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Tomané num treino no Sporting

Com a chegada de Paulo Bento ao Sporting Clube de Portugal, algumas foram as experiências feitas pelo actual seleccionador nacional, na procura de elementos que pudessem se revelar mais valias para os leões de Alvalade. Um desses elementos era um jovem ponta de lança, totalmente desconhecido dos amantes do futebol português, chamado Tomané. Essa experiência, apesar da enorme vontade de Paulo Bento em transformá-lo numa referência do ataque verde-e-branco acabou por ser curta e marcada pelo insucesso absoluto…

Chegou à equipa principal do Sporting pela mão de Paulo Bento

António Manuel Nunes Ferreira nasceu a 15 de Janeiro de 1987 e após efectuar o seu percurso nas camadas jovens dos leões, estreou-se na equipa principal do Sportinga 8 de Janeiro de 2006 por intermédio de Paulo Bento, que o utilizou durante 45 minutos numa derrota em Braga, com o Sporting local (2-3).

Três dias depois, Tomané teve nova oportunidade, num jogo da Taça de Portugal diante do Vizela. Titular nessa partida que os verde-e-brancos venceram por 2-1, acabou por sair aos 49 minutos, não tendo impressionado a assistência presente no Estádio de Alvalade, mostrando ser um jogador pouco preparado para jogar na equipa principal do Sporting.

Impôs-se no Tourizense após duas épocas sem sucesso

Nas duas temporadas seguintes, Tomané esteve emprestado ao Barreirense (2006/07) onde não se destacou (17 jogos, 3 golos), tendo passado posteriormente pelo Villarreal, onde também não teve sucesso.

Assim sendo, em 2008/09, Tomané transferiu-se para o Tourizense, onde finalmente encontrou o caminho do sucesso e dos golos, pois, até este momento, já soma 31 golos em 77 jogos, sendo que as épocas de 2008/09 (13 golos) e a actual (14 golos) foram as de maior destaque.

Neste momento, com 24 anos, ainda vai a tempo de provar que pode ser um dos interessantes pontas de lança do futebol português, todavia, dificilmente conseguirá justificar o facto de, um dia, Paulo Bento se ter lembrado de o colocar a actuar na principal equipa do Sporting.

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A Espanha já participou em doze campeonatos do mundo, todavia, o melhor que conseguiu foi um quarto lugar há exactamente 60 anos (Mundial 1950). Normalmente, os castelhanos esperam sempre muito da sua selecção, mas esta costuma, invariavelmente, falhar nos momentos chave, todavia, todos acreditam que será diferente desta vez. A Espanha tem, por certo, uma das melhores equipas da sua história (talvez a melhor), é campeã da Europa e fez uma fase de qualificação em que, em dez jogos, venceu dez. Assim sendo, todos entendem que, se a Espanha não ganhar desta vez, jamais o fará…

A Qualificação

Integrada no grupo 5, que até não era dos mais fáceis (Bósnia, Turquia, Bélgica, Arménia e Estónia), a Espanha fez uma fase de apuramento completamente imaculada, vencendo todos os jogos e deixando o segundo classificado (Bósnia) a onze pontos.

Resultados como a goleada na Bósnia (5-2) e na recepção à Bélgica (5-0) são a prova da força da “Roja”, que chega, assim, ao campeonato do mundo, como um dos principais candidatos à vitória final.

Grupo 5 – Classificação

  1. Espanha 30 pts 
  2. Bósnia-Herzgovina 19 pts
  3. Turquia 15 pts
  4. Bélgica 10 pts
  5. Estónia 8 pts
  6. Arménia 4 pts

O que vale a selecção espanhola?

A equipa de Vicente del Bosque é muito forte em termos colectivos e individuais, tendo talento em todos os sectores do terreno. Além disso, não contam apenas com um onze, pois os suplentes também são de uma qualidade quase ao nível dos titulares da “Roja”.

Um bom exemplo é a baliza, que será defendida pelo excepcional: Iker Casillas, mas que tem como suplentes, nomes como Pepe Reina e Victor Valdés.

