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Le Tissier amava o Southampton

Neste momento o Southampton definha na League One, que é como quem diz na terceira divisão inglesa, mas, até há poucos anos atrás, o clube do sul de Inglaterra estava estável na Premier League, muito graças às capacidades de um médio ofensivo que, jogo após jogo, fazia a diferença: Matthew Le Tissier. Conhecido entre os adeptos do Southampton como “Le God”, o internacional inglês não conheceu outra equipa ao longo da sua longa carreira, recusando todas as propostas de clubes com outros pergaminhos por amor ao Southampton. Jogador com uma qualidade técnica fantástica, um carácter acima de qualquer suspeita e com um amor à camisola pouco habitual para a época em que jogou, “Le God” merecerá sempre um grande destaque na história do futebol.

Matthew Le Tissier nasceu a 14 de Outubro de 1968 em Guernsey, iniciando-se, no futebol, nas camadas jovens de um dos clubes dessa ilha do Canal da Mancha, o Vale Recreation.

Depois de falhar um teste no Oxford United, Le Tissier acabou por assinar, em 1986, pelo Southampton, estreando-se no principal escalão do futebol inglês com uma derrota diante do Norwich City (3-4). Até final da temporada 1986/87, o inglês, com apenas 18 anos, efectuou 24 jogos e 6 golos, assumindo-se como um importante jogador dos “Saints”.

No Southampton, Le Tissier haveria de permanecer toda a sua carreira, ou seja, até ao final da época 2001/02, contabilizando os impressionantes números  de 162 golos em 443 jogos do principal escalão inglês e impedindo sempre que os “Saints” fossem relegados. Parecendo sempre com peso a mais, “Le God” era dotado de uma técnica impressionante, parecendo que tudo o que fazia com a bola era simples. Com uma capacidade finalizadora impressionante e uma força que o faziam resistente a quase todas as entradas dos adversários, Le Tissier era um médio ofensivo quase imparável.

A sua qualidade era tão elevada que, mesmo sem ter jogado por um grande clube inglês, Le Tissier serviu de inspiração para diversos jogadores do actual contexto do futebol mundial. Um bom exemplo é Xavi que, um dia, disse que o internacional inglês tinha uma qualidade que estava para além do expectável, pois era capaz de fintar seis e sete jogadores sem correr, recorrendo, simplesmente, à elevada técnica que possuía.

Le Tissier apenas falhou na selecção, não por falta de qualidade, mas por ter sido quase sempre ignorado pelos seleccionadores da equipa dos três leões. Contabilizando apenas oito internacionalizações, Le Tissier, na véspera do Mundial 98, fez um hat-trick num jogo da selecção B de Inglaterra, mas, ainda assim, Glenn Hoddle recusou-se a levá-lo à fase final do campeonato do mundo numa decisão que destroçou “Le God”

Ainda assim, selecção à parte, Le Tissier teve uma carreira recheada de sucesso e de bons momentos e será, para sempre, lembrado por todos os que gostam de futebol como um dos jogadores com mais qualidade técnica que passou pelos relvados do futebol mundial.


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A Espanha já participou em doze campeonatos do mundo, todavia, o melhor que conseguiu foi um quarto lugar há exactamente 60 anos (Mundial 1950). Normalmente, os castelhanos esperam sempre muito da sua selecção, mas esta costuma, invariavelmente, falhar nos momentos chave, todavia, todos acreditam que será diferente desta vez. A Espanha tem, por certo, uma das melhores equipas da sua história (talvez a melhor), é campeã da Europa e fez uma fase de qualificação em que, em dez jogos, venceu dez. Assim sendo, todos entendem que, se a Espanha não ganhar desta vez, jamais o fará…

A Qualificação

Integrada no grupo 5, que até não era dos mais fáceis (Bósnia, Turquia, Bélgica, Arménia e Estónia), a Espanha fez uma fase de apuramento completamente imaculada, vencendo todos os jogos e deixando o segundo classificado (Bósnia) a onze pontos.

