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Torres foi decisivo na vitória "red"

Torres foi decisivo na vitória "red"

Premier League é um campeonato de emoções, normalmente fortes, e esta época não é excepção. No passado fim-de-semana, com algumas surpresas, eis que na frente está novamente tudo mais equilibrado, podendo-se mesmo dizer que neste momento existem 4 legítimos candidatos ao título. Mas vamos por partes.

Na terra dos Beatles, o Liverpool jogava em casa e recebia o todo poderoso Chelsea. No preâmbulo para esta partida, tendo em conta o arranque e o momento das duas equipas, tudo apontava para uma vitória mais ou menos fácil dos homens de Ancelotti. Mas estes jogos são sempre diferentes e com Torres em forma tudo se tornou mais complicado para os visitantes. Com Drogba no banco as iniciativas atacantes pertenceram em exclusivo aos Scousers, com um fulgor que pareciam ter perdido no inicio da época. Numa equipa arrumada e muito combativa, não demorou muito para o atacante espanhol abrir o marcador, 11 minutos de jogo 1-0.

Os da casa não abrandaram o ritmo, tinham fome de bola e vontade de apagar a má imagem que até há pouco tempo mostravam. Com a posse de bola dividida quase por igual a diferença estava na eficácia, os de vermelho pareciam mais esclarecidos e acutilantes. Quase a fechar a primeira parte, com Raúl Meireles na jogada, Torres fechou o resultado com um golo de belo efeito. Na segunda parte, inevitavelmente, entrou Drogba, o Chelsea cresceu e o Liverpool apostou na defesa do resultado. As chances para os de azul surgiram mas não na quantidade desejada e muito menos com a eficácia pretendida. Reina, com um par de boas defesas, ajudado por toda a equipa manteve o 2-0. O Liverpool arrecadou os preciosos 3 pontos e relançou o campeonato.

Tim Krul parece nome de herói de ficção, mas no Emirates Stadium foi o nome do herói do Newcastle. Com o Arsenal a tentar pressionar o Chelsea na frente da tabela, com as previsões de 1/11 para a vitória dos visitantes e após a vitória dos Gunners em St. James Park, duas semanas antes para a Carling Cup, por 0-4, ninguém previa o que se iria passar. Ou melhor, tal como esperado o Arsenal dominou, muito, criou inúmeras oportunidades e, por falta de sorte e por obra de Krul, não marcou. Os Magpies, que regressaram esta época à liga principal, estão a causar sensação e o actual quinto lugar demonstra isso mesmo. Com um golo solitário e muito esforço protagonizaram a grande surpresa da jornada.

Em Old Trafford, entre lesões e crises pessoais, o Manchester United ainda não encontrou a sua melhor forma. Num jogo renhido, com uma equipa de meio de tabela (Wolverampton), a sorte acabou por sorrir a Ji-Sung Park por duas vezes e o Manchester cumpriu com o seu objectivo, ganhar. Bebé começa a ganhar algum espaço na equipa de Sir Alex Ferguson, precisamente pelas indefinições e lesões, e tem dado boa conta de si. Ainda não é uma estrela e poderá, eu diria até que de certeza, voltar a perder protagonismo pois ainda tem muito que aprender e evoluir, mas é sempre digno de nota. Quanto ao jogo, os da casa tiveram um ligeiro domínio mas só mesmo nos últimos segundos se confirmou o triunfo com o segundo golo que desfez o empate. Resultado final 2-1. O Manchester United continua assim na corrida e apenas a 2 pontos do Chelsea.

No Manchester City a pressão sobre o treinador, Roberto Mancini, começa a fazer-se sentir. Com uma série de maus resultados e a ver os lugares cimeiros a fugir, os Citizens viam-se obrigados a vencer. Numa equipa de estrelas, Balotelli, também ele uma jovem estrela, foi a figura do jogo, pelo melhor e pelo pior. Começou por dar a vantagem de dois golos que fixou o resultado final. Jogou bem embora ainda a demonstrar que é novo na equipa e sem rotina de jogo após lesão, mas ainda assim um belíssimo jogador. Depois, demonstrou mais uma vez que continua controverso e imaturo ao agredir um adversário e ser expulso. A vantagem estava contudo ganha e os da casa, West Bromwich, foram incapazes de dar a volta ao resultado.