Depois, o quarteto defensivo deverá ser composto por uma excelente dupla de centrais: Piqué-Puyol. Uma dupla que se completa, pois Puyol é muito bom pelo chão, autêntica carraça para os avançados contrários, mas, sendo baixo, conta com Piqué para mandar nas alturas e garantir a segurança no jogo aéreo dos castelhanos. Por outro lado, nas laterais, deverão aparecer Capdevilla (à esquerda) e Sérgio Ramos (à direita). São dois elementos muito competentes a defender, principalmente o jogador do Real Madrid, que sabe encostar aos centrais sempre que necessário (trata-se de um central de origem), mas também são muito bons a subirem no flanco, nomeadamente Capdevilla que, muitas vezes, aparece na frente quase como um extremo.

Apesar de todos os sectores serem de grande qualidade, o meio campo é, sem dúvida, o ponto mais forte da “Roja”, roçando mesmo a perfeição. A equipa deverá jogar em losango, com Busquets a aparecer no vértice defensivo, pois trata-se de um jogador de grande inteligência táctica e que equilibra todo o jogo dos espanhóis. Depois, nas alas, deverão aparecer David Silva (à esquerda) e Iniesta (à direita). Dois atletas com dupla função, pois terão de procurar ganhar a linha, mas, também terão de saber ser interiores sempre que necessário. Por fim, no vértice ofensivo, deverá aparecer Xavi, um jogador que dispensa apresentações por todo o talento, inteligência e criatividade que dá ao jogo. No banco, a Espanha ainda conta com nomes como Xabi Alonso, Fábregas ou Jesus Navas que dão ideia do poderio da “Roja”

Chegando ao ataque, não diminuímos de qualidade, pois a dupla de ataque é composta por dois elementos móveis, raçudos, que não descanso aos defesas e que, acima de tudo, não perdoam na hora de atirarem à baliza: Fernando Torres e David Villa. Um poder de fogo que todos esperam que dê muitos golos à Espanha durante o Mundial 2010.

O Onze Base

Actuando em 4-4-2 losango, a Espanha deverá apresentar Iker Casillas (Real Madrid) na baliza; Capdevilla (Villarreal), Piqué (Barcelona), Puyol (Barcelona) e Sérgio Ramos (Real Madrid) na defesa; Busquets (Barcelona), David Silva (Valência), Iniesta (Barcelona) e Xavi (Barcelona) no meio campo; Fernando Torres (Liverpool) e David Villa (Barcelona) no ataque.

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

Pela enorme qualidade da selecção espanhola, um grupo composto por Chile, Suíça e Honduras não lhes deve causar grande mossa. A “Roja” deverá passar o agrupamento com relativa facilidade e o seu verdadeiro campeonato do mundo apenas deve começar nos oitavos de final da prova.

Calendário – Grupo H (Mundial 2010)

  • 16 de Junho: Espanha vs Suíça
  • 21 de Junho: Espanha vs Honduras 
  • 25 de Junho: Espanha vs Chile
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    Campeão do Mundo em 1930 e 1950, o Uruguai deixou, à muito, de ser uma potência do futebol mundial. A partir de 1970, a equipa azul celeste apenas participou em quatro mundiais, ficando pela primeira fase em três deles (1974, 86 e 02) e chegando aos oitavos de final na outra ocasião (1990). Esta qualificação para o campeonato do Mundo é um bom exemplo da quebra do futebol azul celeste pois, os uruguaios ficaram em quinto lugar na Zona sul-americana e precisaram de um playoff, sofrido, diante da Costa-Rica (1-0 e 1-1), para garantirem o apuramento para a África do Sul. Ainda assim, a selecção de Óscar Tabarez tem bons valores como Fórlan, Lugano ou Luís Suárez e deverá ter uma palavra a dizer no grupo A. Veremos se os uruguaios aproveitam a oportunidade para voltarem aos tempos de glória ou, ao invés, para prolongarem a depressão dos seus fiéis adeptos.

