináveis pode tirar o título ao Bayern Munique.

Outras Ligas – Twente sagra-se campeão holandês

O Twente conquistou a Eredivisie pela primeira vez, após vencer, em Breda, o NAC, por 2-0. A equipa acabou assim o campeonato com mais um ponto que o Ajax, que, apesar de ter goleado fora o NEC Nijmegen (4-0), teve de se contentar com o segundo lugar; Por outro lado, em França, o Marselha empatou em Auxerre (0-0) e mantém-se, assim, na liderança, tendo mais cinco pontos que o segundo, curiosamente, o próprio Auxerre. 

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O Barcelona não foi além de um nulo no desafio, fora, diante do Espanhol. Este resultado, aliado ao triunfo do Real Madrid, em casa, diante do Valência, por 2-0, diminiu a vantagem catalã, em relação aos madrilenos, para apenas um ponto; Em Itália, a Roma venceu o derbi romano por duas bolas a uma e manteve o ponto de vantagem sobre o Inter (recebeu e venceu a Juventus por 2-0); Na Premier League, o líder Chelsea perdeu na deslocação ao campo do Tottenham (1-2) e o  Manchester United (venceu o derby de Manchester por 1-0) está agora a apenas um ponto.

Liga Espanhola – Barcelona perde margem de erro

Após a vitória diante do Real Madrid, os catalães sabiam que se podiam dar ao luxo de empatarem ou perderem um jogo que seriam campeões na mesma. Contudo, o Barça não esperava esgotar essa margem de erro logo ao primeiro obstáculo, ou seja, no derbi catalão com o Espanhol. Foi um jogo extremamente desinspirado do Barcelona que nunca se conseguiu superiorizar ao seu adversário e acabou com uma unidade menos no relvado. Por outro lado, quem não vacilou foi o Real Madrid que recebeu o Valência e venceu por 2-0, num jogo em que demonstrou ser sempre superior. Higuaín e Ronaldo fizeram os golos que colocam os madrilenos a apenas um golo do Barça e deixam a La Liga ao rubro.

Liga Italiana – Roma mantém liderança e Milan despede-se do título

A Roma até começou mal o derbi romano, pois, aos 15 minutos, Rocchi abriu o activo para a Lazio. O eterno rival da Roma continuou mais forte e Floccari ainda falhou um penálti. Contudo, na segunda parte, os pupilos de Ranieri encheram-se de brio e deram a volta ao marcador com um bis de Vucinic. Com este resultado, a AS Roma manteve a liderança com um ponto de vantagem sobre o Inter (2º), que venceu, com toda a justiça, em casa, a Juventus (2-0) com golos de Maicon e Eto’o. Fora da luta pelo título está o Milan que deslocou-se a Génova, perdeu com a Sampdória (1-2) e está agora a sete pontos da Roma.

Liga Inglesa – Chelsea perde em White Hart Lane e relança Premier League

Os “blues” tinham um difícil teste no campo do Tottenham e acabaram por chumbá-lo. No White Hart Lane, os “spurs” foram sempre superiores e, ainda na primeira parte, chegaram ao 2-0 com golos de Defoe e Bale. Na segunda metade, o Chelsea reagiu mas só fez um golo, mesmo ao cair do pano, por Lampard. Com esta derrota (1-2), os londrinos ficaram com apenas um ponto de vantagem sobre o segundo classificado Manchester United, que venceu o derbi de Manchester diante do City, com um golo no último minuto de Scholes. Por outro lado, o Arsenal perdeu em Wigan (2-3) e despediu-se definitivamente da luta pelo título inglês.

Liga Alemã – Bayern esmaga Hannover e mantém Schalke 04 a dois pontos

O líder do campeonato alemão recebeu o Hannover e não fez por menos, pois ganhou 7-0. Robben (3), Olic (2) e Müller (2) fizeram os golos da goleada bávara. Por outro lado, o Schalke também não vacilou e venceu, em casa, o Borussia de Monchegladbach por três bolas a uma. Com estes resultados, o Bayern mantém a liderança da Bundesliga com mais dois pontos que o segundo classificado Schalke 04.

Outras Ligas – Anderlecht sagrou-se campeão belga

O Anderlecht venceu em Brugge por 2-1 com golos de Van Damme e Suarez e conquistou o campeonato belga com quatro jornadas de avanço; Por outro lado, em França, o Marselha ganhou em Boulogne (2-1) e tem agora cinco pontos de avanço sobre o segundo classificado Auxerre, que venceu o Lorient, em casa, por 4-1; Por fim, na Holanda, o campeonato continua ao rubro, pois, a uma jornada do fim, Twente e Ajax continuam seperados por um ponto. O Twente venceu, em casa, o Feyenoord (2-0) e o Ajax goleou, também em casa, o Heracles por 4-0. Emoção até ao fim na Eredivisie.

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