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Tote desesperado com mais um falhanço

Recordo-me como se fosse hoje. Num jornal desportivo surgia a notícia de Totti no Benfica e lembro-me como fiquei estupefacto. Na altura, apesar de ainda só ter 23 anos, o atacante transalpino já era internacional por Itália e um dos mais importantes jogadores da equipa da AS Roma. Por certo, todos os adeptos encarnados que viram essa notícia exultaram, mas essa sensação de júbilo durou pouco, porque, no dia seguinte, os jornais já referiam outro atleta, que não era o italiano, mas sim o espanhol Tote, um, na altura, promissor atacante do Real Madrid, que seria emprestado por uma temporada aos encarnados. Talvez também seja bom pensaram, mas cedo perceberam que seria bem pior do que sonhavam…

Jorge López Marco “Tote” nasceu a 23 de Novembro de 1978 em Madrid e passou as camadas jovens entre o Atlético de Madrid (1992/93) e o Real Madrid, onde cedo se tornou numa das promessas da equipa merengue.

Depois de ter passado pelas equipas C e B do Real Madrid, os responsáveis da equipa madrilena entenderam que seria boa ideia emprestá-lo a um clube primo-divisionário para que o avançado espanhol pudesse continuar a sua evolução. Surpreendentemente, foi o Benfica a chegar-se à frente e a assegurar o empréstimo de Tote.

Estávamos em plena época de 1999/00 e o Benfica vinha de uma temporada fraca, onde não tinha passado da terceira posição e acreditava, agora, que Tote podia ser uma excelente opção de ataque para fazer dupla com Nuno Gomes.

Contudo, com o desenrolar da temporada, percebeu-se que Tote não era jogador para fazer a diferença (pelo menos para melhor) e rapidamente foi caindo nas opções do treinador. Muito trapalhão e com um faro de golo que fazia Hélder Postiga ser um clone do Gerd Müller, o avançado espanhol foi um desastre durante toda a época, ficando na retina um Benfica-Dínamo Bucareste (0-1), na Luz, em que Tote, sozinho, falhou dois ou três golos feitos, impedindo a vitória dos encarnados.

Assim sendo, foi sem surpresa que, no final da temporada 1999/00, devolveram Tote a proveniência e, assim, o pobre atacante espanhol esteve uma época a passear por entre as bancadas do Bernabéu, até que, em 2001/02, voltou a ser emprestado, desta vez ao Valladolid, onde fez uma época interessante (36 jogos, 7 golos)

Devido à boa temporada no Valladolid, voltou a integrar a equipa principal do Real Madrid, mas, mais uma vez, o sucesso do atacante espanhol foi o mesmo (nulo). No entanto, desta feita, o Real Madrid já não alinhou em empréstimos e vendeu-o ao Betis que, surpreendentemente, o acolheu de braços abertos.

Em Sevilha esteve entre 2003 e 2005, fazendo 17 jogos e apenas dois golos, levando os responsáveis béticos a perceberem que, realmente, não tinha sido boa ideia a sua contratação e a emprestá-lo, em Janeiro de 2005, ao Málaga, onde Tote, mais uma vez, demonstrou todo o seu faro de golo (zero tentos em nove jogos).

De insucesso em insucesso, o atacante castelhano não desistia e, em 2005/06 transferiu-se para o Valladolid, que voltou a aguentá-lo como titular a época inteira, mas sem receber grande produtividade de Tote (3 golos em 30 jogos).

Cansado de andar de um lado para o outro, Tote decidiu que, desta vez, iria encontrar um clube que o acolhesse para a vida e, assim, surgiu o Hércules, onde permanece até hoje. No clube de Alicante, tem sido sempre titular e já contabiliza 140 jogos. Os golos, esses, é que continuam a ser poucos, pois apenas concretizou 27 golos desde que chegou ao Hércules.

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O Paraguai já esteve presente em sete campeonatos do mundo, todavia, nunca conseguiu passar dos oitavos de final. Apesar de se tratar de uma das boas equipas sul-americanas, continua a viver na sombra dos gigantes de sempre (Argentina e Brasil) e, também, de uma equipa que não passa uma das melhores fases, mas que terá sempre dois títulos mundiais para se orgulhar (Uruguai). Ainda assim, a última fase de qualificação pode ser um sinal de que o Paraguai está a dar o salto para o patamar superior, pois a equipa guarani qualificou-se sem problemas de maior para a fase final, ficando mesmo à frente de equipas como a Argentina e o Uruguai. Assim sendo, veremos se, na África do Sul, o Paraguai reforça a ideia de que está, realmente, a evoluir.

