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Hoje, o Atlético de Madrid joga, em Anfield Road, um possível acesso à final da Liga Europa e, neste momento, os madrilenos são a única equipa espanhola que ainda pode ganhar alguma competição europeia, após a eliminação do Barça pelo Inter. Além disso, os “colchoneros” também estão na final da Taça do Rei, o que poderia dar a ideia de estarem a fazer uma grande época. No entanto, isso não é verdade. A participação na Liga dos Campeões foi um desastre (3 empates e 3 derrotas) e, no campeonato, estão num pobre décimo lugar a… 43 pontos do líder Barcelona.

Assim sendo, e apesar do crescimento notório que o Atlético teve após a entrada de Quique Flores, penso que a equipa, pelo seu plantel, poderia estar melhor classificada. Como tal, vou explanar aquele que seria, para mim, o melhor onze dos madrilenos.

Na baliza optaria pelo internacional sub-21 espanhol, David De Gea. Aos 19 anos, revela excelente maturidade, é muito bom pelo ar e tem enorme margem de progressão no clube da capital espanhola.

Depois, optaria por uma defesa de quatro elementos. No centro, optaria pelo experiente, internacional checo, Ujfalusi, acompanhado pelo jovem Dominguez, outro internacional sub-21 espanhol, insuperável no jogo aéreo. Por outro lado, nas alas, optaria, à esquerda, por António López, um lateral rápido que sabe se integrar na manobra ofensiva, mas também é seguro a defender e, à direita, por Valera, que tem as mesmas características do lateral esquerdo, mas, mais alto, pode ajudar no centro, em momentos de chuveirinho para a área.

No miolo, optaria por um duplo pivot, composto por Paulo Assunção e Tiago. O luso-brasileiro seria um médio centro mais defensivo, que teria como principal missão o equilíbrio táctico e a destruição do jogo ofensivo do adversário, enquanto o internacional português funcionaria como um box to box, com capacidade para integrar diversas vezes o jogo ofensivo dos madrilenos.

Jogaria, depois, com dois extremos: Reyes e Simão. Ambos jogariam sobre a linha e procurariam situações de um contra um, ainda que ambos, pelas suas características, pudessem flectir para o meio e procurarem o remate, trocando, também, muitas vezes de posição, para confundirem as marcações adversárias.

Por fim, no ataque, jogava com um avançado centro (Agüero) e um ponta de lança (Fórlan). O argentino teria mais liberdade e seria um jogador muito mais móvel na frente, indo buscar jogo atrás, disfarçando a inexistência de um 10 puro. Por outro lado, o uruguaio seria o matador da equipa, mais fixo e letal, sempre pronto para finalizar.

Com jogadores válidos no banco como Jurado e Salvio, seria uma equipa para, certamente, ficar nos cinco primeiros lugares da La Liga.

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