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Wallace tem potencial mas terá de ser trabalhado

Wallace tem potencial mas terá de ser trabalhado

Com a permanência de Maxi Pereira a ser um cenário pouco seguro, é garantido que o Benfica andará no mercado à procura de laterais-direitos que possam assumir-se como importantes mais-valias para o plantel, sendo que o jornal “A Bola” adianta hoje que o brasileiro Wallace Oliveira dos Santos será um desses alvos.

Trata-se, afinal, de um futebolista nascido a 1 de Maio de 1994 no Rio de Janeiro, Brasil, e que começou a sua carreira no Fluminense, emblema carioca pelo qual somou 30 jogos e um golo entre 2011 e 2013.

Ainda não se estreou pelo “patrão” Chelsea

Em 2013/14, contudo, o promissor lateral-direito acabou por dar o salto para um clube de topo do futebol europeu, nomeadamente o Chelsea, ainda que o emblema inglês ainda não tenha utilizado o brasileiro em jogos oficiais, preferindo emprestá-lo a Inter de Milão (2013/14) e Vitesse (2014/15).

No clube italiano, ainda assim, Wallace também pouco jogou (apenas quatro partidas), num cenário que se alterou na presente campanha, ao serviço do Vitesse, uma vez que, no clube holandês, o lateral-direito já efectuou 22 jogos (um golo).

Lateral muito ofensivo

Wallace é um lateral-direito de perfil extremamente atacante, que sabe utilizar a sua velocidade, pulmão e boa técnica individual para dar muita profundidade ao seu flanco e assumir-se sempre como um jogador muito perigoso no processo ofensivo.

Aliás, dadas as suas características, o brasileiro de 21 anos poderá ser mesmo utilizado em posições mais avançadas do terreno, seja como médio-direito num 4x4x2 ou mesmo extremo-direito num 4x3x3, algo que, valha a verdade, até disfarçaria alguns dos problemas que ainda apresenta.

Afinal, o seu pendor ofensivo, aliado a algumas falhas de posicionamento, fazem com que Wallace ainda cometa alguns erros defensivos de alguma gravidade, nomeadamente permitir que muitas vezes os adversários apareçam nas suas costas com perigo. Este aspecto, aliás, terá de ser bem trabalhado para que o brasileiro possa cumprir com as elevadas expectativas que lhe são imputadas.

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Mike com a camisola nipónica

Apesar do nome holandês e de actuar na Liga Holandesa, Mike Havenaar é um poderoso ponta de lança que, além de brilhar com a camisola do Vitesse, também é uma das principais figuras da selecção do Japão, sendo já uma certeza da equipa nipónica.

Nascido a 20 de Maio de 1987 em Hiroshima, Japão, Mike Havenaar é filho de dois holandeses que emigraram para o Japão em virtude do pai de Mike ter ido jogar futebol para aquele país asiático.

Integrado nas camadas jovens do Sapporo FC, Consadole Sapporo e Yokohama F Marinos, Mike Havenaar estreou-se profissionalmente ao serviço do Yokohama F Marinos em 2006, ainda que não tenha conseguido se impor no famoso clube japonês.

Muitos golos no Japão renderam-lhe transferência para o Vitesse

Depois de duas temporadas com pouco sucesso no clube de Yokohama, o atacante foi emprestado a Avispa Fukuoka em 2008, tendo apontado 7 golos em 26 jogos.

Na temporada seguinte, o ponta de lança nipónico foi cedido ao Sagan Tosu, sendo que aí o sucesso foi ainda mais pronunciado, pois Mike Havenaar marcou 17 golos em 35 jogos, garantindo uma transferência definitiva para o Ventforet Kofu no final da temporada.

Em 2010, ao serviço do clube de Kofu, o avançado marcou 20 golos em 32 jogos, sendo peça fundamental na subida do clube à J-League, divisão que o Ventforet apenas disputaria por uma temporada, pois a equipa acabou por descer em 2011, apesar dos 17 golos em 31 partidas de Mike Havenaar.

A 21 de Dezembro de 2011, no rescaldo da descida do Ventforet, Mike Havenaar mudou-se para o país de origem dos seus país, transferindo-se para o Vitesse. No clube de Arnhem, o atacante ainda passa por uma fase de adaptação, todavia, já marcou quatro golos em nove partidas.

Ponta de lança alto e posicional

Mike Havenaar é um internacional japonês de 1,94 metros, que actua como “target man”, surgindo como referência do jogo ofensivo das equipas onde joga. 