A Qualificação

O Paraguai não teve quaisquer problemas em apurar-se para o campeonato do mundo, terminando a zona sul-americana de qualificação na terceira posição com uma vantagem de nove pontos sobre a primeira equipa que não se apurava directamente (Uruguai).

Durante o seu percurso, os guaranis obtiveram resultados vistosos como a vitória no Chile (3-0) e na Colômbia (1-0) e o facto de não terem perdido um único jogo diante dos argentinos (1-1 e 1-0).

Assim sendo, tratou-se de uma qualificação justíssima e, até, surpreendentemente fácil para a selecção paraguaia.

Zona sul-americana – Classificação

  1. Brasil 34 pts
  2. Chile 33 pts
  3. Paraguai 33 pts
  4. Argentina 28 pts
  5. Uruguai 24 pts
  6. Equador 23 pts
  7. Colômbia 23 pts
  8. Venezuela 22 pts
  9. Bolívia 15 pts
  10. Peru 13 pts

O que vale a selecção paraguaia?

Apesar de terem perdido um dos maiores obreiros da qualificação, Cabañas, um atleta que foi baleado na cabeça e que, apesar de sobreviver, teve de terminar a sua carreira futebolística, os paraguaios têm uma equipa de qualidade e com talento suficiente para discutir o apuramento para os oitavos de final.

Mais do que uma equipa cheia de estrelas, o Paraguai tem no colectivo a sua principal arma, pois é um conjunto muito unido e homógeneo, em que todos os elementos sabem muito bem o que têm de fazer dentro de campo.

No último reduto, o Paraguai conta com um guarda-redes seguro e experiente: Villar. Depois, apresenta um quarteto defensivo com uma dupla de centrais muito competente e quase insuperável nos lances de um contra um (Paulo da Silva-Júlio Cáceres) e dois defesas laterais com missões preferencialmente defensivas, que garantem o equilíbrio táctico do Paraguai, Cañiza, à esquerda, e Darío Verón, à direita.

No meio campo, a equipa guarani costuma actuar com um duplo-pivot composto por Ortigoza e Santana. Tratam-se de dois box to box, que atacam e defendem com a mesma competência, tendo, ambos, uma curiosidade, nasceram na Argentina. Depois, nas alas, o Paraguai deverá utilizar Riveros, na esquerda, e Barreto na direita. Apesar de não serem alas puros, adaptam-se muito bem a essa posição, tendo ainda a capacidade de fazerem muito bem as diagonais para o centro de forma a criarem situações de desequilíbrio nas defesas contrárias.

Por fim, as principais estrelas da equipa estão no ataque e são, claramente, a dupla Óscar Cardozo-Valdez. Estes dois atletas são o complemento um do outro, pois Valdez é um atacante móvel, rápido e desequilibrador, enquanto o Tacuara é um elemento mais fixo e que serve de referência atacante no esquema guarani. No entanto, a equipa paraguaia não fica por aqui em termos de poder ofensivo, pois, no banco, conta ainda com o atacante do Dortmund: Barrios e o experiente avançado do Manchester City: Roque Santa Cruz.

O Onze Base

Partindo do princípio que o Paraguai deverá apresentar um 4-4-2 conservador com laterais defensivos e falsos alas, o onze deverá ser o seguinte: Villar (Valladolid) na baliza; Cañiza (Léon), Paulo da Silva (Sunderland), Júlio Cáceres (Atl. Mineiro) e Darío Véron (Pumas) na defesa; Riveros (Cruz Azul), Santana (Wolfsburgo), Ortigoza (Argentinos Juniors) e Barreto (Atalanta) no meio campo; Cardozo (Benfica) e Valdez (Dortmund) no ataque.

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

Inferior à selecção azzurra e bastante superior à Nova Zelândia, o Paraguai deverá discutir o segundo posto e consequente apuramento para os oitavos de final com a Eslováquia. Tratam-se de duas equipas de qualidade muito similar e será, por certo, um duelo muito intenso.