Último destaque para o Tottenham, a equipa que na semana passada vulgarizou e venceu brilhantemente os campeões europeus em título, foi incapaz de vencer em Bolton. O resultado, 4-2, espelha um jogo competitivo e com espectáculo. Os da casa estão em boa forma esta época e chegaram mesmo aos 3-0, isto a 15 minutos do final da partida. Um melhor acerto dos Spurs neste último período, valeu-lhes 2 golos, mas mesmo a terminar seria novamente o Bolton a aumentar a vantagem e fixar o resultado. O marcador não espelha o que se passou, verdade que o Bolton dominou mas o Tottenham também esteve muito bem, apenas a falta de sorte e de inspiração os deixou sem marcar durante 79 minutos. Estas duas equipas ocupam a metade superior da tabela com os mesmos pontos.

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Nani fez golo polémico ao Tottenham

Em Old Traford disputava-se o jogo grande da jornada. O Tottenham que começou a época de uma forma mais lenta, começa agora a mostrar porque terminou em quarto na temporada passada. Os da casa dominaram como lhes competia, entraram fortes e determinados a resolver cedo. Sir Alex Ferguson quer deixar a crise para trás e parece estar a obter resultados, finalmente. Nani em excelente forma foi a figura do jogo, muito produtivo esteve presente no primeiro golo e marcou o polémico segundo.

O domínio do Manchester United não atemorizou os Spurs e estes espreitaram sempre o golo. Se o tento inicial de Vidic aos 30 minutos estimulou os visitantes, o golpe final de Nani aos 84 matou o jogo. Não só porque já não havia muito tempo para jogar, mas mais porque os homens de Redknapp se sentiram profundamente injustiçados e perderam toda a concentração. Uma excelente partida de futebol a confirmar as previsões.

Os campeões em título deslocaram-se a Blackburn e foram invulgarmente dominados. Os Rovers assumiram as despesas do jogo e lutaram para a conquista dos 3 pontos. Materializaram esse mesmo domínio com um golo aos 21 minutos. Mas os campeões mostram-se nestes momentos e mesmo sem jogar bem o Chelsea acabou por dar a volta ao resultado. Seguem isolados em primeiro lugar e são os favoritos para a conquista do campeonato.

O Arsenal, que segue na perseguição ao primeiro lugar, a jogar em casa sentiu muitas dificuldades em vencer o lanterna vermelha West Ham. Apesar do dominio natural dos Gunners, os golos não surgiam e os Hammers, a espaços, também tentavam a sua sorte. Robert Green, guarda-redes visitante, foi quase intransponível e foram precisos 88 minutos para que sofresse o único golo da partida. No final, dever cumprido, mas de forma sofrida, pelo Arsenal.

Outro jogo entre equipas em lugares opostos na tabela trouxe a surpresa da jornada. Em casa do Wolverhampton Wanderers, o Manchester City entrou a confirmar o que se esperava, uma vitória fácil. Todas a jogadas de ataque da equipa de Mancini levavam muito perigo e parecia estar a adivinhar-se uma vitória fácil. O golo de Adebayor, de grande penalidade, era o materializar do que parecia inevitável.

Após a vantagem inicial, o City pareceu descontrair-se, talvez porque o adversário ocupava um dos últimos lugares na tabela e talvez porque o seu domínio era de tal forma evidente que a vitória seria certa. Puro engano, os Wolves equilibraram e, sete minutos depois, empataram a partida. O tónico do empate resultou, os Wolves continuaram a dominar e, já na segunda parte, por intermédio de Edwards que já não marcava há 14 meses, deram a volta ao resultado. Mancini atordoado alterou a equipa e só a 15 minutos do fim voltou a dominar, tarde demais. O italiano continua a produzir resultados muito irregulares e está com o lugar mais uma vez em risco, sendo que muitos apostam na sua saída antes do final da época.