    A Qualificação

    Como todas as selecções sul-americanas, o Uruguai teve de disputar a Zona sul-americana de apuramento para o Mundial. Sabendo de antemão que apenas os quatro primeiros se apuravam para a África do Sul e que o quinto teria de disputar um playoff com o quarto classificado da CONCACAF, os uruguaios prepararam-se para um percurso longo e duro.

    Ao longo de 18 jornadas, o Uruguai conseguiu alguns resultados interessantes como a vitória na Colômbia (1-0) ou na recepção ao Paraguai (2-0), mas também teve resultados depressivos como ter sido incapaz de vencer a Venezuela (dois empates 1-1 e 2-2) e ter perdido no campo do último Peru (0-1).

    Ainda assim, a selecção celeste conseguiu terminar na quinta posição e, assim, apurar-se para o playoff diante do quarto classificado da CONCACAF, a Costa Rica.

    Nesse playoff, depois de terem vencido 1-0 na Costa-Rica, acabaram por sofrer bastante em Montvideu, pois, após se terem colocado em vantagem com um golo de “Loco” Abreu, acabaram por sofrer a igualdade e terminaram o jogo em grande sofrimento para segurar a igualdade a uma bola. Ainda assim, a selecção azul celeste conseguiu, de forma sofrida, o apuramento para o Mundial 2010.

    Zona sul-americana – Classificação

    1. Brasil 34 pts
    2. Chile 33 pts
    3. Paraguai 33 pts
    4. Argentina 28 pts
    5. Uruguai 24 pts
    6. Equador 23 pts
    7. Colômbia 23 pts
    8. Venezuela 22 pts
    9. Bolívia 15 pts
    10. Peru 13 pts

    Playoff

    Costa Rica 0-1 Uruguai / Uruguai 1-1 Costa Rica

    O que vale a selecção uruguaia?

    A equipa azul-celeste tem uma das melhores duplas de ataque do campeonato do mundo: Fórlan (Atl. Madrid) e Luís Suárez (Ajax) e o resto da equipa é competente, com destaque para os alas Maxi Pereira (Benfica) e Álvaro Pereira (FC Porto).

    No entanto, o principal problema do Uruguai encontra-se no miolo do terreno, pois, se em termos de meio campo defensivo, Diego Pérez (Mónaco)  e Gargano (Nápoles) cumprem, o médio ofensivo Eguren (AIK) não passa de um trinco adaptado e não consegue criar os desiquilibrios necessários na construção ofensiva.

    Assim sendo, a equipa deverá optar, no Mundial, por um esquema em 3-5-2, priveligiando a segurança defensiva e o jogo pelas alas. Para além disso, deverá apostar na mobilidade de Luis Suarez, que terá, muitas vezes, de recuar no terreno e disfarçar a ausência de um verdadeiro número 10.

    Num grupo forte com duas selecções fortes (França e México) e a selecção anfitriã (África do Sul), os uruguaios não terão a vida facilitada.

    O Onze Base

    A equipa uruguai deverá jogar com Muslera (Lázio) na baliza e um trio de centrais composto por Cáceres (Juventus), Lugano (Fenerbahçe) e Godín (Villarreal); Depois, no meio campo, deverão jogar dois trincos: Gargano (Nápoles) e Diego Pérez (Mónaco), dois alas: Álvaro Pereira (FC Porto) e Maxi Pereira (Benfica) e um box to box: Eguren (AIK); Por fim, no ataque será entregue à dupla temível: Diego Fórlan (Atl. Madrid) e Luís Suárez (Ajax).

    Classificação – Previsão “A Outra Visão”

    Num grupo em que a França é a grande candidata ao primeiro lugar e a selecção sul-africana a grande candidata ao último posto, os uruguaios deverão disputar com o México o segundo lugar e consequente apuramento para os oitavos de final. Apesar de se prever um duelo equilibrado, a selecção azteca é ligeiramente favorita.