Resultados como a goleada na Bósnia (5-2) e na recepção à Bélgica (5-0) são a prova da força da “Roja”, que chega, assim, ao campeonato do mundo, como um dos principais candidatos à vitória final.

Grupo 5 – Classificação

  1. Espanha 30 pts 
  2. Bósnia-Herzgovina 19 pts
  3. Turquia 15 pts
  4. Bélgica 10 pts
  5. Estónia 8 pts
  6. Arménia 4 pts

O que vale a selecção espanhola?

A equipa de Vicente del Bosque é muito forte em termos colectivos e individuais, tendo talento em todos os sectores do terreno. Além disso, não contam apenas com um onze, pois os suplentes também são de uma qualidade quase ao nível dos titulares da “Roja”.

Um bom exemplo é a baliza, que será defendida pelo excepcional: Iker Casillas, mas que tem como suplentes, nomes como Pepe Reina e Victor Valdés.

Depois, o quarteto defensivo deverá ser composto por uma excelente dupla de centrais: Piqué-Puyol. Uma dupla que se completa, pois Puyol é muito bom pelo chão, autêntica carraça para os avançados contrários, mas, sendo baixo, conta com Piqué para mandar nas alturas e garantir a segurança no jogo aéreo dos castelhanos. Por outro lado, nas laterais, deverão aparecer Capdevilla (à esquerda) e Sérgio Ramos (à direita). São dois elementos muito competentes a defender, principalmente o jogador do Real Madrid, que sabe encostar aos centrais sempre que necessário (trata-se de um central de origem), mas também são muito bons a subirem no flanco, nomeadamente Capdevilla que, muitas vezes, aparece na frente quase como um extremo.

Apesar de todos os sectores serem de grande qualidade, o meio campo é, sem dúvida, o ponto mais forte da “Roja”, roçando mesmo a perfeição. A equipa deverá jogar em losango, com Busquets a aparecer no vértice defensivo, pois trata-se de um jogador de grande inteligência táctica e que equilibra todo o jogo dos espanhóis. Depois, nas alas, deverão aparecer David Silva (à esquerda) e Iniesta (à direita). Dois atletas com dupla função, pois terão de procurar ganhar a linha, mas, também terão de saber ser interiores sempre que necessário. Por fim, no vértice ofensivo, deverá aparecer Xavi, um jogador que dispensa apresentações por todo o talento, inteligência e criatividade que dá ao jogo. No banco, a Espanha ainda conta com nomes como Xabi Alonso, Fábregas ou Jesus Navas que dão ideia do poderio da “Roja”

Chegando ao ataque, não diminuímos de qualidade, pois a dupla de ataque é composta por dois elementos móveis, raçudos, que não descanso aos defesas e que, acima de tudo, não perdoam na hora de atirarem à baliza: Fernando Torres e David Villa. Um poder de fogo que todos esperam que dê muitos golos à Espanha durante o Mundial 2010.

O Onze Base

Actuando em 4-4-2 losango, a Espanha deverá apresentar Iker Casillas (Real Madrid) na baliza; Capdevilla (Villarreal), Piqué (Barcelona), Puyol (Barcelona) e Sérgio Ramos (Real Madrid) na defesa; Busquets (Barcelona), David Silva (Valência), Iniesta (Barcelona) e Xavi (Barcelona) no meio campo; Fernando Torres (Liverpool) e David Villa (Barcelona) no ataque.

Classificação – Previsão “A Outra Visão”

Pela enorme qualidade da selecção espanhola, um grupo composto por Chile, Suíça e Honduras não lhes deve causar grande mossa. A “Roja” deverá passar o agrupamento com relativa facilidade e o seu verdadeiro campeonato do mundo apenas deve começar nos oitavos de final da prova.