Por outro lado, o Liverpool voltou a ganhar. No Reebok Stadium, frente ao Bolton, a equipa de Raúl Meireles conquistou mais uma vitória e já se encontra mais confortável no meio da tabela. A partida pautou pelo equilíbrio, sorrindo já na recta final aos Reds. O Bolton, que tem este ano o seu melhor arranque dos últimos cinco, causou muitos problemas. Com oportunidades de parte a parte, o jogo foi emotivo e bem disputado.

Último destaque para a vitória com goleada do Newcastle, em casa, frente ao Sunderland. Outrora um dos poderosos clubes de Inglaterra, os Geordies querem voltar a ser um dos grandes. Recém promovidos após uma época no escalão inferior, têm alternado na qualidade das suas exibições. No entanto no passado fim-de-semana, com um expressivo 5-1, reviveram a glória de outros tempos e já se encontram confortavelmente em sétimo.

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Pongolle surpreendeu-se com a qualidade da Liga

O atacante francês Florent Sinama-Pongolle, atleta que ainda está para justificar o elevado valor (6,5 milhões de euros) que o Sporting pagou pelo seu passe, deu uma interessante entrevista ao Top Mercato, onde, para além de dizer que está bastante confiante para a nova época, afirmou que os adeptos e jogadores de futebol, nos outros países, não têm uma real noção da qualidade do futebol português, desafiando mesmo outros jogadores a virem a Portugal fazer um jogo e tirar as suas próprias ilações.

À primeira vista, podemos entender que o internacional gaulês apenas pretende arranjar uma desculpa para o insucesso dos seus primeiros seis meses com a camisola verde-e-branca, todavia, após uma análise mais cuidada e tentando abstraírmo-nos de destruir tudo o que é português (esse hábito tão lusitano…), temos de compreender e, até, dar razão às afirmações do avançado leonino.

A Liga Portuguesa não é a melhor do mundo, nem sequer estará no Top 5 europeu, onde colocaria Espanha, Inglaterra, Itália, Alemanha e França, por esta ordem, mas está, certamente, logo a seguir, tanto pelos resultados europeus, como pela qualidade das suas equipas.

No entanto, sempre foi um campeonato que, muito por culpa da falta de divulgação e pela imagem de estádios muitas vezes vazios, criou, no exterior, uma ideia negativa, apenas atenuada por alguns bons resultados europeus das nossas equipas.

Na realidade, muitas vezes a imagem é tudo e é fácil dar um exemplo. Um Wolverhampton-Wigan Athletic, por norma, não é um jogo que tenha mais qualidade que um Paços de Ferreira-Olhanense, no entanto, o jogo da Premier League, tem um Estádio de qualidade, cheio de adeptos que cantam o jogo inteiro, um relvado em condições e, acima de tudo, um mediatismo incomparável. Depois de tudo isto, o adepto de futebol mais desatento nem se vai aperceber que a qualidade dos jogadores dos clubes ingleses será igual ou pior que a das equipas portuguesas.

Sendo realista, os clubes portugueses não têm capacidade para competir com os clubes milionários das grandes ligas do futebol europeu, o que acaba por ser normal, pois as diferenças orçamentais são, muitas vezes, gigantescas, o que permite aos clubes de topo da Premier League, La Liga, Serie A, ou Bundesliga, comprarem jogadores que nunca estariam ao alcance dos clubes mais abastados da Liga Sagres. Ainda assim, a discrepância entre os campeonatos não é aquela que muitas vezes tentam fazer crer que existe e as eliminatórias europeias provam isso.

O ano passado, por exemplo, o FC Porto atropelou o Atl. Madrid, o Benfica esmagou o Everton e o Sporting, mesmo num dos piores anos de sempre, eliminou o Everton e não perdeu qualquer jogo com o “atleti”. Podia ainda continuar com a boa campanha de um dos nossos clubes de média dimensão (Nacional) na Liga Europa, mas penso que perceberam onde quero chegar.

O grande problema do futebol português é estrutural e nunca da qualidade dos intervenientes e do próprio desporto rei. O problema são alguns vícios que estão enraizados há imenso tempo e não são combatidos em prol da evolução do futebol indígena.