    Calendário – Grupo A (Mundial 2010)

    • 11 de Junho: Uruguai vs França
    • 16 de Junho: Uruguai vs África do Sul
    • 22 de Junho: Uruguai vs México

     

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    Campeão do mundo por duas ocasiões (30 e 50), o Uruguai não tem conhecido, nos últimos tempos, o sucesso de outrora. Desde 1990, a equipa sul-americana apenas esteve presente no Mundial 2002 e, aí, não passou da primeira fase. Ainda assim, com dificuldade (venceu a Costa-Rica no playoff), a selecção uruguaia apurou-se para o Mundial 2010 e tem bons jogadores como Fórlan, Cristian Rodríguez e Suarez, podendo fazer um bom campeonato do mundo. Assim sendo, irei expor aquele que, para mim, será o melhor onze a ser utilizado pelos uruguaios na África do Sul.

    Na baliza não teria qualquer tipo de dúvidas e iria entregá-la ao guarda-redes da Lazio, Muslera. Apesar de ter apenas 23 anos, é um atleta muito experiente, com excelentes reflexos e imperial no jogo aéreo.

    Depois, nas laterais defensivas, iria jogar com dois jogadores do FC Porto, Álvaro Pereira (à esquerda) e Fucile (à direita). Tratam-se de dois jogadores que defendem bem, mas que também são bastante perigosos no processo ofensivo, pois sobem bem no terreno, ganham bem a linha e cruzam com qualidade. Por outro lado, no centro, jogariam Diego Lugano (Fenerbahçe) e Godín (Villarreal). Dois centrais habituados ao futebol europeu, muito fortes tanto pelo ar como junto à relva e, principalmente no caso de Lugano, muito perigosos em lances de bola parada.

    No meio campo, o Uruguai tem um problema grave que é a ausência de um 10 de excelência e, como tal, optaria por utilizar Diego Pérez (Mónaco) e Eguren (AIK). Na sua génese, são dois trincos, todavia, Eguren, na Suécia, joga como nº 10 ou mesmo segundo avançado e, assim, poderia funcionar como um “Box to Box”, disfarçando a ausência de um verdadeiro médio ofensivo e baralhando, posicionalmente, o adversário. Por outro lado, nas alas, optaria pelo portista Rodríguez e pelo benfiquista Maxi Pereira. O “Cebola”, à esquerda, funcionaria como um extremo ofensivo, procurando tanto a linha, como a diagonal para dentro e, à direita, Maxi seria um médio interior mais conservador, que teria de compensar tanto as subidas de Eguren, no miolo, como de Fucile pelo flanco direito.

    Por fim, no ataque, jogaria uma dupla que dispensa apresentações: Luis Suarez (Ajax) e Diego Fórlan (Atl. Madrid). Dois goleadores que se completam, pois Fórlan é um ponta de lança mais puro e posicional que, quando tem oportunidade de finalizar, raramente perdoa e Suarez é um avançado centro mais móvel, que sabe ir buscar jogo atrás e que até pode funcionar como falso nº 10, o que, no caso da selecção uruguaia, é muito importante, devido à ausência de um jogador nessa posição.

    Uma equipa conservadora, mas  que dificilmente seria eliminada na 1ª fase (defronta França, México e África do Sul) com este onze base.

     

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    A uma jornada do final da Premier League, os “blues”, ao vencerem o Liverpool em Anfield Road, aproximaram-se bastante da conquista do campeonato inglês. Bastará, agora, ao Chelsea, vencer o Wigan Athletic, em casa, na última jornada para se sagrar campeão; Por outro lado, em Espanha, o líder Barcelona (venceu em Villarreal por 4-1) e o segundo classificado Real Madrid (venceu o Osasuna, em casa, por 3-2) continuam separados por um ponto; Situação similar no Calcio, pois o líder Inter (venceu em Roma, a Lázio, por 2-0) e a perseguidora AS Roma (venceu em Parma por 2-1) também estão a um miserável ponto de distância.