Calendário – Grupo F (Mundial 2010)

  • 14 de Junho: Paraguai vs Itália
  • 20 de Junho: Paraguai vs Eslováquia
  • 24 de Junho: Paraguai vs Nova Zelândia

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A festa do título nerazzurri

O Inter de Milão de Mourinho e o Barcelona de Pep Guardiola conquistaram, este fim de semana, os títulos de Itália e Espanha, respectivamente. Os nerazzurri foram ao recinto do despromovido Siena e venceram por 1-0 graças a um golo do inevitável Diego Milito; enquanto os azulgrana venceram, em casa, o Valladolid, por 4-0 com golos de Messi (2), Pedro e Prieto (p.b.). Estes resultados deixaram os perseguidores: AS Roma e Real Madrid em segundo lugar e, pior que isso, sem quaisquer títulos conquistados esta época.Liga Italiana – Mourinho faz a dobradinha

Liga Italiana – Mourinho faz a dobradinha

Depois da conquista da Taça de Itália, o Inter tinha as contas do título bastante simplificadas, pois bastava-lhe ganhar ao Siena, em casa, para vencer a Série A. A correr por fora encontrava-se a Roma, que tinha de vencer em Verona, o Chievo, e esperar que os nerazzurri tropeçassem.

Apesar das dificuldades, os romanos ainda foram campeões virtuais durante algum tempo, que foi o tempo que durou desde que a Roma abriu o activo em Verona (golo de Vucinic aos 39′) e o Inter se manteve empatado em Siena.

Nessa altura, o Inter falhou golos atrás de golos e chegou-se a temer o pior para os pupilos de José Mourinho. No entanto, aos 59 minutos, Milito fez o golo do título.

Nessa fase, a Roma já vencia por 2-0 e o Inter sabia que não poderia conceder o golo do empate. Assim sendo, a equipa de Milão continuou a carregar sobre o Siena para fazer o segundo golo, ainda que, sem sucesso.

No entanto, apesar de não terem conseguido esse golo da tranquilidade, os nerazzurri mantiveram as suas redes invioláveis e, assim, conquistaram o título da Série A, o quinto consecutivo.

A equipa de Mourinho poderá, ainda, conquistar a “tripla” esta temporada, pois, depois de ter vencido a Taça e a Série A, ainda pode vencer a “Champions League” caso vença, na final, os alemães do Bayern Munique.

Dados finais da Liga Italiana:

Campeão: Inter

Qualificados para a Liga dos Campeões: Inter, Roma, Milan, Sampdória

Qualificados para a Liga Europa: Palermo, Nápoles, Juventus

Descem à Série B: Atalanta, Siena, Livorno

Liga Espanhola – Barça conquistou bicampeonato

O Barça sabia que lhe bastava vencer o Valladolid, em casa, para conquistar o título espanhol e esperava-se que os catalães entrassem ao ataque para resolverem rapidamente o jogo.

No entanto, o Barcelona, nos primeiros minutos, ainda sofreu alguns sustos, principalmente por intermédio do angolano Manucho e ainda pairou no ar a possibilidade de uma surpresa. Porém, aos 27 minutos, o Barça abriu o activo após autogolo de Prieto e o jogo sofreu uma viragem radical.

Os azulgrana acalmaram e começaram a dominar o jogo, chegando rapidamente ao segundo golo por Pedro (31′). A partir desse momento, o jogo passou a ter sentido único e, até final, os catalães ainda iriam fazer mais dois golos da autoria do melhor marcador da Liga Espanhola, Lionel Messi.

Apesar da vitória gorda por 4-0, os catalães nem precisavam de ter vencido, pois, em Málaga, o Real Madrid, desinspirado, não foi além de um empate (1-1). Assim sendo, pelo segundo ano consecutivo, o Barça venceu o campeonato e o Real Madrid terminou na segunda posição.

Dados finais da Liga Espanhola

Campeão: Barcelona

Qualificados para a Liga dos Campeões: Barcelona, Real Madrid, Valência e Sevilha

Qualificados para a Liga Europa: Atl. Madrid, Maiorca e Getafe

Descem à 2ª Liga: Valladolid, Tenerife e Xerez

Liga Francesa – Lyon e Auxerre asseguram acesso à Liga dos Campeões

Com o título entregue ao Marselha, restava, na Ligue 1, a emoção da luta pelo acesso à Liga Milionária.

A equipa do Lille partia para a última jornada em segundo lugar e com tudo para conquistar o acesso à “Champions”, contudo, na deslocação a Lorient, acabou por perder 2-1 e por acabar a Ligue 1 em… quarto lugar.

Ricardo Costa (33′) ainda colocou o Lille em vantagem, todavia, Kevin Gameiro (37′) e Jouffre (66′) marcaram para o Lorient e colocaram “Les Dogues” fora da Liga dos Campeões.