Calendário – Grupo H (Mundial 2010)

  • 16 de Junho: Espanha vs Suíça
  • 21 de Junho: Espanha vs Honduras 
  • 25 de Junho: Espanha vs Chile
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    A uma jornada do final da Premier League, os “blues”, ao vencerem o Liverpool em Anfield Road, aproximaram-se bastante da conquista do campeonato inglês. Bastará, agora, ao Chelsea, vencer o Wigan Athletic, em casa, na última jornada para se sagrar campeão; Por outro lado, em Espanha, o líder Barcelona (venceu em Villarreal por 4-1) e o segundo classificado Real Madrid (venceu o Osasuna, em casa, por 3-2) continuam separados por um ponto; Situação similar no Calcio, pois o líder Inter (venceu em Roma, a Lázio, por 2-0) e a perseguidora AS Roma (venceu em Parma por 2-1) também estão a um miserável ponto de distância.

    Liga Inglesa – “Blues” perto de vencerem a Premier League

    Num jogo muito intenso entre “reds” e “blues”, o Chelsea beneficiou de um erro de Gerrard, que, a tentar atrasar o esférico a Reina, ofereceu o golo a Drogba. Ora, esse golo apareceu um pouco contra a corrente do jogo, mas teve o condão para catapultar os londrinos para uma exibição segura e, perante um Liverpool em quebra física, Lampard, na segunda parte, fez o 0-2 final que coloca o Chelsea, a uma jornada do fim, a uma vitória de ser campeão.

    Ainda assim, falta esse pequeno passo aos “blues” e, caso haja surpresa no Chelsea-Wigan, quem poderá aproveitar é o Manchester United, que continua na luta pelo título após ter vencido fora o Sunderland, graças a um golo de Nani. Foi um jogo que os “red devils” poderiam ter goleado, mas a falta de inspiração de Berbatov impediu resultado mais volumoso.

    O Manchester United termina o campeonato, em casa, diante do Stoke City, tendo de ganhar e esperar, pelo menos, um empate do Chelsea para ser campeão.

    Liga Espanhola – Barça e Real continuam sem vacilar

    Barcelona e Real Madrid continuam a ultrapassar todos os obstáculos com maior ou menor dificuldade, mantendo a La Liga ao rubro. Em Villarreal, o Barça atropelou o seu opositor por 4-1, com golos de Messi (2), Xavi e Bojan, respondendo o Villarreal com um tento de Llorente.  Por outro lado, os madrilenos tiveram mais dificuldades, pois tiveram a perder por duas vezes com o Osasuna. Todavia, conseguiram sempre empatar e, sobre o minuto, 89, Cristiano Ronaldo, que já tinha feito um tento, bisou e deu a vitória ao Real Madrid por 3-2.

    Com estes resultados e a três jornadas do fim, Barcelona (90 pts) e Real Madrid (89 pts) prometem muita emoção até ao final da Liga Espanhola.

    Liga Italiana – Inter passa teste “laziale” e mantém Roma a um ponto

    A Roma havia vencido com relativa tranquilidade, o Parma, fora, por duas bolas a uma e tinha esperança num deslize “nerazzurri na deslocação à capital italiana para defrontar a Lázio. Contudo, o Inter, diante de uma equipa que ainda luta pela manutenção, fez um bom jogo e acabou por vencer de forma fácil a Lázio por duas bolas a zero (golos de Samuel e Motta). Nesse encontro, foi curioso assistirmos aos adeptos “laziale” a torcer pelo Inter, pois, aparentemente, a possível descida é bem menos assustadora que a imagem do seu eterno rival a conquistar o “scudetto”.

    Após a jornada 35 e a três jogos do final da Série A, o líder Internazionale e a segunda classificada AS Roma, continuam separados por apenas um ponto.