    Liga Inglesa – “Blues” perto de vencerem a Premier League

    Num jogo muito intenso entre “reds” e “blues”, o Chelsea beneficiou de um erro de Gerrard, que, a tentar atrasar o esférico a Reina, ofereceu o golo a Drogba. Ora, esse golo apareceu um pouco contra a corrente do jogo, mas teve o condão para catapultar os londrinos para uma exibição segura e, perante um Liverpool em quebra física, Lampard, na segunda parte, fez o 0-2 final que coloca o Chelsea, a uma jornada do fim, a uma vitória de ser campeão.

    Ainda assim, falta esse pequeno passo aos “blues” e, caso haja surpresa no Chelsea-Wigan, quem poderá aproveitar é o Manchester United, que continua na luta pelo título após ter vencido fora o Sunderland, graças a um golo de Nani. Foi um jogo que os “red devils” poderiam ter goleado, mas a falta de inspiração de Berbatov impediu resultado mais volumoso.

    O Manchester United termina o campeonato, em casa, diante do Stoke City, tendo de ganhar e esperar, pelo menos, um empate do Chelsea para ser campeão.

    Liga Espanhola – Barça e Real continuam sem vacilar

    Barcelona e Real Madrid continuam a ultrapassar todos os obstáculos com maior ou menor dificuldade, mantendo a La Liga ao rubro. Em Villarreal, o Barça atropelou o seu opositor por 4-1, com golos de Messi (2), Xavi e Bojan, respondendo o Villarreal com um tento de Llorente.  Por outro lado, os madrilenos tiveram mais dificuldades, pois tiveram a perder por duas vezes com o Osasuna. Todavia, conseguiram sempre empatar e, sobre o minuto, 89, Cristiano Ronaldo, que já tinha feito um tento, bisou e deu a vitória ao Real Madrid por 3-2.

    Com estes resultados e a três jornadas do fim, Barcelona (90 pts) e Real Madrid (89 pts) prometem muita emoção até ao final da Liga Espanhola.

    Liga Italiana – Inter passa teste “laziale” e mantém Roma a um ponto

    A Roma havia vencido com relativa tranquilidade, o Parma, fora, por duas bolas a uma e tinha esperança num deslize “nerazzurri na deslocação à capital italiana para defrontar a Lázio. Contudo, o Inter, diante de uma equipa que ainda luta pela manutenção, fez um bom jogo e acabou por vencer de forma fácil a Lázio por duas bolas a zero (golos de Samuel e Motta). Nesse encontro, foi curioso assistirmos aos adeptos “laziale” a torcer pelo Inter, pois, aparentemente, a possível descida é bem menos assustadora que a imagem do seu eterno rival a conquistar o “scudetto”.

    Após a jornada 35 e a três jogos do final da Série A, o líder Internazionale e a segunda classificada AS Roma, continuam separados por apenas um ponto.

    Liga Alemã – Bayern virtual campeão

    O Bayern venceu o Bochum por 3-1 graças a  um hat-trick de Müller e, após o desaire caseiro do Schalke 04 diante do Werder Bremen (0-2), garantiu, a uma jornada do fim, três pontos de vantagem sobre a equipa de Genselkirchen. A equipa bávara só não pode festejar oficialmente o título, pois o critério de desempate é a diferença de golos, todavia, com 17 golos de vantagem sobre o rival, só um desastre de proporções inimagináveis pode tirar o título ao Bayern Munique.

    Outras Ligas – Twente sagra-se campeão holandês

    O Twente conquistou a Eredivisie pela primeira vez, após vencer, em Breda, o NAC, por 2-0. A equipa acabou assim o campeonato com mais um ponto que o Ajax, que, apesar de ter goleado fora o NEC Nijmegen (4-0), teve de se contentar com o segundo lugar; Por outro lado, em França, o Marselha empatou em Auxerre (0-0) e mantém-se, assim, na liderança, tendo mais cinco pontos que o segundo, curiosamente, o próprio Auxerre. 

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