Aproveitaram o desaire, as equipas do Lyon e Auxerre, que, assim, irão jogar a “Champions” na próxima temporada. O Olympique de Lyon venceu o Le Mans, em casa, por 2-0 e acabou em segundo lugar; enquanto o Auxerre venceu em Sochaux (2-1) e terminou na terceira posição.

Dados finais da Liga Francesa:

Campeão: Marselha

Qualificados para a Liga dos Campeões: Marselha, Lyon e Auxerre

Qualificados para a Liga Europa: Lille, Montpellier e PSG

Descem à Ligue 2: Le Mans, Boulogne e Grenoble

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Bastava uma vitória pela margem mínima para que o Chelsea, diante do Wigan, na última jornada da Liga Inglesa, se sagrasse campeão. Contudo, os londrinos não fizeram por menos e venceram os pupilos de Roberto Martinez por oito bolas a zero, conquistando a Premier League em grande estilo. Este resultado, frustrou os desejos do Manchester United, que cumpriu a sua parte (venceu o Stoke City, em casa, por 4-0), mas acabou traído pela magnífica exibição dos “blues”; Em Espanha, por outro lado, Barcelona (venceu em Sevilha por 3-2) e Real Madrid (venceu o Athletic, em casa, por 5-1), continuam separados por um ponto, com vantagem catalã; Situação similar em Itália, onde o líder Inter venceu o Chievo, em casa, por 4-3 e a perseguidora Roma recebeu e venceu o Cagliari por 2-1. “nerazzurri” e “giallorossi” continuam, assim, separados por um ponto, com vantagem para os pupilos de José Mourinho.

Liga Inglesa – Ancelotti campeão na época de estreia

Muitos torceram o nariz perante a chegada de Carlo Ancelotti para treinar o Chelsea, todavia, a verdade é que logo na sua primeira época, o treinador italiano sagrou-se campeão. Diante do Wigan, bastava aos londrinos uma vitória por um a zero, mas os “blues” tinham outros planos e nomeadamente Drogba sentia que o título de melhor marcador estava à sua mercê. Assim sendo, o Chelsea entrou muito forte e rapidamente chegou ao golo por Anelka (6′). Posteriormente, Caldwell foi expulso no Wigan e o castelo de Martinez caiu, facilitando a tarefa dos londrinos que foram ampliando a vantagem com golos de Lampard (32′), Kalou (54′), Anelka (56′), Drogba (63′, 68′ e 80′) e Ashley Cole (90′). Assim sendo, os londrinos conseguiram a felicidade colectiva do título e individual por Didier Drogba ter sido o melhor marcador da Premiership. Este resultado impediu, assim, o tetra do Manchester United, que venceu o Stoke City (4-0), mas terminou em segundo lugar, a um ponto dos “blues”.

Dados finais da Liga Inglesa:

Campeão: Chelsea

Qualificados para a Liga dos Campeões: Chelsea, M. United, Arsenal e Tottenham

Qualificados para a Liga Europa: Manchester City, Aston Villa e Liverpool

Descem à “Championship”: Burnley, Hull City e Portsmouth

 

Liga Espanhola – Barça passa teste de Sevilha e aproxima-se do título

O Barça entrou forte na Andaluzia e, à meia hora, já vencia por 2-0 graças a golos de Messi e Bojan. A postura dominadora manteve-se e, a partir do minuto 56, as coisas tornaram-se ainda mais facilitadas com a expulsão de Konko. Beneficiando dessa superioridade numérica, o Barcelona haveria de ampliar a vantagem com um golo de Pedro (64′) e pensou-se que o jogo estaria irremediavelmente decidido. Contudo, de forma surpreendente, o Sevilha renasceu das cinzas e, mesmo com menos um elemento, fez dois golos (Kanouté (69′) e Luís Fabiano (71′)), colocando os “azulgrana” sob alguma pressão. Ainda assim, os catalães souberam segurar as rédeas do desafio e guardar a preciosa vitória (3-2) até final.

Com esta vitória, o Barça só não será campeão se não vencer o Valladolid, em casa, e o Real Madrid (ganhou ao Athletic nesta jornada por 5-1) vencer, fora, o aflito Málaga.

Liga Italiana –  Internazionale a uma vitória do título

Os pupilos de José Mourinho entraram para a recepção ao Chievo com a esperança de serem campeões já neste desafio. Para isso bastava vencerem a equipa de Verona e esperarem um desaire da Roma, em casa, diante do Cagliari.