    Liga Alemã – Bayern virtual campeão

    O Bayern venceu o Bochum por 3-1 graças a  um hat-trick de Müller e, após o desaire caseiro do Schalke 04 diante do Werder Bremen (0-2), garantiu, a uma jornada do fim, três pontos de vantagem sobre a equipa de Genselkirchen. A equipa bávara só não pode festejar oficialmente o título, pois o critério de desempate é a diferença de golos, todavia, com 17 golos de vantagem sobre o rival, só um desastre de proporções inimagináveis pode tirar o título ao Bayern Munique.

    Outras Ligas – Twente sagra-se campeão holandês

    O Twente conquistou a Eredivisie pela primeira vez, após vencer, em Breda, o NAC, por 2-0. A equipa acabou assim o campeonato com mais um ponto que o Ajax, que, apesar de ter goleado fora o NEC Nijmegen (4-0), teve de se contentar com o segundo lugar; Por outro lado, em França, o Marselha empatou em Auxerre (0-0) e mantém-se, assim, na liderança, tendo mais cinco pontos que o segundo, curiosamente, o próprio Auxerre. 

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    Desalento Real após nova derrota com o Barça

    O Barcelona, ontem, no Santiago Bernabéu, deu um passo decisivo rumo à conquista do título espanhol. Uma vitória por duas bolas a zero com golos de Messi e Pedro foi suficiente para colocar os catalães com três pontos de avanço (e vantagem no confronto directo) sobre o rival madrileno. Uma vitória saborosa e especialmente sentida, pois ontem, o Barça apresentou, em campo, oito jogadores das suas escolas: Valdés, Puyol, Piqué, Iniesta, Busquets, Xavi, Pedro e Messi.

    Neste contexto particular, o Barça não tem rival na Europa. Os catalães, que também são treinados por alguém da casa (Pep Guardiola), são a melhor equipa da actualidade na fusão dos jogadores da cantera com grandes estrelas internacionais como Ibrahimovic ou Henry.

    O Barcelona tem, neste momento, uma identidade própria e um estilo de jogo único. Podemos dizer que quando vemos o Barça jogar sentimos que não estão a jogar na Táctica A, B ou C, mas, ao invés, sentimos que estão a jogar à Barcelona e, isso, é meio caminho andado para o sucesso.

    Na verdade isso é, neste momento, aquilo que os coloca um passo à frente do seu rival Real Madrid. Os madrilenos ainda tentaram, no passado, utilizar uma estratégia celebrizada por Florentino Pérez de: “Zidanes e Pavones”, todavia, a fraca qualidade de grande parte dos atletas das escolas do Real, aliada a conflitos de egos das suas principais vedetas gerou muitos problemas e insucesso desportivo.

    Ao invés, o Barcelona consegue integrar essas estrelas na perfeição, parecendo que atletas como Ibrahimovic, que até era algo problemático, já jogava no Barça desde criança. Antes vimos Eto’o, Deco ou Larsson fazerem exactamente o mesmo.

    Claro que ter talentos como Xavi, Iniesta, Bojan ou Messi ajuda nessa integração e na homogeneidade da equipa, mas esses talentos não nascem por acaso. São fruto de um projecto que não é mais que uma adaptação do projecto do Ajax e que esse grande senhor do futebol que se chama Johan Cruijff soube implementar no Barcelona.

    Depois, os catalães, ao terem dinheiro para juntarem grandes estrelas internacionais à sua cantera, tornam o Barcelona, neste momento, uma equipa com condições para ter ainda mais sucesso do que o mítico Ajax dos anos 70 e tornar inúteis os muitos milhões gastos pelo Real Madrid.

    O Barcelona é, assim, a prova que ter um milionário como presidente e gastar milhões de euros, por si só, não é suficiente. Só havendo uma identidade própria, um modelo de jogo enraizado e uma escola de qualidade permite a um clube tornar-se verdadeiramente gigante e almejar ganhar tudo como, na verdade, o Barça já ganhou.