É necessário promover o futebol português lá fora. A ligação emocional que temos com as antigas colónias africanas e a elevada fama que a selecção portuguesa tem, principalmente no Médio Oriente e na Ásia, é meio caminho para introduzirmos a nossa Liga nesses mercados, expandido os horizontes da mesma e gerando dinheiro para a Liga e para os clubes que nela participam.

É preciso voltarmos a apostar forte nas camadas jovens (Riade 89 e Lisboa 91 já parecem tão distantes…) e lutarmos pela implementação do sistema 6 locais + 5 estrangeiros em todos os onzes na da nossa Liga. Só assim teríamos a certeza que os estrangeiros seriam contratados com maior critério de qualidade e, mais importante do que isso, saberíamos que os nossos jovens tinham mais hipóteses de chegarem ao futebol sénior luso.

Por outro lado, temos de, uma vez por todas, deixar de fazer negócios televisivos com intermediários e passar a fazer negócios globais e directamente com as televisões, obedecendo a um valor mínimo que seria pago a todos os clubes e a um valor variável que obedeceria a dois factores (audiência e prestação desportiva). Este sistema iria criar uma distribuição financeira mais justa e iria dar, certamente, desafogo financeiro aos clubes mais modestos do panorama futebolístico nacional.

Depois temos de criar condições para que mais pessoas possam ir aos estádios. Tanto baixando o valor dos bilhetes que, muitas vezes, não estão minimamente de acordo com a realidade portuguesa, como criando promoções para jovens e idosos. Será que financeiramente não é melhor ter 10000 pessoas num estádio a pagarem uma média de 5 euros por bilhete do que 1000 a pagarem 15 euros?

Na verdade, todas estas “pequenas” implementações iriam fazer toda a diferença, tanto por aumentarem a qualidade real do nosso futebol (curiosamente, o menor dos nossos problemas) como por darem uma imagem muito melhor do mesmo, aproximando-o da imagem que têm as melhores ligas do futebol internacional.

Tenho a certeza que, se isso for feito, a surpresa que têm jogadores como o Sinama-Pongolle irá começar a desvanecer-se e a nossa liga irá, certamente, atrair muitos jogadores estrangeiros de renome, subindo em termos de qualidade, fama e reconhecimento externo.

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Esta vai ser a estreia da Sérvia, como país independente, num campeonato do mundo de futebol. Ainda assim, como herdeira natural da antiga selecção jugoslava, podemos dizer que a Sérvia tem uma história rica nos mundiais, pois a Jugoslávia participou em nove certames e conseguiu atingir as meias-finais em duas ocasiões (1930 e 1962). Ainda assim, e porque a última imagem é a que fica, a derradeira presença num campeonato do mundo foi em 2006, como Sérvia e Montenegro, resumindo-se a três jogos, três derrotas e uma viagem rápida para casa. Assim sendo, cabe agora aos sérvios, na África do Sul, tentarem corrigir essa má imagem e arrancarem para um bom Mundial. Num grupo com Austrália, Gana e Alemanha, os eslavos têm boas hipóteses de o fazer.

A Qualificação

Integrada no Grupo 7 da zona europeia de qualificação com França, Roménia, Áustria, Lituânia e Ilhas Faroé, a Sérvia teve um percurso brilhante. A equipa eslava venceu sete jogos, empatou um e perdeu dois, vencendo o agrupamento à frente da vice-campeã mundial, França.

Apesar de terem perdido no campo dos “bleus” (1-2) e na Lituânia (1-2), os sérvios fizeram resultados impressionantes como ganharem duas vezes à Roménia (3-2 e 5-0) e triunfarem no sempre difícil terreno da Áustria (3-1).

Assim sendo, foi de forma brilhante e justa que os sérvios conquistaram o direito em participarem no campeonato do mundo 2010 na África do Sul.

Grupo 7 – Classificação

  1. Sérvia 22 pts
  2. França 21 pts
  3. Áustria 14 pts
  4. Lituânia 12 pts
  5. Roménia 12 pts
  6. Ilhas Faroé 4 pts

O que vale a selecção sérvia?