Ainda assim, o jogo até começou mal para os “nerazzurri”, que entraram a perder com um autogolo de Motta. Todavia, o Inter soube reagir e transformou o 0-1 em 4-1 com golos de Mantovani (p.b.), Cambiasso, Milito e Balotelli. Passado algum tempo, o Cagliari marcava em Roma e foi o delírio no Giuseppe Meazza, um êxtase que colocou totalmente em segundo plano o golo de Granoche, para o Chievo a reduzir para 2-4. Nessa altura, sonhava-se com o título conquistado, nesse mesmo dia, mas a Roma soube dar a volta ao resultado com um bis de Totti e frustrou o sonho interista, que ainda sofreu o 4-3 (marcou Pelissier), tremeu, mas segurou o triunfo até final.

Assim sendo, à partida para a última jornada, o Inter necessita de vencer em Siena para ser campeão, enquanto a AS Roma necessita de vencer o Chievo (fora) e esperar que os “nerazzurri” não vençam o Siena.

Liga Alemã – Bayern limitou-se a confirmar o título

Com uma diferença de golos realísticamente inultrapassável, restava ao Bayern confirmar o título de forma matemática. Na deslocação a Berlim, para defrontar o relegado Hertha, os bávaros mostraram o seu poder e venceram por 3-1. Curiosamente, até podiam ter perdido pela inimaginável diferença de golos, pois o perseguidor Schalke 04 não foi além de um empate em Mainz (0-0).

Dados finais da Liga Alemã

Campeão: Bayern

Qualificados para a Liga dos Campeões: Bayern, Schalke 04 e Werder Bremen

Qualificados para a Liga Europa: Leverkusen, Dortmund e Estugarda

Joga o Playoff de permanência: Nuremberga

Desceram à 2ª Bundesliga: Bochum e Hertha de Berlim

 

Liga Francesa – Lille mais perto de ser segundo classificado

Com o título decidido e entregue ao Marselha, resta pouca coisa para lutar na Ligue 1. Ainda assim, um objectivo importante é o segundo lugar e consequente apuramento directo para a “Champions” e o Lille, após vencer, em casa, o campeão Marselha, por 3-2, aproximou-se desse objectivo, tendo agora dois pontos de vantagem sobre o terceiro, Auxerre.

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Mágico González no Cádiz

Nasceu em 1958, em El Salvador, aquele que terá sido, por certo, um dos melhores jogadores centro-americanos de sempre: Mágico González.

O salvadorenho começou, naturalmente, a sua carreira a jogar em El Salvador, onde brilhou com a camisola do ANTEL, Independiente Nacional e FAS, garantindo a alcunha de “El Mago” devido à magia que fazia com a bola nos pés.

Depois, o ano de 1982 foi especial para o avançado salvadorenho, pois, além de participar no Mundial 1982 pelo seu país, garantiu uma transferência para o futebol espanhol e para o Cádiz, que iria tornar-se o seu clube do coração.

No clube andaluz esteve entre 1982 e 1991, ligação apenas interrompida por uma passagem pelo Valladolid, em 1984/85, sem grande sucesso. No Cádiz, garantiu a alcunha de El Mágico e, durante o período que lá permaneceu, foi o principal responsável pelos andaluzes terem estado anos a fio na primeira divisão. No clube do sul de Espanha fez 183 jogos e 57 golos, tornando-se numa lenda para os adeptos andaluzes.

Muito rápido e tecnicista, Mágico González jogava sempre com enorme alegria e paixão ao jogo, disputando todos os desafios com a mesma motivação. Contudo, a sua questionável atitude fora de campo afastou-o de uma transferência para um grande clube europeu.

Em 1991, regressou a El Salvador e ao FAS, continuando a mostrar o seu futebol pleno de tecnica e criatividade que encantava todos os que o viam jogar. Ainda assim, foi no Cádiz que se tornou lendário e que fez com que o seu futebol garantisse a imortalidade.

Assim sendo, deixo-vos um vídeo de Mágico González para terem uma ideia do seu enorme valor.

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O Milan sofreu bastante, mas um golo de Seedorf nos descontos permitiu à equipa de Leonardo vencer o Chievo e aproximar-se do Inter na Serie A, pois a equipa de Mourinho foi surpreendentemente derrotada em Catania (1-3). A vantagem do Inter é agora de apenas um ponto; Em Espanha, Real Madrid e Barça continuam com os mesmos pontos no topo da La Liga. Os madrilenos venceram em Valladolid (4-1) e os catalães receberam e venceram o Valência por 3-0; Por sua vez, na Premier League, o Manchester United venceu o Fulham (3-0) e continua na liderança do campeonato com dois pontos de avanço sobre o Chelsea que, contudo, tem menos um encontro.

