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Posts Tagged ‘Ventforet Kofu’

Mike com a camisola nipónica

Apesar do nome holandês e de actuar na Liga Holandesa, Mike Havenaar é um poderoso ponta de lança que, além de brilhar com a camisola do Vitesse, também é uma das principais figuras da selecção do Japão, sendo já uma certeza da equipa nipónica.

Nascido a 20 de Maio de 1987 em Hiroshima, Japão, Mike Havenaar é filho de dois holandeses que emigraram para o Japão em virtude do pai de Mike ter ido jogar futebol para aquele país asiático.

Integrado nas camadas jovens do Sapporo FC, Consadole Sapporo e Yokohama F Marinos, Mike Havenaar estreou-se profissionalmente ao serviço do Yokohama F Marinos em 2006, ainda que não tenha conseguido se impor no famoso clube japonês.

Muitos golos no Japão renderam-lhe transferência para o Vitesse

Depois de duas temporadas com pouco sucesso no clube de Yokohama, o atacante foi emprestado a Avispa Fukuoka em 2008, tendo apontado 7 golos em 26 jogos.

Na temporada seguinte, o ponta de lança nipónico foi cedido ao Sagan Tosu, sendo que aí o sucesso foi ainda mais pronunciado, pois Mike Havenaar marcou 17 golos em 35 jogos, garantindo uma transferência definitiva para o Ventforet Kofu no final da temporada.

Em 2010, ao serviço do clube de Kofu, o avançado marcou 20 golos em 32 jogos, sendo peça fundamental na subida do clube à J-League, divisão que o Ventforet apenas disputaria por uma temporada, pois a equipa acabou por descer em 2011, apesar dos 17 golos em 31 partidas de Mike Havenaar.

A 21 de Dezembro de 2011, no rescaldo da descida do Ventforet, Mike Havenaar mudou-se para o país de origem dos seus país, transferindo-se para o Vitesse. No clube de Arnhem, o atacante ainda passa por uma fase de adaptação, todavia, já marcou quatro golos em nove partidas.

Ponta de lança alto e posicional

Mike Havenaar é um internacional japonês de 1,94 metros, que actua como “target man”, surgindo como referência do jogo ofensivo das equipas onde joga. 

Naturalmente pouco rápido, o avançado do Vitesse é bom tecnicamente e é muito inteligente a posicionar-se na área, sabendo arrastar os defesas para abrir espaços para os companheiros ou fugir às marcações para garantir boas ocasiões de finalização.

Letal tanto de cabeça como com os pés, trata-se, assim, de um ponta de lança muito completo, que tanto pode ser usado sozinho num esquema só com um ponta de lança, mas que, pela sua capacidade de combinar com os companheiros, também pode actuar ao lado de um jogador mais móvel num sistema com dois avançados.

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Marcelo Labarthe no Grémio

No Verão de 2005, no rescaldo da temporada do “quase”, o Sporting foi ao Rio Grande do Sul adquirir aquele que se dizia ser uma das grandes promessas do Internacional de Porto Alegre e, mais do que isso, o novo “Deco”: Marcelo Labarthe. Rotulado de grande talento, mas com apenas 21 anos, o Sporting entendeu que era melhor emprestá-lo a outros clubes portugueses, para que, futuramente, explodisse nos verde-e-brancos. Todavia, os leões rapidamente perceberam que alguém que não se impõe no Beira-Mar ou no Vitória de Setúbal dificilmente será uma mais valia para o Sporting Clube de Portugal…

Produto das escolas do Internacional

Marcelo Martini Labarthe nasceu a 12 de Agosto de 1984 em Porto Alegre, Brasil, e frequentou as escolas de um dos grandes clubes do Estado do Rio Grande do Sul, o Internacional de Porto Alegre.

Após alguns jogos pela equipa principal do “Colorado”, começou-se a falar do talento do jovem “dez”, que se dizia reunir as características de outro jogador que havia brilhado em Portugal: Deco.

Assim sendo, o Sporting avançou para a sua contratação em 2005, emprestando-o, nessa temporada de 2005/06 ao Beira-Mar, onde Labarthe não conseguiu confirmar tudo o que se dizia sobre si, efectuando apenas 13 jogos num clube que, na altura, estava no segundo escalão do futebol português.

Apesar da desilusão na experiência em Aveiro, o Sporting entendeu dar mais uma oportunidade ao criativo brasileiro, emprestando-o, em 2006/07, ao Vitória de Setúbal. Nos sadinos, todavia, o sucesso voltou a ser o mesmo, ou seja, (quase) nulo, com Marcelo Labarthe a não fazer mais do que onze jogos de futebol pálido e pouco inspirado.

Nunca confirmou o seu potencial

Após o empréstimo ao Vitória de Setúbal, o Sporting percebeu que Labarthe nunca seria uma mais-valia e deixou de ter um vínculo contratual com o brasileiro.

Assim sendo, em 2007, o canarinho regressou ao Brasil e ao Rio Grande do Sul, para representar o Grémio, todavia, não criou qualquer impacto, mudando-se, dois anos depois, para o Japão, onde representou o Ventforet Kofu.

Após novo insucesso, desta vez em terras nipónicas, Marcelo Labarthe regressou ao Brasil, onde já representou clubes modestos como o Uberlândia, Caxias do Sul e, neste momento, já com 26 anos, o São José.

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