A equipa sérvia é muito forte e tem qualidade em todos os sectores. A turma de Radomir Antic tem uma mistura muito positiva entre juventude e experiência, pois se, por um lado, apresentam atletas com muitos anos de alta roda do futebol como Stankovic, Pantelic ou Vidic, também apresentam jovens de pouca experiência mas muito talento como Kolarov, Kacar, Radosav Petrovic ou Kuzmanovic.

Na defesa, a equipa conta com um excelente guarda-redes, que não teve muita sorte no Sporting, mas que tem um enorme talento: Stojkovic. Depois, o quarteto defensivo é muito forte com o lateral esquerdo: Kolarov, que diz-se pretendido por Mourinho para o Real Madrid, a excelente dupla de centrais: Vidic-Lukovic e o lateral direito: Ivanovic. Trata-se de uma defesa com uma média de altura muito alta, com centrais quase intransponíveis e com dois laterais que são exímios a defender e que, principalmente no caso de Kolarov, atacam muito bem.

Depois, no meio campo, A equipa deve actuar com um duplo pivot de box to box: Milijas-Stankovic. Estes jogadores são muito importantes no esquema sérvio, pois atacam e defendem com a mesma intensidade, são muito inteligentes tacticamente e dão grande equilíbrio ao onze das águias brancas. Por outro lado, nas alas, devem jogar Jovanovic (na esquerda) e Krasic (na direita). Dois elementos que sabem procurar a linha, mas também fazem bem as diagonais para o centro para procurarem o remate. Nesta situação, Jovanovic é exímio.

Por fim, no ataque, é normal que Radomir Antic use a dupla: Zigic-Pantelic. Um duo que encaixa muito bem, pois Zigic é um atacante muito alto (2,02 metros), que joga fixo na área e é muito difícil de marcar, principalmente nas bolas áreas e Pantelic é um atacante mais móvel e desequilibrador que cai muito nas alas, sem descurar a procura do golo. Depois, a equipa, no banco, tem Lazovic, que pode substituir Zigic, em ocasiões que Antic prefira dois atacantes móveis em vez de um fixo e outro com maior mobilidade.

Assim sendo, com estes jogadores e num grupo com Alemanha, Austrália e Gana, a Sérvia tem boas perspectivas de alcançar a segunda fase.

O Onze Base

Partindo do principio que Radomir Antic irá apresentar um 4-4-2 clássico, a Sérvia deve actuar com Stojkovic (Wigan) na baliza; Um quarteto defensivo com: Kolarov (Lázio), Vidic (Manchester United), Lukovic (Udinese) e Ivanovic (Chelsea); Um meio campo com: Jovanovic (Liverpool), Milijas (Wolverhampton), Stankovic (Inter) e Krasic (CSKA Moscovo); E um ataque com a dupla: Zigic (Valência) e Pantelic (Ajax)

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

O grande problema da Sérvia é a sua instabilidade competitiva, que a leva, muitas vezes, a falhar nos momentos chave, pois em termos de qualidade de jogadores esta equipa está quase ao nível da Alemanha. Se conseguir aliar capacidade táctica à qualidade técnica e se conseguir por todos estes jogadores a funcionar como equipa, a Sérvia tem grandes condições de alcançar o segundo lugar e, até, poderá surpreender a Alemanha no primeiro lugar. No entanto, se falhar nesse pressuposto, pode mesmo terminar abaixo do segundo lugar e voltar mais cedo para casa.

Calendário – Grupo D (Mundial 2010)

  • 13 de Junho: Sérvia vs Gana
  • 18 de Junho: Sérvia vs Alemanha
  • 23 de Junho: Sérvia vs Austrália

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O Chelsea deslocou-se a Manchester e venceu o United por 2-1, passando, assim, para a liderança da Liga Inglesa. Os londrinos têm agora mais dois pontos que a equipa de Alex Ferguson e três que o Arsenal (3º); Em Espanha, por sua vez, tudo na mesma, com o Real Madrid a vencer em Santander (2-0) e o Barça a esmagar, em casa, o Athletic Bilbau (4-1). Assim sendo, madrilenos e catalães continuam colados na liderança; Por fim, em Itália, os três da frente venceram e continuam separados por três pontos. O Inter (1º) venceu, em casa, o Bolonha (3-0), a Roma (2º) venceu, em Bari, por uma bola a zero e o Milan venceu, em Cagliari, por três bolas a duas.