Naturalmente pouco rápido, o avançado do Vitesse é bom tecnicamente e é muito inteligente a posicionar-se na área, sabendo arrastar os defesas para abrir espaços para os companheiros ou fugir às marcações para garantir boas ocasiões de finalização.

Letal tanto de cabeça como com os pés, trata-se, assim, de um ponta de lança muito completo, que tanto pode ser usado sozinho num esquema só com um ponta de lança, mas que, pela sua capacidade de combinar com os companheiros, também pode actuar ao lado de um jogador mais móvel num sistema com dois avançados.

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Fary era o goleador dos aveirenses

Em 1998/99, apesar de ter terminado o campeonato na décima-sexta posição e descido ao segundo escalão do futebol português, o Beira-Mar fez uma grande campanha na Taça de Portugal, culminada com a conquista da prova rainha do panorama futebolístico nacional, graças a um triunfo na final diante do Campomaiorense (1-0) com um golo de Ricardo Sousa. Esse título, garantiu que a equipa de Aveiro, mesmo na Liga de Honra, iria participar na Taça UEFA, naquela que seria a primeira participação da equipa aurinegra numa prova europeia. 

Bilhete do Beira Mar vs Vitesse

Vitesse foi o carrasco na estreia europeia

O Beira-Mar vivia a sua estreia europeia e não teve grande sorte no sorteio, pois foi emparelhado com uma equipa com pergaminhos no futebol europeu, o Vitesse.

Apesar de tudo, a equipa de Arnhem já havia sido eliminada por duas equipas portuguesas (Sporting e Sp. Braga) em edições anteriores desta mesma prova e isso dava alguma esperança aos aurinegros.

No primeiro jogo, disputado em Aveiro, o Beira-Mar entrou melhor e, aos 41 minutos, Fary deu mesmo a vantagem à equipa aurinegra. No entanto, aproveitando a sua maior experiência internacional, o Vitesse soube acalmar os ímpetos aveirenses e deu a volta ao resultado com golos do bem conhecido van Hooijdonk (51′) e Grozdic (82′).

Com uma derrota (1-2) no duelo disputado em casa, poucos acreditavam que o Beira-Mar pudesse disputar o jogo na Holanda, mas a verdade é que o Vitesse ainda tremeu perante a vontade de vencer da equipa portuguesa.

De facto, o Beira-Mar foi sempre superior no Gelredome e viu mesmo um golo limpo de Fary ser anulado por Roland Beck, o árbitro do Liechtenstein designado para o compromisso europeu.

No entanto, apesar da excelente exibição dos aveirenses, o resultado terminou como havia começado (0-0) e, dessa forma, terminou logo na primeira ronda o périplo do Beira-Mar pela Taça UEFA (1999/00).

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Wilfried a festejar um golo pelo Sparta Praga

No Vitesse da Liga Holandesa, actua um dos mais promissores atacantes africanos da actualidade, o internacional marfinense: Wilfried Bony.

Nascido a 10 de Dezembro de 1988 em Bingerville, Costa do Marfim, Wilfried Bony iniciou a sua carreira no seu país natal, ao serviço do Issia Wazi, clube pelo qual se sagrou o melhor marcador da liga marfinense em 2007.

Essas boas exibições valeram-lhe a transferência para a Europa e para o Sparta Praga, clube que representou entre o Verão de 2008 até ao final de 2010, tendo marcado 21 golos em 58 jogos do campeonato checo.

Após a aventura na República Checa, o internacional marfinense voltou a mudar de ares em Janeiro de 2011, transferindo-se para os holandeses do Vitesse. Nesse clube da Eredivisie, ainda vai dando os primeiros passos na adaptação ao futebol holandês, mas, ainda assim, já marcou três golos em sete partidas.

Avançado rápido e com frieza na hora de rematar

Wilfried Bony é um avançado frio, possante e muito rápido, que se movimenta constantemente nas zonas avançadas do terreno, criando imensos problemas aos defesas que o têm de marcar.

Não sendo um portento de técnica, também não é completamente “tosco” nesse aspecto específico do jogo, sendo capaz de marcar golos de belo efeito com ambos os pés. Para além disso, e apesar de não ser muito alto (1,83 metros), é muito perigoso no jogo aéreo, concretizando com regularidade de cabeça.

Pelas suas características, trata-se de um avançado-centro que tanto pode jogar sozinho na frente como ao lado de outro ponta de lança, pois adapta-se perfeitamente a ambos os esquemas. Neste momento, com apenas 22 anos, o internacional marfinense tem tudo para crescer ainda mais no panorama futebolístico europeu.