Liga Italiana – Golaço de Seedorf coloca Milan a um ponto do Inter

A partida diante do Chievo caminhava para o seu final e Inzaghi, sozinho, já tinha falhado duas ou três excelentes oportunidades de golo. Pensava-se que a estrelinha de Mourinho iria mais uma vez funcionar quando Clarence Seedorf, descaído para o lado direito, desfere um daqueles remates cruzados indefensáveis e dá a vitória ao AC Milan por uma bola a zero.  Este resultado colocou pressão na equipa de Mourinho porque, em Catania, o Internazionale voltou a mostrar que não está numa grande fase da época e, após estar a ganhar, permitiu a reacção do Catania, acabando copiosamente derrotado por três bolas a uma. Assim, o Inter continua líder, todavia, diminiu a vantagem para o Milan (2º) para apenas um ponto e para a terceira classificada Roma (empatou em Livorno 3-3) para apenas seis pontos.

Liga Espanhola – Messi e Higuaín fazem hat-tricks e deixam tudo na mesma no topo da La Liga

Em Valladolid, o Real Madrid não teve dificuldades para vencer a equipa local por quatro bolas a uma num jogo muito durinho. A equipa madrilena foi sempre superior e viu Higuaín (por três vezes) e Cristiano Ronaldo marcarem os golos que mantêm os merengues no topo da tabela classificativa. Por outro lado, em Nou Camp, o Barcelona também não vacilou e venceu sem dificuldade o Valência com três tentos de Messi. Assim sendo, os madrilenos continuam na liderança, apesar de terem exactamente os mesmos pontos do segundo classificado: Barcelona.

Liga Inglesa – Bis de Rooney ajuda “Red Devils” a manterem a liderança

O Manchester United recebeu e venceu o Fulham por três bolas a zero num desafio que voltou a demonstrar o excelente momento de forma de Wayne Rooney. O internacional inglês fez mais uma excelente exibição coroada com dois golos (o outro tento do jogo foi de Berbatov) e, assim, manteve os “Red Devils” no topo da Premier League. Por outro lado, o Chelsea (2º) também não perdoou e venceu, em casa, o West-Ham por 4-1. Já o terceiro classificado, Arsenal, venceu o Hull City por duas bolas a uma, num jogo em que teve de sofrer muito, porque o golo da vitória (marcado por Bendtner) só surgiu ao terceiro minuto de descontos. Assim sendo, o M. United continua no topo da tabela com mais dois pontos que Chelsea e Arsenal, todavia, os “Blues” têm menos um jogo disputado.

Liga Francesa – Golo de Paulo Machado impede vitória do Marselha

Na Ligue 1, o Marselha deslocou-se a Toulouse e não foi além do empate a uma bola. Tratou-se de um jogo muito equilibrado e os marselheses até saíram na frente com um golo de Brandão, todavia, Paulo Machado acabaria por empatar a partida e frustrar a aproximação do Marselha ao topo da Liga. Contudo, Bórdéus (1º) e Montpellier (2º) também não aproveitaram o deslize, pois empataram em Monaco (0-0) e, em casa, diante do Auxerre (1-1) respectivamente. Assim sendo, o Bordéus, que tem menos um jogo, continua líder com os mesmos pontos do Montpellier, mais um que o Auxerre (3º), mais dois que Lille (4º) e Lyon (5º) e mais três que o sexto classificado Marselha, que também tem menos um jogo. A Ligue 1 continua, desta forma, ao rubro.

Outras Ligas – Bayern vence Friburgo e mantém a liderança da Bundesliga

Na Alemanha nada de novo, o Bayern venceu, em casa, o Friburgo (2-1) e continua no topo do campeonato. Os Bávaros têm mais dois pontos que o segundo Schalke (venceu o Estugarda, em casa, por dois a um) e mais três que o Leverkusen, que venceu o Hamburgo em casa (4-2) e é terceiro classificado;  Por fim, na Grécia, desilusão para o PAOK de Fernando Santos que perdeu o derbi de Salónica diante do Aris (0-2). Este resultado, coloca agora a águia bicéfala a cinco pontos do líder Panathinaikos, que venceu, fora, o Asteras Tripolis por uma bola a zero.

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