    Veremos se, no futuro, as equipas europeias pegam no modelo do Barça e tentam adaptá-lo à sua realidade ou se, ao invés, continuam a pensar que gastar milhões em meia dúzia de estrelas lhes garantirá sucesso imediato. Penso que os últimos dois anos de confronto: Real Madrid-Barcelona pode auxiliá-los na resposta…

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    Miccoli faz o segundo no Liverpool-Benfica (05/06)

    Amanhã, pelas 20h05 (adoro o facto de o jogo não começar às 20h), voltam as grandes noites europeias ao Estádio da Luz. Desde a época 2005-2006 que não sentia o nervosismo, a ansiedade, a motivação e o desejo de ver o Benfica num grande jogo Europeu.

    Nessa época, com uma equipa de qualidade bastante inferior à actual, que realizou uma época decepcionante a nível interno, tivemos o prazer de ver o SLB a derrotar o Manchester United, o Liverpool e a dar luta ao todo poderoso Barcelona de Ronaldinho, Deco, Eto’o, Xavi e companhia, que viria a sagrar-se campeão europeu numa final frente ao Arsenal.

    Ajudámos a eliminar o Manchester United na fase de grupos da Champions. A equipa inglesa não estava muito forte, mas tinha Ronaldo, Giggs, Scholes, entre outros. O sorteio dos oitavos de final determinou nova viagem à terra dos bifes, agora à cidade dos Beatles, para defrontar o Liverpool. O confronto com esta equipa foi um “verdadeiro” duelo europeu. Duas grandes noites de futebol.

    No estádio da Luz, o Benfica teve um jogo bastante difícil e previa-se um empate a zero. Contudo, nos últimos minutos na marcação de um livre à entrada na área, descaído para a direita, Petit, o “Pitbull”, mete a bola na cabeça de Luisão, o “ET”, e este coloca o Benfica à frente na eliminatória. Apesar da vitória, o Liverpool continuava a ser dado como favorito.

    Na segunda-mão, em Anfield Road, o Benfica saiu do estádio aplaudido de pé por todos os adeptos do Liverpool. Num jogo muito difícil, com grande pressão do Liverpool, o Benfica soube gerir bem o jogo e utilizar o contra-ataque. Na primeira parte, Simão Sabrosa marcou um golão, num disparo de fora de área: Um míssil que só parou no fundo das redes de Reina. Na segunda-parte, “Rato” Miccoli num pontapé acrobático fez o 2-0. Benfica vencia num estádio mítico, e tinha como próxima adversário o grande favorito à vitória final, o Barcelona de Ronaldinho.

    Na eliminatória com o Barcelona, o Benfica começou por empatar a zero em casa. Na segunda-mão todos pensavam que o Barcelona ia golear este Benfica. O Barcelona ganhou por 2-0, mas nunca me vou esquecer daquele lance em que o Simão, na segunda-parte, com o jogo em 1-0, falha um golo quase feito. Era o empate que nos dava a qualificação para as meias-finais. Apesar de sermos muito mais fracos, faltou-nos apenas um bocadinho assim.

    Os jogos europeus são os jogos dos sonhos, da ilusão, onde tudo é possível! Os jogos europeus são como uma mulher linda: ficas nervoso, ansioso, mas não voltas atrás, pois sabes que tudo é possível, que vais dar o máximo, que vais sonhar e que no final esperas ganhar.

    O futebol é isto: paixão, sonho, e acreditar que é possível tocar o céu. Eu acredito, apesar da maldição de Béla Guttmann (ele falou de Taça dos Campeões, não da Liga Europa – Euroliga na língua de Jesus).

    Força Benfica!

    Nota:

    Canto marcado à maneira curta, Carlos Martins centra para a área, Javi Garcia cabeceia, Luisão encolhe-se mas a bola vai contra ele, e no ressalto Luisão fuzila Eduardo. GOLO do Benfica!

    O Benfica ganhou a primeira de 6 finais até ao final do campeonato. 6 finais para gerir 6 pontos de vantagem, o que parece fácil, mas poderá ser bastante difícil. Não podemos esquecer que duas das finais serão contra o Sporting e o Porto.

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