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Schaars era o capitão do AZ

Por uma mera bagatela de 825 mil euros, chegou ao Sporting Clube de Portugal um dos mais requisitados médios de transição da Eredivisie, o internacional holandês: Stijn Schaars.

Nascido a 11 de Janeiro de 1984 em Gendt, Holanda, Stefanus Johannes “Stijn” Schaars iniciou a sua carreira nas camadas jovens do De Batavan, antes de se mudar posteriormente para Arnhem para representar o Vitesse.

No clube eliminado pelo Sporting nos oitavos de final da Taça UEFA (90/91), Schaars estreou-se profissionalmente a 9 de Março de 2003 num duelo no campo do FC Utrecht, em que o Vitesse saiu derrotado por quatro bolas a uma.

Desde essa partida, o internacional holandês, haveria de efectuar 50 jogos (5 golos) ao serviço do Vitesse, abandonando o clube de Arnhem no final da temporada 2004/05, para representar o AZ Alkmaar.

Tornou-se o capitão do AZ

No clube de Alkmaar, Schaars rapidamente assumiu a titularidade, tendo apenas falhado metade da temporada 2006/07 e a totalidade da época 2007/08 devido a uma grave lesão que lhe proporcionou um enorme tempo de paragem.

Contudo, apesar de ter ficado parado cerca de ano e meio, o internacional holandês teve força de vontade e capacidade para superar o infortúnio e, em 2008/09, quando regressou à competição, nem parecia que havia ficado tanto tempo parado.

Até 2010/11 e mesmo tendo ficado época e meia sem jogar, Schaars efectuou 129 jogos (7 golos) pelo AZ, tendo se sagrado campeão holandês na temporada 2008/09 e conseguido chegar a capitão de equipa do importante clube dos Países Baixos.

Médio de transição de grande qualidade

Se Domingos optar, como se espera, por utilizar o 4x2x3x1 como táctica predilecta para o Sporting, Schaars será o jogador ideal para actuar ao lado de um “seis” como jogador com capacidade de efectuar rápidas transições, ou seja, o atleta a quem agora se gosta de chamar de “box to box”.

Raçudo e lutador, Schaars destaca-se pela enorme capacidade táctica e inteligência nas movimentações, apresentando também um pé esquerdo de boa qualidade que é importante na sua qualidade de passe e nos lances de bola parada.

Neste momento, na experiência dos 27 anos e com 15 internacionalizações pela selecção laranja, Stijn Schaars será, claramente, um reforço de peso para o Sporting (2011/12).

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Karoglan nunca foi esquecido pelos bracarenses

Há catorze anos, o Sporting de Braga conseguiu uma das suas mais importantes vitórias europeias ao vencer, no Estádio 1º Maio, os holandeses do Vitesse e, assim, qualificar-se para a segunda eliminatória da Taça UEFA. Depois de uma derrota em Arnhem por duas bolas a uma, os arsenalistas encheram-se de brio e vontade, sabendo chegar à vantagem por 2-0 e, depois, sabendo sofrer a enorme pressão que a equipa holandesa fez nos minutos finais, para segurarem a vantagem e consequente apuramento para a eliminatória seguinte. Um jogo histórico e que, segundo muitos, foi o primeiro passo na construção do actual “Grande Braga”.

1ª Eliminatória: Vitesse 2-1 Sp. Braga / Sp. Braga 2-0 Vitesse

O primeiro adversário europeu nesta Taça UEFA foi o Vitesse, uma equipa que não sendo um gigante do velho continente, era uma equipa claramente favorita para a eliminatória com os arsenalistas.

No primeiro encontro, disputado em Arnhem, o Braga esteve mesmo a perder por duas bolas a zero, mas, perto do final, na sequência de um penalti por mão na bola de um defesa holandês, Karoglan não perdoou e colocou o resultado num magro 2-1, que, por certo, abria boas perspectivas para a segunda mão em Braga.

Na verdade, esse segundo jogo acabou por correr de acordo com os desejos dos bracarenses, mas necessitou de grande sofrimento por parte da equipa portuguesa. Depois do Sp. Braga ter chegado ao 2-0 graças a duas grandes penalidades de Artur Jorge, a equipa lusitana teve de sofrer imenso, vendo mesmo uma bola embater no poste da baliza de Woszniak nos minutos finais. Ainda assim, o 2-0 foi mantido até final e os arsenalistas alcançaram a segunda eliminatória da Taça UEFA.