 

Liga Inglesa – Chelsea vence Manchester United e sobe ao primeiro lugar

A cinco jornadas do final da Premier League, o Chelsea deslocou-se a Old Trafford e venceu, com justiça, o Manchester United por duas bolas a uma. A equipa londrina cedo tomou as rédeas do jogo e aproveitou a ausência da grande estrela do United (Rooney) para desequilibrar a balança a seu favor. Joe Cole (20′) e Drogba (79′) colocaram mesmo o Chelsea a vencer por duas bolas a zero, antes de Macheda (81′) reduzir para o colectivo de Manchester e fazer o 1-2 final. Com este resultado, o Chelsea tem agora dois pontos de avanço sobre o Manchester United. Por outro lado, o Arsenal (3º) venceu, em casa, o Wolverhampton com um golo de Bendtner aos quatro minutos de descontos e relançou-se na luta pelo título, pois está a apenas três pontos dos londrinos.

Liga Espanhola – Real Madrid e Barça só sabem ganhar

Os  líderes do campeonato espanhol continuam a passear superioridade na La Liga e voltaram a vencer este fim de semana. O Real Madrid foi a Santander e venceu o Racing por 2-0 com golos de Ronaldo e Higuaín, enquanto o Barcelona recebeu e venceu o Ath. Bilbau por 4-1. Assim sendo, madrilenos e catalães continuam colados na liderança, com o Real Madrid a ter vantagem no goal-average. O terceiro classificado, o Valência, está a longínquos 21 pontos de diferença.

Liga Italiana – Inter, Roma e Milan deixam tudo na mesma

Na Série A, a jornada 32 não foi fértil em surpresas. O Inter, líder do campeonato, recebeu o Bolonha e venceu com grande facilidade por 3-0. Motta (2) e Balotelli fizeram os golos dos interistas. Por outro lado, a Roma (2º) passou o teste de Bari (1-0) com um golo de Vucinic (19′) e mantém-se a um ponto da equipa de Mourinho. Por fim, num jogo louco, o Milan (3º) venceu o Cagliari, na Sardenha, por 3-2. Tratou-se de um jogo muito equilibrado com o Milan a marcar sempre primeiro e o Cagliari a empatar a seguir, todavia, a equipa de Leonardo, após o 3-2, soube segurar a vantagem e manter-se a apenas três pontos do Inter de Milão.

Liga Alemã – Bayern vence em Schalke e volta à liderança da Bundesliga

O Bayern venceu em Schalke, num jogo intenso, por duas bolas a uma e regressou à liderança da Liga Alemã. Ribery e Muller colocaram os bávaros a vencer por 2-0 e, apesar do Schalke ainda ter reduzido por Kuranyi, a vitória da equipa de Munique nunca foi posta em causa. Assim sendo, o Bayern lidera novamente o campeonato, agora com um ponto de avanço sobre o Schalke 04. Já o Leverkusen (3º) parece estar fora da corrida, pois perdeu em Frankfurt (2-3) e encontra-se, agora, a seis pontos do líder.

Liga Francesa – Bordéus perdeu liderança na Ligue 1

O Bordéus perdeu surpreendentemente em casa, diante do Nancy (1-2) e caiu para o quarto lugar da Liga Francesa. Contudo, o trio da frente composto por Lyon (venceu em Rennes por 2-1), Montpellier (empatou, em casa, com o Monaco a zero) e Auxerre (recebeu e empatou com o PSG a um golo) têm apenas mais um ponto e mais dois jogos que o Bordéus. Na luta pelo título está ainda o Marselha, que venceu o Lens (1-0), em casa, com um golo de Brandão. Os marselheses estão exactamente na mesma situação que o Bordéus, pois estão a um ponto do trio da frente e têm menos dois jogos disputados.