2ª Eliminatória: Sp. Braga 4-0 Dínamo Tbilissi / Dínamo Tbilissi 0-1 Sp. Braga

Curiosamente a segunda ronda da Taça UEFA acabou por ser bem mais fácil do que a primeira, com o Sp. Braga a não dar hipóteses à equipa georgiana do Dínamo Tbilissi, vencendo em casa por 4-0 e na Geórgia por 1-0.

Rodrigão, Toni, Karoglan e Bruno marcaram no 1º Maio, num jogo em que o Sp. Braga demonstrou ser infinitamente superior a uma frágil equipa georgiana que só havia atingido este patamar, pois havia disputado a primeira ronda com outra formação muito frágil, os bielorrussos do Slavia Mozyr. Este 4-0, fazia do segundo encontro, a disputar em Tbilissi, um passeio para os arsenalistas.

De facto, assim foi, pois de forma tranquila e sem forçar, o Braga voltou a fazer valer a sua superioridade e até garantiu nova vitória na Geórgia, graças a um golo de Toni aos três minutos da segunda parte. Assim sendo, o Braga atingia os oitavos de final da Taça UEFA.

3ª Eliminatória: Sp. Braga 0-0 Schalke 04 /Schalke 04 2-0 Sp. Braga

Na terceira ronda, o Sp. Braga defrontou o Schalke 04, uma fortíssima equipa germânica que havia vencido a Taça UEFA na edição anterior.

No primeiro jogo, disputado em Braga, a formação arsenalista tentou alcançar uma vantagem que lhe permitisse outras aspirações en Genselkirchen, contudo, esbarrou na muito bem organizada defensiva alemã, que soube controlar o jogo e garantir um zero a zero que lhe abria fantásticas perspectivas para a segunda mão.

Contudo, os bracarenses não eram um adversário fácil para ninguém e venderam bem cara a derrota na Alemanha, sendo que o desaire apenas se precipitou após a expulsão de Zé Nuno a quatro minutos do intervalo. A jogar contra dez unidades, os alemães fizeram valer todo o seu poderio e acabaram por superar o Sp. Braga por 2-0, terminando de forma extremamente digna o excelente percurso da equipa portuguesa naquela edição da Taça UEFA.

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Marcus Pedersen tem estado na ribalta

Nos holandeses do Vitesse actua um ponta de lança combativo e com um excelente sentido de baliza, que pode dar muito que falar no futuro: Marcus Pedersen.

Nascido a 8 de Junho de 1990 em Hamar, Noruega, Marcus Pedersen iniciou a sua carreira como jogador juvenil do Strange, tendo passado para o bem mais conhecido Ham Kam em 2005. Pelo Hamarkameratene (por algum motivo utilizam o diminutivo Ham Kam…), Marcus Pedersen estreou-se no futebol sénior em 2006, ainda que só tivesse feito quatro jogos oficiais. Depois, na temporada seguinte, o jovem continuou a aparecer na equipa principal do clube norueguês, mas voltou a fazer poucos jogos (seis), ainda que tenha conseguido marcar o primeiro golo como sénior.

Destacou-se no Strømsgodset

No início da temporada 2008, com apenas 17 anos, transferiu-se para o Strømsgodset, onde garantiu rapidamente a titularidade. De facto, ao longo de toda a época, Marcus Pedersen fez 24 jogos e marcou 10 golos, contribuindo para que o Strømsgodset conseguisse a manutenção no principal escalão norueguês.

Na temporada seguinte, o avançado somava 11 golos em 19 jogos, quando acabou transferido, a 30 de Agosto, para o Vitesse, onde actua neste momento. Apesar de apenas ter 20 anos, tem se adaptado bem a um novo país e a um campeonato mais competitivo, somando 4 golos em 13 jogos e começando a ganhar o seu espaço na equipa holandesa.

O “Rooney norueguês”

Marcus Pedersen é um atacante rápido, possante e muito combativo, sendo muitas vezes comparado a Wayne Rooney pela comunicação social norueguesa. Bom tecnicamente e com um excelente sentido de baliza, parece estar sempre no sítio certo para finalizar sempre com qualidade.

Tanto ao lado de outro avançado num esquema de dois pontas de lança, como sozinho num 4-3-3, Marcus Pedersen destaca-se como um avançado muito perigoso e difícil de marcar, sendo que, aos 20 anos, e com toda a carreira pela frente, será difícil adivinhar até onde pode chegar o norueguês.

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