Liga Holandesa – Twente mantém a vantagem sobre Ajax e PSV

O Twente foi a Venlo e venceu por 2-0, estando cada vez mais perto do título. Quando faltam apenas quatro jornadas para o final da Eredivisie, a equipa de Enschede mantem quatro pontos de avanço sobre o Ajax (ganhou 1-o, fora, ao Den Haag) e cinco sobre o PSV, que ganhou, em Tilburg, ao Willem II, igualmente por uma bola a zero.

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Um empate do Barcelona em Almería (2-2) foi o suficiente para que a equipa de Lionel Messi se visse alcançada no topo da classificação pelo Real Madrid (venceu o Sevilha, em casa, por 3-2). Apesar de ambas as equipas terem 61 pontos, o Real Madrid leva vantagem na classificação, pois tem um melhor saldo de golos; Em Itália, Inter continua líder, mas não foi além de empate, em casa, diante do Génova (0-0); Manchester United vence em Wolverhampton (1-0) e ultrapassa Chelsea, à condição, no topo da Premier League.

Liga Espanhola – Diego Alves impede vitória catalã em Almería

O Barça teve dificuldades inesperadas na deslocação a Almería e não conseguiu mais que uma igualdade a duas bolas. Os catalães, apesar do bis de Messi, esbarraram na fantástica exibição do guarda-redes local (Diego Alves) que fez uma exibição fenomenal e garantiu um ponto para o Almería. Por outro lado, em Madrid, tudo começou mal para o Real que, aos 52 minutos, perdia por duas bolas a zero com o Sevilha. No entanto, os madrilenos demonstraram uma enorme força de vontade e correram atrás do prejuízo com golos de Ronaldo (59′), Sérgio Ramos (61′) e Van der Vaart (90’+2). Com esta vitória (3-2), o Real Madrid lidera agora o campeonato com os mesmos pontos do Barcelona (61), mas vantagem no confronto directo.

Liga Italiana – Inter volta a desiludir em casa

O Inter de Milão voltou a desiludir os seus adeptos no Giuseppe Meazza e, desta feita, foi o Génova que obrigou os milaneses a um nulo caseiro. A equipa de Mourinho fez um jogo muito desinspirado e apenas nos últimos quinze minutos mostrou alguma vontade de vencer, todavia, sem sucesso. Ainda assim, os perseguidores: Roma e Milão não foram além do empate, no Olímpico de Roma (0-0) num jogo muito táctico e mantiveram-se à mesma distância do Internazionale. A equipa de Mourinho e Quaresma lidera agora com 59 pontos, mais quatro que Milão e sete que a Roma.

Liga Inglesa – Scholes dá liderança ao Manchester United

Na Premier League, a equipa de Alex Ferguson foi a Wolverhampton vencer por uma bola a zero e ultrapassou o Chelsea na liderança. O jogo foi muito duro para os “Red Devils” que podem agradecer a vitória a um passe de Nani e a um golo do veterano Paul Scholes. Por outro lado, o Arsenal também não desarma e venceu, em casa, o Burnley (3-1), mantendo-se a dois pontos do Manchester United. Já o anterior primeiro classificado, o Chelsea, está agora a dois pontos da liderança, todavia, ainda não jogou o jogo desta jornada (em Portsmouth) e, em caso de vitória, regressará ao topo da Premier League. Por fim, o Liverpool continua a desiludir e, desta feita, perdeu em Wigan (0-1), estando agora num triste sexto lugar.

Outras Ligas – Bordéus e Montpellier dividem pontos na Ligue 1

Em França, Bordéus e Montpellier empataram (1-1) e continuam a partilhar a liderança da Ligue 1, ainda assim, a vantagem é da equipa de Gourcuff e Chamakh que tem menos dois jogos; Na Bundesliga, o Bayern empatou em Colónia (1-1), mas mantém a liderança com dois pontos de avanço do Schalke 04;  Por fim, na Grécia, o PAOK de Fernando Santos continua a fazer um grande campeonato e venceu o Panthrakikos (3-0), mantendo-se a apenas dois pontos do líder Panathinaikos.

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